A CHEFE
Relações de trabalho, devo dizer, várias vezes me aproximaram de relações sexuais.
O caso da Cata é outro. Trabalhávamos juntos em uns escritórios e ela era mais velha. Eu andava pelos 25 e Cata 42. Era uma senhora de boa figura e vestia-se com sobriedade. Sempre que usava calças, levava-as justas na cintura e até os quadris, caindo soltas dali para baixo. Não marcavam a bunda, mas dava para adivinhar que era importante. Como com outros colegas, homens e mulheres, tinha uma boa relação.
O fato de ela estar alguns degraus acima na hierarquia não impedia que conversássemos. Ela costumava me encarregar de trabalhos ou gestões, e isso me levava com bastante frequência ao escritório dela. Era gentil, conversadeira e até às vezes descontraída. Sabia que era casada e que tinha algum filho, mais novo que eu, que já tinha decidido se independizar e viver separado do lar. Por isso, ela e o marido viviam sozinhos. Nossas conversas eram mais que nada sobre temas de trabalho, embora às vezes se misturassem coisas da vida cotidiana.
Um dia eu já estava almoçando (Tínhamos uma hora para fazer isso e relaxar antes de continuar com o trabalho). Repito que já estava almoçando no bufê quando ela apareceu e, ao ver que não restavam quase lugares, aproximou-se da mesa onde eu estava.
- Posso sentar com você?
- Claro. Com muito prazer.
- Obrigada. Como sempre muito gentil você…!
- Pois é o que corresponde. Espero que não haja comentários por compartilhar com um subalterno, disse e sorri…
- Acho que não…
Continuamos conversando sobre o que havíamos feito de manhã… o que nos restava pela frente… coisas do trabalho.
Até que em um momento dado, ela disse:
- Bom, bom… já chega de falar de trabalho. Vamos mudar de assunto…
- Como a senhora quiser…
- É, vamos falar de outras coisas… sei lá… digamos… sexo, disse baixando a voz para não ser ouvida pelos que estavam mais perto.
A verdade é que fiquei surpreso. Então tentei acompanhar o ritmo como pude.
- Bom… eu… a senhora já é casada, tem não muitos mas alguns anos a mais e só por isso, com certeza não sei se conseguiria.
- Obrigada pelo "alguns anos a mais". São mais do que alguns, mas agradeço a gentileza. Por outro lado, o fato de você ser solteiro… não acho que te limite. Ha!
- Bom… sempre tem alguma coisa…!
- Safados. Conheço os da sua laia que montam o personagem de modestos! Hehe!
- Nada disso. E repito: tem "alguma coisa".
- Aceito!
Continuamos falando sobre o assunto e contei algumas experiências, exceto as de natureza familiar. Vó e mãe obviamente não entraram na história. Falei da dona Martha e da professora Rebeca sem dar nomes. Percebi que a menção dessas experiências com senhoras mais velhas despertou o interesse dela. Ela pediu mais detalhes e dei alguns. Também não era pra contar tudo. A gente tinha acabado de entrar no assunto, mas não por isso eu podia considerá-la minha confidente. E, claro, pedi que ela também me contasse alguma coisa.
- Bom… minha primeira vez foi com um namorado antes do meu marido. Para ser a estreia, nada especial, como percebi mais tarde. Claro, na hora, foi a adrenalina do desconhecido e digamos do proibido. Depois conheci o Ernesto, meu esposo, e tivemos um namoro bem apaixonado, devo reconhecer. Durante o casamento, digamos que ele não deixou de me satisfazer. Depois que meu filho nasceu, as coisas mudaram um pouco. Talvez por causa do bebê, ou não sei por quê, a frequência não foi a mesma. Não me queixo, mas não foi igual. Devo reconhecer também que fiquei muito focada na criação do meu filho e com certeza isso influenciou. Mas bom, já contei demais e quase não me reconheço ventilando essas questões. Mesmo assim, adorei falar com você e fiz isso porque sei, tenho certeza, que você é um cavalheiro…!
- Quanto a isso, não tenha dúvida nenhuma…
- Obrigada. Vamos voltar ao trabalho e em outro momento a gente continua conversando…
E efetivamente voltamos a trabalhar até o final do expediente e nos despedimos até o dia seguinte.
No outro dia, nos encontramos de novo na hora do almoço. -Devo te dizer que a conversa de ontem me rendeu ontem à noite… -Sério…? -Pura verdade. Tivemos um bom sexo a dois e eu curti. Bom, teve prazer, mas faltou a “explosão” final… Você me entende. -Que pena… -Não importa… uma hora vem. Depois vem à minha sala que precisamos organizar uma papelada. Mais tarde fui até o escritório dela e, depois de me deixar entrar, ela colocou a placa de “NÃO PERTURBE” na porta e trancou com a chave. Era usada às vezes quando havia questões urgentes ou mais delicadas para tratar. -Gerônimo… preciso te pedir um favor, mesmo achando que não seja necessário: Sobre o que vamos tratar, peço a mais absoluta discrição. Confio em você e você já demonstrou lealdade e discrição, mas não posso evitar de pedir… -Pode ficar tranquila, Cata. A não ser por coisas menores de fora, não falo do que rola aqui dentro. Ela estava em pé na frente da mesa e de lá me pediu para me aproximar. -Real e sinceramente, não consigo esperar para terminar o que meu marido deixou pela metade. Me ajuda a fechar essa “papelada”… Ela deixou cair a calça larga, abriu espaço sobre a mesa e deitou de costas. -Não me come, por favor… só quero que você acaricie e chupe ela. Pode? Me aproximei, peguei a calcinha pelo elástico e tirei. Ela tinha uma buceta bem peluda, que eu abri até descobrir os lábios carnudos. A primeira lambida a fez tremer. Com o resto das lambidas e as carícias dos meus dedos, ela entrou ainda mais em transe. Sem ter outra coisa, mordeu a própria calcinha para abafar os gemidos. Dava pra ver que o orgasmo tinha ficado perto na noite anterior, porque chegou quase na hora. Deitada como estava, ela virou de lado. Pegou minha mão e me fez chegar naquele lado da mesa. Abriu o zíper da minha calça e vasculhou até libertar o pau. Chupou maravilhosamente bem e me fez gozar em tempo recorde. Depois fui ao banheiro para me lavar um pouco e arrumar minhas roupas. Ela entrou, me deu um beijo na bochecha e ficou se recompondo A maquiagem e o visual dela em geral. Eu peguei algumas pastas e saí do escritório, fingindo estar revisando papéis com muita atenção. Pelo resto do dia, ela não me chamou de novo e cada um ficou na sua.
Por alguns dias, não nos encontramos na hora do almoço. Só na sexta-feira nos juntamos para almoçar.
— Como você tem estado? — ela me perguntou.
— Bem… trabalhando.
— É, realmente têm sido dias corridos. Ainda bem que já chegou a tão esperada sexta-feira.
— Ufa… sim, sim. Hora de relaxar!
— Tem planos para o fim de semana?
— Nada de especial. Sair com amigos, provavelmente…
— Não quer vir em casa no sábado?
— Eu? Não. Se eu nem conheço seu marido… Como eu poderia aparecer assim do nada?
— Bom. Como meu convidado, claro. Eu falei de você pra ele, de como você é útil e prestativo nas tarefas… Também costumo falar dos outros funcionários, mas de você eu falei mais…
— Preferiria em outra ocasião…
— Olha… Vou ser franca com você. Há alguns dias uma ideia tem me rondado, que mais do que ideia já é um desejo, e envolve você…
— A mim???
— Sim. Mas, bem, também não é que eu vá te obrigar a nada… é só uma loucura minha!
— E posso saber do que se trata?
— Hã… sim. Não sou de ficar enrolando, então vou dizer diretamente: fazer um ménage com meu marido… Os dois pra mim!
— Cata… Você está indo muito rápido. Já fiz alguns ménages, mas com pleno conhecimento das pessoas envolvidas… Quer dizer, você realmente está me dizendo que seu marido aceitaria que, do nada, eu aparecesse no quarto de vocês e dissesse "com licença, vou comer sua esposa"?
— Hahaha… Perdão. Rí um pouco alto, melhor não chamar atenção. Me deu graça… Bom, também não seria tão de surpresa. Devo confessar que estive conversando e convencendo ele… he-he.
— Você não para de me surpreender…
— Olha, Gerônimo… Não fui nem sou uma libertina. Sempre tentei aproveitar e me divertir da forma mais comedida possível. Mas já sou uma mulher de quarenta e poucos, e o que não fizer agora, não farei mais. É só viver, moço! O que diz? -Que você tem razão, mas… Por que eu…? -Porque você já me provou que pode me satisfazer e ao mesmo tempo me proteger da gentalha… -Disso não tenha dúvidas… -Bem… lembro que amanhã é sábado e o convite continua de pé… -E… como seria o que você tem em mente? -A buceta pro meu marido e o cuzinho pra você… Fiquei ainda mais surpreso. Não conseguia acreditar que ela estava me oferecendo o cu e fui além. -Bem… só uma coisa: Durante a tarde, peço que coloque o bendito aviso de NÃO PERTURBE e me mostre o que está oferecendo… -Já dizia que você é um safado. Tá bom… vou deixar você ver, mesmo correndo o risco de você me deixar na vontade. Se decidir não ir amanhã, digo… Acabou o horário do almoço e voltamos às nossas tarefas. Umas duas horas depois o interfone tocou e ouvi a voz dela: “Gerônimo. Pode vir à minha sala… por favor?”. Sem pressa, deixei o que estava fazendo e fui em direção ao escritório. Olhando de soslaio, percebi que todos estavam concentrados nas suas tarefas e nem notavam meus movimentos. Entrei e Cata se levantou para colocar o aviso e trancar. -Bom… aqui estamos. Cuide disso você, disse e virou as costas. Me aproximei e logo fui apalpar suas nádegas. A calça era de elástico, então foi fácil puxá-la para baixo. A calcinha preta de renda destacava a brancura de sua pele. Aquele rabo não era mais tão jovem, mas se mantinha firme… majestosamente firme. Apanhei e acariciei de novo, deslizando meu dedo pelo sulco até acariciar seu ânus. Ela arrebitou um pouco a bunda para facilitar minha tarefa. Apoiei a ponta do dedo como para verificar a dureza do anel que o fechava e constatei o aperto daquele cu… Era um rabo grande de nádegas, mas pequeno na entrada. -O que diz? -Que aceito… Levantei sua calcinha e sua calça de novo para que ela terminasse de ajustar. -Posso perguntar uma coisa, Cata? -Diga… -Não quero ser grosseiro, mas… Aquele “templo” já foi “profanado”? -Hahahaha… Engraçadinho! Pode acreditar ou não, mas em todos esses anos de casamento consegui mantê-la virgem!
