No outro dia eu acordei um pouco mais cedo porque queria ir correr em jejum pelas ruas, e não na esteira. Demorei cerca de uma hora e quando cheguei em casa minha esposa já tinha ido levar minha filha na escola, meu pai estava tomando banho e minha mãe estava no quarto dela. Quando cheguei, bati na porta para dar um oi e ela me disse para entrar.
Entrei e ela estava com um pijama que fica super sexy nela. Ela estava procurando algo no armário, por isso, quando entrei, ela estava de costas, e ao ver aquele rabo, o sangue começou a correr pro meu pau, que começou a ficar duro. Enquanto a observava assim, agarrei meu pênis com a mão direita, e justo quando soltei aquele suspiro que a gente dá quando vê um rabo gostoso na rua, naquele exato momento ela se virou e me viu olhando pra ela com desejo e, pra confirmar, eu estava segurando o pau também. Na hora, fiquei super nervoso. Meu pau ficou meio mole meio duro e não soube o que dizer nos primeiros 5 segundos. E então pensei comigo mesmo: se um dia quiser ter algo com ela, preciso parar de ser nervoso. Então, juntei coragem e disse: "Oi, até de pijama você tá muito bem, linda", e sorri. Ela agradeceu, sorriu e me deu um beijo na bochecha. Perguntei se ela gostaria de ir almoçar à uma da tarde na praça e depois dar uma volta pelas lojas. Ela disse que sim, então combinamos que à uma eu a buscaria em casa. Passei pra buscá-la na hora e fomos comer. Ela estava com uma minissaia um pouco curta, mas o calor parecia justificar. Na conversa, eu tentava deixá-la no centro das atenções. Elogiava sempre que dava chance. Depois de comer, caminhamos pelas lojas, onde ela comprou uma blusa — e, por sinal, me ofereci pra pagar. Chegamos em casa e não tinha ninguém, eram quatro da tarde. Minha mãe preparou um chá verde pra emagrecer super quente e nos sentamos num sofá da sala.
A filha da minha vizinha tinha deixado o cachorro dela lá e a gente tava assistindo uma série na TV. Quando o cachorro pulou na minha mãe, tipo brincando, mas ela se assustou e derramou o chá quente no meu colo. Levantei rápido do sofá por causa da queimadura e minha mãe ficou pedindo desculpas. Falei pra ela não se preocupar e fui trocar de roupa. Coloquei um moletom cinza. Na hora, me veio uma ideia meio arriscada, mas era risco puro se eu quisesse alguma coisa. Então voltei pra sala e disse que tava doendo muito a queimadura na minha virilha, que era justo onde o líquido tinha caído.
Ela parecia preocupada, então perguntei se ela podia fazer o favor de dar uma olhada no meu pau pra ver se a queimadura era grave. No começo ela não queria, mas convenci dizendo que não tinha nada demais, era minha mãe, e que era uma emergência. No final ela aceitou. Cheguei perto, eu em pé e ela sentada no sofá.
Só fiquei olhando, e ela disse que tava tudo bem, não tinha nenhuma queimadura. Mas eu insisti que tava doendo, e falei meio malandro, com um sorriso no rosto: "E se você der um beijinho?" E antes que ela dissesse algo, rapidinho completei: "Que nem quando eu era pequeno e me machucava, você esfregava e dava um beijo onde tava doendo."
Minha mãe: "Hehe, mas o caso é que o menino já é um homem e não precisa mais da mamãe."
Eu, sorrindo: "Eu sempre preciso de você... e mais agora."
Minha mãe: "Não, não tá bem não."
Eu: "Não tem nada demais, além do mais foi você que derramou o chá, e por sua causa tá doendo, pelo menos tenta resolver isso."
Cheguei mais perto do rosto dela, meu pau tava a uns cinco centímetros da boca dela e ela não se mexeu.
Eu: "Vai, não tem nada de errado, é só pra eu me sentir melhor."
Minha mãe: "Bom, só um, mas tira essa cosota da minha cara."
Quando ouvi "cosota" fiquei felizão, porque achei que ela tava achando grande. Ela se aproximou e deu um beijinho de boca fechada na base do meu pau, lá em cima.
