NESTE FIM de semana meu sogro veio ficar pra ver a neta dele, só de saber que ele vinha já me deixava com tesão. No sábado meu marido teve que sair pra uma reunião importante do trabalho, então tive que ficar sozinha com meu sogro em casa. Eu costumo acordar tarde nos fins de semana e aquele não ia ser diferente. Coloquei uma camiseta longa de algodão e um short pra arrumar a casa. Me arrumei e desci pra sala. Quando tava descendo as escadas, qual não foi minha surpresa: meu sogro tava vendo um filme pornô, mas com o volume bem baixinho. Virei pra olhar ele e percebi que na mão dele tava com o pau pra fora da calça e não consegui fazer nada além de ficar olhando de choque. Foram segundos, mas naqueles segundos vi que era enorme, comprido e grosso, e ainda tava bem duro na mão dele porque ele tava se masturbando. A única coisa que fiz foi pedir desculpa e subi correndo pro meu quarto. Fechei a porta e meu coração tava batendo a mil por hora, não podia ser, tinha pego meu sogro quase se masturbando! Sentei na cama pra rever a cena, ele tava com o pau na mão, duro, bem empinado. O que eu fazia? Descia como se nada tivesse acontecido? Me trancava no quarto e esperava meu marido chegar? Não sabia o que fazer. Não sei quanto tempo passou e resolvi sair pra arrumar as camas dos outros quartos. Fui pro quarto do meu sogro e arrumei a cama, não conseguia ficar tranquila, com que olhos eu ia ver meu sogro, o que ia falar: Bom dia? Tava nessa quando de repente percebi que meu sogro tava na porta do quarto, me observando. Sem dizer mais nada, puxou minha blusa e rasgou dos ombros até o peito, então deu pra ver meu sutiã preto no espelho. Puxou uma taça e descobriu minha teta direita, ou o que ele disse. - Vê como é linda, você tem umas tetas maravilhosas. Soltou meu braço e com as duas mãos terminou de tirar minha camiseta e arrancar de cima de mim, com a Mesma brutalidade debaixo do sutiã até a barriga, deixando meus dois peitos de fora. Eu os pego e acaricio de um jeito urgente, caótico, cheio de desejo. Apertava, esfregava, acariciava. Eu queria correr porque sabia que meu marido podia chegar, mas ele me mantinha inclinada contra o móvel e eu não conseguia fugir. De repente, ele me vira, me carrega e me sobe na penteadeira, e então começa a chupar e morder meus bicos como nunca ninguém tinha feito na minha vida. Dava pra ver ele babando meus peitos. Chupava com uma vontade danada, isso começou a me esquentar um pouco, mas eu precisava me soltar o mais rápido possível. Ele me puxou pelas minhas nádegas e me colou no corpo dele. Senti o ferro dele, tava duro e bem levantado. Ele se esfregou na minha buceta pra eu sentir bem. Se afastou e, num puxão rápido, baixou a calça dele, que ficou presa nos tornozelos. Aí eu pude ver o pau mais grande, grosso e comprido que meus olhinhos já tinham visto. Dessa vez eu tava com medo mesmo do meu marido chegar, mas a situação tava me deixando mais que gostosa. Não tive alternativa e peguei nele, segurei e apertei, mas ele pegou minha mão e me obrigou a fazer uma punheta. — Assim, norinha, assim sobe e desce, coração. Meu sogro me tratava como uma gata no cio. Minha mão não dava conta de toda a grossura do pau dele, enquanto meu sogro beijava meu pescoço, minhas orelhas, meus ombros, meus braços, minhas axilas, tudo ele beijava, parecia que queria me comer viva. Instintivamente, peguei o pau dele com a outra mão e consegui abraçar toda a grossura da vara dele. — Não que não, putinha, se bem que você gosta, né, safada? — Sogro! — falei —, se a gente já comeu muitas vezes, dessa vez ele tava falando de outro jeito comigo. Me deu a impressão de que o pau dele crescia cada vez mais, tava bem duro, bem comprido. Ele me tirou da penteadeira e me jogou na cama, aí caí de bruços e, sem me dar chance, meu sogro subiu em cima de mim e tomou conta das minhas tetas de novo. Com uma mão, tentou baixar minha calça, mas eu tava com ela bem presa, então ele... Acariciou minhas nádegas e de repente, com bastante força, rasgou minha calça, tirou a mão das minhas tetas e, pegando a calça pelo rasgo, puxou, deixando minhas nádegas à mostra. Assim, ficaram expostas, e ele pôde ver a calcinha rosa fio dental que se perdia entre elas.
