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No dia seguinte da visita dos amigos do meu filho, que vieram trazer os apontamentos e encher meu estômago de porra, meu filho estava bem melhor da febre. Para meu azar, parecia que nada ia impedir aquela festa de acontecer. Meu marido folgava naquele dia e também no dia seguinte, o bendito dia da festa, então ele me levou ao cinema e para jantar. Sair de casa foi um alívio para mim e, como o Jorge estava um pouco mais recuperado da gripe, não tive problema em deixá-lo sozinho. Sair de casa era evitar o Marcos, e ainda mais se fosse com meu marido.
Voltamos para casa por volta das 23h, e minha expressão feliz mudou completamente quando, ao entrarmos, vimos na sala meu filho e também o Marcos, que estava com ele no sofá. O mesmo sofá onde, no dia anterior, eu tinha engolido o pau dele e o dos amigos dele. Eles estavam assistindo a um filme.
"Oi, pai. Oi, mãe."
"Oi, pessoal, tudo bem?", disse meu marido.
"Tudo, estamos vendo um filme. Tinha esquecido de avisar que tinha convidado o Marcos para jantar aqui e dormir, para preparar minha festa de amanhã."
"Tranquilo, filho. Ontem conheci seu amigo Marcos, e ele já me disse que viria hoje jantar aqui."
"Como foi o filme, Maribel?", me perguntou o porco do Marcos.
"Bem... muito bem."
"E o jantar, Enrique?"
"Também foi ótimo, rapazão."
"Você comeu salsichas no jantar, Maribel?"
Meu marido e meu filho não entenderam o duplo sentido da frase do Marcos. Eu, sim.
"Não, jantei peixe."
"O que é essa história de salsichas?", perguntou meu marido.
"Hahaha, é que no outro dia, quando o Marcos veio jantar, a gente comeu salsichas", disse meu filho, ignorante, sem saber que não foi a única salsicha que eu comi naquela noite.
"Hahaha, mas vocês não vão jantar a mesma coisa sempre, né?", disse meu marido.
"Vocês já jantaram?"
"Sim, mãe. O Marcos trouxe uns dürüm do turco lá de baixo. Ele tinha trazido uns para o pai e para você também, porque achou que iam jantar aqui."
"Muito obrigado, rapazão. Amanhã eu como eu o meu para almoçar", disse meu marido. Por sorte, ele tinha decidido me levar para jantar naquela noite, porque a última coisa que eu estava a fim era de jantar como o Marcos e repetir o que aconteceu da outra vez, mas com meu marido na mesa. "Como vocês vão dormir?", perguntou meu marido. "Não se preocupe, Enrique, eu durmo aqui no sofá perfeitamente". "Mãe, eu deixei um pijama de verão meu para o Marcos dormir". "Já, já percebi que era um dos seus pijamas que ele está usando, acho muito bom que você se preocupe com seu amigo". Marcos, por outro lado, não estava preocupado com meu filho, só estava preocupado em arrombar meus buracos. "Eu estou meio cansada, vou dormir". "Hahaha, é que você não está acostumada a sair por aí, eu vou ficar aqui com os meninos mais um pouco vendo o filme". Eu pensei que o que meu marido não sabia era que, se eu estava cansada, era porque nos últimos dois meses eu já tinha perdido a conta das picas que tinham arrombado minha buceta, rasgado meu cu e inundado minha garganta com porra. Dei um beijo de despedida no meu filho e no Marcos, e outro no meu marido, que estava meio animado pelo vinho do jantar e me beijou de língua na frente dos meninos. Antes de chegar no meu quarto, senti uma mão tocando minhas costas. Marcos tinha vindo atrás de mim com a desculpa de ir ao banheiro, me agarrou pela cintura e me deu um beijo profundo de língua. Eu o empurrei para trás. "Você está louco? Meu marido está aqui...". "Seu filho também estava aqui no outro dia quando eu fodi seu cu". "O que você quer?". "Já preparei a festa de amanhã, vai ser espetacular. Quero que você se levante de madrugada e venha me ver na sala". "Não sei se vou conseguir, meu marido pode...". "Não estou pedindo. Se eu acordar amanhã sem ter te visto, vou ter que tomar medidas drásticas". "Tá bom, tá bom...". Virei para entrar no meu quarto e a voz do Marcos soou de novo atrás de mim. "Não vai ter beijo de boa noite para mim?". "Já te dei antes na A sala" "Isso foi um beijo de merda, você tem que me dar um igual ao do corno" As risadas do meu marido e do meu filho na sala enquanto assistiam ao filme me confirmaram que ainda estavam lá, então me aproximei de Marcos e, segurando sua cabeça, enfiei minha língua na boca dele, enrolando com a dele. Ao tirar minha língua, um fio de saliva ainda ligava nossos lábios. Depois disso, Marcos deu um tapa na minha bunda e disse: "Até daqui a pouco, putinha". Entrei no meu quarto, me despi completamente e coloquei meu camisolão de verão. Era um camisolão rosa e por baixo só estava usando minha calcinha. O tecido era grosso o suficiente para que meus seios não ficassem transparentes através dele. Depois me deitei na cama, mas não dormi. Meu marido foi deitar à meia-noite. Ele estava com vontade de putaria, mas eu disse que estava com dor de cabeça e, depois de reclamar um pouco, ele adormeceu. Ouvi meu filho ir para o quarto dele às 0h30. Quando ouvi a porta dele fechar, olhei para meu marido, chamei ele baixinho algumas vezes e não houve resposta. Ele estava completamente apagado. Às 1h30 me levantei, entrei no quarto do meu filho - ele não tinha trancado a porta - e pude ver que ele estava roncando. Fechei a porta dele novamente, fechei a do meu quarto e fui em direção à sala, temendo o pior, como um condenado a caminho da forca. No corredor, pude ver que a TV da sala estava ligada. Quando entrei, vi que Marcos ainda estava acordado, assistindo a um filme pornô em que aparecia uma garota negra com três homens brancos. Eu só tinha visto filme pornô algumas vezes, mas nunca tinha visto algo como a cena que Marcos estava assistindo. A garota negra estava literalmente entre três homens. Não sei como ela tinha conseguido, mas os três caras estavam dentro dela - um no cu e dois na buceta. "Oi, Maribel. Estava te esperando. Gostou do filme?" "Não." "Nossa, mas é uma cena muito boa. Talvez eu decida colocar em prática com você." "É horrível. Eles estão acabando com ela." "Bom, ou é Muito boa atriz ou não parece que ela esteja desgostando de ter três paus nos seus buracos. O filho da puta do Marcos não estava sem razão, as caras da garota e seus gritos pareciam dizer que ela estava gostando daquilo, embora claro, ela, diferente de mim, participava dessas cenas por gosto e não forçada. "Bom, o que você queria?" "Você está de calcinha?" "Sim." "Então chega mais perto." Me aproximei dele, ele enfiou suas mãos enormes por baixo do meu camisola e disse: "Então tira a calcinha", ao mesmo tempo que puxava ela completamente para baixo e a deixava sobre a mesinha da sala, na frente dele. "Não veja como me deixa excitado saber que debaixo desse camisola você não está usando nada." "Já estou vendo", respondi, olhando para o volume que começava a marcar no pijama que meu filho tinha deixado para ele dormir. "Hahahaha, vejo que você está atenta ao pau que você gosta, isso é bom. Vá até a cozinha e traga um dos Durum do jantar que o corno e você ainda não comeram." Eu não sabia que nova maldade sua mente estava maquinando. Fui até a cozinha e peguei um dos Durum do jantar, para quem não sabe, é uma comida árabe que consiste em um pão recheado com carne e outras coisas. Voltei para a sala e assim que me viu entrar pela porta, Marcos abaixou as calças, o que me fez saber instantaneamente que, seja o que fosse que ele pretendia fazer, eu não iria gostar. Seu pau balançando se mostrou diante de mim; nos últimos tempos, eu tinha visto aquele pau muitas mais vezes do que o do meu marido nos últimos 3 ou 4 anos de casamento. "Me dá o Durum." Eu dei a ele e Marcos, que já tinha o pau bem duro, começou a enfiar seu pau pela parte de baixo do Durum. A carne sob pressão