Olá de novo, galera do poringa! Finalmente voltei e trago pra vocês a 5ª parte que muitos de vocês estavam esperando há um tempão. Não quero me alongar nas desculpas, mas basicamente tive uns problemas que me impediram de escrever tanto quanto eu queria. Mesmo assim, quero que saibam que não vou largar essa série de contos e vou continuar escrevendo pra vocês continuarem curtindo a história. Espero ter tempo pra escrever e publicar a sexta parte o mais rápido possível. Desculpa mesmo pela espera e muito obrigado pelo apoiozão que vocês dão pros contos, de verdade, curto pra caralho os comentários e mensagens que recebo.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Um saludo e espero que vocês curtam!
- A N T E R I O R M E N T E –Diana parecia super envergonhada e nervosa, a gente não tinha tanta intimidade ou confiança pra que, do nada, num dia qualquer, eu virasse cobaia pra ela aprender como excitar um homem. A gente ficou em silêncio enquanto Diana se decidia. Finalmente, ela criou coragem:
— Tá... tá bom... vou... — Ela disse, apontando que ia tocar no meu pau.
— Ahh, claro, vai fundo... haha. — Falei eu, mais nervoso e ansioso do que nunca.
Isso tava virando um sonho, eu já tava de boa com a Sara e os peitos dela, mas agora a Diana tinha entrado no jogo, e tava prestes a pegar na minha rola!!TERAPIA SEXUAL NA ESCOLACAPÍTULO V: UMA NOVA INTEGRANTE
—Tá… bem? — Disse Diana ao colocar dois dedos no meio do tronco da pica.
— Sim, claro, não se preocupa, tá bem… haha. — Respondi, enquanto tentava manter a calma.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Usa a mão inteira, brinca um pouco com ela pra ficar durinha — indicou Sara. Diana usava as mãos meio sem jeito, mas começava a ficar mais confiante em me tocar, meu pau começava a endurecer fácil. Ser virgem e ter duas mulheres tendo contato sexual comigo era inacreditável. Quando meu pau ficou completamente duro, Sara deu a próxima instrução: - Ok, agora bate uma punheta devagar, fecha a mão no pau dele, e vai subindo lentamente, descobre a cabecinha e cobre de novo, mas não aperta tanto, faz suave... Diana concordou e executou a ordem. Até agora, acho bizarro como aquela cena era estranha — Sara realmente entrava no papel de instrutora sexual e Diana se esforçava de verdade. Nunca imaginei na minha vida que minhas primeiras experiências sexuais seriam desse jeito. —Você tá indo bem... né? — perguntou Sara, se virando pra mim. —Sim, tá indo muito bem, não é tão inexperiente como dizia, afinal, haha. Diana ignorou nossas palavras, tava totalmente concentrada em me bater uma punheta direito, ela realmente tava aprendendo.
Agora que eu penso, nunca me passou pela cabeça como era fácil pra Diana ser infiel ao namorado desse jeito, ter contato sexual com outro cara só pra ganhar experiência e satisfazer o namorado dela. Bem estranho, coisas do século XXI, talvez. Mas, como eu disse antes, eu tava pouco me fodendo, a gostosa da Diana tava me masturbando, e se ela planejava continuar nas terapias, talvez um dia, com muita sorte, eu teria a mínima chance de comer ela. Eu continuei ali, com os olhos meio fechados. A Diana realmente tava me enchendo de prazer com aquela masturbação lenta e inexperiente. Acho que me excitava pra caralho saber que eu tinha me enganado, e que a Diana era tudo ao contrário do que eu imaginava, porque na real ela era inexperiente e sem jeito no sexo. Talvez eu me identificasse um pouco com ela, sei lá, mas naquele dia comecei a sentir uma sensação diferente em mim. —Ok, agora tenta aumentar a velocidade, devagarzinho, e não recua tanto pra trás porque pode machucar a pele dela. Tenta passar os dedos na parte de baixo da cabeça, é a área mais sensível. —Dizia a Sara, sem tirar os olhos da ação. Diana começou a acelerar o ritmo, e eu já sentia o orgasmo chegando, mas ela me masturbar com paciência impedia que eu gozasse tão rápido, me dando mais tempo pra curtir o momento. - Você pode brincar com os ovos também, mas eles são sensíveis, então não aperte nem mexa demais, só brinca com eles. Diana obedecia e continuava aprendendo; desse jeito, ela seria capaz de me bater uma punheta melhor do que a Sara tinha feito antes. Agora sim, eu tava bem perto de gozar, então comecei a respirar mais forte. Sara percebeu e rapidinho falou pra Diana: - Ok, acho que já tá pronto, hahaha. Chegou a hora final, a hora de fazer ele gozar! Diana sorriu e parou de me punhetar, esperando a instrução da Sara. - Não, não, não para de masturbar ele, ele vai te falar quando estiver perto. - Pois já tô quase, kkkk... – Falei eu, sentindo o esperma se preparando pra jorrar. - Ok então, o que você vai fazer é bater uma pra ele rapidinho, o mais rápido que conseguir, mas sem exagerar; quando sentir que o pau dele fica duro, é porque ele tá quase gozando e você vai ter que diminuir a velocidade, entendeu? É difícil pegar o ritmo nas primeiras vezes, mas com a prática você vai aprender a tirar a porra do jeito certo, hahahaha. Ambas riram e Diana fez o que era esperado. Eu me masturbava com velocidade e força, tanta força que até doía um pouco, mas não falei nada porque não queria quebrar o momento e a intensidade. Ela deu uns últimos solavancos quando comecei a gozar. - Já vem, agora tenta acompanhar o ritmo das pulsações, tenta espremer cada jato de porra, assim... assim... mais devagar... isso... assim... Enquanto Sara continuava dando instruções, eu soltava jatos de porra que iam caindo no chão, de um lado da Diana e do lado oposto da Sara. Por ser a primeira tentativa dela, a primeira "lição", a Diana não conseguiu me punhetar do jeito certo pra tirar toda a porra, as últimas gotas já não saíram com tanta força por causa disso. - Bem… agora pega a pontinha da pica com os dedos e aperta, deixa sair até a última gota de porra, mas com cuidado que a cabecinha fica sensível, hahaha. Diana apertou a ponta da minha pica até sair o último resquício de porra, que se juntou à poça de esperma branco no chão.
- E aí? Kkkkkkk - Disse a Sara —… E então? — repetiu Diana em tom de deboche. Eu tava me recuperando do orgasmo, me excitava pra caralho que uma mulher tão inexperiente e ao mesmo tempo tão boa como a Diana tivesse me gozado, senti que tinha esvaziado os ovos, meu pau ainda dava uns pulinhos, como se tentasse cuspir mais porra, mas já tinha gozado tudo que podia, ou pelo menos foi o que pensei na hora. Finalmente consegui responder pra elas: -Foi incrível kkkk, não sei se você é muito boa aluna (pra Diana) ou se você (pra Sara) é boa professora, mas foi demais!! Kkkk. - Ou talvez os dois, kkkkk - Disse Diana e Sara também riu. Depois de limpar meu pau, fiquei na dúvida entre guardar ele e me preparar pra encerrar a sessão e vazar, mas alguma coisa na minha cabeça disse que eu devia aproveitar essa situação ao máximo; e se a Diana se arrependesse depois daquela putaria toda que a gente tinha feito e nunca mais voltasse? Eu tinha que tentar algo a mais. - E aí? - perguntei eu agora, copiando a pergunta delas. - O quê? - responderam as duas em uníssono - Não vamos fazer mais nada hoje? Haha, tipo, já que a gente tá aqui, eu não tenho problema em gozar de novo… hahahaha. Sara sorriu de leve e virou-se para olhar para a Diana, como quem diz "O que você acha?", e ela pareceu entender perfeitamente, mesmo sem uma palavra ter sido dita. Diana só sorriu, deu de ombros e desviou o olhar para o meu pau, que, mesmo depois de ter sido ordenhado, não perdia a dureza da ereção. - E aí, o que a gente vai fazer ou o quê? Kkkkk - Sara me perguntou. Diana esperava atenta. - Poderíamos mostrar pra ela a outra coisa… - Não, não, haha, é muito cedo pra isso, talvez a gente pudesse repetir a prática pra Diana melhorar, hahaha. - Interrompeu Sara. Ele me interrompeu com a clara intenção de que eu não dissesse na frente da Diana que ela tinha me chupado a pica na outra vez. Talvez a Diana ainda não soubesse, e ela não queria se entregar, já que nossas "terapias" estavam cada vez mais parecendo encontros sexuais por puro prazer. Ou talvez ela não quisesse que a Diana me chupasse a pica, queria ter ela só pra ela, ou bem, era isso que eu gostava de imaginar, hahaha.
A Diana pareceu satisfeita com a ideia de repetir a masturbação, dessa vez faria sozinha, sem a orientação da Sara. Em alguns segundos, já tinha a mão no meu pau de novo. - Uffff… – Eu gemi, ainda estava meio sensível da primeira gozada. - Tem certeza que ainda tem gozo? Kkkkkkk - Disse Sara, sabendo a resposta. - Sim, claro… hahahaha - Respondi - "Porra?" Hahahaha "É assim que chamam?" - Disse Diana rindo.
É, mas não só a gente, é bem comum o pessoal chamar assim kkk" — respondeu Sara.
Diana só ficou rindo por alguns segundos.
Enquanto eu estava ali distraído, pensando besteira, a Diana se esforçava pra me dar uma boa punheta, coisa que tava conseguindo aos poucos, já que conseguiu me tirar do transe de pensamentos quando senti que a segunda gozada tava chegando.
