Fala galera, faz um tempo que não escrevo relatos. Tenho alguns no meu perfil, convido vocês a lerem. Dessa vez fiz esse relato com um pouco de imaginação e um pouco de ficção, a maior parte é verdadeira, mas julguem vocês mesmos e deixem a imaginação voar. Enfim, espero que curtam e me deixem pontos e comentários pra continuar escrevendo mais relatos. Espero que ajude a se entreter com essa merda de quarentena e se distraiam um pouco lendo esse relato. (Esclareço que fiz o relato pra outra página internacional, por isso mudei várias palavras como "cock", usei "pussy", "blow job", etc. Espero que não incomode ou dificulte a leitura. Aproveitem!
Oi, me chamo Marco, tenho 21 anos, sou da Argentina. Atualmente desempregado desde janeiro de 2020. Minha fábrica fechou porque o dono ia abrir a fábrica dele no México. Tava inscrito pra entrar na universidade e estudar educação física. Mas com a maldita pandemia do Coronavirus, todos os meus projetos desabaram. Moro com minha mãe e minhas duas irmãs. Minha mãe se chama Maria Elena (Maru), psicóloga de 55 anos, minha irmã mais velha Agustina, babá de 25 anos, e minha irmã mais nova Milagros, de 18 anos, recém-formada no ensino médio. Meu pai faleceu uns 6 anos atrás, então éramos só nós quatro. Somos muito unidos, minha mãe, sendo psicóloga, soube nos guiar muito bem na adolescência. Desde que meu pai morreu há 6 anos, minha mãe fazia a gente, os três irmãos, sentar na sala e conversávamos uma vez por semana sobre como estávamos nos sentindo, nossos problemas, frustrações, estresse, etc. Esses exercícios em família serviam pra desabafar e pra nos entender, nos conhecer melhor. E funcionou, tínhamos uma relação muito unida até o final de 2019. Eu estraguei tudo sem querer e sem saber.
Há vários meses, em outubro de 2019, comecei um relacionamento amoroso com uma mina que conheci na academia que eu frequentava há uns meses. Tudo começou com olhares, cumprimentos, exercícios na mesma máquina. Depois De quase duas semanas com esses jogos de olhares, vi ela pegando um ar na sacada da academia. Como era no segundo andar, dava pra ver a estrada e ventava bem gostoso. Decidi dar o passo e me apresentar. Pois é, como você tá lendo, demorei duas semanas pra falar com ela.
Eu: Oi
Ela: Oi
Eu: Que calor insuportável que tá fazendo
Ela: Sim, eu também tava com muito calor e saí pra pegar um ar
Eu: Pois é, já tá insuportável até de manhã
Ela: Sim, eu também acho a mesma coisa, tô pensando em mudar de horário. De tarde ou de noite. Mas não sei se vou gostar tanto quanto de manhã.
Ela me olhou de lado e eu não soube o que fazer. Quando ela me encarou, me senti como deve ser sentir o olhar de uma leoa tentando te caçar. Nunca me senti assim na vida, naqueles instantes. Aí eu consegui falar:
Eu: Eu venho de manhã por uma motivação especial.
Ela olhou pra frente e deu um sorrisinho safado, quase malicioso. Eu tava completamente enfeitiçado pelos gestos dela. Mas não queria simplesmente cair aos pés dela e ela pensar que eu era um punheteiro igual a maioria da academia, que ficava olhando pra ela o tempo todo sem disfarçar.
Eu: Bom, vou voltar pros exercícios antes de esfriar.
Ela não respondeu, e eu senti o olhar dela nas minhas costas. Acho que ela ficou meio puta, porque devia estar acostumada a ser o centro das atenções dos caras da academia. Claro que tinha uns magrelos punheteiros e uns gordinhos, mas alguns eram bem dotados, altos, musculosos, cheios de tatuagem, a maioria com carro ou moto e com o ego lá em cima, porque com certeza pegavam qualquer mina sem o menor esforço. Eu, por outro lado, sou alto, tenho 1,92 e peso uns 85 kg. Já sabe, por natureza tenho um corpo grande, nem gordo nem magro. Nem muito musculoso nem pouco musculoso. Alguém normalzinho.
Assim que me afastei dela pra continuar meus treinos, vi que um amigo dela, com quem ela sempre tava, se aproximou. Alto e feio, mas dava pra ver que era de família rica. Tinha uma moto muito boa, bonita e cara, um iPhone, e sempre exibia a carteira e as chaves. moto/iphone nos lados das máquinas pra fantasiar a carteira gorda dela. O clássico fantasma da academia. Eu achava que era o namorado dela, já que vivia atrás dela e olhava com todo luxo de detalhes cada vez que tinha chance. Assim que me afastei, ele chegou perto dela e me olhou como se tivesse marcando território. Eu só sorri disfarçado, ele falava com ela, mas ela só me olhava, ainda sem acreditar que eu deixei ela falando sozinha.
A manhã continuou, me foquei nos exercícios e os minutos viraram 2 horas, marcando que já era hora das rotinas de hoje. (sempre fazia no mínimo 1 hora, no máximo 2 ou 2:30). Fui pro setor de cardio, onde no chão tem uns tapetes especiais pra fazer abdominal. Deitei, fiz vários minutos de abdominal de diferentes tipos. Até que vi ela sentando do meu lado direito, colada na parede.
Ela só me olhou e sorriu, e eu devolvi o sorriso. Que morena gostosa, pensei ao ver ela. Era incrível, a mulher mais explosiva que conheci nos últimos anos. Deve ter uns 1,80, magra de corpo, mas uns peitos incríveis (operados), que ela sempre destacava com tops coloridos e cintas. Umas pernas lindas de atleta, tipo jogadora de vôlei ou handebol. E uma bunda grande, mas nem tanto, feita só de academia.
Vamos, sejamos sinceros, alguém como eu jamais teria chance com uma fera como ela. Mas me fazia ilusão, não caía na armadilha dela, me fazia de difícil. Nunca foi difícil, sempre fui gente boa com desconhecidos, mas ao mesmo tempo frio, exceto com alguns amigos de infância. No fim, era alguém meio antissocial, tímido e frio. Mas tava disposto a não cair aos pés daquela deusa que tava do meu lado fazendo abdominal.
Eu não olhava muito disfarçado pras tetas lindas e redondas dela debaixo daquele top que parecia machucar os peitos de tanta pressão, mas acho que ela já tava acostumada.
Continuamos por vários minutos até que eu estiquei os músculos e levantei pra ir pro chuveiro me trocar. Fiz vários passos até que ouvi a voz dela
Ela: Espera um momento, por favor
Eu: precisa de algo?
Ela: me ajuda a alongar, por favor? Meu amigo já foi e não consigo sozinha
Eu: sim, claro, sem problema. Me agachei aos pés dela
Ela: faltam 2 de 30 abdominais e termino. Você me espera ou já tem que ir?
Eu: Não, não tô com pressa, só ia terminar e tomar um banho, mas te ajudo
Ela: obrigada por me ajudar, você me ajuda?
Eu: Sim, claro. E coloquei meus joelhos nos pés dela e minhas mãos nos joelhos/coxas dela pra manter tudo junto e ela não ter dificuldade pra fazer os abdominais
Ela fez os 30 abdominais e enquanto descansava 2 minutos pra voltar a fazer os 30 finais, ficou conversando comigo
Ela: obrigada por me ajudar. Faz quanto tempo que você vem na academia? Nunca te vi até umas 2 semanas atrás
Eu: vinha de tarde e de noite, mas comecei a vir de manhã faz 2 semanas. Horário mais tranquilo e menos gente.
Ela: já imaginava. Que você não vinha de manhã, somos poucos e eu não teria te esquecido
Aí eu respondi
Eu: te garanto que sim. Nunca falo com ninguém e ri meio nervoso
Ela: é? Não parece, te ouço falando comigo e riu um pouco
Ela: a gente conversa há um tempão e nem nos apresentamos. Me chamo Agustina, e você?
Eu: me chamo Marco. Desculpa não ter me apresentado antes.
Agustina: tranquilo, agora já sei seu nome.
Eu: não queria perguntar, tava com vergonha
Agustina: vergonha? E riu Vergonha de quê?
Eu: pra não irritar seu namorado. Não queria arrumar problema aqui na academia, onde venho justamente pra focar em algo que não seja problema.
Agustina: Meu namorado? Não sabia que tinha um hahaha e caiu na risada
Eu: cê sabe, aquele que tá sempre do seu lado, o alto
Agustina: Leo? Hahaha não, ele é um amigo, às vezes me traz de moto, só isso, porque mora perto da minha casa.
Eu: ufa, pensei que era seu namorado pelo jeito que ele me olhava torto todo dia
Agustina: te olhava torto? Como assim?
