Cliente gostosa no cio

Fazia tempo que não postava nada. Da última vez que trabalhei no posto de gasolina longe de casa, passei a trampar em outro posto mais perto da minha morada. Eu moro numa cidade, mais cidadezinha do que cidade grande, porque todo mundo se conhece, e tô trampando a uns 10 km num povoado menor. Ou seja, todo mundo se conhece ainda mais. Mas, por maior ou menor que seja o lugar, todo mundo tem seu lado obscuro. Isso aconteceu uns meses atrás. Tava eu trabalhando no meu turno da manhã no posto e, entre um carro e outro, atendo um e dentro tinha uma senhora com cara conhecida na fila pra abastecer. Atendo ela e ela me cumprimenta, surpresa de me ver no posto. Cumprimentei ela e, enquanto abastecia o carro, começamos a bater um papo, tudo isso numa fração de minuto. Fazia tempo que não a via e ela disse que eu tava grande desde a última vez que me viu. Quando fui cobrar, ela disse que ia pagar com cartão, o que deu pra gente conversar mais um pouquinho. Até aí, tudo normal. Os dias passam e ela volta pra abastecer de novo. Enquanto abastecia, me perguntou se eu morava na casa dos meus pais ou se tava morando separado. Aí contei que já tinha família e, sei lá, parece que ela não gostou muito, achei eu. Enfim, papo vai, papo vem, ela me conta que tava meio sozinha, que o marido trabalha muito e quase não ficam juntos, mas não dei muita importância. Só que ela me pergunta como são os turnos e eu respondo que faltava pouco pra eu começar a trabalhar à noite no posto, coisa que falei por falar. Passa uma semana e entro no turno da noite. Nesses lugares, é a morte: às 11 da noite não tem ninguém na rua. Numa terça-feira, umas 12 da noite, ela chega pra abastecer e, de quebra, comprar cigarros. Começamos a conversar, ofereci um mate e seguimos batendo papo. Essa mulher, com seus 55 anos, tá muito bem fisicamente. Algo que não detalhei: ela é morena, tem uns 1,65, um corpão, porque sai pra caminhar, se cuida com a comida, uns peitos naturais mais ou menos tamanho 100 e, bom, uma bunda normal, digamos, meio empinada. Filhos ela tem, mas tão grandes, estudando na Capital. Falando de tudo um pouco, a gente tocou no assunto sexual, ela começou a falar assim, de repente, que queria experimentar outra coisa, mas o amor que tem pelo marido, que eu conheço, impedia ela de tentar e sair com outro. Primeiro, ela precisava ter alguém, já que na cidade ser infiel é coisa de dois segundos pra todo mundo ficar sabendo. A gente continuou conversando, e nisso ela ficou meio tesuda e me disse: "Prefiro ter uma aventura com alguém que não me traia." Naquele momento, do nada, eu falei: "Pronto; faço o que você quiser", já pensando que ela ia me xingar. Ela pegou e disse: "Tava pensando em você." Olhou pra todo lado e falou: "E aqui, como é que dá pra fazer?" "Fácil, se quiser a gente vai pro banheiro ou, no máximo, no meu carro ou no seu, até porque ninguém anda na rua." Nisso, ela passou pelo banheiro e disse: "Te espero lá dentro." Quando entrei, vi ela e fiquei pasmo: tava com aqueles peitos naturais lindos de fora e de calcinha. Tranquei a porta e me aproximei devagar, comecei a acariciar aqueles peitos e chupar os bicos que amamentaram os filhos dela. Ela começou a acariciar minha jovem senhora que tava dura, beijei ela com luxúria e apertando aquela bunda linda dela. Depois de nos esquentarmos, nos tocando e nos beijando, ela se abaixou e baixou minha calça, começou a chupar minha pica que tava dura igual um cardã. Nisso, eu pensava que não podia acreditar no que tava fazendo e com quem. Depois que ela encheu a boca com minha pica, sentou no mármore do banheiro e abriu as pernas. Aí eu falei que primeiro tinha que provar aquela buceta, que por sinal tava bem depilada. Comecei a comer toda aquela xota morena enquanto ela se acariciava os peitos e fazia de tudo pra não gemer. Nisso, senti os fluidos dela começando a sair. Já com aquilo na boca, me levantei, comecei a beijar ela e comecei a foder. As primeiras investidas... Foram suaves, depois comecei com mais força. Ela tava voando e eu continuei perfurando essa buceta preciosa. Num momento ela me pede pra parar, queria trocar de posição. Se apoia na mesa, eu agarro as nádegas dela, abro bem e vejo como o cuzinho dela começava a aparecer. Tava com uma vontade danada de comer aquele cu, mas me segurei. Continuei perfurando essa buceta linda. Nessa hora, os peitos dela já estavam achatados na bancada. Ver a cara de prazer que ela fazia e como ela tapava a boca com a calcinha me deixava mais excitado, e eu metia com mais vontade. Já tava quase gozando e falo: vou gozar tudo dentro dessa buceta. E ela responde: NÃO!!! Quero engolir tudo isso!! Me afasto dela, ela se ajoelha e começa a chupar meu pau, e aí eu gozei. Terminamos mortos, os dois suados e nos limpando. Depois saímos do banheiro e tomamos mais uns mates. Ela se despede e pede pra gente se ver de novo, e eu respondi que tínhamos que ajustar os horários e falei: você sabe onde eu trabalho, só precisamos nos organizar.

2 comentários - Cliente gostosa no cio

Muy buen relato! Quiero más de esa veterana salvaje.