Minha mulher estava grávida de 5 meses e por isso não podia trabalhar, eu estava desempregado há um mês e não tinha direito a seguro-desemprego, a situação estava muito ruim e faltavam poucas horas para o senhor Antônio, nosso proprietário, passar em casa para cobrar o aluguel. A casa não era nada demais, era um apartamento de uns 70 metros quadrados numa área operária da cidade, era o melhor que tínhamos conseguido até então, já que naquela altura nem mesmo aquele apê conseguíamos pagar. Nosso proprietário, o senhor Antônio, era um homem rabugento e desagradável, tinha uma barriga saliente e um pouco de calvície, além de uma maldade descomunal para um viúvo de 64 anos como ele. Além disso, era um cara sem-vergonha e mal-educado que sempre que passava em casa olhava de forma grosseira para minha esposa Daniela. Tanto minha esposa quanto eu temos 35 anos e esperamos nosso primeiro filho, nos conhecemos aos 19 e aos 23 já tínhamos nos casado, ela ainda mantinha sua beleza, que a gravidez não tinha diminuído em nada. Era noite quando tocou a campainha, eu sabia quem era, então disse para a Daniela não fazer barulho para que ele fosse embora, mas o senhor Antônio continuou batendo na porta. PUM PUM PUM "Vamos, caralho, eu vi luz da rua, vocês estão surdos ou que porra é essa?" Para minha infelicidade, ele sabia que estávamos em casa e não tive outra saída a não ser abrir a porta. O senhor Antônio entrou como se fosse dono do lugar e me perguntou por que diabos eu não abria a porta. Tentei dizer que estávamos na cozinha e não ouvimos. "Vim cobrar o aluguel, vocês estão com 3 dias de atraso e isso eu não posso permitir." Tentei explicar a situação, pedir mais uma semana, mas entre as virtudes do senhor Antônio — se é que ele tinha alguma — com certeza não estavam a compaixão nem a clemência. "Nada de desculpas, ou me pagam amanhã mesmo ou pegam a porta e vão pra puta que pariu, não tem alternativa." Eu tentei argumentar que dava pra resolver, que... poderia ter nos dado outra saída e esse foi um dos piores erros da minha vida. Don Antonio ficou pensativo, encarando fixamente Daniela, que estava na entrada vestida com um longo camisola. Após alguns minutos de silêncio: "Bem, talvez... tudo nesta casa me pertence. Seus móveis são meus, sua casa é minha, seus quadros são meus, tudo me pertence. Se você deixar sua mulher ser minha amanhã, considerarei este mês pago e não cobrarei pelos dias de atraso." Aquelas palavras congelaram meu sangue. Daniela fez uma careta de nojo que não conseguiu conter, e Don Antonio começou a rir. "Agora tenho que ir. Deixo vocês esta noite para pensarem. Amanhã voltarei, e ou me dão os 400 euros do aluguel, ou você deixa que eu foda sua mulher, ou vão para a puta da rua. Espero ter sido bem claro." Don Antonio fechou a porta e me deixou ali no meio da sala, pensando em como sair daquela situação. Minha mulher disse que poderíamos fazer algo, mas eu sabia que nenhum dos dois tinha família, nem amigos que pudessem nos emprestar essa quantia. Conseguir o dinheiro para pagar Don Antonio em tão pouco tempo era impossível, e eu sabia disso. Durante a noite, fiquei calado, pensando numa maneira de sair daquela situação, até que Daniela, cansada do meu silêncio, explodiu. "Que porra te acontece, por que não diz nada? Será que está pensando em aceitar que aquele velho nojento me coma?" Eu olhei nos olhos dela e não tive outra escolha senão dizer que de jeito nenhum, que amanhã pegaríamos nossas coisas e cairíamos fora dali. Mas a resposta de Daniela me surpreendeu quase tanto quanto a proposta de Don Antonio. "Nem pensar! Só porque você é um frouxo que não sabe sustentar a família não quer dizer que eu vou permitir que meu filho nasça debaixo de uma ponte. E se para dar um teto a ele eu tiver que deixar aquele velho me possuir, então eu vou." Fiquei sem palavras e não respondi Daniela. Sabia que, com toda a dor do meu coração, ela se deitar com Don Antonio era nossa única... única saída. No dia seguinte, por volta do meio-dia, o senhor Antônio apareceu em casa. Dessa vez, nem sequer bateu na porta, pois, para minha surpresa, ele tinha outras chaves e abriu. "Então, já fizeram as malas ou pensaram na outra alternativa?" Dessa vez, não tive tempo de responder, pois Daniela se adiantou: "Tá bom, seu velho nojento. Se quer me comer, pode comer, mas tome cuidado para não machucar o filho que estou esperando." "Hahaha, não se preocupe, moça. Meu pau, apesar de grande, acho que não chega tão fundo a ponto de acertar a cabeça do seu filho. Fico feliz que aceitaram, mas lembrem-se: isso só paga este mês e os atrasados. Se mês que vierem estiverem na mesma situação, você vai ter que me fazer gozar com outro serviço completo." Minha esposa pegou ele pela mão e o levou ao nosso quarto, fechou a porta e eu fiquei sozinho na sala. Pensei em entrar no quarto e parar tudo, mas sabia que não tínhamos alternativa. Em vez disso, eu precisava ver o que aquele porco estava fazendo com minha mulher. Então, fui até a varanda e subi em uma cadeira. De lá, espiei pela janela que dava para o quarto. Embora estivesse alta e fosse pequena, imaginei que poderiam me ver, mas isso não importava. Eu não conseguia deixar de saber o que estava acontecendo naquele quarto.