— Que bunda gostosa você tem, norinha linda!
Ele se abaixou e mordeu, já estava fora de si. Levantou-se, arrancou minha calcinha de um puxão e se jogou de novo em cima de mim. Mordeu meu lóbulo da orelha enquanto dizia:
— Agora sim, princesa, se prepara pra aproveitar uma boa foda.
Eu me mexia, tentando evitar que ele me enfiasse, mas sentia a pica dele batendo nas minhas nádegas. Numa dessas, o pau dele se alojou entre minhas pernas e eu senti na entrada da minha buceta. Senti ele pulsar, empurrar, quase implorando pra entrar. Naquele momento, comecei a me molhar como nunca, não sei se por medo ou pela emoção de quase me sentir estuprada, violentada, e ainda por cima pelo meu próprio sogro, o pai do meu marido.
Parei de me mexer, de lutar, e comecei a sentir como meu sogro tirava e metia o ferro dele, esfregando toda a minha buceta, se lubrificando com meus sucos que já começavam a banhar completamente o pauzão dele.
— Não fala que não, sua putinha, tá melando minha paca de tão molhada. Sentia que meu sogro não estava me comendo, mas me violentando, que tesão que ele tava.
Eu então levantava minha bunda de um jeito que o pau dele já entrava no meu cu. Já queria sentir aquele tronco dentro da minha bunda gorda. Foi quando senti ele abrir caminho entre meus lábios vaginais e colocar na entrada do meu cu. Foi aí que eu gozei, tive um orgasmo maravilhoso e, mesmo apertando os dentes, não consegui evitar de tremer e melar a pica do meu sogro com meu orgasmo, molhei o colchão, os lençóis e o próprio sogro, que me disse:
— Que orgasmo gostoso você teve, minha gatinha.
Eu continuava de quatro, tentando recuperar o fôlego pra continuar lutando. Meu sogro se afastou um pouco do meu corpo e pegou o pau dele, então, com a cabeçona, esfregava toda a minha buceta. Eu passava ele no meu clitóris, nos meus lábios, na minha bunda, eu já sem aguentar gritei:
– POR FAVOR, NÃO PARA MAIS! METE TUDO AGORA, POR FAVOR! Tô muito tesuda, faz minha buceta, não aguento mais, eu dizia pra ele.
Então levantei bem minha bunda, pro céu, abri minhas pernas pra ficar bem aberta. Ele empurrou devagar, foi me abrindo, gozando, milímetro por milímetro. Eu me sentia morrer, sentia perfeitamente a entrada dele a cada centímetro na minha bunda. Não podia acreditar que existisse em algum lugar do planeta uma pica daquelas que me fizesse sentir o que meu sogro tava me fazendo sentir. Minhas pernas tremiam de um jeito doido.
– Mais! Quero mais, sogrinho! Haaayyyyy asiiiiiiiiiiiiiiiiii! Que pica gostosaaaaaaaaaa! Mete tudaaaaa pelo amor de deeeeeeeusssss!
– Vou te foder como ninguém, nora gostosa! Toma minha pica, aproveita!
Meu sogro falava comigo como se eu fosse uma puta e isso me excitava mais ainda.
Quando ele enfiou o membro todo, ficou parado um momento, como se estivesse curtindo o aperto da minha bunda. Ela agarrava ele, praticamente beijava. Depois desses segundos deliciosos, ele começou a tirar a pica devagar, do mesmo jeito que tinha metido, milímetro por milímetro. Eu já me sentia morrer antes, e quando ele começou a tirar, eu já era dele, só queria que me comesse, que me violentasse, que fizesse de mim o que quisesse. Assim começou o mete e tira clássico, eu com a cara enfiada na cama e a bunda o mais alto que podia. Ele começou a me comer, primeiro devagar, muito devagar, era um tormento desejar que ele metesse tudo de novo quando tirava, mas quando tava dentro... QUE GOZO! Começou a bombar cada vez mais rápido e gostoso.