ia saindo, manchando o sofá, mas ele não parou até que tirou seu pau pelo outro lado do pão, deixando seu pau enfiado no Durum. "Limpa um pouco isso e depois come o jantar." Eu limpei os pedaços de carne e vegetais que tinham caído no sofá e no chão, mas antes de chupar seu pau, eu disse: "Eu faço o que você quiser em outro momento, mas por favor, meu marido e meu filho... poderiam nos ouvir e..." "Ainda não percebeu que isso faz parte do jogo, que seu filho e seu marido estarem aqui do lado enquanto você chupa meu pau é o que me deixa com a buceta dura como uma barra de ferro sem precisar me tocar, vamos, coma o jantar, trouxe com muito carinho para seu marido e para você e nem provaram" me ajoelhei novamente diante daquele pau que já conhecia também e comecei a mordiscar os pedaços de pão e carne que cercavam o jantar, estava frio e eu não tinha fome nenhuma mas isso não importava nada para o Marcos, por sorte ele logo cansou do jogo já que não devia ser muito agradável para ele ter o pau enfiado ali assim então tirou seu pau do Durum e deixou em cima da mesa junto com o que eu tinha recolhido. "Vamos, me deixe o pau bem brilhante que tem restos de comida e você sabe que eu sou muito limpo" Sem dizer palavra, agarrei pela base para masturbá-lo enquanto minha língua brincava com seu freio, enfiei na boca aquele pau duro começando a chupá-lo... Meus lábios apertavam sua glande e seu membro desaparecia completamente na minha boca ao mesmo tempo que meus dedos acariciavam suas bolas. "Você já é uma verdadeira mestra, Maribel" Obviamente Marcos se referia ao meu trabalho como boqueteira. Tinha seu pau na boca e podia ver como ele me olhava, eu tinha minhas mãos apoiadas em suas coxas e ele me ordenou que as colocasse nas minhas costas, pensei que ia pegar minha cabeça para me guiar na chupada mas não fez, naquele momento nosso único contato entre nós era seu pau na minha boca e seus olhos que não paravam de me olhar com um sorriso desenhado no rosto. "Tire as alças do camisola, quero ver esses peitos maravilhosos" Baixei as alças pelos meus ombros e desci meu camisola até minha cintura para que Marcos pudesse tocar meus peitos e vê-los bem. Com minhas mãos nas costas dessa vez ele agarrou minha cabeça e começou a me mover, para frente e para trás, fodendo minha boca. Minha língua brincava com o tronco de seu pau dentro da minha boca, e com A ponta, quando ele tirava, às vezes ele tirava da minha boca e passava pelo meu rosto antes de enfiar de novo até eu sentir meu nariz tocando o púbis dele e ele poder sentir o pau dele alojado na minha garganta. Eu estava com o pau dele cravado na minha garganta quando ouvi a torneira da cozinha, Marcos me olhou e soltou minha cabeça, eu me levantei do chão, coloquei o camisola e sentei no sofá, Marcos se levantou, puxou as calças e pegou uma almofada para tampar a ereção. Meu filho entrou na sala e eu peguei o controle da televisão e mudei rapidamente de canal para tirar o filme pornô que ainda estava na tela, desta vez com a garota negra recebendo a porra dos três homens na cara. "Marcos, você ainda está... Mãe?" "Oi filho, o que foi, não consegue dormir?" "Não, é que tive um pouco de sede por causa do jantar. E você?" Marcos não me deixou responder "Sua mãe também estava com sede, ela me disse que tinha levantado para tomar um copo de porra e como viu a luz da televisão veio ver como eu estava." Mesmo naquele momento, Marcos encontrava uma forma de nos humilhar, mencionando a "porra" naquela hora. "Muito bem, então eu vou para a cama que estou morto." Eu não parava de olhar para a mesinha da sala onde Marcos tinha deixado minha calcinha, se meu filho visse seria muito difícil explicar o que a calcinha da mãe dele estava fazendo em uma mesa na frente do melhor amigo dele. "Muito bem, cara, descanse para estar preparado para a festa amanhã." "Sim, querido, eu também vou para a cama," eu disse. Antes de me levantar, Marcos agarrou minha mão sem que meu filho percebesse "Sim, assim que sua mãe tomar o copo de porra, todos nós vamos dormir." "Tá bom, boa noite," disse meu filho e, alguns segundos depois, no silêncio da noite, ouvimos a porta do quarto dele fechar. Obviamente, Marcos não ia perder a oportunidade de encher minha boca de porra tão facilmente. "Foi por pouco, Maribel, hahaha." "Não tem graça, se meu filho tivesse visto minha... calcinha sobre..." Marcos largou a almofada, abaixou a calça de novo e disse: "Cala a boca e toma seu copo de porra quentinha". Eu ia me ajoelhar de novo, meu coração batia descontrolado sabendo o quão perto meu filho esteve de pegar sua mãe com o pau do amigo na boca. "Bom, pensei melhor, já que você tentou se livrar dizendo que também ia dormir, você vai ficar naquele sofá de cabeça pra baixo." "Como? Não entendo..." "Que você fique no sofá com os pés pra cima e a cabeça pra baixo, com a cabeça pendurada na borda." Ainda não sabia o que ele queria, fui até o sofá de solteiro que tínhamos ao lado direito do outro sofá, perto da varanda, e fiquei como ele ordenou. Marcos se levantou e se inclinou com o pau apontando pra minha cara, apoiou-se nos braços do sofá como se fosse fazer flexões na direção da minha cabeça e me disse: "Por esperta, vou foder sua boca." Naquela posição, logo senti o pau de Marcos na minha boca, era forte e cada vez que ele descia numa flexão, enfiava seu pau na minha garganta. Naquela posição, eu não podia fazer nada para impedi-lo. No silêncio da sala, só se ouvia o barulho da minha saliva cada vez que Marcos penetrava minha boca com força, às vezes me provocava ânsia e minha saliva começava a escorrer pra baixo, manchando meu nariz e meu rosto por estar de cabeça pra baixo. O pau de Marcos desapareceu de novo na minha boca quando ele enfiou quase até a base das bolas. Minha boca era só um buraco onde Marcos metia seu pau. Eu não era uma mulher, não era uma pessoa, ele me tratava como um pedaço de carne, como uma boneca. Devido à falta de ar, minha boca se abria e fechava desesperadamente e, por sorte, o pesadelo terminou logo. A descarga de Marcos inundou minha garganta. Naquela posição, eu não conseguia engolir direito e comecei a tossir, fazendo com que o sêmen escorresse pelo meu rosto, misturando-se com minha saliva e formando uma máscara dantesca. Quando Marcos terminou, pegou minha calcinha e limpou o pau com ela. manchada de restos de porra e baba. Ele subiu a calça e sentou-se novamente no sofá. "Agora você pode se limpar e pegar o jantar." Foi o que fiz. "Coloca isso na máquina de lavar", ele disse, jogando minha calcinha na minha cara. Também obedeci e voltei para a sala na esperança de que tudo tivesse acabado. "Já posso ir?" "Agora mesmo, espera um momento. Amanhã é sábado, a que horas o corno costuma acordar nos dias de folga?" "Bem tarde, por volta das 11:00 ou mais." "E o tontinho?", ele disse, referindo-se ao meu filho. "Às 10:30, ele acorda nesse horário para assistir a uma série na televisão." "Hahaha, puta de um pirralho, ele vendo série infantil e eu comendo a mãe dele." "Para que você quer..." Ele não me deixou perguntar, porque queria saber quando ele disse: "E você?" "Cedo, por volta das 9:00." "Hahaha, perfeito, perfeito. Amanhã te espero no banheiro às 9:00." "Mas como você quer que..." "Shhhhh, cala a boca, puta. Esteja no banheiro às 9:00 ou você já sabe o que vai acontecer." "Está bem." "Vem aqui um momento." Aproximei-me de Marcos, que se levantou e ficou na minha frente, agarrando o decote do meu camisola e rasgando-o completamente até o fim, deixando-o no chão totalmente destruído. "E por ser respondona, você vai dormir pelada." "Por que você fez..." "Vai dormir, caralho! Não vai querer que seu marido ou seu filho acordem e te