O senhor Antônio se despiu até ficar só de cueca. Sua barriga era mais proeminente do que aparentava vestido, sua pele estava enrugada pelos anos e mostrava várias tatuagens que, pelo conteúdo, deviam ter sido feitas no exército. Minha esposa, que só estava de camisola, se ajoelhou diante do senhor Antônio sem dizer uma palavra e começou a apertar o pau e os ovos gordos por baixo da cueca, enquanto ele tirava a única peça que ela vestia e babava ao ver os peitos fartos da minha esposa ficarem expostos, com seus grandes mamilos rosados. Minha esposa não parecia muito participativa, mas o senhor Antônio disse que ou ela se comportava como uma puta ou o acordo não teria validade, então minha mulher pegou os peitos e os balançou na cara do Don Antonio, que se lançou a chupá-los enquanto a jogava sobre minha cama de casal e seus dedos se enfiavam impunemente nos buracos da minha mulher. Ajoelhado diante da cama, ele foi descendo até chegar na buceta da minha esposa, que estava depilada deixando só uma linha fina de pelos como eu gostava. "Nossa, a Daniela tem a xerequinha bem cuidada, hein, hahaha" Don Antonio começou a chupar a buceta da minha esposa, como um cachorro bebendo no pote, Don Antonio dava linguadas na racha da minha mulher, que tentava não soltar nenhum gemido. Depois, Don Antonio se levantou e abaixou a cueca, deixando sua tremenda pica cair na frente do rosto da minha esposa. Ela mudou a expressão de nojo para uma de surpresa, a mesma que quase me fez cair da cadeira em que estava em cima. Embora o corpo e a aparência do Don Antonio fossem de um velho bem pouco agradável de se ver, ele parecia ter pelo menos uma virtude: uma pica de tamanho considerável e bem grossa, pelo menos o dobro da minha e, devo dizer envergonhado, também uns 5 ou 6 cm mais longa. A cabeça da pica dele era enorme e grossa como o tronco, que sustentava um bom par de bolas. Don Antonio estava excitadíssimo e, para minha surpresa, minha esposa não demorou para pegar a pica dele e começar a apalpar devagar enquanto a enfiava na boca. A mão de Don Antonio na cabeça da minha mulher a empurrava ainda mais para frente, fazendo-a engolir centímetro a centímetro até chegar nas bolas. Naquele momento, minha esposa empurrou um pouco mais até que deve ter sentido a cabeça quase no fundo da garganta, e seus lábios apertaram um pouco as bolas dele. Don Antonio gemeu e segurou a cabeça dela com as duas mãos, enquanto Daniela, com o rosto colado no ventre dele, sentia a trolha ficar ainda mais dura na sua garganta. Daniela então parou para lamber as bolas, deixando ele louco, depois... Puxei a pele para trás um pouco mais, deixando a cabeça avermelhada bem exposta, e a engoli novamente, mas só até a metade, chupando-a devagar sobre a língua. Daniela chupava sem parar, até que Don Antonio decidiu ir além depois de uns 10 minutos – que me pareceram uma eternidade – aproveitando ver minha esposa grávida chupando o pau dele na minha própria casa.
Em seguida, Don Antonio colocou Daniela de quatro na cama com cuidado, abriu a buceta dela com uma mão enquanto com a outra introduziu vários dedos grossos, penetrando-a um a um, depois dois, até três, levando os fluidos dela para untar meu ânus, que já estava cedendo quase sem esforço. Finalmente, a bunda dela também foi invadida por esses dedos, que a enchiam entrando e saindo.
Quando Don Antonio colocou o pau no ânus da minha mulher, ela se virou e perguntou se ele tinha enlouquecido, mas com um sorriso provocante e olhando para a janela, ele disse: "Já falei, tudo nesta casa me pertence, até a bunda da sua mulher é minha, haha". Minha esposa então olhou para a janela e me viu observando tudo. Deve ter se sentido muito humilhada, pois algumas lágrimas escorreram por suas bochechas enquanto ela pedia perdão com o olhar, mas, para meu azar, o fato de Don Antonio me ter visto teve efeitos piores.