Eu: ele me olhava mal quando me via olhando pra você, falei sem pensar, e aí obviamente deixei claro minha atração por ela ela
Agustina: me olhando, hein? mm, sei lá, talvez ele esteja com ciúmes de eu olhar pra você e nem falar com ele. Bom, vou parar, senão vou te fazer perder tempo e você vai esfriar o suor, e não quero que você fique doente.
Eu: não me faz perder tempo. Tô gostando da conversa. Falei sem pensar, já com confiança.
Agustina: me ajuda a terminar, sim?
Eu: fala, anima que falta pouco, falei sorrindo pra ela.
Agustina: Você tem um sorriso bonito. Devia sorrir mais. Mas queria que fosse só pra mim.
Fiquei sem palavras com o elogio dela, e só respondi:
Eu: Valeu.
Não me julguem, o que mais eu poderia dizer? "Valeu, você é perfeita" ou "Valeu, você é uma deusa"?
Terminamos os exercícios e ajudei ela a alongar pra não se machucar.
Ela abriu as pernas pros meus lados,
me dando uma visão incrível das pernas dela e da buceta. Só vi por 1 segundo, não queria deixar ela desconfortável.
Coloquei minhas mãos desajeitadas nas panturrilhas dela e ajudei a abrir as pernas. Ela se inclinou pra frente, deixando o rosto a centímetros do meu. Olhei nos olhos dela e sorri, nervoso e tímido.
Dava pra ver o canalzinho dos peitos redondos dela dentro do top preto. Também só de relance, pra não incomodar. Finalmente, a tortura acabou. Era uma tortura ver sem poder tocar, ou ter ela assim sem poder olhar pra não parecer um punheteiro. Era óbvio que ela tava brincando comigo, com meu nervosismo, fazendo gestos ou movimentos exagerados pra eu olhar pros peitos dela ou pros olhos castanhos claros que eram lindos. Ela mexia o cabelo castanho que cheirava a suor, mas não era nada desagradável. Queria enfiar o nariz no pescoço dela e beijá-la, sentindo o gosto dela na minha boca e no olfato, mas não fiz. Sem perceber, tava com uma ereção difícil de esconder, não pelo tamanho do meu pau, que é normal, mas porque minhas mãos estavam na panturrilha dela e não dava pra tirar pra ajeitar o pau duro. Vi, nervoso, que ela viu minha ereção e depois desviou o olhar. Usando a mesma técnica que eu, de olhar de relance. Até que finalmente o alongamento dela acabou. finalizando seu dia de exercícios.
Agustina: aaaah finalmente terminei minhas rotinas, muito obrigada marco por me ajudar. Já pode ir tomar um banho se quiser, antes de esfriar e ficar doente
Eu: Não foi nada, se eu ficar doente pelo menos conheci seu nome e valeu a pena, falei sorrindo
Agustina: vai logo tomar banho. E obrigada, respondeu com um tom tímido e ao mesmo tempo provocador
Me aproximei e dei um beijo de saudação (no rosto, como é comum na Argentina)
Senti seu perfume, suor e calor da pele, foram alguns segundos mas ficou gravado na minha mente e olfato. Ela fez o mesmo, beijando minha bochecha direita. Me afastei rumo ao chuveiro com minha moral lá em cima, com uma cara de vencedor incrível, sorria e gritava por dentro.
Ao chegar no chuveiro, sentia meu pau pulsando, era incrível o tesão e a excitação que eu tava. Me despi e entrei no chuveiro, nunca tomava banho na academia, mas seria impossível esfriar minha mente e corpo sem uma ducha. Meu pau duro como pedra não ia baixar a menos que eu ajudasse manualmente. Entrei debaixo da água e comecei a me masturbar. Pra minha sorte, não tinha ninguém nos chuveiros. Foi uma punheta brutal, forte e suave ao mesmo tempo. Fechava os olhos e via aquela buceta enfiada naqueles leggings apertados e suados, com certeza molhada pelas nossas brincadeiras recentes. Aqueles peitos redondos e presos naquele top preto. Queria ter visto algo, os peitos dela, a buceta dela, beijar seu pescoço, chupar desde as orelhas até os dedos dos pés, tê-la à minha disposição e foder com paixão, nós dois suados, unidos e quentes. Esse filme que imaginei terminou espetacularmente num tesão que me fez sentar no chão frio do chuveiro e me masturbar com fúria e sem controle até que finalmente gozei, derramando porra por todo o azulejo preto das paredes como nunca antes. Era interminável. Em 19 anos, nunca gozei daquele jeito. Senti dor nos testículos vazios e ardor na glande. Nunca tinha gozado tanto na minha vida, e tudo por causa de um jogo malicioso com a agustina, a deusa. que se apossou da minha mente e entrou fugazmente no meu cérebro, sendo o objeto das minhas fantasias, me fazendo gozar como nunca na vida só com um jogo erótico de olhares e gestos. Me recuperei do choque, digamos assim, terminei de me lavar e vi de novo o azulejo cheio de porra, parecia que alguém tinha derramado gozo condensado ou algo nas paredes. Ri e terminei meu banho, saí com uma toalha na cintura até o vestiário que ficava no mesmo banheiro, a alguns metros, com a porta fechada. Até que ouvi alguém bater na porta. Gritei "pode entrar" e a porta se abriu, era ela, Agustina, ainda não tinha ido embora da academia, deduzi na hora que tinha tomado banho pelo cabelo molhado. Ela entrou, me olhou e fechou a porta. Tentei falar alguma coisa, mas não lembro o que foi, devia ser algo idiota tipo "ainda não foi embora?" ou "você ainda está aqui?", algo que ela calou se jogando com as mãos no meu peito, me empurrando para o banco do vestiário. Caí sentado, surpreso, ela sentou direto na região do meu pau, literalmente, sem minha toalha, meu pau ficou entre as nádegas dela. Ela me agarrou pela nuca e colou os lábios nos meus, violando minha boca com a língua, era selvagem. Totalmente furiosa, baseado nisso, eu tentava acompanhar o ritmo dela e consegui rápido, fundindo minha língua na boca dela, seguíamos com um beijo quente como se desejássemos aquilo há anos ou como amantes que se reencontram depois de muito tempo. Devem ter sido uns cinco minutos de beijos apaixonados, parávamos para respirar uns segundos e continuávamos. Eu a segurava pela cintura e várias vezes pela bunda, esculpindo na minha mente a forma daquelas nádegas com meu toque. Senti a mão dela no meu pau por cima da toalha, mas sem tocar diretamente. Vamos, se ela quisesse, tirava minha toalha e tinha meu pau à disposição, mas ela não quis. Depois de vários minutos, ela parou e ficou com as mãos ao lado. De repente, ela olhou nos meus olhos, me deu um beijinho carinhoso e falou:
Agustina: Precisava fazer isso, você me deixou muito excitada. Faz semanas que você me esquenta só de me olhar, cara.
Eu: Você também me deixa louco, sua gostosa, você é linda pra caralho. E beijei ela de novo, esse beijo foi curto, mas cheio de paixão e suave, nem se comparava com os beijos selvagens de minutos antes.
Ela passou a mão no meu pau por cima da toalha de novo e sussurrou no meu ouvido: "Se veste, vai entrar alguém e se nos encontrar aqui assim, vai se escandalizar."
Beijei ela de novo com carinho, igual um amante beija a amada antes de ir pro trabalho.
Olhei nos olhos dela e não falamos nada, só nos olhamos. Eu tava completamente hipnotizado pela beleza dela, pela situação, pelos olhos, pelos lábios. Ela me deu outro beijinho quase carinhoso e colocou um papelzinho na minha mão. Saiu só com um "tchau, a gente se vê". Fiquei uns minutos tentando entender o que tinha rolado. Olhei pro meu pau, totalmente duro como nunca, a cabeça vermelha de tanto gozar minutos antes no chuveiro. Mesmo sem querer me masturbar, meu pau tava doendo pra caralho. Me vesti como deu, a ereção baixou, mas meu coração tava a mil, louco. Peguei meu celular na mochila, tirei uma foto do meu gozo na parede do banheiro e fui pra parada de ônibus voltar pra casa. Só pensava na Agustina e no que tinha acabado de rolar.
Sem perceber, cheguei em casa. Fui direto pro meu quarto, nem passei na sala pra dar um oi. Deitei pra dormir, tava exausto demais pela loucura no banheiro da academia e pelos treinos que tinha feito. Sem perceber, umas 4 horas passaram até eu acordar. Olhei pro celular, eram 17h. Levantei todo dolorido, com uma ardência no pau que me preocupou. Minha punheta violenta e sem cuidado no chuveiro da academia tava cobrando o preço. Eu me masturbava todo dia no banho, uma vez por dia, mas passar daquilo pra uma punheta furiosa deixou meu pau sensível pra caralho — só de imaginar a Agustina, ele já subia. de novo. Fui no banheiro mijar e examinar meu pau pra ver se tava tudo certo, mas tava igual de sempre, só a cabeça um pouco vermelha. Tava doendo, mas não liguei. Fui pra sala onde minha mãe e minha irmã mais velha, Agustina, tavam vendo TV. Comprimentei em voz alta as duas e depois dei um beijo em cada uma de saudação. Com um sorrisão e um humor que eu mesmo não conhecia.
