Sou professora de história e o que vou contar aconteceu há um ano num colégio nas redondezas de uma grande cidade. Tenho 27 anos, sou morena, de olhos castanhos e tenho um corpo que considero muito bom, seios normais mas bem posicionados e uma bunda que é a inveja de muitas.
Como ia dizendo, fui designada para um colégio particular e me deram turmas de alunos com média de dezenove anos. No começo foi difícil me impor na sala, eles eram muito rebeldes e prestavam pouca atenção. Em uma das aulas em particular, estava tendo muita dificuldade para dar a lição porque havia um grupinho de três amigas que eram muito agitadas e sempre arrumavam confusão com questão de celular e conversinha.
As três amigas eram Mônica, Sônia e Olga. Mônica era loira, muito bem formada para a idade e de compleição forte, era claramente a líder do grupo, o que ela dizia as outras faziam. Sônia era morena e com uns olhos lindos, verdes, era meio tímida mas se deixava levar e acabava sendo tão encrenqueira quanto as outras. E Olga era muito gata, também morena com uns peitos incríveis para a idade e com uma vibe meio masculina, sempre de calça e camisa.
Um dia, enquanto dava a aula, as três não paravam de perturbar o resto dos colegas. Já tinha chamado a atenção delas várias vezes e tinha ameaçado mandá-las para a diretoria para serem advertidas, e foi o que aconteceu. Mandei elas saírem no corredor e saí com elas, disse que a atitude delas tinha acabado com minha paciência e que ia mandá-las para a diretoria para serem suspensas por alguns dias. Aí, do nada, a Mônica se aproximou de mim, quase encostando o nariz no meu, e disse com um tom sussurrante e ameaçador:
— Professora, a senhora vai se arrepender disso...
Fiquei a ponto de responder à ousadia dela, mas o tom de voz que usou e o olhar me intimidaram, então entrei na sala e continuei com meu trabalho.
O resultado foi que elas foram suspensas por uma semana por desrespeito à Aula e não as vi até a sexta-feira seguinte. Saí do instituto e fui para o apartamento que tinha alugado e onde morava sozinha. Já eram dez horas da noite de sexta-feira quando a campainha tocou, fui ver quem era e me deparei com a Sonia, que estava chorando e queria falar comigo. Fiquei surpresa, a deixei entrar e sentar no sofá, ofereci um refrigerante e pedi que me explicasse. Ela disse que estava de saco cheio das amigas, que a estavam levando pelo mau caminho, e que ela não era má. Que queria que eu a ajudasse a se comportar na aula. Eu disse que não tinha problema, que estava disposta a ajudá-la a mudar se ela fizesse a parte dela. O que mais me estranhava é que ela não parava de olhar para o relógio. De repente, ela perguntou se eu podia trazer uma aspirina porque estava com dor de cabeça, me levantei e fui ao banheiro buscar. Ao sair do banheiro, senti uma pressão na boca com um cheiro forte que invadiu meu nariz e me deixou tonta, era clorofórmio e notei minha visão ficando turva até desmaiar. Quando acordei, custei um pouco a enxergar direito, mas reconheci meu abajur no teto do quarto, então estava na minha cama. Imediatamente percebi que tinha fita isolante larga na boca, então não podia falar nem gritar, minhas mãos estavam amarradas nos dois lados da cabeceira com meus próprios cintos e minhas pernas também. Olhei para mim e percebi que só estava de calcinha — estava amarrada, amordaçada e seminu na minha cama! Olhei pelo quarto, vi que o relógio marcava meia-noite e quinze, não tinha ninguém mas ouvia barulho na sala. Estava apavorada... o que estava acontecendo? Alguns minutos depois, a porta do quarto se abriu e entrou a Olga! — então entendi na hora que tinham armado uma cilada para mim. — Ei, meninas, a professora acordou! — ela gritou. Logo em seguida entraram Mônica e Sonia, elas tinham garrafas de gim e uísque que devem ter pego do meu bar. Mônica se aproximou de mim, eu tentei gritar mas só saíram grunhidos, ela me olhou de De cima a baixo, com um sorriso malicioso e lascivo ao mesmo tempo, ela me disse:
"Bom, professora, eu disse que você ia se lembrar da gente, então aqui estamos. E sabe o que vamos fazer?"
Tentei dizer para ela me soltar, mas só saíram grunhidos. Respondi que não com a cabeça, e então, de repente, ela agarrou um dos meus seios e apertou com força, dizendo:
"Vamos te fazer passar uma noite que nunca vai esquecer, sua puta!"
