Fala galera, que bom ver vocês de novo, como vocês estão passando nessa quarentena? Espero que bem. Uns dias atrás eu contei como comi minha prima e a gente virou amantes. Pois hoje eu trago minha experiência com, digamos assim, um trapito. Pra quem não sabe o que significa Trapito, aí vai a explicação: "Um trap ou trapito no anime é um personagem geralmente do gênero masculino que se veste, age e parece uma garota, fazendo o espectador e outros personagens dentro do universo acreditarem que é uma menina até certo ponto da história, quando revela ser do gênero oposto." Já expliquei tudo, então vamos pro relato...
Anteontem de manhã, eu tava começando meu dia com um café da manhã top quando, de repente, minha amiga me mandou uma mensagem dizendo que queria me ver e conversar comigo. Conheço ela desde o primeiro semestre do ensino médio, a gente virou melhores amigos. Quando vi ela pela primeira vez, achei uma mina muito gostosa, os olhos dela, o cabelo ruivo e, como já falei, a gente ficou muito amigo. Ela me contava tudo que acontecia com ela. Eu achava estranho ela falar que o pai, os irmãos, os parentes, etc., não aceitavam ela pelo que ela era, e que todo cara que chegava perto se assustava com o que ela era e ia embora. A verdade é que eu não entendia o porquê. Ela chorou várias vezes no meu ombro, eu sempre tava do lado dela porque ela era vítima dos valentões típicos da escola. Também não entendia por que, toda vez que eu tava com ela no intervalo ou em qualquer momento, o pessoal ficava me olhando com uma cara como se eu tivesse fazendo algo errado por estar com ela. Quando chegou a formatura do ensino médio, ninguém queria ela como parceira de valsa que a gente tinha que fazer, e eu aceitei de boa. Todo mundo me julgou de novo com o olhar.
O tempo passou, continuei vendo ela direto. A gente ia ao cinema, jantar em restaurantes, às vezes eu dormia na casa dela, entre outras coisas. Devo admitir que comecei a gostar dela. tanto que até me apaixonei por ela e acabei confessando, mas ela me rejeitou dizendo que não queria namorado. Eu entendi e não insisti mais. Voltando ao que eu estava falando no começo da história... Anteontem de manhã, ela me mandou uma mensagem dizendo que queria me ver pra conversar. Aceitei de bom grado, terminei de tomar café, entrei rápido no banho e me arrumei pra ir vê-la. Fui na casa dela, não tinha ninguém. Não era estranho, já que a família dela quase nunca estava em casa (detalhe: tomei precauções com tudo que tá rolando). Enfim, chego lá e ela me recebe de braços abertos. Quando vejo como ela estava vestida, fiquei de boca aberta, porque a roupa que ela tava usando não era a que eu tava acostumado a ver nela. Ela sempre usava saias que batiam no joelho, blusas sem decote e o cabelo preso com um elástico. Sinceramente, achava que ela se vestia assim por causa de religião, mas dessa vez ela tava com uma saia curtinha de flores que combinava com a blusa de alcinha, além de umas meias longas iguais às que as cosplayers usam, e o cabelo solto. Preciso dizer que ela tava linda demais, não conseguia parar de olhar pros olhos escuros dela, a pele clarinha, os lábios que pareciam entre vermelho e rosa por causa do batom, e também não conseguia desviar o olhar das pernas dela. Mesmo sendo um pouco baixinha, tava maravilhosa. Passamos a tarde vendo filmes, comendo salgadinhos e bebendo um pouco. Quando já tava quase de noite, os pais dela ligaram e disseram que não iam conseguir voltar pra casa porque o carro tinha quebrado. Quando ouvi isso, falei que podia ficar com ela, e ela aceitou com um sorrisão. Já de noite, depois de ver vários filmes e ter acabado com uma garrafa e meia, a gente já tava quase bêbada. Então me preparei pra levar minha amiga pro quarto dela pra dormir, e quando a segurei nos meus braços, pude sentir a maciez da pele dela ao... tocar as pernas dela, nessa altura ela já não tinha mais as meias, quando eu olhava pro rosto dela via a cara de um anjo lindo. quando cheguei no quarto dela, deitei ela e ela segurou meu braço pra eu deitar com ela. enquanto ela