Aviso: Esta é uma narrativa (apenas ficção) de uma história cruel e selvagem. Se você é uma pessoa sensível, evite esta história...Se tenho que admitir, meu mau temperamento. Mas não é por acaso, nasci numa família desestruturada, meu pai um alcoólatra. Sóbrio era até gente boa, mas não deixava de ser medíocre. Precisava de uma garrafa pra conseguir explotar seus sentimentos. Minha mãe estava doente de ressentimento, de raivas passadas que engoliu, mas nunca foi capaz de enfrentá-las. E seu mau humor perpétuo transformava viver ao seu lado num calvário. Nada de bom fizeram meus pais, exceto fechar a fábrica a tempo, e não trazer mais seres pra sofrer suas inclemências.
Nunca senti estar sozinho. Sentado, no meu quarto. Lendo algum livro, pensando, e imaginando. Quando jovem costumava caminhar, ao sair pra passear, pro parque. Perto da meia-noite, a penumbra era minha melhor companhia. No caminho, nunca deixava de olhar de esguelha, uns babacas galantes, que tentavam mecanicamente ganhar a aprovação de alguma mulher. Às vezes via, Deusas inteiras, caminhando apressadas rumo a algum bar. Cachorros, que ao avistá-los de longe, me preparava com medo pra me defender, em caso de algum ataque. Mas esses sempre estavam igual a mim, presas do pânico. Cuidando ao máximo sua integridade.
Ao voltar pra casa, me sentia seguro de novo. E dava rédea solta à imaginação. Me deitava de lado, na cama, e então minha mente recriava. Mulheres exuberantes, donas de peitos generosos e bundas espetaculares. Uma passarela variada de diferentes tipos de pele e formas. Ohhh, as imagens são sublimes. Depois de um momento, o chão frio virava recipiente, de milhões de soldados...💦
Mas o tempo passou, e nada mais foi igual, me custa levantar, às vezes não pareço ter 40 anos. Minhas pernas mancam, até pegar o ritmo e caminhar decentemente. A modernização trouxe, novos traçados, grandes avenidas. -Meu Deus, esses malditos tempos, não param. Digo constantemente pra mim mesmo. Enquanto minhas pernas rangem. desesperadamente, procurando a outra pista. Não me adapto, estou cansado, muito cansado. Tempos atrás, recebi recomendações para procurar algum médico. A visita ao clínico geral foi uma surpresa total, meu físico estava bem, ele me recomendou procurar um psiquiatra. -O senhor é um imbecil! 😠 Larguei na cara dele ao sair de lá... 15 anos atrás; eu costumava preparar um gin tônica. Todas as manhãs, enquanto a gente comum toma café. Eu precisava manter a calma, e o gin com o tempo virou meu melhor amigo. Aí entrava no carro, a caminho do trabalho. E cumprimentava todo mundo, educadamente. Sentava no escritório, esperando os primeiros raios de sol da manhã. E quando apareciam, parecia um lagarto. Tomando banhos de sol. Precisando aquecer meu sangue frio. Não me interessava nem um pouco a agitação dos outros. Não me interessava seduzir a secretária e sentá-la no meu colo. E de um tempo pra cá, não me interessava mais continuar trabalhando no escritório. Muitos aqui estavam iguais a mim. Diferente deles, eu não estava preso a nenhum casamento, a filhos vorazes, devorando grande parte do meu salário, a nenhuma amante, que exigisse parte do meu tempo, e algum presente ostentoso, e não estava em nenhum tipo de competição, em mostrar pros outros como a minha vida ia bem. Meu carro continuava sendo o primeiro que comprei. Meu confiável e leal Jetta 97. Agora, de um tempo pra cá, não conseguia pegar no sono. Tenho medo, com o passar do tempo, e ver como pouco a pouco a máquina para de funcionar. Mas também, me pergunto pra que continuar no jogo, quando não se tem ideia de onde vou chegar. Às vezes queria ter uma velha Smith & Wesson calibre 38. E atirar em meio mundo, como se fosse um bando de patos. Os gritos seriam grasnados arrulhantes, que acalmariam minha psique por breves momentos. Então, talvez isso valesse meu passaporte para o grande hotel, com quarto vitalício, ou se tivesse muita sorte, o doce gás da esperança me livraria de este mundo. Ted Bundy cometeu seus crimes um dia e virou uma grande estrela – pra ser sincero, fama me dá nojo, talvez por isso nunca tenha feito algo assim. A melancolia é parte de mim, como foi um dia pra Serge Gainsbourg. Mas, diferente dele, nenhuma mulher conseguiu me fazer acreditar na salvação. Sou amaldiçoado, como Rimbaud acreditou ser naquelas tardes eternas navegando pelo Ródano. E eu, enquanto isso, aqui continuo pensando, reclamando desses tempos. Sentado na beirada direita da minha cama, fumando devagar um cigarro. No ano 49 a.C., César cruzou o Rubicão em busca da glória. A sorte já estava lançada. Anos depois, seu nome conquistou a eternidade. Enquanto isso, eu aqui. Continuo esperando, enquanto o cigarro e eu... viramos cinzas...