- Mas então seu marido vai me odiar!
- Ele terá sua recompensa. Não será o primeiro, mas depois vou deixá-lo entrar quantas vezes quiser…
A verdade é que as dúvidas que eu tinha já eram coisa do passado. Eu queria comer aquela bunda e não estava nem aí para a cara que o marido faria. Então, no sábado à noite, me preparei como se fosse fazer uma prova e fui direto para a casa da Cata. Ela me recebeu e me apresentou ao seu consorte.
- Este é Gerônimo… meu fiel assistente e quem facilita meu trabalho na empresa…
- Muito prazer, disse o senhor e estendeu a mão.
Ele não era muito alto e até me pareceu mais baixo que a Cata. Claro, ela estava de salto. E, por sinal, estava radiante. Naquela noite, sem calças e com um vestido na altura do joelho, as costas à mostra.
- Pode entrar e sentar… disse, apontando para uma poltrona enquanto eles ocupavam o sofá.
Fiz como pedido. Aceitei uma cerveja e começamos a conversar sobre vários assuntos. O senhor não parecia me olhar com má vontade ou rancor… como se aceitasse o que viria e a parte que me caberia.
A conversa foi ficando quente e até sugestiva. Até que a Cata se animou, se aproximou do marido e o beijou. Ele não ficou passivo, retribuiu o beijo e acariciou suas costas. Eles se acariciaram mutuamente enquanto eu ficava na expectativa. Tudo foi ficando mais intenso. As carícias ficaram ousadas, mas sem vergonha, apesar da minha presença. As roupas começaram a cair. Ele se recostou no sofá, enquanto a Cata se inclinou para chupar seu pau. Assim, sem mais. Eu, nessa hora, já estava esfregando o meu por cima da calça.
Depois, a Cata colocou uma almofada no chão para, dali, continuar com o boquete. Quase sem perceber, eu também fiquei pelado. Ela tinha deixado a bunda apontada para mim. Sem pedir permissão, fui e puxei a calcinha que ela ainda usava. Suas nádegas me pareceram ainda mais tentadoras do que no escritório. Separei elas e dei algumas lambidas. Ela arqueou, como se estivesse se oferecendo mais, e Aproveitei para enfiar bem a língua no cu dela. Despejei tanta saliva que escorria até os lábios da boceta já molhada e ocupada pelos meus dedos.
Pouco depois, o marido desceu do sofá e deitou-se de costas no carpete macio. Fiquei ajoelhado para vê-la cavalgando ele, enfiando o pau na boceta e começando a se mover. Tudo parecia predeterminado e conhecido. Como seguir um roteiro. Ninguém falava. Primeiro, Cata manteve-se ereta para se foder lenta e profundamente com o pau do marido. Depois, foi se abaixando para abraçá-lo e beijá-lo, levantando a bunda e deixando-a exposta. Então, voltei aos meus ataques de língua. Já a bunda era um poço de babas. Tentei com o dedo médio da minha mão e consegui penetrá-la. Ela se moveu de outra forma, como me convidando. Soube que era a hora. Apoiei meu pau nela e ela se aquietou. Comecei a empurrar devagar e os músculos se abriram. De repente, já tinha a cabeça dentro. Ela suspirou, soltou um gemido e me desafiou com uma certa rebolada. Com uma enfiada cheia de vontade, abri seu cu para alojar mais da metade do pau no ânus, e ela reclamou. Começou a se mover devagar. Para frente, ia pelo pau do marido; para trás, pelo meu... Segurei-a pelos quadris largos para perfurá-la uma e outra vez. Às vezes, ela se movia para mim; às vezes, para o marido. Nossos paus a penetravam um perto do outro e competiam em dureza.
—Me fodam os dois... assim... isso. Quero me sentir cheia de paus...!
O marido não podia fazer muito mais, pois estava preso sob o corpo de Cata, e era ela quem comandava os movimentos. Mas eu, sim... eu estava livre atrás dela, com seu cu recém-desvirginado à minha vontade. Então, fodi ela forte e fundo... ao meu bel-prazer. Entrava e saía daquele ânus que apertava e espremia meu pau. Pouco a pouco, ia ficando mais e mais quente. Tão quente quanto eles já estavam. Assim, tudo começou a se precipitar. Primeiro, senti que o marido gozou dentro da Ela soltou um orgasmo barulhento. E eu, pra não ficar atrás, jorrei toda a porra no fundo da sua caverna! Aí o mundo parou. Eu saí e do seu cu escapou um fio de leite. Ela se levantou pra tirar o pau do marido da sua buceta e se jogou ao lado dele no tapete.
- Obrigada… obrigada aos dois por esses momentos deliciosos. Eu gostei de verdade… Obrigada, Ernesto, por me satisfazer… e a você, Gerônimo, por vir compartilhar com a gente… Proponho que a gente apague as luzes do pátio e pule na piscina. A noite tá maravilhosa.
Passamos pelos chuveiros e pulamos na piscina. A luz de uma janela grande dava uma certa claridade. Nadamos e nos divertimos um pouco enquanto tomávamos mais algumas cervejas. A água estava uma maravilha e nos balançava e acariciava. Cata aproveitava as idas e vindas pra esfregar as nádegas ou os peitos na gente. Entre essa brincadeira e a da água, a gente começou a ficar excitado de novo e pelo menos meu pau começou a ficar duro. Ela passou nadando de novo e roçou nele.
- Acho que vem aí a segunda parte… eu pelo menos tô fresca e recuperada. Vocês?
- Confira você mesma, disse Ernesto e sorriu.
Cata foi pra cima dele e obviamente com as mãos no pau.
- Ai, buceta… já tá duro de novo. Deixa eu ver como tá o nosso convidado.
Ela veio até mim pra apertar meu pau e minhas bolas.
- Por aqui também tem disposição, parece. Vamos sair…
Saímos da água e nos secamos. Depois caminhamos pra dentro da casa, brincando e tocando nas nossas partes. Uma vez lá dentro, Cata nos levou pelo pau até o quarto. Ela se ajoelhou e chupou a gente alternadamente.
- Meu marido, disse ela… chegou a hora de você entrar pela minha porta de serviço. E te proponho que a gente deixe o Gero usar a principal, a que legalmente te pertence! Ha-ha!
- Eu posso esperar, respondi.
Ela subiu na cama de quatro. Pegou um pote de lubrificante da mesa de cabeceira e deixou em cima da cama. Abriu as nádegas e exclamou: Vem, Ernesto!
O homem não se fez de rogado. Pegou o gel e passou bem no culo dela. Com o que sobrou na mão, esfregou no pau e se masturbou para ficar mais duro. Depois mirou e entrou. Assim, sem avisar. Eu já estava me posicionando para deixar ela chupar meu pau e vi ela abrir os olhos…
— Ai, meu amor… devagar! Minha bunda já não é virgem, mas ainda dói…
Ele se acalmou e foi mais devagar. A verdade é que tenho que reconhecer que, em comprimento, nossos paus eram parecidos, só que o do Ernesto era mais grosso. Então não era de estranhar que a Cata sentisse a diferença.
— Deixa eu me ajustar e já te atendo, Gerô…
Ela se mexia para se acomodar e receber melhor a dose de pau na bunda. Fazia certas caretas que denunciavam o incômodo e a dor. Mesmo assim, ela aguentava, e Ernesto continuava metendo. Eu ficava olhando e, cada vez mais, meu pau ficava mais duro.
— Uiii… entrou todinho — disse a moça. — Me fode devagar, Ernesto, meu!
E ele foi fodendo enquanto eu me deitava na frente dela e oferecia meu membro para ela chupar. Ela não perdeu tempo, me fazendo uma lenta e deliciosa boquete.
— Ernesto: tira um pouco e deixa o Gerônimo se ajustar. Quero de novo dois paus dentro de mim.
Fiquei de barriga para cima, e ela veio sentar em mim. Uma vez conseguido isso, Ernesto voltou ao ataque e encaixou o pau dele de novo na bunda dela. Assim, em trio, fomos nos sincronizando para foder num ritmo constante. De novo, a Cata marcava o compasso das ações e manobrava nossos paus com seus rebolados. Me beijava, ofegava, ofegava e me beijava. Estava como louca, como em transe.
O primeiro a gozar foi o marido. Ele tirou o pau, e a Cata e eu nos olhamos. Nos olhamos e nos entendemos. Ela me deixou sair e ficou na posição, levantando o culo. Penetrar nela foi só uma formalidade, de tão lubrificada que ela estava. Agarrado nos seus quadris, enfiei até o fundo do seu ser. Ela mesma se agarrou na buceta para se masturbar febrilmente.
— Me dá seu leite que eu estou acabando — ela me disse.
E meu leite se derramou mais uma vez, regando o orgasmo dela… Quando acordei, Cata dormia ao meu lado e o marido dela no chão, em cima de uns almofadões. Algumas manchas de porra estavam espalhadas pelo lençol. Cata estava de lado e a bunda dela ficava a centímetros do meu pau, que amanheceu duro. Foi só ver aquilo e reagir. Afastei uma das nádegas dela, empurrei e entrei. Ela se assustou e sorriu meio dormindo. Jogou a bunda pra trás e facilitou tudo. Foi uma rapidinha, mas bem gostosa. Depois, tirei de dentro dela e deixei dormindo.
Na segunda-feira, nos encontramos de novo no trabalho. Nos cruzamos rapidinho de manhã e não demos sorte de almoçar juntos.
Quase no fim da tarde, ela me chamou no escritório e colocou o já famoso aviso na porta. Entrei e vi na tela do PC dela as imagens de um vídeo pornô. Mais especificamente, sexo anal.
— Só te chamei agora porque não tive tempo antes. Além disso, precisava me preparar. Ela colocou os dedos na altura do meu nariz e senti o cheiro de buceta. Ela tinha se masturbado.
— Preciso te dizer de novo que o sábado foi incrível… realizei e me fizeram realizar uma fantasia maravilhosa. Só que hoje tenho que dizer “chega”. Meu marido já me deixou fazer e, se isso continuasse, estaria traindo ele. Se você quiser, te ofereço uma despedida… Entende?
— Claro. É totalmente compreensível e aceito, como não poderia ser diferente, Cata… Obrigado pela confiança.
— Toma, disse ela, me entregando o gel lubrificante. Virou de costas, apoiou o peito na mesa e me deu a bunda.