Passando os dedos por um dos meus mamilos e com voz suave, ela se aproximou do meu ouvido e sussurrou:
"Vamos te foder, professora... Você vai ver como vai se divertir."
Eu estava alucinando, não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Minhas alunas iam me estuprar! Eu nunca tinha estado com uma mulher, e além disso, isso nunca tinha passado pela minha cabeça. Estava superexcitada, mas não sabia se era de medo ou de outra coisa. De alguma forma, essa situação não estava me desagradando totalmente...
Então, Mônica fez um sinal para Olga, que se aproximou, e ela ordenou:
"Chupa o peito esquerdo dela, e você, Sônia, o direito! Mas primeiro, tirem a roupa."
Olga e Sônia tiraram a roupa e ficaram só de calcinha. Os peitos de Olga eram impressionantes, e Sônia era um docinho. As duas tinham corpos de modelo. Começaram a chupar meus seios, uma de cada lado. Tentei resistir, mas quando comecei a sentir as línguas percorrendo meus peitos, meu medo começou a se transformar em excitação. Elas faziam isso com suavidade, chupando meus mamilos, que estavam duros como pedras. Suas línguas brincavam em volta deles, e depois seus dentes mordiam, deixando-os doloridos. Comecei a sentir um calor na minha virilha e me surpreendi por sentir isso diante de tal situação.
Mônica se aproximou do meu ouvido e começou a chupar meu lóbulo enquanto sussurrava:
"Você é nossa, mmmmmmmm, vamos te foder, professora, a noite tooooda. Você é muito gostosa, mmmmm, e vamos te comer todinha."
O fato é que isso me excitava ainda mais. Eu não queria sentir prazer, mas não conseguia evitar. Olga e Mônica acariciavam minhas coxas enquanto chupavam meus peitos com uma suavidade que nunca... nunca tinha sentido com nenhum homem, senti suas mãos subindo pelas minhas pernas.
Então a Mônica me disse que ia tirar a fita da minha boca, mas que se eu dissesse uma única palavra ela ia tampar de novo e depois ia raspar meu cabelo rente. Ela perguntou se eu tinha entendido e eu disse que sim. Aí ela puxou a fita adesiva de uma vez, o que doeu pra caralho, mas antes que eu pudesse gritar de dor, ela enfiou a língua na minha boca e começou a me beijar como uma louca. Senti seus lábios devorando os meus e sua saliva entrando na minha boca enquanto meus peitos estavam quase explodindo de tesão. Eu me contorcia sem controle e percebi que estava começando a molhar minha calcinha. Nossa, eu estava gozando!
A Mônica se levantou e disse pra Olga tirar a calcinha. Ela obedeceu, deixando à mostra uma bucetinha perfeitamente depilada, só com um pouco de pelo no monte púbico em forma de triângulo invertido, e com uns lábios vaginais bem carnudos e molhados.
A Mônica pegou a calcinha da Olga, fez uma bolinha e enfiou na minha boca. Senti um gosto meio algodão-doce, com um cheiro que me lembrava de mim mesma quando eu tinha me masturbado outras vezes — era aquele gosto de mulher.
Depois, a Mônica também se despiu, ficando só com um fio-dental preto que deixava adivinhar uma fenda volumosa. Ela tinha uns peitos bem redondinhos e mamilos rosados, era larga de costas e bem forte — pra falar a verdade, ela impunha respeito.
Ela tirou do bolso da calça um canivete pequeno e eu fiquei com medo. Ela abriu e foi direto pra minha calcinha: primeiro cortou um pedaço do lado direito, depois do esquerdo.
"Vamos ver o que temos aqui!" ela disse, e logo em seguida puxou a calcinha com força. Senti o tecido deslizando pela minha fenda até que ela me livrou dela. Naquele momento, senti três olhares cheios de cobiça sobre mim. Eu estava totalmente nua, à mercê da vontade de três adolescentes. Aquilo me excitava, e eu ainda não entendia o porquê.
Meu monte púbico tinha bastante... bom, então a Mônica disse:
—Nossa, assim não dá pra ver quem vai meter, então vamos ter que depilar.
Ela pegou com as mãos um pouco dos pelos, os mais perto da minha buceta, e puxou com força, arrancando uns seis fios. Eu gritei de dor, mas a calcinha na minha boca abafou o grito.
—Não se preocupa, professora, não vamos depilar assim — disse a Sônia, segurando na mão uma tesoura, sabonete de barbear e uma lâmina.
