Agora vou contar uma da MariaBeatriz, a irmã gorda e gostosa da Teresa, aquela que deu em cima da Ana María, lembram? Vizinha e amigona da Estelita. Como sempre, de tanta reunião as mulheres se veem direto e acabam se enroscando. Foi assim que a Bea, como é conhecida, quase se apaixonou pela Ana María, ficou excitada e decidiu dar vazão à loucura. Ligou pra ela uma tarde, propôs ir vê-la e a Ana topou, convidando-a pra almoçar no dia seguinte.
E a Bea foi na maior, bem vestida com jaqueta de couro, blusa, saia, salto alto e toda maquiada pra um meio-dia, bolsa no ombro e com frios pro almoço. A Ana María recebeu ela com beijos e carinhos, com a mão aberta no queixo, beijinho e beijão, acompanhou, sentou ela na sala de jantar e depois de preparar tudo em bandejas, as duas almoçaram sanduíches de frios com maionese, e depois pudim que a Ana fez pra Bea. A gorda tava toda a fim da magrinha amiga da Teli, e ainda mais depois de uma comida daquelas. Pra piorar, a Ana muito bem vestida de blazer e saia fina, salto, maquiada e com um cheirão de creme que deixava a Bea doida.
E ela ficou doida. Porque mal terminaram, a Beatriz levou a Ana María pro quarto dela. A Ana viu que a coisa ia pegar e ficou meio sem graça, mas não conseguiu evitar. Na loucura, a Bea segurou ela, apalpou ela de cima a baixo e foi tirando o pouco que ainda tinha. E quando a Ana ficou só de sutiã e calcinha, a Bea ficou de roupa íntima, abriu a bolsa, mandou a Ana fechar os olhos que tinha uma surpresa pra ela e tirou um par de brinquedos grossos e um cordão erótico. Depois disso, apalpou ela de novo e, depois de mandar tirar o sutiã e a calcinha, a Bea amarrou a Ana María. E louca de tesão, foi tirando devagarzinho a roupinha dela, se jogou em cima da Ana, abriu as pernas dela e, depois de enfiar um brinquedo na buceta, comeu ela crua: se esfregando, chupando os peitos, lambendo tudo, apalpando, gemendo, excitada. A Bea esfregava o brinquedo dentro da buceta da Ana e falava um monte de coisa doida, e no final as duas gozaram pra caralho. Explodindo de líquidos e banhando o corpo dela e a cama. Depois, Bea deixou ela amarrada, mas de bruços, e meteu na bunda dela, fazendo ela gozar de novo. Aí ela soltou ela, Ana María tentou se levantar, Bea pulou em cima com a barrigona e passou a escova, arrebentou e violentou até gozar nela e fazer a outra gozar também. Elas lamberam os líquidos, Bea apertou bem os peitos dela, beijos e mais beijos sem parar, e o fechamento foi com a gordona metendo na buceta dela pelos dois buracos, depois com os dedos e no final com outras coisas da bolsa dela. Terminaram, uns beijos na boca enormes, as duas mulheres marcaram uma noite de hotel e Beatriz se despediu toda molhada. E Ana María ficou tão feliz com a surra de rola que deu de presente pra sua potranca um par de calcinhas eróticas e um pozinho pra se estimular quando quisesse transar sem parar. Como as ruivas se amam. Tanto que não conseguem viver sem se ligar e trepar.
E a Bea foi na maior, bem vestida com jaqueta de couro, blusa, saia, salto alto e toda maquiada pra um meio-dia, bolsa no ombro e com frios pro almoço. A Ana María recebeu ela com beijos e carinhos, com a mão aberta no queixo, beijinho e beijão, acompanhou, sentou ela na sala de jantar e depois de preparar tudo em bandejas, as duas almoçaram sanduíches de frios com maionese, e depois pudim que a Ana fez pra Bea. A gorda tava toda a fim da magrinha amiga da Teli, e ainda mais depois de uma comida daquelas. Pra piorar, a Ana muito bem vestida de blazer e saia fina, salto, maquiada e com um cheirão de creme que deixava a Bea doida.
E ela ficou doida. Porque mal terminaram, a Beatriz levou a Ana María pro quarto dela. A Ana viu que a coisa ia pegar e ficou meio sem graça, mas não conseguiu evitar. Na loucura, a Bea segurou ela, apalpou ela de cima a baixo e foi tirando o pouco que ainda tinha. E quando a Ana ficou só de sutiã e calcinha, a Bea ficou de roupa íntima, abriu a bolsa, mandou a Ana fechar os olhos que tinha uma surpresa pra ela e tirou um par de brinquedos grossos e um cordão erótico. Depois disso, apalpou ela de novo e, depois de mandar tirar o sutiã e a calcinha, a Bea amarrou a Ana María. E louca de tesão, foi tirando devagarzinho a roupinha dela, se jogou em cima da Ana, abriu as pernas dela e, depois de enfiar um brinquedo na buceta, comeu ela crua: se esfregando, chupando os peitos, lambendo tudo, apalpando, gemendo, excitada. A Bea esfregava o brinquedo dentro da buceta da Ana e falava um monte de coisa doida, e no final as duas gozaram pra caralho. Explodindo de líquidos e banhando o corpo dela e a cama. Depois, Bea deixou ela amarrada, mas de bruços, e meteu na bunda dela, fazendo ela gozar de novo. Aí ela soltou ela, Ana María tentou se levantar, Bea pulou em cima com a barrigona e passou a escova, arrebentou e violentou até gozar nela e fazer a outra gozar também. Elas lamberam os líquidos, Bea apertou bem os peitos dela, beijos e mais beijos sem parar, e o fechamento foi com a gordona metendo na buceta dela pelos dois buracos, depois com os dedos e no final com outras coisas da bolsa dela. Terminaram, uns beijos na boca enormes, as duas mulheres marcaram uma noite de hotel e Beatriz se despediu toda molhada. E Ana María ficou tão feliz com a surra de rola que deu de presente pra sua potranca um par de calcinhas eróticas e um pozinho pra se estimular quando quisesse transar sem parar. Como as ruivas se amam. Tanto que não conseguem viver sem se ligar e trepar.
0 comentários - Cuando María Beatriz se la cepilló duro a María Clara