Baixei a calça dela, puxei a calcinha pra baixo e dei várias lambidas na bunda. Passei bastante gel e literalmente a violei. Enfiei o pau de uma vez só e ela aguentou entre gemidos abafados. Fui e voltei com meu pau pelo canal já acostumado dela, até que minhas bolas cuspiram toda a porra.
Fomos pro banheiro e, enquanto eu lavava o pau, ela sentou pra cagar porra. Ajeitei minha roupa, dei um beijo carinhoso e saí… As relações de trabalho, devo dizer, várias vezes me levaram às transa.
O caso da Cata é outro. Trabalhávamos juntos em uns escritórios e ela era mais velha. Eu andava pelos 25 e a Cata 42. Era uma senhora de boa figura e se vestia de forma discreta. Sempre que usava calças, ela as usava justas na cintura e até os quadris, caindo soltas dali pra baixo. Não marcavam a bunda, mas dava pra ver que era importante. Como com outros colegas, homens e mulheres, eu tinha uma boa relação com ela.
O fato de ela estar alguns cargos acima não impedia a gente de conversar. Ela costumava me encarregar de trabalhos ou tarefas, e isso me levava com bastante frequência ao escritório dela. Ela era simpática, conversadeira e até às vezes descontraída. Eu sabia que ela era casada e tinha um filho, mais novo que eu, que já tinha decidido se tornar independente e morar longe da casa dos pais. Por isso, ela e o marido viviam sozinhos. Nossas conversas eram mais sobre assuntos do trabalho, embora às vezes se misturassem coisas do dia a dia.
Um dia, eu já estava almoçando (a gente tinha uma hora pra fazer isso e relaxar antes de voltar ao trabalho). Repito, já estava almoçando no refeitório quando ela apareceu e, vendo que quase não havia lugares, se aproximou da mesa onde eu estava.
— Posso sentar com você?
— Claro. Com muito prazer.
— Obrigada. Como sempre muito gentil você…!
— É o mínimo. Espero que não haja comentários sobre você compartilhar a mesa com um subalterno, falei e sorri…
— Acho que não…
Continuamos conversando sobre o que havíamos feito de manhã… o que ainda tínhamos pela frente… coisas do trabalho.
Até que, em um certo momento, ela disse:
— Bom, bom… já chega de falar de trabalho. Vamos mudar de assunto…
— Como a senhora quiser…
— É, vamos falar de outras coisas… sei lá… digamos… sexo, disse baixinho pra não ser ouvida pelos que estavam mais perto.
Na verdade, ela me deixou surpreso. Então tentei acompanhar o jogo como pude.
— Bom… eu… a senhora já é casada, tem não muitos mas alguns anos a mais e só por isso eu não sei se poderia.
— Obrigada pelo alguns anos mais". São mais do que alguns, mas agradeço a gentileza. Por outro lado, o fato de você ser solteiro... não acho que te limite. Ha!
- Bom... sempre tem alguma coisa...!
- Safados. Conheço os da sua laia que fingem ser modestos! Hehe!
- Nada disso. E repito o "alguma coisa" tem.
- Aceito!
Continuamos conversando sobre o assunto e contei algumas experiências, exceto as de natureza familiar. Avó e mãe obviamente não entraram na história. Falei sim da dona Martha e da professora Rebeca sem dar nomes. Percebi que a menção dessas experiências com senhoras mais velhas despertou interesse nela. Ela pediu mais detalhes e dei alguns. Também não era para contar tudo. Tínhamos acabado de entrar no assunto, mas não por isso podia considerá-la confidente. E claro, pedi que ela, por sua vez, me contasse algo.
- Bom... minha primeira vez foi com um namorado anterior ao meu marido. Para ser a estreia, nada especial, como percebi depois. Claro, na hora, foi a adrenalina do desconhecido e digamos proibido. Depois conheci Ernesto, meu esposo, e tivemos um namoro bem apaixonado, devo reconhecer. Durante o casamento, digamos que ele não deixou de me satisfazer. Depois que meu filho nasceu, as coisas mudaram um pouco. Talvez por causa do bebê ou não sei por quê, a frequência não foi a mesma. Não me queixo, mas não foi igual. Devo reconhecer também que fiquei muito focada na criação do meu filho e com certeza isso influenciou. Mas bom, já te contei demais e quase não me reconheço ventilando essas questões. Mesmo assim, adorei conversar com você e fiz isso porque sei, tenho certeza que você é um cavalheiro...!
- Quanto a isso, não tenha dúvida alguma...
- Obrigada. Vamos voltar ao trabalho e em outro momento continuamos conversando...
E efetivamente continuamos trabalhando até o final do expediente e nos despedimos até o dia seguinte.
No outro dia, nos encontramos novamente na hora do almoço.
- Devo dizer que a conversa de ontem me rendeu ontem à noite...
- Sério...?
- Ta Qual foi. Tivemos um bom sexo a dois e eu gostei. Bom, houve prazer, mas faltou a "explosão" final... Você me entende.
- Que pena...
- Não importa... vai chegar. Depois vem ao escritório que precisamos organizar um trâmite.
Mais tarde fui até o escritório dela e, depois de me deixar entrar, ela colocou a placa de "NÃO PERTURBE" na porta e trancou com a chave. Era usada às vezes quando havia questões urgentes ou mais delicadas para tratar.
- Gerônimo... preciso te pedir um favor, embora não ache necessário: Sobre isso que vamos tratar, peço a mais absoluta discrição. Confio em você e você demonstrou lealdade e discrição, mas não posso evitar de pedir...
- Pode ficar tranquila, Cata. A não ser por coisas menores de fora, não falo do que se trata aqui dentro.
Ela estava em pé na frente da mesa e de lá me pediu para me aproximar.
- Real e sinceramente, não posso esperar para terminar o que meu marido deixou inacabado. Me ajuda a fechar esse "trâmite"...
Ela deixou cair a calça larga, abriu espaço sobre a mesa e deitou de costas.
- Não me come, por favor... só quero que você me acaricie e chupe. Pode?
Me aproximei, peguei a calcinha pelo elástico e tirei. Ela tinha uma buceta bem peluda, que eu abri até descobrir os lábios carnudos. A primeira lambida a fez tremer. Com o resto das lambidas e as carícias dos meus dedos, ela entrou ainda mais em transe. Por falta de outra coisa, mordeu a própria calcinha para abafar os gemidos. Dava para ver que o orgasmo tinha ficado perto na noite anterior, porque chegou quase na hora. Deitada como estava, ela virou de lado. Pegou minha mão e me fez ir para aquele lado da mesa. Abriu o zíper da minha calça e vasculhou até libertar o pau. Chupou maravilhosamente bem e me fez gozar em tempo recorde.
Depois fui ao banheiro para me lavar um pouco e arrumar minhas roupas. Ela entrou, me deu um beijo na bochecha e ficou refazendo a maquiagem e a aparência em geral. Eu peguei algumas pastas e saí do escritório. fingindo estar revisando papéis com muita atenção. Pelo resto do dia, ela não me chamou de novo e cada um ficou na sua.
Por alguns dias, não nos encontramos na hora do almoço de novo. Só na sexta nos reunimos para almoçar.
— Como você tem estado? — ela me perguntou.
— Bem… trabalhando.
— É, realmente têm sido dias corridos. Ainda bem que já chegou a sexta-feira tão esperada.
— Ufa… sim, sim. Hora de relaxar!
— Tem planos pro fim de semana?
— Nada de especial. Sair com amigos, provavelmente…
— Não quer vir em casa no sábado?
— Eu? Não. Se nem conheço seu marido… Como eu poderia aparecer assim do nada?
— Bom. Como meu convidado, claro. Falei de você pra ele, de como você é útil e prestativo nas tarefas… Também costumo falar dos outros funcionários, mas de você falei mais…
— Preferiria em outra ocasião…
— Olha… Vou ser franca com você. Faz alguns dias que uma ideia vem rondando minha cabeça, que mais que ideia já é desejo, e envolve você…
— A mim???
— Sim. Mas bom, também não é que vou te obrigar a nada… é só uma loucura minha!
— E posso saber do que se trata?
— Eh… sim. Não sou de ficar com rodeios, então vou dizer diretamente: fazer um ménage com meu marido… Os dois pra mim!
— Cata… Você está indo muito rápido. Já fiz alguns ménages, mas com pleno conhecimento das pessoas envolvidas… Tipo, você realmente tá me dizendo que seu marido aceitaria que, do nada, eu aparecesse no quarto de vocês e dissesse "com licença, vim comer sua esposa"?
— Hahaha… Perdão. Rí um pouco alto, melhor não chamar atenção. Achei graça… Bom, também não seria tão surpresa assim. Devo confessar que estive conversando e convencendo ele… he-he.
— Você não para de me surpreender…
— Olha, Gerônimo… Não fui nem sou libertina. Sempre tentei aproveitar e me divertir da forma mais comedida possível. Mas já sou uma mulher de quarenta e poucos, e o que não fizer agora não farei mais. É só sobre viver, moço! O que você diz?
— Que você tem razão, mas… por que eu…?
— Porque você já me mostrou que você pode me satisfazer e ao mesmo tempo me proteger da fofoca alheia…
- Não tenha dúvidas disso…
- Bom… lembro que amanhã é sábado e o convite continua de pé…
- E… como seria o que você tem em mente?
- A buceta pro meu marido e o outro pra você…
Fiquei ainda mais surpreso. Não conseguia acreditar que ela estava me oferecendo o cu e fui além.
- Bom… só uma coisa: durante a tarde, peço que coloque o bendito aviso de NÃO PERTURBE e me mostre o que está oferecendo…
- Já dizia que você é um safado. Tá bom… vou deixar você ver, mesmo correndo o risco de me deixar na vontade. Se decidir não vir amanhã, digo…
O horário do almoço acabou e voltamos às nossas tarefas. Umas duas horas depois, o interfone tocou e ouvi a voz dela: “Gerônimo. Pode vir à minha sala… por favor?”. Sem pressa, deixei o que estava fazendo e segui para o escritório. De relance, percebi que todos estavam concentrados nas suas tarefas e nem notaram meus movimentos. Entrei e Cata se levantou para colocar o aviso e trancar a porta.
