Olá, comunidade...
Dividi essa história em várias partes pra não ficar tão cansativo... pelo menos por enquanto... vamos ver depois da quarentena, vai ser como começar de novo, pelo menos é o que a gente conversou.
Bom, vamos ao que interessa...
Depois daquele primeiro encontro, a gente continuou conversando muito e, claro, continuou se vendo.
Cada vez com mais sinceridade e mais confiança. Ela sabe da minha vida, e eu da dela. A gente explorou nossos gostos, nossos medos, nossas fantasias.
Me surpreendi muito quando ela disse que quase não tinha fantasias, segundo ela, tirando uma experiência anal ruim, achava que já tinha feito de tudo na parte sexual.
Um dia, depois de ver uma foto das amigas dela, tinha uma magrinha alta, muito gostosa e com um rabo bonito (a Profe é baixinha fisicamente, mas tem um corpinho bem gostoso, graças à dança desde pequena).
A questão é que ela tava me contando sobre a amiga... a típica histérica, já passou dos 40. A gata conversava e trocava ideia com os caras, mas nunca partia pra ação. Saiu da alma eu falar pra ela: essa gata o que precisa é de um macho de verdade que meta gostoso nela e trate ela como uma puta. Vai ver como a histeria dela vai embora...
Essa frase parece que despertou algo nela, e ela começou a me perguntar se eu já tinha ficado com alguma puta, ou se já tinha tratado alguma gata como uma puta... como era isso...
Embora a gente já tivesse transado várias vezes, e cada vez fosse melhor, cada vez descobríamos mais compatibilidade sexual, esse assunto virou recorrente nas nossas conversas, e quando percebi, comecei a contar pra ela que, por exemplo, quando me chupavam a pica (graças a Deus, é bem grossa), eu enfiava até o fundo da garganta e deixava ela lá por um tempinho, sem conseguir respirar, e isso é algo que esquenta muito. Ou as típicas puxadas de cabelo, junto com chamar ela de puta, ou perguntar se ela gosta, mas sempre usando a palavra puta... ou que é assim que as vadias gostam.
Muitas coisas que, acho, todo mundo ou quase todo mundo já fez. fatos, e algumas que, nesse caso, ela não tinha feito e me contava. Então começamos a brincar com o assunto e a ideia a excitava, até que ela confessou que queria ser uma puta e eu ser o cliente dela.
desculpa pela introdução tão longa... mas agora começa a parte boa.
a gente se via uma vez por semana, ou no máximo a cada 2 ou 3 semanas....
de acordo com nossas obrigações, marcamos dia e hora e fui buscá-la, ela sempre com as coisas do trabalho dela e eu com as minhas.
chegamos no hotel e nos transformamos nos atores daquela fantasia.
depois de uns beijos gostosos, ainda vestidos, agarrei ela pela bunda e levantei, e aí falei, bem puta... vamos ver o que você tem pra mim e demos um beijo muito quente, coloquei ela no chão, ela sentou na cama a meu pedido e eu peguei a carteira, dei uma nota pra ela de forma simbólica e falei: beleza, a partir de agora você é minha puta e vai fazer tudo que eu quiser.
ela estava com os olhinhos acesos, tava excitada, fazia 3 semanas que a gente não transava, enquanto eu guardava a nota, muito obrigada, vou me preparar pra você, ela disse, e foi pro banheiro, só que diferente das outras vezes, foi com a bolsa dela.
Eu fiquei pelado na cama e quando ela saiu, me surpreendeu com um conjuntinho, cinta-liga e meias, cor preta, quase me engasguei... ela tava uma delícia, muito sexy.
Ela subiu engatinhando na cama, chegou até mim e me beijou muito, depois desceu pro meu pescoço, depois pro meu peito, se dedicando a chupar e morder meus mamilos... verdade, eu tava com o pau duro desde que saí do carro.
enquanto ia descendo, me dava beijinhos e antes de chegar no pau, passava os peitos dela pela área, muito estimulante. depois de um tempinho fazendo isso, terminou de descer e pegou ele com as duas mãos, me olhou e disse: que pau lindo você tem, vamos ver que delícia que ele é?
aí saiu da alma eu falar pra ela: vai, me mostra como você é uma puta boa e o quanto você adora chupar pau.
ela caprichou no oral com tudo que tinha direito, lambeu de ponta a ponta, dava beijinhos na cabeça, passava a língua, descia e lambia minhas bolas, subia de novo, dava pequenos chupões na glande.
não aguentei e falei: vai, puta, chupa ela toda!