vejam aqui pelada. Até amanhã às 9:00." Quando entrei no meu quarto com o camisola destruído em uma mão, pude ouvir que ele estava roncando. Por sorte, não estava acordado. Eu não saberia como explicar por que estava entrando no quarto nua e com o camisola destruído na mão. Foi impossível dormir o resto da noite. Não conseguia parar de pensar em Marcos e no que ele pretendia fazer às 9:00 da manhã enquanto meu marido e meu filho dormiam. A noite pareceu uma eternidade, e às 8:55 me levantei sem fazer barulho, verificando que meu marido ainda estava completamente dormindo. Saí do quarto e pude ouvir o silêncio da casa, os roncos que vinham da quarto do meu filho me confirmaram que ele ainda estava dormindo e isso me ajudou a entrar mais tranquila no banheiro. Quando entrei não tinha ninguém, sentei no vaso e esperei, não sei quanto tempo passou já que não estava de relógio mas foi pouco até que Marcos entrou no banheiro. "Assim que eu gosto, que minha putinha seja pontual e já esteja nua para me receber" "Para que você queria que eu estivesse aqui?" "Para tomarmos um banho juntos" "Você está louco, como vamos..." Marcos se aproximou de mim e me deu um tapa, depois de tudo que ele tinha me feito sofrer acho que era a primeira vez que ele colocava a mão em mim. "Você está começando a me irritar, já devia saber que eu dou as ordens e você obedece, cada dia que passa você está mais respondona e no final vou ter que enfiar o pau na sua frente do seu filho para você ver quem manda" Eu ainda estava acariciando minha bochecha depois do golpe que Marcos tinha me dado quando ele se aproximou da banheira, abriu a porta de vidro e abriu as torneiras. Tirou o calção do pijama e a cueca e se aproximou do vaso onde eu estava sentada, se olhou no espelho onde podia se ver refletido nu da cintura para baixo comigo a poucos centímetros nua e com minha cabeça perto do seu pacote, só com essa imagem no espelho o pau dele começou a ganhar vida. Colocou sua mão na minha cabeça e moveu minha cabeça até posicionar a glande na minha boca, o pênis dele continuou crescendo ao notar a umidade dos meus lábios e foi entrando cada vez mais na minha boca, soltou minha cabeça e levou ambas as mãos aos seus quadris. Quando Marcos, que continuava olhando o espelho, pôde ver que seu pau já estava completamente duro e metade dele estava dentro da minha boca, sorriu e sem parar de olhar o espelho começou a se mover bombeando seu pau na minha boca, lentamente no início, aproveitando o momento, aumentando depois o ritmo sem tirar os olhos do espelho. Apoiou então suas duas mãos na minha cabeça para ajustar melhor suas investidas, me fodendo pela boca sem parar e olhando o espelho como se estivesse vendo um filme como o da noite anterior. Surpreendentemente, ele tirou o pau da minha boca e, olhando para a banheira, disse: "Vem, entra". Obedeci e entrei na banheira. Marcos queria que eu me deitasse nela e obedeci. A água estava um pouco fria e minha pele ficou arrepiada, com os mamilos duros como pedras. "Você está ficando com tesão", Marcos disse. "Não é isso, a água está fria". Marcos se aproximou e abriu um pouco mais a água quente. Quando a banheira estava bem cheia, ele fechou as torneiras, tirou a camiseta do pijama e entrou na banheira. A banheira não era das normais, era bem grande – não tanto quanto um jacuzzi, mas bastante, o suficiente para cabermos eu e Marcos. Marcos colocou um pouco de sabão na banheira e logo começou a fazer espuma. "Estou com fome, Maribel. E você?" "Não, eu não." "Bom, é verdade, esqueci que você comeu um durum e um copo de porra de madrugada, hahaha." "O fato é que eu quero café da manhã. Sabe o que vou tomar no café, Maribel?" "Não." "Bom, vou tomar uma buceta cozida na água." Mal disse isso, Marcos se levantou na banheira, me deu um daqueles sorrisos diabólicos e mergulhou atrás do seu café da manhã. Ele encontrou logo e, por alguns minutos, se dedicou a comer minha buceta – algo que, infelizmente, eu sabia que ele fazia muito bem. Quando faltava ar, ele levantava a cabeça e, mais de uma vez, pensei em afogá-lo, mas não o fiz. Quando pegava ar, mergulhava de novo e continuava seu café. Aquela vez era diferente das outras em que ele tinha comido lá embaixo. A sensação da água e da língua dele ao mesmo tempo nas minhas partes mais íntimas fez meu corpo começar a sentir prazer muito antes do que eu esperava. Marcos continuava levantando e abaixando a cabeça dentro d'água enquanto lambia meu clitóris e, quando soube que seria impossível evitar os gemidos, joguei meu corpo para trás, mergulhando na água. Desse jeito, meu orgasmo foi abafado – e nunca melhor dito – pela água da banheira. Marcos e eu levantamos as cabeças da água quase ao mesmo tempo. "Um café da manhã delicioso, como sempre." Marcos se recostou novamente na banheira, apoiando as costas na porcelana, e me disse: "Agora é sua vez de tomar café da manhã. Sabe o que tem no cardápio?" A resposta que ele esperava era óbvia, e eu tive que dar: "Pau." "Hahahaha, exatamente, meu pau cozido na água." Não esperei mais instruções; fiz o mesmo movimento que ele dentro da banheira e agarrei seu membro, que comecei a balançar. Por estar na água, demorou um pouco mais do que o habitual para ficar duro, mas logo adquiriu a rigidez que eu também conhecia. Na posição em que Marcos estava, cerca de 3 cm do seu pau saíam da água. "Periscópio levantado!" ele disse ao ver seu pau acima da água. Inclinei-me sobre ele e comecei a lamber a ponta do seu pau, a parte que estava fora da água. Logo ele quis mais, e fui obrigada a mergulhar um pouco da minha cabeça na água cada vez mais, até que meu nariz também entrou, e logo quase toda a minha cabeça estava submersa. Como ele havia feito, de vez em quando eu tinha que levantar a cabeça para respirar. Em um dos mergulhos, o safado pegou minha cabeça e a manteve dentro d'água. Comecei a debater-me na água, espirrando água para todo lado, achando que ia me afogar, até que ele me deixou levantar a cabeça. "Hahahaha, foi só uma brincadeira, não fica brava, putinha." Marcos levou as mãos à nuca e disse: "Continua comendo rola." Comecei a chupar novamente, e logo pude ouvir os gemidos de prazer do Marcos. "Hmmmm, que gostoso, gata. Mas agora come o segundo: os ovos cozidos na água, hahaha." Fui obrigada a baixar ainda mais minha cabeça na água para levar seus ovos à boca. Ao chupá-los, a água da banheira entrava na minha boca. Como estava aprendendo naquela manhã, comer um pau e uns ovos debaixo d'água é muito mais complicado do que na superfície. Quando levantei minha cabeça novamente, Marcos me disse: "Fica aí." Eu estava com minha cabeça bem na... a superfície e Marcos agarrou seu pau, apoiando-o no meu rosto, quase chegando na minha testa, e logo começou a me dar pancadas na testa com sua dura estaca de carne. Quando Marcos ficou satisfeito, inventou algo novo: me fez ficar na mesma posição de antes, de frente para ele e com minhas costas apoiadas na porcelana da banheira, exatamente igual a ele. “Quero que você me olhe nos olhos enquanto nos masturbamos.” Não disse nada. Marcos começou a se masturbar; eu não via sua mão, que estava debaixo d’água, mas podia observar os movimentos de seu braço direito manobrando na sua virilha. Eu sabia que era melhor obedecer, então levei minha mão até minha buceta e comecei a me tocar, tomando cuidado para não fazer muito bem, assim não teria um orgasmo. Nos masturbamos por alguns minutos, nos quais tentei não desviar meu olhar do dele. Foi difícil, mas consegui. “Agora sobe aqui, mamãe do Jorgito, que vou enfiar meu pau bem fundo,” disse ele, balançando o pau. Obedeci, me levantei e subi nele, abrindo minhas pernas o máximo que pude enquanto