Mariana, nossa gostosa. P.2

Mariana, nossa gostosa. P.2Naquela manhã, a gente cruzou com o Lalo na sala e eu apresentei os dois.
-Então é você que vai me matar, e não só de insônia-. Disse o Lalo, por causa dos gritos e gemidos óbvios dela.
-Foi mal- disse a Mariana, toda corada.
-Minha vida!!!!- gritou o Lalo -Não tem que ter vergonha, se você soubesse as coisas que eu sei do seu namorado-.
-Nem quero imaginar- respondeu a Mariana, me olhando com um sorrisinho safado.
-hahahaha- eu ri -vamos antes que ele comece a contar-.

Quando voltei, o Lalo me interrogou.
-Pelo amor de Deus, que fogosa é essa gostosa-. Disse ele, tapando o rosto com as duas mãos. -Não sei por que vim tão cedo do pool, não tive escolha, tive que bater uma alta punheta ouvindo ela.
-É isso aí, fogosa. Eu gosto muito dela-.
-Ok ok, vou ter que arrumar alguém logo, porque se os fins de semana vão ser assim…-.

O Lalo não sabia, mas a ideia já tinha se plantado na minha mente…
A Mariana, como minha namorada oficial, começou a se mudar pra casa. Ela se dava bem com o Lalo e até saímos algumas vezes os três juntos.
Em duas semanas, ela já não preparava o mate do café da manhã só de camiseta e fio dental.

Já no trabalho, o Lalo me mandou um MSN.
-Não aguento mais, irmão, e me desculpa te falar, mas eu passo o dia todo de pau duro, a Mariana me deixa louco-.
-Eu sei que você gosta dela, percebi como você olha pra ela-.
-Não é só isso, irmão, tô me apaixonando por ela, me desculpa-.
-Ok, irmão, tranquilo, vi como vocês se olham e vai rolar o que ela quiser que role-.

Mas eu decidi esquentar ainda mais a situação. Naquela noite, a Mariana estava como sempre sentada no meu pau, eu reclinado na cabeceira da cama, curtindo tocar e chupar os peitinhos gostosos dela. Aí comecei a deslizar meus dedos pela coluna dela até chegar na bunda dela.
Isso ela adorava, quando eu fazia isso, ela jogava a cabeça pra trás, curtindo meu carinho. Desci meus dedos até a buceta dela, molhei eles no melzinho dela, e comecei a enfiar no cu dela.
A Mariana suspirava e começava a rebolando devagar.
Quando eu tinha o dedo inteiro enfiado lá dentro, tirei e enfiei outro, depois um terceiro, Mariana gemia extasiada.
– Você gosta, amor.
– Adoro, coração.
– Você gostaria que eu tivesse duas picas pra te penetrar.
– Ai, Sweetie, me deixa louca. – Dizia entre gemidos.
– Você gostaria que outro macho te comesse? – Falei, enfiando os dedos o mais fundo que dava.
– Ahhhh. – Respondeu com um gemido.
– Você gostaria da do Lalo, Sweetie?
Ela parou o movimento e me olhou fixo com seus olhinhos pretos divinos.
– Sabe que eu te amo. – Disse e mordeu o lábio inferior, me encarando como se me avaliasse. – Sim, Sweetie, eu gosto, mas eu te amo, você.
– Eu sei, amor. – Falei, segurando ela pelo pescoço. – Percebi como vocês se olham.
– Me perdoa, amor. – Disse, se esfregando na minha mão.
– Minha vida, adoro que você seja assim, gostosa, puta e safada. – Respondi e comecei a me mexer debaixo dela.
Ela reagiu fazendo o mesmo, e me comendo cada vez com mais força até gozar bem dentro de mim. Naquela noite, a baixinha ficou super excitada e acabei fazendo a booty deitado sobre ela, sujando as bundinhas dela por um bom tempo.
Na manhã seguinte, ao sair do banho, encontrei os dois na cozinha tomando mate, um de cada lado da mesa. Mariana estava como sempre com uma camiseta minha e de fio dental. Me olhou, safada, pegou minha mão, me puxou e me abraçou.
– Vai sair hoje à noite? – Perguntei pro Lalo enquanto tomava o mate.
– Não sei, não tenho nada planejado. – Respondeu.
– Que tal a gente ver um filme os três?
– Fechou!!! Eu faço o jantar. – Disse Mariana.
– Com uma tábua de frios já tá bom, né?
– Eu trago umas cervejas então. – Disse Lalo.
E assim ficou tudo combinado.
Tava calor e quando Lalo foi buscar as cervejas, Mariana foi se vestir com algo confortável e preparar a tábua. Do sofá da sala, pedi se por favor ela não me trazia um copo de suco. E ela trouxe.
Ela vestiu uma regatinha curta, justa até o umbigo, e um shortinho que deixava ver o começo da bunda empinada dela. Era muito foda, meu pau deu um pulo.
– Minha vida!!! – Falei.
E segui ela, ela fugiu rindo, mas eu alcancei. beijei ela e comecei a tocar, os mamilos dela ficaram duros e apareceram durinhos, acariciei eles, e já tava amassando a bunda dela por cima do short quando ouvimos o carro.
Apareceu o Lalo com 6 cervejas. Falei pra ele:
— Deixa que eu ponho na geladeira.
O Lalo colocou o DVD e gritou pra gente que o filme já tinha começado. Quando ele viu ela chegar com a bandeja, ficou pasmo, de boca entreaberta.