Ela me olhou com muita safadeza, ou tesão... sei lá... mas começou a chupar com muita vontade, tentando enfiar tudo que podia na boca, tirava, e voltava a mamar tudo que dava. Eu tava tipo num spa, aproveitando pra caralho tudo que ela tava fazendo.
até que me veio na cabeça nossas conversas e o que, segundo eu, era a fantasia dela.
Enquanto ela continuava chupando, me sentei, peguei ela pelo cabelo com força, afastei ela da pica, dei um beijo muito quente e falei: chega de beijinho, quero foder sua boca pra ver se é tão puta quanto diz e se engole ela toda.
Levantei e coloquei ela de joelhos no chão, apontei a pica pra boca dela e falei: quer ela, puta? Ela entregue, talvez submissa ou só gulosa, me olhou e abriu a boca esticando a língua um pouco, esperando eu dar de comer.
Primeiro bati várias vezes com a pica na cara dela, por todos os lados, e falava: sente, puta? Sente como você me deixa a pica dura? Gosto que você seja tão puta e curta isso... Ela fechava os olhos enquanto eu dava picaços nas bochechas, dos dois lados, no queixo martelava os lábios e ela fazia biquinho. Como tudo isso me esquentou... via ela curtindo e mais louco eu ficava.
você é uma boa puta? perguntei... quero que peça pica.
Ela me olhou e, sinceramente, senti que saiu com muito desejo, me disse: me dá sua pica, quero ela toda!!!
E não aguentei mais, apontei pro meio e enfiei de pouco em pouco... mas sem demora, tudo que entrou na boca dela, e deixei lá...
Os olhos dela encheram de lágrimas, e aí tirei, senti ela dar uma baita golfada de ar, me olhou e falou: você é um filho da puta, e voltou a chupar sozinha.
Mas quando enfiava tudo na boca dela, segurava pela nuca e pelos cabelos e empurrava até onde ela aguentava... e um pouco mais, e aí deixava lá uns segundos, até que Eu tava desesperado pra respirar.
Tirava ela, deixava respirar e engolir toda a saliva, e voltava ao ataque...
Ficamos nessa por um bom tempo.
Eu chamava ela de puta, falava: "você vai aprender a chupar tudo, pra isso que você é minha puta hoje", e a Profe ficava mais excitada e chupava mais.
Eu tava com as bolas de fora, todas banhadas na saliva dela, e por dentro cheias, prestes a explodir.
"Passa a mão nas minhas bolas, puta, esquenta a porra que vou te dar", falei.
E isso pareceu acender ela mais ainda... e ela começou a chupar com muita vontade, bem rápido, até onde aguentava, tava com tesão de verdade, vi ela levar a mão na própria buceta e começar a enfiar os dedos... pesado demais!!!
Tirei a pica da boca dela, dei uns tapas nela e falei: "quer a porra, puta?"
"Vou te dar e encher sua cara e sua boca", sinceramente, eu tava louco.
Mas parece que isso não parou ela, pelo contrário, ela começou a me bater uma tão forte quanto ela fazia com ela mesma.
Ela queria que eu gozasse, queria sentir meu leite, dava pra ver.
Peguei ela pelo cabelo de novo e, olhando pra ela, falei: "quero ver a cara de puta que você fica toda lambuzada com meu leite."
Ela não disse nada... só continuou, o mais rápido que conseguia.
Tirei a mão dela, segurei a cabeça dela dos dois lados e literalmente fodi a boca dela, bem forte.
Quando senti que ia gozar, tirei e comecei a bater uma na frente da cara dela, bem perto.
"Abre a boca, puta", só falei isso e ela obedeceu na hora.
Sinceramente, mais que porra foi uma explosão, diferente de outras gozadas, que costumam ser uns jatos grossos, saíam pequenos jatos, mas com mais força, eu não parava e ela só mexia a cabeça procurando com a boca receber algo... mas literalmente enchi ela de porra, a cara, o cabelo, um pouco na boca...
Quando terminei de gozar, falei: "chupa ela, puta, chupa e limpa."
Uff, isso foi delicioso... que bom que é chupar ela assim que você goza...
Mas o melhor foi ver a cara de puta safada, toda respingada com meu leite, aproveitando aquela última chupada. Pau.
Depois de passarmos os dois pelo banheiro, e deitarmos pra descansar, ela me confessou que tinha tido um orgasmo gostoso, mesmo nunca tendo deixado ninguém gozar na cara ou na boca dela.
E que toda a situação tinha deixado ela com muito tesão.
Eu comi a boca dela de novo, com muita paixão, e depois de um tempão de beijos, a gente se vestiu e foi embora, cada um voltando pra sua vida...