— Ahhh… — Eu gemi, no primeiro aviso do orgasmo.
— Já!? — A Diana se assustou e parou de me bater uma por um segundo.
— Não não, eu te aviso, é só… um aviso haha, tô meio perto.
A Diana continuava me masturbando no ritmo dela, enquanto a Sara não parava de olhar, tava com uma cara de pervertida do caralho, dava pra ver de longe que ter metido a Dianita nisso deixava ela louca. Minha mente começou a imaginar cenas de como seria se fizéssemos um menage, me via com a Sara e a Diana de joelhos igual umas putas esperando eu encher a cara delas de porra. Todos esses pensamentos fizeram a punheta ser mais rápida e eficaz, e aceleraram a gozada. Eu já tava tão tesudo que pedi pra Diana parar, pra tentar levar a situação pra um ponto mais intenso.
— Espera… espera… você vai me fazer gozar…
— E você não quer que… — A Diana disse, confusa por eu ter parado ela.
— Sim sim, mas, talvez você queira ver mais uma parte da terapia, hahaha. — Falei eu, enquanto olhava pra Sara.
— O quê? — Ela disse, com uma expressão de leve medo.
— Posso gozar nos seus peitos? Hahahaha. — Pedi eu.
A cara da Sara ficou vermelha, eu temi que fosse de raiva, mas por sorte foi só de vergonha, parecia que tinha um monte de coisa sobre a terapia que ela ainda não tinha contado pra Diana. Essa última ficou olhando pra Sara com uma cara de surpresa, e rindo disse:
— Hahahaha O quê? Sério? Hahahaha.
A Sara finalmente respondeu e falou:
— Ehh, hahaha sim, é uma coisa que a gente já fez, quase todo homem gosta de fazer isso e não tem nada de errado, desde que os dois estejam de acordo. Mas não sei se essa é a hora pra…
— Vamos, hahaha, não tem problema — Interrompi — Além disso, acho que ela (Diana) gostaria de ver um pouco mais do que costumamos fazer, não é? Kkkk.
Diana concordou levemente com a cabeça e esperou a resposta de Sara. Ela, se vendo comprometida, não teve outra escolha a não ser respirar fundo para perder um pouco da vergonha e aceitar, começando a se preparar.
— Tá bom, kkkk, mas só pra ela aprender (se referindo a Diana), hein?
— Sim, sim, claro — ignorei a Sara e esperei ela ficar pronta.
Dessa vez, Sara não tirou a roupa completamente, só ficou de sutiã azul que tinha, que apertava de um jeito delicioso os peitos dela pra eles ficarem salientes e levemente apertados pra cima, perfeitos pra cuspir porra neles.
— Basicamente você pode ficar assim, não precisa tirar tudo (a roupa) e então… espera ele fazer a parte dele, kkkk. Se não quiser que sua roupa corra risco de sujar, pode tirar tudo sim, kkk — disse Sara, fingindo que estava "instruindo" a Diana sobre o que estávamos prestes a fazer.
— Beleza, vai lá… kkkkkkkk
Obedeci a ordem da Sara e comecei a bater uma rápido. Mais uma vez, quando estava quase gozando, parei pra conseguir algo mais.
— Espera, não era ela (Diana) que tá aprendendo? Talvez a gente devesse… deixar ela participar, kkkk.
Sinceramente, meu objetivo principal era fazer com que, em vez de gozar nos peitos da Sara, eu conseguisse gozar nos da Diana, aqueles que eu nunca tinha visto. Porém, as duas entenderam diferente, e acharam que o que eu queria era que a Diana me batesse uma e tirasse meu leite sobre os peitos da Sara. Ainda assim, era vantagem pra mim, então não arrisquei, aceitei a ideia delas e não tentei renegociar meu objetivo inicial.
— Nossa! Tá beeem, kkkkkk — disse Sara, fingindo estar indignada com meus pedidos.
Diana estava um pouco nervosa, mas ao ver como a gente tava tranquilo, ela se sentiu mais à vontade e decidiu continuar.
Eu já tava bem perto de gozar, porque tinha parado já duas vezes, então a Diana não precisou fazer muito mais além de umas bombadas rápidas pra eu começar a esguichar leite por cima das tetonas da puta da Sara.
- Mhhhhhhh…. - Fechei os olhos e tentei segurar o gemido, a única coisa que sentia era minha pica endurecendo e soltando porra sem parar enquanto a Diana subia e descia meu prepúcio. O sêmen não parava de sair e a Diana não parava de me masturbar, a mão dela subia até a ponta, e quando descia até a base do tronco do pau, ele disparava um novo jato de esperma nas tetas da Sara.
Terminei de gozar e a Diana continuou me masturbando, dessa vez um pouco mais devagar, enquanto acariciava suavemente minhas bolas. Quando abri os olhos e recuperei o fôlego, a Sara e a Diana olhavam paralisadas a baita lambança de porra que eu tinha posto nas tetas dela. Acho que, até aquele momento, essa foi uma das gozadas mais carregadas que já soltei. As tetas da Sara estavam leitosas como se 4 ou 5 caras tivessem gozado nela, mas não. Todo aquele esperma quente e esbranquiçado era meu, e a Diana tinha tirado de mim com a própria mão. Só de pensar nisso, a ereção não sumia. Mesmo assim, a Sara e a Diana pareciam satisfeitas com a terapia e começaram a se preparar pra ir embora.
- Essa quantidade é normal? Kkkk. - Perguntou a Diana, meio sem graça
- Acho que não kkkk, nunca antes o filho da puta tinha gozado assim, e olha que é a segunda punheta seguida. Como é que essas bolas aguentam tanta porra? Kkkkkkkk. - Disse a Sara enquanto apertava meu saco.
- Au!.. kkkk… pois é, você vai ver. As terapias tão cada vez melhores, e o importante é que a gente aprende, né? - Respondi zoando, porque tava claro que o "aprendizado" era o que menos importava.
A Sara e a Diana só riam e conversavam sobre o que tinha rolado, uma dava dicas pra outra melhorar a punheta; que se usar as duas mãos, que variar a velocidade, que massagear as bolas, etc. Tudo isso acontecia enquanto Sara se limpava como se nada fosse a maré de porra que eu tinha acabado de gozar nos peitos dela. Quando ficou limpa, Sara se vestiu, as duas pegaram as coisas e foram pra porta.
- Você vai vir ou o quê? Kkkk - Disse Sara
Eu continuava sentado no chão com o pau pra cima, já não tava tão duro, mas sem problemas dava pra aguentar mais uma punheta. Guardei o pau, arrumei a roupa e segui elas pra fora.
Diana soltou uma pergunta que, pra ser sincero, me surpreendeu pra caralho. Acho que até surpreendeu a Sara também.
- E... repetimos amanhã?
A gente ficou se olhando por um segundo, eu e Sara, sem falar nada, parecia que os dois tavam "animados" da Diana querer continuar, mas aí, na hora, ela achou que a pergunta tinha deixado a gente desconfortável, porque completou:
- Ehh... bom, eu só tava falando, kkkk, talvez não seja o melhor...
- Eu não tenho problema nenhum - Disse Sara cortando ela. - E você? - Me perguntou.
- Claro, adoraria, kkkkkk. - Respondi sem pensar duas vezes.
Os três sorrimos e saímos da cabine, pra depois cada um seguir seu rumo. Diana e Sara foram juntas enquanto eu fui pro meu lado.
Naquele dia, quando cheguei em casa, não parava de pensar no que tava vivendo, era quase como um sonho; tinha a Diana e a Sara quase à minha disposição pra experimentar, isso tava chegando num nível que eu nunca tinha imaginado. Ao mesmo tempo, fiquei pensando que era meio engraçado, porque já tinham me batido uma punheta, a Sara tinha até chupado meu pau e eu tinha gozado nos peitos dela, mas eu ainda era virgem, e mais ainda, ainda não tinha visto uma buceta pessoalmente pela primeira vez. Sempre ouvia muitas mulheres reclamando do pornô, que passava uma imagem completamente falsa do corpo feminino, então me perguntava: Será que a vida real é tão diferente assim? Será que vou me surpreender ao ver uma buceta na vida real? E os vídeos pornô caseiros? Enfim, minha mente tava ocupada com um Um monte de pensamentos enquanto a excitação vinha devagar, porque eu tava me tocando no pau de leve. Como vocês podem imaginar, uma coisa levou à outra e acabei batendo uma punheta naquela tarde.
Quando a noite chegou, eu nem conseguia dormir de tanta ansiedade pra que já fosse dia de terapia de novo, já queria saber o que minhas colegas tinham preparado pra mim amanhã nas nossas doses diárias de prazer. Tentei enfiar na cabeça que amanhã, acontecesse o que acontecesse, eu ia convencer a Diana a me mostrar os peitos.
…
Chegou o dia seguinte e era segunda-feira de novo, dia de escola, de aulas chatas e de um prédio ainda em reforma, então a gente continuava obrigado a ir pro barraco pra cumprir nossos objetivos.
Durante as aulas, entre eu, a Sara e a Diana, a gente não parava de trocar olhares discretos, de vez em quando um sorriso junto, e isso tudo me deixava feliz e animado, porque as duas tavam tão ansiosas quanto eu pela terapia. Ficava pensando no quanto tudo era sacana; punheta, peitos, gozo, etc. O que será que o resto da turma pensaria se soubesse disso; o que será que os professores, os diretores da escola pensariam se soubessem que tudo isso surgiu dentro de um prédio aqui dentro. Enfim, tentava fazer minha mente voar o tempo enquanto a escola parecia eterna.