"Então você gosta de ver como eu fodo sua mulher, olha só! Tenho um inquilino meio corno, então agora você vai vir para o quarto e ver tudo muito melhor." Eu me recusei, mas Don Antonio gritou que, pelos meus ovos, eu ficaria ali enquanto ele fodia Daniela, ou nos expulsaria da casa na hora. Depois do que ela tinha feito, eu não podia deixar isso acontecer, então não tive escolha a não ser ir ao nosso quarto e me sentar no chão, onde Don Antonio ordenou, para ver como ele se preparava para comer a bunda da minha esposa.
"Primeiro vou experimentar sua bunda, gostosa. Com certeza o babaca que você tem por marido nunca experimentou esse caminho, hahaha" Empurrando sem parar, ele foi abrindo à força e enterrando seu pau no cu da minha mulher. com dores e um pouco de trabalho. As exclamações de Don Antonio por ter enfiado até as entranhas de Daniela eram das mais variadas, misturadas com comentários obscenos sobre o quanto ele estava curtindo abrir com seu pau o até então apertado bumbum da minha esposa. Don Antonio ficou parado por alguns minutos, empalando minha esposa com todo seu pau cravado no mais profundo de seu ser, até fazê-la sentir seus ovos na virilha, para então se acomodar sobre seus quadris e, agarrando sua cintura, começar a montá-la. Com seu tremendo cacete dentro dela e já cedendo às suas investidas, Daniela apoiou melhor o corpo e os peitos na cama e abriu as pernas separando as nádegas com as mãos, indicando que já estava pronta para a montaria. Não podia acreditar na atitude da minha mulher que parecia começar a curtir aquilo, Don Antonio enfiou ainda mais; bem até pressionar o fundo mesmo do cu, e depois de se sentir satisfeito começou a bombear em ritmo sustentado. Ele tirou do cu da minha mulher e deitou de costas com sua tranca prestes a explodir e as bolas vermelhas e minha esposa sentou de costas sobre ele, agarrando seu cacete e guiando-o até o aberto e vermelhíssimo buraco que era agora o cu da minha esposa. Sentou sobre o pau de Don Antonio até que este ficou enterrado dentro de seu cu e ela ficou sentada sobre os ovos do nosso caseiro. Nessa posição estava quando de repente vi que no batente da porta havia outro homem, outro velho como Don Antonio, nu e com seu pau na mão, antes de me recuperar da surpresa o homem falou. "Caralho Antonio, então essa é a gata com a que você vai me pagar, pois está mais gostosa do que eu esperava apesar do bundão que a maldita tem" Minha esposa gritou mas com seu cu empalado pelo pau de Don Antonio este agarrou seus peitos fazendo-a sentir um pouco de dor e ele disse. "Isso é uma surpresa, este homem se chama Agustin e é amigo meu, devo dinheiro a ele e pensei que se você aceitasse meu acordo, não faria diferença mais um pau ou menos, assim eu pago minha dívida e vocês a de vocês, além de que desse modo eu perdoo o mês que vem" Eu recusei terminantemente e comecei a insultar o Don Antonio, mas minha esposa me surpreendeu ao dizer "Tudo bem, deixa ele, querido, que mais dá se esse outro velho me comer também se já estou sendo fodida bem na sua frente, assim desse jeito pagaremos mais um mês de aluguel, deixa que seja rápido e terminemos logo." "Jojo, você já ouviu sua mulher, macho, a senhora manda" disse Agustin. Eu não conseguia acreditar no que minha mulher tinha dito, mas já não me sentia com forças para nada e voltei a me sentar no chão totalmente humilhado. Quando já a tinha bem metida e ao seu gosto no cu, Daniela se recostou para trás e, olhando na cara de Agustin, abriu as pernas grosseiramente, oferecendo o espetáculo obsceno de seu cu empalado e de sua buceta totalmente aberta. Agora era ela que se movia em vez de ser Don Antonio quem a comia. Ela subia e descia gritando freneticamente enquanto seu pau duro se enterrava em Daniela uma e outra vez, e ele agarrava como podia os peitos com as mãos, que saltavam com seus movimentos. Eu já não reconhecia minha mulher e, nesse exato momento, Agustin subiu na cama e, parando ao lado, agarrou a cabeça de minha mulher com uma mão e com a outra enfiou o pau na boca dela. Quando já a teve cheia, segurou a cabeça com as duas mãos e começou uma leve bombada. Esses dois velhos gozavam nojentos do corpo de minha esposa, não ficaram muito tempo assim; só um momento até que Don Antonio começou a gritar e, dando uma forte enfiada para cima, agarrou minha mulher com suas mãos fortes pela cintura, puxando-a para baixo justo quando ela descia. Deixando-a com a boca e os olhos abertos por tamanha estocada, deixou seu pau preso muito profundamente em minha mulher para gritar mais alto enquanto ele estava terminando. Ele estava derramando na bunda da minha mulher e ela devia sentir seu porra grossa e quente fluindo dentro dela, cada vez em maior quantidade. Don Antonio começou a