Saber que minha mãe tinha um amante me deixava com muito ciúme. Não era possível que eu, comprando coisas pra ela, elogiando todo dia e levando ela onde queria, viesse outro e pegasse ela assim, na cara dura, porque sim. Um dia, enquanto eu trabalhava, recebi uma mensagem da minha mãe às 11 da manhã que me surpreendeu pra caralho. Minha mãe mandou a foto seguinte com o texto: "Hector, já tô aqui no motel, não demora, quero você agora".
Fiquei surpreso e muito excitado, a pica tá duríssima, mas não respondi ela. Normalmente eu saio da academia umas 8 da noite, e às 7 minha mãe me liga e fala pra não ir pra casa, que ia me esperar num café, me passou o endereço e eu falei que tava beleza. Cheguei no lugar e minha mãe não quis olhar nos meus olhos, só falou que tava com muita vergonha, que mandou a mensagem errada. Perguntei se aquela mensagem não era pra mim, então pra quem era? Ela chorou uns dois minutos, eu só abracei ela e falei pra não se preocupar, que podia confiar em mim igual eu confiava nela quando era mais novo. Ela ficou quieta e aos poucos confessou que sim, tinha outra pessoa na vida dela, e essa pessoa também chamava Heitor, mas que eu entendesse porque ela se sentia muito sozinha, precisava do calor de um homem. Falei que entendia e que não se preocupasse, que não ia contar pra ninguém. Ela me abraçou chorando e, como tava com o mesmo vestido da foto que mandou, era bem curto e subiu quando ela se esticou pra me abraçar, e parte daquela rabuda apareceu. Então, sem me mexer, peguei a barra do vestido dela e puxei pra baixo — por sinal, mal cobria a bunda — e fiquei assim, segurando o vestido como desculpa pra não subir enquanto ela me abraçava, e nessa, de pretexto, fui acariciando aquela bunda gostosa pela primeira vez. Depois de um tempinho chorando, falei pra gente ir tomar uns drinks, que "ela precisava desabafar". Ela topou e, como era quinta, fomos pra um bar meio longe de onde a gente morava. Chegamos no bar e ela começou a beber pra caralho, eu quase não bebi porque tinha que "dirigir". Não precisou de muitos drinks pra ela ficar bêbada, mas mesmo assim ela continuou bebendo até ficar super chapada. Saímos de lá e chegamos no carro, abri a porta pra ela e, quando ela foi sentar no banco, escorregou e ficou de quatro na minha frente. Quando isso aconteceu, como eu vinha atrás, ela roçou em mim. com a bunda dela, meu pau e o vestido. Tudo subiu nela e eu pude ver como ela tava usando uma fio dental linda, que só mostrava um triângulo bem na parte de baixo das costas, e o resto sumia entre aquelas duas bundonas. Como tinha muita gente por perto, só ajudei ela a se levantar direito e sentar no banco. Entrei no carro também e comecei a dirigir.. no caminho, minha mãe apagou de sono. Chegamos em casa e estacionei o carro na garagem, pra minha sorte todo mundo tava dormindo, e minha mãe ainda mais. Então desliguei o carro e, antes de sair, tentei mexer nela e nada, ela tava morta de sono e eu com o pau saindo da calça de tão duro que tava. Aí me atrevi a tirar meu pau da calça, peguei a cabeça da minha mãe e abaixei ela em direção ao meu pau. Desabotoei a calça e tirei meu pau, passei ele no rosto dela, nos lábios dela e notei que ela tava muito bêbada e morta de sono mesmo, então me atrevi a abrir a boca dela e enfiei meu pau. Devo admitir que, como ela tava dormindo, ela queria fechar a boca e com meu pau dentro eu sentia um pouco de dor por causa dos dentes dela, mas a excitação era maior. Sabia que, claro, ela não tava me chupando, só tava com ele dentro, mas naquele momento já era mais que suficiente, saber que meu membro tinha estado na boca dela e ela talvez nunca fosse saber. Nisso, virei pra ver a bunda dela, terminei de levantar a minissaia que ela tava usando e aquelas bundonhas ficaram expostas, comendo aquela fio dental tão fina que sumia entre aquela bunda. Com a mão direita, comecei a acariciar a bunda dela, e com os dedos afastei a fio dental, e um dos meus dedos rapidamente procurou o cu dela, aquele cu escuro e apertado. Tava meio suado e quentinho, comecei a enfiar um dedo devagar pra ela não acordar, e quando só a unha do dedo mindinho tava dentro, tirei o dedo e levei até meu nariz pra cheirar, tinha um cheiro meio sujo, mas era compreensível, ela tinha passado a tarde toda sem tomar banho, mas aquele cheiro me me excitava, e chupei meu dedo como um menino chupa um pirulito. Quando estava prestes a enfiar o dedo de novo no cu dela, ouvi um barulho, parecia que alguém tava vindo na nossa direção, então rapidamente enfiei o pau na calça e sentei ela no carro como se tudo estivesse normal. Continua...