Dividi essa história em várias partes pra não ficar tão cansativo... pelo menos por enquanto... vamos ver depois da quarentena, vai ser como começar de novo, pelo menos é o que a gente conversou.
Bom, vamos ao que interessa...
Depois daquele primeiro encontro, a gente continuou conversando muito e, claro, continuou se vendo.
Cada vez com mais sinceridade e mais confiança. Ela sabe da minha vida, e eu da dela. A gente explorou nossos gostos, nossos medos, nossas fantasias.
Me surpreendi muito quando ela disse que quase não tinha fantasias, segundo ela, tirando uma experiência anal ruim, achava que já tinha feito de tudo na parte sexual.
Um dia, depois de ver uma foto das amigas dela, tinha uma magrinha alta, muito gostosa e com um rabo bonito (a Profe é baixinha fisicamente, mas tem um corpinho bem gostoso, graças à dança desde pequena).
A questão é que ela tava me contando sobre a amiga... a típica histérica, já passou dos 40. A gata conversava e trocava ideia com os caras, mas nunca partia pra ação. Saiu da alma eu falar pra ela: essa gata o que precisa é de um macho de verdade que meta gostoso nela e trate ela como uma puta. Vai ver como a histeria dela vai embora...
Essa frase parece que despertou algo nela, e ela começou a me perguntar se eu já tinha ficado com alguma puta, ou se já tinha tratado alguma gata como uma puta... como era isso...
Embora a gente já tivesse transado várias vezes, e cada vez fosse melhor, cada vez descobríamos mais compatibilidade sexual, esse assunto virou recorrente nas nossas conversas, e quando percebi, comecei a contar pra ela que, por exemplo, quando me chupavam a pica (graças a Deus, é bem grossa), eu enfiava até o fundo da garganta e deixava ela lá por um tempinho, sem conseguir respirar, e isso é algo que esquenta muito. Ou as típicas puxadas de cabelo, junto com chamar ela de puta, ou perguntar se ela gosta, mas sempre usando a palavra puta... ou que é assim que as vadias gostam.
Muitas coisas que, acho, todo mundo ou quase todo mundo já fez. fatos, e algumas que, nesse caso, ela não tinha feito e me contava. Então começamos a brincar com o assunto e a ideia a excitava, até que ela confessou que queria ser uma puta e eu ser o cliente dela.
desculpa pela introdução tão longa... mas agora começa a parte boa.
a gente se via uma vez por semana, ou no máximo a cada 2 ou 3 semanas....
de acordo com nossas obrigações, marcamos dia e hora e fui buscá-la, ela sempre com as coisas do trabalho dela e eu com as minhas.
chegamos no hotel e nos transformamos nos atores daquela fantasia.
depois de uns beijos gostosos, ainda vestidos, agarrei ela pela bunda e levantei, e aí falei, bem puta... vamos ver o que você tem pra mim e demos um beijo muito quente, coloquei ela no chão, ela sentou na cama a meu pedido e eu peguei a carteira, dei uma nota pra ela de forma simbólica e falei: beleza, a partir de agora você é minha puta e vai fazer tudo que eu quiser.
ela estava com os olhinhos acesos, tava excitada, fazia 3 semanas que a gente não transava, enquanto eu guardava a nota, muito obrigada, vou me preparar pra você, ela disse, e foi pro banheiro, só que diferente das outras vezes, foi com a bolsa dela.
Eu fiquei pelado na cama e quando ela saiu, me surpreendeu com um conjuntinho, cinta-liga e meias, cor preta, quase me engasguei... ela tava uma delícia, muito sexy.
Ela subiu engatinhando na cama, chegou até mim e me beijou muito, depois desceu pro meu pescoço, depois pro meu peito, se dedicando a chupar e morder meus mamilos... verdade, eu tava com o pau duro desde que saí do carro.
enquanto ia descendo, me dava beijinhos e antes de chegar no pau, passava os peitos dela pela área, muito estimulante. depois de um tempinho fazendo isso, terminou de descer e pegou ele com as duas mãos, me olhou e disse: que pau lindo você tem, vamos ver que delícia que ele é?
aí saiu da alma eu falar pra ela: vai, me mostra como você é uma puta boa e o quanto você adora chupar pau.
ela caprichou no oral com tudo que tinha direito, lambeu de ponta a ponta, dava beijinhos na cabeça, passava a língua, descia e lambia minhas bolas, subia de novo, dava pequenos chupões na glande.
não aguentei e falei: vai, puta, chupa ela toda!