respirar normalmente justo quando Agustin, apressado, pediu a Daniela que abrisse a boca. Imediatamente eu soube o que estava acontecendo e imaginei que Daniela recusaria, mas aparentemente ela estava completamente focada em sua tarefa e obedeceu. Depois de segurar seu cabelo e guiar sua cabeça perto de seu pau, ele começou a se masturbar a cabecinha vermelha com toda a pica prestes a explodir bem na frente da boca aberta da minha esposa. Um grande jato de porra saiu de seu pau diretamente para a boca da minha mulher, e enquanto ele continuava a se tocar, saíram mais dois, que apesar de ela ter engolido parte do primeiro, encheram a boca da minha esposa. Minha esposa se levantou, tirando o pau de Don Antonio da sua bunda, pensando que tudo tinha terminado, mas Don Antonio disse para ela ficar quieta ali. "Onde você vai, meu bem? Em troca de não tocar na sua buceta para que o filho que você espera não sofra nenhum dano, sua bunda tem que ser usada mais uma vez." Minha esposa não recusou, aparentemente para ela bastava que Don Antonio não a comesse pela buceta e assim pudesse causar algum dano ao nosso filho. "Sente-se novamente sobre mim, meu bem, quero te comer de novo, minha falecida esposa nunca me permitiu isso e quero aproveitar essa sua bunda gostosa uma última vez." Com mais vontade que antes, ela subiu nele e se penetrou novamente com seu membro como antes, mas desta vez de frente para ele, deixando seus peitos quase caírem em seu rosto. Quando Daniela começou a se mover, Don Antonio respondeu segurando seus quadris e deu uma palmada forte e sonora em cada nádega, que ela correspondeu com um gemido. Eles transavam sem pausa e em um bom ritmo, mas de repente ele a agarrou pelos peitos e, puxando-a para si, a fez parar. Eu não entendia por que ele fazia isso, mas quando ela estava sobre seu peito, ele a envolveu com os braços, segurando firmemente sua nuca e a... costas para imobilizá-la. Naquele momento, vi Agustin cuspindo no ânus penetrado de Daniela e espalhando sua saliva ao redor do pau de Don Antonio. Estava claro que Agustin não se sentiria satisfeito só com um boquete da minha esposa e também queria experimentar seu cu. Segundos depois, Daniela o ouviu se acomodar em cima dela e até tremeu pelo que ele ia fazer. Mesmo já estando penetrada, ele havia trabalhado o esfíncter e já apoiava a cabeça de sua pica para enfiá-la também, quando minha esposa fazia sinais com a mão e pedia para ele não fazer, mas já era tarde: ele começou a empurrar para metê-la no espaço que havia entre o ânus e o pau de Don Antonio, forçando para abri-lo até a dor. Daniela começou a sentir as pontadas provocadas pelo estiramento e, diante da recusa de Agustin em parar, tentou se soltar mas não conseguiu, Don Antonio a segurava com força nos braços, minha esposa me olhou como pedindo ajuda mas eu não me levantei do chão. Minha mulher não pôde fazer nada além de se agarrar aos lençóis e gritar de dor, enquanto sentia a segunda cabeça entrando em sua bunda, e atrás dela o resto daquele pau terrível e duro. Os gritos de dor e suas súplicas não serviram para nada, a não ser para excitá-los e fazer com que continuassem, abusando da elasticidade do ânus da minha mulher naquela dupla penetração da qual ela foi vítima. Ele terminou de enfiá-la até onde deu e começou a bombear suavemente, aproveitando aquela tensão que poderia terminar na ruptura do ânus de Daniela a qualquer momento. Aos poucos, minha mulher foi trocando os gritos de dor por exclamações de prazer, e ao ouvi-las, Don Antonio a soltou para poder aproveitar seus paus juntos. Um mantinha a bunda aberta enquanto o outro a comia devagar mas fundo, e eles se revezavam para dar dessa maneira enquanto ela não fazia nada além de gozar cada vez mais. Enquanto minha mulher ofegava e gritava, Don Antonio continuava sem parar e bombava cada vez mais forte. Então ele ficou parado, mas com o pau todo dentro, para abrir o cu dela e deixar que Agustin começasse a comer minha mulher. Assim foram mudando um pouco cada um até que ela não aguentou mais e começou a gritar de prazer como uma louca, com isso ficou claro que aquilo não tinha desagradado minha mulher tanto quanto pareceu no começo. Aquela sensação de prazer extremo a inundava do cu até os peitos, deixando os mamilos dela duros e eretos como pedras. Quentes ao máximo, os dois começaram a comê-la com força, aumentando o prazer dela até explodir o cu num orgasmo que ela gritou como uma porca. SIIIIIIIIIII, ASSIM, ARROMBEM MEU CU, CARALHO; ME FODAM SEM PIEDADE!! Essa era minha mulher, para minha humilhação essa gostosa era minha esposa, em pleno gozo Agustin apertava os peitos dela e entre os dois continuavam destruindo o cu dela até arrombar. Terminou com os dois paus dentro e bem duros, que ainda