Olá, todos os meus fãs.
Abandonei vocês por muito tempo. Dessa vez, vou tentar contar minhas aventuras mais recentes neste início de ano.
Já fui uma vez numa sex shop que fica na rua Hamburgo e me diverti como uma louca vendo os pênis de plástico. Eles me excitaram pra caralho. Eu imaginava uma mulher prendendo um na cintura e usando. Já estava convencida de que só gostava de mulheres, mas os pênis ainda me davam um tesão doido. Sei que algumas mulheres lésbicas não curtem esse tipo de brinquedo. Mas eu sim, mesmo nunca tendo usado. Já meti consolos.
Depois de sair da aula de aeróbica, ficava fantasiando. Tinha três mulheres de quem eu gostava muito.
Lola, da minha idade. Loira e de olhos azuis. Muito meiga. Sonhava que eu a possuía. Primeiro, beijava o cu dela e depois ela metia meu pênis de plástico na boca como se eu fosse um homem. Eu o prendia com um cinto na minha cintura. Depois, pegava a Lola e sentava ela em cima de mim. A gente se beijava e eu a penetrava. Ela se entregava completamente. Pedia pra ela levantar e então metia meu pênis entre os peitos deliciosos dela. Quando imaginei essa cena, gozei.
Lola metia um dedo no meu cu e eu lambia o dela. Sentei ela de novo em mim, mas dessa vez... metia meu pênis de plástico no cu dela. Ela fez uma careta de dor. Eu sentia que a dominava. Finalmente, tirava o cinto e a gente fazia um 69 que durava uma hora. Às vezes, eu dormia me acariciando e me acariciando...
Maria era uma garota superalta. De cabelo comprido. O perfume dela era maravilhoso. Enlouquecia os homens da aula.
Eu imaginava que a gente trocava de papéis. Primeiro eu. Com meu pênis de plástico. Ela metia na boca. Eu tirava e colocava nela. E também chupava ele. Como eu molhava o travesseiro! E babava toda imaginando essas coisas.
Acariciava o clitóris da maravilhosa Maria e ela acariciava meu falo como se Eu estava me masturbando. Depois, passei minha língua no clitóris dela e ouvi ela gemer. "Agora quem eu mais gosto é você", e eu perguntava: "Você seria capaz de me largar?" e ela respondia: "Sim", e eu pensava: "safada". Enfiava meu pau entre os dois peitões dela. Ela lambia meu cu, me fazendo gozar. E aí a gente se deitava na cama pra fazer um 69 foda. Ela ficava por baixo. E como ela mandava bem! Sabia muito mais do que eu. Já tinha ficado com homens e mulheres.
Marta era uma mulher na casa dos trinta. Sempre me lembrava a mãe do Luis, meu vizinho, a Lorena. Mas, na real, elas não se pareciam em nada. Nem no jeito de ser. Marta era casada e tenho certeza de que não sentia a menor atração por mulheres. Ver o corpo forte dela me excitava pra caralho.
A Maria e a Lola eu quase não conhecia e não teria transado com elas. Mas a Marta às vezes sentava comigo e eu amava ela. Talvez fosse menos doce que a Lorena! Mas com certeza mais sincera. Adorava o jeito dela falar e se expressar.
Imaginava a gente começando com um 69, ela por baixo. Eu fechava os olhos. Depois, ela colocava o pau de plástico e eu chupava ele. Ela me empurrava pra frente e me penetrava como se eu fosse uma puta. Eu tremia com a força que ela tinha. Tenho certeza de que ela era mais forte que o marido. Lembro de pensar que o pau de plástico tinha bolas e eu adorava apertar elas. Quando fazia isso, morria de rir.
Ela se jogava como uma loba pra lamber meu cu, uma das minhas fantasias favoritas, e depois enfiava o dedo inteiro no meu rabo até o fundo. Aí, bem devagar, ia metendo aquela coisa toda no meu cu. Fazia isso me dando beijinhos na cara o tempo todo pra não doer tanto. Mas eu tava meio desconfortável, então tirava aquilo de lá e sentava em cima, me penetrando pela frente. Fiquei presa entre os braços e o rosto dela. Tinha me machucado, mas também me queria.
Ela me empurrou pra trás e enfiou um dedo na minha buceta. Depois ela me virou. Me obrigou a levantar e, assim, de cócoras, enfiou o pau de novo, mas agora pela frente. Depois me pegou nos braços, me colocou na cama e ficou lambendo minha buceta toda. Por fim, me possuía de novo, sentada em cima dela. E termino aqui, porque são só minhas fantasias com essas garotas...
Acho que isso ajudou pra que um dia, acontecesse o que vou contar pra vocês.
Naquele dia era o aniversário da minha amiga, que chama Florencia. Ela tinha 32, 4 a mais que eu. Ela é muito gostosa, bom, pra mim, ela tem cabelo preto, olhos castanhos, tem mais ou menos a minha altura, tem uns peitos lindos e uma bunda muito melhor. Bom, o aniversário começava de manhã, mas eu ia dormir na casa dela, como sempre fazia quando ia pra lá. Quando cheguei na casa dela, a mãe dela abriu a porta. Entrei e ela falou:
— Passa, Lola, as meninas estão na piscina.
— Valeu, LARISA — respondi.
