Primos # 2

Parte 1: https://m.poringa.net/posts/relatos/3678991/Primos-1.htmlPrimos # 2Jogamos uns jogos de tabuleiro nerds que eu nunca tinha ouvido falar e nos divertimos pra caralho. Ela tava usando uns shorts curtos e uma camisa grande demais pra ela que mostrava o sutiã preto de renda quando ela se inclinava pra frente (o que ela fazia direto), e o cabelo dela tava preso em duas marias-chiquinhas. Enquanto jogávamos, ela falou sobre o azar dela com homens, sobre como nós dois nos envolvemos com as pessoas erradas, sobre quanto tempo fazia que um homem não fazia ela gozar e que ela tinha que se masturbar muito ultimamente. Terminamos outro jogo de tabuleiro e algumas garrafas e começamos a jogar outro, mas era longo e complicado, então ela decidiu que a gente devia ver Netflix. Ela tinha uma maratona bem besta que queria que eu visse. Sentamos no sofá com os pés na mesa de centro. Finalmente, ela se aninhou em mim. Acariciei o cabelo dela. Ela colocou a mão na minha barriga. Se mexeu de um jeito que parecia que ela tinha colocado a mão na minha camisa sem querer. Ela deixou ali. Sutilmente coloquei minha mão sobre a dela. Durante uma hora, fingimos ver TV enquanto aumentávamos a aposta devagar. Mãos mais pra baixo das camisas. As pernas dela sobre as minhas. Minha mão na perna dela. Ela manobrou minha mão entre as pernas dela. Nós dois sabíamos o que estávamos fazendo, mas não queríamos admitir. Lentamente, estávamos indo em direção ao que realmente queríamos. Foi a tensão sexual mais doce e ardente que já senti. Minha mão, bem devagar, deslizou pela perna dela. Ela se mexeu pra frente pra me ajudar. Minha mão descansou na coxa interna dela. Ela começou a se mover aos poucos até que minha mão tocou a calcinha molhada dela. Ela enfiou o rosto no meu pescoço. Esfreguei a buceta dela por cima da calcinha e depois deslizei meus dedos por baixo da calcinha e comecei a tocar ela. Ela começou a gemer baixinho. A cabeça dela se enterrou no meu pescoço. A buceta dela era tão quente e pegajosa, os gemidos dela no meu ouvido eram Incríveis, mas não nos olhamos um no outro. Continuamos assim por um bom tempo, evitando de propósito o olhar do outro até que percebi que a hora da vergonha e do desconforto já tinha passado. Peguei o rosto dela, virei pro meu e olhei bem nos olhos dela. Nos beijamos com paixão, enroscamos as línguas, mordemos os lábios enquanto eu continuava tocando ela e esfregando o clitóris dela com o polegar. Deitei ela, tirei a calcinha e admirei a buceta dela perfeitamente lisinha, pequena, molhada e tremendo. Era lindo e eu chupei ela com uma vontade selvagem. Os gemidos eram bem altos. Com as costas arqueadas, ela se sacudiu toda. Não parei até ela gozar com uma explosão de umidade. Não dei tempo pra ela. Tirei minha rolha na hora e coloquei a ponta dentro da minha priminha preciosa, empurrando devagar pra dentro e pra fora. Era apertadíssimo e tinha o melhor agarre. Tenho uma rolha de tamanho respeitável, fui empurrando devagar, mais e mais até ela aguentar tudo. Senti o colo do útero dela. Os olhos dela viraram na cabeça, os gemidos e a respiração dela eram fortes e desesperados. Vou rápido e fundo e ela começa a falar meu nome sem parar e me pede pra não parar. "Por favor, não para". Ela goza forte e fica se contorcendo. Coloco ela no meu colo de frente. Seguro a bunda perfeita dela enquanto ela quica hipnotizante na minha rolha. Ela acelera o ritmo e bate com a buceta na minha rolha com força, uma vez e outra. Tenho que tirar ela de mim pra não gozar. A gente se beija por um segundo e então puxo ela de volta pro meu colo, dessa vez olhando pra mim. Tiro a camisa dela e chupo os peitos dela enquanto ela me monta. Ela segura a parte de trás da minha cabeça com as duas mãos e enfia a língua na minha garganta enquanto começa a agachar na minha rolha. Ela praticamente grita enquanto goza de novo e me aperta forte contra o peito dela e acaricia meu cabelo. Aí deitei ela de novo pra meter mais uma vez. missionário, pra poder gozar. Ela tá mais que molhada, porra, visivelmente escorrendo, mas ainda tem atrito. Tá exausta e sobrecarregada, de boca aberta como se não acreditasse, enquanto eu penetro o mais forte que consigo. Tô prestes a gozar. Tô com tanta vontade de gozar bem fundo dentro dela, mas ela não usa anticoncepcional, não quis arriscar. Tirei e joguei tudo na barriga dela, no peito e um jato nos lábios. Olhei nos olhos dela e comecei a chupar ela de novo devagar, enquanto ela tava coberta de porra, se contorcendo de sensibilidade. Quando termino, ela fala que parece gelatina. A gente se aninha no sofá e ela começa a chorar. Será que a gente realmente fez isso? Acabei dormindo lá. Tomamos banho juntos na manhã seguinte. Ela deixou o xampu cair e se inclinou pra pegar. Disse que não achava. Me perguntou se eu podia ajudar, o que me fez deslizar minha ereção matinal na buceta dela e comecei a comer ela de quatro. Embora a gente tenha brincado com o jogo. Perguntei se ela já tinha achado enquanto metia. Ela disse que não, e pede mais forte. A gente acabou transando por umas horas no sofá, e depois na cama dela. Ela morava com os pais e as irmãs, mas eles viajaram e ela teve que ficar por causa do trabalho. A gente transava a cada duas semanas depois disso. Era difícil por causa da família dela. Transamos num quarto de hotel uma vez. Mas no fim desistimos porque ela começou a sair com um cara que depois de uns meses virou namorado dela, era algo sério. Ainda flertamos de vez em quando. Provavelmente ela trairia ele, mas ainda não rolou. Passei no apartamento dela recentemente pra ajudar com a lição de química... e na verdade a gente só fez a lição de química mesmo.

1 comentários - Primos # 2

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hermosa putita bro mis 10