Elas me comprimentaram e se olharam. Minha mãe falou:
Maru: "ó, filhão, vem cá, abaixa de novo"
Olhei pra ela surpreso e obedeci, me abaixei na altura do rosto dela, olhando pra esquerda, e ela abriu a boca e começou a rir com minha irmã, que tava do lado.
Ela colocou a mão na minha cabeça, levantando meu pescoço. Aí eu perguntei, estranhando:
Eu: "O que foi? O que eu tenho que vocês tão rindo?" rindo
Maru: "De onde você vinha no meio-dia que parecia um zumbi, todo vermelho, e foi dormir quase 4 horas?"
Aí respondi rindo:
Eu: "Ah, então agora tenho que contar tudo que faço, é?" rindo. Vendo as caras sérias delas, quase bravas, respondi:
Eu: "Bom, que caras são essas? Vinha da academia cansado, por quê?" respondi nervoso
Agustina: "Aaah, então agora acha que a gente é otária, mãe. O que tinha? Vampiros na sua academia?"
Maru: "Filho, você tem uns 3 chupões no pescoço e no peito. Não mente pra gente, foi ver alguma mina? Quem é? Conheço? É a Flor?"
(Flor é minha melhor amiga desde criança e, segundo minha mãe, era minha melhor "opção", porque ela achava que eu gostava dela.)
Corri até o espelho e vi as 3 marcas de chupão: 2 no pescoço e 1 no peito. Fiquei sem palavras.
Ouvi minha irmã falando, bem brava:
Agustina: "E aí? Ficou mudo ou o quê? Responde pra mãe quem te deixou assim, até no peito te chuparam, mano"
Maru: "Calma, filha, para de gritar. Ele deve ter se encontrado com alguma mina. Não tem problema, é normal."
Ela chegou perto da minha testa e me deu um beijo carinhoso na testa, depois cheirou meu pescoço e disse:
Maru: "Parece que... Usa um perfume bem gostoso e caro, disse minha mãe rindo safada e colocando minha comida no micro-ondas.
Minha irmã Agustina, longe de se acalmar, levantou, cheirou meu pescoço e começou a me xingar.
Eu levei na brincadeira e pensei que era só uma encenação dela ou coisa de irmã ciumenta. Até que as lágrimas brotaram dos olhos dela.
Não soube o que fazer, então me aproximei, beijei a testa dela e perguntei por que ela estava assim e se teve um dia ruim, pra gente conversar. Foi inútil. Ela estava puta. O que ela fez depois me deixou totalmente sem chão. Ela se desgrudou do meu peito e me deu um tapa que me deixou atordoado por uns segundos. E foi pro quarto dela me xingando.
Agustina: Sai daqui, me beijando com esse cheiro de puta que você tem. Não tem vergonha? Achei que você não fosse tão punheteiro quanto os outros homens, e chega em casa todo chupado e com cheiro de puta. Não quero nem te ver.
Fiquei com a mão no meu rosto, onde ela me bateu, sem palavras, vendo ela ir pro quarto dela e fechar a porta furiosa.
Minha mãe se aproximou, acariciou meu rosto e gritou pra minha irmã se desculpar ao mesmo tempo. Sem resposta da minha irmã.
Ela me abraçou e disse pra eu comer, que ela falaria com minha irmã.
Eu ainda estava em choque com o que aconteceu, um tapa que, sem motivo, me deixou totalmente desnorteado. Não estava puto nem nada, mas confuso, tentando entender o que rolou pra ela ficar assim.
Os minutos passaram, terminei de comer e minha mãe voltou pra cozinha pedindo desculpas e tocando no meu rosto onde levei o tapa.
Maru: Filho, não sei o que houve pra sua irmã agir assim, olha como ela te deixou. Ela ficou com ciúme, com certeza. Não procura ela, vai jogar no PC no seu quarto e coloca gelo no rosto pra acalmar as coisas.
E eu só respondi:
Eu: Por que ela ficou tão puta se não fiz nem falei nada de errado? Não tô puto, tô confuso, mãe.
Maru: Marco, filho, melhor não ficar remoendo isso. Vai pro seu quarto, que ela com certeza se desculpa depois.
Eu: Tá bom, mãe. A comida tava uma delícia, valeu.
Fui pro meu quarto, deitei na cama e fiquei pensando por uns minutos até que decidi esquecer isso por um tempo. Liguei o PC e joguei umas partidas de League of Legends com os amigos até umas 2 da manhã, quando cansei e fui dormir exausto.
No dia seguinte era sábado. Acordei e fiquei no celular vendo Instagram, uns booties matinais do Insta, hahaha, até que minha irmã Milagros entra devagar no meu quarto, fazendo sinal de silêncio.
Eu: Que que foi? Por que você entra assim?
Milagros: Sei lá, você me diz. Ontem cheguei da casa da minha amiga e todo mundo já tava dormindo. Entrei pra me deitar e a Agustina tava chorando igual criança pequena. Perguntei o que tinha acontecido e ela disse que você era um imbecil e que vocês tinham brigado.
Aí eu respondi, com culpa e surpreso:
Eu: Não entendo o que deu nela. Ela viu que eu tava com três chupões e cheiro do perfume de uma mina, me xingou e me deu um tapa que olha como me deixou (apontando). Só isso, eu não fiz nada de errado, não entendo o que deu nela.
Milagros: Uh, olha, você tá com a bochecha roxa, hahaha... Quem te deixou todo chupado assim? E ainda pergunta por que ela reagiu desse jeito? Você não conhece suas irmãs e as mulheres?
Eu: Olha, se você me explicar o que rolou. O que eu fiz pra causar uma reação e um chilique desses?
Milagros: Olha, irmãozinho, agora parece que eu tenho 20 e você 18, hahaha. Vou te explicar: sua irmã tá com ciúmes. Ela nunca deixa as amigas falarem ou comentarem sobre você quando tão juntas. Ela é super ciumenta com você, saca? Só tá te cuidando, e eu sou igual também. Então é melhor você me dizer quem te chupou tudo? Foi a Flor?
Eu: Uh, lá vem você com a Flor de novo. Não, não foi ela, foi outra mina da academia. A gente se beijou um pouco, mas só isso, ok? Já que vocês queriam tanto saber.
Milagros: Hahaha, morri. Você achou que a gente tem 12 anos? É impossível ela ter feito um chupão desse no seu peito a não ser que você estivesse pelado ou sem camisa. Vocês estavam... já sabe, fodendo ou o quê?
Fiquei surpreso com a minha irmã atrevida, mas respondi puto:
Eu: Não. Não tenho que dar satisfação pra ninguém se eu transo ou não. Tenho 20 anos, não tenho nem namorada pra ficar dando explicação, mas tenho irmãs enxeridas e ATREVIDAS que me batem ou me interrogam. Não, não, foda-se, foram só beijos com uma mina da academia. FELIZ?
Milagros: Só beijos, mas você tava sem camisa, né? Haha, ela ria e, sem eu esperar, se jogou em cima de mim na mesma posição que eu beijei a Agustina no banheiro da academia. Colocando a bunda dela diretamente na minha cueca. Me segurou pelos lados do rosto, enfiando os dedos nas minhas orelhas, e sussurrou:
Milagros: Olha, não vai ser fácil aceitarmos que uma putinha que te chupa toda como se você fosse dela, roube nosso macho da casa. Por isso nossa irmã ficou puta, e eu entendo ela. Agora você sabe o porquê.
Ela me deu um beijo molhado na bochecha direita e saiu do quarto. Sem eu responder, antes de ir, pegou alguma coisa da minha mesa. Não liguei, tava ainda mais confuso que antes.