Me troquei, coloquei meu biquíni azul e fui pro jardim. Lá tava minha AMIGA e umas 10 amigas dela. Também tava a irmã dela, minha outra AMIGA, que tinha. Cumprimentei ela com um beijo, igual todas as amigas. Entramos na piscina e jogamos vôlei, comemos, bom, fizemos tudo que se faz numa festa. Num momento, quando a gente tava dançando com minha Amiga, eu, sem querer, toquei na bunda dela, mas tirei a mão rápido. Meu coração tava batendo forte e eu não sabia o que minha prima ia me dizer, mas também fiquei excitada, porque a bunda dela é uma delícia. Felizmente, ela não falou nada, e passou.
Conforme foi ficando tarde, as amigas foram indo embora, até que ficamos só nós. Depois que elas foram, limpamos tudo, arrumamos um pouco, e entramos pra dentro de casa. Lá dentro tava a Larisa, se arrumando, porque tinha uma festa, e também tava meu amigo Luis, jogando no computador. Às 10:00 a mãe da minha amiga foi embora. Fomos pro quarto da minha prima, enquanto meu amigo continuava jogando no PC. Comecei a ouvir música enquanto minha amiga foi tomar banho. Ela tava no banho fazia uns minutos, e como toda curiosa, fui olhar o armário dela, pra ver o que tinha. Abri ele, e lá encontrei, bom, revistas normais, CDs de música, etc. Fui ver as gavetas de roupa dela, porque sempre gostei das roupas dela. Lá encontrei camisetas, camisas, minissaias, bom, de tudo. Mas tinha uma última gaveta, fechada. com chave. Queria ver o que tinha, mas não tinha a chave. Não sei o que mexi, mas um monte de chaves caiu no chão. Comecei a descartar as grandes, tipo de casa, até que, tentando, achei a da gaveta. Abri ela. Lá dentro tava cheio de lingerie erótica, fio dental, sutiã, tudo de renda. Também tinha cinta-liga, meia longa, baby doll, enfim, de tudo. Amei. Tava quase experimentando uma coisa, quando ouvi o barulho do chuveiro fechando. Fechei tudo rápido, larguei a chave mais ou menos de onde tinha caído, e voltei a ouvir música.
Quando ela entrou no quarto, tava só de toalha, tava linda. Depois, fui tomar banho eu, umas meia hora depois, saí do banheiro. Tinha vestido minha camisola, era de seda, e batia um pouco acima do joelho. Embaixo, coloquei uma calcinha vermelha, muito bonita de renda, e um sutiã, também vermelho. Saí, andei pelo corredor até o quarto, mas antes fechei a porta do quarto da minha amiga, porque ela tinha dormido, e a gente, bom, coloca música ou algo assim, e ela ia acordar. Depois entrei no nosso quarto, e minha amiga já tava dormindo, o que achei estranho, porque a gente sempre ficava até tarde conversando, mas tudo bem, pensei que talvez ela tivesse cansado muito durante o dia. Sem nada pra fazer, fui pra sala ver TV. Tava passando um filme divertido, era uma comédia, então fiquei assistindo.
Quando terminou, não tava passando nada nos outros canais, então fui dormir. Cheguei no quarto. Minha amiga continuava dormindo. Deitei tentando fazer o menor barulho possível. Não conseguia dormir, só virava na cama. Algo dentro de mim me levou até o armário. Tinha ficado surpresa com o que vi. Peguei a chave e abri a gaveta. Procurei uma lanterna, e tirei tudo que gostava. Fui pro banheiro e experimentei, amei. Depois voltei, guardei tudo, larguei a chave, e fui dormir. Eram 2h da manhã.
Algo me acordou. Com Com os olhos quase fechados, olhei pro relógio, eram 11:30 da manhã. Olhei pra frente, e minha surpresa foi encontrar minha prima sentada na minha cama. Assim que vi ela, falei:
— O que cê tá fazendo? Pra que me acordou?
— Melhor você me dizer quem te deu permissão pra mexer nas minhas gavetas — respondeu ela.
— Quê? O que cê tá dizendo?
— Não se faz de sonsa, Fany, sei que você tava revirando tudo, a chave não tava onde sempre fica.
— E o que tem a ver? Pode ter caído — respondi, me fazendo de besta.
— Bom, pode ser, mas então deixa eu verificar uma coisa.
— Claro, o que você quiser — falei.
Aí ela, sem pedir licença, puxou o lençol que me cobria, depois levantou minha camisola e viu que eu tava usando uma das tangas dela, uma vermelha que eu tinha amado. Eu nem tinha percebido e tinha deixado ela vestida.
— E agora, o que você me diz, Fany?
— Ah, não sei, eu... bom, não sei... — a verdade é que até eu tinha me surpreendido, e não sabia o que responder.
— Olha, FANY — ela disse —, não me incomoda que você goste das minhas roupas, ainda mais desse tipo, o que me incomoda é que você não pediu permissão pra pegar.
— Tá bom, te entendo, me perdoa — respondi.
— Agora que tô percebendo, essa tanga fica muito bem em você. Vem, vamos experimentar mais coisas.
— Ah, não sei, Flor. E se a tia ou sua irmã aparecerem e nos virem?
— Não se preocupa, as duas foram pra casa da vó e não voltam até a tarde. Então, quer experimentar as roupas?
— Claro — respondi.
Aí, nós duas começamos a tirar toda a lingerie dela. A verdade é que era um monte, nunca terminávamos de esvaziar a gaveta. Depois, peguei a que eu mais gostava e falei pra ela esperar, que ia no banheiro experimentar. Ela respondeu com um sorriso e disse:
— Pra que ir no banheiro? Não tenha vergonha, troca aqui, estamos entre mulheres, né? Eu aceitei, tanto fazia. Primeiro tirei minha camisola, aí aproveitei que minha AMIGA virou de costas e tirei o sutiã e coloquei um vermelho de renda que eu tinha gostado. Depois, me virei e troquei a calcinha. Coloquei uma, Era pequenininha, vermelha também e de renda. Também tinha tirado umas meias com liga, mas como nunca tinha usado, pedi ajuda pra Flor. Ela veio, colocou o cinta-liga na minha cintura, depois pegou uma meia e foi subindo devagar. Quando as mãos dela roçaram a parte de dentro das minhas coxas, fiquei bem excitada, e acho que ela percebeu porque me olhou e sorriu.