Fiquei surpreso e muito excitado, a pica tá duríssima, mas não respondi ela. Normalmente eu saio da academia umas 8 da noite, e às 7 minha mãe me liga e fala pra não ir pra casa, que ia me esperar num café, me passou o endereço e eu falei que tava beleza. Cheguei no lugar e minha mãe não quis olhar nos meus olhos, só falou que tava com muita vergonha, que mandou a mensagem errada. Perguntei se aquela mensagem não era pra mim, então pra quem era? Ela chorou uns dois minutos, eu só abracei ela e falei pra não se preocupar, que podia confiar em mim igual eu confiava nela quando era mais novo. Ela ficou quieta e aos poucos confessou que sim, tinha outra pessoa na vida dela, e essa pessoa também chamava Heitor, mas que eu entendesse porque ela se sentia muito sozinha, precisava do calor de um homem. Falei que entendia e que não se preocupasse, que não ia contar pra ninguém. Ela me abraçou chorando e, como tava com o mesmo vestido da foto que mandou, era bem curto e subiu quando ela se esticou pra me abraçar, e parte daquela rabuda apareceu. Então, sem me mexer, peguei a barra do vestido dela e puxei pra baixo — por sinal, mal cobria a bunda — e fiquei assim, segurando o vestido como desculpa pra não subir enquanto ela me abraçava, e nessa, de pretexto, fui acariciando aquela bunda gostosa pela primeira vez. Depois de um tempinho chorando, falei pra gente ir tomar uns drinks, que "ela precisava desabafar". Ela topou e, como era quinta, fomos pra um bar meio longe de onde a gente morava. Chegamos no bar e ela começou a beber pra caralho, eu quase não bebi porque tinha que "dirigir". Não precisou de muitos drinks pra ela ficar bêbada, mas mesmo assim ela continuou bebendo até ficar super chapada. Saímos de lá e chegamos no carro, abri a porta pra ela e, quando ela foi sentar no banco, escorregou e ficou de quatro na minha frente. Quando isso aconteceu, como eu vinha atrás, ela roçou em mim. com a bunda dela, meu pau e o vestido. Tudo subiu nela e eu pude ver como ela tava usando uma fio dental linda, que só mostrava um triângulo bem na parte de baixo das costas, e o resto sumia entre aquelas duas bundonas. Como tinha muita gente por perto, só ajudei ela a se levantar direito e sentar no banco. Entrei no carro também e comecei a dirigir.. no caminho, minha mãe apagou de sono. Chegamos em casa e estacionei o carro na garagem, pra minha sorte todo mundo tava dormindo, e minha mãe ainda mais. Então desliguei o carro e, antes de sair, tentei mexer nela e nada, ela tava morta de sono e eu com o pau saindo da calça de tão duro que tava. Aí me atrevi a tirar meu pau da calça, peguei a cabeça da minha mãe e abaixei ela em direção ao meu pau. Desabotoei a calça e tirei meu pau, passei ele no rosto dela, nos lábios dela e notei que ela tava muito bêbada e morta de sono mesmo, então me atrevi a abrir a boca dela e enfiei meu pau. Devo admitir que, como ela tava dormindo, ela queria fechar a boca e com meu pau dentro eu sentia um pouco de dor por causa dos dentes dela, mas a excitação era maior. Sabia que, claro, ela não tava me chupando, só tava com ele dentro, mas naquele momento já era mais que suficiente, saber que meu membro tinha estado na boca dela e ela talvez nunca fosse saber. Nisso, virei pra ver a bunda dela, terminei de levantar a minissaia que ela tava usando e aquelas bundonhas ficaram expostas, comendo aquela fio dental tão fina que sumia entre aquela bunda. Com a mão direita, comecei a acariciar a bunda dela, e com os dedos afastei a fio dental, e um dos meus dedos rapidamente procurou o cu dela, aquele cu escuro e apertado. Tava meio suado e quentinho, comecei a enfiar um dedo devagar pra ela não acordar, e quando só a unha do dedo mindinho tava dentro, tirei o dedo e levei até meu nariz pra cheirar, tinha um cheiro meio sujo, mas era compreensível, ela tinha passado a tarde toda sem tomar banho, mas aquele cheiro me me excitava, e chupei meu dedo como um menino chupa um pirulito. Quando estava prestes a enfiar o dedo de novo no cu dela, ouvi um barulho, parecia que alguém tava vindo na nossa direção, então rapidamente enfiei o pau na calça e sentei ela no carro como se tudo estivesse normal. Continua...
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