Meu sobrinho me entrega minha calcinha cheia do esperma dele depois de aproveitá-la o fim de semana inteiro, isso faz com que eu queira algo mais agora. O fim de semana passou como qualquer outro, mas conforme o domingo avançava e a tarde caía, a incerteza de saber como estaria minha calcinha e tudo que meu sobrinho teria feito com ela me excitava. Devo dizer que meu marido percebeu essa ansiedade e me disse: "você está meio estranha". Eu perguntei o que ele queria dizer com isso, e ele respondeu: "sim, estranha, tipo com tesão, mas não quer falar". Lógico que eu estava meio excitada, já que não sabia o destino da minha calcinha. Por um momento, também fiquei nervosa, pois não sabia se tinham encontrado ela com meu sobrinho e, se sim, o que aconteceria, se ele diria que era minha ou sei lá. "Pois é, um pouco", acabei dizendo. A gente transou e de certa forma isso me relaxou um pouco, mas minha dúvida ainda continuava latente. Segunda-feira chegou e tudo começou normal. Lá pelas 13h15, senti minha ansiedade crescer, já que meu sobrinho não demoraria a chegar. Esperei quinze minutos quando ouvi o portão abrir e fui abrir a porta. Era ele. Ele entrou e me cumprimentou como de costume. "Estava te esperando", falei. Ele não disse nada, sorriu e tirou a mochila. Fomos para o sofá da sala e sentamos. Ele abriu a mochila e tirou uma camiseta, que colocou sobre as pernas, e deixou a mochila no chão. Estendeu a camiseta e minha calcinha ficou à mostra. "Aqui está, gozei muito nela", ele disse. Eu peguei pelas laterais e levantei. A cor roxa estava mais forte em vários lugares e o tecido endurecido. O safado quase não deixou lugar sem molhar, da frente até a parte das nádegas estava escura e dura, era óbvio que ele tinha aproveitado bem. A parte interna que correspondia à minha buceta também não escapou. Aproximei do meu rosto um pouco e senti o cheiro do esperma dele, era forte. "Desde quando você começou?" "Sexta, quando cheguei em casa, mas sábado foi quando mais meti, como fico sozinho até as 4", "Valeu, tão bonitas, quer ficar com elas?" Ela balançou a cabeça, "vou lavar pra você poder usar de novo, ok?" "Aham" Levantei com a calcinha na mão e fui pro meu quarto, joguei no cesto de roupa suja e abri a gaveta das minhas calcinhas, peguei o sutiã roxo que combinava com a calcinha que tinha dado pra ela e voltei pra sala, "toma", falei entregando o sutiã pra ele, "enche ele também" Ele olhou e pegou, sem se levantar começou a desabotoar a calça pra tirar o pau, já tava duro, "Agora não, seu tio tá chegando, mais tarde" falei, e ele guardou o sutiã na mochila e fechou, ainda com o pau pra fora, percebeu que eu tava olhando, sentei do lado dele e minha mão foi procurar, meu polegar e indicador seguraram ele dos lados apertando pra sentir a dureza, tava quente também, uma gota de líquido brilhoso saiu dele, soltei e com o dedo indicador toquei a gota fazendo movimentos circulares na cabeça dele, agora ele todo tava brilhoso. O som de um carro estacionando lá fora me parou, "seu tio, vai pro banheiro" Ele levantou rápido e entrou, eu fui pra cozinha e comecei a tirar os pratos pra servir a comida, a porta abriu "Cheguei" disse meu marido chegando na cozinha "Já tá pronto? Tenho que sair logo", "Claro, senta que vou servir." Ele sentou e nessa hora meu sobrinho saiu do banheiro, eles se cumprimentaram e eu levei a comida pra mesa, meu sobrinho me ajudou e sentamos pra comer "Seu tio disse que tá com pressa" comentei como se fosse pra ele perceber que teria tempo pra brincar com a peça que tinha dado, "Isso mesmo" disse meu marido, "Tenho que ver um cliente importante e é uma grana boa que posso ganhar", "Tomara que dê tudo certo" comentei de novo, nisso meu sobrinho falou "Amanhã e depois acho que não vou poder vir, tenho que fazer uns trabalhos da escola", "Tudo bem" disse meu marido, "é menciona eu, "Você também pode falar pros seus amigos que podem fazer aqui, sem problema" adicionei "É sim" disse meu marido "Então vou falar com eles pra ver o que dizem, mas não quero dar tanto trabalho, porque seria saindo da escola" completei "não importa e não é trabalho, só me avisa pra fazer mais comida". Terminamos de comer e meu marido foi embora, não sem antes se despedir com um beijo e um apertão na bunda. Se despediu do meu sobrinho e foi fechando o portão. O barulho do motor do carro se perdeu. Voltei pra mesa pra pegar os pratos e meu sobrinho me ajudou a levar pra cozinha e lavar. Conversamos besteiras naquele momento e ele foi fazer a tarefa enquanto eu terminava de arrumar as coisas na geladeira. Voltei pra sala, ele estava lá sentado sublinhando um livro. Sentei do lado dele e ele colocou os materiais na mesinha. "Posso falar uma coisa tia e a senhora não fica brava?" A pergunta me tirou do contexto de repente, porque eu ficaria brava com o quê, afinal. "Claro, pode me perguntar o que quiser, sobre o que quiser ou me falar o que quiser" Notei que ele estava meio nervoso. "A senhora quando casou com meu tio, era virgem?" Eu sorri um pouco, "Não" respondi "Não era virgem" comentei, notei que ele ficou ali pensando "Seu tio também não foi o primeiro, caso queira saber" adicionei. "Já viu porno?" ele perguntou "Sim, às vezes com seu tio", então lembrei que na sexta tinha tirado um filme pornô, levantei do sofá e fui até a televisão "Você já viu?" perguntei "Sim, às vezes levam na escola revistas ou passam vídeos no celular" respondeu "E você gosta?" comentei enquanto ainda procurava, já que não lembrava onde tinha colocado o vídeo "Algumas sim" então encontrei e liguei a televisão e o aparelho de dvd, coloquei o disco, peguei o controle da TV e do aparelho, sentei no sofá e apertei o play. A cena começou, a música eletrônica tocava e a garota jovem e gostosa aparecia num shortinho minúsculo e um top sem Sustentei, notei que meu sobrinho ficava excitado. Chegou um cara com uma camiseta e uma calça jeans. Depois da troca de frases em inglês, ele tocava os peitos dela e tirava o top, continuando com o short até deixá-la de calcinha. Ela se ajoelhava na frente dele e tirava a calça, deixando à mostra o pauzão depilado e venoso. Ela pegava com as duas mãos e, depois de lamber a cabeça, enfiava na boca e começava a chupar.
Meu sobrinho tava muito excitado, a calça dele deixava ver o volume, e minha mão foi até lá, acariciando o pau dele por cima da calça com um dedo. Ele se recostou no sofá. "Seu tio adora quando fazem isso", falei. "O quê, passar a mão?", ele disse. "Não, chupar". Os olhos dele se fixaram nos meus lábios e voltaram a ver o filme. A garota tinha quase metade do pau do cara na boca, dava pra ouvir o barulho da garganta e da saliva cada vez que ela recebia. "Tira a roupa", falei. Ele se despiu rápido, tava bonito. O pinto dele ficou completamente exposto, os pelos cobriam parte da pélvis. Ele tava ali parado na minha frente. Apontei com a mão pra ele sentar. Ele sentou, se recostando um pouco no encosto do sofá. Vi de novo o pau duro dele, coroado por uma gota de líquido brilhoso que começava a descer pela cabeça. Me ajoelhei entre as pernas dele e aproximei minha boca. Senti o cheiro e minha língua acariciou a glande, pegando aquela gota. Tinha um gosto salgado. Notei que a respiração dele acelerou. Minhas mãos foram pras coxas dele, finas mas firmes e fortes. "Calma", falei. "Sim", respondeu. Me aproximei de novo, tocando a cabeça dele com a língua, dando uma lambida que fez ele se contorcer no sofá. Intuí que ele