me segurava na parede da banheira e no box de vidro. Sentei-me sobre Marcos, peguei a ponta de seu membro com meus dedos e o direcionei para meu cozinho. De uma vez, sentei sobre ele, sentindo como ele entrava centímetro a centímetro dentro de mim com uma facilidade incrível, graças à água da banheira. “Que gostoso,” disse Marcos. Comecei a cavalgar sobre Marcos como sabia que ele gostava; os 18 centímetros de seu membro desapareciam dentro do meu buraquinho. Marcos apertava meus peitos enquanto sua pelve se movia para baixo e depois apertava, tentando me atravessar com seu pau, ao mesmo tempo que envolvia minha língua com a dele. A água da banheira respingava por todos os lados com o movimento de nossos corpos; se a água não vazava, era só graças ao box de vidro. “Isso, siiim, isso pelo Jorgito, isso pelo corno,” ele dizia enquanto me penetrava. Os músculos da minha vagina se apertavam contra seu membro, que me penetrava até as entranhas. Marcos mordia e lambia meu pescoço e eu tive medo de que ele me desse um chupão que não pudesse esconder do meu marido. “Desde que você é minha putinha, não falta pica pra você, né?” ele dizia, segurando meus braços para que eu não me apoiasse na parede nem no box de vidro. Ele colocou as mãos na borda da banheira e nos levantou um pouco, inclinou-se para trás com cuidado e foi se erguendo devagar. Eu tive que fechar minhas pernas em volta dele para não cair. Ele se levantou completamente, tirou a tampa da banheira, ligou o chuveiro e ficou embaixo da água, me esmagando contra a parede da banheira e deixando a água escorrer pelos nossos corpos. Eu estava contra a parede e não conseguia me mexer, então ele moveu o quadril e tirou a pica pra fora. Depois, guiou novamente a pica dele até a entrada da minha buceta e, de repente, me invadiu de novo, retomando o ritmo da foda naquela nova posição. Eu deslizava na pica do Marcos de novo e de novo, enquanto a água não parava de cair. Quando ele cansou, me deixou no chão da banheira, pegou uma esponja e colocou sabão nela. “Vou te limpar, você ficou toda melada.” Ele começou a passar a esponja por todo o meu corpo, mas sempre parava na minha buceta e nos meus peitos. Quando cansou, colocou um pouco de sabão na pica dele e, levando minha mão até lá, pediu que eu ensaboasse bem. Depois, me virou e me colocou de frente para o box de vidro, me empurrando até esmagar meus peitos contra o vidro. Eu apoiei minha bochecha direita no box e esperei pelo que sabia que estava por vir — pelo menos, com a pica ensaboada, ela entraria ainda mais fácil e sem dor no meu cu. Marcos colocou a boca no meu ouvido e sussurrou: “Pede pra eu te foder o cu aqui na sua casa enquanto sua família dorme.” “Me fode o cu em casa enquanto minha família dorme,” repeti. “Hahaha, se é isso que você quer, é isso que vai ter.” Em seguida, ele posicionou a cabeça do pau entre minhas nádegas — ultimamente, tinha havido várias picas por ali — e começou a forçar a entrada. Entrei suavemente, até que a cabeça do seu enorme membro entrou por completo. Ele continuou metendo só a ponta enquanto me segurava pelos quadris, depois seguia apertando para que centímetro a centímetro fosse entrando. Me agarrou forte pelo cabelo, puxou para ele e de uma vez enfiou todo o seu pau na minha bunda. “bum guloso, bum guloso” repetia ele. Não parava de bombear enquanto puxava meu cabelo, não sei quanto tempo ele ficou castigando meu buraco traseiro mas foi muito, quando tirou do meu cu cortou a água que caía do chuveiro e me disse para me ajoelhar na frente dele. “Vou gozar na sua cara de novo” Enfiou metade do pau na minha boca ao mesmo tempo que se masturbava num ritmo bom e quando estava pronto tirou da minha boca e descarregou as bolas no meu rosto, eu fechei os olhos e a boca, já tinha engolido bastante porra por enquanto. A quantidade de jatos que cobriram minha cara foram os de sempre, esse porco era um garanhão e ele sabia, parecia uma puta fábrica de leite e sempre tinha sêmen preparado pra minha cara ou pra qualquer um dos meus buracos. Quando terminou ficou de pé, me olhando enquanto eu permanecia de joelhos, Marcos estava admirando sua obra. Ia me levantar para jogar água no rosto quando vi a maçaneta da porta se mexer, por sorte sempre tão precavido Marcos tinha fechado com a chave. “Maribel?” Era meu marido, nunca se levantava tão cedo, mas pensando bem também não sabia que horas eram, a má sorte sempre me acompanhava e meu marido não podia ter se levantado 10 minutos mais tarde, se quisesse entrar no banheiro para mijar não ia conseguir sair dessa situação. Marcos levou um dedo aos lábios me dando a entender que ficasse quieta “Não, sou eu, Marcos” disse ele “Ah, desculpa aí, grandalhão, pensei que fosse minha mulher” Meu marido pedia desculpas pro cara que acabou de me foder pela boca, pela buceta e pelo cu, era incrível a capacidade de manipulação do Marcos. “Pois é, sou eu que levantei pra dar uma mijada" Ao ouvir sobre a mijada, não sei porquê, mas como se uma luz tivesse se acendido na minha cabeça, virei o rosto - que até então estava voltado para a porta - para olhar para Marcos e, mais especificamente, para o pau dele. Como eu temia, ele estava me encarando sorrindo e, segurando o pênis, começou a mijar na minha cara. Tentei fechar a boca o mais rápido que pude, mas mesmo assim um pouco do líquido entrou. Eu não podia me mexer para não alertar meu marido de que algo estranho estava acontecendo, então continuei ajoelhada diante de Marcos enquanto ele mijava na minha cara e movia o jato para o meu cabelo e meus peitos. "É que acordei e ela não estava, mas como também não ouvia barulho na casa, estranhei que estivesse acordada." "Que horas são?" disse Marcos sem parar de mijar em mim. "10:00", respondeu meu marido. "Acho que eram 9:30 quando a vi saindo de casa, talvez tenha ido tomar café com minha mãe, acho que tinham combinado." Quando terminou de dizer isso, Marcos sacudiu o pau na minha cara, deixando as últimas gotas de mijo sobre ela. "Pois é, deve ser isso. Bom, vou dormir mais um pouco, mija à vontade, hahaha." "Hahaha, tranquilo que eu mijo, Enrique." Pois é, ele tinha mijado mesmo. O idiota do meu marido não riria tanto se soubesse que Marcos tinha acabado de mijar em cima de mim minutos depois de gozar na minha cara. Marcos saiu da banheira e vestiu o pijama novamente. Eu também saí e, no espelho da pia, pude ver meu rosto cheio de porra e restos de urina. Comecei a lavar o rosto e pude ver no espelho Marcos se aproximando de mim e, agarrando meus peitos, esfregou o pacote dele na minha bunda. "Espero que você tenha dormido bem esta noite, porque hoje vai ter uma festa selvagem na sua casa. Vai ser uma noite agitada." Marcos me soltou e saiu do banheiro. Esperei meu marido adormecer novamente para voltar ao meu quarto, vestir uma calça e uma camiseta larga, e depois ir para a sala com Marcos para que quando minha família acordasse, pensaria que nada de ruim tinha acontecido e que eu só tinha saído para tomar café com uma amiga. Às 10:30 meu filho acordou e Marcos e eu demos parabéns pelos seus dezoito anos, ele só conseguia pensar na festa… A maldita festa…
No dia seguinte da visita dos amigos do meu filho, que vieram trazer os apontamentos e encher meu estômago de porra, meu filho estava bem melhor da febre. Para meu azar, parecia que nada ia impedir aquela festa de acontecer. Meu marido folgava naquele dia e também no dia seguinte, o bendito dia da festa, então ele me levou ao cinema e para jantar. Sair de casa foi um alívio para mim e, como o Jorge estava um pouco mais recuperado da gripe, não tive problema em deixá-lo sozinho. Sair de casa era evitar o Marcos, e ainda mais se fosse com meu marido.