se moviam freneticamente dentro da minha esposa, entrando e saindo, até que Agustin não aguentou e gozou também. Sem dar a Daniela tempo para nada, sentiu o sêmen quente sair do pau duro, cuspindo gotas grossas que ficavam dentro e que já não saíam pelo contínuo vai e vem de Don Antonio, que também estava para terminar. Apressado, tirou minha mulher de cima de Agustin para terminar de comê-la sozinho. Afastando Agustin, minha esposa ficou de quatro novamente para que ele a montasse de novo, enfiando logo o pau prestes a explodir no cu guloso da minha mulher sem nenhum problema. Segurando os peitos dela com força, bombou rápido e fundo entre os gritos dos dois, até que enfiou bem até o fundo e encheu o cu dela de porra. Jatos densos e quentes saíam de novo, se misturando dentro da minha mulher com o sêmen de Agustin. Don Antonio gritou e gozou no cu da minha esposa com toda satisfação, deixando dentro por alguns minutos antes de sair de cima dos quadris dela. Por fim, minha esposa desabou na cama, morta de cansaço e com o cu destruído, mas extremamente feliz. Vi eles se vestirem e se despedirem de nós, o Seu Antonio disse que voltaria para pegar o dinheiro em 2 meses. E voltou mesmo, e a gente tinha o dinheiro, mas a Daniela não conseguia viver sem aquela pica e até hoje, 10 anos depois, o Seu Antonio continua vindo cobrar, mas minha esposa não paga com dinheiro. Quando ele vem, não tenho escolha senão levar nosso filho ao parque, eles costumam demorar uma hora e agora minha esposa já não coloca nenhum obstáculo para ele comer ela também na buceta. A Daniela diz que a culpa é minha, que não pude pagar o Seu Antonio na época e ela teve que pagar com o corpo, ela diz que não é culpa dela ter virado viciada na pica do Seu Antonio desde aquele dia e talvez ela tenha razão.
O senhor Antônio se despiu até ficar só de cueca. Sua barriga era mais proeminente do que aparentava vestido, sua pele estava enrugada pelos anos e mostrava várias tatuagens que, pelo conteúdo, deviam ter sido feitas no exército. Minha esposa, que só estava de camisola, se ajoelhou diante do senhor Antônio sem dizer uma palavra e começou a apertar o pau e os ovos gordos por baixo da cueca, enquanto ele tirava a única peça que ela vestia e babava ao ver os peitos fartos da minha esposa ficarem expostos, com seus grandes mamilos rosados. Minha esposa não parecia muito participativa, mas o senhor Antônio disse que ou ela se comportava como uma puta ou o acordo não teria validade, então minha mulher pegou os peitos e os balançou na cara do Don Antonio, que se lançou a chupá-los enquanto a jogava sobre minha cama de casal e seus dedos se enfiavam impunemente nos buracos da minha mulher. Ajoelhado diante da cama, ele foi descendo até chegar na buceta da minha esposa, que estava depilada deixando só uma linha fina de pelos como eu gostava. "Nossa, a Daniela tem a xerequinha bem cuidada, hein, hahaha" Don Antonio começou a chupar a buceta da minha esposa, como um cachorro bebendo no pote, Don Antonio dava linguadas na racha da minha mulher, que tentava não soltar nenhum gemido. Depois, Don Antonio se levantou e abaixou a cueca, deixando sua tremenda pica cair na frente do rosto da minha esposa. Ela mudou a expressão de nojo para uma de surpresa, a mesma que quase me fez cair da cadeira em que estava em cima. Embora o corpo e a aparência do Don Antonio fossem de um velho bem pouco agradável de se ver, ele parecia ter pelo menos uma virtude: uma pica de tamanho considerável e bem grossa, pelo menos o dobro da minha e, devo dizer envergonhado, também uns 5 ou 6 cm mais longa. A cabeça da pica dele era enorme e grossa como o tronco, que sustentava um bom par de bolas. Don Antonio estava excitadíssimo e, para minha surpresa, minha esposa não demorou para pegar a pica dele e começar a apalpar devagar enquanto a enfiava na boca. A mão de Don Antonio na cabeça da minha mulher a empurrava ainda mais para frente, fazendo-a engolir centímetro a centímetro até chegar nas bolas. Naquele momento, minha esposa empurrou um pouco mais até que deve ter sentido a cabeça quase no fundo da garganta, e seus lábios apertaram um pouco as bolas dele. Don Antonio gemeu e segurou a cabeça dela com as duas mãos, enquanto Daniela, com o rosto colado no ventre dele, sentia a trolha ficar ainda mais dura na sua garganta. Daniela então parou para lamber as bolas, deixando ele louco, depois... Puxei a pele para trás um pouco mais, deixando a cabeça avermelhada bem exposta, e a engoli novamente, mas só até a metade, chupando-a devagar sobre a língua. Daniela chupava sem parar, até que Don Antonio decidiu ir além depois de uns 10 minutos – que me pareceram uma eternidade – aproveitando ver minha esposa grávida chupando o pau dele na minha própria casa.
