Espero que gostem, essa é a primeira história que escrevo. Eu comando um lugar onde você pode se divertir com várias minas, desde que pague. A maioria das garotas que trabalham aqui vem por conta própria, outras têm os pais que nos devem grana e vêm pra cá pra pagar as dívidas. Algumas minas são bem gostosas, e pra se divertir com elas precisa pagar um preço salgado. Temos outras formas de entretenimento aqui no meu negócio, mas você tem que ser cuidadoso, senão pode se meter em encrenca.
Essa foi a situação de um cliente que tava devendo uma boa grana pra gente. Ele era um cara chamado Alonso, que tinha bastante dinheiro, mas não cuidou do que fazia e acabou se ferrando. Decidi falar pessoalmente com ele, então mandei ele me encontrar no escritório. A gente conversou por um tempão pra chegar num acordo de pagamento, mas ele tava cheio de problemas. Aí eu falei: "Tá bem, Alonso. A gente sabe que você tem uma filha bem gostosa e acha que ela pode te ajudar a resolver seus problemas."
Alonso: "Eu não tenho filha nenhuma, só preciso de mais tempo pra pagar vocês. Me dá mais tempo."
"Desculpa, Alonso, a gente quer o dinheiro agora. Sabemos que você tem uma filha porque te seguimos. Se não quiser que algo ruim aconteça, você vai ter que fazer ela vir aqui, já sabe, pra pagar o que o pai dela deve. Você tem um dia pra nos dizer se aceita. Por enquanto, pensa aí."
(Alonso saiu do escritório.)
Alonso foi pra casa. No caminho inteiro, ficou pensando no que fazer, sem ideia do que ia falar pra filha dele, que é bem gostosa, magrinha, não tem peitão grande, mas tem uma bunda boa.
Alonso chegou em casa e chamou a filha pra descer e comer alguma coisa, tinha pedido comida pros dois. Depois de um tempo, começaram a conversar.
Alonso: — Filha, preciso que você me faça um favor.
Alejandra: — Que favor, pai?
Alonso: — Não é nada difícil, só preciso que você vá com uns amigos trabalhar num bar.
Alejandra: — Num bar?
Alonso: — Sim, são uns amigos meus que precisam de ajuda. Eu disse que talvez você pudesse dar uma mão. Dá pra fazer isso por mim?
Alejandra: — Não sei, não tô muito a fim de trabalhar num bar.
Alonso: — Por favor, Alejandra, vai ser só uma noite e pronto. Não te custa nada, faz isso pelo seu pai.
Alejandra: — Tá bom, pai, mas só uma noite.
O que Alejandra não sabia é que ela não ia trabalhar num bar, mas sim ser usada pelo maior pagador da noite.
Alonso me ligou dizendo que a filha ia pagar a dívida dele, então esperamos eles do lado de fora do estabelecimento. Quando chegaram, ela parecia com medo, e eu disse: "Não se preocupa, vai dar tudo certo. Entra e se prepara." (Pedi pra um dos meus ajudantes levar ela pra dentro pra vestirem ela de um jeito mais adequado pra situação.)
— Tá bem, Alonso, pode ir. Te ligo daqui uns dias, quando sua filha pagar o que nos deve.
Alonso: — Espera, achei que era só uma noite...
— Uma noite? Com o que você nos deve (soltei uma risadinha), ela vai ficar aqui por vários dias. Que pai de merda você é, entregar sua filha pra pagar sua dívida. Espero que não tenha enganado ela sobre o que vai fazer aqui.
Alonso não sabia o que responder. Ele só tinha dito pra filha que ela trabalharia num bar, mas nunca contou o que ela realmente teria que fazer lá dentro.
— Bom, Alonso, vou entrar pra curtir a noite. Espero que você também se divirta, hahaha.
Alejandra não fazia ideia do que estava rolando. Levaram ela pra um quarto e mandaram ela usar o que tinham deixado lá. Ela recusou, mas ameaçaram ela, e sem outra opção, ela aceitou.