Sentia que era um milagre ter chegado ao fim do dia, a escola tinha sido muito mais longa e chata nesse dia em particular, acho que minha ansiedade pela terapia crescia exponencialmente, mas, bom, enquanto eu conseguir controlar, talvez não tenha nada de errado nisso.
Saí da sala, do prédio e da escola. Tava voando de caminho pro barraco, não dava mais pra esperar.
Por sorte, o caminho e a própria cabana estavam como deviam: vazios. Fui o primeiro dos três a chegar, então supus que Diana e Sara viriam juntas. E como eu supus, aconteceu. Apesar de parecer que estariam ansiosas pela terapia, chegaram atrasadas no "encontro" e andando bem devagar. Quando chegaram, recebi elas com a porta aberta e com o pau já bem duro, ainda dentro da roupa.
Elas entraram, fechamos a porta e nos posicionamos nos nossos lugares. Eu "abri" a conversa dizendo:
- A gente tava esperando vocês, já tamos ansiosos, hahaha. - Falei eu, me referindo a mim e meu pau ereto.
- Uai hahaha, já tá bem dura né? Deixa eu ver essa pica, hahaha. - Disse Sara.
Eu obedeci na hora e em dois movimentos tirei o pau pra fora, ainda tava uns 90%, faltava estimular pra ficar ereto de vez. Nem precisei pedir, porque sem perguntar ou avisar nada, Diana começou a acariciar meu pau.
Sara ficou meio impressionada com a iniciativa da Diana de começar e avançar, pelo visto a realmente ansiosa era ela, e não as duas como eu pensei. Sara "retomou" rápido a posição de chefe e deu o plano de ação. Fez no tom de brincadeira dela, como se fosse uma aula ou lição de verdade.
- Muito bem, ontem vimos o ato de masturbar; bater punheta, ordenhar, puxar... hahahaha. Ontem notei uma ou outra falha, então hoje vamos repetir pra aperfeiçoar, o que acham?
Eu concordei, e a Diana pareceu não ligar pra merda nenhuma do que Sara disse, porque ela já tava na ação. Passava a mão no meu pau devagar, de cima pra baixo, lentamente pra deixar ele completamente duro. Quando conseguiu isso com uns poucos movimentos, Sara interrompeu e começou a "instruir" a Diana.
- Assim... bem... agora usa todos os dedos... isso... mais devagar... bem... mexe nas bolas também...
Sinceramente, o trabalho da Sara me pareceu inútil, tipo, pra mim a Diana tava batendo uma punheta fenomenal do jeito dela, mas deixei a Sara continuou com o teatro de ser instrutora, isso dava muito mais tesão e sabor ao negócio.
Eu tava louco de excitação, tentava distrair minha mente, porque queria aguentar e aproveitar a punheta o máximo possível antes de gozar, queria mais, queria quebrar o maldito limite de uma vez por todas. Mesmo não tendo coragem de quebrar totalmente, consegui uma surpresa brutal.
Diana claramente tava muito tarada, então tentei levar isso mais longe.
— Tá gostando? Hahaha — falei
— Claro, haha — Diana me respondeu
— Não daria pra… ir mais longe? — perguntei meio com medo da reação.
— Tipo…? Hahaha — Diana dizia sem tirar os olhos do meu pau.
— Sei lá, outro dia a Sara… então… haha
— Ahã? — Diana falou e Sara me olhava fixo
— Então ela me chupou e sei lá, talvez você queira tentar também, haha
Sara arregalou os olhos e reagiu:
— Bom, bom, só uma vez e foi pela emoção do momento, mas nesse caso não sei se…
— Sei lá, acho que não é uma ideia tão ruim — Diana interrompeu Sara.
— Tem certeza que quer tentar? Digo, haha, a gente acabou de começar isso e acho que é avançar demais, mas podemos…
— Mmm… sim… vamos fazer isso hahaha — Diana interrompeu ela de novo.
— Ehm… tá bom, hahaha, bem, deixa eu te preparar…
Sara pegou o cabelo de Diana e penteou pra trás num rabo de cavalo, pra não atrapalhar na hora da ação. Eu só olhava tudo com o pau duro igual ferro. Sara começou a dar instruções pra Diana, sobre cuidado com os dentes, não ir muito rápido e usar as mãos a favor. Acordei do meu “transe” e reagi: tava quase ficando louco: Diana ia chupar meu pau!!!
— Ok, puxa a pele pra trás devagar, você precisa lamber um pouco antes de botar na boca, e lembra de cuidar os dentes. — Sara
— Já? Hahaha. — Diana me perguntava com a mão no meu pau.
— Uff… quando você quiser… haha — respondi Diana se certificou de que estava pronta, suspirou levemente e colocou a língua pra fora, finalmente encostando ela na minha glande.
- Ahhh... - Soltei um gemidinho discreto, mas cheio de prazer.
A língua da Diana começou a se mexer e ela passou a percorrer toda a ponta da minha piroca, era uma sensação incrível, me sentia no céu. Depois, foi descendo devagar e lambendo o tronco do meu pau, deixando ele todo molhado pra depois voltar a lamber a glande.
- Agora você pode levantar ela e...
A Sara não conseguiu terminar a instrução, porque a Diana já tinha entendido sem precisar de mais nada: ela levantou minha piroca e agora passava a língua nas minhas bolas. Enquanto lambia meus ovos, com dois dedos ela masturbava levemente meu pau: a Diana tava me fazendo um boquete nível profissional, parecia que tinha anos de prática pra isso. Sem dúvida, ela seria a "aluna exemplar".
O nível absurdo do boquete claramente tava me levando a milhão pro orgasmo, então precisei avisar que o fim da nossa sessão tava chegando.
- Já tô... já tô quase gozando...
A Sara não deu instrução nenhuma, nem falou palavra, tava paralisada olhando aquele boquete foda que a Diana tava executando. Mas as surpresas não iam parar por aí, a Diana mais uma vez mostrou uma iniciativa enorme e deixou nós dois de queixo caído.
- Cê quer gozar? - Perguntou a Diana.
- Sim... tô a ponto, hahaha.
- Então a gente pode fazer outro exercício, né?
Eu e a Sara não entendemos o que ela tava propondo.
A Diana parou o boquete e começou a desabotoar os botões do suéter que ela tava usando. Numa blusa azul justa, os peitos dela que eu tanto queria ver apareciam. Rapidinho, ela tirou a blusa e ficou só num sutiã cor de pele. Destacava perfeitamente um par delicioso de peitinhos lindos; bem menores que os da Sara, mas muito mais redondos, firmes e simétricos. A Diana tinha uns peitos maravilhosos, dignos de qualquer filme pornô profissional.
- Cê quer gozar em mim agora? Hahahaha.
Eu engoli seco; a Sara arregalou os olhos. Ainda maiores do que da outra vez, e olhou pra Diana com uma cara de susto, estranheza e surpresa ao mesmo tempo. Eu não conseguia falar nada; Sara, dessa vez, não fez objeção alguma e nem disse nada, só ficava olhando pra gente alternadamente, sem acreditar no que estava prestes a acontecer.
— Eh... cla... claro... é claro! Haha... — falei finalmente.
— Tá bom, hahaha.
Diana se aproximou de mim e limpou a área: se inclinou pra frente e tentou esticar os peitos o máximo possível pra não sujar outra parte da roupa ou do corpo dela. Parecia pronta, mas ainda estava de sutiã.
— Não se importa se sujar...
— Relaxa, não tem problema, hahaha. — disse Diana, se recusando a tirar a peça.
Então comecei, queria aproveitar aquele momento: tinha Diana ajoelhada na minha frente, pronta pra receber meu gozo nos peitos dela, parecia que eu tava num sonho ou algo assim, queria apreciar como ela era gostosa naquela posição, o rostinho bonito dela me olhando, os peitos perfeitos esperando minha gozada, a cintura linda e a pele clara e macia. Era uma paisagem que eu podia admirar o dia inteiro. Pra prolongar o momento, me masturbava num ritmo médio.
Quando finalmente senti que não aguentava mais, que minha pica tava dura que nem pedra, aproximei meu pau dos peitos da Diana pra tentar não espirrar porra em outro lugar. Ela chegou mais perto de mim pra começar o ato, enquanto Sara nos observava em silêncio, paralisada, quase de boca aberta.
— Já... já... vou... vou... Ahhhhhhhhhh...!
E começou: meu pau cuspia porra como se não houvesse amanhã, eu tinha fechado os olhos pra me controlar, até sentia que tava faltando ar. Não via o que tava rolando, só sentia dentro do meu pau os jatos e jatos de esperma quente. Na minha cabeça, queria que aquele orgasmo nunca acabasse, queria esvaziar todas as bolas nos peitos da putinha da Diana. Eu não via a Sara, mas aposto que não não moveu um único músculo durante toda a cena, com certeza tava curtindo isso quase com tanto tesão quanto a Diana e eu.
Já tava quase terminando de gozar, a Diana ria baixinho e a Sara não falava nada. Quando finalmente acabei de soltar as últimas gotas, comecei aos poucos a me recompor, respirava fundo pra tentar me acalmar e, além disso, tinha começado a suar pra caralho.
-Meu Deus do céu! - Foi a primeira coisa que ouvi a Diana falar.
-Que filho da puta…! - A Sara finalmente falou.