Começaram cortando com a tesoura, depois passaram o sabão e me barbearam, mas não me machucaram, e quando terminaram, senti uma sensação de fresquinho muito gostosa em toda a minha virilha.
Olhei pro relógio: marcava duas da manhã. Elas já estavam há umas duas horas me punindo, e eu estava mais excitada do que nunca na vida.
A Sônia tirou a calcinha, subiu na cama e se ajoelhou entre as minhas pernas. Em seguida, com os dedos, abriu meus lábios e começou a chupar meu clitóris com uma doçura incrível, passando a língua por todos os cantos da minha ppk encharcada.
A Mônica tirou a calcinha da minha boca, e eu comecei a gemer sem conseguir evitar. A Olga se aproximou e se posicionou de modo que a bucetinha dela ficou na altura da minha boca. Ou seja, ajoelhada entre minha cabeça e olhando pra Sônia, ela abaixou o corpo pra que eu chupasse, mas eu me recusei, virando a cabeça. Então a Mônica pegou um dos meus mamilos com dois dedos, apertou forte e torceu, enquanto dizia:
—Chupa até ela gozar, ou você vai se arrepender!
Não tive escolha a não ser obedecer. Comecei a lamber aqueles lábios e descobri um sabor novo e excitante, ao mesmo tempo que sentia elas me chupando e sugando meus fluidos.
Não sei quanto tempo durou aquilo, mas pareceu uma eternidade deliciosa. O fluxo da Olga escorria pelos meus lábios, e ela ainda ficava apertando aqueles peitos incríveis. Minha ppk estava inchada de prazer com aquela lambida maravilhosa, e pra completar, a Mônica estava enfiando os dedos na Sônia enquanto ela chupava meu clitóris.
De repente Olga se inclinou para frente e arrancou minha buceta da Sonia, eu estava exausta mas senti uma nova força na língua da Olga que me levava direto para um novo orgasmo, enquanto a Olga e eu nos fundíamos num 69, a Mônica e a Sonia desapareceram e voltaram pouco depois com algumas coisas nas mãos que a princípio não reconheci.
"Olga, desce daí e deixa nossa putinha descansar um pouco, que agora vem a melhor parte!"
Eu tentei pedir clemência mas a Mônica tapou minha boca com a mão e disse:
"Lembra, nem uma palavra ou te raspo toda, só pode gemer como a porca que você é."
Sabia que ela falava sério, então me calei, eram quase quatro da manhã. Eu estava cansada mas essas garotas sabiam administrar bem a situação para eu não ficar completamente exausta.
A Mônica se aproximou da minha buceta e começou a acariciá-la grosseiramente enquanto a Sonia me dava um gole de uísque, então distingui na mão da Olga algo familiar. Era uma abobrinha da minha geladeira, tinha uns 20 ou 25 cm e não era muito grossa, ela estava passando uma creme que parecia vaselina e depois entregou para a Mônica.
Não tive outra opção a não ser dizer: "Por favor, não enfia isso em mim!" Então a Sonia fez o sinal de silêncio com o dedo e começou a me beijar.
Senti a ponta da abobrinha percorrer meus lábios vaginais de cima para baixo mas sem chegar a entrar, o que de certa forma me deixava nervosa, então essa ponta começou a descer se aproximando da minha bunda e procurando meu buraco. Intuindo o que ia acontecer tentei dizer algo mas a língua da Sonia entrou com força na minha boca e me calou enquanto a Mônica me enfiava a abobrinha no cu sem piedade. Eu era virgem por trás então aquilo começou com dor mas logo se transformou num prazer que nunca imaginei que pudesse gostar tanto. Comecei a gemer e a rebolinar minha bunda no ritmo das penetrações da Mônica.
"Olha só a piranha" - disse a Olga - "ela gosta de levar no cu!"
Depois de um bom tempo assim senti que estava gozando outra Putz, era incrível, mas eu estava gostando daquilo.
Mônica tirou a abobrinha da minha bunda e eu senti um alívio gostoso, e meu cu parecia três vezes maior.
"Agora, vamos te foder uma por uma", disse Mônica, "cada uma do seu jeito. E pra você ver que não somos tão más, deixamos você escolher a ordem."