Já vestida com sua lingerie preta que ficava incrível nela, decidimos anunciar que tinha uma nova garota muito gostosa vindo trabalhar aqui. Vários homens começaram a oferecer dinheiro por ela, mas no final o vencedor foi um cara bem alto, uns 36 anos, cliente frequente nosso. Nenhuma das nossas meninas queria ficar com ele porque ele era meio bruto. Levamos ele até o quarto e lá a ação começou.
Alejandra: — Por favor, não me faz nada, não sei por que me colocaram aqui.
Cliente: — Não se preocupa, gostosa, não vou te machucar se você fizer o que eu mandar. E agora quero que você venha aqui e me chupe (tirou o pauzão dele da calça).
Alejandra: — (tentou sair do quarto, mas não conseguiu porque o cliente segurou ela pela mão e jogou na cama)
Cliente: — Parece que vou ter que te ensinar como as coisas funcionam aqui (pegou ela pelo cabelo e forçou ela a ficar de joelhos). Espero que você faça um bom trabalho (Alejandra não abria a boca e ficava se mexendo). O cliente deu um tapa nela, deixando a bochecha vermelha.
Cliente: — É assim que as coisas vão funcionar: se você obedecer, vai se dar melhor; se não, vou ter que fazer algo mais pesado. Entendeu?
Alejandra: — (balançou a cabeça confirmando que entendeu)
Cliente: — Agora chupa, sua puta.
Alejandra começou a chupar, mas mal cabia uma parte do pau na boca dela. O cliente segurou a cabeça dela e enfiou tudo na boca dela. Alejandra, quase vomitando, tentava se soltar, mas não conseguia. Ele tirou. Parecia que ele estava adorando, mas Alejandra viu uma chance de escapar e tentou sair do quarto, mas a porta estava trancada.
Cliente: — Parece que você não entendeu e vou ter que te castigar por isso.
Pegou Alejandra, carregou ela e jogou na cama. Para ele, não era difícil, porque ele era bem grande e meio musculoso. Mover Alejandra não era trabalho duro, já que ela é uma garota magrinha.
Colocou a Alejandra de quatro, abriu o cu dela e enfiou a pica na entrada do cu. Alejandra se mexia, tentando se soltar, e o cliente disse: "Isso é pra você aprender, tudo isso é por querer fugir de mim." Empurrou a cara dela contra a cama, segurou os pulsos dela pelas costas e pressionou com força a cabeça da pica na entrada do cu dela. Alejandra chorava, porque a dor era muito forte, enquanto o cliente começava a meter e tirar, apertando cada vez mais até que a pica dele entrasse completamente no cu da Alejandra.
Cliente: "Não vou te deixar ir até você tirar toda a minha porra e eu gozar dentro do seu cu."
Alejandra só gritava, e o cliente metia cada vez mais fundo e mais rápido, não parava por nada. Dava tapas na bunda dela e dizia: "Espero que aprenda com isso, da próxima vez vai ser bem obediente comigo." Continuava enfiando a pica enorme dele uma e outra vez.
Alejandra só continuava de quatro, recebendo as investidas daquele homem, até que ele disse: "Chegou a hora disso acabar." Alejandra virou o olhar pra ver o que ele ia fazer, e ele continuou metendo a pica no cu dela, segurou a cintura dela, puxou ela pra mais perto e gozou dentro dela. O cliente se vestiu e saiu de lá com um sorrisão.
Alejandra não conseguia se mexer, ainda sentia muita dor, só sentia o semen daquele homem escorrendo do cu dela. Entraram pra ver como Alejandra estava e viram que ela tava chorando. Decidiram que por aquela noite era o suficiente, mas no dia seguinte ela teria que trabalhar mais.