Macho da casa? Será que me viam como um pai e não como um irmão? Me perder? Isso justifica ela colocar a bunda no meu pau e me beijar? Como se eu fosse algum amigo ou objeto dela, fiquei muito confuso naquela manhã. Seguiu normal, minha irmã mais velha me evitava o tempo todo e a mais nova me olhava com malícia e sorria. Eu conhecia aquele sorriso dela quando queria fazer alguma travessura ou pegadinha pesada. Simplesmente ignorei. Fui pra academia, mas de tarde, não de manhã como de costume. Sábado quente, melhor que ir pra academia na sesta. Fui e não cruzei com a Agustina, fiz meu dia normal. Voltei pra casa, tomei banho, bati uma boa punheta no nome de alguma atriz que me enlouquecia: Ava Addams, Kelsi Monroe ou Riley Reid, cê sabe, alguma pornstar que servisse pra uma punheta rotineira. Já de noite, jantamos em família, ninguém falava, só minha mãe, eu e a televisão. Sentia o olhar assassino da minha irmã mais velha, e a mais nova era um olhar mais perverso do que assassino. Cada um na sua, meu plano era jogar League of Legends com os amigos a noite toda. Até que minha... Melhor amiga flor, me chamo e me propôs ir pra uma festa na casa de um amigo. Aceitei e à 01:00 ela veio me buscar num Uber. Fomos abraçados como sempre no banco de trás, conversando até chegar na casa do meu amigo. Tinha umas 40 pessoas, tudo adolescente de 16 a 24 anos mais ou menos, muitas minas de vestido ou short que não deixava nada pra imaginação, com a raba de fora. A noite foi passando, muito álcool, muitas minas esfregando a bunda no meu pau enquanto dançavam naquele espaço apertado. Verão é sinônimo de álcool, droga e sexo na mente de um adolescente. Já bem bebados, minha melhor amiga me propôs ir embora, meio puta, me levou pra um dos quartos da casa do meu amigo Lucas. Trancou a porta e me empurrou na cama, me deu um beijo apaixonado e atrapalhado por causa do álcool que já tínhamos naquela altura da noite. Era minha melhor amiga, sempre nos beijávamos ou brincávamos de um jeito bem sexual, embora nunca tivéssemos transado. Ela tava muito excitada, dava pra ver no olhar e nos toques. Foi direto no meu pau, já meio duro. Enfiou a mão dentro da minha cueca, massageando devagar, fazendo uma punheta pra eu ficar de pau duro. Tirou minha camiseta e subiu em cima de mim, com o quadril na minha perna. Senti a buceta dela molhada nas minhas coxas, por baixo da saia. Deixou meu pau de fora. E com as duas mãos, ficou apalpando meus peitos e braços, cheirando meu pescoço até achar meus chupões, onde parou sem falar nada. Ficou chupando meu pescoço, fez isso várias vezes, exatamente onde me deixou os chupões, Agustina. Levantou da cama, me deixando os peitos e o pescoço babados e vermelhos de tanto chupar forte. Tirou minha calça jeans e baixou minha cueca. Se colocou em cima de mim, com meu pau direto na calcinha fio dental dela, roçando a área da buceta. Amarrou meus braços com minha camiseta e abriu minhas pernas. Colocou a buceta no meu peito e amarrou habilmente com meu jeans a camiseta que tava prendendo meus braços, fez uma espécie de T com os panos, me deixando amarrado na cama sem conseguir mexer os braços. E me disse:
Florencia: a Mili me mandou as fotos da vadia morena que te chupou tudo. Me mandou o instagram dela e vi as fotos. Cê gosta dessa vadia? O que cê gosta? Os peitos dela? Parece que a cachorra meteu silicone, esses peitão. Me responde, amor, já comeu ela? Me dando um tapinha suave e depois descendo devagar pelo meu pescoço.
Me responde, já comeu ela? Olhando nos meus olhos.
Eu tava muito excitado com a situação, de mãos amarradas com minha melhor amiga mostrando o lado mais vadia dela, batendo uma lentamente olhando nos meus olhos. E com o álcool, a gente tava muito tarado. Só levantei a cara como pude e dei um beijo de língua bem molhado e quente enquanto ela me masturbava com a mão direita e com a esquerda na minha cabeça, me puxando pelos cabelos, apertando mais a boca dela. Tinha muita paixão naquele beijo dos dois. Depois de uns 2 minutos nos pegando, olhei nos olhos dela e respondi.
Eu: Não, rainha, não comi ela nem nada, só me beijou e chupou tudo, e sim, adoro os peitos dela, operados ou não, me deixa muito tesudo. Falei excitado e puto.
Florencia: então aquela vadia não roubou minha virgindade? Você ainda é meu? Me responde. Esqueceu sua promessa? Eu não.
Eu: Ela não roubou nada de mim. Mas talvez você tenha que me dividir, e não, não esqueci a promessa que te fiz aos 15 anos, que a gente ia perder a virgindade junto. Meu pau é todo seu, vadia.
Florencia: vadia???? Sou sua vadia, não só uma vadia qualquer. Me beija, idiota.
Beijei ela de novo, com muita língua, ela tinha gosto de vodka que me deixava louco, era como beber vodka pela boca dela. Eu queria e forçava pra arrebentar minhas amarras e fazer ela minha naquela hora, mas não dava, era inútil tentar soltar as mãos. Queria despir ela e cumprir minha promessa de transar pela primeira vez entre a gente pra selar nossa amizade, mas não consegui me soltar.
Eu: tira isso das minhas mãos e te como toda. Te vendo assim, de vadia, quero te comer agora.
Florencia: hmm, não vai rolar. Te amarrei justamente por isso. Meu melhor amigo se comportou mal, quase comeu uma vadia e quebrou a promessa. Se comportou muito mal. Fazendo vozinha de menina boazinha, me masturbando e lambendo meus peitos, pescoço e barriga estavam me deixando louco, sentia que ia explodir, meu pau tava muito quente, meus braços doíam de tanto forçar o pano pra me soltar, mas era inútil. Mas eu amava a situação que a gente tava vivendo com minha melhor amiga.
Eu: Desculpa, babe, fiz merda, mas não quebrei a promessa, juro, sou seu e você é minha, sempre vai ser assim como a gente prometeu, mas para de me torturar, tô muito tarado.
Florencia: Vou lembrar pra sempre da nossa promessa, bebe. Agora, por você ter sido fofo e sincero, vou te ajudar um pouco.
Ela desce lambendo da minha boca até minha barriga, devagar, descendo até meu púbis, tocando com o queixo meu pau duro.
Florencia: Agora eu te ajudo. Fico feliz de ser a primeira a chupar seu pau. Quero que o primeiro pau em todos os meus buracos seja o seu, do meu amigo de toda a vida. Você gostaria?
Eu: Sim, love, por favor, já te falei que sou seu pra sempre. Big booty, chupa meu pau.
(Quando éramos pequenos, eu sempre chamava ela de big booty e ela ficava brava, me batia e depois sentava em cima de mim. Um dia, lá no passado, foi uma brincadeira inocente nossa.)
Florencia: Faz tempo que você não me chamava assim. Agora sua amiguinha vai fazer você se sentir melhor (com voz infantil).
Ela desce com a língua até meus tornozelos e sobe lambendo minhas pernas até quase as bolas, fazendo o mesmo com a outra perna, chega nas minhas bolas e beija elas, me fazendo tremer como nunca na vida. Sobe, me dá um beijo de língua curto, mas gostoso, e desce direto, pegando meu tronco, lambendo das bolas até a cabeça. Sentir o tesão da minha melhor amiga despeitada e ciumenta, muito excitada, me tendo amarrado à disposição dela. Era incrível sentir a língua dela no meu pau até que, num movimento, ela enfiou metade do meu pau na boca. Eu tava no céu de prazer, fechava os olhos, mas depois abria e via ela chupando meu pau. A cara de safada tarada que ela fazia. Nunca me cansaria daquela sensação, até hoje lembro daquela chupada com raiva e um tesão incrível. Não pensava em mais nada, só se ouvia a música de fundo e as vozes dos adolescentes, mas eu só curtia aquela sensação gloriosa.
Queria pegar ela pelos cabelos e guiar ela até o fundo da minha pica, que ela se afogasse com minha pica até lágrimas escorrerem dos olhos dela, mas amarrado não podia, era uma bênção e uma maldição ao mesmo tempo, era prazer e raiva por estar amarrado, mas incrivelmente excitante. Depois de uns 10 minutos, já não aguentava mais, segurei muito por causa do álcool, mas já tava no limite, queria esvaziar minhas bolas na boca da minha melhor amiga. Eu gemia pra caralho, como nunca imaginei, com certeza lá fora ouviam meus gemidos como se tivessem me esfaqueado e eu tivesse pedindo socorro. Mas não tava nem aí.
Eu: Linda, tô gozando. Não aguento mais, rainha, ohhh
Ela continuou ainda mais forte até eu explodir na boca dela, saiu porra como nunca na minha vida, não parava de jorrar, era minha primeira vez e era a glória. Ela engoliu tudo, olhou nos meus olhos e sorriu.
Florencia: Que cum gostoso do meu macho. Que isso te ensine que você sempre vai ser meu e eu sua. Mesmo que aquela puta seja sua namorada, você é meu, lembra disso.
Eu: Amo quando você fala assim, a puta que você fica me faz te amar mais. Me solta e vou te levar em casa, babe. Ela chegou perto com a boca, com uns restinhos de porra no canto, e me deu um beijo com um pouco de porra na boca, não me incomodou, me excitou mais. Depois do beijo, ela disse um te amo, bebê. Muito carinhosamente.