Voltamos para casa por volta das 23h, e minha expressão feliz mudou completamente quando, ao entrarmos, vimos na sala meu filho e também o Marcos, que estava com ele no sofá. O mesmo sofá onde, no dia anterior, eu tinha engolido o pau dele e o dos amigos dele. Eles estavam assistindo a um filme.
"Oi, pai. Oi, mãe."
"Oi, pessoal, tudo bem?", disse meu marido.
"Tudo, estamos vendo um filme. Tinha esquecido de avisar que tinha convidado o Marcos para jantar aqui e dormir, para preparar minha festa de amanhã."
"Tranquilo, filho. Ontem conheci seu amigo Marcos, e ele já me disse que viria hoje jantar aqui."
"Como foi o filme, Maribel?", me perguntou o porco do Marcos.
"Bem... muito bem."
"E o jantar, Enrique?"
"Também foi ótimo, rapazão."
"Você comeu salsichas no jantar, Maribel?"
Meu marido e meu filho não entenderam o duplo sentido da frase do Marcos. Eu, sim.
"Não, jantei peixe."
"O que é essa história de salsichas?", perguntou meu marido.
"Hahaha, é que no outro dia, quando o Marcos veio jantar, a gente comeu salsichas", disse meu filho, ignorante, sem saber que não foi a única salsicha que eu comi naquela noite.
"Hahaha, mas vocês não vão jantar a mesma coisa sempre, né?", disse meu marido.
"Vocês já jantaram?"
"Sim, mãe. O Marcos trouxe uns dürüm do turco lá de baixo. Ele tinha trazido uns para o pai e para você também, porque achou que iam jantar aqui."
"Muito obrigado, rapazão. Amanhã eu como eu o meu para almoçar", disse meu marido. Por sorte, ele tinha decidido me levar para jantar naquela noite, porque a última coisa que eu estava a fim era de jantar como o Marcos e repetir o que aconteceu da outra vez, mas com meu marido na mesa. "Como vocês vão dormir?", perguntou meu marido. "Não se preocupe, Enrique, eu durmo aqui no sofá perfeitamente". "Mãe, eu deixei um pijama de verão meu para o Marcos dormir". "Já, já percebi que era um dos seus pijamas que ele está usando, acho muito bom que você se preocupe com seu amigo". Marcos, por outro lado, não estava preocupado com meu filho, só estava preocupado em arrombar meus buracos. "Eu estou meio cansada, vou dormir". "Hahaha, é que você não está acostumada a sair por aí, eu vou ficar aqui com os meninos mais um pouco vendo o filme". Eu pensei que o que meu marido não sabia era que, se eu estava cansada, era porque nos últimos dois meses eu já tinha perdido a conta das picas que tinham arrombado minha buceta, rasgado meu cu e inundado minha garganta com porra. Dei um beijo de despedida no meu filho e no Marcos, e outro no meu marido, que estava meio animado pelo vinho do jantar e me beijou de língua na frente dos meninos. Antes de chegar no meu quarto, senti uma mão tocando minhas costas. Marcos tinha vindo atrás de mim com a desculpa de ir ao banheiro, me agarrou pela cintura e me deu um beijo profundo de língua. Eu o empurrei para trás. "Você está louco? Meu marido está aqui...". "Seu filho também estava aqui no outro dia quando eu fodi seu cu". "O que você quer?". "Já preparei a festa de amanhã, vai ser espetacular. Quero que você se levante de madrugada e venha me ver na sala". "Não sei se vou conseguir, meu marido pode...". "Não estou pedindo. Se eu acordar amanhã sem ter te visto, vou ter que tomar medidas drásticas". "Tá bom, tá bom...". Virei para entrar no meu quarto e a voz do Marcos soou de novo atrás de mim. "Não vai ter beijo de boa noite para mim?". "Já te dei antes na A sala" "Isso foi um beijo de merda, você tem que me dar um igual ao do corno" As risadas do meu marido e do meu filho na sala enquanto assistiam ao filme me confirmaram que ainda estavam lá, então me aproximei de Marcos e, segurando sua cabeça, enfiei minha língua na boca dele, enrolando com a dele. Ao tirar minha língua, um fio de saliva ainda ligava nossos lábios. Depois disso, Marcos deu um tapa na minha bunda e disse: "Até daqui a pouco, putinha". Entrei no meu quarto, me despi completamente e coloquei meu camisolão de verão. Era um camisolão rosa e por baixo só estava usando minha calcinha. O tecido era grosso o suficiente para que meus seios não ficassem transparentes através dele. Depois me deitei na cama, mas não dormi. Meu marido foi deitar à meia-noite. Ele estava com vontade de putaria, mas eu disse que estava com dor de cabeça e, depois de reclamar um pouco, ele adormeceu. Ouvi meu filho ir para o quarto dele às 0h30. Quando ouvi a porta dele fechar, olhei para meu marido, chamei ele baixinho algumas vezes e não houve resposta. Ele estava completamente apagado. Às 1h30 me levantei, entrei no quarto do meu filho - ele não tinha trancado a porta - e pude ver que ele estava roncando. Fechei a porta dele novamente, fechei a do meu quarto e fui em direção à sala, temendo o pior, como um condenado a caminho da forca. No corredor, pude ver que a TV da sala estava ligada. Quando entrei, vi que Marcos ainda estava acordado, assistindo a um filme pornô em que aparecia uma garota negra com três homens brancos. Eu só tinha visto filme pornô algumas vezes, mas nunca tinha visto algo como a cena que Marcos estava assistindo. A garota negra estava literalmente entre três homens. Não sei como ela tinha conseguido, mas os três caras estavam dentro dela - um no cu e dois na buceta. "Oi, Maribel. Estava te esperando. Gostou do filme?" "Não." "Nossa, mas é uma cena muito boa. Talvez eu decida colocar em prática com você." "É horrível. Eles estão acabando com ela." "Bom, ou é Muito boa atriz ou não parece que ela esteja desgostando de ter três paus nos seus buracos. O filho da puta do Marcos não estava sem razão, as caras da garota e seus gritos pareciam dizer que ela estava gostando daquilo, embora claro, ela, diferente de mim, participava dessas cenas por gosto e não forçada. "Bom, o que você queria?" "Você está de calcinha?" "Sim." "Então chega mais perto." Me aproximei dele, ele enfiou suas mãos enormes por baixo do meu camisola e disse: "Então tira a calcinha", ao mesmo tempo que puxava ela completamente para baixo e a deixava sobre a mesinha da sala, na frente dele. "Não veja como me deixa excitado saber que debaixo desse camisola você não está usando nada." "Já estou vendo", respondi, olhando para o volume que começava a marcar no pijama que meu filho tinha deixado para ele dormir. "Hahahaha, vejo que você está atenta ao pau que você gosta, isso é bom. Vá até a cozinha e traga um dos Durum do jantar que o corno e você ainda não comeram." Eu não sabia que nova maldade sua mente estava maquinando. Fui até a cozinha e peguei um dos Durum do jantar, para quem não sabe, é uma comida árabe que consiste em um pão recheado com carne e outras coisas. Voltei para a sala e assim que me viu entrar pela porta, Marcos abaixou as calças, o que me fez saber instantaneamente que, seja o que fosse que ele pretendia fazer, eu não iria gostar. Seu pau balançando se mostrou diante de mim; nos últimos tempos, eu tinha visto aquele pau muitas mais vezes do que o do meu marido nos últimos 3 ou 4 anos de casamento. "Me dá o Durum." Eu dei a ele e Marcos, que já tinha o pau bem duro, começou a enfiar seu pau pela parte de baixo do Durum. A carne sob pressão ia saindo, manchando o sofá, mas ele não parou até que tirou seu pau pelo outro lado do pão, deixando seu pau enfiado no Durum. "Limpa um pouco isso e depois come o jantar." Eu limpei os pedaços de carne e vegetais que tinham caído no sofá e no chão, mas antes de chupar seu pau, eu disse: "Eu faço o que você quiser em outro