Eu implorei para que me deixassem ir, que não aguentava mais, que nunca mais ia castigá-las e que não contaria pra ninguém, mas Mônica insistiu que eu escolhesse a ordem em que queria ser comida por elas. Comecei a pensar: sabia que Mônica era meio sádica pelo jeito que me tratava, Olga era mais masculina, então imaginei que me foderia como um homem, e Sonia era delicada e doce. Precisava de um descanso, então escolhi Sonia primeiro, depois Olga, e deixei a temível Mônica por último.
Como imaginei, Sonia foi carinhosa comigo. Deitou ao meu lado e, enquanto me masturbava com seus dedos finos, me beijava com ternura na boca, no pescoço e nos peitos. Quando seus dedos ficaram encharcados da minha lubrificação, ela os deu pra eu lamber enquanto ela fazia o mesmo. Foi realmente maravilhoso. Isso durou meia hora e me serviu de relaxamento, já que suas carícias pareciam massagens. Ela se despediu com um beijo doce e foi para a sala.
Era a vez de Olga. Quando ela entrou, vi que estava usando um pênis de látex com um cinto na cintura. Então adivinhei sua tendência masculina. Ela soltou minhas pernas e as abriu bem, então enfiou em mim seu pau de látex, que era enorme. Começou a me comer, entrando e saindo com aquela coisa, enquanto chupava meus peitos e me beijava com vontade. Eu estava exausta, mas como ainda não tinham colocado nada na minha buceta, aquilo reacendeu minha excitação. Olga se movia muito bem, melhor que qualquer homem com quem eu já tinha estado. Sua bunda subia e descia num ritmo constante, ficando mais penetrante na descida, como se não quisesse que minha buceta desperdiçasse um único centímetro daquilo. Depois, ela começou a acelerar enquanto... ela me dizia:
- Vai, cock, vamos, vai!
E foi exatamente o que aconteceu, eu gozei que nem uma louca, nunca tinha sido fodida tão bem, estava alucinada e assustada com o que viria a seguir.
Mónica entrou poucos minutos depois que Olga saiu, já eram seis da manhã. Eu estava toda dolorida, os peitos, o cu, a buceta, até a boca. Mónica ainda estava com seu fio dental preto e trazia algo nas mãos que escondia atrás do corpo. Amarrou minhas pernas na cama de novo e tirou uma algema igualzinha às da polícia, soltou uma das minhas mãos e me colocou uma das algemas, passou pelo cabeceiro e prendeu minha outra mão. Eram algemas com combinação numérica, tinham três rodinhas de números que ela girou aleatoriamente depois de fechá-las em mim.
- O que você vai fazer comigo, Mónica, por favor não me machuca. - supliquei.
- Calma, já vamos embora, mas lembre-se: segunda-feira tudo volta ao normal. Espero que não tenha a ideia de nos ralhar na aula de novo, a menos, claro, que queira que isso se repita. A escolha é sua...
Depois, ela tirou dois consolos, um grande e outro menor.
O grande ela ligou e a ponta fazia um movimento circular bem lento, enfiou ele na minha buceta até o fundo e deixou lá. O menor tinha umas protuberâncias que, quando ligado, se moviam pra cima e pra baixo rapidamente, e ela me enfiou pelo cu.
- Escuta bem, putinha - ela disse. - Coloquei pilhas novas e de longa duração, espero que você aproveite. Amanhã de manhã vou ligar pra você e o atendente automático vai pular, fica atenta porque vou te dar a combinação das algemas pra você conseguir tirá-las. Segunda-feira, no instituto, a gente se vê, mas antes quero te dar uma coisa.
Ela tirou o fio dental e sentou na minha boca, e falou:
- Chupa meu cu, putinha!
Aquilo era demais, a mente da Mónica era pervertida. Enquanto aqueles consolos trabalhavam sozinhos na minha buceta e no meu cu, eu tive que lamber o ânus dela, que tinha um gosto amargo mas que, incrivelmente, eu gostei.
Depois de... Por um tempo notei como ela gozava e esfregou a buceta na minha boca, deixando aquela mistura de sabores no meu paladar como lembrança.
Depois elas foram embora e me deixaram lá, algemada, nua, cansada, fodida pela frente e por trás por dois consolos que pareciam nunca acabar. Acho que adormeci. Quando acordei, o telefone tocava. O consolo grande tinha parado, mas o pequeno continuava funcionando e trabalhando meu cu. Ouvi a combinação e tirei as algemas, depois removi o consolo grande e, me colocando de lado, comecei a tirar o pequeno, mas incrivelmente voltei a enfiá-lo, e fiquei assim até que parou.