– Ai, que gostoso, sim, asiiiiiiii, mais, mais, sogrinhooooooo, me dá maiiiiiisssssss, eu dizia gemendo, esquecendo que minha filha tava dormindo no quarto.
– Claro que sim, norinha, toma tudo, é sua, goza minha pica, tem, é sua. Finalmente, olha que bunda linda, olha que rabão, assim, se mexe.
Enquanto me agarrava e me chupava minhas tetas que pendiam como sinos. Apertava tanto que parecia que queria ficar com elas. Aí subiu na cama e tava me montando como se fosse uma puta, me dava tapas na bunda, me amassava, babava minhas costas, me segurava pelos ombros e enquanto eu apertava os lençóis e chorava de prazer, um prazer totalmente incrível, profano mas muito gostoso. Ele desceu da cama e me levantou, mas sem tirar o pau, não sabia que dava pra fazer isso. Me colocou na frente do espelho da penteadeira e me apoiou nele, de jeito que eu podia me ver com as tetas balançando e a calça rasgada, só segurando na cintura e um pedaço da perna, era alucinante o espetáculo. Dava pra ver como meus peitos se mexiam, dava pra ver minha cara totalmente desfigurada de prazer, parecia cadela no cio, se fosse puta, essa era a cara de gozo de uma. Eu girava meus quadris e meu sogro agarrava minhas tetas e falava no meu ouvido. — Olha, vê tua cara, cê gosta, puta minha? Tá curtindo minha foda? — Sim, sogrinho, ADORO! ME FODE MUITO! ME DÁ MAIS! eu falava, me sentia mais puta do que nunca, ver como minhas tetas se mexiam e meu sogro atrás de mim. Ele terminou de arrancar minha blusa por completo e a calça também, aí fiquei totalmente nua na frente do meu sogro. Dava pra ver como metade do pau dele ficava pra fora da minha buceta. Tava escorrendo e o pau dele tava ensopado dos meus sucos. Meu sogro se agarrava nas minhas tetas, nos meus quadris, agarrava minha bunda e tudo que podia, e de repente me virou e me beijou, foi um beijo longo e urgente. Cheio de desejo e anseio. Foi a última coisa que precisei pra ter outro grande orgasmo. Não conseguia ficar em pé e caí em cima dos perfumes e cremes da penteadeira, meu sogro continuava se movendo como uma máquina, a gente tava suado pra caralho, e ele metia e tirava o pau, eu não sabia quanto mais ia aguentar até que ouvi: — NORINHA GOSTOSA, VOU GOZAR! CÊ QUER MEU GOZO DENTRO DE VOCÊ? e eu falo goza tudo na minha buceta. Sou sua, sou tua, me dá todo teu gozo. Então, Senti o pau dele tremer inteiro, vibrando dentro da minha buceta. E de repente senti um calorzinho dentro de mim... e gozei pela terceira vez! Meu orgasmo foi animal, eu já não sabia mais onde estava, tremia tudo, escorria pelo meu rosto jorros de suor e pelas pernas, tinha escorrimento dos meus sucos vaginais e o esperma do meu sogro. Saía pelos lados da minha buceta e escorria pela vara dele e pelas minhas coxas. Ele estava em cima de mim, nas minhas costas, que ele beijava e lambia, me agarrava as nádegas e acariciava minhas coxas, juntando meus e os sucos dele. Com a mão cheia deles, ele a trouxe perto do meu rosto e disse: — Toma, limpa. Eu, de forma submissa e com tesão, comecei a lamber os dedos dele. Que puta me senti, mesmo já tendo transado, dessa vez me senti uma puta de verdade, sentir como ele me violentava e me comia, me deu um tesão impensado, me ver a cara de prazer no espelho enquanto ele me comia me deixou com muito mais tesão e o morbo da minha filha dormindo ainda mais. Depois me lavei, coloquei uma regata e uma fio dental bem enfiada nas minhas nádegas, sentia minha buceta tão aberta depois dessa foda, me olhei no espelho e tinha uma cara de puta bem comida e pensar que com essa cara eu tinha que acordar minha filha, que morbo me deu, eu toda pelada e comida pelo meu sogro dando o café da manhã pra minha filha, beijos.