Depois, ela vestiu o conjunto dela. O dela era um espartilho que ia da cintura até debaixo dos peitos e amarrava na frente. Do espartilho saíam as ligas, com as quais prendeu as meias. Depois vestiu uma tanga e um sutiã. O conjunto todo era azul, só que a tanga e o sutiã eram mais clarinhos.
Quando nós duas terminamos de nos trocar, fomos até o espelho e nos olhamos. Sinceramente, eu estava fascinada, amava como esse conjunto ficava em mim, e nela, o dela também ficava lindo. Florencia ficou atrás de mim e, me olhando pelo espelho, disse:
— Fany, que corpo gostoso você tem, dá pra ver que malha.
— Obrigada — respondi. — O seu também é muito lindo e eu adoro.
Num dado momento, Flor começou a acariciar meu cabelo. Eu fiquei imóvel. Não sabia o que fazer, porque, sinceramente, sentia que algo ia rolar. Depois ela me virou, olhou fixo nos meus olhos, se aproximou e me deu um beijo na boca, um beijo maravilhoso. Quando terminou, eu estava como se estivesse em outro mundo, o beijo dela tinha me deixado tipo em coma. Ela me pegou pela mão e me levou até a cama, me sentou e começou a me beijar de novo, mas dessa vez, com a mão dela, acariciava devagar minha bucetinha, por cima da calcinha.
Ela me deitou na cama e tirou meu sutiã. Com a língua, começou a brincar com meus bicos, lambendo bem suave e dando pequenas mordidinhas. Eu estava realmente excitada, e o primeiro gemido escapou da minha boca. Com a língua, ela foi descendo pelo meu abdômen até chegar na minha bucetinha. Afastou um pouco minha calcinha e começou a lamber minha ppk, bem suave, devagar. Depois, ela enfiou um dedo na boca, molhou ele, e começou a acariciar minha buceta. Devagar, soltou minha liga, tirou ela, e aí, com os dentes, pegou minha calcinha fio-dental e tirou ela inteira.
Aí foi minha vez. Enquanto beijava a boca dela, fui desatando o espartilho. Tirei ele e joguei no chão. Depois, enfiei a mão por dentro da calcinha dela e percebi que tava meio molhada. Aí tirei o sutiã dela. Minhas mãos foram pros peitos dela, junto com minha língua. Eram uns peitos lindos. Aí, devagar, fui descendo e tirei a calcinha dela, deixando só as meias, igual ela tinha feito comigo. Com minha língua, lambia os lábios dela, enquanto com um dos meus dedos, acariciava o clitóris dela.
Aí ela enfiou um dos dedos dela na minha buceta e chegou num ponto que me fez arquear de prazer. Comecei a me mexer sem parar, até meio bruscamente. Adorava sentir aquele dedo saindo e entrando no meu corpo. Não aguentava mais, meus suspiros enchiam o quarto, ela percebeu que meu orgasmo tava chegando e acelerou o ritmo enquanto me beijava e acariciava um dos meus peitos, dessa vez com um pouco mais de força. Aí ela enfiou o dedo maior da mão direita na minha boca e mandou eu encharcar ele de saliva. Eu fiz, mas nem imaginava qual era o propósito daquele pedido estranho, e quando o dedo saiu da minha boca, escorrendo saliva, não adivinhei o trajeto até segundos depois, quando senti uma coisa romba e molhada cutucando meu cu, tentando entrar. Por causa da lubrificação, a falange entrou inteira com pouca dificuldade no meu reto, o que me deu uma dor deliciosa. Ela molhou os dedos de uma das mãos com a saliva dela e com eles brincou com meu clitóris por um tempão. Outro dedo tinha invadido meu cu de novo. O prazer subia pro meu cérebro em ondas cada vez mais frequentes e contínuas. Ela percebeu isso e voltou a chupar minha boceta pra eu chegar ao orgasmo pela boca e língua dela. Até que um arrepio Surpreendente, percorreu como um relâmpago minhas costas, me estiquei ao máximo com um solavanco violento e soltei um gemido longo e gostoso. Senti como seus dedos abriam meus lábios latejantes, e sua língua lambia delicadamente, desde os lábios, meu clitóris, meu buraquinho, minhas nádegas, e surpreendentemente me levantou por elas e lambeu meu cu, era a primeira vez que me eletrizava daquele jeito com aquela carícia. Ela não parava, enfiava a língua no meu cu uma e outra vez, enquanto três dos seus dedos esfregavam meus sucos no meu clitóris explodindo. Depois ela pegou cada mamilo entre os lábios esticando, chupando, mordendo, me fazendo sentir aquela mistura estranha de prazer e dor infinita que não acaba, praticamente mamou neles, como se fosse uma criatura de poucos meses, tentando tirar seu alimento diário. E me virou, lambeu meu cu sem parar, sentia que estava cheia do meu próprio fluxo por todo lado, o quarto estava inundado de cheiro de sexo e ela continuava, enfiando um dedo no buraco quente do cu enquanto a outra mão não parava de se arrastar ao longo da minha buceta. —Não aguento mais... não posso mais... enfia os dedos na minha buceta, enfia eles— pedi, ansiosa pra chegar ao orgasmo com os dedos dela dentro de mim.