Foi a experiência mais maravilhosa da minha vida. Nem preciso dizer que castiguei minhas alunas novamente e elas me castigaram de volta... só que desta vez não precisei ser amarrada...
Como ia dizendo, fui designada para um colégio particular e me deram turmas de alunos com média de dezenove anos. No começo foi difícil me impor na sala, eles eram muito rebeldes e prestavam pouca atenção. Em uma das aulas em particular, estava tendo muita dificuldade para dar a lição porque havia um grupinho de três amigas que eram muito agitadas e sempre arrumavam confusão com questão de celular e conversinha.
As três amigas eram Mônica, Sônia e Olga. Mônica era loira, muito bem formada para a idade e de compleição forte, era claramente a líder do grupo, o que ela dizia as outras faziam. Sônia era morena e com uns olhos lindos, verdes, era meio tímida mas se deixava levar e acabava sendo tão encrenqueira quanto as outras. E Olga era muito gata, também morena com uns peitos incríveis para a idade e com uma vibe meio masculina, sempre de calça e camisa.
Um dia, enquanto dava a aula, as três não paravam de perturbar o resto dos colegas. Já tinha chamado a atenção delas várias vezes e tinha ameaçado mandá-las para a diretoria para serem advertidas, e foi o que aconteceu. Mandei elas saírem no corredor e saí com elas, disse que a atitude delas tinha acabado com minha paciência e que ia mandá-las para a diretoria para serem suspensas por alguns dias. Aí, do nada, a Mônica se aproximou de mim, quase encostando o nariz no meu, e disse com um tom sussurrante e ameaçador:
— Professora, a senhora vai se arrepender disso...
Fiquei a ponto de responder à ousadia dela, mas o tom de voz que usou e o olhar me intimidaram, então entrei na sala e continuei com meu trabalho.
O resultado foi que elas foram suspensas por uma semana por desrespeito à Aula e não as vi até a sexta-feira seguinte. Saí do instituto e fui para o apartamento que tinha alugado e onde morava sozinha. Já eram dez horas da noite de sexta-feira quando a campainha tocou, fui ver quem era e me deparei com a Sonia, que estava chorando e queria falar comigo. Fiquei surpresa, a deixei entrar e sentar no sofá, ofereci um refrigerante e pedi que me explicasse. Ela disse que estava de saco cheio das amigas, que a estavam levando pelo mau caminho, e que ela não era má. Que queria que eu a ajudasse a se comportar na aula. Eu disse que não tinha problema, que estava disposta a ajudá-la a mudar se ela fizesse a parte dela. O que mais me estranhava é que ela não parava de olhar para o relógio. De repente, ela perguntou se eu podia trazer uma aspirina porque estava com dor de cabeça, me levantei e fui ao banheiro buscar. Ao sair do banheiro, senti uma pressão na boca com um cheiro forte que invadiu meu nariz e me deixou tonta, era clorofórmio e notei minha visão ficando turva até desmaiar. Quando acordei, custei um pouco a enxergar direito, mas reconheci meu abajur no teto do quarto, então estava na minha cama. Imediatamente percebi que tinha fita isolante larga na boca, então não podia falar nem gritar, minhas mãos estavam amarradas nos dois lados da cabeceira com meus próprios cintos e minhas pernas também. Olhei para mim e percebi que só estava de calcinha — estava amarrada, amordaçada e seminu na minha cama! Olhei pelo quarto, vi que o relógio marcava meia-noite e quinze, não tinha ninguém mas ouvia barulho na sala. Estava apavorada... o que estava acontecendo? Alguns minutos depois, a porta do quarto se abriu e entrou a Olga! — então entendi na hora que tinham armado uma cilada para mim. — Ei, meninas, a professora acordou! — ela gritou. Logo em seguida entraram Mônica e Sonia, elas tinham garrafas de gim e uísque que devem ter pego do meu bar. Mônica se aproximou de mim, eu tentei gritar mas só saíram grunhidos, ela me olhou de De cima a baixo, com um sorriso malicioso e lascivo ao mesmo tempo, ela me disse:
"Bom, professora, eu disse que você ia se lembrar da gente, então aqui estamos. E sabe o que vamos fazer?"
Tentei dizer para ela me soltar, mas só saíram grunhidos. Respondi que não com a cabeça, e então, de repente, ela agarrou um dos meus seios e apertou com força, dizendo:
"Vamos te fazer passar uma noite que nunca vai esquecer, sua puta!"