Eu ainda tava de olhos fechados, então, como já tava um pouco mais calmo, resolvi abrir os olhos. E ali estava; minha obra-prima, tinha conseguido tirar tanta porra que nenhum de nós três conseguia acreditar. Tinha lambuzado quase inteiramente as lindas tetas da Sara com esperma quente, grosso e branco. A Diana tinha nas tetas quase porra suficiente pra engravidar cada mulher desse planeta. Eu não sabia nem o que dizer.
-Ha… haha… caralho!... haha… - Consegui falar, mal.
Meu pau começava a perder a dureza, depois dessa gozada fudida com certeza iam precisar várias horas pra ter uma ereção de novo. Não sei quanto tempo passei tentando me recompor por completo, mas me desconcentrei tanto que não prestei atenção no que a Sara e a Diana tinham continuado conversando, quando me dei conta, a Diana já tinha limpado quase toda a porra e tava se preparando pra se vestir e ir embora.
-Hoje vocês dois me surpreenderam, acho que a gente tá levando isso longe demais! hahaha!. - Comentou a Sara
-Hahaha, desde que ninguém mais fique sabendo, acho que não tem problema a gente passar um pouquinho da fórmula de vez em quando, né? - Dizia a Diana.
Eu continuava sem acreditar na puta disposição que a Diana tinha de continuar com isso, pensei que, se eu propusesse comer a Diana de verdade, com certeza ela ia topar. Mesmo assim, fiquei com um pouco de medo de estar enganado e decidi não falar nada sobre isso. Minha mente viajou um pouco pensando nessas coisas, então, mais uma vez, não percebi que a Diana e a Sara já estavam Elas já estavam prontas pra ir embora e se aproximavam da porta de saída. Saí atrás delas e a gente conversou uns minutinhos antes de ir:
- Ei, sério, valeu por tudo, hahaha - falei eu, mais satisfeito do que nunca.
- Sem problema, hahaha. - Disse a Sara.
- Na verdade, valeu mais a vocês, aprendi pra caralho, hahahaha - respondeu a Diana com um tom debochado.
- Que tal amanhã a gente...
- É verdade!! - A Sara interrompeu minha pergunta.
- Hã?
- Esqueci que amanhã e depois de amanhã tenho que vazar o mais rápido depois das aulas, hahaha, tenho que ajudar minha família com umas paradas e acho que não vai rolar terapia, haha. Desculpa não ter avisado antes.
- Sério? Pô, que merda. Mas relaxa, não tem problema dar uns dias sem... experiências novas hahaha. - Disse a Diana me olhando como se esperasse que eu concordasse.
- Claro, sem problema, hahaha. Fica tranquila. - Falei eu, mentindo.
Claro que eu tava mentindo, as terapias tinham chegado num ponto que eu nunca imaginei que fosse rolar e agora a Sara ia frear de repente toda aquela aceleração que a gente tava levando por uns dias. Talvez eu tivesse exagerando, talvez não, mas de qualquer jeito, tava me irritando pra caralho ter que pausar aquilo por dois dias.
Depois dessa notícia trágica (pelo menos pra mim), a gente se despediu e foi cada um pra sua casa descansar pra um novo dia... um novo dia sem terapia.
...
Acordei no dia seguinte pronto pra ter outro dia foda, pelo menos foi assim nos primeiros segundos até eu lembrar da notícia que a Sara tinha dado ontem: hoje não ia ter terapia. O caminho pra escola e todas as minhas aulas foram um inferno, um inferno de tédio, porque agora não tinha mais nada pra esperar depois da aula, só sair e voltar pra casa bater uma como eu fazia antes disso tudo. Passei o resto das aulas tentando não morrer de tédio.
Quando chegou a hora e tocou o sinal de saída, me senti ainda mais puto; porque já não tinha mais aquela Sensação de nervosismo, tesão e alegria todo dia, agora só via com raiva e frustração como Sara se despedia da Diana e do resto das amigas, e saía correndo pra fazer sei lá o quê. Diana foi atrás dela e as duas sumiram pela porta, pra não ver mais elas o dia inteiro. Cheguei em casa à tarde e não tinha nem vontade de bater uma, me sentia ainda puto e acho que já não via muito sentido em me masturbar se não fosse durante a terapia. Até tentei tocar uma pra aliviar a tensão, mas no final desisti e decidi guardar pra quando voltássemos na próxima sessão. A tarde seguia como qualquer outro dia, só que muito mais chata. Aí chegou uma notificação no meu celular que conseguiu me distrair no começo, e melhorar meu dia depois do que rolou. Diana tinha me mandado uma mensagem, tava começando uma conversa.
-Oi, curtiu o dia? -Dizia a mensagem
Eu respondi:
-Sobre o quê?
-Ué, o dia "livre" kkkk. -Ela perguntou
-Pra ser bem sincero contigo, até que foi meio merda kkk. É uma bosta ter que interromper assim, e com tudo isso percebo que talvez tô ficando viciado nas terapias, kkkkkk.
-Sei, também foi uma merda o dia por não ter aquela emoção kkkk. E acho que peguei muito gosto pelas "terapias" também kkk.
-Pois é kkk, é meio triste ter que esperar até depois de amanhã.
-Sei kkk... Ou talvez a gente possa dar um jeito...
Eu entendia pra onde isso tava indo, mas queria confirmar.
-Hmm, fazer o quê? Kkkk.
-Ué... sei lá... pensei que talvez a gente possa ir pra terapia, kkkk, sem a Sara... no fim das contas quem não pode é ela.
-Ué, sei lá, não acha que pode incomodar ela se a gente fizer? Kkk.
-Ué, não devia, tipo, ela nunca disse que a gente não podia fazer a terapia entre nós dois, né?
-Pois é, não, mas ela assume o papel de líder, e acho que se pode incomodar se a gente continuar sem ela, hahaha.
-Então... vamos fazer ela não ficar sabendo... hahahaha.
Diana estava me oferecendo a gente se ver amanhã pra terapia, de forma clandestina, sem a Sara saber de nada. Meu medo da possível reação da Sara era real, eu realmente tava convencido de que, se ela descobrisse, ia ficar bem puta com nós dois, e nossa amada terapia podia estar em perigo.
Não respondi a mensagem da Diana por uns segundos, então comecei a pensar direitinho na proposta. Aí pensei:
Seria uma terapia só de nós dois. Sem a pressão constante da Sara, impondo limites aos poucos. A Diana era quem mostrava mais iniciativa desde que entrou nas nossas sessões; essa nova oportunidade abria um mundo novo de possibilidades. Eu podia pedir o que quisesse. Diana e eu. Sem limites. Sem restrições. Sem lentidão. Sem lições inúteis. Diversão e prazer.
Finalmente respondi à proposta.
-Tá bom, bora, hahaha. Mas tem que ter muito cuidado pra garantir que a Sara não vai descobrir.
-Sim, sim, sim, não se preocupa, ela não vai saber, hahahaha. Então depois da aula na cabine, né?
-Claro, te vejo lá, hahaha.
-Beleza, a gente espera uns 10 ou 15 minutos até a Sara ter ido embora e estar bem longe, e aí a gente vai junto se quiser, ok?
-Perfeito, tô lá, hahaha.
-Bom, boa noite, hahaha.
-Boa noite...
Nossa conversa por mensagens acabou e nosso plano tava feito. Aí voltou toda aquela empolgação pelas terapias, mas dessa vez era diferente; dessa vez tava intensificada 1000%, era a chance que eu tanto queria de comer a Diana. Não dava pra esperar mais um segundo pra amanhã chegar.
...
Finalmente era o dia, e eu tava indo pra aula com um sorriso no rosto, porque hoje era a terapia que mais me deixou animado e ansioso até agora, Diana e eu íamos ter um momento sozinhos, escondido, uma terapia proibida, e, tomara, Quebrando todas as regras.
O dia de aula foi uma merda como sempre, nada de bom pra salvar, só os olhares constantes que a Diana e eu trocávamos. Dava pra ver que ela tava ansiosa, quem sabe quantas surpresas ela ia aprontar hoje. De qualquer jeito, eu planejava ser o surpreendente dessa vez, queria me soltar e tentar fazer a Diana fazer o mesmo. Resumindo e sendo direto: se meu plano desse certo, hoje à tarde eu deixava de ser virgem e ia comer a putinha da Diana. A hora da saída tava chegando, e só de pensar no futuro, meu pau começava a brigar dentro da calça, porque já tava de pau duro só com meus pensamentos.
Finalmente nos liberaram, e meu primeiro instinto foi sair voando pra porta, mas aí, como se soubesse o que eu ia fazer, a Diana me parou com um olhar, porque eu tinha esquecido que a gente precisava "enrolar" e esperar a Sara ficar o mais longe possível.
A Sara e a Diana se despediram, talvez seja um detalhe besta, mas percebi que o beijo na bochecha que elas trocaram, dessa vez quase roçaram os lábios, ou pelo menos foi o que eu vi. Talvez minha mente já tivesse começando a ver coisas que não existiam, mas enfim, não sei por que aquilo me excitou ainda mais. Acho que eu tava tão ansioso que até olhar pra um lápis me deixaria de pau duro.
A gente tinha combinado uns 10 ou 15 minutos pra Sara ir embora, mas era tanta nossa pressa que só esperamos uns 7 ou 8 e então fomos juntos pro barraco.