Agora foi minha vez. Sem aviso, me joguei sobre a virilha dela, e comecei a beijar com paixão, depois fui usando minha língua sobre os pelos pubianos dela, até chegar no clitóris. Ela gemia a cada movimento, mas eu não parava, fazendo um trabalho que nunca imaginei que fosse possível. Eu continuei lambendo, chupando e mordendo cada parte da buceta dela, enquanto segurava o cu dela com minhas mãos, e enfiava um dos meus dedos no ânus dela, que também ardia de desejo. "Que deliciosa você é", falei sem parar meu trabalho, "mmmmm, e que suquinho gostoso que sai de você..." Lambi todo o corpo dela, dos pés ao pescoço, as pernas perfeitas dela eram intermináveis, e a buceta dela me fazia estremecer. Mordi com paixão os pelinhos dela, agindo já com instinto quase animal. Flor gozou e os líquidos dela molharam minha boca.
Ela se colocou por cima de mim de um jeito que ficamos abraçadas, como dois corpos fundidos, eu embaixo e ela em cima, nos beijamos, dessa vez nossas línguas brincavam, nossos lábios se mordiam mutuamente. Ao mesmo tempo, nossos peitos se juntavam e nos acariciávamos o corpo inteiro, eu roçava a bunda linda dela e ela passava as mãos da minha cintura até meus quadris, pra depois subir até meus peitos. Flor era uma expert e sabia dar muito prazer. Ela desceu um pouco mais, me mordendo no pescoço pra depois chupar meus peitos e mordiscar meus bicos, meus gemidos aumentavam e eu tava chegando no meu segundo orgasmo.
Ela virou de lado e com a mão foi descendo até tocar minha bucetinha depilada com os dedos, enfiou um deles na minha rachinha e começou a subir e descer até eu gozar de novo, entre soluços e um gemido prolongado. Ficamos abraçadas por uns dois minutos pra depois continuar nos beijando, nos roçando, nos acariciando. Dessa vez foi minha boca que foi percorrendo o corpo dela: meus lábios deslizaram pelo pescoço dela, depois os ombros, os peitos, a cintura, até que ela ficou de barriga pra cima. Enfiei minha cabeça entre as pernas dela e comecei a lamber a virilha enquanto ela se agarrava forte na minha cabeça, as pernas dela estavam totalmente abertas recebendo minhas carícias, meus beijos. Quando minha língua tocou a boceta dela, senti um gosto estranho pra mim, mas ao mesmo tempo muito gostoso, quis recompensar ela pelos dois orgasmos que tive graças a ela e comecei a comer de verdade, minhas unhas cravavam nas coxas dela, minhas mãos tentavam alcançar os peitos dela e minha língua e meus lábios brincavam com a xereca dela e o clitóris, até que ela chegou ao orgasmo, o corpo dela se tensionava por momentos e depois relaxava com um suspiro profundo, pra depois passar a um grito cada vez mais forte.
Depois de um tempinho de descanso, ela começou de novo. Abaixou o rosto. até minha buceta e começou a lamber devagar, primeiro os lábios com a língua meio de fora, depois enfiou ela com maestria, fundo, de repente chegou no clitóris, lambendo de leve no começo, depois com a boca toda. Ela se masturbava enquanto chupava minha racha, eu ouvia o barulho que os dedos dela faziam na buceta dela.
Depois, ela me pegou pelas pernas e abriu, quando já estavam abertas ela foi se deitando devagar em cima de mim, primeiro beijando meu umbigo, depois chupando meus peitos, aí chegou na minha boca e a gente brincou um tempão com nossas línguas, nessa hora eu tava super molhada, e então ela desceu entre minhas pernas e, de um jeito tão delicado que nunca esqueci, com os dedos separou devagar meus lábios da buceta, me deixando toda exposta, ela com a outra mão babou os dedos e com eles pegou meu clitóris entre as pontas dos dedos, esfregando bem devagar, depois de um tempo ela chegou a boca perto e de repente começou a chupar tudo, quando fez isso eu abri as pernas o máximo que pude pra deixar ela ir mais fundo, passava a língua desde meu clitóris, passando pela buceta e terminando no meu cu, depois de fazer isso várias vezes eu tive um orgasmo do caralho, ela recebeu aquele orgasmo na boca, o que deixou ela louca, aí chegou perto de mim e a gente se beijou, ao sentir a língua dela senti meu gosto, nos lábios dela e em parte das bochechas, o que me excitou de novo pra caralho, e comecei a chupar os peitos dela, adorei, a pele dela era macia e os peitos eram duros, era uma sensação estranha mas eu curtia muito, aí decidi beijar a buceta dela, então me abaixei e sem mais nem menos coloquei minha boca na buceta dela, ela se mexia pra caralho e eu não tirava minha boca do clitóris dela e passava a língua com força até ela gozar.
Depois desse último orgasmo, a gente se beijou e se abraçou. Ficamos assim um tempão. Aí fomos tomar banho juntas. Lá a gente se beijou mais e mais, até cansar. Saímos do Tomei um banho, me vesti e fui pra minha casa. Desde então, durante toda a quarentena, a gente não parou de se visitar — ela vinha na minha casa ou eu ia na dela. Inclusive, compramos a mesma lingerie juntas pra usar nos dias que a gente transa. Acho que nessa quarentena toda, eu me apaixonei pela minha amiga Flor.
Flor, se você ler isso, quero viver com você pra sempre...