Quando ela tava afastando a cabeça, agarrei o cabelo dela e... Segurei antes que ela afastasse a cabeça mais. Disse que ali não valia, que era na cabeça. Ela sorriu e me falou que não, que ali eu estava louco. Fiquei tentando convencê-la por dois minutos até que ela disse: Tá bom, mas só a última e você para de ser tarado. Ela se abaixou mais até que seus lábios chegaram na cabeça e, de fato, deu outro beijo como o anterior, só que dessa vez, antes de se afastar, deu mais um beijo, mas nesse, botou um pouco a língua pra fora e deu uma lambidinha na ponta. Afastou um pouco e me olhou, perguntando se eu já estava satisfeito. Respondi que não, óbvio que tentaria querer mais, mas quando estava tentando convencê-la, alguém estava colocando a chave na porta, então rapidamente corri pro banheiro. Era minha esposa com minha filha chegando. Uma hora depois, minha mulher entrou no banheiro com minha filha pra tomar banho, e eu estava no meu quarto quando minha mãe me manda uma mensagem pra ir no quarto dela. Fui e a porta estava fechada. Bati e ela disse pra esperar um momento. Esperei cerca de um minuto e ela disse pra entrar, e quando entrei ela estava assim...
Eu sei, assim como vocês agora, fiquei de boca aberta e tive vontade de pegar ela ali mesmo e fazer minha. Acho que ela percebeu como meu olho estava devorando ela e me disse: olha, essa é a blusa que você me comprou hoje, mas acho que ficou comprida, olha, até poderia usar como minissaia se eu emagrecer um pouco. Me aproximei dela e disse: mas por favor usa como minissaia, tá ficando muito, muito bem em você. Peguei uma mão dela e dei uma girada. A blusa mal tapava a bunda, mas essas pernões estavam uma delícia. Depois de girar ela completamente, ficou na minha frente. Sorri e disse: "mas, Ami, eu gostaria de ver como fica como blusa também" e, logo ao dizer isso, minhas mãos pegaram cada um dos lados da blusa e puxei pra cima. Ela instantaneamente reagiu e me empurrou com as duas mãos e, como atrás de mim tinha a cama dela, fiz de conta que caí na cama, mas quando estava caindo, agarrei ela pela cintura, então ela caiu em cima de mim na cama. Eu embaixo e ela em cima de mim, agarrando ela pela cintura, ela disse: Minha mãe: me solta, você passa dos limites. Eu: eu que passo? Eu só queria ver como fica como blusa haha, e você me empurrou. Minha mãe: ainda tá rindo, moleque, me solta. Eu: haha, ué, mãe, você não tá de calcinha? Eu sabia que sim, que tava de fio dental, porque quando levantei a blusa, atrás dela tinha um espelho e pude ver como o fio sumia entre aquela bundona. Minha mãe: claro que tô, sim. Eu: tô nada haha. Ela passou a mão pelas costas pra pegar a minha que estava segurando ela pela cintura, e levou até sentir o tecido fino do fio dental e disse: tá vendo que tô?! Ela não esperava que eu fosse pegar o fio dental e passar meu dedo pra baixo, tirando o fio que tava enterrado naquelas nádegas até quase chegar na bucetinha. Tava bem molhadinho. Minha mãe: o que você tá fazendo? Não te disse que podia fazer isso, moleque. Eu: hehe, só queria ter certeza total. Ela passou a mão de novo pra trás pra pegar a minha e tentar tirar minha mão de lá, mas eu só a puxei mais para perto com a outra mão que estava na sua cintura. Minha mãe: me solta que podem entrar e vão pensar mal. Eu: ninguém vai entrar, eles estão tomando banho. Minha mãe: e se saírem agora mesmo? Justo naquele momento precioso, ouvimos a porta do banheiro abrindo e passos indo para o meu quarto, que fica ao lado do dos meus pais. Minha mãe: tá vendo? Espera. Eu rapidamente a soltei, mas antes de deixá-la se levantar completamente, ao soltar seu thong, e quando ela começava a se levantar, passei a mão acariciando uma de suas nádegas. Quando ela se levantou, virou as costas primeiro e depois puxou a blusa para baixo. Ainda pude ver aquele rabão. Ela andou mais perto do espelho para se olhar, e eu fui atrás dela. A abracei por trás, me encostei o mais perto possível para poder esfregar meu pau naquele bumbum e a abracei pela cintura. E assim, me aproximei do seu ouvido e disse: "Bom, eu gosto mais como minissaia, fica muito bem, mas também porque você é muito gostosa, mamãe" e dei um beijo no seu ouvido, e assim como ela mais cedo, passei um pedaço da minha língua lambendo rapidamente seu ouvido. Ela só sorriu e disse obrigada. Saí do quarto dela e fui para o meu. Esperava que a qualquer momento recebesse uma mensagem dela dizendo que eu era louco pelo que tinha acontecido, porque, sinceramente, isso não é algo que se faça todo dia, ainda mais com a própria mãe. Mas não, ela não disse nada. Pelo contrário, mais tarde, quando minha esposa estava lá embaixo na sala corrigindo algumas provas, minha mãe veio ao meu quarto com um pijama diferente do da manhã e me pediu para ajudá-la com um pagamento online. Ajudei e, quando ela se levantou para ir embora, vi como o pijama também enfiava entre aquelas nádegas enormes. Parece que ela não estava usando nada por baixo, pelo menos é o que acho.