Chamamos o Uber, levei ela em casa e antes de descer do Uber, ela me deu outro beijo, bem longo e molhado. Me despedi e pedi pro Uber me deixar em casa umas 5 quadras mais pra frente. Cheguei em casa, vi minha irmã mais velha dormindo no sofá, cobri ela com um lençol e fui dormir.
Que loucura de fim de semana. Pensei e dormi.
Oi, me chamo Marco, tenho 21 anos, sou da Argentina. Atualmente desempregado desde janeiro de 2020. Minha fábrica fechou porque o dono ia abrir a fábrica dele no México. Tava inscrito pra entrar na universidade e estudar educação física. Mas com a maldita pandemia do Coronavirus, todos os meus projetos desabaram. Moro com minha mãe e minhas duas irmãs. Minha mãe se chama Maria Elena (Maru), psicóloga de 55 anos, minha irmã mais velha Agustina, babá de 25 anos, e minha irmã mais nova Milagros, de 18 anos, recém-formada no ensino médio. Meu pai faleceu uns 6 anos atrás, então éramos só nós quatro. Somos muito unidos, minha mãe, sendo psicóloga, soube nos guiar muito bem na adolescência. Desde que meu pai morreu há 6 anos, minha mãe fazia a gente, os três irmãos, sentar na sala e conversávamos uma vez por semana sobre como estávamos nos sentindo, nossos problemas, frustrações, estresse, etc. Esses exercícios em família serviam pra desabafar e pra nos entender, nos conhecer melhor. E funcionou, tínhamos uma relação muito unida até o final de 2019. Eu estraguei tudo sem querer e sem saber.
Há vários meses, em outubro de 2019, comecei um relacionamento amoroso com uma mina que conheci na academia que eu frequentava há uns meses. Tudo começou com olhares, cumprimentos, exercícios na mesma máquina. Depois De quase duas semanas com esses jogos de olhares, vi ela pegando um ar na sacada da academia. Como era no segundo andar, dava pra ver a estrada e ventava bem gostoso. Decidi dar o passo e me apresentar. Pois é, como você tá lendo, demorei duas semanas pra falar com ela.
Eu: Oi
Ela: Oi
Eu: Que calor insuportável que tá fazendo
Ela: Sim, eu também tava com muito calor e saí pra pegar um ar
Eu: Pois é, já tá insuportável até de manhã
Ela: Sim, eu também acho a mesma coisa, tô pensando em mudar de horário. De tarde ou de noite. Mas não sei se vou gostar tanto quanto de manhã.
Ela me olhou de lado e eu não soube o que fazer. Quando ela me encarou, me senti como deve ser sentir o olhar de uma leoa tentando te caçar. Nunca me senti assim na vida, naqueles instantes. Aí eu consegui falar:
Eu: Eu venho de manhã por uma motivação especial.
Ela olhou pra frente e deu um sorrisinho safado, quase malicioso. Eu tava completamente enfeitiçado pelos gestos dela. Mas não queria simplesmente cair aos pés dela e ela pensar que eu era um punheteiro igual a maioria da academia, que ficava olhando pra ela o tempo todo sem disfarçar.
Eu: Bom, vou voltar pros exercícios antes de esfriar.
Ela não respondeu, e eu senti o olhar dela nas minhas costas. Acho que ela ficou meio puta, porque devia estar acostumada a ser o centro das atenções dos caras da academia. Claro que tinha uns magrelos punheteiros e uns gordinhos, mas alguns eram bem dotados, altos, musculosos, cheios de tatuagem, a maioria com carro ou moto e com o ego lá em cima, porque com certeza pegavam qualquer mina sem o menor esforço. Eu, por outro lado, sou alto, tenho 1,92 e peso uns 85 kg. Já sabe, por natureza tenho um corpo grande, nem gordo nem magro. Nem muito musculoso nem pouco musculoso. Alguém normalzinho.
Assim que me afastei dela pra continuar meus treinos, vi que um amigo dela, com quem ela sempre tava, se aproximou. Alto e feio, mas dava pra ver que era de família rica. Tinha uma moto muito boa, bonita e cara, um iPhone, e sempre exibia a carteira e as chaves. moto/iphone nos lados das máquinas pra fantasiar a carteira gorda dela. O clássico fantasma da academia. Eu achava que era o namorado dela, já que vivia atrás dela e olhava com todo luxo de detalhes cada vez que tinha chance. Assim que me afastei, ele chegou perto dela e me olhou como se tivesse marcando território. Eu só sorri disfarçado, ele falava com ela, mas ela só me olhava, ainda sem acreditar que eu deixei ela falando sozinha.
A manhã continuou, me foquei nos exercícios e os minutos viraram 2 horas, marcando que já era hora das rotinas de hoje. (sempre fazia no mínimo 1 hora, no máximo 2 ou 2:30). Fui pro setor de cardio, onde no chão tem uns tapetes especiais pra fazer abdominal. Deitei, fiz vários minutos de abdominal de diferentes tipos. Até que vi ela sentando do meu lado direito, colada na parede.
Ela só me olhou e sorriu, e eu devolvi o sorriso. Que morena gostosa, pensei ao ver ela. Era incrível, a mulher mais explosiva que conheci nos últimos anos. Deve ter uns 1,80, magra de corpo, mas uns peitos incríveis (operados), que ela sempre destacava com tops coloridos e cintas. Umas pernas lindas de atleta, tipo jogadora de vôlei ou handebol. E uma bunda grande, mas nem tanto, feita só de academia.
Vamos, sejamos sinceros, alguém como eu jamais teria chance com uma fera como ela. Mas me fazia ilusão, não caía na armadilha dela, me fazia de difícil. Nunca foi difícil, sempre fui gente boa com desconhecidos, mas ao mesmo tempo frio, exceto com alguns amigos de infância. No fim, era alguém meio antissocial, tímido e frio. Mas tava disposto a não cair aos pés daquela deusa que tava do meu lado fazendo abdominal.
Eu não olhava muito disfarçado pras tetas lindas e redondas dela debaixo daquele top que parecia machucar os peitos de tanta pressão, mas acho que ela já tava acostumada.
Continuamos por vários minutos até que eu estiquei os músculos e levantei pra ir pro chuveiro me trocar. Fiz vários passos até que ouvi a voz dela
Ela: Espera um momento, por favor
Eu: precisa de algo?
Ela: me ajuda a alongar, por favor? Meu amigo já foi e não consigo sozinha
Eu: sim, claro, sem problema. Me agachei aos pés dela
Ela: faltam 2 de 30 abdominais e termino. Você me espera ou já tem que ir?
Eu: Não, não tô com pressa, só ia terminar e tomar um banho, mas te ajudo
Ela: obrigada por me ajudar, você me ajuda?
Eu: Sim, claro. E coloquei meus joelhos nos pés dela e minhas mãos nos joelhos/coxas dela pra manter tudo junto e ela não ter dificuldade pra fazer os abdominais
Ela fez os 30 abdominais e enquanto descansava 2 minutos pra voltar a fazer os 30 finais, ficou conversando comigo
Ela: obrigada por me ajudar. Faz quanto tempo que você vem na academia? Nunca te vi até umas 2 semanas atrás
Eu: vinha de tarde e de noite, mas comecei a vir de manhã faz 2 semanas. Horário mais tranquilo e menos gente.
Ela: já imaginava. Que você não vinha de manhã, somos poucos e eu não teria te esquecido
Aí eu respondi
Eu: te garanto que sim. Nunca falo com ninguém e ri meio nervoso
Ela: é? Não parece, te ouço falando comigo e riu um pouco
Ela: a gente conversa há um tempão e nem nos apresentamos. Me chamo Agustina, e você?
Eu: me chamo Marco. Desculpa não ter me apresentado antes.
Agustina: tranquilo, agora já sei seu nome.
Eu: não queria perguntar, tava com vergonha
Agustina: vergonha? E riu Vergonha de quê?
Eu: pra não irritar seu namorado. Não queria arrumar problema aqui na academia, onde venho justamente pra focar em algo que não seja problema.
Agustina: Meu namorado? Não sabia que tinha um hahaha e caiu na risada
Eu: cê sabe, aquele que tá sempre do seu lado, o alto
Agustina: Leo? Hahaha não, ele é um amigo, às vezes me traz de moto, só isso, porque mora perto da minha casa.
Eu: ufa, pensei que era seu namorado pelo jeito que ele me olhava torto todo dia
Agustina: te olhava torto? Como assim?
Eu: ele me olhava mal quando me via olhando pra você, falei sem pensar, e aí obviamente deixei claro minha atração por ela ela
Agustina: me olhando, hein? mm, sei lá, talvez ele esteja com ciúmes de eu olhar pra você e nem falar com ele. Bom, vou parar, senão vou te fazer perder tempo e você vai esfriar o suor, e não quero que você fique doente.