Chegamos naquele lugar sagrado, mais ansiosos do que nunca. Bem antes de entrar, percebi que tava suando um pouco, já tava morrendo de vontade de arrancar minha roupa e a da Diana e fazer ela minha. Consegui me controlar um pouco, e então a Diana e eu entramos no barraco e fechamos a porta. Meus pensamentos inundavam minha mente, eu não parava de pensar no puta tesão que tudo isso tinha. Tudo tinha começado com a Sara e agora a gente se escondia dela pra ter total liberdade. Desta vez, ao que parecia, estávamos livres para nos deixar levar…C O N T I N U A R Á
- A N T E R I O R M E N T E –Diana parecia super envergonhada e nervosa, a gente não tinha tanta intimidade ou confiança pra que, do nada, num dia qualquer, eu virasse cobaia pra ela aprender como excitar um homem. A gente ficou em silêncio enquanto Diana se decidia. Finalmente, ela criou coragem:
— Tá... tá bom... vou... — Ela disse, apontando que ia tocar no meu pau.
— Ahh, claro, vai fundo... haha. — Falei eu, mais nervoso e ansioso do que nunca.
Isso tava virando um sonho, eu já tava de boa com a Sara e os peitos dela, mas agora a Diana tinha entrado no jogo, e tava prestes a pegar na minha rola!!TERAPIA SEXUAL NA ESCOLACAPÍTULO V: UMA NOVA INTEGRANTE
—Tá… bem? — Disse Diana ao colocar dois dedos no meio do tronco da pica.
— Sim, claro, não se preocupa, tá bem… haha. — Respondi, enquanto tentava manter a calma.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Usa a mão inteira, brinca um pouco com ela pra ficar durinha — indicou Sara. Diana usava as mãos meio sem jeito, mas começava a ficar mais confiante em me tocar, meu pau começava a endurecer fácil. Ser virgem e ter duas mulheres tendo contato sexual comigo era inacreditável. Quando meu pau ficou completamente duro, Sara deu a próxima instrução: - Ok, agora bate uma punheta devagar, fecha a mão no pau dele, e vai subindo lentamente, descobre a cabecinha e cobre de novo, mas não aperta tanto, faz suave... Diana concordou e executou a ordem. Até agora, acho bizarro como aquela cena era estranha — Sara realmente entrava no papel de instrutora sexual e Diana se esforçava de verdade. Nunca imaginei na minha vida que minhas primeiras experiências sexuais seriam desse jeito. —Você tá indo bem... né? — perguntou Sara, se virando pra mim. —Sim, tá indo muito bem, não é tão inexperiente como dizia, afinal, haha. Diana ignorou nossas palavras, tava totalmente concentrada em me bater uma punheta direito, ela realmente tava aprendendo.
Agora que eu penso, nunca me passou pela cabeça como era fácil pra Diana ser infiel ao namorado desse jeito, ter contato sexual com outro cara só pra ganhar experiência e satisfazer o namorado dela. Bem estranho, coisas do século XXI, talvez. Mas, como eu disse antes, eu tava pouco me fodendo, a gostosa da Diana tava me masturbando, e se ela planejava continuar nas terapias, talvez um dia, com muita sorte, eu teria a mínima chance de comer ela. Eu continuei ali, com os olhos meio fechados. A Diana realmente tava me enchendo de prazer com aquela masturbação lenta e inexperiente. Acho que me excitava pra caralho saber que eu tinha me enganado, e que a Diana era tudo ao contrário do que eu imaginava, porque na real ela era inexperiente e sem jeito no sexo. Talvez eu me identificasse um pouco com ela, sei lá, mas naquele dia comecei a sentir uma sensação diferente em mim. —Ok, agora tenta aumentar a velocidade, devagarzinho, e não recua tanto pra trás porque pode machucar a pele dela. Tenta passar os dedos na parte de baixo da cabeça, é a área mais sensível. —Dizia a Sara, sem tirar os olhos da ação. Diana começou a acelerar o ritmo, e eu já sentia o orgasmo chegando, mas ela me masturbar com paciência impedia que eu gozasse tão rápido, me dando mais tempo pra curtir o momento. - Você pode brincar com os ovos também, mas eles são sensíveis, então não aperte nem mexa demais, só brinca com eles. Diana obedecia e continuava aprendendo; desse jeito, ela seria capaz de me bater uma punheta melhor do que a Sara tinha feito antes. Agora sim, eu tava bem perto de gozar, então comecei a respirar mais forte. Sara percebeu e rapidinho falou pra Diana: - Ok, acho que já tá pronto, hahaha. Chegou a hora final, a hora de fazer ele gozar! Diana sorriu e parou de me punhetar, esperando a instrução da Sara. - Não, não, não para de masturbar ele, ele vai te falar quando estiver perto. - Pois já tô quase, kkkk... – Falei eu, sentindo o esperma se preparando pra jorrar. - Ok então, o que você vai fazer é bater uma pra ele rapidinho, o mais rápido que conseguir, mas sem exagerar; quando sentir que o pau dele fica duro, é porque ele tá quase gozando e você vai ter que diminuir a velocidade, entendeu? É difícil pegar o ritmo nas primeiras vezes, mas com a prática você vai aprender a tirar a porra do jeito certo, hahahaha. Ambas riram e Diana fez o que era esperado. Eu me masturbava com velocidade e força, tanta força que até doía um pouco, mas não falei nada porque não queria quebrar o momento e a intensidade. Ela deu uns últimos solavancos quando comecei a gozar. - Já vem, agora tenta acompanhar o ritmo das pulsações, tenta espremer cada jato de porra, assim... assim... mais devagar... isso... assim... Enquanto Sara continuava dando instruções, eu soltava jatos de porra que iam caindo no chão, de um lado da Diana e do lado oposto da Sara. Por ser a primeira tentativa dela, a primeira "lição", a Diana não conseguiu me punhetar do jeito certo pra tirar toda a porra, as últimas gotas já não saíram com tanta força por causa disso. - Bem… agora pega a pontinha da pica com os dedos e aperta, deixa sair até a última gota de porra, mas com cuidado que a cabecinha fica sensível, hahaha. Diana apertou a ponta da minha pica até sair o último resquício de porra, que se juntou à poça de esperma branco no chão.
- E aí? Kkkkkkk - Disse a Sara —… E então? — repetiu Diana em tom de deboche. Eu tava me recuperando do orgasmo, me excitava pra caralho que uma mulher tão inexperiente e ao mesmo tempo tão boa como a Diana tivesse me gozado, senti que tinha esvaziado os ovos, meu pau ainda dava uns pulinhos, como se tentasse cuspir mais porra, mas já tinha gozado tudo que podia, ou pelo menos foi o que pensei na hora. Finalmente consegui responder pra elas: -Foi incrível kkkk, não sei se você é muito boa aluna (pra Diana) ou se você (pra Sara) é boa professora, mas foi demais!! Kkkk. - Ou talvez os dois, kkkkk - Disse Diana e Sara também riu. Depois de limpar meu pau, fiquei na dúvida entre guardar ele e me preparar pra encerrar a sessão e vazar, mas alguma coisa na minha cabeça disse que eu devia aproveitar essa situação ao máximo; e se a Diana se arrependesse depois daquela putaria toda que a gente tinha feito e nunca mais voltasse? Eu tinha que tentar algo a mais. - E aí? - perguntei eu agora, copiando a pergunta delas. - O quê? - responderam as duas em uníssono - Não vamos fazer mais nada hoje? Haha, tipo, já que a gente tá aqui, eu não tenho problema em gozar de novo… hahahaha. Sara sorriu de leve e virou-se para olhar para a Diana, como quem diz "O que você acha?", e ela pareceu entender perfeitamente, mesmo sem uma palavra ter sido dita. Diana só sorriu, deu de ombros e desviou o olhar para o meu pau, que, mesmo depois de ter sido ordenhado, não perdia a dureza da ereção. - E aí, o que a gente vai fazer ou o quê? Kkkkk - Sara me perguntou. Diana esperava atenta. - Poderíamos mostrar pra ela a outra coisa… - Não, não, haha, é muito cedo pra isso, talvez a gente pudesse repetir a prática pra Diana melhorar, hahaha. - Interrompeu Sara. Ele me interrompeu com a clara intenção de que eu não dissesse na frente da Diana que ela tinha me chupado a pica na outra vez. Talvez a Diana ainda não soubesse, e ela não queria se entregar, já que nossas "terapias" estavam cada vez mais parecendo encontros sexuais por puro prazer. Ou talvez ela não quisesse que a Diana me chupasse a pica, queria ter ela só pra ela, ou bem, era isso que eu gostava de imaginar, hahaha.
A Diana pareceu satisfeita com a ideia de repetir a masturbação, dessa vez faria sozinha, sem a orientação da Sara. Em alguns segundos, já tinha a mão no meu pau de novo. - Uffff… – Eu gemi, ainda estava meio sensível da primeira gozada. - Tem certeza que ainda tem gozo? Kkkkkkk - Disse Sara, sabendo a resposta. - Sim, claro… hahahaha - Respondi - "Porra?" Hahahaha "É assim que chamam?" - Disse Diana rindo.
É, mas não só a gente, é bem comum o pessoal chamar assim kkk" — respondeu Sara.
Diana só ficou rindo por alguns segundos.
Enquanto eu estava ali distraído, pensando besteira, a Diana se esforçava pra me dar uma boa punheta, coisa que tava conseguindo aos poucos, já que conseguiu me tirar do transe de pensamentos quando senti que a segunda gozada tava chegando.
— Ahhh… — Eu gemi, no primeiro aviso do orgasmo.
— Já!? — A Diana se assustou e parou de me bater uma por um segundo.
— Não não, eu te aviso, é só… um aviso haha, tô meio perto.