Em seguida, Don Antonio colocou Daniela de quatro na cama com cuidado, abriu a buceta dela com uma mão enquanto com a outra introduziu vários dedos grossos, penetrando-a um a um, depois dois, até três, levando os fluidos dela para untar meu ânus, que já estava cedendo quase sem esforço. Finalmente, a bunda dela também foi invadida por esses dedos, que a enchiam entrando e saindo.
Quando Don Antonio colocou o pau no ânus da minha mulher, ela se virou e perguntou se ele tinha enlouquecido, mas com um sorriso provocante e olhando para a janela, ele disse: "Já falei, tudo nesta casa me pertence, até a bunda da sua mulher é minha, haha". Minha esposa então olhou para a janela e me viu observando tudo. Deve ter se sentido muito humilhada, pois algumas lágrimas escorreram por suas bochechas enquanto ela pedia perdão com o olhar, mas, para meu azar, o fato de Don Antonio me ter visto teve efeitos piores.
"Então você gosta de ver como eu fodo sua mulher, olha só! Tenho um inquilino meio corno, então agora você vai vir para o quarto e ver tudo muito melhor." Eu me recusei, mas Don Antonio gritou que, pelos meus ovos, eu ficaria ali enquanto ele fodia Daniela, ou nos expulsaria da casa na hora. Depois do que ela tinha feito, eu não podia deixar isso acontecer, então não tive escolha a não ser ir ao nosso quarto e me sentar no chão, onde Don Antonio ordenou, para ver como ele se preparava para comer a bunda da minha esposa.
"Primeiro vou experimentar sua bunda, gostosa. Com certeza o babaca que você tem por marido nunca experimentou esse caminho, hahaha" Empurrando sem parar, ele foi abrindo à força e enterrando seu pau no cu da minha mulher. com dores e um pouco de trabalho. As exclamações de Don Antonio por ter enfiado até as entranhas de Daniela eram das mais variadas, misturadas com comentários obscenos sobre o quanto ele estava curtindo abrir com seu pau o até então apertado bumbum da minha esposa. Don Antonio ficou parado por alguns minutos, empalando minha esposa com todo seu pau cravado no mais profundo de seu ser, até fazê-la sentir seus ovos na virilha, para então se acomodar sobre seus quadris e, agarrando sua cintura, começar a montá-la. Com seu tremendo cacete dentro dela e já cedendo às suas investidas, Daniela apoiou melhor o corpo e os peitos na cama e abriu as pernas separando as nádegas com as mãos, indicando que já estava pronta para a montaria. Não podia acreditar na atitude da minha mulher que parecia começar a curtir aquilo, Don Antonio enfiou ainda mais; bem até pressionar o fundo mesmo do cu, e depois de se sentir satisfeito começou a bombear em ritmo sustentado. Ele tirou do cu da minha mulher e deitou de costas com sua tranca prestes a explodir e as bolas vermelhas e minha esposa sentou de costas sobre ele, agarrando seu cacete e guiando-o até o aberto e vermelhíssimo buraco que era agora o cu da minha esposa. Sentou sobre o pau de Don Antonio até que este ficou enterrado dentro de seu cu e ela ficou sentada sobre os ovos do nosso caseiro. Nessa posição estava quando de repente vi que no batente da porta havia outro homem, outro velho como Don Antonio, nu e com seu pau na mão, antes de me recuperar da surpresa o homem falou. "Caralho Antonio, então essa é a gata com a que você vai me pagar, pois está mais gostosa do que eu esperava apesar do bundão que a maldita tem" Minha esposa gritou mas com seu cu empalado pelo pau de Don Antonio este agarrou seus peitos fazendo-a sentir um pouco de dor e ele disse. "Isso é uma surpresa, este homem se chama Agustin e é amigo meu, devo dinheiro a ele e pensei que se você aceitasse meu acordo, não faria diferença mais um pau ou menos, assim eu pago minha dívida e vocês a de vocês, além de que desse modo eu perdoo o mês que vem" Eu recusei terminantemente e comecei a insultar o Don Antonio, mas minha esposa me surpreendeu ao dizer "Tudo bem, deixa ele, querido, que mais dá se esse outro velho me comer também se já estou sendo fodida bem na sua frente, assim desse jeito pagaremos mais um mês de aluguel, deixa que seja rápido e terminemos logo." "Jojo, você já ouviu sua