No dia seguinte daquela bebedeira que minha mãe pegou e da qual eu pude aproveitar um pouco, acordei e minha mãe ainda estava dormindo. Meu pai já tinha ido trabalhar bem cedo e minha mulher estava quase saindo para dar aula. Entrei no quarto da minha mãe e acordei ela com um beijo na bochecha.
Ela me disse que sentia muito pelo que aconteceu ontem à noite, e eu falei que não, pelo contrário, que ela ficasse feliz por ter se aliviado. E que agradecia a confiança que ela tinha em mim. Disse que ela podia contar comigo pra tudo e que podia me contar todos os problemas dela. Em agradecimento, ela me abraçou e me deu um beijo na testa. Saí pro trabalho, e, embora tivesse dito pra minha mãe que a apoiava e que ela podia contar comigo, a verdade é que eu tava morrendo de ciúmes, porque, se ela devia ter outro homem depois do meu pai, esse homem tinha que ser eu. Mas decidi entrar no jogo dela. Minha intenção era ganhar a confiança dela e, aos poucos, ir conquistando ela, pra quando o Héctor, o amante dela, cometesse um erro, eu estar lá pra ela vir comigo. Igual ontem, ela me ligou uma hora antes do fim do expediente e perguntou se a gente podia se ver hoje também, e eu topei. Marcamos no mesmo café de ontem. Quando cheguei lá, levei uma flor pra ela e entreguei, falei que ela era igual à flor, linda, e ela sorriu. Perguntei o que tava rolando, por que ela queria me ver, e ela disse que queria conversar comigo. Naquele dia, ela tava vestida assim.
Ela começou me dizendo que nunca tinha traído meu pai, mas que nos últimos dois anos ele não tocava mais nela, e que ela se sentia muito sozinha e precisava de um homem ao lado dela. Me contou que um dia foi com uma amiga dela a uma discoteca porque era aniversário dela. Lá conheceu um jovem de 25 anos que era sobrinho da amiga, o cara não tirava os olhos dela porque ela estava usando um vestido bem curto e justo. Perguntei qual era o vestido e ela disse que era um que tinha comprado no mesmo dia da festa. Perguntei se podia ver uma foto, no começo ela recusou porque disse que não tinha tirado fotos, só tinha uma que o amante dela tinha tirado de costas quando ela estava tirando a roupa para ele, tipo modelando pra ele. Falei pra ela me mostrar aquela várias vezes até que ela aceitou, mas impôs uma condição: que eu só olhasse aquela foto e não passasse para a próxima imagem, o que me fez perguntar "por quê?". Aí ela respondeu que porque nas fotos seguintes ela já não estava mais com roupa. Ao ouvir isso, fiquei com vontade de ver a galeria inteira, mas não queria estragar a confiança que ela aos poucos estava me dando, afinal ali eu estava começando. Então, esta é a foto.
Quando vi a foto, sem querer soltei um suspiro meio de espanto, e ela se assustou um pouco. Perguntei se na primeira noite que se conheceram já tinham transado. Ela respondeu que sim, mas que naquele dia estava muito bêbada e, quando viu o cara chegando muito perto, se empolgou, e quando a balada fechou, ele a levou pra um motel, e foi assim a primeira vez dela com ele. Minha mãe no dia seguinte achou que nunca mais ia ver ele, mas lá pelo meio-dia recebeu uma ligação, era ele, e começaram a conversar, aos poucos. No começo ela não queria nada com ele, mas ele insistiu e soube conquistá-la até se encontrarem umas duas vezes num bar, e na terceira vez transaram de novo, mas dessa vez sem álcool, e foi aí que ela curtiu mais. Ela me contou que desde então faziam quase todo dia, até na nossa casa quando não tem ninguém. Mas tinha um problema: Héctor, o amante dela, nos últimos dias estava começando a sair com uma mina de 24 anos e já quase não passava muito tempo com ela, e o problema é que minha mãe estava ficando com ciúmes, e não sabia por quê, já que desde o início ela sabia que ele era mais novo e que tinha que encontrar uma mulher da idade dele, e que o negócio deles era só sexo, e pronto. Mas mesmo assim não conseguia evitar o ciúme, achava e temia que estava, se é que já não estava, apaixonada por ele. Naquele momento, me veio um plano pra começar a levar as coisas por outro caminho. Confessei que eu também tinha uma amante, e que era bem mais velha que eu, e que minha mãe até conhecia, pois Leticia, minha amante, tinha 54 anos, mas a verdade é que a coroa ainda era bem gostosa.

