Sexo pesado

Quando era jovem, fui convidado pra uma festa, e como não tinha nada de especial pra fazer naquela noite, decidi ir. Então, quando escureceu, peguei meu carro e fui pra festa. Quando cheguei, a primeira coisa que fiz foi procurar meus amigos, mas não encontrei ninguém. Fui até o bar e pedi uma cerveja, comecei a beber quando vi, no meio do povo dançando, uma garota linda, de olhos verdes e cabelo afro. Decidi que, acontecesse o que acontecesse, eu ia comer aquela mina. Então me aproximei devagar da minha presa e notei que ela dançava sozinha, o que achei estranho. Falei: "Oi, sou Jorge". Ela respondeu: "E daí?" Não desanimei e continuei dançando perto dela. Dava pra sentir o perfume inebriante dela, que arrepiou a pele. De repente, ela mudou de atitude e disse, com um sorriso: "Vamos pro bar." Foi lá que ela me contou que tinha terminado com o namorado e que, no momento, não queria envolvimento com ninguém. "Sabe por que eu falei com você?", ela disse. "Porque você parece gay." Fiquei vermelho, mas não liguei muito. Respondi: "Você não sabe o que tá dizendo, às vezes as aparências enganam." "Vamos dançar", falei. Peguei um par de cervejas e levei ela pra pista. Ficamos um tempo bebendo e dançando até que ela disse: "Vamos lá fora, né?" "Vamos", respondi. Já no jardim, ela sentou perto de uma árvore e eu, sem aguentar mais, comecei a beijar ela nas orelhas, na boca, no pescoço, e minha mão rapidamente desabotoou o vestido dela. Dois peitos saltaram pra fora, e eu lambi eles à vontade. Ela ria, e com a outra mão desci até o quadril dela e tentei tirar a calcinha, mas ela disse: "Não, isso não." "Sim", falei. Ela começou a me empurrar, e eu, com a rola completamente dura, dei um tapa nela. Ela ficou mole, mas não desmaiou. Arrastei ela pra um arbusto, arranquei a calcinha dela de uma vez, e abrindo as pernas dela, vi a buceta dela, coberta de pelos crespos. Não arrisquei chupar, porque podiam nos ver. Preferi baixar minha calça e meter nela. Forte pra caralho. Ela soltou um gemido e eu comecei a meter nela o mais rápido e forte que conseguia, enquanto mordia os peitos dela. No fim, gozei dentro dela e foi um dos orgasmos mais gostosos que já tive. Já ia embora, quando ela falou:
— Espera, não me deixa aqui.
Eu hesitei entre ir embora ou dar ouvidos a ela. Escolhi a segunda opção. Emprestei meu casaco pra ela e a levei até meu carro. Ela se recostou no vidro do automóvel e disse:
— Me leva pra minha casa.
Ela me deu o endereço e, quando chegamos, ajudei ela a entrar. Ela falou:
— Espera aí, vou tomar um banho.
Eu tava desnorteado, mas me acalmei e tomei um gole. Ela saiu do banho enrolada num roupão. Tava tocando uma música suave e eu abracei ela e comecei a dançar junto. Ela olhou nos meus olhos e disse:
— Me come tão forte que doa.
Eu não precisei ser convidado duas vezes e levei ela pro quarto. Me despi o mais rápido que pude e, ao ver minha pica dura, ela falou:
— Me dá.
E num pulo, pegou minha pica e começou a lamber da cabeça pra baixo, depois enfiou na boca, desceu até as bolas e chupou tudo. Eu sentia que ia gozar. Agarrei ela pela cintura, coloquei ela de quatro e, lubrificando o cu dela com um creme que achei, fui penetrando devagar, aproveitando cada centímetro que enfiava. Quando tava tudo dentro, comecei o vai e vem, suave e forte, enquanto ela reclamava baixinho. Eu, enquanto isso, acariciava aquele par de bundas e aquele par de peitos do meu jeito. Quando gozei dentro dela, desabei por cima e fiquei um tempão assim. Depois, tomei banho e, quando saí, ela tava bebendo. Disse:
— Já vai?
— Vou, sim — respondi.
Ela perguntou:
— Qual é o seu nome?
— Jorge — falei.
— Eu sou a Mariela e sou telefonista.
Quando saí, dirigindo, pensei comigo: "Essas coisas só acontecem uma vez na vida.

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