Eu: Uff, até os pijamas fazem elas parecerem boas.
Minha mãe: haha essa já está velhinha.
Eu: Ela está muito bem, até para dormir você parece muito sexy hehe.
Minha mãe: Obrigada, e por sinal, como está a queimadura? Já não dói mais?
Eu: Sim, ainda dói bastante.
Minha mãe: Pobrezinho, diga à sua esposa para massagear.
Eu: E ela vai fazer, só que ela não foi quem me queimou e é ela quem tem que remediar. Tentei convencê-la a me dar outro beijo, fiquei uns 3 minutos tentando até que ela disse que tinha que ir dormir. Ela se aproximou da minha cama, onde eu estava deitado, e me deu um beijo na testa de boa noite. Foi aí que agarrei sua mão rapidamente e levei até meu pau, que estava um pouco ereto. Disse: "Olha, sinta como está inchado por causa da queimadura". Pensei que ela tiraria a mão rápido, mas não. Quer dizer, sim, mas antes ela apertou com a mão e disse: "Para de fingir que está doendo, você sabe bem que não sente dor". E me deu outro beijo na bochecha dessa vez e foi embora. Até aí, eu achava que tudo estava indo bem e que parecia que sim, era possível.
Entrei e ela estava com um pijama que fica super sexy nela. Ela estava procurando algo no armário, por isso, quando entrei, ela estava de costas, e ao ver aquele rabo, o sangue começou a correr pro meu pau, que começou a ficar duro. Enquanto a observava assim, agarrei meu pênis com a mão direita, e justo quando soltei aquele suspiro que a gente dá quando vê um rabo gostoso na rua, naquele exato momento ela se virou e me viu olhando pra ela com desejo e, pra confirmar, eu estava segurando o pau também. Na hora, fiquei super nervoso. Meu pau ficou meio mole meio duro e não soube o que dizer nos primeiros 5 segundos. E então pensei comigo mesmo: se um dia quiser ter algo com ela, preciso parar de ser nervoso. Então, juntei coragem e disse: "Oi, até de pijama você tá muito bem, linda", e sorri. Ela agradeceu, sorriu e me deu um beijo na bochecha. Perguntei se ela gostaria de ir almoçar à uma da tarde na praça e depois dar uma volta pelas lojas. Ela disse que sim, então combinamos que à uma eu a buscaria em casa. Passei pra buscá-la na hora e fomos comer. Ela estava com uma minissaia um pouco curta, mas o calor parecia justificar. Na conversa, eu tentava deixá-la no centro das atenções. Elogiava sempre que dava chance. Depois de comer, caminhamos pelas lojas, onde ela comprou uma blusa — e, por sinal, me ofereci pra pagar. Chegamos em casa e não tinha ninguém, eram quatro da tarde. Minha mãe preparou um chá verde pra emagrecer super quente e nos sentamos num sofá da sala.