Ela é a Letícia, mas enfim, o que importa. Falei pra minha mãe que entre eu e a Letícia não tinha sentimento nenhum, só sexo puro, a gente trepava igual bicho, em todo lugar, e em todas as partes do corpo, até o último cantinho. Quando falei isso, pensei que fui um idiota por ter dito algo tão seco, não são expressões que a gente usa todo dia com as mães, mas acho que já estávamos começando a ter bastante intimidade entre nós. Ela não levou a mal, pelo contrário, acho que fez ela ficar ainda mais à vontade, porque o que ela me disse foi o seguinte: "Pois o Héctor é muito gostoso, lindo de viver, devo dizer, além disso é muito bom de cama, mas falta experiência, é muito tímido, talvez por causa da idade ainda não sabe o que é transar de verdade, ele só me beija um minuto, 2 no máximo, me apalpa por mais dois minutos e em 4 ou 5 minutos já estamos no ato." Quando ouvi isso, falei comigo mesmo: uau, que cara, se ele soubesse que eu chuparia cada pedaço do corpo dela por horas e ele só vai na base do galo. Mas óbvio que não falei isso pra ela, só sorri e disse que talvez ele esteja esperando que ela diga como ele tem que fazer, afinal ela é a mais velha, a experiente, a madura, talvez era ela que tinha que ser a professora. Minha mãe sorriu e me disse: "Eu gosto de homens que mandam, que me dizem o que fazer, que são os dominantes, além disso também não tenho tanta experiência, passei anos com seu pai sem ver mais ninguém, e ele também é muito fechado na hora de fazer amor, por isso pensei que o Héctor seria o bom, mas também não é o que eu esperava nesse aspecto." Não soube o que responder, verdade. Passaram 3 segundos de silêncio e ela me perguntou: Minha mãe: "Você e a Letícia se veem de quanto em quanto tempo?" Eu: "Todo dia, todos os dias, ela treina na minha academia e às vezes quando termina os exercícios a gente vai pra casa dela, ou às vezes no meu escritório. Mas era algo de todo dia." Minha mãe: "E com sua esposa Luísa? Imagino que você não deve estar dando atenção a ela, já que tem outra. eu: não, mãe, haha, se você soubesse, com ela também é toda noite. olha, nos últimos 6 meses eu tô mais focado na academia, e um amigo meu me sugeriu usar testosterona (esteroides) e, sinceramente, isso me deixa quase sempre no fogo. minha mãe: haha, olha só, então tá aí o segredo. pagamos a conta e fomos embora. ela tinha o carro dela e eu o meu, então cada um pro seu lado, mas pra minha sorte o carro dela não ligou. como já era noite, não consegui ver direito qual era o defeito mecânico, então falei pra ela que de manhã cedo eu dava uma olhada no problema, e que por hoje ela teria que vir comigo. continua... sei que é um pouco longo e cansativo, mas é que é real, e um caso desses na vida real é muito difícil e nada fácil.
Ela me disse que sentia muito pelo que aconteceu ontem à noite, e eu falei que não, pelo contrário, que ela ficasse feliz por ter se aliviado. E que agradecia a confiança que ela tinha em mim. Disse que ela podia contar comigo pra tudo e que podia me contar todos os problemas dela. Em agradecimento, ela me abraçou e me deu um beijo na testa. Saí pro trabalho, e, embora tivesse dito pra minha mãe que a apoiava e que ela podia contar comigo, a verdade é que eu tava morrendo de ciúmes, porque, se ela devia ter outro homem depois do meu pai, esse homem tinha que ser eu. Mas decidi entrar no jogo dela. Minha intenção era ganhar a confiança dela e, aos poucos, ir conquistando ela, pra quando o Héctor, o amante dela, cometesse um erro, eu estar lá pra ela vir comigo. Igual ontem, ela me ligou uma hora antes do fim do expediente e perguntou se a gente podia se ver hoje também, e eu topei. Marcamos no mesmo café de ontem. Quando cheguei lá, levei uma flor pra ela e entreguei, falei que ela era igual à flor, linda, e ela sorriu. Perguntei o que tava rolando, por que ela queria me ver, e ela disse que queria conversar comigo. Naquele dia, ela tava vestida assim.
Ela começou me dizendo que nunca tinha traído meu pai, mas que nos últimos dois anos ele não tocava mais nela, e que ela se sentia muito sozinha e precisava de um homem ao lado dela. Me contou que um dia foi com uma amiga dela a uma discoteca porque era aniversário dela. Lá conheceu um jovem de 25 anos que era sobrinho da amiga, o cara não tirava os olhos dela porque ela estava usando um vestido bem curto e justo. Perguntei qual era o vestido e ela disse que era um que tinha comprado no mesmo dia da festa. Perguntei se podia ver uma foto, no começo ela recusou porque disse que não tinha tirado fotos, só tinha uma que o amante dela tinha tirado de costas quando ela estava tirando a roupa para ele, tipo modelando pra ele. Falei pra ela me mostrar aquela várias vezes até que ela aceitou, mas impôs uma condição: que eu só olhasse aquela foto e não passasse para a próxima imagem, o que me fez perguntar "por quê?". Aí ela respondeu que porque nas fotos seguintes ela já não estava mais com roupa. Ao ouvir isso, fiquei com vontade de ver a galeria inteira, mas não queria estragar a confiança que ela aos poucos estava me dando, afinal ali eu estava começando. Então, esta é a foto.