ESSE É O FIM DA MINHA PRIMEIRA HISTÓRIA, ESPERO QUE TENHAM GOSTADO. SE QUISEREM QUE EU CONTINUE A HISTÓRIA, ME DIGAM NOS COMENTÁRIOS. VOU ESTAR LENDO AS RECOMENDAÇÕES.
Essa foi a situação de um cliente que tava devendo uma boa grana pra gente. Ele era um cara chamado Alonso, que tinha bastante dinheiro, mas não cuidou do que fazia e acabou se ferrando. Decidi falar pessoalmente com ele, então mandei ele me encontrar no escritório. A gente conversou por um tempão pra chegar num acordo de pagamento, mas ele tava cheio de problemas. Aí eu falei: "Tá bem, Alonso. A gente sabe que você tem uma filha bem gostosa e acha que ela pode te ajudar a resolver seus problemas."
Alonso: "Eu não tenho filha nenhuma, só preciso de mais tempo pra pagar vocês. Me dá mais tempo."
"Desculpa, Alonso, a gente quer o dinheiro agora. Sabemos que você tem uma filha porque te seguimos. Se não quiser que algo ruim aconteça, você vai ter que fazer ela vir aqui, já sabe, pra pagar o que o pai dela deve. Você tem um dia pra nos dizer se aceita. Por enquanto, pensa aí."
(Alonso saiu do escritório.)
Alonso foi pra casa. No caminho inteiro, ficou pensando no que fazer, sem ideia do que ia falar pra filha dele, que é bem gostosa, magrinha, não tem peitão grande, mas tem uma bunda boa.
Alonso chegou em casa e chamou a filha pra descer e comer alguma coisa, tinha pedido comida pros dois. Depois de um tempo, começaram a conversar. Alonso: — Filha, preciso que você me faça um favor.
Alejandra: — Que favor, pai?
Alonso: — Não é nada difícil, só preciso que você vá com uns amigos trabalhar num bar.
Alejandra: — Num bar?
Alonso: — Sim, são uns amigos meus que precisam de ajuda. Eu disse que talvez você pudesse dar uma mão. Dá pra fazer isso por mim?
Alejandra: — Não sei, não tô muito a fim de trabalhar num bar.
Alonso: — Por favor, Alejandra, vai ser só uma noite e pronto. Não te custa nada, faz isso pelo seu pai.
Alejandra: — Tá bom, pai, mas só uma noite.
O que Alejandra não sabia é que ela não ia trabalhar num bar, mas sim ser usada pelo maior pagador da noite.
Alonso me ligou dizendo que a filha ia pagar a dívida dele, então esperamos eles do lado de fora do estabelecimento. Quando chegaram, ela parecia com medo, e eu disse: "Não se preocupa, vai dar tudo certo. Entra e se prepara." (Pedi pra um dos meus ajudantes levar ela pra dentro pra vestirem ela de um jeito mais adequado pra situação.)
— Tá bem, Alonso, pode ir. Te ligo daqui uns dias, quando sua filha pagar o que nos deve.
Alonso: — Espera, achei que era só uma noite...
— Uma noite? Com o que você nos deve (soltei uma risadinha), ela vai ficar aqui por vários dias. Que pai de merda você é, entregar sua filha pra pagar sua dívida. Espero que não tenha enganado ela sobre o que vai fazer aqui.
Alonso não sabia o que responder. Ele só tinha dito pra filha que ela trabalharia num bar, mas nunca contou o que ela realmente teria que fazer lá dentro.
— Bom, Alonso, vou entrar pra curtir a noite. Espero que você também se divirta, hahaha.
Alejandra não fazia ideia do que estava rolando. Levaram ela pra um quarto e mandaram ela usar o que tinham deixado lá. Ela recusou, mas ameaçaram ela, e sem outra opção, ela aceitou.