Eu: não me faz perder tempo. Tô gostando da conversa. Falei sem pensar, já com confiança.
Agustina: me ajuda a terminar, sim?
Eu: fala, anima que falta pouco, falei sorrindo pra ela.
Agustina: Você tem um sorriso bonito. Devia sorrir mais. Mas queria que fosse só pra mim.
Fiquei sem palavras com o elogio dela, e só respondi:
Eu: Valeu.
Não me julguem, o que mais eu poderia dizer? "Valeu, você é perfeita" ou "Valeu, você é uma deusa"?
Terminamos os exercícios e ajudei ela a alongar pra não se machucar.
Ela abriu as pernas pros meus lados,
me dando uma visão incrível das pernas dela e da buceta. Só vi por 1 segundo, não queria deixar ela desconfortável.
Coloquei minhas mãos desajeitadas nas panturrilhas dela e ajudei a abrir as pernas. Ela se inclinou pra frente, deixando o rosto a centímetros do meu. Olhei nos olhos dela e sorri, nervoso e tímido.
Dava pra ver o canalzinho dos peitos redondos dela dentro do top preto. Também só de relance, pra não incomodar. Finalmente, a tortura acabou. Era uma tortura ver sem poder tocar, ou ter ela assim sem poder olhar pra não parecer um punheteiro. Era óbvio que ela tava brincando comigo, com meu nervosismo, fazendo gestos ou movimentos exagerados pra eu olhar pros peitos dela ou pros olhos castanhos claros que eram lindos. Ela mexia o cabelo castanho que cheirava a suor, mas não era nada desagradável. Queria enfiar o nariz no pescoço dela e beijá-la, sentindo o gosto dela na minha boca e no olfato, mas não fiz. Sem perceber, tava com uma ereção difícil de esconder, não pelo tamanho do meu pau, que é normal, mas porque minhas mãos estavam na panturrilha dela e não dava pra tirar pra ajeitar o pau duro. Vi, nervoso, que ela viu minha ereção e depois desviou o olhar. Usando a mesma técnica que eu, de olhar de relance. Até que finalmente o alongamento dela acabou. finalizando seu dia de exercícios.
Agustina: aaaah finalmente terminei minhas rotinas, muito obrigada marco por me ajudar. Já pode ir tomar um banho se quiser, antes de esfriar e ficar doente
Eu: Não foi nada, se eu ficar doente pelo menos conheci seu nome e valeu a pena, falei sorrindo
Agustina: vai logo tomar banho. E obrigada, respondeu com um tom tímido e ao mesmo tempo provocador
Me aproximei e dei um beijo de saudação (no rosto, como é comum na Argentina)
Senti seu perfume, suor e calor da pele, foram alguns segundos mas ficou gravado na minha mente e olfato. Ela fez o mesmo, beijando minha bochecha direita. Me afastei rumo ao chuveiro com minha moral lá em cima, com uma cara de vencedor incrível, sorria e gritava por dentro.
Ao chegar no chuveiro, sentia meu pau pulsando, era incrível o tesão e a excitação que eu tava. Me despi e entrei no chuveiro, nunca tomava banho na academia, mas seria impossível esfriar minha mente e corpo sem uma ducha. Meu pau duro como pedra não ia baixar a menos que eu ajudasse manualmente. Entrei debaixo da água e comecei a me masturbar. Pra minha sorte, não tinha ninguém nos chuveiros. Foi uma punheta brutal, forte e suave ao mesmo tempo. Fechava os olhos e via aquela buceta enfiada naqueles leggings apertados e suados, com certeza molhada pelas nossas brincadeiras recentes. Aqueles peitos redondos e presos naquele top preto. Queria ter visto algo, os peitos dela, a buceta dela, beijar seu pescoço, chupar desde as orelhas até os dedos dos pés, tê-la à minha disposição e foder com paixão, nós dois suados, unidos e quentes. Esse filme que imaginei terminou espetacularmente num tesão que me fez sentar no chão frio do chuveiro e me masturbar com fúria e sem controle até que finalmente gozei, derramando porra por todo o azulejo preto das paredes como nunca antes. Era interminável. Em 19 anos, nunca gozei daquele jeito. Senti dor nos testículos vazios e ardor na glande. Nunca tinha gozado tanto na minha vida, e tudo por causa de um jogo malicioso com a agustina, a deusa. que se apossou da minha mente e entrou fugazmente no meu cérebro, sendo o objeto das minhas fantasias, me fazendo gozar como nunca na vida só com um jogo erótico de olhares e gestos. Me recuperei do choque, digamos assim, terminei de me lavar e vi de novo o azulejo cheio de porra, parecia que alguém tinha derramado gozo condensado ou algo nas paredes. Ri e terminei meu banho, saí com uma toalha na cintura até o vestiário que ficava no mesmo banheiro, a alguns metros, com a porta fechada. Até que ouvi alguém bater na porta. Gritei "pode entrar" e a porta se abriu, era ela, Agustina, ainda não tinha ido embora da academia, deduzi na hora que tinha tomado banho pelo cabelo molhado. Ela entrou, me olhou e fechou a porta. Tentei falar alguma coisa, mas não lembro o que foi, devia ser algo idiota tipo "ainda não foi embora?" ou "você ainda está aqui?", algo que ela calou se jogando com as mãos no meu peito, me empurrando para o banco do vestiário. Caí sentado, surpreso, ela sentou direto na região do meu pau, literalmente, sem minha toalha, meu pau ficou entre as nádegas dela. Ela me agarrou pela nuca e colou os lábios nos meus, violando minha boca com a língua, era selvagem. Totalmente furiosa, baseado nisso, eu tentava acompanhar o ritmo dela e consegui rápido, fundindo minha língua na boca dela, seguíamos com um beijo quente como se desejássemos aquilo há anos ou como amantes que se reencontram depois de muito tempo. Devem ter sido uns cinco minutos de beijos apaixonados, parávamos para respirar uns segundos e continuávamos. Eu a segurava pela cintura e várias vezes pela bunda, esculpindo na minha mente a forma daquelas nádegas com meu toque. Senti a mão dela no meu pau por cima da toalha, mas sem tocar diretamente. Vamos, se ela quisesse, tirava minha toalha e tinha meu pau à disposição, mas ela não quis. Depois de vários minutos, ela parou e ficou com as mãos ao lado. De repente, ela olhou nos meus olhos, me deu um beijinho carinhoso e falou:
Agustina: Precisava fazer isso, você me deixou muito excitada. Faz semanas que você me esquenta só de me olhar, cara.
Eu: Você também me deixa louco, sua gostosa, você é linda pra caralho. E beijei ela de novo, esse beijo foi curto, mas cheio de paixão e suave, nem se comparava com os beijos selvagens de minutos antes.
Ela passou a mão no meu pau por cima da toalha de novo e sussurrou no meu ouvido: "Se veste, vai entrar alguém e se nos encontrar aqui assim, vai se escandalizar."
Beijei ela de novo com carinho, igual um amante beija a amada antes de ir pro trabalho.
Olhei nos olhos dela e não falamos nada, só nos olhamos. Eu tava completamente hipnotizado pela beleza dela, pela situação, pelos olhos, pelos lábios. Ela me deu outro beijinho quase carinhoso e colocou um papelzinho na minha mão. Saiu só com um "tchau, a gente se vê". Fiquei uns minutos tentando entender o que tinha rolado. Olhei pro meu pau, totalmente duro como nunca, a cabeça vermelha de tanto gozar minutos antes no chuveiro. Mesmo sem querer me masturbar, meu pau tava doendo pra caralho. Me vesti como deu, a ereção baixou, mas meu coração tava a mil, louco. Peguei meu celular na mochila, tirei uma foto do meu gozo na parede do banheiro e fui pra parada de ônibus voltar pra casa. Só pensava na Agustina e no que tinha acabado de rolar.
Sem perceber, cheguei em casa. Fui direto pro meu quarto, nem passei na sala pra dar um oi. Deitei pra dormir, tava exausto demais pela loucura no banheiro da academia e pelos treinos que tinha feito. Sem perceber, umas 4 horas passaram até eu acordar. Olhei pro celular, eram 17h. Levantei todo dolorido, com uma ardência no pau que me preocupou. Minha punheta violenta e sem cuidado no chuveiro da academia tava cobrando o preço. Eu me masturbava todo dia no banho, uma vez por dia, mas passar daquilo pra uma punheta furiosa deixou meu pau sensível pra caralho — só de imaginar a Agustina, ele já subia. de novo. Fui no banheiro mijar e examinar meu pau pra ver se tava tudo certo, mas tava igual de sempre, só a cabeça um pouco vermelha. Tava doendo, mas não liguei. Fui pra sala onde minha mãe e minha irmã mais velha, Agustina, tavam vendo TV. Comprimentei em voz alta as duas e depois dei um beijo em cada uma de saudação. Com um sorrisão e um humor que eu mesmo não conhecia.