Ela me olhou com muita safadeza, ou tesão... sei lá... mas começou a chupar com muita vontade, tentando enfiar tudo que podia na boca, tirava, e voltava a mamar tudo que dava. Eu tava tipo num spa, aproveitando pra caralho tudo que ela tava fazendo.
até que me veio na cabeça nossas conversas e o que, segundo eu, era a fantasia dela.
Enquanto ela continuava chupando, me sentei, peguei ela pelo cabelo com força, afastei ela da pica, dei um beijo muito quente e falei: chega de beijinho, quero foder sua boca pra ver se é tão puta quanto diz e se engole ela toda.
Levantei e coloquei ela de joelhos no chão, apontei a pica pra boca dela e falei: quer ela, puta? Ela entregue, talvez submissa ou só gulosa, me olhou e abriu a boca esticando a língua um pouco, esperando eu dar de comer.
Primeiro bati várias vezes com a pica na cara dela, por todos os lados, e falava: sente, puta? Sente como você me deixa a pica dura? Gosto que você seja tão puta e curta isso... Ela fechava os olhos enquanto eu dava picaços nas bochechas, dos dois lados, no queixo martelava os lábios e ela fazia biquinho. Como tudo isso me esquentou... via ela curtindo e mais louco eu ficava.
você é uma boa puta? perguntei... quero que peça pica.
Ela me olhou e, sinceramente, senti que saiu com muito desejo, me disse: me dá sua pica, quero ela toda!!!
E não aguentei mais, apontei pro meio e enfiei de pouco em pouco... mas sem demora, tudo que entrou na boca dela, e deixei lá...
Os olhos dela encheram de lágrimas, e aí tirei, senti ela dar uma baita golfada de ar, me olhou e falou: você é um filho da puta, e voltou a chupar sozinha.
Mas quando enfiava tudo na boca dela, segurava pela nuca e pelos cabelos e empurrava até onde ela aguentava... e um pouco mais, e aí deixava lá uns segundos, até que Eu tava desesperado pra respirar.
Tirava ela, deixava respirar e engolir toda a saliva, e voltava ao ataque...
Ficamos nessa por um bom tempo.
Eu chamava ela de puta, falava: "você vai aprender a chupar tudo, pra isso que você é minha puta hoje", e a Profe ficava mais excitada e chupava mais.
Eu tava com as bolas de fora, todas banhadas na saliva dela, e por dentro cheias, prestes a explodir.
"Passa a mão nas minhas bolas, puta, esquenta a porra que vou te dar", falei.
E isso pareceu acender ela mais ainda... e ela começou a chupar com muita vontade, bem rápido, até onde aguentava, tava com tesão de verdade, vi ela levar a mão na própria buceta e começar a enfiar os dedos... pesado demais!!!
Tirei a pica da boca dela, dei uns tapas nela e falei: "quer a porra, puta?"
"Vou te dar e encher sua cara e sua boca", sinceramente, eu tava louco.
Mas parece que isso não parou ela, pelo contrário, ela começou a me bater uma tão forte quanto ela fazia com ela mesma.
Ela queria que eu gozasse, queria sentir meu leite, dava pra ver.
Peguei ela pelo cabelo de novo e, olhando pra ela, falei: "quero ver a cara de puta que você fica toda lambuzada com meu leite."
Ela não disse nada... só continuou, o mais rápido que conseguia.
Tirei a mão dela, segurei a cabeça dela dos dois lados e literalmente fodi a boca dela, bem forte.
Quando senti que ia gozar, tirei e comecei a bater uma na frente da cara dela, bem perto.
"Abre a boca, puta", só falei isso e ela obedeceu na hora.
Sinceramente, mais que porra foi uma explosão, diferente de outras gozadas, que costumam ser uns jatos grossos, saíam pequenos jatos, mas com mais força, eu não parava e ela só mexia a cabeça procurando com a boca receber algo... mas literalmente enchi ela de porra, a cara, o cabelo, um pouco na boca...
Quando terminei de gozar, falei: "chupa ela, puta, chupa e limpa."
Uff, isso foi delicioso... que bom que é chupar ela assim que você goza...
Mas o melhor foi ver a cara de puta safada, toda respingada com meu leite, aproveitando aquela última chupada. Pau.
Depois de passarmos os dois pelo banheiro, e deitarmos pra descansar, ela me confessou que tinha tido um orgasmo gostoso, mesmo nunca tendo deixado ninguém gozar na cara ou na boca dela.
E que toda a situação tinha deixado ela com muito tesão.
Eu comi a boca dela de novo, com muita paixão, e depois de um tempão de beijos, a gente se vestiu e foi embora, cada um voltando pra sua vida...
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