- Bom… aqui estamos. Cuide disso você, disse e virou as costas. Me aproximei e logo fui apalpar suas nádegas. A calça tinha elástico na cintura, então foi fácil puxá-la para baixo. A calcinha preta de renda destacava a brancura da sua pele. Aquele rabo já não era tão jovem, mas se mantinha firme… majestosamente firme. Apanhei e acariciei de novo, deslizando meu dedo pelo meio até acariciar seu ânus. Ela arrebitou um pouco a bunda para facilitar. Apoiei a ponta do dedo como para verificar a firmeza do anel que o fechava e constatei o aperto daquela raba… Era um cu grande de nádegas, mas pequeno na entrada.
- O que você diz?
- Que aceito…
Levantei sua calcinha e calça de novo para que ela terminasse de ajustar.
- Posso perguntar uma coisa, Cata?
- Fala…
- Não quero ser grosseiro, mas… aquele “templo” já foi “profanado”?
- Hahahaha… Engraçadinho! Pode acreditar ou não, mas em todos esses anos de casamento consegui mantê-lo virgem!
- Mas então seu meu marido vai me odiar!
- Ele vai ter sua recompensa. Não será o primeiro, mas depois vou deixar ele entrar quantas vezes quiser...
A verdade é que as dúvidas que eu tinha já eram coisa do passado. Eu queria comer aquele rabo e a cara que o marido fizesse não importava nem um pouco. Então, no sábado à noite, me preparei como se fosse fazer uma prova e fui direto para a casa da Cata. Ela me recebeu e me apresentou ao seu consorte.
- Este é Gerônimo... meu fiel assistente e quem facilita meu trabalho na empresa...
- Muito prazer, disse o senhor e estendeu a mão.
Ele não era muito alto e até me pareceu mais baixo que a Cata. Claro, ela estava de salto alto. E, por sinal, estava radiante. Esta noite, já sem calças e com um vestido na altura do joelho, com as costas à mostra.
- Pode entrar e sentar... disse, apontando para uma poltrona enquanto eles ocupavam o sofá.
Fiz isso. Aceitei uma cerveja e começamos a conversar sobre vários assuntos. O senhor não parecia me olhar com má vontade ou rancor... como se aceitasse o que viria e a parte que me caberia.
A conversa foi ficando calorosa e até sugestiva. Até que a Cata se animou e se aproximou do marido para beijá-lo. Ele não ficou passivo, retribuiu o beijo e acariciou suas costas. Eles se acariciaram mutuamente enquanto eu permanecia expectante. Tudo foi ficando mais intenso. As carícias ficaram ousadas, mas sem vergonha, apesar da minha presença. As roupas começaram a cair. Ele se recostou no sofá, enquanto a Cata se inclinou para chupar seu pau. Assim, sem mais. Eu, nessa hora, já estava batendo uma por cima da calça. Depois, a Cata colocou uma almofada no chão para, dali, continuar com o boquete. Quase sem perceber, eu também fiquei pelado. Ela tinha deixado a bunda apontada para mim. Sem pedir permissão, fui e puxei a calcinha que ela ainda usava. Suas nádegas me pareceram ainda mais tentadoras do que no escritório. Separei elas e dei umas lambidas. Ela arqueou como para se oferecer mais e aproveitei para enfiar bem a língua no cu. Despejei tanta saliva que a corria em direção aos lábios da buceta já molhada e ocupada pelos meus dedos.
Pouco depois, o marido desceu do sofá e se deitou de costas no carpete macio. Fiquei ajoelhado para ver como ela o cavalgava, enterrando o pau na buceta e começando a se mover. Tudo parecia predeterminado e conhecido, como seguir um roteiro. Ninguém falava. Primeiro, Cata se manteve ereta para se foder lenta e profundamente com o pau do marido. Depois, foi se abaixando para abraçá-lo e beijá-lo, levantando a bunda e deixando-a exposta. Então, voltei aos meus ataques de língua. A bunda já era um poço de babas. Tentei com o dedo médio da minha mão e consegui penetrá-la. Ela se moveu de outra forma, como me convidando. Soube que era a hora. Apoiei meu pau nela e ela se aquietou. Comecei a empurrar devagar e os músculos se abriram. De repente, já tinha a cabeça dentro. Ela suspirou, soltou um gemido e me desafiou com um certo rebolado de quadris. Com uma estocada cheia de vontade, abri seu cu para alojar mais da metade do pau no ânus, e ela reclamou. Começou a se mover devagar. Para frente, ia pelo pau do marido; para trás, pelo meu... Segurei-a pelos quadris largos para perfurá-la uma e outra vez. Às vezes, ela se movia para mim; outras, para o marido. Nossos paus a penetravam um perto do outro e competiam em dureza.
—Me fodam os dois... assim... isso. Quero me sentir cheia de paus...!
O marido não podia fazer muito mais, pois estava preso sob o corpo de Cata, e era ela quem comandava os movimentos. Mas eu, sim... eu estava livre atrás dela, com seu cu recém-desvirginado à minha vontade. Então, fodi-a forte e fundo... ao meu bel-prazer. Entrava e saía daquele ânus que apertava e espremia meu pau. Pouco a pouco, eu ia ficando mais e mais quente. Tão quente quanto eles já estavam. Assim, tudo começou a se precipitar. Primeiro, senti que o marido gozou dentro da buceta dela. Ela soltou um orgasmo aparatoso. E eu, para não ficar atrás, Jorrei toda a porra lá no fundo da caverna dela! O mundo parou naquela hora. Tirei o pau e do cu dela escorreu um fio de leite. Ela se levantou pra tirar o pau do marido da boceta e se jogou do lado dele no carpete.
— Obrigada… obrigada aos dois por esses momentos deliciosos. Gostei de verdade… Obrigada, Ernesto, por me dar esse prazer… e você, Gerônimo, por vir compartilhar com a gente… Proponho que a gente apague as luzes do pátio e pule na piscina. A noite tá maravilhosa.
Passamos pelos chuveiros e pulamos na piscina. A luz de uma janela grande dava uma certa claridade. Nadamos e nos divertimos um pouco enquanto tomávamos mais algumas cervejas. A água estava uma maravilha, balançando e acariciando a gente. Cata aproveitava as idas e vindas pra esfregar as nádegas ou os peitos na gente. Entre essa brincadeira e o movimento da água, começamos a ficar excitados de novo e, pelo menos, meu pau começou a ficar duro de novo. Ela passou nadando de novo e roçou nele.
— Acho que vem aí a segunda parte… eu pelo menos tô fresca e recuperada. Vocês?
— Confira você mesma — disse Ernesto, sorrindo.
Cata foi pra cima dele e, obviamente, com as mãos no pau.
— Ai, caralho… já tá duro de novo. Deixa eu ver como tá o nosso convidado.
Veio até mim e apertou meu pau e minhas bolas.
— Por aqui também tem predisposição, parece. Vamos sair…
Saímos da água e nos secamos. Depois, caminhamos pra dentro da casa, brincando e tocando nas nossas partes. Uma vez lá dentro, Cata nos levou pelo pau até o quarto. Ela se ajoelhou e chupou a gente alternadamente.
— Meu marido — ela disse… — chegou a hora de você entrar pela minha porta de serviço. E te proponho que a gente deixe o Gero usar a principal, a que legalmente te pertence! Ha-ha!
— Eu posso esperar — respondi.
Ela subiu na cama de quatro. Pegou um pote de lubrificante da mesa de cabeceira e deixou em cima da cama. Abriu as nádegas e exclamou: — Vem, Ernesto!
O homem não se fez de rogado. Pegou o gel e passou bem no cu dela. Com o que sobrou na mão, ele esfregou o pau e se masturbou para ficar mais duro. Depois mirou e entrou. Assim, sem aviso. Eu já estava me posicionando para deixá-la mamar no meu pau e vi ela abrir os olhos...
- Ai, meu amor... devagar! Minha bunda já não é virgem, mas ainda dói...
Ele se acalmou e foi mais devagar. A verdade é que devo reconhecer que em comprimento nossos paus eram parecidos, só que o do Ernesto era mais grosso. Então não era de estranhar que a Cata sentisse a diferença.
- Deixa eu me acomodar e já te atendo, Gero...
Ela se mexia para se ajustar e receber melhor a ração de pau na bunda. Fazia certas caretas que denunciavam o incômodo e a dor. Mesmo assim aguentava, e Ernesto seguia metendo. Eu ficava olhando e cada vez tinha o pau mais duro.
- Uiii... entrou todinho, disse a moça. Me fode devagar, Ernesto, meu!
E ele foi fodendo enquanto eu me deitava na frente dela e oferecia meu membro para que chupasse. Ela não perdeu tempo, fazendo uma lenta e deliciosa boquete.
- Ernesto: Tira ela um pouco e deixa o Gerônimo se acomodar. Quero de novo dois paus dentro de mim.
Fiquei de barriga para cima e ela veio se penetrar. Uma vez conseguido isso, Ernesto voltou ao ataque e encaixou de novo o pau dele na bunda. Assim, em trio fomos nos sincronizando para foder num ritmo constante. De novo a Cata marcava o compasso das ações e manobrava nossos paus com seus rebolados. Me beijava, ofegava, ofegava e me beijava. Estava como louca, como em transe.
O primeiro a gozar foi o marido. Ele tirou o pau e a Cata e eu nos olhamos. Nos olhamos e nos entendemos. Ela me deixou sair e ficou na pose, levantando o cu. Penetrá-la foi só uma formalidade, de tão lubrificada que estava. Agarrado nos seus quadris, enfiei até o fundo do seu ser. Ela mesma se agarrou na buceta para se masturbar febrilmente.
- Me dá seu leite que eu estou acabando, ela me disse.
E meu leite se derramou mais uma vez, regando o orgasmo dela...
Quando acordei, a Cata dormia ao meu lado e o marido dela no chão em cima de uns... almofadas. Algumas manchas de sêmen se espalhavam pelo lençol. Cata estava deitada de lado e sua bunda estava a centímetros do meu pau, que amanheceu duro. Foi só vê-la e reagir. Separei uma de suas nádegas, empurrei e entrei. Ela se surpreendeu e sorriu meio adormecida. Jogou a bunda para trás e facilitou as coisas. Foi uma rapidinha, mas estimulante. Depois, saí de dentro dela e a deixei dormir.
Na segunda-feira, nos encontramos de novo no trabalho. Nos cruzamos rapidamente durante a manhã e não coincidimos no almoço.
Quase no fim da tarde, ela me chamou no escritório e colocou o já famoso aviso na porta. Entrei e vi na tela do PC dela as imagens de um vídeo pornô. Sexo anal, mais precisamente.
— Te chamei agora porque não tive tempo antes. Além disso, precisava me preparar. — Ela colocou os dedos na altura do meu nariz e senti o cheiro de buceta. Ela tinha se masturbado.