dormia, eu fiquei lá deitado olhando pro teto, até que ela falou comigo e disse que queria me beijar. sinceramente, vendo ela naquele estado, não quis me aproveitar, mas ela não parava de dizer que queria me beijar, até que eu beijei ela. não esperava beijar ela deitado na cama dela, com ela vestida daquele jeito. a gente começou a se beijar apaixonadamente, sem conseguir parar, eu não conseguia e não queria separar meus lábios dos dela. comecei a acariciar o rosto dela, e ela tirou minha camisa. e ali estávamos, dois melhores amigos prestes a fazer amor. eu comecei a acariciar a bunda dela, acariciar as pernas dela e dar beijos no pescoço. enquanto eu acariciava a bunda dela, nessa hora ela parou pra me falar uma coisa que me impactou por um momento. a gente já estava bem excitado, eu já tava de pau duro, e enquanto ela me batia uma punheta, ela disse: — lembra que todos os caras que gostavam de mim se assustavam e iam embora, e você nunca soube por quê? — eu respondi que lembrava, e ela disse enquanto tirava a saia: — o motivo de eu nunca ter tido namorado é porque eu também sou um garoto. — fiquei impactado quando ela disse isso, e vi ela de calcinha feminina e com o pintinho dela também duro. o que eu fiz depois que ela falou foi: levantar da cama só de cueca, chegar perto dela e beijar ela com a mesma paixão que a gente tava se beijando minutos antes. a gente voltou pra cama, mas eu sentei na beira porque ela queria me fazer sexo oral pela primeira vez. ela abaixou minha cueca e disse que nunca tinha visto um pau tão perto do rosto dela. depois ela colocou meu pau na boca dela e começou a chupar gostosamente, mesmo sendo a primeira vez dela. depois de uns minutos, eu gozei na boca dela. A boca dela engoliu ele e depois me beijou, depois disso ela ficou de quatro e falou com a voz mais gostosa pra eu meter até fazer dela minha, e foi o que eu fiz. Enfiei meu pau no cuzinho apertado dela, que não demorou pra começar a gemer enquanto eu comia ela. Enquanto metia, beijava e acariciava, tava fazendo amor com minha melhor amiga, aquela mina tão linda que na verdade era um cara, mas se comportava como mulher. Ficava pensando nisso enquanto trocava de posição pra continuar metendo sem parar, de um jeito que ela tinha que morder o travesseiro pra não deixar os gemidos vazar pra rua. Continuei beijando e acariciando, até que me atrevi a puxar o pintinho dela também. Tentei fazer ela gozar primeiro pra depois eu gozar fora, mas quando ia tirar pra gozar fora, ela, entre gemidos e beijos, falou pra eu gozar dentro. E foi o que eu fiz, soltei tudo dentro dela. Quando terminamos, fomos tomar banho juntos e transamos de novo no chuveiro, enchi o cu dela de leite de novo. Depois do banho, saímos e ficamos pelados deitados na cama dela até dormir. De manhã, acordei e vi ela do meu lado, completamente nua, e acordei ela com uma bela chupada de pau, começando o dia com uma trepadinha matinal, pra depois combinarmos que só íamos fazer isso quando um de nós dois tivesse vontade de novo. Bom, é isso, esse é o relato. Sinceramente, nunca pensei que fosse fazer isso. Eu realmente achava que era mulher, mas era um cara. Vale dizer que sou hétero, ainda gosto de mulher e continuo comendo mulheres — inclusive ontem fui transar com minha namorada. Também vale dizer que nunca tinha feito isso com um cara, e essa foi a primeira vez com essa experiência. A verdade é que depois disso, não sei se sou gay ou bi, mas ainda sinto atração por mulheres e não por homens, exceto pela minha amiga, mas eu não sabia. E sim. Perguntam por que eu uso as palavras "ela" e "amiga" ou qualquer derivado feminino. Bom, porque ela me pediu pra continuar vendo ela como uma garota. Mas, sendo sincero, ela realmente parece — pra não dizer que é toda uma mulher. Se não fosse pelo pinto pequeno dela, seria uma garota super gostosa. É por isso que uso palavras no feminino. Se quiserem ter uma ideia de como minha amiga é, aqui vão umas fotos de ladyboy que achei, que são parecidas com ela (OLHA SÓ, MINHA AMIGA NÃO É A DAS FOTOS, SÃO SÓ EXEMPLOS DE COMO ELA ERA).