— Que bunda gostosa você tem, norinha linda!
Ele se abaixou e mordeu, já estava fora de si. Levantou-se, arrancou minha calcinha de um puxão e se jogou de novo em cima de mim. Mordeu meu lóbulo da orelha enquanto dizia:
— Agora sim, princesa, se prepara pra aproveitar uma boa foda.
Eu me mexia, tentando evitar que ele me enfiasse, mas sentia a pica dele batendo nas minhas nádegas. Numa dessas, o pau dele se alojou entre minhas pernas e eu senti na entrada da minha buceta. Senti ele pulsar, empurrar, quase implorando pra entrar. Naquele momento, comecei a me molhar como nunca, não sei se por medo ou pela emoção de quase me sentir estuprada, violentada, e ainda por cima pelo meu próprio sogro, o pai do meu marido.
Parei de me mexer, de lutar, e comecei a sentir como meu sogro tirava e metia o ferro dele, esfregando toda a minha buceta, se lubrificando com meus sucos que já começavam a banhar completamente o pauzão dele.
— Não fala que não, sua putinha, tá melando minha paca de tão molhada. Sentia que meu sogro não estava me comendo, mas me violentando, que tesão que ele tava.
Eu então levantava minha bunda de um jeito que o pau dele já entrava no meu cu. Já queria sentir aquele tronco dentro da minha bunda gorda. Foi quando senti ele abrir caminho entre meus lábios vaginais e colocar na entrada do meu cu. Foi aí que eu gozei, tive um orgasmo maravilhoso e, mesmo apertando os dentes, não consegui evitar de tremer e melar a pica do meu sogro com meu orgasmo, molhei o colchão, os lençóis e o próprio sogro, que me disse:
— Que orgasmo gostoso você teve, minha gatinha.
Eu continuava de quatro, tentando recuperar o fôlego pra continuar lutando. Meu sogro se afastou um pouco do meu corpo e pegou o pau dele, então, com a cabeçona, esfregava toda a minha buceta. Eu passava ele no meu clitóris, nos meus lábios, na minha bunda, eu já sem aguentar gritei:
– POR FAVOR, NÃO PARA MAIS! METE TUDO AGORA, POR FAVOR! Tô muito tesuda, faz minha buceta, não aguento mais, eu dizia pra ele.
Então levantei bem minha bunda, pro céu, abri minhas pernas pra ficar bem aberta. Ele empurrou devagar, foi me abrindo, gozando, milímetro por milímetro. Eu me sentia morrer, sentia perfeitamente a entrada dele a cada centímetro na minha bunda. Não podia acreditar que existisse em algum lugar do planeta uma pica daquelas que me fizesse sentir o que meu sogro tava me fazendo sentir. Minhas pernas tremiam de um jeito doido.
– Mais! Quero mais, sogrinho! Haaayyyyy asiiiiiiiiiiiiiiiiii! Que pica gostosaaaaaaaaaa! Mete tudaaaaa pelo amor de deeeeeeeusssss!
– Vou te foder como ninguém, nora gostosa! Toma minha pica, aproveita!
Meu sogro falava comigo como se eu fosse uma puta e isso me excitava mais ainda.
Quando ele enfiou o membro todo, ficou parado um momento, como se estivesse curtindo o aperto da minha bunda. Ela agarrava ele, praticamente beijava. Depois desses segundos deliciosos, ele começou a tirar a pica devagar, do mesmo jeito que tinha metido, milímetro por milímetro. Eu já me sentia morrer antes, e quando ele começou a tirar, eu já era dele, só queria que me comesse, que me violentasse, que fizesse de mim o que quisesse. Assim começou o mete e tira clássico, eu com a cara enfiada na cama e a bunda o mais alto que podia. Ele começou a me comer, primeiro devagar, muito devagar, era um tormento desejar que ele metesse tudo de novo quando tirava, mas quando tava dentro... QUE GOZO! Começou a bombar cada vez mais rápido e gostoso.
