Tia gostosa

Quando chegou o aniversário de 50 anos da minha mãe, ela não queria comemorar por causa da vaidade feminina de ser chamada de velha, mas usava como desculpa o custo da festa. Então, só queria algo discreto e íntimo em casa, mas meu pai queria dar uma surpresa pra ela naquela noite e, sem ela saber, organizou o aniversário dela. Quando minha mãe menos esperava, os mariachis chegaram e cantaram umas músicas, e na mesma hora chegou muita família dela — as irmãs, primas, tias, etc. — com presentes, abraçaram ela e a festa começou. Tinha muita gente, tudo era dança, alegria e bebida.

Quando eram três da manhã, eu já tava muito cansado e fui dormir, porque com certeza a casa ia ficar uma bagunça depois. Mas aí uns gritos e barulhos me acordaram, e fui ver o que tinha acontecido: minha tia Ana Maria tinha brigado feio com o marido porque ele tava dançando demais e paquerando outra mulher. Ela começou a chorar, e pra evitar problemas, meu tio foi embora, deixando a esposa, pra depois, quando ela se acalmasse, buscá-la.

Umas horas depois, a festa continuou e o pessoal foi indo embora. Meus pais estavam muito felizes e bêbados e foram dormir. O problema agora era meu, porque minha tia queria continuar bebendo e dançando, e eu não sabia o que fazer com ela. A tia Ana Maria era prima da minha mãe, tinha 43 anos e sempre cuidava da aparência, indo à academia pra ficar bem gostosa pro marido. Por consequência, tinha um corpo espetacular, com peitões e uma bunda muito boa. Quando perguntei pra minha mãe quem ia cuidar dela agora, ela respondeu: "Filho, por favor, cuida você, mas não deixa ela sozinha. Obrigada." E foi dormir. Minha tia me puxava pra dançar, e dançamos um pouco, mas aí ela colocou uma balada dos anos 80 e me puxou pra perto dela.

Bom, eu tinha respeito por ela ser minha tia, mas a gente também não deixa de sentir, ainda mais com 19 anos, quando o corpo dela estava tão perto do meu, os peitos dela no meu peito e a respiração dela fizeram eu ficar duro rapidinho. Pau, bom, eu pensei, umas amassadas não cairiam nada mal e não fariam mal nenhum, mas ela também sentia a dureza do meu pau roçando a barriga dela e começava a se mexer de um jeito sugestivo. Até aí, sem perigo, mas depois minha tia se virou e colocou aquela bunda enorme à minha disposição, com os braços enroscados no meu pescoço. Ela tava muito afim e, na bebedeira, nem percebia pra quem tava rebolando daquele jeito tão gostoso. Eu sempre tive uma puta queda por ela e nunca imaginei, nem nos meus melhores sonhos, vê-la assim, toda arreganhada e bêbada, esfregando a raba na minha ereção. Tinha que aproveitar o momento, que era mais seguro, porque aquilo não ia se repetir.

Minhas mãos seguravam a cintura dela e eu beijava o pescoço dela, depois foram subindo e amassavam aqueles peitos deliciosos. Apaguei algumas luzes da sala, abaixei o volume da música e continuei dançando com ela. Os movimentos de quadril dela eram muito bons, cada vez mais minha tia me surpreendia. Daí ela procurou meus lábios e a gente se beijou com paixão, ela era uma mulher madura cheia de fogo por dentro.

A mão dela foi descendo em busca do pau que tanto queria, e não precisei falar nada, ela sabia muito bem o que fazer. Ela se ajoelhou na minha frente, afrouxou o cinto da calça, abaixou o zíper e libertou o pau duro que apontou pra cima. Ela começou a dar umas lambidas na cabeça por alguns segundos, e depois engoliu ele inteiro.

Não tinha dúvida da experiência dela com sexo oral. A boca dela se fechava e apertava de leve o pau, me dando sensações novas. Aos 43 anos, ela facilmente podia ser a estrela de um filme pornô. A língua dela passava pelas bolas e voltava pro boquete com uma maestria foda. Ela até engasgou algumas vezes, mas isso não a parava, pelo contrário, parecia dar mais gás pra continuar chupando até que, no final, ela conseguiu o que eu temia: cheguei ao ápice do prazer e gozei inteiro na boca da minha tia.

— Aggg... isso. Aiii, já vem, ohhh…

Ela segurou quase todo o leite, mas escaparam umas gotas pela comissuras da boca, mas depois continuou chupando como se fosse um sorvete do sabor favorito dela.
(Continua)

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