Depois de 2 cervejas e uma hora de filme (que não tava nem aí pra gente), a Miriam, que tava sentada entre nós, me beijava e se acariciava pelo corpo.
Comecei a corresponder, tocando ela quase de um jeito lascivo. O Lalo não tirava os olhos da gente. Virei ela, deixando ela apoiada no meu peito e olhando pro Lalo.

Desci uma mão até o joelho dela, e a outra do ombro até um dos peitos dela. Fui colocando minha mão entre as coxas dela, separando elas, cheguei na buceta da Mariana e comecei a tocar.
Mariana gemia sem parar de olhar pro Lalo, que olhava ela com fogo nos olhos.
— Tá pronta, meu amor? — falei pra Mariana.
— Te amo muito, Sweetie — respondeu ela.

Mariana fechou as pernas e se levantou. Pegou a mão do Lalo, que se levantou e chegou perto dela. Enquanto se beijavam, Mariana acariciava o volume duro dele, por cima da calça.
O Lalo pegou ela pela bunda, levantando ela, e ela cruzou as pernas em volta dele.
— Vão — falei pro Lalo enquanto me acomodava no sofá, e eles, se beijando, foram pro quarto do Lalo e fecharam a porta.

Fiquei sentado na frente da TV por 15 minutos e, quando comecei a ouvir os gemidos da Mariana, fui pro meu quarto.
Era verdade, impossível dormir com a Mariana gemendo e gritando do lado. Quase dava pra imaginar o que eles tavam fazendo só de ouvir os gemidos, gritos e xingamentos diferentes. 3 horas eles ficaram transando juntos.