Passando os dedos por um dos meus mamilos e com voz suave, ela se aproximou do meu ouvido e sussurrou:
"Vamos te foder, professora... Você vai ver como vai se divertir."
Eu estava alucinando, não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Minhas alunas iam me estuprar! Eu nunca tinha estado com uma mulher, e além disso, isso nunca tinha passado pela minha cabeça. Estava superexcitada, mas não sabia se era de medo ou de outra coisa. De alguma forma, essa situação não estava me desagradando totalmente...
Então, Mônica fez um sinal para Olga, que se aproximou, e ela ordenou:
"Chupa o peito esquerdo dela, e você, Sônia, o direito! Mas primeiro, tirem a roupa."
Olga e Sônia tiraram a roupa e ficaram só de calcinha. Os peitos de Olga eram impressionantes, e Sônia era um docinho. As duas tinham corpos de modelo. Começaram a chupar meus seios, uma de cada lado. Tentei resistir, mas quando comecei a sentir as línguas percorrendo meus peitos, meu medo começou a se transformar em excitação. Elas faziam isso com suavidade, chupando meus mamilos, que estavam duros como pedras. Suas línguas brincavam em volta deles, e depois seus dentes mordiam, deixando-os doloridos. Comecei a sentir um calor na minha virilha e me surpreendi por sentir isso diante de tal situação.
Mônica se aproximou do meu ouvido e começou a chupar meu lóbulo enquanto sussurrava:
"Você é nossa, mmmmmmmm, vamos te foder, professora, a noite tooooda. Você é muito gostosa, mmmmm, e vamos te comer todinha."
O fato é que isso me excitava ainda mais. Eu não queria sentir prazer, mas não conseguia evitar. Olga e Mônica acariciavam minhas coxas enquanto chupavam meus peitos com uma suavidade que nunca... nunca tinha sentido com nenhum homem, senti suas mãos subindo pelas minhas pernas.
Então a Mônica me disse que ia tirar a fita da minha boca, mas que se eu dissesse uma única palavra ela ia tampar de novo e depois ia raspar meu cabelo rente. Ela perguntou se eu tinha entendido e eu disse que sim. Aí ela puxou a fita adesiva de uma vez, o que doeu pra caralho, mas antes que eu pudesse gritar de dor, ela enfiou a língua na minha boca e começou a me beijar como uma louca. Senti seus lábios devorando os meus e sua saliva entrando na minha boca enquanto meus peitos estavam quase explodindo de tesão. Eu me contorcia sem controle e percebi que estava começando a molhar minha calcinha. Nossa, eu estava gozando!
A Mônica se levantou e disse pra Olga tirar a calcinha. Ela obedeceu, deixando à mostra uma bucetinha perfeitamente depilada, só com um pouco de pelo no monte púbico em forma de triângulo invertido, e com uns lábios vaginais bem carnudos e molhados.
A Mônica pegou a calcinha da Olga, fez uma bolinha e enfiou na minha boca. Senti um gosto meio algodão-doce, com um cheiro que me lembrava de mim mesma quando eu tinha me masturbado outras vezes — era aquele gosto de mulher.
Depois, a Mônica também se despiu, ficando só com um fio-dental preto que deixava adivinhar uma fenda volumosa. Ela tinha uns peitos bem redondinhos e mamilos rosados, era larga de costas e bem forte — pra falar a verdade, ela impunha respeito.
Ela tirou do bolso da calça um canivete pequeno e eu fiquei com medo. Ela abriu e foi direto pra minha calcinha: primeiro cortou um pedaço do lado direito, depois do esquerdo.
"Vamos ver o que temos aqui!" ela disse, e logo em seguida puxou a calcinha com força. Senti o tecido deslizando pela minha fenda até que ela me livrou dela. Naquele momento, senti três olhares cheios de cobiça sobre mim. Eu estava totalmente nua, à mercê da vontade de três adolescentes. Aquilo me excitava, e eu ainda não entendia o porquê.
Meu monte púbico tinha bastante... bom, então a Mônica disse:
—Nossa, assim não dá pra ver quem vai meter, então vamos ter que depilar.
Ela pegou com as mãos um pouco dos pelos, os mais perto da minha buceta, e puxou com força, arrancando uns seis fios. Eu gritei de dor, mas a calcinha na minha boca abafou o grito.
—Não se preocupa, professora, não vamos depilar assim — disse a Sônia, segurando na mão uma tesoura, sabonete de barbear e uma lâmina.