A Diana continuava me masturbando no ritmo dela, enquanto a Sara não parava de olhar, tava com uma cara de pervertida do caralho, dava pra ver de longe que ter metido a Dianita nisso deixava ela louca. Minha mente começou a imaginar cenas de como seria se fizéssemos um menage, me via com a Sara e a Diana de joelhos igual umas putas esperando eu encher a cara delas de porra. Todos esses pensamentos fizeram a punheta ser mais rápida e eficaz, e aceleraram a gozada. Eu já tava tão tesudo que pedi pra Diana parar, pra tentar levar a situação pra um ponto mais intenso.
— Espera… espera… você vai me fazer gozar…
— E você não quer que… — A Diana disse, confusa por eu ter parado ela.
— Sim sim, mas, talvez você queira ver mais uma parte da terapia, hahaha. — Falei eu, enquanto olhava pra Sara.
— O quê? — Ela disse, com uma expressão de leve medo.
— Posso gozar nos seus peitos? Hahahaha. — Pedi eu.
A cara da Sara ficou vermelha, eu temi que fosse de raiva, mas por sorte foi só de vergonha, parecia que tinha um monte de coisa sobre a terapia que ela ainda não tinha contado pra Diana. Essa última ficou olhando pra Sara com uma cara de surpresa, e rindo disse:
— Hahahaha O quê? Sério? Hahahaha.
A Sara finalmente respondeu e falou:
— Ehh, hahaha sim, é uma coisa que a gente já fez, quase todo homem gosta de fazer isso e não tem nada de errado, desde que os dois estejam de acordo. Mas não sei se essa é a hora pra…
— Vamos, hahaha, não tem problema — Interrompi — Além disso, acho que ela (Diana) gostaria de ver um pouco mais do que costumamos fazer, não é? Kkkk.
Diana concordou levemente com a cabeça e esperou a resposta de Sara. Ela, se vendo comprometida, não teve outra escolha a não ser respirar fundo para perder um pouco da vergonha e aceitar, começando a se preparar.
— Tá bom, kkkk, mas só pra ela aprender (se referindo a Diana), hein?
— Sim, sim, claro — ignorei a Sara e esperei ela ficar pronta.
Dessa vez, Sara não tirou a roupa completamente, só ficou de sutiã azul que tinha, que apertava de um jeito delicioso os peitos dela pra eles ficarem salientes e levemente apertados pra cima, perfeitos pra cuspir porra neles.
— Basicamente você pode ficar assim, não precisa tirar tudo (a roupa) e então… espera ele fazer a parte dele, kkkk. Se não quiser que sua roupa corra risco de sujar, pode tirar tudo sim, kkk — disse Sara, fingindo que estava "instruindo" a Diana sobre o que estávamos prestes a fazer.
— Beleza, vai lá… kkkkkkkk
Obedeci a ordem da Sara e comecei a bater uma rápido. Mais uma vez, quando estava quase gozando, parei pra conseguir algo mais.
— Espera, não era ela (Diana) que tá aprendendo? Talvez a gente devesse… deixar ela participar, kkkk.
Sinceramente, meu objetivo principal era fazer com que, em vez de gozar nos peitos da Sara, eu conseguisse gozar nos da Diana, aqueles que eu nunca tinha visto. Porém, as duas entenderam diferente, e acharam que o que eu queria era que a Diana me batesse uma e tirasse meu leite sobre os peitos da Sara. Ainda assim, era vantagem pra mim, então não arrisquei, aceitei a ideia delas e não tentei renegociar meu objetivo inicial.
— Nossa! Tá beeem, kkkkkk — disse Sara, fingindo estar indignada com meus pedidos.
Diana estava um pouco nervosa, mas ao ver como a gente tava tranquilo, ela se sentiu mais à vontade e decidiu continuar.
Eu já tava bem perto de gozar, porque tinha parado já duas vezes, então a Diana não precisou fazer muito mais além de umas bombadas rápidas pra eu começar a esguichar leite por cima das tetonas da puta da Sara.
- Mhhhhhhh…. - Fechei os olhos e tentei segurar o gemido, a única coisa que sentia era minha pica endurecendo e soltando porra sem parar enquanto a Diana subia e descia meu prepúcio. O sêmen não parava de sair e a Diana não parava de me masturbar, a mão dela subia até a ponta, e quando descia até a base do tronco do pau, ele disparava um novo jato de esperma nas tetas da Sara.
Terminei de gozar e a Diana continuou me masturbando, dessa vez um pouco mais devagar, enquanto acariciava suavemente minhas bolas. Quando abri os olhos e recuperei o fôlego, a Sara e a Diana olhavam paralisadas a baita lambança de porra que eu tinha posto nas tetas dela. Acho que, até aquele momento, essa foi uma das gozadas mais carregadas que já soltei. As tetas da Sara estavam leitosas como se 4 ou 5 caras tivessem gozado nela, mas não. Todo aquele esperma quente e esbranquiçado era meu, e a Diana tinha tirado de mim com a própria mão. Só de pensar nisso, a ereção não sumia. Mesmo assim, a Sara e a Diana pareciam satisfeitas com a terapia e começaram a se preparar pra ir embora.
- Essa quantidade é normal? Kkkk. - Perguntou a Diana, meio sem graça
- Acho que não kkkk, nunca antes o filho da puta tinha gozado assim, e olha que é a segunda punheta seguida. Como é que essas bolas aguentam tanta porra? Kkkkkkkk. - Disse a Sara enquanto apertava meu saco.
- Au!.. kkkk… pois é, você vai ver. As terapias tão cada vez melhores, e o importante é que a gente aprende, né? - Respondi zoando, porque tava claro que o "aprendizado" era o que menos importava.
A Sara e a Diana só riam e conversavam sobre o que tinha rolado, uma dava dicas pra outra melhorar a punheta; que se usar as duas mãos, que variar a velocidade, que massagear as bolas, etc. Tudo isso acontecia enquanto Sara se limpava como se nada fosse a maré de porra que eu tinha acabado de gozar nos peitos dela. Quando ficou limpa, Sara se vestiu, as duas pegaram as coisas e foram pra porta.
- Você vai vir ou o quê? Kkkk - Disse Sara
Eu continuava sentado no chão com o pau pra cima, já não tava tão duro, mas sem problemas dava pra aguentar mais uma punheta. Guardei o pau, arrumei a roupa e segui elas pra fora.
Diana soltou uma pergunta que, pra ser sincero, me surpreendeu pra caralho. Acho que até surpreendeu a Sara também.
- E... repetimos amanhã?
A gente ficou se olhando por um segundo, eu e Sara, sem falar nada, parecia que os dois tavam "animados" da Diana querer continuar, mas aí, na hora, ela achou que a pergunta tinha deixado a gente desconfortável, porque completou:
- Ehh... bom, eu só tava falando, kkkk, talvez não seja o melhor...
- Eu não tenho problema nenhum - Disse Sara cortando ela. - E você? - Me perguntou.
- Claro, adoraria, kkkkkk. - Respondi sem pensar duas vezes.
Os três sorrimos e saímos da cabine, pra depois cada um seguir seu rumo. Diana e Sara foram juntas enquanto eu fui pro meu lado.
Naquele dia, quando cheguei em casa, não parava de pensar no que tava vivendo, era quase como um sonho; tinha a Diana e a Sara quase à minha disposição pra experimentar, isso tava chegando num nível que eu nunca tinha imaginado. Ao mesmo tempo, fiquei pensando que era meio engraçado, porque já tinham me batido uma punheta, a Sara tinha até chupado meu pau e eu tinha gozado nos peitos dela, mas eu ainda era virgem, e mais ainda, ainda não tinha visto uma buceta pessoalmente pela primeira vez. Sempre ouvia muitas mulheres reclamando do pornô, que passava uma imagem completamente falsa do corpo feminino, então me perguntava: Será que a vida real é tão diferente assim? Será que vou me surpreender ao ver uma buceta na vida real? E os vídeos pornô caseiros? Enfim, minha mente tava ocupada com um Um monte de pensamentos enquanto a excitação vinha devagar, porque eu tava me tocando no pau de leve. Como vocês podem imaginar, uma coisa levou à outra e acabei batendo uma punheta naquela tarde.
Quando a noite chegou, eu nem conseguia dormir de tanta ansiedade pra que já fosse dia de terapia de novo, já queria saber o que minhas colegas tinham preparado pra mim amanhã nas nossas doses diárias de prazer. Tentei enfiar na cabeça que amanhã, acontecesse o que acontecesse, eu ia convencer a Diana a me mostrar os peitos.
…
Chegou o dia seguinte e era segunda-feira de novo, dia de escola, de aulas chatas e de um prédio ainda em reforma, então a gente continuava obrigado a ir pro barraco pra cumprir nossos objetivos.
Durante as aulas, entre eu, a Sara e a Diana, a gente não parava de trocar olhares discretos, de vez em quando um sorriso junto, e isso tudo me deixava feliz e animado, porque as duas tavam tão ansiosas quanto eu pela terapia. Ficava pensando no quanto tudo era sacana; punheta, peitos, gozo, etc. O que será que o resto da turma pensaria se soubesse disso; o que será que os professores, os diretores da escola pensariam se soubessem que tudo isso surgiu dentro de um prédio aqui dentro. Enfim, tentava fazer minha mente voar o tempo enquanto a escola parecia eterna.
Sentia que era um milagre ter chegado ao fim do dia, a escola tinha sido muito mais longa e chata nesse dia em particular, acho que minha ansiedade pela terapia crescia exponencialmente, mas, bom, enquanto eu conseguir controlar, talvez não tenha nada de errado nisso.