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Alguns anos atrás, eu não conseguia trabalho e um amigo me disse que precisavam de um técnico de manutenção. Num policlínica no interior... Como realmente entendo do assunto, aceitei e me mudei pra uma cidade que prefiro não dizer qual. O trabalho era em tempo integral, ou seja, mesmo fora do horário de serviço, eu tinha que ir consertar qualquer problema que aparecesse. E foi justamente isso que aconteceu um dia depois de terminar meu turno: cheguei na minha pensão, tomei banho, coloquei um jeans, uma camiseta e um casaco esportivo, e fui fazer algumas compras. Aí toca o celular – tinham ficado sem energia elétrica no terceiro andar, que era o último. Como estava perto, fui até lá, já que sempre carrego uma maletinha com as ferramentas mais necessárias comigo, além de outras coisas que posso precisar pra outros fins. O prédio era um hotel antigo onde havia cinco consultórios por andar, todos com seus respectivos banheiros. Ao chegar, fui até a administração, onde me informaram que não havia urgência, pois tinham conseguido realocar as consultas nos andares restantes, e me entregaram as chaves, já que todos os quartos são trancados com elas. Mal comecei a revisar o painel... Com as chaves térmicas consegui localizar o possível defeito: era na peça 302, um curto-circuito. Não demorei para consertar, e quando ia sair me deparei de frente com uma garota lindíssima de uns vinte anos. Ela me olhou e disse que estava atrasada, mas que precisava que eu recomendasse um anticoncepcional, tinha que ser hoje porque tinha acabado a menstruação e deveria começar a tomar, a urgência era porque no mês seguinte ela ia se casar, que não tinha pago a consulta porque não a deixariam subir por causa do horário, mas pagaria na saída. Tinha me confundido com o ginecologista, e não havia dúvida de que era naquele consultório que ela deveria ter sido atendida, mas ela não sabia porque não tinha passado pela administração.
Comecei a suar, uma emoção intensa me invadiu. Meu coração começou a bater super rápido, e eu respondi que não podia fazer isso sem examiná-la. Ela disse que não, que não tinha vindo preparada, ao que eu insisti que era rápido e já terminava. Mas a urgência dela era tanta que, para minha surpresa, ela aceitou. A sorte já estava lançada e o destino se cumpriria. Ela aceitou, entramos e eu disse que já tinham trancado o banheiro, então ela teria que se despir no consultório, que tirasse a calça e o casaco. Fui até a mesa, coloquei minha maleta em cima, abri e me escondi atrás dela para que ela pudesse se despir tranquila, e para aproveitar e ligar e focar uma câmera de vídeo que eu tinha dentro, como ela estava de costas não podia me ver, e comecei a filmar. Depois esconderia a câmera com meu casaco que também coloquei em cima da mesa.