A filha da minha vizinha tinha deixado o cachorro dela lá e a gente tava assistindo uma série na TV. Quando o cachorro pulou na minha mãe, tipo brincando, mas ela se assustou e derramou o chá quente no meu colo. Levantei rápido do sofá por causa da queimadura e minha mãe ficou pedindo desculpas. Falei pra ela não se preocupar e fui trocar de roupa. Coloquei um moletom cinza. Na hora, me veio uma ideia meio arriscada, mas era risco puro se eu quisesse alguma coisa. Então voltei pra sala e disse que tava doendo muito a queimadura na minha virilha, que era justo onde o líquido tinha caído.Ela parecia preocupada, então perguntei se ela podia fazer o favor de dar uma olhada no meu pau pra ver se a queimadura era grave. No começo ela não queria, mas convenci dizendo que não tinha nada demais, era minha mãe, e que era uma emergência. No final ela aceitou. Cheguei perto, eu em pé e ela sentada no sofá.
Só fiquei olhando, e ela disse que tava tudo bem, não tinha nenhuma queimadura. Mas eu insisti que tava doendo, e falei meio malandro, com um sorriso no rosto: "E se você der um beijinho?" E antes que ela dissesse algo, rapidinho completei: "Que nem quando eu era pequeno e me machucava, você esfregava e dava um beijo onde tava doendo."
Minha mãe: "Hehe, mas o caso é que o menino já é um homem e não precisa mais da mamãe."
Eu, sorrindo: "Eu sempre preciso de você... e mais agora."
Minha mãe: "Não, não tá bem não."
Eu: "Não tem nada demais, além do mais foi você que derramou o chá, e por sua causa tá doendo, pelo menos tenta resolver isso."
Cheguei mais perto do rosto dela, meu pau tava a uns cinco centímetros da boca dela e ela não se mexeu.
Eu: "Vai, não tem nada de errado, é só pra eu me sentir melhor."
Minha mãe: "Bom, só um, mas tira essa cosota da minha cara."
Quando ouvi "cosota" fiquei felizão, porque achei que ela tava achando grande. Ela se aproximou e deu um beijinho de boca fechada na base do meu pau, lá em cima.
Quando ela tava afastando a cabeça, agarrei o cabelo dela e... Segurei antes que ela afastasse a cabeça mais. Disse que ali não valia, que era na cabeça. Ela sorriu e me falou que não, que ali eu estava louco. Fiquei tentando convencê-la por dois minutos até que ela disse: Tá bom, mas só a última e você para de ser tarado. Ela se abaixou mais até que seus lábios chegaram na cabeça e, de fato, deu outro beijo como o anterior, só que dessa vez, antes de se afastar, deu mais um beijo, mas nesse, botou um pouco a língua pra fora e deu uma lambidinha na ponta. Afastou um pouco e me olhou, perguntando se eu já estava satisfeito. Respondi que não, óbvio que tentaria querer mais, mas quando estava tentando convencê-la, alguém estava colocando a chave na porta, então rapidamente corri pro banheiro. Era minha esposa com minha filha chegando. Uma hora depois, minha mulher entrou no banheiro com minha filha pra tomar banho, e eu estava no meu quarto quando minha mãe me manda uma mensagem pra ir no quarto dela. Fui e a porta estava fechada. Bati e ela disse pra esperar um momento. Esperei cerca de um minuto e ela disse pra entrar, e quando entrei ela estava assim...