momento, mas por favor, meu marido e meu filho... poderiam nos ouvir e..." "Ainda não percebeu que isso faz parte do jogo, que seu filho e seu marido estarem aqui do lado enquanto você chupa meu pau é o que me deixa com a buceta dura como uma barra de ferro sem precisar me tocar, vamos, coma o jantar, trouxe com muito carinho para seu marido e para você e nem provaram" me ajoelhei novamente diante daquele pau que já conhecia também e comecei a mordiscar os pedaços de pão e carne que cercavam o jantar, estava frio e eu não tinha fome nenhuma mas isso não importava nada para o Marcos, por sorte ele logo cansou do jogo já que não devia ser muito agradável para ele ter o pau enfiado ali assim então tirou seu pau do Durum e deixou em cima da mesa junto com o que eu tinha recolhido. "Vamos, me deixe o pau bem brilhante que tem restos de comida e você sabe que eu sou muito limpo" Sem dizer palavra, agarrei pela base para masturbá-lo enquanto minha língua brincava com seu freio, enfiei na boca aquele pau duro começando a chupá-lo... Meus lábios apertavam sua glande e seu membro desaparecia completamente na minha boca ao mesmo tempo que meus dedos acariciavam suas bolas. "Você já é uma verdadeira mestra, Maribel" Obviamente Marcos se referia ao meu trabalho como boqueteira. Tinha seu pau na boca e podia ver como ele me olhava, eu tinha minhas mãos apoiadas em suas coxas e ele me ordenou que as colocasse nas minhas costas, pensei que ia pegar minha cabeça para me guiar na chupada mas não fez, naquele momento nosso único contato entre nós era seu pau na minha boca e seus olhos que não paravam de me olhar com um sorriso desenhado no rosto. "Tire as alças do camisola, quero ver esses peitos maravilhosos" Baixei as alças pelos meus ombros e desci meu camisola até minha cintura para que Marcos pudesse tocar meus peitos e vê-los bem. Com minhas mãos nas costas dessa vez ele agarrou minha cabeça e começou a me mover, para frente e para trás, fodendo minha boca. Minha língua brincava com o tronco de seu pau dentro da minha boca, e com A ponta, quando ele tirava, às vezes ele tirava da minha boca e passava pelo meu rosto antes de enfiar de novo até eu sentir meu nariz tocando o púbis dele e ele poder sentir o pau dele alojado na minha garganta. Eu estava com o pau dele cravado na minha garganta quando ouvi a torneira da cozinha, Marcos me olhou e soltou minha cabeça, eu me levantei do chão, coloquei o camisola e sentei no sofá, Marcos se levantou, puxou as calças e pegou uma almofada para tampar a ereção. Meu filho entrou na sala e eu peguei o controle da televisão e mudei rapidamente de canal para tirar o filme pornô que ainda estava na tela, desta vez com a garota negra recebendo a porra dos três homens na cara. "Marcos, você ainda está... Mãe?" "Oi filho, o que foi, não consegue dormir?" "Não, é que tive um pouco de sede por causa do jantar. E você?" Marcos não me deixou responder "Sua mãe também estava com sede, ela me disse que tinha levantado para tomar um copo de porra e como viu a luz da televisão veio ver como eu estava." Mesmo naquele momento, Marcos encontrava uma forma de nos humilhar, mencionando a "porra" naquela hora. "Muito bem, então eu vou para a cama que estou morto." Eu não parava de olhar para a mesinha da sala onde Marcos tinha deixado minha calcinha, se meu filho visse seria muito difícil explicar o que a calcinha da mãe dele estava fazendo em uma mesa na frente do melhor amigo dele. "Muito bem, cara, descanse para estar preparado para a festa amanhã." "Sim, querido, eu também vou para a cama," eu disse. Antes de me levantar, Marcos agarrou minha mão sem que meu filho percebesse "Sim, assim que sua mãe tomar o copo de porra, todos nós vamos dormir." "Tá bom, boa noite," disse meu filho e, alguns segundos depois, no silêncio da noite, ouvimos a porta do quarto dele fechar. Obviamente, Marcos não ia perder a oportunidade de encher minha boca de porra tão facilmente. "Foi por pouco, Maribel, hahaha." "Não tem graça, se meu filho tivesse visto minha... calcinha sobre..." Marcos largou a almofada, abaixou a calça de novo e disse: "Cala a boca e toma seu copo de porra quentinha". Eu ia me ajoelhar de novo, meu coração batia descontrolado sabendo o quão perto meu filho esteve de pegar sua mãe com o pau do amigo na boca. "Bom, pensei melhor, já que você tentou se livrar dizendo que também ia dormir, você vai ficar naquele sofá de cabeça pra baixo." "Como? Não entendo..." "Que você fique no sofá com os pés pra cima e a cabeça pra baixo, com a cabeça pendurada na borda." Ainda não sabia o que ele queria, fui até o sofá de solteiro que tínhamos ao lado direito do outro sofá, perto da varanda, e fiquei como ele ordenou. Marcos se levantou e se inclinou com o pau apontando pra minha cara, apoiou-se nos braços do sofá como se fosse fazer flexões na direção da minha cabeça e me disse: "Por esperta, vou foder sua boca." Naquela posição, logo senti o pau de Marcos na minha boca, era forte e cada vez que ele descia numa flexão, enfiava seu pau na minha garganta. Naquela posição, eu não podia fazer nada para impedi-lo. No silêncio da sala, só se ouvia o barulho da minha saliva cada vez que Marcos penetrava minha boca com força, às vezes me provocava ânsia e minha saliva começava a escorrer pra baixo, manchando meu nariz e meu rosto por estar de cabeça pra baixo. O pau de Marcos desapareceu de novo na minha boca quando ele enfiou quase até a base das bolas. Minha boca era só um buraco onde Marcos metia seu pau. Eu não era uma mulher, não era uma pessoa, ele me tratava como um pedaço de carne, como uma boneca. Devido à falta de ar, minha boca se abria e fechava desesperadamente e, por sorte, o pesadelo terminou logo. A descarga de Marcos inundou minha garganta. Naquela posição, eu não conseguia engolir direito e comecei a tossir, fazendo com que o sêmen escorresse pelo meu rosto, misturando-se com minha saliva e formando uma máscara dantesca. Quando Marcos terminou, pegou minha calcinha e limpou o pau com ela. manchada de restos de porra e baba. Ele subiu a calça e sentou-se novamente no sofá. "Agora você pode se limpar e pegar o jantar." Foi o que fiz. "Coloca isso na máquina de lavar", ele disse, jogando minha calcinha na minha cara. Também obedeci e voltei para a sala na esperança de que tudo tivesse acabado. "Já posso ir?" "Agora mesmo, espera um momento. Amanhã é sábado, a que horas o corno costuma acordar nos dias de folga?" "Bem tarde, por volta das 11:00 ou mais." "E o tontinho?", ele disse, referindo-se ao meu filho. "Às 10:30, ele acorda nesse horário para assistir a uma série na televisão." "Hahaha, puta de um pirralho, ele vendo série infantil e eu comendo a mãe dele." "Para que você quer..." Ele não me deixou perguntar, porque queria saber quando ele disse: "E você?" "Cedo, por volta das 9:00." "Hahaha, perfeito, perfeito. Amanhã te espero no banheiro às 9:00." "Mas como você quer que..." "Shhhhh, cala a boca, puta. Esteja no banheiro às 9:00 ou você já sabe o que vai acontecer." "Está bem." "Vem aqui um momento." Aproximei-me de Marcos, que se levantou e ficou na minha frente, agarrando o decote do meu camisola e rasgando-o completamente até o fim, deixando-o no chão totalmente destruído. "E por ser respondona, você vai dormir pelada." "Por que você fez..." "Vai dormir, caralho! Não vai querer que seu marido ou seu filho acordem e te vejam aqui pelada. Até amanhã às 9:00." Quando entrei