Elas me comprimentaram e se olharam. Minha mãe falou:
Maru: "ó, filhão, vem cá, abaixa de novo"
Olhei pra ela surpreso e obedeci, me abaixei na altura do rosto dela, olhando pra esquerda, e ela abriu a boca e começou a rir com minha irmã, que tava do lado.
Ela colocou a mão na minha cabeça, levantando meu pescoço. Aí eu perguntei, estranhando:
Eu: "O que foi? O que eu tenho que vocês tão rindo?" rindo
Maru: "De onde você vinha no meio-dia que parecia um zumbi, todo vermelho, e foi dormir quase 4 horas?"
Aí respondi rindo:
Eu: "Ah, então agora tenho que contar tudo que faço, é?" rindo. Vendo as caras sérias delas, quase bravas, respondi:
Eu: "Bom, que caras são essas? Vinha da academia cansado, por quê?" respondi nervoso
Agustina: "Aaah, então agora acha que a gente é otária, mãe. O que tinha? Vampiros na sua academia?"
Maru: "Filho, você tem uns 3 chupões no pescoço e no peito. Não mente pra gente, foi ver alguma mina? Quem é? Conheço? É a Flor?"
(Flor é minha melhor amiga desde criança e, segundo minha mãe, era minha melhor "opção", porque ela achava que eu gostava dela.)
Corri até o espelho e vi as 3 marcas de chupão: 2 no pescoço e 1 no peito. Fiquei sem palavras.
Ouvi minha irmã falando, bem brava:
Agustina: "E aí? Ficou mudo ou o quê? Responde pra mãe quem te deixou assim, até no peito te chuparam, mano"
Maru: "Calma, filha, para de gritar. Ele deve ter se encontrado com alguma mina. Não tem problema, é normal."
Ela chegou perto da minha testa e me deu um beijo carinhoso na testa, depois cheirou meu pescoço e disse:
Maru: "Parece que... Usa um perfume bem gostoso e caro, disse minha mãe rindo safada e colocando minha comida no micro-ondas.
Minha irmã Agustina, longe de se acalmar, levantou, cheirou meu pescoço e começou a me xingar.
Eu levei na brincadeira e pensei que era só uma encenação dela ou coisa de irmã ciumenta. Até que as lágrimas brotaram dos olhos dela.
Não soube o que fazer, então me aproximei, beijei a testa dela e perguntei por que ela estava assim e se teve um dia ruim, pra gente conversar. Foi inútil. Ela estava puta. O que ela fez depois me deixou totalmente sem chão. Ela se desgrudou do meu peito e me deu um tapa que me deixou atordoado por uns segundos. E foi pro quarto dela me xingando.
Agustina: Sai daqui, me beijando com esse cheiro de puta que você tem. Não tem vergonha? Achei que você não fosse tão punheteiro quanto os outros homens, e chega em casa todo chupado e com cheiro de puta. Não quero nem te ver.
Fiquei com a mão no meu rosto, onde ela me bateu, sem palavras, vendo ela ir pro quarto dela e fechar a porta furiosa.
Minha mãe se aproximou, acariciou meu rosto e gritou pra minha irmã se desculpar ao mesmo tempo. Sem resposta da minha irmã.
Ela me abraçou e disse pra eu comer, que ela falaria com minha irmã.
Eu ainda estava em choque com o que aconteceu, um tapa que, sem motivo, me deixou totalmente desnorteado. Não estava puto nem nada, mas confuso, tentando entender o que rolou pra ela ficar assim.
Os minutos passaram, terminei de comer e minha mãe voltou pra cozinha pedindo desculpas e tocando no meu rosto onde levei o tapa.
Maru: Filho, não sei o que houve pra sua irmã agir assim, olha como ela te deixou. Ela ficou com ciúme, com certeza. Não procura ela, vai jogar no PC no seu quarto e coloca gelo no rosto pra acalmar as coisas.
E eu só respondi:
Eu: Por que ela ficou tão puta se não fiz nem falei nada de errado? Não tô puto, tô confuso, mãe.
Maru: Marco, filho, melhor não ficar remoendo isso. Vai pro seu quarto, que ela com certeza se desculpa depois.
Eu: Tá bom, mãe. A comida tava uma delícia, valeu.
Fui pro meu quarto, deitei na cama e fiquei pensando por uns minutos até que decidi esquecer isso por um tempo. Liguei o PC e joguei umas partidas de League of Legends com os amigos até umas 2 da manhã, quando cansei e fui dormir exausto.
No dia seguinte era sábado. Acordei e fiquei no celular vendo Instagram, uns booties matinais do Insta, hahaha, até que minha irmã Milagros entra devagar no meu quarto, fazendo sinal de silêncio.
Eu: Que que foi? Por que você entra assim?
Milagros: Sei lá, você me diz. Ontem cheguei da casa da minha amiga e todo mundo já tava dormindo. Entrei pra me deitar e a Agustina tava chorando igual criança pequena. Perguntei o que tinha acontecido e ela disse que você era um imbecil e que vocês tinham brigado.
Aí eu respondi, com culpa e surpreso:
Eu: Não entendo o que deu nela. Ela viu que eu tava com três chupões e cheiro do perfume de uma mina, me xingou e me deu um tapa que olha como me deixou (apontando). Só isso, eu não fiz nada de errado, não entendo o que deu nela.
Milagros: Uh, olha, você tá com a bochecha roxa, hahaha... Quem te deixou todo chupado assim? E ainda pergunta por que ela reagiu desse jeito? Você não conhece suas irmãs e as mulheres?
Eu: Olha, se você me explicar o que rolou. O que eu fiz pra causar uma reação e um chilique desses?
Milagros: Olha, irmãozinho, agora parece que eu tenho 20 e você 18, hahaha. Vou te explicar: sua irmã tá com ciúmes. Ela nunca deixa as amigas falarem ou comentarem sobre você quando tão juntas. Ela é super ciumenta com você, saca? Só tá te cuidando, e eu sou igual também. Então é melhor você me dizer quem te chupou tudo? Foi a Flor?
Eu: Uh, lá vem você com a Flor de novo. Não, não foi ela, foi outra mina da academia. A gente se beijou um pouco, mas só isso, ok? Já que vocês queriam tanto saber.
Milagros: Hahaha, morri. Você achou que a gente tem 12 anos? É impossível ela ter feito um chupão desse no seu peito a não ser que você estivesse pelado ou sem camisa. Vocês estavam... já sabe, fodendo ou o quê?
Fiquei surpreso com a minha irmã atrevida, mas respondi puto:
Eu: Não. Não tenho que dar satisfação pra ninguém se eu transo ou não. Tenho 20 anos, não tenho nem namorada pra ficar dando explicação, mas tenho irmãs enxeridas e ATREVIDAS que me batem ou me interrogam. Não, não, foda-se, foram só beijos com uma mina da academia. FELIZ?
Milagros: Só beijos, mas você tava sem camisa, né? Haha, ela ria e, sem eu esperar, se jogou em cima de mim na mesma posição que eu beijei a Agustina no banheiro da academia. Colocando a bunda dela diretamente na minha cueca. Me segurou pelos lados do rosto, enfiando os dedos nas minhas orelhas, e sussurrou:
Milagros: Olha, não vai ser fácil aceitarmos que uma putinha que te chupa toda como se você fosse dela, roube nosso macho da casa. Por isso nossa irmã ficou puta, e eu entendo ela. Agora você sabe o porquê.
Ela me deu um beijo molhado na bochecha direita e saiu do quarto. Sem eu responder, antes de ir, pegou alguma coisa da minha mesa. Não liguei, tava ainda mais confuso que antes.