Abandonei vocês por muito tempo. Dessa vez, vou tentar contar minhas aventuras mais recentes neste início de ano.
Já fui uma vez numa sex shop que fica na rua Hamburgo e me diverti como uma louca vendo os pênis de plástico. Eles me excitaram pra caralho. Eu imaginava uma mulher prendendo um na cintura e usando. Já estava convencida de que só gostava de mulheres, mas os pênis ainda me davam um tesão doido. Sei que algumas mulheres lésbicas não curtem esse tipo de brinquedo. Mas eu sim, mesmo nunca tendo usado. Já meti consolos.
Depois de sair da aula de aeróbica, ficava fantasiando. Tinha três mulheres de quem eu gostava muito.
Lola, da minha idade. Loira e de olhos azuis. Muito meiga. Sonhava que eu a possuía. Primeiro, beijava o cu dela e depois ela metia meu pênis de plástico na boca como se eu fosse um homem. Eu o prendia com um cinto na minha cintura. Depois, pegava a Lola e sentava ela em cima de mim. A gente se beijava e eu a penetrava. Ela se entregava completamente. Pedia pra ela levantar e então metia meu pênis entre os peitos deliciosos dela. Quando imaginei essa cena, gozei.
Lola metia um dedo no meu cu e eu lambia o dela. Sentei ela de novo em mim, mas dessa vez... metia meu pênis de plástico no cu dela. Ela fez uma careta de dor. Eu sentia que a dominava. Finalmente, tirava o cinto e a gente fazia um 69 que durava uma hora. Às vezes, eu dormia me acariciando e me acariciando...
Maria era uma garota superalta. De cabelo comprido. O perfume dela era maravilhoso. Enlouquecia os homens da aula.
Eu imaginava que a gente trocava de papéis. Primeiro eu. Com meu pênis de plástico. Ela metia na boca. Eu tirava e colocava nela. E também chupava ele. Como eu molhava o travesseiro! E babava toda imaginando essas coisas.
Acariciava o clitóris da maravilhosa Maria e ela acariciava meu falo como se Eu estava me masturbando. Depois, passei minha língua no clitóris dela e ouvi ela gemer. "Agora quem eu mais gosto é você", e eu perguntava: "Você seria capaz de me largar?" e ela respondia: "Sim", e eu pensava: "safada". Enfiava meu pau entre os dois peitões dela. Ela lambia meu cu, me fazendo gozar. E aí a gente se deitava na cama pra fazer um 69 foda. Ela ficava por baixo. E como ela mandava bem! Sabia muito mais do que eu. Já tinha ficado com homens e mulheres.
Marta era uma mulher na casa dos trinta. Sempre me lembrava a mãe do Luis, meu vizinho, a Lorena. Mas, na real, elas não se pareciam em nada. Nem no jeito de ser. Marta era casada e tenho certeza de que não sentia a menor atração por mulheres. Ver o corpo forte dela me excitava pra caralho.
A Maria e a Lola eu quase não conhecia e não teria transado com elas. Mas a Marta às vezes sentava comigo e eu amava ela. Talvez fosse menos doce que a Lorena! Mas com certeza mais sincera. Adorava o jeito dela falar e se expressar.
Imaginava a gente começando com um 69, ela por baixo. Eu fechava os olhos. Depois, ela colocava o pau de plástico e eu chupava ele. Ela me empurrava pra frente e me penetrava como se eu fosse uma puta. Eu tremia com a força que ela tinha. Tenho certeza de que ela era mais forte que o marido. Lembro de pensar que o pau de plástico tinha bolas e eu adorava apertar elas. Quando fazia isso, morria de rir.
Ela se jogava como uma loba pra lamber meu cu, uma das minhas fantasias favoritas, e depois enfiava o dedo inteiro no meu rabo até o fundo. Aí, bem devagar, ia metendo aquela coisa toda no meu cu. Fazia isso me dando beijinhos na cara o tempo todo pra não doer tanto. Mas eu tava meio desconfortável, então tirava aquilo de lá e sentava em cima, me penetrando pela frente. Fiquei presa entre os braços e o rosto dela. Tinha me machucado, mas também me queria.
Ela me empurrou pra trás e enfiou um dedo na minha buceta. Depois ela me virou. Me obrigou a levantar e, assim, de cócoras, enfiou o pau de novo, mas agora pela frente. Depois me pegou nos braços, me colocou na cama e ficou lambendo minha buceta toda. Por fim, me possuía de novo, sentada em cima dela. E termino aqui, porque são só minhas fantasias com essas garotas...
Acho que isso ajudou pra que um dia, acontecesse o que vou contar pra vocês. Naquele dia era o aniversário da minha amiga, que chama Florencia. Ela tinha 32, 4 a mais que eu. Ela é muito gostosa, bom, pra mim, ela tem cabelo preto, olhos castanhos, tem mais ou menos a minha altura, tem uns peitos lindos e uma bunda muito melhor. Bom, o aniversário começava de manhã, mas eu ia dormir na casa dela, como sempre fazia quando ia pra lá. Quando cheguei na casa dela, a mãe dela abriu a porta. Entrei e ela falou:
— Passa, Lola, as meninas estão na piscina.
— Valeu, LARISA — respondi.
Me troquei, coloquei meu biquíni azul e fui pro jardim. Lá tava minha AMIGA e umas 10 amigas dela. Também tava a irmã dela, minha outra AMIGA, que tinha. Cumprimentei ela com um beijo, igual todas as amigas. Entramos na piscina e jogamos vôlei, comemos, bom, fizemos tudo que se faz numa festa. Num momento, quando a gente tava dançando com minha Amiga, eu, sem querer, toquei na bunda dela, mas tirei a mão rápido. Meu coração tava batendo forte e eu não sabia o que minha prima ia me dizer, mas também fiquei excitada, porque a bunda dela é uma delícia. Felizmente, ela não falou nada, e passou.