— Preciso te dizer de novo que o sábado foi incrível… realizei e me fizeram realizar uma fantasia maravilhosa. Só que hoje tenho que dizer “chega”. Meu marido já me deixou fazer e, se isso continuasse, estaria traindo ele. Se você quiser, te ofereço uma despedida… Entende?
— Claro. É totalmente compreensível e aceito, como não poderia ser diferente, Cata… Obrigado pela confiança.
— Toma — disse ela, me entregando o gel lubrificante. Virou-se para apoiar o peito na mesa e me dar a bunda.
Baixei sua calça, puxei sua calcinha e dei várias lambidas na bunda. Passei bastante gel e literalmente a violei. Enfiei meu pau de uma só vez e ela aguentou entre gemidos abafados. Levei e trouxe meu pau pelo seu canal já habituado, até que minhas bolas cuspiram toda a porra.
Fomos ao banheiro e, enquanto eu lavava meu pau, ela sentou para cagar porra. Ajeitei minha roupa, dei um beijo carinhoso e saí…MAIS RELATOS ERÓTICOS AQUI
- Obrigada pelo "alguns anos a mais". São mais do que alguns, mas agradeço a gentileza. Por outro lado, o fato de você ser solteiro… não acho que te limite. Ha!
- Bom… sempre tem alguma coisa…!
- Safados. Conheço os da sua laia que montam o personagem de modestos! Hehe!
- Nada disso. E repito: tem "alguma coisa".
- Aceito!
Continuamos falando sobre o assunto e contei algumas experiências, exceto as de natureza familiar. Vó e mãe obviamente não entraram na história. Falei da dona Martha e da professora Rebeca sem dar nomes. Percebi que a menção dessas experiências com senhoras mais velhas despertou o interesse dela. Ela pediu mais detalhes e dei alguns. Também não era pra contar tudo. A gente tinha acabado de entrar no assunto, mas não por isso eu podia considerá-la minha confidente. E, claro, pedi que ela também me contasse alguma coisa.
- Bom… minha primeira vez foi com um namorado antes do meu marido. Para ser a estreia, nada especial, como percebi mais tarde. Claro, na hora, foi a adrenalina do desconhecido e digamos do proibido. Depois conheci o Ernesto, meu esposo, e tivemos um namoro bem apaixonado, devo reconhecer. Durante o casamento, digamos que ele não deixou de me satisfazer. Depois que meu filho nasceu, as coisas mudaram um pouco. Talvez por causa do bebê, ou não sei por quê, a frequência não foi a mesma. Não me queixo, mas não foi igual. Devo reconhecer também que fiquei muito focada na criação do meu filho e com certeza isso influenciou. Mas bom, já contei demais e quase não me reconheço ventilando essas questões. Mesmo assim, adorei falar com você e fiz isso porque sei, tenho certeza, que você é um cavalheiro…!
- Quanto a isso, não tenha dúvida nenhuma…
- Obrigada. Vamos voltar ao trabalho e em outro momento a gente continua conversando…
E efetivamente voltamos a trabalhar até o final do expediente e nos despedimos até o dia seguinte.
No outro dia, nos encontramos de novo na hora do almoço. -Devo te dizer que a conversa de ontem me rendeu ontem à noite… -Sério…? -Pura verdade. Tivemos um bom sexo a dois e eu curti. Bom, teve prazer, mas faltou a “explosão” final… Você me entende. -Que pena… -Não importa… uma hora vem. Depois vem à minha sala que precisamos organizar uma papelada. Mais tarde fui até o escritório dela e, depois de me deixar entrar, ela colocou a placa de “NÃO PERTURBE” na porta e trancou com a chave. Era usada às vezes quando havia questões urgentes ou mais delicadas para tratar. -Gerônimo… preciso te pedir um favor, mesmo achando que não seja necessário: Sobre o que vamos tratar, peço a mais absoluta discrição. Confio em você e você já demonstrou lealdade e discrição, mas não posso evitar de pedir… -Pode ficar tranquila, Cata. A não ser por coisas menores de fora, não falo do que rola aqui dentro. Ela estava em pé na frente da mesa e de lá me pediu para me aproximar. -Real e sinceramente, não consigo esperar para terminar o que meu marido deixou pela metade. Me ajuda a fechar essa “papelada”… Ela deixou cair a calça larga, abriu espaço sobre a mesa e deitou de costas. -Não me come, por favor… só quero que você acaricie e chupe ela. Pode? Me aproximei, peguei a calcinha pelo elástico e tirei. Ela tinha uma buceta bem peluda, que eu abri até descobrir os lábios carnudos. A primeira lambida a fez tremer. Com o resto das lambidas e as carícias dos meus dedos, ela entrou ainda mais em transe. Sem ter outra coisa, mordeu a própria calcinha para abafar os gemidos. Dava pra ver que o orgasmo tinha ficado perto na noite anterior, porque chegou quase na hora. Deitada como estava, ela virou de lado. Pegou minha mão e me fez chegar naquele lado da mesa. Abriu o zíper da minha calça e vasculhou até libertar o pau. Chupou maravilhosamente bem e me fez gozar em tempo recorde. Depois fui ao banheiro para me lavar um pouco e arrumar minhas roupas. Ela entrou, me deu um beijo na bochecha e ficou se recompondo A maquiagem e o visual dela em geral. Eu peguei algumas pastas e saí do escritório, fingindo estar revisando papéis com muita atenção. Pelo resto do dia, ela não me chamou de novo e cada um ficou na sua.
Por alguns dias, não nos encontramos na hora do almoço. Só na sexta-feira nos juntamos para almoçar.
— Como você tem estado? — ela me perguntou.
— Bem… trabalhando.
— É, realmente têm sido dias corridos. Ainda bem que já chegou a tão esperada sexta-feira.
— Ufa… sim, sim. Hora de relaxar!
— Tem planos para o fim de semana?
— Nada de especial. Sair com amigos, provavelmente…
— Não quer vir em casa no sábado?
— Eu? Não. Se eu nem conheço seu marido… Como eu poderia aparecer assim do nada?
— Bom. Como meu convidado, claro. Eu falei de você pra ele, de como você é útil e prestativo nas tarefas… Também costumo falar dos outros funcionários, mas de você eu falei mais…
— Preferiria em outra ocasião…
— Olha… Vou ser franca com você. Há alguns dias uma ideia tem me rondado, que mais do que ideia já é um desejo, e envolve você…
— A mim???
— Sim. Mas, bem, também não é que eu vá te obrigar a nada… é só uma loucura minha!
— E posso saber do que se trata?
— Hã… sim. Não sou de ficar enrolando, então vou dizer diretamente: fazer um ménage com meu marido… Os dois pra mim!
— Cata… Você está indo muito rápido. Já fiz alguns ménages, mas com pleno conhecimento das pessoas envolvidas… Quer dizer, você realmente está me dizendo que seu marido aceitaria que, do nada, eu aparecesse no quarto de vocês e dissesse "com licença, vou comer sua esposa"?
— Hahaha… Perdão. Rí um pouco alto, melhor não chamar atenção. Me deu graça… Bom, também não seria tão de surpresa. Devo confessar que estive conversando e convencendo ele… he-he.
— Você não para de me surpreender…
— Olha, Gerônimo… Não fui nem sou uma libertina. Sempre tentei aproveitar e me divertir da forma mais comedida possível. Mas já sou uma mulher de quarenta e poucos, e o que não fizer agora, não farei mais. É só viver, moço! O que diz? -Que você tem razão, mas… Por que eu…? -Porque você já me provou que pode me satisfazer e ao mesmo tempo me proteger da gentalha… -Disso não tenha dúvidas… -Bem… lembro que amanhã é sábado e o convite continua de pé… -E… como seria o que você tem em mente? -A buceta pro meu marido e o cuzinho pra você… Fiquei ainda mais surpreso. Não conseguia acreditar que ela estava me oferecendo o cu e fui além. -Bem… só uma coisa: Durante a tarde, peço que coloque o bendito aviso de NÃO PERTURBE e me mostre o que está oferecendo… -Já dizia que você é um safado. Tá bom… vou deixar você ver, mesmo correndo o risco de você me deixar na vontade. Se decidir não ir amanhã, digo… Acabou o horário do almoço e voltamos às nossas tarefas. Umas duas horas depois o interfone tocou e ouvi a voz dela: “Gerônimo. Pode vir à minha sala… por favor?”. Sem pressa, deixei o que estava fazendo e fui em direção ao escritório. Olhando de soslaio, percebi que todos estavam concentrados nas suas tarefas e nem notavam meus movimentos. Entrei e Cata se levantou para colocar o aviso e trancar. -Bom… aqui estamos. Cuide disso você, disse e virou as costas. Me aproximei e logo fui apalpar suas nádegas. A calça era de elástico, então foi fácil puxá-la para baixo. A calcinha preta de renda destacava a brancura de sua pele. Aquele rabo não era mais tão jovem, mas se mantinha firme… majestosamente firme. Apanhei e acariciei de novo, deslizando meu dedo pelo sulco até acariciar seu ânus. Ela arrebitou um pouco a bunda para facilitar minha tarefa. Apoiei a ponta do dedo como para verificar a dureza do anel que o fechava e constatei o aperto daquele cu… Era um rabo grande de nádegas, mas pequeno na entrada. -O que diz? -Que aceito… Levantei sua calcinha e sua calça de novo para que ela terminasse de ajustar. -Posso perguntar uma coisa, Cata? -Diga… -Não quero ser grosseiro, mas… Aquele “templo” já foi “profanado”? -Hahahaha… Engraçadinho! Pode acreditar ou não, mas em todos esses anos de casamento consegui mantê-la virgem!
- Mas então seu marido vai me odiar!
- Ele terá sua recompensa. Não será o primeiro, mas depois vou deixá-lo entrar quantas vezes quiser…
A verdade é que as dúvidas que eu tinha já eram coisa do passado. Eu queria comer aquela bunda e não estava nem aí para a cara que o marido faria. Então, no sábado à noite, me preparei como se fosse fazer uma prova e fui direto para a casa da Cata. Ela me recebeu e me apresentou ao seu consorte.
- Este é Gerônimo… meu fiel assistente e quem facilita meu trabalho na empresa…
- Muito prazer, disse o senhor e estendeu a mão.
Ele não era muito alto e até me pareceu mais baixo que a Cata. Claro, ela estava de salto. E, por sinal, estava radiante. Naquela noite, sem calças e com um vestido na altura do joelho, as costas à mostra.