Quando os gemidos e os ofegos pararam, depois de 20 minutos, sinto a porta abrir. Era a Mariana, no escuro, ela passou pelas minhas pernas e chegou no meu pau, que tava duro igual um ferro.
— Meu amor, achou que eu ia te deixar na mão? — falou ela Toquei o corpo nu dela — Te amo, meu amor, obrigada, tava precisando disso —.
Peguei ela pelas cintura, joguei na cama e, num movimento só, enfiei na buceta molhada dela, bombando sem parar e soltando duas cargas de porra quente.
Acordei com o corpo quentinho dela enroscado no meu. Passei no Lalo, preparei uns mates, e depois dos comentários óbvios da noite anterior, a gente discutiu o que ia rolar daí pra frente.
Umas hora depois, a Mariana apareceu. Como sempre, só coberta por uma camiseta minha. A gente olhou sério pra ela, e ela parou na hora, encarando nossos rostos.
— Senta, Mariana, a gente precisa falar com você —.
Com os olhos arregalados e sem nenhum traço do sorriso com que chegou na cozinha, ela sentou.
— Eu e o Lalo conversamos sobre o que aconteceu ontem à noite —.
— Ahã… — ela disse, fazendo cara de preocupada.
— A gente decidiu que, de agora em diante, quer que você seja nossa namorada… nossa mulher… — o Lalo falou, bem sério.
— Dos dois… — ela disse, surpresa.
— Claro, se você quiser — o Lalo falou pra ela.
— Também queremos que você more aqui com a gente — eu completei.
Ela olhou primeiro pro Lalo, depois pra mim.
— E aí? Cê quer? —.
Ela olhou pra gente de novo, e um sorriso se abriu no rosto dela, iluminando tudo.
— Sim!!! — ela quase gritou enquanto me abraçava e esticava o braço pra abraçar o Lalo também.
Naquele mesmo dia, ela se mudou pra cá. Trouxemos as coisas dela, e ela ficou num quarto separado, mas não passava muito tempo lá. Na verdade, passava uma noite na minha cama e outra na do Lalo. O primeiro fim de semana foi uma loucura: ela andava nua pela casa, sendo possuída por quem achasse ela primeiro. Ouvir os gemidos dela virou rotina, e ela adorava dar massagem e chupar nossas picas quando a gente voltava do trampo.
No primeiro fim de semana, depois do jantar, a gente já tava mimando ela no sofá da sala, quando de repente ela levantou e foi pro quarto. Voltou com um travesseiro, ajoelhou e começou a chupar nossas picas, alternando: enquanto chupava um, batia punheta pro outro, e vice-versa.
Depois do tratamento longo, Oral sentou em cima de mim. Enquanto eu chupava a pica do Lalo com a boquinha.
Mariana, submissa, girava e girava no sofá, alternando entre chupadas e sentadas nas duas picas.
Numa das trocas, empurrei ela em cima do Lalo, ele pegou ela pela cintura, sentou sem piedade e de um só impulso no mastro de carne dele. Mariana segurava a cabeça do Lalo e a apertava contra os peitos, mexendo eles pra ele chupar e morder.
Decidi comer a bunda dela. Amassei, mordi, chupei e depois subi devagar pelas costas até chegar no pescoço lindo dela.
Ela tava toda entregue, eu apoiei e ela, com a saliva, molhou o cu dela, se oferecendo pra eu entrar. Fui penetrando com dificuldade, porque o Lalo não parava de meter e meter pica na buceta dela.
Eu me enfiei completo naquele cu dilatado e podia sentir a pica do Lalo entrando e saindo da buceta dela. Entramos num ritmo bom. Mariana gemia que nem uma louca, os gemidos dela deviam estar ouvindo no quarteirão inteiro.
Sentia a pele áspera do cu dela acariciando minha pica a cada estocada, e os gemidos entrecortados da Mariana. Era certeza que ela não aguentava mais, tava quase gozando e encher aquele cu de porra, quando senti um empurrão e peguei a Mariana pela cintura, caindo com ela de costas. Ela sentou na minha pica, enfiando tudo. Lalo abriu as pernas dela e se deitou por cima.
— Agora vou encher você de porra, amor — disse o Lalo, metendo a pica fundo na buceta dela.
O menor movimento atrasou minha gozada. Lalo e Mariana gemiam sem parar. Lalo tava gozando, e a porra dele jorrava da buceta da Mariana, caindo nas minhas bolas.
Não aguentei mais, endureci a pica ao máximo e gozei dentro da bunda dela. Ficamos os três suando, um em cima do outro, um banho juntos. Levamos ela pro quarto pra continuar nossas brincadeiras.
Mariana foi nossa namorada por 4 meses, e a gente se tratava assim em todo lugar. Teve até umas situações engraçadas com gente que se confundia, sem saber de quem ela era namorada e quem tava corneando quem.
Até que... Um dia, quando terminávamos uma sessão pesada de foda, ela disse:
— Galera, não aguento mais, não consigo acompanhar o ritmo de vocês.
E aí apareceu a Mariza.
Mas essa já é outra história.

3 comentários - Mariana, nossa gostosa. P.2

Exquisito relato hasta la parte que se pone turbia cuando cuando es la novia de ambos, eso sí es real no pudo terminar bien.
Así es amigo de pudrio todo
extraño esta clase de relatos... hoy en día dejan mucho que desear