Bom, galera, a gente se vê no próximo post, tchau.
Anteontem de manhã, eu tava começando meu dia com um café da manhã top quando, de repente, minha amiga me mandou uma mensagem dizendo que queria me ver e conversar comigo. Conheço ela desde o primeiro semestre do ensino médio, a gente virou melhores amigos. Quando vi ela pela primeira vez, achei uma mina muito gostosa, os olhos dela, o cabelo ruivo e, como já falei, a gente ficou muito amigo. Ela me contava tudo que acontecia com ela. Eu achava estranho ela falar que o pai, os irmãos, os parentes, etc., não aceitavam ela pelo que ela era, e que todo cara que chegava perto se assustava com o que ela era e ia embora. A verdade é que eu não entendia o porquê. Ela chorou várias vezes no meu ombro, eu sempre tava do lado dela porque ela era vítima dos valentões típicos da escola. Também não entendia por que, toda vez que eu tava com ela no intervalo ou em qualquer momento, o pessoal ficava me olhando com uma cara como se eu tivesse fazendo algo errado por estar com ela. Quando chegou a formatura do ensino médio, ninguém queria ela como parceira de valsa que a gente tinha que fazer, e eu aceitei de boa. Todo mundo me julgou de novo com o olhar.
O tempo passou, continuei vendo ela direto. A gente ia ao cinema, jantar em restaurantes, às vezes eu dormia na casa dela, entre outras coisas. Devo admitir que comecei a gostar dela. tanto que até me apaixonei por ela e acabei confessando, mas ela me rejeitou dizendo que não queria namorado. Eu entendi e não insisti mais. Voltando ao que eu estava falando no começo da história... Anteontem de manhã, ela me mandou uma mensagem dizendo que queria me ver pra conversar. Aceitei de bom grado, terminei de tomar café, entrei rápido no banho e me arrumei pra ir vê-la. Fui na casa dela, não tinha ninguém. Não era estranho, já que a família dela quase nunca estava em casa (detalhe: tomei precauções com tudo que tá rolando). Enfim, chego lá e ela me recebe de braços abertos. Quando vejo como ela estava vestida, fiquei de boca aberta, porque a roupa que ela tava usando não era a que eu tava acostumado a ver nela. Ela sempre usava saias que batiam no joelho, blusas sem decote e o cabelo preso com um elástico. Sinceramente, achava que ela se vestia assim por causa de religião, mas dessa vez ela tava com uma saia curtinha de flores que combinava com a blusa de alcinha, além de umas meias longas iguais às que as cosplayers usam, e o cabelo solto. Preciso dizer que ela tava linda demais, não conseguia parar de olhar pros olhos escuros dela, a pele clarinha, os lábios que pareciam entre vermelho e rosa por causa do batom, e também não conseguia desviar o olhar das pernas dela. Mesmo sendo um pouco baixinha, tava maravilhosa. Passamos a tarde vendo filmes, comendo salgadinhos e bebendo um pouco. Quando já tava quase de noite, os pais dela ligaram e disseram que não iam conseguir voltar pra casa porque o carro tinha quebrado. Quando ouvi isso, falei que podia ficar com ela, e ela aceitou com um sorrisão. Já de noite, depois de ver vários filmes e ter acabado com uma garrafa e meia, a gente já tava quase bêbada. Então me preparei pra levar minha amiga pro quarto dela pra dormir, e quando a segurei nos meus braços, pude sentir a maciez da pele dela ao... tocar as pernas dela, nessa altura ela já não tinha mais as meias, quando eu olhava pro rosto dela via a cara de um anjo lindo. quando cheguei no quarto dela, deitei ela e ela segurou meu braço pra eu deitar com ela. enquanto ela dormia, eu fiquei lá deitado olhando pro teto, até que ela falou comigo e disse que queria me beijar. sinceramente, vendo ela naquele estado, não quis me aproveitar, mas ela não parava de dizer que queria me beijar, até que eu beijei ela. não esperava beijar ela deitado na cama dela, com ela vestida daquele jeito. a gente começou a se beijar apaixonadamente, sem conseguir parar, eu