Começaram cortando com a tesoura, depois passaram o sabão e me barbearam, mas não me machucaram, e quando terminaram, senti uma sensação de fresquinho muito gostosa em toda a minha virilha.
Olhei pro relógio: marcava duas da manhã. Elas já estavam há umas duas horas me punindo, e eu estava mais excitada do que nunca na vida.
A Sônia tirou a calcinha, subiu na cama e se ajoelhou entre as minhas pernas. Em seguida, com os dedos, abriu meus lábios e começou a chupar meu clitóris com uma doçura incrível, passando a língua por todos os cantos da minha ppk encharcada.
A Mônica tirou a calcinha da minha boca, e eu comecei a gemer sem conseguir evitar. A Olga se aproximou e se posicionou de modo que a bucetinha dela ficou na altura da minha boca. Ou seja, ajoelhada entre minha cabeça e olhando pra Sônia, ela abaixou o corpo pra que eu chupasse, mas eu me recusei, virando a cabeça. Então a Mônica pegou um dos meus mamilos com dois dedos, apertou forte e torceu, enquanto dizia:
—Chupa até ela gozar, ou você vai se arrepender!
Não tive escolha a não ser obedecer. Comecei a lamber aqueles lábios e descobri um sabor novo e excitante, ao mesmo tempo que sentia elas me chupando e sugando meus fluidos.
Não sei quanto tempo durou aquilo, mas pareceu uma eternidade deliciosa. O fluxo da Olga escorria pelos meus lábios, e ela ainda ficava apertando aqueles peitos incríveis. Minha ppk estava inchada de prazer com aquela lambida maravilhosa, e pra completar, a Mônica estava enfiando os dedos na Sônia enquanto ela chupava meu clitóris.
De repente Olga se inclinou para frente e arrancou minha buceta da Sonia, eu estava exausta mas senti uma nova força na língua da Olga que me levava direto para um novo orgasmo, enquanto a Olga e eu nos fundíamos num 69, a Mônica e a Sonia desapareceram e voltaram pouco depois com algumas coisas nas mãos que a princípio não reconheci.
"Olga, desce daí e deixa nossa putinha descansar um pouco, que agora vem a melhor parte!"
Eu tentei pedir clemência mas a Mônica tapou minha boca com a mão e disse:
"Lembra, nem uma palavra ou te raspo toda, só pode gemer como a porca que você é."
Sabia que ela falava sério, então me calei, eram quase quatro da manhã. Eu estava cansada mas essas garotas sabiam administrar bem a situação para eu não ficar completamente exausta.
A Mônica se aproximou da minha buceta e começou a acariciá-la grosseiramente enquanto a Sonia me dava um gole de uísque, então distingui na mão da Olga algo familiar. Era uma abobrinha da minha geladeira, tinha uns 20 ou 25 cm e não era muito grossa, ela estava passando uma creme que parecia vaselina e depois entregou para a Mônica.
Não tive outra opção a não ser dizer: "Por favor, não enfia isso em mim!" Então a Sonia fez o sinal de silêncio com o dedo e começou a me beijar.
Senti a ponta da abobrinha percorrer meus lábios vaginais de cima para baixo mas sem chegar a entrar, o que de certa forma me deixava nervosa, então essa ponta começou a descer se aproximando da minha bunda e procurando meu buraco. Intuindo o que ia acontecer tentei dizer algo mas a língua da Sonia entrou com força na minha boca e me calou enquanto a Mônica me enfiava a abobrinha no cu sem piedade. Eu era virgem por trás então aquilo começou com dor mas logo se transformou num prazer que nunca imaginei que pudesse gostar tanto. Comecei a gemer e a rebolinar minha bunda no ritmo das penetrações da Mônica.
"Olha só a piranha" - disse a Olga - "ela gosta de levar no cu!"
Depois de um bom tempo assim senti que estava gozando outra Putz, era incrível, mas eu estava gostando daquilo.
Mônica tirou a abobrinha da minha bunda e eu senti um alívio gostoso, e meu cu parecia três vezes maior.
"Agora, vamos te foder uma por uma", disse Mônica, "cada uma do seu jeito. E pra você ver que não somos tão más, deixamos você escolher a ordem."
Eu implorei para que me deixassem ir, que não aguentava mais, que nunca mais ia castigá-las e que não contaria pra ninguém, mas Mônica insistiu que eu escolhesse a ordem em que queria ser comida por elas. Comecei a pensar: sabia que Mônica era meio sádica pelo jeito que me tratava, Olga era mais masculina, então imaginei que me foderia como um homem, e Sonia era delicada e doce. Precisava de um descanso, então escolhi Sonia primeiro, depois Olga, e deixei a temível Mônica por último.