- Pode entrar e sentar… disse, apontando para uma poltrona enquanto eles ocupavam o sofá.
Fiz como pedido. Aceitei uma cerveja e começamos a conversar sobre vários assuntos. O senhor não parecia me olhar com má vontade ou rancor… como se aceitasse o que viria e a parte que me caberia.
A conversa foi ficando quente e até sugestiva. Até que a Cata se animou, se aproximou do marido e o beijou. Ele não ficou passivo, retribuiu o beijo e acariciou suas costas. Eles se acariciaram mutuamente enquanto eu ficava na expectativa. Tudo foi ficando mais intenso. As carícias ficaram ousadas, mas sem vergonha, apesar da minha presença. As roupas começaram a cair. Ele se recostou no sofá, enquanto a Cata se inclinou para chupar seu pau. Assim, sem mais. Eu, nessa hora, já estava esfregando o meu por cima da calça.
Depois, a Cata colocou uma almofada no chão para, dali, continuar com o boquete. Quase sem perceber, eu também fiquei pelado. Ela tinha deixado a bunda apontada para mim. Sem pedir permissão, fui e puxei a calcinha que ela ainda usava. Suas nádegas me pareceram ainda mais tentadoras do que no escritório. Separei elas e dei algumas lambidas. Ela arqueou, como se estivesse se oferecendo mais, e Aproveitei para enfiar bem a língua no cu dela. Despejei tanta saliva que escorria até os lábios da boceta já molhada e ocupada pelos meus dedos.
Pouco depois, o marido desceu do sofá e deitou-se de costas no carpete macio. Fiquei ajoelhado para vê-la cavalgando ele, enfiando o pau na boceta e começando a se mover. Tudo parecia predeterminado e conhecido. Como seguir um roteiro. Ninguém falava. Primeiro, Cata manteve-se ereta para se foder lenta e profundamente com o pau do marido. Depois, foi se abaixando para abraçá-lo e beijá-lo, levantando a bunda e deixando-a exposta. Então, voltei aos meus ataques de língua. Já a bunda era um poço de babas. Tentei com o dedo médio da minha mão e consegui penetrá-la. Ela se moveu de outra forma, como me convidando. Soube que era a hora. Apoiei meu pau nela e ela se aquietou. Comecei a empurrar devagar e os músculos se abriram. De repente, já tinha a cabeça dentro. Ela suspirou, soltou um gemido e me desafiou com uma certa rebolada. Com uma enfiada cheia de vontade, abri seu cu para alojar mais da metade do pau no ânus, e ela reclamou. Começou a se mover devagar. Para frente, ia pelo pau do marido; para trás, pelo meu... Segurei-a pelos quadris largos para perfurá-la uma e outra vez. Às vezes, ela se movia para mim; às vezes, para o marido. Nossos paus a penetravam um perto do outro e competiam em dureza.
—Me fodam os dois... assim... isso. Quero me sentir cheia de paus...!
O marido não podia fazer muito mais, pois estava preso sob o corpo de Cata, e era ela quem comandava os movimentos. Mas eu, sim... eu estava livre atrás dela, com seu cu recém-desvirginado à minha vontade. Então, fodi ela forte e fundo... ao meu bel-prazer. Entrava e saía daquele ânus que apertava e espremia meu pau. Pouco a pouco, ia ficando mais e mais quente. Tão quente quanto eles já estavam. Assim, tudo começou a se precipitar. Primeiro, senti que o marido gozou dentro da Ela soltou um orgasmo barulhento. E eu, pra não ficar atrás, jorrei toda a porra no fundo da sua caverna! Aí o mundo parou. Eu saí e do seu cu escapou um fio de leite. Ela se levantou pra tirar o pau do marido da sua buceta e se jogou ao lado dele no tapete.
- Obrigada… obrigada aos dois por esses momentos deliciosos. Eu gostei de verdade… Obrigada, Ernesto, por me satisfazer… e a você, Gerônimo, por vir compartilhar com a gente… Proponho que a gente apague as luzes do pátio e pule na piscina. A noite tá maravilhosa.
Passamos pelos chuveiros e pulamos na piscina. A luz de uma janela grande dava uma certa claridade. Nadamos e nos divertimos um pouco enquanto tomávamos mais algumas cervejas. A água estava uma maravilha e nos balançava e acariciava. Cata aproveitava as idas e vindas pra esfregar as nádegas ou os peitos na gente. Entre essa brincadeira e a da água, a gente começou a ficar excitado de novo e pelo menos meu pau começou a ficar duro. Ela passou nadando de novo e roçou nele.
- Acho que vem aí a segunda parte… eu pelo menos tô fresca e recuperada. Vocês?
- Confira você mesma, disse Ernesto e sorriu.
Cata foi pra cima dele e obviamente com as mãos no pau.
- Ai, buceta… já tá duro de novo. Deixa eu ver como tá o nosso convidado.
Ela veio até mim pra apertar meu pau e minhas bolas.
- Por aqui também tem disposição, parece. Vamos sair…
Saímos da água e nos secamos. Depois caminhamos pra dentro da casa, brincando e tocando nas nossas partes. Uma vez lá dentro, Cata nos levou pelo pau até o quarto. Ela se ajoelhou e chupou a gente alternadamente.
- Meu marido, disse ela… chegou a hora de você entrar pela minha porta de serviço. E te proponho que a gente deixe o Gero usar a principal, a que legalmente te pertence! Ha-ha!
- Eu posso esperar, respondi.
Ela subiu na cama de quatro. Pegou um pote de lubrificante da mesa de cabeceira e deixou em cima da cama. Abriu as nádegas e exclamou: Vem, Ernesto!
O homem não se fez de rogado. Pegou o gel e passou bem no culo dela. Com o que sobrou na mão, esfregou no pau e se masturbou para ficar mais duro. Depois mirou e entrou. Assim, sem avisar. Eu já estava me posicionando para deixar ela chupar meu pau e vi ela abrir os olhos…
— Ai, meu amor… devagar! Minha bunda já não é virgem, mas ainda dói…
Ele se acalmou e foi mais devagar. A verdade é que tenho que reconhecer que, em comprimento, nossos paus eram parecidos, só que o do Ernesto era mais grosso. Então não era de estranhar que a Cata sentisse a diferença.
— Deixa eu me ajustar e já te atendo, Gerô…
Ela se mexia para se acomodar e receber melhor a dose de pau na bunda. Fazia certas caretas que denunciavam o incômodo e a dor. Mesmo assim, ela aguentava, e Ernesto continuava metendo. Eu ficava olhando e, cada vez mais, meu pau ficava mais duro.
— Uiii… entrou todinho — disse a moça. — Me fode devagar, Ernesto, meu!
E ele foi fodendo enquanto eu me deitava na frente dela e oferecia meu membro para ela chupar. Ela não perdeu tempo, me fazendo uma lenta e deliciosa boquete.
— Ernesto: tira um pouco e deixa o Gerônimo se ajustar. Quero de novo dois paus dentro de mim.
Fiquei de barriga para cima, e ela veio sentar em mim. Uma vez conseguido isso, Ernesto voltou ao ataque e encaixou o pau dele de novo na bunda dela. Assim, em trio, fomos nos sincronizando para foder num ritmo constante. De novo, a Cata marcava o compasso das ações e manobrava nossos paus com seus rebolados. Me beijava, ofegava, ofegava e me beijava. Estava como louca, como em transe.
O primeiro a gozar foi o marido. Ele tirou o pau, e a Cata e eu nos olhamos. Nos olhamos e nos entendemos. Ela me deixou sair e ficou na posição, levantando o culo. Penetrar nela foi só uma formalidade, de tão lubrificada que ela estava. Agarrado nos seus quadris, enfiei até o fundo do seu ser. Ela mesma se agarrou na buceta para se masturbar febrilmente.
— Me dá seu leite que eu estou acabando — ela me disse.
E meu leite se derramou mais uma vez, regando o orgasmo dela… Quando acordei, Cata dormia ao meu lado e o marido dela no chão, em cima de uns almofadões. Algumas manchas de porra estavam espalhadas pelo lençol. Cata estava de lado e a bunda dela ficava a centímetros do meu pau, que amanheceu duro. Foi só ver aquilo e reagir. Afastei uma das nádegas dela, empurrei e entrei. Ela se assustou e sorriu meio dormindo. Jogou a bunda pra trás e facilitou tudo. Foi uma rapidinha, mas bem gostosa. Depois, tirei de dentro dela e deixei dormindo.
Na segunda-feira, nos encontramos de novo no trabalho. Nos cruzamos rapidinho de manhã e não demos sorte de almoçar juntos.
Quase no fim da tarde, ela me chamou no escritório e colocou o já famoso aviso na porta. Entrei e vi na tela do PC dela as imagens de um vídeo pornô. Mais especificamente, sexo anal.
— Só te chamei agora porque não tive tempo antes. Além disso, precisava me preparar. Ela colocou os dedos na altura do meu nariz e senti o cheiro de buceta. Ela tinha se masturbado.
— Preciso te dizer de novo que o sábado foi incrível… realizei e me fizeram realizar uma fantasia maravilhosa. Só que hoje tenho que dizer “chega”. Meu marido já me deixou fazer e, se isso continuasse, estaria traindo ele. Se você quiser, te ofereço uma despedida… Entende?
— Claro. É totalmente compreensível e aceito, como não poderia ser diferente, Cata… Obrigado pela confiança.
— Toma, disse ela, me entregando o gel lubrificante. Virou de costas, apoiou o peito na mesa e me deu a bunda.
Baixei a calça dela, puxei a calcinha pra baixo e dei várias lambidas na bunda. Passei bastante gel e literalmente a violei. Enfiei o pau de uma vez só e ela aguentou entre gemidos abafados. Fui e voltei com meu pau pelo canal já acostumado dela, até que minhas bolas cuspiram toda a porra.
Fomos pro banheiro e, enquanto eu lavava o pau, ela sentou pra cagar porra. Ajeitei minha roupa, dei um beijo carinhoso e saí… As relações de trabalho, devo dizer, várias vezes me levaram às transa.
O caso da Cata é outro. Trabalhávamos juntos em uns escritórios e ela era mais velha. Eu andava pelos 25 e a Cata 42. Era uma senhora de boa figura e se vestia de forma discreta. Sempre que usava calças, ela as usava justas na cintura e até os quadris, caindo soltas dali pra baixo. Não marcavam a bunda, mas dava pra ver que era importante. Como com outros colegas, homens e mulheres, eu tinha uma boa relação com ela.