Quando vi a foto, sem querer soltei um suspiro meio de espanto, e ela se assustou um pouco. Perguntei se na primeira noite que se conheceram já tinham transado. Ela respondeu que sim, mas que naquele dia estava muito bêbada e, quando viu o cara chegando muito perto, se empolgou, e quando a balada fechou, ele a levou pra um motel, e foi assim a primeira vez dela com ele. Minha mãe no dia seguinte achou que nunca mais ia ver ele, mas lá pelo meio-dia recebeu uma ligação, era ele, e começaram a conversar, aos poucos. No começo ela não queria nada com ele, mas ele insistiu e soube conquistá-la até se encontrarem umas duas vezes num bar, e na terceira vez transaram de novo, mas dessa vez sem álcool, e foi aí que ela curtiu mais. Ela me contou que desde então faziam quase todo dia, até na nossa casa quando não tem ninguém. Mas tinha um problema: Héctor, o amante dela, nos últimos dias estava começando a sair com uma mina de 24 anos e já quase não passava muito tempo com ela, e o problema é que minha mãe estava ficando com ciúmes, e não sabia por quê, já que desde o início ela sabia que ele era mais novo e que tinha que encontrar uma mulher da idade dele, e que o negócio deles era só sexo, e pronto. Mas mesmo assim não conseguia evitar o ciúme, achava e temia que estava, se é que já não estava, apaixonada por ele. Naquele momento, me veio um plano pra começar a levar as coisas por outro caminho. Confessei que eu também tinha uma amante, e que era bem mais velha que eu, e que minha mãe até conhecia, pois Leticia, minha amante, tinha 54 anos, mas a verdade é que a coroa ainda era bem gostosa.

Ela é a Letícia, mas enfim, o que importa. Falei pra minha mãe que entre eu e a Letícia não tinha sentimento nenhum, só sexo puro, a gente trepava igual bicho, em todo lugar, e em todas as partes do corpo, até o último cantinho. Quando falei isso, pensei que fui um idiota por ter dito algo tão seco, não são expressões que a gente usa todo dia com as mães, mas acho que já estávamos começando a ter bastante intimidade entre nós. Ela não levou a mal, pelo contrário, acho que fez ela ficar ainda mais à vontade, porque o que ela me disse foi o seguinte: "Pois o Héctor é muito gostoso, lindo de viver, devo dizer, além disso é muito bom de cama, mas falta experiência, é muito tímido, talvez por causa da idade ainda não sabe o que é transar de verdade, ele só me beija um minuto, 2 no máximo, me apalpa por mais dois minutos e em 4 ou 5 minutos já estamos no ato." Quando ouvi isso, falei comigo mesmo: uau, que cara, se ele soubesse que eu chuparia cada pedaço do corpo dela por horas e ele só vai na base do galo. Mas óbvio que não falei isso pra ela, só sorri e disse que talvez ele esteja esperando que ela diga como ele tem que fazer, afinal ela é a mais velha, a experiente, a madura, talvez era ela que tinha que ser a professora. Minha mãe sorriu e me disse: "Eu gosto de homens que mandam, que me dizem o que fazer, que são os dominantes, além disso também não tenho tanta experiência, passei anos com seu pai sem ver mais ninguém, e ele também é muito fechado na hora de fazer amor, por isso pensei que o Héctor seria o bom, mas também não é o que eu esperava nesse aspecto." Não soube o que responder, verdade. Passaram 3 segundos de silêncio e ela me perguntou: Minha mãe: "Você e a Letícia se veem de quanto em quanto tempo?" Eu: "Todo dia, todos os dias, ela treina na minha academia e às vezes quando termina os exercícios a gente vai pra casa dela, ou às vezes no meu escritório. Mas era algo de todo dia." Minha mãe: "E com sua esposa Luísa? Imagino que você não deve estar dando atenção a ela, já que tem outra. eu: não, mãe, haha, se você soubesse, com ela também é toda noite. olha, nos últimos 6 meses eu tô mais focado na academia, e um amigo meu me sugeriu usar testosterona (esteroides) e, sinceramente, isso me deixa quase sempre no fogo. minha mãe: haha, olha só, então tá aí o segredo. pagamos a conta e fomos embora. ela tinha o carro dela e eu o meu, então cada um pro seu lado, mas pra minha sorte o carro dela não ligou. como já era noite, não consegui ver direito qual era o defeito mecânico, então falei pra ela que de manhã cedo eu dava uma olhada no problema, e que por hoje ela teria que vir comigo. continua... sei que é um pouco longo e cansativo, mas é que é real, e um caso desses na vida real é muito difícil e nada fácil.
8 comentários - Minha mãe, minha gostosa, 4
Ahi esta el link de otro "Post" que se hizo hace tiempo y es la el verdadero
Pinche virgen