Já vestida com sua lingerie preta que ficava incrível nela, decidimos anunciar que tinha uma nova garota muito gostosa vindo trabalhar aqui. Vários homens começaram a oferecer dinheiro por ela, mas no final o vencedor foi um cara bem alto, uns 36 anos, cliente frequente nosso. Nenhuma das nossas meninas queria ficar com ele porque ele era meio bruto. Levamos ele até o quarto e lá a ação começou.Alejandra: — Por favor, não me faz nada, não sei por que me colocaram aqui.
Cliente: — Não se preocupa, gostosa, não vou te machucar se você fizer o que eu mandar. E agora quero que você venha aqui e me chupe (tirou o pauzão dele da calça).
Alejandra: — (tentou sair do quarto, mas não conseguiu porque o cliente segurou ela pela mão e jogou na cama)
Cliente: — Parece que vou ter que te ensinar como as coisas funcionam aqui (pegou ela pelo cabelo e forçou ela a ficar de joelhos). Espero que você faça um bom trabalho (Alejandra não abria a boca e ficava se mexendo). O cliente deu um tapa nela, deixando a bochecha vermelha.
Cliente: — É assim que as coisas vão funcionar: se você obedecer, vai se dar melhor; se não, vou ter que fazer algo mais pesado. Entendeu?
Alejandra: — (balançou a cabeça confirmando que entendeu)
Cliente: — Agora chupa, sua puta.
Alejandra começou a chupar, mas mal cabia uma parte do pau na boca dela. O cliente segurou a cabeça dela e enfiou tudo na boca dela. Alejandra, quase vomitando, tentava se soltar, mas não conseguia. Ele tirou. Parecia que ele estava adorando, mas Alejandra viu uma chance de escapar e tentou sair do quarto, mas a porta estava trancada.
Cliente: — Parece que você não entendeu e vou ter que te castigar por isso.
Pegou Alejandra, carregou ela e jogou na cama. Para ele, não era difícil, porque ele era bem grande e meio musculoso. Mover Alejandra não era trabalho duro, já que ela é uma garota magrinha.
Colocou a Alejandra de quatro, abriu o cu dela e enfiou a pica na entrada do cu. Alejandra se mexia, tentando se soltar, e o cliente disse: "Isso é pra você aprender, tudo isso é por querer fugir de mim." Empurrou a cara dela contra a cama, segurou os pulsos dela pelas costas e pressionou com força a cabeça da pica na entrada do cu dela. Alejandra chorava, porque a dor era muito forte, enquanto o cliente começava a meter e tirar, apertando cada vez mais até que a pica dele entrasse completamente no cu da Alejandra.Cliente: "Não vou te deixar ir até você tirar toda a minha porra e eu gozar dentro do seu cu."
Alejandra só gritava, e o cliente metia cada vez mais fundo e mais rápido, não parava por nada. Dava tapas na bunda dela e dizia: "Espero que aprenda com isso, da próxima vez vai ser bem obediente comigo." Continuava enfiando a pica enorme dele uma e outra vez.
Alejandra só continuava de quatro, recebendo as investidas daquele homem, até que ele disse: "Chegou a hora disso acabar." Alejandra virou o olhar pra ver o que ele ia fazer, e ele continuou metendo a pica no cu dela, segurou a cintura dela, puxou ela pra mais perto e gozou dentro dela. O cliente se vestiu e saiu de lá com um sorrisão.
Alejandra não conseguia se mexer, ainda sentia muita dor, só sentia o semen daquele homem escorrendo do cu dela. Entraram pra ver como Alejandra estava e viram que ela tava chorando. Decidiram que por aquela noite era o suficiente, mas no dia seguinte ela teria que trabalhar mais.
ESSE É O FIM DA MINHA PRIMEIRA HISTÓRIA, ESPERO QUE TENHAM GOSTADO. SE QUISEREM QUE EU CONTINUE A HISTÓRIA, ME DIGAM NOS COMENTÁRIOS. VOU ESTAR LENDO AS RECOMENDAÇÕES.
0 comentários - Primeira parte