O fato de ela estar alguns cargos acima não impedia a gente de conversar. Ela costumava me encarregar de trabalhos ou tarefas, e isso me levava com bastante frequência ao escritório dela. Ela era simpática, conversadeira e até às vezes descontraída. Eu sabia que ela era casada e tinha um filho, mais novo que eu, que já tinha decidido se tornar independente e morar longe da casa dos pais. Por isso, ela e o marido viviam sozinhos. Nossas conversas eram mais sobre assuntos do trabalho, embora às vezes se misturassem coisas do dia a dia.
Um dia, eu já estava almoçando (a gente tinha uma hora pra fazer isso e relaxar antes de voltar ao trabalho). Repito, já estava almoçando no refeitório quando ela apareceu e, vendo que quase não havia lugares, se aproximou da mesa onde eu estava.
— Posso sentar com você?
— Claro. Com muito prazer.
— Obrigada. Como sempre muito gentil você…!
— É o mínimo. Espero que não haja comentários sobre você compartilhar a mesa com um subalterno, falei e sorri…
— Acho que não…
Continuamos conversando sobre o que havíamos feito de manhã… o que ainda tínhamos pela frente… coisas do trabalho.
Até que, em um certo momento, ela disse:
— Bom, bom… já chega de falar de trabalho. Vamos mudar de assunto…
— Como a senhora quiser…
— É, vamos falar de outras coisas… sei lá… digamos… sexo, disse baixinho pra não ser ouvida pelos que estavam mais perto.
Na verdade, ela me deixou surpreso. Então tentei acompanhar o jogo como pude.
— Bom… eu… a senhora já é casada, tem não muitos mas alguns anos a mais e só por isso eu não sei se poderia.
— Obrigada pelo alguns anos mais". São mais do que alguns, mas agradeço a gentileza. Por outro lado, o fato de você ser solteiro... não acho que te limite. Ha!
- Bom... sempre tem alguma coisa...!
- Safados. Conheço os da sua laia que fingem ser modestos! Hehe!
- Nada disso. E repito o "alguma coisa" tem.
- Aceito!
Continuamos conversando sobre o assunto e contei algumas experiências, exceto as de natureza familiar. Avó e mãe obviamente não entraram na história. Falei sim da dona Martha e da professora Rebeca sem dar nomes. Percebi que a menção dessas experiências com senhoras mais velhas despertou interesse nela. Ela pediu mais detalhes e dei alguns. Também não era para contar tudo. Tínhamos acabado de entrar no assunto, mas não por isso podia considerá-la confidente. E claro, pedi que ela, por sua vez, me contasse algo.
- Bom... minha primeira vez foi com um namorado anterior ao meu marido. Para ser a estreia, nada especial, como percebi depois. Claro, na hora, foi a adrenalina do desconhecido e digamos proibido. Depois conheci Ernesto, meu esposo, e tivemos um namoro bem apaixonado, devo reconhecer. Durante o casamento, digamos que ele não deixou de me satisfazer. Depois que meu filho nasceu, as coisas mudaram um pouco. Talvez por causa do bebê ou não sei por quê, a frequência não foi a mesma. Não me queixo, mas não foi igual. Devo reconhecer também que fiquei muito focada na criação do meu filho e com certeza isso influenciou. Mas bom, já te contei demais e quase não me reconheço ventilando essas questões. Mesmo assim, adorei conversar com você e fiz isso porque sei, tenho certeza que você é um cavalheiro...!
- Quanto a isso, não tenha dúvida alguma...
- Obrigada. Vamos voltar ao trabalho e em outro momento continuamos conversando...
E efetivamente continuamos trabalhando até o final do expediente e nos despedimos até o dia seguinte.
No outro dia, nos encontramos novamente na hora do almoço.
- Devo dizer que a conversa de ontem me rendeu ontem à noite...
- Sério...?
- Ta Qual foi. Tivemos um bom sexo a dois e eu gostei. Bom, houve prazer, mas faltou a "explosão" final... Você me entende.
- Que pena...
- Não importa... vai chegar. Depois vem ao escritório que precisamos organizar um trâmite.
Mais tarde fui até o escritório dela e, depois de me deixar entrar, ela colocou a placa de "NÃO PERTURBE" na porta e trancou com a chave. Era usada às vezes quando havia questões urgentes ou mais delicadas para tratar.
- Gerônimo... preciso te pedir um favor, embora não ache necessário: Sobre isso que vamos tratar, peço a mais absoluta discrição. Confio em você e você demonstrou lealdade e discrição, mas não posso evitar de pedir...
- Pode ficar tranquila, Cata. A não ser por coisas menores de fora, não falo do que se trata aqui dentro.
Ela estava em pé na frente da mesa e de lá me pediu para me aproximar.
- Real e sinceramente, não posso esperar para terminar o que meu marido deixou inacabado. Me ajuda a fechar esse "trâmite"...
Ela deixou cair a calça larga, abriu espaço sobre a mesa e deitou de costas.
- Não me come, por favor... só quero que você me acaricie e chupe. Pode?
Me aproximei, peguei a calcinha pelo elástico e tirei. Ela tinha uma buceta bem peluda, que eu abri até descobrir os lábios carnudos. A primeira lambida a fez tremer. Com o resto das lambidas e as carícias dos meus dedos, ela entrou ainda mais em transe. Por falta de outra coisa, mordeu a própria calcinha para abafar os gemidos. Dava para ver que o orgasmo tinha ficado perto na noite anterior, porque chegou quase na hora. Deitada como estava, ela virou de lado. Pegou minha mão e me fez ir para aquele lado da mesa. Abriu o zíper da minha calça e vasculhou até libertar o pau. Chupou maravilhosamente bem e me fez gozar em tempo recorde.
Depois fui ao banheiro para me lavar um pouco e arrumar minhas roupas. Ela entrou, me deu um beijo na bochecha e ficou refazendo a maquiagem e a aparência em geral. Eu peguei algumas pastas e saí do escritório. fingindo estar revisando papéis com muita atenção. Pelo resto do dia, ela não me chamou de novo e cada um ficou na sua.
Por alguns dias, não nos encontramos na hora do almoço de novo. Só na sexta nos reunimos para almoçar.
— Como você tem estado? — ela me perguntou.
— Bem… trabalhando.
— É, realmente têm sido dias corridos. Ainda bem que já chegou a sexta-feira tão esperada.
— Ufa… sim, sim. Hora de relaxar!
— Tem planos pro fim de semana?
— Nada de especial. Sair com amigos, provavelmente…
— Não quer vir em casa no sábado?
— Eu? Não. Se nem conheço seu marido… Como eu poderia aparecer assim do nada?
— Bom. Como meu convidado, claro. Falei de você pra ele, de como você é útil e prestativo nas tarefas… Também costumo falar dos outros funcionários, mas de você falei mais…
— Preferiria em outra ocasião…
— Olha… Vou ser franca com você. Faz alguns dias que uma ideia vem rondando minha cabeça, que mais que ideia já é desejo, e envolve você…
— A mim???
— Sim. Mas bom, também não é que vou te obrigar a nada… é só uma loucura minha!
— E posso saber do que se trata?
— Eh… sim. Não sou de ficar com rodeios, então vou dizer diretamente: fazer um ménage com meu marido… Os dois pra mim!
— Cata… Você está indo muito rápido. Já fiz alguns ménages, mas com pleno conhecimento das pessoas envolvidas… Tipo, você realmente tá me dizendo que seu marido aceitaria que, do nada, eu aparecesse no quarto de vocês e dissesse "com licença, vim comer sua esposa"?
— Hahaha… Perdão. Rí um pouco alto, melhor não chamar atenção. Achei graça… Bom, também não seria tão surpresa assim. Devo confessar que estive conversando e convencendo ele… he-he.
— Você não para de me surpreender…
— Olha, Gerônimo… Não fui nem sou libertina. Sempre tentei aproveitar e me divertir da forma mais comedida possível. Mas já sou uma mulher de quarenta e poucos, e o que não fizer agora não farei mais. É só sobre viver, moço! O que você diz?
— Que você tem razão, mas… por que eu…?
— Porque você já me mostrou que você pode me satisfazer e ao mesmo tempo me proteger da fofoca alheia…
- Não tenha dúvidas disso…
- Bom… lembro que amanhã é sábado e o convite continua de pé…
- E… como seria o que você tem em mente?
- A buceta pro meu marido e o outro pra você…
Fiquei ainda mais surpreso. Não conseguia acreditar que ela estava me oferecendo o cu e fui além.
- Bom… só uma coisa: durante a tarde, peço que coloque o bendito aviso de NÃO PERTURBE e me mostre o que está oferecendo…
- Já dizia que você é um safado. Tá bom… vou deixar você ver, mesmo correndo o risco de me deixar na vontade. Se decidir não vir amanhã, digo…
O horário do almoço acabou e voltamos às nossas tarefas. Umas duas horas depois, o interfone tocou e ouvi a voz dela: “Gerônimo. Pode vir à minha sala… por favor?”. Sem pressa, deixei o que estava fazendo e segui para o escritório. De relance, percebi que todos estavam concentrados nas suas tarefas e nem notaram meus movimentos. Entrei e Cata se levantou para colocar o aviso e trancar a porta.
- Bom… aqui estamos. Cuide disso você, disse e virou as costas. Me aproximei e logo fui apalpar suas nádegas. A calça tinha elástico na cintura, então foi fácil puxá-la para baixo. A calcinha preta de renda destacava a brancura da sua pele. Aquele rabo já não era tão jovem, mas se mantinha firme… majestosamente firme. Apanhei e acariciei de novo, deslizando meu dedo pelo meio até acariciar seu ânus. Ela arrebitou um pouco a bunda para facilitar. Apoiei a ponta do dedo como para verificar a firmeza do anel que o fechava e constatei o aperto daquela raba… Era um cu grande de nádegas, mas pequeno na entrada.
- O que você diz?
- Que aceito…
Levantei sua calcinha e calça de novo para que ela terminasse de ajustar.
- Posso perguntar uma coisa, Cata?
- Fala…
- Não quero ser grosseiro, mas… aquele “templo” já foi “profanado”?
- Hahahaha… Engraçadinho! Pode acreditar ou não, mas em todos esses anos de casamento consegui mantê-lo virgem!
- Mas então seu meu marido vai me odiar!
- Ele vai ter sua recompensa. Não será o primeiro, mas depois vou deixar ele entrar quantas vezes quiser...