Conforme foi ficando tarde, as amigas foram indo embora, até que ficamos só nós. Depois que elas foram, limpamos tudo, arrumamos um pouco, e entramos pra dentro de casa. Lá dentro tava a Larisa, se arrumando, porque tinha uma festa, e também tava meu amigo Luis, jogando no computador. Às 10:00 a mãe da minha amiga foi embora. Fomos pro quarto da minha prima, enquanto meu amigo continuava jogando no PC. Comecei a ouvir música enquanto minha amiga foi tomar banho. Ela tava no banho fazia uns minutos, e como toda curiosa, fui olhar o armário dela, pra ver o que tinha. Abri ele, e lá encontrei, bom, revistas normais, CDs de música, etc. Fui ver as gavetas de roupa dela, porque sempre gostei das roupas dela. Lá encontrei camisetas, camisas, minissaias, bom, de tudo. Mas tinha uma última gaveta, fechada. com chave. Queria ver o que tinha, mas não tinha a chave. Não sei o que mexi, mas um monte de chaves caiu no chão. Comecei a descartar as grandes, tipo de casa, até que, tentando, achei a da gaveta. Abri ela. Lá dentro tava cheio de lingerie erótica, fio dental, sutiã, tudo de renda. Também tinha cinta-liga, meia longa, baby doll, enfim, de tudo. Amei. Tava quase experimentando uma coisa, quando ouvi o barulho do chuveiro fechando. Fechei tudo rápido, larguei a chave mais ou menos de onde tinha caído, e voltei a ouvir música.
Quando ela entrou no quarto, tava só de toalha, tava linda. Depois, fui tomar banho eu, umas meia hora depois, saí do banheiro. Tinha vestido minha camisola, era de seda, e batia um pouco acima do joelho. Embaixo, coloquei uma calcinha vermelha, muito bonita de renda, e um sutiã, também vermelho. Saí, andei pelo corredor até o quarto, mas antes fechei a porta do quarto da minha amiga, porque ela tinha dormido, e a gente, bom, coloca música ou algo assim, e ela ia acordar. Depois entrei no nosso quarto, e minha amiga já tava dormindo, o que achei estranho, porque a gente sempre ficava até tarde conversando, mas tudo bem, pensei que talvez ela tivesse cansado muito durante o dia. Sem nada pra fazer, fui pra sala ver TV. Tava passando um filme divertido, era uma comédia, então fiquei assistindo.
Quando terminou, não tava passando nada nos outros canais, então fui dormir. Cheguei no quarto. Minha amiga continuava dormindo. Deitei tentando fazer o menor barulho possível. Não conseguia dormir, só virava na cama. Algo dentro de mim me levou até o armário. Tinha ficado surpresa com o que vi. Peguei a chave e abri a gaveta. Procurei uma lanterna, e tirei tudo que gostava. Fui pro banheiro e experimentei, amei. Depois voltei, guardei tudo, larguei a chave, e fui dormir. Eram 2h da manhã.
Algo me acordou. Com Com os olhos quase fechados, olhei pro relógio, eram 11:30 da manhã. Olhei pra frente, e minha surpresa foi encontrar minha prima sentada na minha cama. Assim que vi ela, falei:
— O que cê tá fazendo? Pra que me acordou?
— Melhor você me dizer quem te deu permissão pra mexer nas minhas gavetas — respondeu ela.
— Quê? O que cê tá dizendo?
— Não se faz de sonsa, Fany, sei que você tava revirando tudo, a chave não tava onde sempre fica.
— E o que tem a ver? Pode ter caído — respondi, me fazendo de besta.
— Bom, pode ser, mas então deixa eu verificar uma coisa.
— Claro, o que você quiser — falei.
Aí ela, sem pedir licença, puxou o lençol que me cobria, depois levantou minha camisola e viu que eu tava usando uma das tangas dela, uma vermelha que eu tinha amado. Eu nem tinha percebido e tinha deixado ela vestida.
— E agora, o que você me diz, Fany?
— Ah, não sei, eu... bom, não sei... — a verdade é que até eu tinha me surpreendido, e não sabia o que responder.
— Olha, FANY — ela disse —, não me incomoda que você goste das minhas roupas, ainda mais desse tipo, o que me incomoda é que você não pediu permissão pra pegar.
— Tá bom, te entendo, me perdoa — respondi.
— Agora que tô percebendo, essa tanga fica muito bem em você. Vem, vamos experimentar mais coisas.
— Ah, não sei, Flor. E se a tia ou sua irmã aparecerem e nos virem?
— Não se preocupa, as duas foram pra casa da vó e não voltam até a tarde. Então, quer experimentar as roupas?
— Claro — respondi.
Aí, nós duas começamos a tirar toda a lingerie dela. A verdade é que era um monte, nunca terminávamos de esvaziar a gaveta. Depois, peguei a que eu mais gostava e falei pra ela esperar, que ia no banheiro experimentar. Ela respondeu com um sorriso e disse:
— Pra que ir no banheiro? Não tenha vergonha, troca aqui, estamos entre mulheres, né? Eu aceitei, tanto fazia. Primeiro tirei minha camisola, aí aproveitei que minha AMIGA virou de costas e tirei o sutiã e coloquei um vermelho de renda que eu tinha gostado. Depois, me virei e troquei a calcinha. Coloquei uma, Era pequenininha, vermelha também e de renda. Também tinha tirado umas meias com liga, mas como nunca tinha usado, pedi ajuda pra Flor. Ela veio, colocou o cinta-liga na minha cintura, depois pegou uma meia e foi subindo devagar. Quando as mãos dela roçaram a parte de dentro das minhas coxas, fiquei bem excitada, e acho que ela percebeu porque me olhou e sorriu.