no meu quarto com o camisola destruído em uma mão, pude ouvir que ele estava roncando. Por sorte, não estava acordado. Eu não saberia como explicar por que estava entrando no quarto nua e com o camisola destruído na mão. Foi impossível dormir o resto da noite. Não conseguia parar de pensar em Marcos e no que ele pretendia fazer às 9:00 da manhã enquanto meu marido e meu filho dormiam. A noite pareceu uma eternidade, e às 8:55 me levantei sem fazer barulho, verificando que meu marido ainda estava completamente dormindo. Saí do quarto e pude ouvir o silêncio da casa, os roncos que vinham da quarto do meu filho me confirmaram que ele ainda estava dormindo e isso me ajudou a entrar mais tranquila no banheiro. Quando entrei não tinha ninguém, sentei no vaso e esperei, não sei quanto tempo passou já que não estava de relógio mas foi pouco até que Marcos entrou no banheiro. "Assim que eu gosto, que minha putinha seja pontual e já esteja nua para me receber" "Para que você queria que eu estivesse aqui?" "Para tomarmos um banho juntos" "Você está louco, como vamos..." Marcos se aproximou de mim e me deu um tapa, depois de tudo que ele tinha me feito sofrer acho que era a primeira vez que ele colocava a mão em mim. "Você está começando a me irritar, já devia saber que eu dou as ordens e você obedece, cada dia que passa você está mais respondona e no final vou ter que enfiar o pau na sua frente do seu filho para você ver quem manda" Eu ainda estava acariciando minha bochecha depois do golpe que Marcos tinha me dado quando ele se aproximou da banheira, abriu a porta de vidro e abriu as torneiras. Tirou o calção do pijama e a cueca e se aproximou do vaso onde eu estava sentada, se olhou no espelho onde podia se ver refletido nu da cintura para baixo comigo a poucos centímetros nua e com minha cabeça perto do seu pacote, só com essa imagem no espelho o pau dele começou a ganhar vida. Colocou sua mão na minha cabeça e moveu minha cabeça até posicionar a glande na minha boca, o pênis dele continuou crescendo ao notar a umidade dos meus lábios e foi entrando cada vez mais na minha boca, soltou minha cabeça e levou ambas as mãos aos seus quadris. Quando Marcos, que continuava olhando o espelho, pôde ver que seu pau já estava completamente duro e metade dele estava dentro da minha boca, sorriu e sem parar de olhar o espelho começou a se mover bombeando seu pau na minha boca, lentamente no início, aproveitando o momento, aumentando depois o ritmo sem tirar os olhos do espelho. Apoiou então suas duas mãos na minha cabeça para ajustar melhor suas investidas, me fodendo pela boca sem parar e olhando o espelho como se estivesse vendo um filme como o da noite anterior. Surpreendentemente, ele tirou o pau da minha boca e, olhando para a banheira, disse: "Vem, entra". Obedeci e entrei na banheira. Marcos queria que eu me deitasse nela e obedeci. A água estava um pouco fria e minha pele ficou arrepiada, com os mamilos duros como pedras. "Você está ficando com tesão", Marcos disse. "Não é isso, a água está fria". Marcos se aproximou e abriu um pouco mais a água quente. Quando a banheira estava bem cheia, ele fechou as torneiras, tirou a camiseta do pijama e entrou na banheira. A banheira não era das normais, era bem grande – não tanto quanto um jacuzzi, mas bastante, o suficiente para cabermos eu e Marcos. Marcos colocou um pouco de sabão na banheira e logo começou a fazer espuma. "Estou com fome, Maribel. E você?" "Não, eu não." "Bom, é verdade, esqueci que você comeu um durum e um copo de porra de madrugada, hahaha." "O fato é que eu quero café da manhã. Sabe o que vou tomar no café, Maribel?" "Não." "Bom, vou tomar uma buceta cozida na água." Mal disse isso, Marcos se levantou na banheira, me deu um daqueles sorrisos diabólicos e mergulhou atrás do seu café da manhã. Ele encontrou logo e, por alguns minutos, se dedicou a comer minha buceta – algo que, infelizmente, eu sabia que ele fazia muito bem. Quando faltava ar, ele levantava a cabeça e, mais de uma vez, pensei em afogá-lo, mas não o fiz. Quando pegava ar, mergulhava de novo e continuava seu café. Aquela vez era diferente das outras em que ele tinha comido lá embaixo. A sensação da água e da língua dele ao mesmo tempo nas minhas partes mais íntimas fez meu corpo começar a sentir prazer muito antes do que eu esperava. Marcos continuava levantando e abaixando a cabeça dentro d'água enquanto lambia meu clitóris e, quando soube que seria impossível evitar os gemidos, joguei meu corpo para trás, mergulhando na água. Desse jeito, meu orgasmo foi abafado – e nunca melhor dito – pela água da banheira. Marcos e eu levantamos as cabeças da água quase ao mesmo tempo. "Um café da manhã delicioso, como sempre." Marcos se recostou novamente na banheira, apoiando as costas na porcelana, e me disse: "Agora é sua vez de tomar café da manhã. Sabe o que tem no cardápio?" A resposta que ele esperava era óbvia, e eu tive que dar: "Pau." "Hahahaha, exatamente, meu pau cozido na água." Não esperei mais instruções; fiz o mesmo movimento que ele dentro da banheira e agarrei seu membro, que comecei a balançar. Por estar na água, demorou um pouco mais do que o habitual para ficar duro, mas logo adquiriu a rigidez que eu também conhecia. Na posição em que Marcos estava, cerca de 3 cm do seu pau saíam da água. "Periscópio levantado!" ele disse ao ver seu pau acima da água. Inclinei-me sobre ele e comecei a lamber a ponta do seu pau, a parte que estava fora da água. Logo ele quis mais, e fui obrigada a mergulhar um pouco da minha cabeça na água cada vez mais, até que meu nariz também entrou, e logo quase toda a minha cabeça estava submersa. Como ele havia feito, de vez em quando eu tinha que levantar a cabeça para respirar. Em um dos mergulhos, o safado pegou minha cabeça e a manteve dentro d'água. Comecei a debater-me na água, espirrando água para todo lado, achando que ia me afogar, até que ele me deixou levantar a cabeça. "Hahahaha, foi só uma brincadeira, não fica brava, putinha." Marcos levou as mãos à nuca e disse: "Continua comendo rola." Comecei a chupar novamente, e logo pude ouvir os gemidos de prazer do Marcos. "Hmmmm, que gostoso, gata. Mas agora come o segundo: os ovos cozidos na água, hahaha." Fui obrigada a baixar ainda mais minha cabeça na água para levar seus ovos à boca. Ao chupá-los, a água da banheira entrava na minha boca. Como estava aprendendo naquela manhã, comer um pau e uns ovos debaixo d'água é muito mais complicado do que na superfície. Quando levantei minha cabeça novamente, Marcos me disse: "Fica aí." Eu estava com minha cabeça bem na... a superfície e Marcos agarrou seu pau, apoiando-o no meu rosto, quase chegando na minha testa, e logo começou a me dar pancadas na testa com sua dura estaca de carne. Quando Marcos ficou satisfeito, inventou algo novo: me fez ficar na mesma posição de antes, de frente para ele e com minhas costas apoiadas na porcelana da banheira, exatamente igual a ele. “Quero que você me olhe nos olhos enquanto nos masturbamos.” Não disse nada. Marcos começou a se masturbar; eu não via sua mão, que estava debaixo d’água, mas podia observar os movimentos de seu braço direito manobrando na sua virilha. Eu sabia que era melhor obedecer, então levei minha mão até minha buceta e comecei a me tocar, tomando cuidado para não fazer muito bem, assim não teria um orgasmo. Nos masturbamos por alguns minutos, nos quais tentei não desviar meu