Não podia acreditar, só o fato de propor isso já me tinha excitado demais e eu estava prestes a ver como aquela garota, loira, de olhos azuis, com medidas não muito longe de 90-60-90, praticamente perfeitas, começava a se despir na minha frente. Ela estava usando um top e uma calça azul, não sei de que tecido mas muito fina, que se ajustava tanto ao corpo que não escondia nada, por isso estava usando um casaco. de fio branco, que escondia de olhares indiscretos pelo menos seu bumbum empinado e duro, porque seus seios também duros e empinados escapavam pelo decote daquela peça. Pude apreciar, quando ela tirou o casaco, que seu thong era muito pequeno e entrava entre as nádegas, realmente eu morria de vontade de me masturbar, só de ver aquela imagem, imagine quando ela começou a abaixar a calça e revelou aquelas nádegas sonhadas, meio bronzeadas, meio brancas, o que mostrava até onde ela estava disposta a mostrar em ocasiões normais, coisa que me excita demais, é poder ver mais do que querem mostrar, e se a isso adicionarmos que o thong era preto brilhante, não aguentei e comecei a me tocar.🥵 Pedi que ela se deitasse na maca, que ficava perpendicular à escrivaninha, com os pés voltados para ela, e já na posição que tirasse o thong. Quando ela tirou o thong e abriu as pernas, achei que meu pau ia explodir, sua vulva, com uns lábios delicados e sensuais, era para mim a coisa mais excitante que já tinha visto, disfarçadamente descobri o foco, (embora depois tenha percebido que não adiantou nada, pois dá para ver que mexi a câmera.) Fingi que colocava uma luva que encontrei em uma gaveta, e comecei a acariciar sua vulva simulando o exame. Introduzi um dedo, e tentei roçar com minha junta o máximo possível seu clitóris, disse que encontrava algo errado, que ela não ia gostar mas teria que introduzir um dedo no ânus para fazer o diagnóstico direito, sei que essa operação às vezes é feita, então depois de untá-lo com vaselina, que também tinha encontrado ali, enfiei suavemente, ao mesmo tempo que o polegar na sua vagina, isso a incomodou devido à maior grossura do dedo e ao quão apertada ela era. Ela gemeu, doía, e eu continuei meu suposto toque, mas ela não conseguia se conter e quase aos gritos me pediu para terminar, esfreguei seu clitóris mais uma vez e ela disse.. -Está doendo, chega, termine rápido, por favor não, não, NÃO AHHHHH 😱😱 Um orgasmo apertou meus dedos que já quase estavam fora. Então eu simplesmente disse a ela - Depois a gente continua, vamos ver seus seios, senta por favor. Ela ficou toda corada e me implorou que não, ao que eu respondi que era impossível. Não podia perder aqueles seios tão lindos, ela tirou o top e o sutiã, aqueles seios não só eram duros e redondinhos mas estavam coroados com uns mamilos rosados enormes, que ainda não tinham ficado duros. E de novo começou o prazer para mim e o suplício para ela... Comecei então; Primeiro um, terminando no mamilo, depois o outro, eu quase não olhava para eles, preferia olhar nos olhos dela, para não pressioná-la, E observar o rosto dela, que fervia de vergonha mas ao baixar o olhar em um momento pude ver aqueles mamilos eretos, além de que suas pernas não estavam totalmente fechadas, eu me descontrolei, não me aguentei e enfiei uma mão entre elas, enquanto com a outra apertava seu mamilo. - O que você tá fazendo??? gritou tentando se soltar de mim. Então tive que usar a força e tirar a máscara. -Não sou o ginecologista que você pensou, mas um eletricista, e pode gritar, ninguém vai te ouvir, estamos sozinhos no andar, vou te estuprar, gata!!! respondi a ela, pensei que ao dizer isso ela enlouqueceria e não conseguiria segurá-la, embora isso a machucasse porque já tinha enfiado um dedo na sua buceta e seu peito estava fortemente agarrado por mim. Mas não, ela ficou ainda mais pálida, estupefata e com cara de muito medo. Então suas forças cederam, eu aproveitei para empurrá-la obrigando-a a deitar e me jogando em cima comecei a chupar seu outro mamilo e outro orgasmo involuntário se apoderou de seu corpo. Ela me olhou e disse - sou virgem, não me estupra... e começou a chorar. Eu já tinha começado a me despir, e meu pau surgiu assim que abaixei um pouco a roupa -Acaricia ele e depois a gente vê o que faz, se você se comportar talvez eu não te estupre vaginalmente. respondi a ela -Não por favor!!! me