tava perto de gozar. Notei que os ovos dele estavam cheios. Aí tirei a blusa e o sutiã, deixando meus peitos expostos. Ele olhou surpreso, dava pra ver que ele gostou. Me ajeitei um pouco, me aproximando mais dele, me enfiando entre as pernas dele de um jeito que meus peitos ficaram perto do pau dele, que peguei com a mão e... Apertei com força tanto no tronco quanto pressionando a cabeça dele com meu dedo, isso conseguiu acalmar um pouco a ereção dele. “Pode pegar neles, se quiser.” As mãos dele foram pros meus peitos e começou a apalpar, agarrando meus mamilos e abrindo bem as mãos pra pegar meus seios inteiros. Senti ele endurecer de novo na minha mão e comecei a masturbar ele, apertando o pau dele e levando a mão pra trás e pra frente. Não demorou muito e de repente ele gemeu. Não sei como, me mexi pra ficar mais perto e vi o gozo dele jorrando e batendo nos meus peitos. Tava quentinho, parecia gotas de água branca. Meus peitos receberam aquilo e então me aproximei um pouco mais, fazendo com que um dos jatos acertasse meu rosto. Ele gemeu baixinho e então senti que ele foi perdendo a dureza. Me aproximei e chupei a cabeça dele, limpando o que tinha sobrado de gozo ali. “Aaah”, ele fez. Vi como ele relaxou e notei a transpiração dele.
O silêncio tomou conta por um tempo, enquanto eu via como o gozo dele tinha se espalhado pelos meus peitos. Sentei do lado dele, me recostando também no sofá. O filme continuava passando e a garota tava de quatro, recebendo o pauzão daquele cara.
Apertei o stop e a tela ficou azul.
“Você goza muito e bem quentinho”, falei. “É, às vezes mais grosso, mas nem sempre. Vou no banheiro.” Ele se levantou e foi pro banheiro. Peguei a blusa e limpei o gozo dele. Ele voltou e sentou de novo. Minha mão foi pro pau dele sem dar tempo de nada, comecei a acariciar e notei que ele começava a endurecer. “Só relaxa”, falei. Me ajoelhei de novo e abri as pernas dele. O pau dele, meio duro, tava ali, me esperando. Abri minha boca e meti ele inteiro, chupando. Senti como ele endureceu rápido. Meus lábios apertaram ele e minha mão pegou nas bolas dele. Comecei a descer e subir sem soltar, minha língua passava ao mesmo tempo na parte de baixo do pau dele. Senti a respiração ofegante dele, meus lábios apertavam. Ele levantou um pouco o quadril. “Aah...” Um jorro saiu. Senti o calor. “Aah...” de novo, e continuava saindo. Minha boca agora recebia o gozo quente dele. aaah" chupa de novo, eu tinha na minha boca todo o gozo dele, fui soltando o pau dele aos poucos até sair, senti o líquido do gozo dele, ele me olhava, abri minha boca pra ele ver, ele sorriu. Levantei e fui pro banheiro, parei na frente do espelho e abri minha boca, vi o sêmen dele misturado com minha saliva e aí passei a língua, senti a textura grossa e um gosto doce, também consegui sentir o cheiro, não era forte. Enxaguei a boca e voltei pra sala. Tirei o filme e desliguei o aparelho e a televisão, peguei minhas roupas "Vou lavar" falei e fui pro meu quarto pegar a roupa suja. Ao passar pela sala falei pra ele "Não esquece de falar com seus colegas de equipe
Meu sobrinho tava muito excitado, a calça dele deixava ver o volume, e minha mão foi até lá, acariciando o pau dele por cima da calça com um dedo. Ele se recostou no sofá. "Seu tio adora quando fazem isso", falei. "O quê, passar a mão?", ele disse. "Não, chupar". Os olhos dele se fixaram nos meus lábios e voltaram a ver o filme. A garota tinha quase metade do pau do cara na boca, dava pra ouvir o barulho da garganta e da saliva cada vez que ela recebia. "Tira a roupa", falei. Ele se despiu rápido, tava bonito. O pinto dele ficou completamente exposto, os pelos cobriam parte da pélvis. Ele tava ali parado na minha frente. Apontei