Depois, ela vestiu o conjunto dela. O dela era um espartilho que ia da cintura até debaixo dos peitos e amarrava na frente. Do espartilho saíam as ligas, com as quais prendeu as meias. Depois vestiu uma tanga e um sutiã. O conjunto todo era azul, só que a tanga e o sutiã eram mais clarinhos.
Quando nós duas terminamos de nos trocar, fomos até o espelho e nos olhamos. Sinceramente, eu estava fascinada, amava como esse conjunto ficava em mim, e nela, o dela também ficava lindo. Florencia ficou atrás de mim e, me olhando pelo espelho, disse:
— Fany, que corpo gostoso você tem, dá pra ver que malha.
— Obrigada — respondi. — O seu também é muito lindo e eu adoro.
Num dado momento, Flor começou a acariciar meu cabelo. Eu fiquei imóvel. Não sabia o que fazer, porque, sinceramente, sentia que algo ia rolar. Depois ela me virou, olhou fixo nos meus olhos, se aproximou e me deu um beijo na boca, um beijo maravilhoso. Quando terminou, eu estava como se estivesse em outro mundo, o beijo dela tinha me deixado tipo em coma. Ela me pegou pela mão e me levou até a cama, me sentou e começou a me beijar de novo, mas dessa vez, com a mão dela, acariciava devagar minha bucetinha, por cima da calcinha.
Ela me deitou na cama e tirou meu sutiã. Com a língua, começou a brincar com meus bicos, lambendo bem suave e dando pequenas mordidinhas. Eu estava realmente excitada, e o primeiro gemido escapou da minha boca. Com a língua, ela foi descendo pelo meu abdômen até chegar na minha bucetinha. Afastou um pouco minha calcinha e começou a lamber minha ppk, bem suave, devagar. Depois, ela enfiou um dedo na boca, molhou ele, e começou a acariciar minha buceta. Devagar, soltou minha liga, tirou ela, e aí, com os dentes, pegou minha calcinha fio-dental e tirou ela inteira.
Aí foi minha vez. Enquanto beijava a boca dela, fui desatando o espartilho. Tirei ele e joguei no chão. Depois, enfiei a mão por dentro da calcinha dela e percebi que tava meio molhada. Aí tirei o sutiã dela. Minhas mãos foram pros peitos dela, junto com minha língua. Eram uns peitos lindos. Aí, devagar, fui descendo e tirei a calcinha dela, deixando só as meias, igual ela tinha feito comigo. Com minha língua, lambia os lábios dela, enquanto com um dos meus dedos, acariciava o clitóris dela.
Aí ela enfiou um dos dedos dela na minha buceta e chegou num ponto que me fez arquear de prazer. Comecei a me mexer sem parar, até meio bruscamente. Adorava sentir aquele dedo saindo e entrando no meu corpo. Não aguentava mais, meus suspiros enchiam o quarto, ela percebeu que meu orgasmo tava chegando e acelerou o ritmo enquanto me beijava e acariciava um dos meus peitos, dessa vez com um pouco mais de força. Aí ela enfiou o dedo maior da mão direita na minha boca e mandou eu encharcar ele de saliva. Eu fiz, mas nem imaginava qual era o propósito daquele pedido estranho, e quando o dedo saiu da minha boca, escorrendo saliva, não adivinhei o trajeto até segundos depois, quando senti uma coisa romba e molhada cutucando meu cu, tentando entrar. Por causa da lubrificação, a falange entrou inteira com pouca dificuldade no meu reto, o que me deu uma dor deliciosa. Ela molhou os dedos de uma das mãos com a saliva dela e com eles brincou com meu clitóris por um tempão. Outro dedo tinha invadido meu cu de novo. O prazer subia pro meu cérebro em ondas cada vez mais frequentes e contínuas. Ela percebeu isso e voltou a chupar minha boceta pra eu chegar ao orgasmo pela boca e língua dela. Até que um arrepio Surpreendente, percorreu como um relâmpago minhas costas, me estiquei ao máximo com um solavanco violento e soltei um gemido longo e gostoso. Senti como seus dedos abriam meus lábios latejantes, e sua língua lambia delicadamente, desde os lábios, meu clitóris, meu buraquinho, minhas nádegas, e surpreendentemente me levantou por elas e lambeu meu cu, era a primeira vez que me eletrizava daquele jeito com aquela carícia. Ela não parava, enfiava a língua no meu cu uma e outra vez, enquanto três dos seus dedos esfregavam meus sucos no meu clitóris explodindo. Depois ela pegou cada mamilo entre os lábios esticando, chupando, mordendo, me fazendo sentir aquela mistura estranha de prazer e dor infinita que não acaba, praticamente mamou neles, como se fosse uma criatura de poucos meses, tentando tirar seu alimento diário. E me virou, lambeu meu cu sem parar, sentia que estava cheia do meu próprio fluxo por todo lado, o quarto estava inundado de cheiro de sexo e ela continuava, enfiando um dedo no buraco quente do cu enquanto a outra mão não parava de se arrastar ao longo da minha buceta. —Não aguento mais... não posso mais... enfia os dedos na minha buceta, enfia eles— pedi, ansiosa pra chegar ao orgasmo com os dedos dela dentro de mim.