– Ai, que gostoso, sim, asiiiiiiii, mais, mais, sogrinhooooooo, me dá maiiiiiisssssss, eu dizia gemendo, esquecendo que minha filha tava dormindo no quarto.
– Claro que sim, norinha, toma tudo, é sua, goza minha pica, tem, é sua. Finalmente, olha que bunda linda, olha que rabão, assim, se mexe.
Enquanto me agarrava e me chupava minhas tetas que pendiam como sinos. Apertava tanto que parecia que queria ficar com elas. Aí subiu na cama e tava me montando como se fosse uma puta, me dava tapas na bunda, me amassava, babava minhas costas, me segurava pelos ombros e enquanto eu apertava os lençóis e chorava de prazer, um prazer totalmente incrível, profano mas muito gostoso. Ele desceu da cama e me levantou, mas sem tirar o pau, não sabia que dava pra fazer isso. Me colocou na frente do espelho da penteadeira e me apoiou nele, de jeito que eu podia me ver com as tetas balançando e a calça rasgada, só segurando na cintura e um pedaço da perna, era alucinante o espetáculo. Dava pra ver como meus peitos se mexiam, dava pra ver minha cara totalmente desfigurada de prazer, parecia cadela no cio, se fosse puta, essa era a cara de gozo de uma. Eu girava meus quadris e meu sogro agarrava minhas tetas e falava no meu ouvido. — Olha, vê tua cara, cê gosta, puta minha? Tá curtindo minha foda? — Sim, sogrinho, ADORO! ME FODE MUITO! ME DÁ MAIS! eu falava, me sentia mais puta do que nunca, ver como minhas tetas se mexiam e meu sogro atrás de mim. Ele terminou de arrancar minha blusa por completo e a calça também, aí fiquei totalmente nua na frente do meu sogro. Dava pra ver como metade do pau dele ficava pra fora da minha buceta. Tava escorrendo e o pau dele tava ensopado dos meus sucos. Meu sogro se agarrava nas minhas tetas, nos meus quadris, agarrava minha bunda e tudo que podia, e de repente me virou e me beijou, foi um beijo longo e urgente. Cheio de desejo e anseio. Foi a última coisa que precisei pra ter outro grande orgasmo. Não conseguia ficar em pé e caí em cima dos perfumes e cremes da penteadeira, meu sogro continuava se movendo como uma máquina, a gente tava suado pra caralho, e ele metia e tirava o pau, eu não sabia quanto mais ia aguentar até que ouvi: — NORINHA GOSTOSA, VOU GOZAR! CÊ QUER MEU GOZO DENTRO DE VOCÊ? e eu falo goza tudo na minha buceta. Sou sua, sou tua, me dá todo teu gozo. Então, Senti o pau dele tremer inteiro, vibrando dentro da minha buceta. E de repente senti um calorzinho dentro de mim... e gozei pela terceira vez! Meu orgasmo foi animal, eu já não sabia mais onde estava, tremia tudo, escorria pelo meu rosto jorros de suor e pelas pernas, tinha escorrimento dos meus sucos vaginais e o esperma do meu sogro. Saía pelos lados da minha buceta e escorria pela vara dele e pelas minhas coxas. Ele estava em cima de mim, nas minhas costas, que ele beijava e lambia, me agarrava as nádegas e acariciava minhas coxas, juntando meus e os sucos dele. Com a mão cheia deles, ele a trouxe perto do meu rosto e disse: — Toma, limpa. Eu, de forma submissa e com tesão, comecei a lamber os dedos dele. Que puta me senti, mesmo já tendo transado, dessa vez me senti uma puta de verdade, sentir como ele me violentava e me comia, me deu um tesão impensado, me ver a cara de prazer no espelho enquanto ele me comia me deixou com muito mais tesão e o morbo da minha filha dormindo ainda mais. Depois me lavei, coloquei uma regata e uma fio dental bem enfiada nas minhas nádegas, sentia minha buceta tão aberta depois dessa foda, me olhei no espelho e tinha uma cara de puta bem comida e pensar que com essa cara eu tinha que acordar minha filha, que morbo me deu, eu toda pelada e comida pelo meu sogro dando o café da manhã pra minha filha, beijos.
3 comentários - Comida como puta pelo meu sogro
van 10