Saí da sala, do prédio e da escola. Tava voando de caminho pro barraco, não dava mais pra esperar.
Por sorte, o caminho e a própria cabana estavam como deviam: vazios. Fui o primeiro dos três a chegar, então supus que Diana e Sara viriam juntas. E como eu supus, aconteceu. Apesar de parecer que estariam ansiosas pela terapia, chegaram atrasadas no "encontro" e andando bem devagar. Quando chegaram, recebi elas com a porta aberta e com o pau já bem duro, ainda dentro da roupa.
Elas entraram, fechamos a porta e nos posicionamos nos nossos lugares. Eu "abri" a conversa dizendo:
- A gente tava esperando vocês, já tamos ansiosos, hahaha. - Falei eu, me referindo a mim e meu pau ereto.
- Uai hahaha, já tá bem dura né? Deixa eu ver essa pica, hahaha. - Disse Sara.
Eu obedeci na hora e em dois movimentos tirei o pau pra fora, ainda tava uns 90%, faltava estimular pra ficar ereto de vez. Nem precisei pedir, porque sem perguntar ou avisar nada, Diana começou a acariciar meu pau.
Sara ficou meio impressionada com a iniciativa da Diana de começar e avançar, pelo visto a realmente ansiosa era ela, e não as duas como eu pensei. Sara "retomou" rápido a posição de chefe e deu o plano de ação. Fez no tom de brincadeira dela, como se fosse uma aula ou lição de verdade.
- Muito bem, ontem vimos o ato de masturbar; bater punheta, ordenhar, puxar... hahahaha. Ontem notei uma ou outra falha, então hoje vamos repetir pra aperfeiçoar, o que acham?
Eu concordei, e a Diana pareceu não ligar pra merda nenhuma do que Sara disse, porque ela já tava na ação. Passava a mão no meu pau devagar, de cima pra baixo, lentamente pra deixar ele completamente duro. Quando conseguiu isso com uns poucos movimentos, Sara interrompeu e começou a "instruir" a Diana.
- Assim... bem... agora usa todos os dedos... isso... mais devagar... bem... mexe nas bolas também...
Sinceramente, o trabalho da Sara me pareceu inútil, tipo, pra mim a Diana tava batendo uma punheta fenomenal do jeito dela, mas deixei a Sara continuou com o teatro de ser instrutora, isso dava muito mais tesão e sabor ao negócio.
Eu tava louco de excitação, tentava distrair minha mente, porque queria aguentar e aproveitar a punheta o máximo possível antes de gozar, queria mais, queria quebrar o maldito limite de uma vez por todas. Mesmo não tendo coragem de quebrar totalmente, consegui uma surpresa brutal.
Diana claramente tava muito tarada, então tentei levar isso mais longe.
— Tá gostando? Hahaha — falei
— Claro, haha — Diana me respondeu
— Não daria pra… ir mais longe? — perguntei meio com medo da reação.
— Tipo…? Hahaha — Diana dizia sem tirar os olhos do meu pau.
— Sei lá, outro dia a Sara… então… haha
— Ahã? — Diana falou e Sara me olhava fixo
— Então ela me chupou e sei lá, talvez você queira tentar também, haha
Sara arregalou os olhos e reagiu:
— Bom, bom, só uma vez e foi pela emoção do momento, mas nesse caso não sei se…
— Sei lá, acho que não é uma ideia tão ruim — Diana interrompeu Sara.
— Tem certeza que quer tentar? Digo, haha, a gente acabou de começar isso e acho que é avançar demais, mas podemos…
— Mmm… sim… vamos fazer isso hahaha — Diana interrompeu ela de novo.
— Ehm… tá bom, hahaha, bem, deixa eu te preparar…
Sara pegou o cabelo de Diana e penteou pra trás num rabo de cavalo, pra não atrapalhar na hora da ação. Eu só olhava tudo com o pau duro igual ferro. Sara começou a dar instruções pra Diana, sobre cuidado com os dentes, não ir muito rápido e usar as mãos a favor. Acordei do meu “transe” e reagi: tava quase ficando louco: Diana ia chupar meu pau!!!
— Ok, puxa a pele pra trás devagar, você precisa lamber um pouco antes de botar na boca, e lembra de cuidar os dentes. — Sara
— Já? Hahaha. — Diana me perguntava com a mão no meu pau.
— Uff… quando você quiser… haha — respondi Diana se certificou de que estava pronta, suspirou levemente e colocou a língua pra fora, finalmente encostando ela na minha glande.
- Ahhh... - Soltei um gemidinho discreto, mas cheio de prazer.
A língua da Diana começou a se mexer e ela passou a percorrer toda a ponta da minha piroca, era uma sensação incrível, me sentia no céu. Depois, foi descendo devagar e lambendo o tronco do meu pau, deixando ele todo molhado pra depois voltar a lamber a glande.
- Agora você pode levantar ela e...
A Sara não conseguiu terminar a instrução, porque a Diana já tinha entendido sem precisar de mais nada: ela levantou minha piroca e agora passava a língua nas minhas bolas. Enquanto lambia meus ovos, com dois dedos ela masturbava levemente meu pau: a Diana tava me fazendo um boquete nível profissional, parecia que tinha anos de prática pra isso. Sem dúvida, ela seria a "aluna exemplar".
O nível absurdo do boquete claramente tava me levando a milhão pro orgasmo, então precisei avisar que o fim da nossa sessão tava chegando.
- Já tô... já tô quase gozando...
A Sara não deu instrução nenhuma, nem falou palavra, tava paralisada olhando aquele boquete foda que a Diana tava executando. Mas as surpresas não iam parar por aí, a Diana mais uma vez mostrou uma iniciativa enorme e deixou nós dois de queixo caído.
- Cê quer gozar? - Perguntou a Diana.
- Sim... tô a ponto, hahaha.
- Então a gente pode fazer outro exercício, né?
Eu e a Sara não entendemos o que ela tava propondo.
A Diana parou o boquete e começou a desabotoar os botões do suéter que ela tava usando. Numa blusa azul justa, os peitos dela que eu tanto queria ver apareciam. Rapidinho, ela tirou a blusa e ficou só num sutiã cor de pele. Destacava perfeitamente um par delicioso de peitinhos lindos; bem menores que os da Sara, mas muito mais redondos, firmes e simétricos. A Diana tinha uns peitos maravilhosos, dignos de qualquer filme pornô profissional.
- Cê quer gozar em mim agora? Hahahaha.
Eu engoli seco; a Sara arregalou os olhos. Ainda maiores do que da outra vez, e olhou pra Diana com uma cara de susto, estranheza e surpresa ao mesmo tempo. Eu não conseguia falar nada; Sara, dessa vez, não fez objeção alguma e nem disse nada, só ficava olhando pra gente alternadamente, sem acreditar no que estava prestes a acontecer.
— Eh... cla... claro... é claro! Haha... — falei finalmente.
— Tá bom, hahaha.
Diana se aproximou de mim e limpou a área: se inclinou pra frente e tentou esticar os peitos o máximo possível pra não sujar outra parte da roupa ou do corpo dela. Parecia pronta, mas ainda estava de sutiã.
— Não se importa se sujar...
— Relaxa, não tem problema, hahaha. — disse Diana, se recusando a tirar a peça.
Então comecei, queria aproveitar aquele momento: tinha Diana ajoelhada na minha frente, pronta pra receber meu gozo nos peitos dela, parecia que eu tava num sonho ou algo assim, queria apreciar como ela era gostosa naquela posição, o rostinho bonito dela me olhando, os peitos perfeitos esperando minha gozada, a cintura linda e a pele clara e macia. Era uma paisagem que eu podia admirar o dia inteiro. Pra prolongar o momento, me masturbava num ritmo médio.
Quando finalmente senti que não aguentava mais, que minha pica tava dura que nem pedra, aproximei meu pau dos peitos da Diana pra tentar não espirrar porra em outro lugar. Ela chegou mais perto de mim pra começar o ato, enquanto Sara nos observava em silêncio, paralisada, quase de boca aberta.
— Já... já... vou... vou... Ahhhhhhhhhh...!
E começou: meu pau cuspia porra como se não houvesse amanhã, eu tinha fechado os olhos pra me controlar, até sentia que tava faltando ar. Não via o que tava rolando, só sentia dentro do meu pau os jatos e jatos de esperma quente. Na minha cabeça, queria que aquele orgasmo nunca acabasse, queria esvaziar todas as bolas nos peitos da putinha da Diana. Eu não via a Sara, mas aposto que não não moveu um único músculo durante toda a cena, com certeza tava curtindo isso quase com tanto tesão quanto a Diana e eu.
Já tava quase terminando de gozar, a Diana ria baixinho e a Sara não falava nada. Quando finalmente acabei de soltar as últimas gotas, comecei aos poucos a me recompor, respirava fundo pra tentar me acalmar e, além disso, tinha começado a suar pra caralho.
-Meu Deus do céu! - Foi a primeira coisa que ouvi a Diana falar.
-Que filho da puta…! - A Sara finalmente falou.
Eu ainda tava de olhos fechados, então, como já tava um pouco mais calmo, resolvi abrir os olhos. E ali estava; minha obra-prima, tinha conseguido tirar tanta porra que nenhum de nós três conseguia acreditar. Tinha lambuzado quase inteiramente as lindas tetas da Sara com esperma quente, grosso e branco. A Diana tinha nas tetas quase porra suficiente pra engravidar cada mulher desse planeta. Eu não sabia nem o que dizer.
-Ha… haha… caralho!... haha… - Consegui falar, mal.