Eu sei, assim como vocês agora, fiquei de boca aberta e tive vontade de pegar ela ali mesmo e fazer minha. Acho que ela percebeu como meu olho estava devorando ela e me disse: olha, essa é a blusa que você me comprou hoje, mas acho que ficou comprida, olha, até poderia usar como minissaia se eu emagrecer um pouco. Me aproximei dela e disse: mas por favor usa como minissaia, tá ficando muito, muito bem em você. Peguei uma mão dela e dei uma girada. A blusa mal tapava a bunda, mas essas pernões estavam uma delícia. Depois de girar ela completamente, ficou na minha frente. Sorri e disse: "mas, Ami, eu gostaria de ver como fica como blusa também" e, logo ao dizer isso, minhas mãos pegaram cada um dos lados da blusa e puxei pra cima. Ela instantaneamente reagiu e me empurrou com as duas mãos e, como atrás de mim tinha a cama dela, fiz de conta que caí na cama, mas quando estava caindo, agarrei ela pela cintura, então ela caiu em cima de mim na cama. Eu embaixo e ela em cima de mim, agarrando ela pela cintura, ela disse: Minha mãe: me solta, você passa dos limites. Eu: eu que passo? Eu só queria ver como fica como blusa haha, e você me empurrou. Minha mãe: ainda tá rindo, moleque, me solta. Eu: haha, ué, mãe, você não tá de calcinha? Eu sabia que sim, que tava de fio dental, porque quando levantei a blusa, atrás dela tinha um espelho e pude ver como o fio sumia entre aquela bundona. Minha mãe: claro que tô, sim. Eu: tô nada haha. Ela passou a mão pelas costas pra pegar a minha que estava segurando ela pela cintura, e levou até sentir o tecido fino do fio dental e disse: tá vendo que tô?! Ela não esperava que eu fosse pegar o fio dental e passar meu dedo pra baixo, tirando o fio que tava enterrado naquelas nádegas até quase chegar na bucetinha. Tava bem molhadinho. Minha mãe: o que você tá fazendo? Não te disse que podia fazer isso, moleque. Eu: hehe, só queria ter certeza total. Ela passou a mão de novo pra trás pra pegar a minha e tentar tirar minha mão de lá, mas eu só a puxei mais para perto com a outra mão que estava na sua cintura. Minha mãe: me solta que podem entrar e vão pensar mal. Eu: ninguém vai entrar, eles estão tomando banho. Minha mãe: e se saírem agora mesmo? Justo naquele momento precioso, ouvimos a porta do banheiro abrindo e passos indo para o meu quarto, que fica ao lado do dos meus pais. Minha mãe: tá vendo? Espera. Eu rapidamente a soltei, mas antes de deixá-la se levantar completamente, ao soltar seu thong, e quando ela começava a se levantar, passei a mão acariciando uma de suas nádegas. Quando ela se levantou, virou as costas primeiro e depois puxou a blusa para baixo. Ainda pude ver aquele rabão. Ela andou mais perto do espelho para se olhar, e eu fui atrás dela. A abracei por trás, me encostei o mais perto possível para poder esfregar meu pau naquele bumbum e a abracei pela cintura. E assim, me aproximei do seu ouvido e disse: "Bom, eu gosto mais como minissaia, fica muito bem, mas também porque você é muito gostosa, mamãe" e dei um beijo no seu ouvido, e assim como ela mais cedo, passei um pedaço da minha língua lambendo rapidamente seu ouvido. Ela só sorriu e disse obrigada. Saí do quarto dela e fui para o meu. Esperava que a qualquer momento recebesse uma mensagem dela dizendo que eu era louco pelo que tinha acontecido, porque, sinceramente, isso não é algo que se faça todo dia, ainda mais com a própria mãe. Mas não, ela não disse nada. Pelo contrário, mais tarde, quando minha esposa estava lá embaixo na sala corrigindo algumas provas, minha mãe veio ao meu quarto com um pijama diferente do da manhã e me pediu para ajudá-la com um pagamento online. Ajudei e, quando ela se levantou para ir embora, vi como o pijama também enfiava entre aquelas nádegas enormes. Parece que ela não estava usando nada por baixo, pelo menos é o que acho.
Eu: Uff, até os pijamas fazem elas parecerem boas. Minha mãe: haha essa já está velhinha.
Eu: Ela está muito bem, até para dormir você parece muito sexy hehe.
Minha mãe: Obrigada, e por sinal, como está a queimadura? Já não dói mais?
Eu: Sim, ainda dói bastante.
Minha mãe: Pobrezinho, diga à sua esposa para massagear.
Eu: E ela vai fazer, só que ela não foi quem me queimou e é ela quem tem que remediar. Tentei convencê-la a me dar outro beijo, fiquei uns 3 minutos tentando até que ela disse que tinha que ir dormir. Ela se aproximou da minha cama, onde eu estava deitado, e me deu um beijo na testa de boa noite. Foi aí que agarrei sua mão rapidamente e levei até meu pau, que estava um pouco ereto. Disse: "Olha, sinta como está inchado por causa da queimadura". Pensei que ela tiraria a mão rápido, mas não. Quer dizer, sim, mas antes ela apertou com a mão e disse: "Para de fingir que está doendo, você sabe bem que não sente dor". E me deu outro beijo na bochecha dessa vez e foi embora. Até aí, eu achava que tudo estava indo bem e que parecia que sim, era possível.
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