Agora foi minha vez. Sem aviso, me joguei sobre a virilha dela, e comecei a beijar com paixão, depois fui usando minha língua sobre os pelos pubianos dela, até chegar no clitóris. Ela gemia a cada movimento, mas eu não parava, fazendo um trabalho que nunca imaginei que fosse possível. Eu continuei lambendo, chupando e mordendo cada parte da buceta dela, enquanto segurava o cu dela com minhas mãos, e enfiava um dos meus dedos no ânus dela, que também ardia de desejo. "Que deliciosa você é", falei sem parar meu trabalho, "mmmmm, e que suquinho gostoso que sai de você..." Lambi todo o corpo dela, dos pés ao pescoço, as pernas perfeitas dela eram intermináveis, e a buceta dela me fazia estremecer. Mordi com paixão os pelinhos dela, agindo já com instinto quase animal. Flor gozou e os líquidos dela molharam minha boca.
Ela se colocou por cima de mim de um jeito que ficamos abraçadas, como dois corpos fundidos, eu embaixo e ela em cima, nos beijamos, dessa vez nossas línguas brincavam, nossos lábios se mordiam mutuamente. Ao mesmo tempo, nossos peitos se juntavam e nos acariciávamos o corpo inteiro, eu roçava a bunda linda dela e ela passava as mãos da minha cintura até meus quadris, pra depois subir até meus peitos. Flor era uma expert e sabia dar muito prazer. Ela desceu um pouco mais, me mordendo no pescoço pra depois chupar meus peitos e mordiscar meus bicos, meus gemidos aumentavam e eu tava chegando no meu segundo orgasmo.
Ela virou de lado e com a mão foi descendo até tocar minha bucetinha depilada com os dedos, enfiou um deles na minha rachinha e começou a subir e descer até eu gozar de novo, entre soluços e um gemido prolongado. Ficamos abraçadas por uns dois minutos pra depois continuar nos beijando, nos roçando, nos acariciando. Dessa vez foi minha boca que foi percorrendo o corpo dela: meus lábios deslizaram pelo pescoço dela, depois os ombros, os peitos, a cintura, até que ela ficou de barriga pra cima. Enfiei minha cabeça entre as pernas dela e comecei a lamber a virilha enquanto ela se agarrava forte na minha cabeça, as pernas dela estavam totalmente abertas recebendo minhas carícias, meus beijos. Quando minha língua tocou a boceta dela, senti um gosto estranho pra mim, mas ao mesmo tempo muito gostoso, quis recompensar ela pelos dois orgasmos que tive graças a ela e comecei a comer de verdade, minhas unhas cravavam nas coxas dela, minhas mãos tentavam alcançar os peitos dela e minha língua e meus lábios brincavam com a xereca dela e o clitóris, até que ela chegou ao orgasmo, o corpo dela se tensionava por momentos e depois relaxava com um suspiro profundo, pra depois passar a um grito cada vez mais forte.
Depois de um tempinho de descanso, ela começou de novo. Abaixou o rosto. até minha buceta e começou a lamber devagar, primeiro os lábios com a língua meio de fora, depois enfiou ela com maestria, fundo, de repente chegou no clitóris, lambendo de leve no começo, depois com a boca toda. Ela se masturbava enquanto chupava minha racha, eu ouvia o barulho que os dedos dela faziam na buceta dela.
Depois, ela me pegou pelas pernas e abriu, quando já estavam abertas ela foi se deitando devagar em cima de mim, primeiro beijando meu umbigo, depois chupando meus peitos, aí chegou na minha boca e a gente brincou um tempão com nossas línguas, nessa hora eu tava super molhada, e então ela desceu entre minhas pernas e, de um jeito tão delicado que nunca esqueci, com os dedos separou devagar meus lábios da buceta, me deixando toda exposta, ela com a outra mão babou os dedos e com eles pegou meu clitóris entre as pontas dos dedos, esfregando bem devagar, depois de um tempo ela chegou a boca perto e de repente começou a chupar tudo, quando fez isso eu abri as pernas o máximo que pude pra deixar ela ir mais fundo, passava a língua desde meu clitóris, passando pela buceta e terminando no meu cu, depois de fazer isso várias vezes eu tive um orgasmo do caralho, ela recebeu aquele orgasmo na boca, o que deixou ela louca, aí chegou perto de mim e a gente se beijou, ao sentir a língua dela senti meu gosto, nos lábios dela e em parte das bochechas, o que me excitou de novo pra caralho, e comecei a chupar os peitos dela, adorei, a pele dela era macia e os peitos eram duros, era uma sensação estranha mas eu curtia muito, aí decidi beijar a buceta dela, então me abaixei e sem mais nem menos coloquei minha boca na buceta dela, ela se mexia pra caralho e eu não tirava minha boca do clitóris dela e passava a língua com força até ela gozar.
Depois desse último orgasmo, a gente se beijou e se abraçou. Ficamos assim um tempão. Aí fomos tomar banho juntas. Lá a gente se beijou mais e mais, até cansar. Saímos do Tomei um banho, me vesti e fui pra minha casa. Desde então, durante toda a quarentena, a gente não parou de se visitar — ela vinha na minha casa ou eu ia na dela. Inclusive, compramos a mesma lingerie juntas pra usar nos dias que a gente transa. Acho que nessa quarentena toda, eu me apaixonei pela minha amiga Flor.
Flor, se você ler isso, quero viver com você pra sempre...
1 comentários - Rompi a quarentena na buceta