não conseguia e não queria separar meus lábios dos dela. comecei a acariciar o rosto dela, e ela tirou minha camisa. e ali estávamos, dois melhores amigos prestes a fazer amor. eu comecei a acariciar a bunda dela, acariciar as pernas dela e dar beijos no pescoço. enquanto eu acariciava a bunda dela, nessa hora ela parou pra me falar uma coisa que me impactou por um momento. a gente já estava bem excitado, eu já tava de pau duro, e enquanto ela me batia uma punheta, ela disse: — lembra que todos os caras que gostavam de mim se assustavam e iam embora, e você nunca soube por quê? — eu respondi que lembrava, e ela disse enquanto tirava a saia: — o motivo de eu nunca ter tido namorado é porque eu também sou um garoto. — fiquei impactado quando ela disse isso, e vi ela de calcinha feminina e com o pintinho dela também duro. o que eu fiz depois que ela falou foi: levantar da cama só de cueca, chegar perto dela e beijar ela com a mesma paixão que a gente tava se beijando minutos antes. a gente voltou pra cama, mas eu sentei na beira porque ela queria me fazer sexo oral pela primeira vez. ela abaixou minha cueca e disse que nunca tinha visto um pau tão perto do rosto dela. depois ela colocou meu pau na boca dela e começou a chupar gostosamente, mesmo sendo a primeira vez dela. depois de uns minutos, eu gozei na boca dela. A boca dela engoliu ele e depois me beijou, depois disso ela ficou de quatro e falou com a voz mais gostosa pra eu meter até fazer dela minha, e foi o que eu fiz. Enfiei meu pau no cuzinho apertado dela, que não demorou pra começar a gemer enquanto eu comia ela. Enquanto metia, beijava e acariciava, tava fazendo amor com minha melhor amiga, aquela mina tão linda que na verdade era um cara, mas se comportava como mulher. Ficava pensando nisso enquanto trocava de posição pra continuar metendo sem parar, de um jeito que ela tinha que morder o travesseiro pra não deixar os gemidos vazar pra rua. Continuei beijando e acariciando, até que me atrevi a puxar o pintinho dela também. Tentei fazer ela gozar primeiro pra depois eu gozar fora, mas quando ia tirar pra gozar fora, ela, entre gemidos e beijos, falou pra eu gozar dentro. E foi o que eu fiz, soltei tudo dentro dela. Quando terminamos, fomos tomar banho juntos e transamos de novo no chuveiro, enchi o cu dela de leite de novo. Depois do banho, saímos e ficamos pelados deitados na cama dela até dormir. De manhã, acordei e vi ela do meu lado, completamente nua, e acordei ela com uma bela chupada de pau, começando o dia com uma trepadinha matinal, pra depois combinarmos que só íamos fazer isso quando um de nós dois tivesse vontade de novo. Bom, é isso, esse é o relato. Sinceramente, nunca pensei que fosse fazer isso. Eu realmente achava que era mulher, mas era um cara. Vale dizer que sou hétero, ainda gosto de mulher e continuo comendo mulheres — inclusive ontem fui transar com minha namorada. Também vale dizer que nunca tinha feito isso com um cara, e essa foi a primeira vez com essa experiência. A verdade é que depois disso, não sei se sou gay ou bi, mas ainda sinto atração por mulheres e não por homens, exceto pela minha amiga, mas eu não sabia. E sim. Perguntam por que eu uso as palavras "ela" e "amiga" ou qualquer derivado feminino. Bom, porque ela me pediu pra continuar vendo ela como uma garota. Mas, sendo sincero, ela realmente parece — pra não dizer que é toda uma mulher. Se não fosse pelo pinto pequeno dela, seria uma garota super gostosa. É por isso que uso palavras no feminino. Se quiserem ter uma ideia de como minha amiga é, aqui vão umas fotos de ladyboy que achei, que são parecidas com ela (OLHA SÓ, MINHA AMIGA NÃO É A DAS FOTOS, SÃO SÓ EXEMPLOS DE COMO ELA ERA).

Bom, galera, a gente se vê no próximo post, tchau.
Comentarios Destacados
16 comentários - Comi minha amiga e era um TRAPINHA 🔥
Pd: y por el ultimo que dijiste pues eres bicurioso o bi a secas