mulher, macho, a senhora manda" disse Agustin. Eu não conseguia acreditar no que minha mulher tinha dito, mas já não me sentia com forças para nada e voltei a me sentar no chão totalmente humilhado. Quando já a tinha bem metida e ao seu gosto no cu, Daniela se recostou para trás e, olhando na cara de Agustin, abriu as pernas grosseiramente, oferecendo o espetáculo obsceno de seu cu empalado e de sua buceta totalmente aberta. Agora era ela que se movia em vez de ser Don Antonio quem a comia. Ela subia e descia gritando freneticamente enquanto seu pau duro se enterrava em Daniela uma e outra vez, e ele agarrava como podia os peitos com as mãos, que saltavam com seus movimentos. Eu já não reconhecia minha mulher e, nesse exato momento, Agustin subiu na cama e, parando ao lado, agarrou a cabeça de minha mulher com uma mão e com a outra enfiou o pau na boca dela. Quando já a teve cheia, segurou a cabeça com as duas mãos e começou uma leve bombada. Esses dois velhos gozavam nojentos do corpo de minha esposa, não ficaram muito tempo assim; só um momento até que Don Antonio começou a gritar e, dando uma forte enfiada para cima, agarrou minha mulher com suas mãos fortes pela cintura, puxando-a para baixo justo quando ela descia. Deixando-a com a boca e os olhos abertos por tamanha estocada, deixou seu pau preso muito profundamente em minha mulher para gritar mais alto enquanto ele estava terminando. Ele estava derramando na bunda da minha mulher e ela devia sentir seu porra grossa e quente fluindo dentro dela, cada vez em maior quantidade. Don Antonio começou a respirar normalmente justo quando Agustin, apressado, pediu a Daniela que abrisse a boca. Imediatamente eu soube o que estava acontecendo e imaginei que Daniela recusaria, mas aparentemente ela estava completamente focada em sua tarefa e obedeceu. Depois de segurar seu cabelo e guiar sua cabeça perto de seu pau, ele começou a se masturbar a cabecinha vermelha com toda a pica prestes a explodir bem na frente da boca aberta da minha esposa. Um grande jato de porra saiu de seu pau diretamente para a boca da minha mulher, e enquanto ele continuava a se tocar, saíram mais dois, que apesar de ela ter engolido parte do primeiro, encheram a boca da minha esposa. Minha esposa se levantou, tirando o pau de Don Antonio da sua bunda, pensando que tudo tinha terminado, mas Don Antonio disse para ela ficar quieta ali. "Onde você vai, meu bem? Em troca de não tocar na sua buceta para que o filho que você espera não sofra nenhum dano, sua bunda tem que ser usada mais uma vez." Minha esposa não recusou, aparentemente para ela bastava que Don Antonio não a comesse pela buceta e assim pudesse causar algum dano ao nosso filho. "Sente-se novamente sobre mim, meu bem, quero te comer de novo, minha falecida esposa nunca me permitiu isso e quero aproveitar essa sua bunda gostosa uma última vez." Com mais vontade que antes, ela subiu nele e se penetrou novamente com seu membro como antes, mas desta vez de frente para ele, deixando seus peitos quase caírem em seu rosto. Quando Daniela começou a se mover, Don Antonio respondeu segurando seus quadris e deu uma palmada forte e sonora em cada nádega, que ela correspondeu com um gemido. Eles transavam sem pausa e em um bom ritmo, mas de repente ele a agarrou pelos peitos e, puxando-a para si, a fez parar. Eu não entendia por que ele fazia isso, mas quando ela estava sobre seu peito, ele a envolveu com os braços, segurando firmemente sua nuca e a... costas para imobilizá-la. Naquele momento, vi Agustin cuspindo no ânus penetrado de Daniela e espalhando sua saliva ao redor do pau de Don Antonio. Estava claro que Agustin não se sentiria satisfeito só com um boquete da minha esposa e também queria experimentar seu cu. Segundos depois, Daniela o ouviu se acomodar em cima dela e até tremeu pelo que ele ia fazer. Mesmo já estando penetrada, ele havia trabalhado o esfíncter e já apoiava a cabeça de sua pica para enfiá-la também, quando minha esposa fazia sinais com a mão e pedia para ele não fazer, mas já era tarde: ele começou a empurrar para metê-la no espaço que