Macho da casa? Será que me viam como um pai e não como um irmão? Me perder? Isso justifica ela colocar a bunda no meu pau e me beijar? Como se eu fosse algum amigo ou objeto dela, fiquei muito confuso naquela manhã. Seguiu normal, minha irmã mais velha me evitava o tempo todo e a mais nova me olhava com malícia e sorria. Eu conhecia aquele sorriso dela quando queria fazer alguma travessura ou pegadinha pesada. Simplesmente ignorei. Fui pra academia, mas de tarde, não de manhã como de costume. Sábado quente, melhor que ir pra academia na sesta. Fui e não cruzei com a Agustina, fiz meu dia normal. Voltei pra casa, tomei banho, bati uma boa punheta no nome de alguma atriz que me enlouquecia: Ava Addams, Kelsi Monroe ou Riley Reid, cê sabe, alguma pornstar que servisse pra uma punheta rotineira. Já de noite, jantamos em família, ninguém falava, só minha mãe, eu e a televisão. Sentia o olhar assassino da minha irmã mais velha, e a mais nova era um olhar mais perverso do que assassino. Cada um na sua, meu plano era jogar League of Legends com os amigos a noite toda. Até que minha... Melhor amiga flor, me chamo e me propôs ir pra uma festa na casa de um amigo. Aceitei e à 01:00 ela veio me buscar num Uber. Fomos abraçados como sempre no banco de trás, conversando até chegar na casa do meu amigo. Tinha umas 40 pessoas, tudo adolescente de 16 a 24 anos mais ou menos, muitas minas de vestido ou short que não deixava nada pra imaginação, com a raba de fora. A noite foi passando, muito álcool, muitas minas esfregando a bunda no meu pau enquanto dançavam naquele espaço apertado. Verão é sinônimo de álcool, droga e sexo na mente de um adolescente. Já bem bebados, minha melhor amiga me propôs ir embora, meio puta, me levou pra um dos quartos da casa do meu amigo Lucas. Trancou a porta e me empurrou na cama, me deu um beijo apaixonado e atrapalhado por causa do álcool que já tínhamos naquela altura da noite. Era minha melhor amiga, sempre nos beijávamos ou brincávamos de um jeito bem sexual, embora nunca tivéssemos transado. Ela tava muito excitada, dava pra ver no olhar e nos toques. Foi direto no meu pau, já meio duro. Enfiou a mão dentro da minha cueca, massageando devagar, fazendo uma punheta pra eu ficar de pau duro. Tirou minha camiseta e subiu em cima de mim, com o quadril na minha perna. Senti a buceta dela molhada nas minhas coxas, por baixo da saia. Deixou meu pau de fora. E com as duas mãos, ficou apalpando meus peitos e braços, cheirando meu pescoço até achar meus chupões, onde parou sem falar nada. Ficou chupando meu pescoço, fez isso várias vezes, exatamente onde me deixou os chupões, Agustina. Levantou da cama, me deixando os peitos e o pescoço babados e vermelhos de tanto chupar forte. Tirou minha calça jeans e baixou minha cueca. Se colocou em cima de mim, com meu pau direto na calcinha fio dental dela, roçando a área da buceta. Amarrou meus braços com minha camiseta e abriu minhas pernas. Colocou a buceta no meu peito e amarrou habilmente com meu jeans a camiseta que tava prendendo meus braços, fez uma espécie de T com os panos, me deixando amarrado na cama sem conseguir mexer os braços. E me disse:
Florencia: a Mili me mandou as fotos da vadia morena que te chupou tudo. Me mandou o instagram dela e vi as fotos. Cê gosta dessa vadia? O que cê gosta? Os peitos dela? Parece que a cachorra meteu silicone, esses peitão. Me responde, amor, já comeu ela? Me dando um tapinha suave e depois descendo devagar pelo meu pescoço.
Me responde, já comeu ela? Olhando nos meus olhos.
Eu tava muito excitado com a situação, de mãos amarradas com minha melhor amiga mostrando o lado mais vadia dela, batendo uma lentamente olhando nos meus olhos. E com o álcool, a gente tava muito tarado. Só levantei a cara como pude e dei um beijo de língua bem molhado e quente enquanto ela me masturbava com a mão direita e com a esquerda na minha cabeça, me puxando pelos cabelos, apertando mais a boca dela. Tinha muita paixão naquele beijo dos dois. Depois de uns 2 minutos nos pegando, olhei nos olhos dela e respondi.
Eu: Não, rainha, não comi ela nem nada, só me beijou e chupou tudo, e sim, adoro os peitos dela, operados ou não, me deixa muito tesudo. Falei excitado e puto.
Florencia: então aquela vadia não roubou minha virgindade? Você ainda é meu? Me responde. Esqueceu sua promessa? Eu não.
Eu: Ela não roubou nada de mim. Mas talvez você tenha que me dividir, e não, não esqueci a promessa que te fiz aos 15 anos, que a gente ia perder a virgindade junto. Meu pau é todo seu, vadia.
Florencia: vadia???? Sou sua vadia, não só uma vadia qualquer. Me beija, idiota.
Beijei ela de novo, com muita língua, ela tinha gosto de vodka que me deixava louco, era como beber vodka pela boca dela. Eu queria e forçava pra arrebentar minhas amarras e fazer ela minha naquela hora, mas não dava, era inútil tentar soltar as mãos. Queria despir ela e cumprir minha promessa de transar pela primeira vez entre a gente pra selar nossa amizade, mas não consegui me soltar.
Eu: tira isso das minhas mãos e te como toda. Te vendo assim, de vadia, quero te comer agora.
Florencia: hmm, não vai rolar. Te amarrei justamente por isso. Meu melhor amigo se comportou mal, quase comeu uma vadia e quebrou a promessa. Se comportou muito mal. Fazendo vozinha de menina boazinha, me masturbando e lambendo meus peitos, pescoço e barriga estavam me deixando louco, sentia que ia explodir, meu pau tava muito quente, meus braços doíam de tanto forçar o pano pra me soltar, mas era inútil. Mas eu amava a situação que a gente tava vivendo com minha melhor amiga.
Eu: Desculpa, babe, fiz merda, mas não quebrei a promessa, juro, sou seu e você é minha, sempre vai ser assim como a gente prometeu, mas para de me torturar, tô muito tarado.
Florencia: Vou lembrar pra sempre da nossa promessa, bebe. Agora, por você ter sido fofo e sincero, vou te ajudar um pouco.
Ela desce lambendo da minha boca até minha barriga, devagar, descendo até meu púbis, tocando com o queixo meu pau duro.
Florencia: Agora eu te ajudo. Fico feliz de ser a primeira a chupar seu pau. Quero que o primeiro pau em todos os meus buracos seja o seu, do meu amigo de toda a vida. Você gostaria?
Eu: Sim, love, por favor, já te falei que sou seu pra sempre. Big booty, chupa meu pau.
(Quando éramos pequenos, eu sempre chamava ela de big booty e ela ficava brava, me batia e depois sentava em cima de mim. Um dia, lá no passado, foi uma brincadeira inocente nossa.)
Florencia: Faz tempo que você não me chamava assim. Agora sua amiguinha vai fazer você se sentir melhor (com voz infantil).
Ela desce com a língua até meus tornozelos e sobe lambendo minhas pernas até quase as bolas, fazendo o mesmo com a outra perna, chega nas minhas bolas e beija elas, me fazendo tremer como nunca na vida. Sobe, me dá um beijo de língua curto, mas gostoso, e desce direto, pegando meu tronco, lambendo das bolas até a cabeça. Sentir o tesão da minha melhor amiga despeitada e ciumenta, muito excitada, me tendo amarrado à disposição dela. Era incrível sentir a língua dela no meu pau até que, num movimento, ela enfiou metade do meu pau na boca. Eu tava no céu de prazer, fechava os olhos, mas depois abria e via ela chupando meu pau. A cara de safada tarada que ela fazia. Nunca me cansaria daquela sensação, até hoje lembro daquela chupada com raiva e um tesão incrível. Não pensava em mais nada, só se ouvia a música de fundo e as vozes dos adolescentes, mas eu só curtia aquela sensação gloriosa.
Queria pegar ela pelos cabelos e guiar ela até o fundo da minha pica, que ela se afogasse com minha pica até lágrimas escorrerem dos olhos dela, mas amarrado não podia, era uma bênção e uma maldição ao mesmo tempo, era prazer e raiva por estar amarrado, mas incrivelmente excitante. Depois de uns 10 minutos, já não aguentava mais, segurei muito por causa do álcool, mas já tava no limite, queria esvaziar minhas bolas na boca da minha melhor amiga. Eu gemia pra caralho, como nunca imaginei, com certeza lá fora ouviam meus gemidos como se tivessem me esfaqueado e eu tivesse pedindo socorro. Mas não tava nem aí.
Eu: Linda, tô gozando. Não aguento mais, rainha, ohhh
Ela continuou ainda mais forte até eu explodir na boca dela, saiu porra como nunca na minha vida, não parava de jorrar, era minha primeira vez e era a glória. Ela engoliu tudo, olhou nos meus olhos e sorriu.
Florencia: Que cum gostoso do meu macho. Que isso te ensine que você sempre vai ser meu e eu sua. Mesmo que aquela puta seja sua namorada, você é meu, lembra disso.
Eu: Amo quando você fala assim, a puta que você fica me faz te amar mais. Me solta e vou te levar em casa, babe. Ela chegou perto com a boca, com uns restinhos de porra no canto, e me deu um beijo com um pouco de porra na boca, não me incomodou, me excitou mais. Depois do beijo, ela disse um te amo, bebê. Muito carinhosamente.
Chamamos o Uber, levei ela em casa e antes de descer do Uber, ela me deu outro beijo, bem longo e molhado. Me despedi e pedi pro Uber me deixar em casa umas 5 quadras mais pra frente. Cheguei em casa, vi minha irmã mais velha dormindo no sofá, cobri ela com um lençol e fui dormir.
Que loucura de fim de semana. Pensei e dormi.
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