olhar do dele. Foi difícil, mas consegui. “Agora sobe aqui, mamãe do Jorgito, que vou enfiar meu pau bem fundo,” disse ele, balançando o pau. Obedeci, me levantei e subi nele, abrindo minhas pernas o máximo que pude enquanto me segurava na parede da banheira e no box de vidro. Sentei-me sobre Marcos, peguei a ponta de seu membro com meus dedos e o direcionei para meu cozinho. De uma vez, sentei sobre ele, sentindo como ele entrava centímetro a centímetro dentro de mim com uma facilidade incrível, graças à água da banheira. “Que gostoso,” disse Marcos. Comecei a cavalgar sobre Marcos como sabia que ele gostava; os 18 centímetros de seu membro desapareciam dentro do meu buraquinho. Marcos apertava meus peitos enquanto sua pelve se movia para baixo e depois apertava, tentando me atravessar com seu pau, ao mesmo tempo que envolvia minha língua com a dele. A água da banheira respingava por todos os lados com o movimento de nossos corpos; se a água não vazava, era só graças ao box de vidro. “Isso, siiim, isso pelo Jorgito, isso pelo corno,” ele dizia enquanto me penetrava. Os músculos da minha vagina se apertavam contra seu membro, que me penetrava até as entranhas. Marcos mordia e lambia meu pescoço e eu tive medo de que ele me desse um chupão que não pudesse esconder do meu marido. “Desde que você é minha putinha, não falta pica pra você, né?” ele dizia, segurando meus braços para que eu não me apoiasse na parede nem no box de vidro. Ele colocou as mãos na borda da banheira e nos levantou um pouco, inclinou-se para trás com cuidado e foi se erguendo devagar. Eu tive que fechar minhas pernas em volta dele para não cair. Ele se levantou completamente, tirou a tampa da banheira, ligou o chuveiro e ficou embaixo da água, me esmagando contra a parede da banheira e deixando a água escorrer pelos nossos corpos. Eu estava contra a parede e não conseguia me mexer, então ele moveu o quadril e tirou a pica pra fora. Depois, guiou novamente a pica dele até a entrada da minha buceta e, de repente, me invadiu de novo, retomando o ritmo da foda naquela nova posição. Eu deslizava na pica do Marcos de novo e de novo, enquanto a água não parava de cair. Quando ele cansou, me deixou no chão da banheira, pegou uma esponja e colocou sabão nela. “Vou te limpar, você ficou toda melada.” Ele começou a passar a esponja por todo o meu corpo, mas sempre parava na minha buceta e nos meus peitos. Quando cansou, colocou um pouco de sabão na pica dele e, levando minha mão até lá, pediu que eu ensaboasse bem. Depois, me virou e me colocou de frente para o box de vidro, me empurrando até esmagar meus peitos contra o vidro. Eu apoiei minha bochecha direita no box e esperei pelo que sabia que estava por vir — pelo menos, com a pica ensaboada, ela entraria ainda mais fácil e sem dor no meu cu. Marcos colocou a boca no meu ouvido e sussurrou: “Pede pra eu te foder o cu aqui na sua casa enquanto sua família dorme.” “Me fode o cu em casa enquanto minha família dorme,” repeti. “Hahaha, se é isso que você quer, é isso que vai ter.” Em seguida, ele posicionou a cabeça do pau entre minhas nádegas — ultimamente, tinha havido várias picas por ali — e começou a forçar a entrada. Entrei suavemente, até que a cabeça do seu enorme membro entrou por completo. Ele continuou metendo só a ponta enquanto me segurava pelos quadris, depois seguia apertando para que centímetro a centímetro fosse entrando. Me agarrou forte pelo cabelo, puxou para ele e de uma vez enfiou todo o seu pau na minha bunda. “bum guloso, bum guloso” repetia ele. Não parava de bombear enquanto puxava meu cabelo, não sei quanto tempo ele ficou castigando meu buraco traseiro mas foi muito, quando tirou do meu cu cortou a água que caía do chuveiro e me disse para me ajoelhar na frente dele. “Vou gozar na sua cara de novo” Enfiou metade do pau na minha boca ao mesmo tempo que se masturbava num ritmo bom e quando estava pronto tirou da minha boca e descarregou as bolas no meu rosto, eu fechei os olhos e a boca, já tinha engolido bastante porra por enquanto. A quantidade de jatos que cobriram minha cara foram os de sempre, esse porco era um garanhão e ele sabia, parecia uma puta fábrica de leite e sempre tinha sêmen preparado pra minha cara ou pra qualquer um dos meus buracos. Quando terminou ficou de pé, me olhando enquanto eu permanecia de joelhos, Marcos estava admirando sua obra. Ia me levantar para jogar água no rosto quando vi a maçaneta da porta se mexer, por sorte sempre tão precavido Marcos tinha fechado com a chave. “Maribel?” Era meu marido, nunca se levantava tão cedo, mas pensando bem também não sabia que horas eram, a má sorte sempre me acompanhava e meu marido não podia ter se levantado 10 minutos mais tarde, se quisesse entrar no banheiro para mijar não ia conseguir sair dessa situação. Marcos levou um dedo aos lábios me dando a entender que ficasse quieta “Não, sou eu, Marcos” disse ele “Ah, desculpa aí, grandalhão, pensei que fosse minha mulher” Meu marido pedia desculpas pro cara que acabou de me foder pela boca, pela buceta e pelo cu, era incrível a capacidade de manipulação do Marcos. “Pois é, sou eu que levantei pra dar uma mijada" Ao ouvir sobre a mijada, não sei porquê, mas como se uma luz tivesse se acendido na minha cabeça, virei o rosto - que até então estava voltado para a porta - para olhar para Marcos e, mais especificamente, para o pau dele. Como eu temia, ele estava me encarando sorrindo e, segurando o pênis, começou a mijar na minha cara. Tentei fechar a boca o mais rápido que pude, mas mesmo assim um pouco do líquido entrou. Eu não podia me mexer para não alertar meu marido de que algo estranho estava acontecendo, então continuei ajoelhada diante de Marcos enquanto ele mijava na minha cara e movia o jato para o meu cabelo e meus peitos. "É que acordei e ela não estava, mas como também não ouvia barulho na casa, estranhei que estivesse acordada." "Que horas são?" disse Marcos sem parar de mijar em mim. "10:00", respondeu meu marido. "Acho que eram 9:30 quando a vi saindo de casa, talvez tenha ido tomar café com minha mãe, acho que tinham combinado." Quando terminou de dizer isso, Marcos sacudiu o pau na minha cara, deixando as últimas gotas de mijo sobre ela. "Pois é, deve ser isso. Bom, vou dormir mais um pouco, mija à vontade, hahaha." "Hahaha, tranquilo que eu mijo, Enrique." Pois é, ele tinha mijado mesmo. O idiota do meu marido não riria tanto se soubesse que Marcos tinha acabado de mijar em cima de mim minutos depois de gozar na minha cara. Marcos saiu da banheira e vestiu o pijama novamente. Eu também saí e, no espelho da pia, pude ver meu rosto cheio de porra e restos de urina. Comecei a lavar o rosto e pude ver no espelho Marcos se aproximando de mim e, agarrando meus peitos, esfregou o pacote dele na minha bunda. "Espero que você tenha dormido bem esta noite, porque hoje vai ter uma festa selvagem na sua casa. Vai ser uma noite agitada." Marcos me soltou e saiu do banheiro. Esperei meu marido adormecer novamente para voltar ao meu quarto, vestir uma calça e uma camiseta larga, e depois ir para a sala com Marcos para que quando minha família acordasse, pensaria que nada de ruim tinha acontecido e que eu só tinha saído para tomar café com uma amiga. Às 10:30 meu filho acordou e Marcos e eu demos parabéns pelos seus dezoito anos, ele só conseguia pensar na festa… A maldita festa…
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