com a mão pra ele sentar. Ele sentou, se recostando um pouco no encosto do sofá. Vi de novo o pau duro dele, coroado por uma gota de líquido brilhoso que começava a descer pela cabeça. Me ajoelhei entre as pernas dele e aproximei minha boca. Senti o cheiro e minha língua acariciou a glande, pegando aquela gota. Tinha um gosto salgado. Notei que a respiração dele acelerou. Minhas mãos foram pras coxas dele, finas mas firmes e fortes. "Calma", falei. "Sim", respondeu. Me aproximei de novo, tocando a cabeça dele com a língua, dando uma lambida que fez ele se contorcer no sofá. Intuí que ele tava perto de gozar. Notei que os ovos dele estavam cheios. Aí tirei a blusa e o sutiã, deixando meus peitos expostos. Ele olhou surpreso, dava pra ver que ele gostou. Me ajeitei um pouco, me aproximando mais dele, me enfiando entre as pernas dele de um jeito que meus peitos ficaram perto do pau dele, que peguei com a mão e... Apertei com força tanto no tronco quanto pressionando a cabeça dele com meu dedo, isso conseguiu acalmar um pouco a ereção dele. “Pode pegar neles, se quiser.” As mãos dele foram pros meus peitos e começou a apalpar, agarrando meus mamilos e abrindo bem as mãos pra pegar meus seios inteiros. Senti ele endurecer de novo na minha mão e comecei a masturbar ele, apertando o pau dele e levando a mão pra trás e pra frente. Não demorou muito e de repente ele gemeu. Não sei como, me mexi pra ficar mais perto e vi o gozo dele jorrando e batendo nos meus peitos. Tava quentinho, parecia gotas de água branca. Meus peitos receberam aquilo e então me aproximei um pouco mais, fazendo com que um dos jatos acertasse meu rosto. Ele gemeu baixinho e então senti que ele foi perdendo a dureza. Me aproximei e chupei a cabeça dele, limpando o que tinha sobrado de gozo ali. “Aaah”, ele fez. Vi como ele relaxou e notei a transpiração dele.
O silêncio tomou conta por um tempo, enquanto eu via como o gozo dele tinha se espalhado pelos meus peitos. Sentei do lado dele, me recostando também no sofá. O filme continuava passando e a garota tava de quatro, recebendo o pauzão daquele cara.
Apertei o stop e a tela ficou azul.
“Você goza muito e bem quentinho”, falei. “É, às vezes mais grosso, mas nem sempre. Vou no banheiro.” Ele se levantou e foi pro banheiro. Peguei a blusa e limpei o gozo dele. Ele voltou e sentou de novo. Minha mão foi pro pau dele sem dar tempo de nada, comecei a acariciar e notei que ele começava a endurecer. “Só relaxa”, falei. Me ajoelhei de novo e abri as pernas dele. O pau dele, meio duro, tava ali, me esperando. Abri minha boca e meti ele inteiro, chupando. Senti como ele endureceu rápido. Meus lábios apertaram ele e minha mão pegou nas bolas dele. Comecei a descer e subir sem soltar, minha língua passava ao mesmo tempo na parte de baixo do pau dele. Senti a respiração ofegante dele, meus lábios apertavam. Ele levantou um pouco o quadril. “Aah...” Um jorro saiu. Senti o calor. “Aah...” de novo, e continuava saindo. Minha boca agora recebia o gozo quente dele. aaah" chupa de novo, eu tinha na minha boca todo o gozo dele, fui soltando o pau dele aos poucos até sair, senti o líquido do gozo dele, ele me olhava, abri minha boca pra ele ver, ele sorriu. Levantei e fui pro banheiro, parei na frente do espelho e abri minha boca, vi o sêmen dele misturado com minha saliva e aí passei a língua, senti a textura grossa e um gosto doce, também consegui sentir o cheiro, não era forte. Enxaguei a boca e voltei pra sala. Tirei o filme e desliguei o aparelho e a televisão, peguei minhas roupas "Vou lavar" falei e fui pro meu quarto pegar a roupa suja. Ao passar pela sala falei pra ele "Não esquece de falar com seus colegas de equipe
1 comentários - Mi sobrino y Mis Pantis 3