A verdade é que as dúvidas que eu tinha já eram coisa do passado. Eu queria comer aquele rabo e a cara que o marido fizesse não importava nem um pouco. Então, no sábado à noite, me preparei como se fosse fazer uma prova e fui direto para a casa da Cata. Ela me recebeu e me apresentou ao seu consorte.
- Este é Gerônimo... meu fiel assistente e quem facilita meu trabalho na empresa...
- Muito prazer, disse o senhor e estendeu a mão.
Ele não era muito alto e até me pareceu mais baixo que a Cata. Claro, ela estava de salto alto. E, por sinal, estava radiante. Esta noite, já sem calças e com um vestido na altura do joelho, com as costas à mostra.
- Pode entrar e sentar... disse, apontando para uma poltrona enquanto eles ocupavam o sofá.
Fiz isso. Aceitei uma cerveja e começamos a conversar sobre vários assuntos. O senhor não parecia me olhar com má vontade ou rancor... como se aceitasse o que viria e a parte que me caberia.
A conversa foi ficando calorosa e até sugestiva. Até que a Cata se animou e se aproximou do marido para beijá-lo. Ele não ficou passivo, retribuiu o beijo e acariciou suas costas. Eles se acariciaram mutuamente enquanto eu permanecia expectante. Tudo foi ficando mais intenso. As carícias ficaram ousadas, mas sem vergonha, apesar da minha presença. As roupas começaram a cair. Ele se recostou no sofá, enquanto a Cata se inclinou para chupar seu pau. Assim, sem mais. Eu, nessa hora, já estava batendo uma por cima da calça. Depois, a Cata colocou uma almofada no chão para, dali, continuar com o boquete. Quase sem perceber, eu também fiquei pelado. Ela tinha deixado a bunda apontada para mim. Sem pedir permissão, fui e puxei a calcinha que ela ainda usava. Suas nádegas me pareceram ainda mais tentadoras do que no escritório. Separei elas e dei umas lambidas. Ela arqueou como para se oferecer mais e aproveitei para enfiar bem a língua no cu. Despejei tanta saliva que a corria em direção aos lábios da buceta já molhada e ocupada pelos meus dedos.
Pouco depois, o marido desceu do sofá e se deitou de costas no carpete macio. Fiquei ajoelhado para ver como ela o cavalgava, enterrando o pau na buceta e começando a se mover. Tudo parecia predeterminado e conhecido, como seguir um roteiro. Ninguém falava. Primeiro, Cata se manteve ereta para se foder lenta e profundamente com o pau do marido. Depois, foi se abaixando para abraçá-lo e beijá-lo, levantando a bunda e deixando-a exposta. Então, voltei aos meus ataques de língua. A bunda já era um poço de babas. Tentei com o dedo médio da minha mão e consegui penetrá-la. Ela se moveu de outra forma, como me convidando. Soube que era a hora. Apoiei meu pau nela e ela se aquietou. Comecei a empurrar devagar e os músculos se abriram. De repente, já tinha a cabeça dentro. Ela suspirou, soltou um gemido e me desafiou com um certo rebolado de quadris. Com uma estocada cheia de vontade, abri seu cu para alojar mais da metade do pau no ânus, e ela reclamou. Começou a se mover devagar. Para frente, ia pelo pau do marido; para trás, pelo meu... Segurei-a pelos quadris largos para perfurá-la uma e outra vez. Às vezes, ela se movia para mim; outras, para o marido. Nossos paus a penetravam um perto do outro e competiam em dureza.
—Me fodam os dois... assim... isso. Quero me sentir cheia de paus...!
O marido não podia fazer muito mais, pois estava preso sob o corpo de Cata, e era ela quem comandava os movimentos. Mas eu, sim... eu estava livre atrás dela, com seu cu recém-desvirginado à minha vontade. Então, fodi-a forte e fundo... ao meu bel-prazer. Entrava e saía daquele ânus que apertava e espremia meu pau. Pouco a pouco, eu ia ficando mais e mais quente. Tão quente quanto eles já estavam. Assim, tudo começou a se precipitar. Primeiro, senti que o marido gozou dentro da buceta dela. Ela soltou um orgasmo aparatoso. E eu, para não ficar atrás, Jorrei toda a porra lá no fundo da caverna dela! O mundo parou naquela hora. Tirei o pau e do cu dela escorreu um fio de leite. Ela se levantou pra tirar o pau do marido da boceta e se jogou do lado dele no carpete.
— Obrigada… obrigada aos dois por esses momentos deliciosos. Gostei de verdade… Obrigada, Ernesto, por me dar esse prazer… e você, Gerônimo, por vir compartilhar com a gente… Proponho que a gente apague as luzes do pátio e pule na piscina. A noite tá maravilhosa.
Passamos pelos chuveiros e pulamos na piscina. A luz de uma janela grande dava uma certa claridade. Nadamos e nos divertimos um pouco enquanto tomávamos mais algumas cervejas. A água estava uma maravilha, balançando e acariciando a gente. Cata aproveitava as idas e vindas pra esfregar as nádegas ou os peitos na gente. Entre essa brincadeira e o movimento da água, começamos a ficar excitados de novo e, pelo menos, meu pau começou a ficar duro de novo. Ela passou nadando de novo e roçou nele.
— Acho que vem aí a segunda parte… eu pelo menos tô fresca e recuperada. Vocês?
— Confira você mesma — disse Ernesto, sorrindo.
Cata foi pra cima dele e, obviamente, com as mãos no pau.
— Ai, caralho… já tá duro de novo. Deixa eu ver como tá o nosso convidado.
Veio até mim e apertou meu pau e minhas bolas.
— Por aqui também tem predisposição, parece. Vamos sair…
Saímos da água e nos secamos. Depois, caminhamos pra dentro da casa, brincando e tocando nas nossas partes. Uma vez lá dentro, Cata nos levou pelo pau até o quarto. Ela se ajoelhou e chupou a gente alternadamente.
— Meu marido — ela disse… — chegou a hora de você entrar pela minha porta de serviço. E te proponho que a gente deixe o Gero usar a principal, a que legalmente te pertence! Ha-ha!
— Eu posso esperar — respondi.
Ela subiu na cama de quatro. Pegou um pote de lubrificante da mesa de cabeceira e deixou em cima da cama. Abriu as nádegas e exclamou: — Vem, Ernesto!
O homem não se fez de rogado. Pegou o gel e passou bem no cu dela. Com o que sobrou na mão, ele esfregou o pau e se masturbou para ficar mais duro. Depois mirou e entrou. Assim, sem aviso. Eu já estava me posicionando para deixá-la mamar no meu pau e vi ela abrir os olhos...
- Ai, meu amor... devagar! Minha bunda já não é virgem, mas ainda dói...
Ele se acalmou e foi mais devagar. A verdade é que devo reconhecer que em comprimento nossos paus eram parecidos, só que o do Ernesto era mais grosso. Então não era de estranhar que a Cata sentisse a diferença.
- Deixa eu me acomodar e já te atendo, Gero...
Ela se mexia para se ajustar e receber melhor a ração de pau na bunda. Fazia certas caretas que denunciavam o incômodo e a dor. Mesmo assim aguentava, e Ernesto seguia metendo. Eu ficava olhando e cada vez tinha o pau mais duro.
- Uiii... entrou todinho, disse a moça. Me fode devagar, Ernesto, meu!
E ele foi fodendo enquanto eu me deitava na frente dela e oferecia meu membro para que chupasse. Ela não perdeu tempo, fazendo uma lenta e deliciosa boquete.
- Ernesto: Tira ela um pouco e deixa o Gerônimo se acomodar. Quero de novo dois paus dentro de mim.
Fiquei de barriga para cima e ela veio se penetrar. Uma vez conseguido isso, Ernesto voltou ao ataque e encaixou de novo o pau dele na bunda. Assim, em trio fomos nos sincronizando para foder num ritmo constante. De novo a Cata marcava o compasso das ações e manobrava nossos paus com seus rebolados. Me beijava, ofegava, ofegava e me beijava. Estava como louca, como em transe.
O primeiro a gozar foi o marido. Ele tirou o pau e a Cata e eu nos olhamos. Nos olhamos e nos entendemos. Ela me deixou sair e ficou na pose, levantando o cu. Penetrá-la foi só uma formalidade, de tão lubrificada que estava. Agarrado nos seus quadris, enfiei até o fundo do seu ser. Ela mesma se agarrou na buceta para se masturbar febrilmente.
- Me dá seu leite que eu estou acabando, ela me disse.
E meu leite se derramou mais uma vez, regando o orgasmo dela...
Quando acordei, a Cata dormia ao meu lado e o marido dela no chão em cima de uns... almofadas. Algumas manchas de sêmen se espalhavam pelo lençol. Cata estava deitada de lado e sua bunda estava a centímetros do meu pau, que amanheceu duro. Foi só vê-la e reagir. Separei uma de suas nádegas, empurrei e entrei. Ela se surpreendeu e sorriu meio adormecida. Jogou a bunda para trás e facilitou as coisas. Foi uma rapidinha, mas estimulante. Depois, saí de dentro dela e a deixei dormir.
Na segunda-feira, nos encontramos de novo no trabalho. Nos cruzamos rapidamente durante a manhã e não coincidimos no almoço.
Quase no fim da tarde, ela me chamou no escritório e colocou o já famoso aviso na porta. Entrei e vi na tela do PC dela as imagens de um vídeo pornô. Sexo anal, mais precisamente.
— Te chamei agora porque não tive tempo antes. Além disso, precisava me preparar. — Ela colocou os dedos na altura do meu nariz e senti o cheiro de buceta. Ela tinha se masturbado.
— Preciso te dizer de novo que o sábado foi incrível… realizei e me fizeram realizar uma fantasia maravilhosa. Só que hoje tenho que dizer “chega”. Meu marido já me deixou fazer e, se isso continuasse, estaria traindo ele. Se você quiser, te ofereço uma despedida… Entende?
— Claro. É totalmente compreensível e aceito, como não poderia ser diferente, Cata… Obrigado pela confiança.
— Toma — disse ela, me entregando o gel lubrificante. Virou-se para apoiar o peito na mesa e me dar a bunda.
Baixei sua calça, puxei sua calcinha e dei várias lambidas na bunda. Passei bastante gel e literalmente a violei. Enfiei meu pau de uma só vez e ela aguentou entre gemidos abafados. Levei e trouxe meu pau pelo seu canal já habituado, até que minhas bolas cuspiram toda a porra.
Fomos ao banheiro e, enquanto eu lavava meu pau, ela sentou para cagar porra. Ajeitei minha roupa, dei um beijo carinhoso e saí…MAIS RELATOS ERÓTICOS AQUI
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