Como imaginei, Sonia foi carinhosa comigo. Deitou ao meu lado e, enquanto me masturbava com seus dedos finos, me beijava com ternura na boca, no pescoço e nos peitos. Quando seus dedos ficaram encharcados da minha lubrificação, ela os deu pra eu lamber enquanto ela fazia o mesmo. Foi realmente maravilhoso. Isso durou meia hora e me serviu de relaxamento, já que suas carícias pareciam massagens. Ela se despediu com um beijo doce e foi para a sala.
Era a vez de Olga. Quando ela entrou, vi que estava usando um pênis de látex com um cinto na cintura. Então adivinhei sua tendência masculina. Ela soltou minhas pernas e as abriu bem, então enfiou em mim seu pau de látex, que era enorme. Começou a me comer, entrando e saindo com aquela coisa, enquanto chupava meus peitos e me beijava com vontade. Eu estava exausta, mas como ainda não tinham colocado nada na minha buceta, aquilo reacendeu minha excitação. Olga se movia muito bem, melhor que qualquer homem com quem eu já tinha estado. Sua bunda subia e descia num ritmo constante, ficando mais penetrante na descida, como se não quisesse que minha buceta desperdiçasse um único centímetro daquilo. Depois, ela começou a acelerar enquanto... ela me dizia:
- Vai, cock, vamos, vai!
E foi exatamente o que aconteceu, eu gozei que nem uma louca, nunca tinha sido fodida tão bem, estava alucinada e assustada com o que viria a seguir.
Mónica entrou poucos minutos depois que Olga saiu, já eram seis da manhã. Eu estava toda dolorida, os peitos, o cu, a buceta, até a boca. Mónica ainda estava com seu fio dental preto e trazia algo nas mãos que escondia atrás do corpo. Amarrou minhas pernas na cama de novo e tirou uma algema igualzinha às da polícia, soltou uma das minhas mãos e me colocou uma das algemas, passou pelo cabeceiro e prendeu minha outra mão. Eram algemas com combinação numérica, tinham três rodinhas de números que ela girou aleatoriamente depois de fechá-las em mim.
- O que você vai fazer comigo, Mónica, por favor não me machuca. - supliquei.
- Calma, já vamos embora, mas lembre-se: segunda-feira tudo volta ao normal. Espero que não tenha a ideia de nos ralhar na aula de novo, a menos, claro, que queira que isso se repita. A escolha é sua...
Depois, ela tirou dois consolos, um grande e outro menor.
O grande ela ligou e a ponta fazia um movimento circular bem lento, enfiou ele na minha buceta até o fundo e deixou lá. O menor tinha umas protuberâncias que, quando ligado, se moviam pra cima e pra baixo rapidamente, e ela me enfiou pelo cu.
- Escuta bem, putinha - ela disse. - Coloquei pilhas novas e de longa duração, espero que você aproveite. Amanhã de manhã vou ligar pra você e o atendente automático vai pular, fica atenta porque vou te dar a combinação das algemas pra você conseguir tirá-las. Segunda-feira, no instituto, a gente se vê, mas antes quero te dar uma coisa.
Ela tirou o fio dental e sentou na minha boca, e falou:
- Chupa meu cu, putinha!
Aquilo era demais, a mente da Mónica era pervertida. Enquanto aqueles consolos trabalhavam sozinhos na minha buceta e no meu cu, eu tive que lamber o ânus dela, que tinha um gosto amargo mas que, incrivelmente, eu gostei.
Depois de... Por um tempo notei como ela gozava e esfregou a buceta na minha boca, deixando aquela mistura de sabores no meu paladar como lembrança.
Depois elas foram embora e me deixaram lá, algemada, nua, cansada, fodida pela frente e por trás por dois consolos que pareciam nunca acabar. Acho que adormeci. Quando acordei, o telefone tocava. O consolo grande tinha parado, mas o pequeno continuava funcionando e trabalhando meu cu. Ouvi a combinação e tirei as algemas, depois removi o consolo grande e, me colocando de lado, comecei a tirar o pequeno, mas incrivelmente voltei a enfiá-lo, e fiquei assim até que parou.
Foi a experiência mais maravilhosa da minha vida. Nem preciso dizer que castiguei minhas alunas novamente e elas me castigaram de volta... só que desta vez não precisei ser amarrada...
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