Meu pau começava a perder a dureza, depois dessa gozada fudida com certeza iam precisar várias horas pra ter uma ereção de novo. Não sei quanto tempo passei tentando me recompor por completo, mas me desconcentrei tanto que não prestei atenção no que a Sara e a Diana tinham continuado conversando, quando me dei conta, a Diana já tinha limpado quase toda a porra e tava se preparando pra se vestir e ir embora.
-Hoje vocês dois me surpreenderam, acho que a gente tá levando isso longe demais! hahaha!. - Comentou a Sara
-Hahaha, desde que ninguém mais fique sabendo, acho que não tem problema a gente passar um pouquinho da fórmula de vez em quando, né? - Dizia a Diana.
Eu continuava sem acreditar na puta disposição que a Diana tinha de continuar com isso, pensei que, se eu propusesse comer a Diana de verdade, com certeza ela ia topar. Mesmo assim, fiquei com um pouco de medo de estar enganado e decidi não falar nada sobre isso. Minha mente viajou um pouco pensando nessas coisas, então, mais uma vez, não percebi que a Diana e a Sara já estavam Elas já estavam prontas pra ir embora e se aproximavam da porta de saída. Saí atrás delas e a gente conversou uns minutinhos antes de ir:
- Ei, sério, valeu por tudo, hahaha - falei eu, mais satisfeito do que nunca.
- Sem problema, hahaha. - Disse a Sara.
- Na verdade, valeu mais a vocês, aprendi pra caralho, hahahaha - respondeu a Diana com um tom debochado.
- Que tal amanhã a gente...
- É verdade!! - A Sara interrompeu minha pergunta.
- Hã?
- Esqueci que amanhã e depois de amanhã tenho que vazar o mais rápido depois das aulas, hahaha, tenho que ajudar minha família com umas paradas e acho que não vai rolar terapia, haha. Desculpa não ter avisado antes.
- Sério? Pô, que merda. Mas relaxa, não tem problema dar uns dias sem... experiências novas hahaha. - Disse a Diana me olhando como se esperasse que eu concordasse.
- Claro, sem problema, hahaha. Fica tranquila. - Falei eu, mentindo.
Claro que eu tava mentindo, as terapias tinham chegado num ponto que eu nunca imaginei que fosse rolar e agora a Sara ia frear de repente toda aquela aceleração que a gente tava levando por uns dias. Talvez eu tivesse exagerando, talvez não, mas de qualquer jeito, tava me irritando pra caralho ter que pausar aquilo por dois dias.
Depois dessa notícia trágica (pelo menos pra mim), a gente se despediu e foi cada um pra sua casa descansar pra um novo dia... um novo dia sem terapia.
...
Acordei no dia seguinte pronto pra ter outro dia foda, pelo menos foi assim nos primeiros segundos até eu lembrar da notícia que a Sara tinha dado ontem: hoje não ia ter terapia. O caminho pra escola e todas as minhas aulas foram um inferno, um inferno de tédio, porque agora não tinha mais nada pra esperar depois da aula, só sair e voltar pra casa bater uma como eu fazia antes disso tudo. Passei o resto das aulas tentando não morrer de tédio.
Quando chegou a hora e tocou o sinal de saída, me senti ainda mais puto; porque já não tinha mais aquela Sensação de nervosismo, tesão e alegria todo dia, agora só via com raiva e frustração como Sara se despedia da Diana e do resto das amigas, e saía correndo pra fazer sei lá o quê. Diana foi atrás dela e as duas sumiram pela porta, pra não ver mais elas o dia inteiro. Cheguei em casa à tarde e não tinha nem vontade de bater uma, me sentia ainda puto e acho que já não via muito sentido em me masturbar se não fosse durante a terapia. Até tentei tocar uma pra aliviar a tensão, mas no final desisti e decidi guardar pra quando voltássemos na próxima sessão. A tarde seguia como qualquer outro dia, só que muito mais chata. Aí chegou uma notificação no meu celular que conseguiu me distrair no começo, e melhorar meu dia depois do que rolou. Diana tinha me mandado uma mensagem, tava começando uma conversa.
-Oi, curtiu o dia? -Dizia a mensagem
Eu respondi:
-Sobre o quê?
-Ué, o dia "livre" kkkk. -Ela perguntou
-Pra ser bem sincero contigo, até que foi meio merda kkk. É uma bosta ter que interromper assim, e com tudo isso percebo que talvez tô ficando viciado nas terapias, kkkkkk.
-Sei, também foi uma merda o dia por não ter aquela emoção kkkk. E acho que peguei muito gosto pelas "terapias" também kkk.
-Pois é kkk, é meio triste ter que esperar até depois de amanhã.
-Sei kkk... Ou talvez a gente possa dar um jeito...
Eu entendia pra onde isso tava indo, mas queria confirmar.
-Hmm, fazer o quê? Kkkk.
-Ué... sei lá... pensei que talvez a gente possa ir pra terapia, kkkk, sem a Sara... no fim das contas quem não pode é ela.
-Ué, sei lá, não acha que pode incomodar ela se a gente fizer? Kkk.
-Ué, não devia, tipo, ela nunca disse que a gente não podia fazer a terapia entre nós dois, né?
-Pois é, não, mas ela assume o papel de líder, e acho que se pode incomodar se a gente continuar sem ela, hahaha.
-Então... vamos fazer ela não ficar sabendo... hahahaha.
Diana estava me oferecendo a gente se ver amanhã pra terapia, de forma clandestina, sem a Sara saber de nada. Meu medo da possível reação da Sara era real, eu realmente tava convencido de que, se ela descobrisse, ia ficar bem puta com nós dois, e nossa amada terapia podia estar em perigo.
Não respondi a mensagem da Diana por uns segundos, então comecei a pensar direitinho na proposta. Aí pensei:
Seria uma terapia só de nós dois. Sem a pressão constante da Sara, impondo limites aos poucos. A Diana era quem mostrava mais iniciativa desde que entrou nas nossas sessões; essa nova oportunidade abria um mundo novo de possibilidades. Eu podia pedir o que quisesse. Diana e eu. Sem limites. Sem restrições. Sem lentidão. Sem lições inúteis. Diversão e prazer.
Finalmente respondi à proposta.
-Tá bom, bora, hahaha. Mas tem que ter muito cuidado pra garantir que a Sara não vai descobrir.
-Sim, sim, sim, não se preocupa, ela não vai saber, hahahaha. Então depois da aula na cabine, né?
-Claro, te vejo lá, hahaha.
-Beleza, a gente espera uns 10 ou 15 minutos até a Sara ter ido embora e estar bem longe, e aí a gente vai junto se quiser, ok?
-Perfeito, tô lá, hahaha.
-Bom, boa noite, hahaha.
-Boa noite...
Nossa conversa por mensagens acabou e nosso plano tava feito. Aí voltou toda aquela empolgação pelas terapias, mas dessa vez era diferente; dessa vez tava intensificada 1000%, era a chance que eu tanto queria de comer a Diana. Não dava pra esperar mais um segundo pra amanhã chegar.
...
Finalmente era o dia, e eu tava indo pra aula com um sorriso no rosto, porque hoje era a terapia que mais me deixou animado e ansioso até agora, Diana e eu íamos ter um momento sozinhos, escondido, uma terapia proibida, e, tomara, Quebrando todas as regras.
O dia de aula foi uma merda como sempre, nada de bom pra salvar, só os olhares constantes que a Diana e eu trocávamos. Dava pra ver que ela tava ansiosa, quem sabe quantas surpresas ela ia aprontar hoje. De qualquer jeito, eu planejava ser o surpreendente dessa vez, queria me soltar e tentar fazer a Diana fazer o mesmo. Resumindo e sendo direto: se meu plano desse certo, hoje à tarde eu deixava de ser virgem e ia comer a putinha da Diana. A hora da saída tava chegando, e só de pensar no futuro, meu pau começava a brigar dentro da calça, porque já tava de pau duro só com meus pensamentos.
Finalmente nos liberaram, e meu primeiro instinto foi sair voando pra porta, mas aí, como se soubesse o que eu ia fazer, a Diana me parou com um olhar, porque eu tinha esquecido que a gente precisava "enrolar" e esperar a Sara ficar o mais longe possível.
A Sara e a Diana se despediram, talvez seja um detalhe besta, mas percebi que o beijo na bochecha que elas trocaram, dessa vez quase roçaram os lábios, ou pelo menos foi o que eu vi. Talvez minha mente já tivesse começando a ver coisas que não existiam, mas enfim, não sei por que aquilo me excitou ainda mais. Acho que eu tava tão ansioso que até olhar pra um lápis me deixaria de pau duro.
A gente tinha combinado uns 10 ou 15 minutos pra Sara ir embora, mas era tanta nossa pressa que só esperamos uns 7 ou 8 e então fomos juntos pro barraco.
Chegamos naquele lugar sagrado, mais ansiosos do que nunca. Bem antes de entrar, percebi que tava suando um pouco, já tava morrendo de vontade de arrancar minha roupa e a da Diana e fazer ela minha. Consegui me controlar um pouco, e então a Diana e eu entramos no barraco e fechamos a porta. Meus pensamentos inundavam minha mente, eu não parava de pensar no puta tesão que tudo isso tinha. Tudo tinha começado com a Sara e agora a gente se escondia dela pra ter total liberdade. Desta vez, ao que parecia, estávamos livres para nos deixar levar…C O N T I N U A R Á
Comentarios Destacados
16 comentários - Terapia sexual na escola: V
Puta madre ya me enoje : (