suplicou. - Bom, vamos começar pelo que te pedi. dito isso eu Peguei sua mão e coloquei sobre meu membro. — Me masturbe… — ordenei. Ela não sabia o que fazer, então tive que guiá-la, até que a parei porque não queria gozar na mão dela. Fiz ela descer da maca, virar, se dobrar e se apoiar nela, expondo assim seu ânus para penetração. Ela adivinhou minhas intenções e suplicou novamente, 😱🙏, ao que respondi: — Pensou que com a mão ia resolver tudo? Nem sonhe. Ela reagiu com medo: — Ai não, não NÃO NÃO NÃO!!! E comecei a introduzir meu pênis em seu ânus, que já estava lubrificado com meu toque anterior. No início foi suave, pois era muito estreito e eu não queria machucá-la, mas seus suplícios e choro me transformaram em um selvagem. Comecei a gostar de fazê-la sofrer; agarrei seus mamilos e puxei-os, e o que faltava para enfiar tudo, fiz de uma vez. Um grito ensurdecedor me fez saber o quanto a tinha doído, mas ao mesmo tempo outro orgasmo brotou dela, que eu acompanhei com o meu. Agora pela boca — disse. Ela, chorosa, não disse nada… — Primeiro vou lavá-lo para te fazer um favor, porque você se comportou bem. Eu abri a porta do banheiro — lembrem que eu tinha as chaves e tranquei a do consultório para que ela não fugisse enquanto me lavava. Quando terminei, a peguei pelo braço, obrigando-a a me acompanhar enquanto me sentava. — De joelhos… — disse, e ela obedeceu sem protestar. Peguei sua cabeça por trás e ordenei: — Chupa ou te estupro por onde você não quer. Ela abriu a boca e começou timidamente a lamber; eu dizia o que queria e ela, mesmo protestando e choramingando, fazia. De qualquer forma, não soltava sua cabeça; com a outra mão acariciava seus mamilos e, depois de tirar o sapato, pude acariciar seu clitóris com o dedão do pé. Isso gerou certo protesto da parte dela, que resolvi enfiando mais meu pênis em sua boca. Ele inchou e ela previu o que aconteceria, começando então uma luta: ela para tirá-lo da boca, e eu para mantê-lo dentro, luta que venci e gozei. lá dentro. De novo o sofrimento, a impotência e minhas massagens no seu órgão sensível arrancaram-lhe um orgasmo. Empurrei-a, obrigando-a a deitar, separei suas pernas e comecei a retribuir a magnífica chupada que ela me tinha dado. Ela quase não resistiu, mas me pediu para ter piedade, ao que ignorei completamente. Continuei chupando, sabendo que quanto menos ela desejasse, mais rápido gozaria; além disso, uns beliscões doloridos nos mamilos ajudariam. E não me enganei — "Por favor não, não aguento mais, tá me machucando. 😭" eram as palavras que saíam da sua boca, e depois veio o orgasmo indesejado. Do meu lado, meu pau estava duro de novo, e dessa vez os peitos dela foram o alvo. Fiz uma espanhola ou "boobs fuck" como alguns chamam, derramando minha porra sobre o corpo dela. E tudo terminou. Nos lavamos, fui até a escrivaninha e disse: "Boca fechada, viu? Gravei tudo enquanto você se despia. Ninguém te obrigou, e ninguém vai acreditar que você fez sem saber." Ela me olhou incrédula. Peguei a roupa dela, separei a calcinha e guardei na minha maleta — não só porque gostei, mas pra humilhá-la mais uma vez, já que com a roupa justa que ela usa, todo mundo ia perceber que estava sem calcinha. E falei: "Se veste no corredor, tô com pressa e tenho que trancar, afinal não tem ninguém. Ah, e o anticoncepcional, toma esse aqui." E escrevi o nome num papel. "No fim das contas, de ficar aqui dentro, eu sei qual é o melhor..." Ela pegou, e pude observar seu rosto humilhado e cabisbaixo. Ela estava descendo as escadas quando a vi, descendo bem devagar — era óbvio, afinal eu tinha acabado de arrombar o cu dela. "Não vai ser tão filho da puta a ponto de deixá-la assim, nem consegue andar, ajuda pelo menos", pensei comigo. Ela se virou surpresa — eu tinha estuprado ela e agora tava ajudando. "Bom, vamos lá" — e a peguei pelo braço. Ela se agarrou em mim e saímos assim. No caminho, todos os homens olhavam seus mamilos duros, que marcavam perfeitamente, assim como os lábios da buceta. "De onde você é?", perguntei. "Da cidade vizinha", respondeu tímida. A partir dali. A viagem foi em silêncio, e ao descer ela me disse: -pode ter certeza que não vou te denunciar. Eu, muito seguro de mim, apenas confirmei. -Eu sei. Depois disso, me afastei e me perdi no caminho...
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