havia entre o ânus e o pau de Don Antonio, forçando para abri-lo até a dor. Daniela começou a sentir as pontadas provocadas pelo estiramento e, diante da recusa de Agustin em parar, tentou se soltar mas não conseguiu, Don Antonio a segurava com força nos braços, minha esposa me olhou como pedindo ajuda mas eu não me levantei do chão. Minha mulher não pôde fazer nada além de se agarrar aos lençóis e gritar de dor, enquanto sentia a segunda cabeça entrando em sua bunda, e atrás dela o resto daquele pau terrível e duro. Os gritos de dor e suas súplicas não serviram para nada, a não ser para excitá-los e fazer com que continuassem, abusando da elasticidade do ânus da minha mulher naquela dupla penetração da qual ela foi vítima. Ele terminou de enfiá-la até onde deu e começou a bombear suavemente, aproveitando aquela tensão que poderia terminar na ruptura do ânus de Daniela a qualquer momento. Aos poucos, minha mulher foi trocando os gritos de dor por exclamações de prazer, e ao ouvi-las, Don Antonio a soltou para poder aproveitar seus paus juntos. Um mantinha a bunda aberta enquanto o outro a comia devagar mas fundo, e eles se revezavam para dar dessa maneira enquanto ela não fazia nada além de gozar cada vez mais. Enquanto minha mulher ofegava e gritava, Don Antonio continuava sem parar e bombava cada vez mais forte. Então ele ficou parado, mas com o pau todo dentro, para abrir o cu dela e deixar que Agustin começasse a comer minha mulher. Assim foram mudando um pouco cada um até que ela não aguentou mais e começou a gritar de prazer como uma louca, com isso ficou claro que aquilo não tinha desagradado minha mulher tanto quanto pareceu no começo. Aquela sensação de prazer extremo a inundava do cu até os peitos, deixando os mamilos dela duros e eretos como pedras. Quentes ao máximo, os dois começaram a comê-la com força, aumentando o prazer dela até explodir o cu num orgasmo que ela gritou como uma porca. SIIIIIIIIIII, ASSIM, ARROMBEM MEU CU, CARALHO; ME FODAM SEM PIEDADE!! Essa era minha mulher, para minha humilhação essa gostosa era minha esposa, em pleno gozo Agustin apertava os peitos dela e entre os dois continuavam destruindo o cu dela até arrombar. Terminou com os dois paus dentro e bem duros, que ainda se moviam freneticamente dentro da minha esposa, entrando e saindo, até que Agustin não aguentou e gozou também. Sem dar a Daniela tempo para nada, sentiu o sêmen quente sair do pau duro, cuspindo gotas grossas que ficavam dentro e que já não saíam pelo contínuo vai e vem de Don Antonio, que também estava para terminar. Apressado, tirou minha mulher de cima de Agustin para terminar de comê-la sozinho. Afastando Agustin, minha esposa ficou de quatro novamente para que ele a montasse de novo, enfiando logo o pau prestes a explodir no cu guloso da minha mulher sem nenhum problema. Segurando os peitos dela com força, bombou rápido e fundo entre os gritos dos dois, até que enfiou bem até o fundo e encheu o cu dela de porra. Jatos densos e quentes saíam de novo, se misturando dentro da minha mulher com o sêmen de Agustin. Don Antonio gritou e gozou no cu da minha esposa com toda satisfação, deixando dentro por alguns minutos antes de sair de cima dos quadris dela. Por fim, minha esposa desabou na cama, morta de cansaço e com o cu destruído, mas extremamente feliz. Vi eles se vestirem e se despedirem de nós, o Seu Antonio disse que voltaria para pegar o dinheiro em 2 meses. E voltou mesmo, e a gente tinha o dinheiro, mas a Daniela não conseguia viver sem aquela pica e até hoje, 10 anos depois, o Seu Antonio continua vindo cobrar, mas minha esposa não paga com dinheiro. Quando ele vem, não tenho escolha senão levar nosso filho ao parque, eles costumam demorar uma hora e agora minha esposa já não coloca nenhum obstáculo para ele comer ela também na buceta. A Daniela diz que a culpa é minha, que não pude pagar o Seu Antonio na época e ela teve que pagar com o corpo, ela diz que não é culpa dela ter virado viciada na pica do Seu Antonio desde aquele dia e talvez ela tenha razão.
2 comentários - O cu da minha mulher é dela
van 10