Resumo
Parte do meu nome é Rebeca, e o do meu marido é William, e há alguns anos moramos na casa do meu sogro, Dom Antônio. Eu cuidava dele, enquanto meu marido tocava a oficina mecânica que era do velho, do outro lado da cidade. Desde o começo, a ideia não me agradou muito, simplesmente pelo jeito que o velho me olhava, mas segundo meu marido, o pai dele, além de inválido, já estava quase cego. Pois é, claro…
Relato
No começo, eu engoli a história de que Dom Antônio, meu sogro, estava quase cego, então, como ficava sozinha em casa com ele, me acostumei a passar a maior parte do tempo só de calcinha e um roupão curto, sem nada por baixo.
Até que um dia, depois de dar o café da manhã pra ele, bem na hora em que ia sair do quarto, encontrei uma nota no chão. Sem pensar muito, me inclinei pra frente pra pegá-la. Na mesma hora, ouvi a voz do meu sogro me dizendo:
— Essa calcinha amarela cai muito bem em você…
Eu me surpreendi com o comentário dele, mas resolvi não dar bola. Já ia continuar andando quando ouvi Dom Antônio de novo:
— Rebeca, chega aqui um instante, quero que me faça um favor.
Educadamente, me aproximei, e enquanto ele tirava umas notas debaixo do travesseiro, me disse:
— Te dou isso se você tirar esse roupão e qualquer outra peça, toda vez que estiver aqui.
Minha primeira reação foi pensar em mandar o velho pra puta que pariu, mas por acaso meu marido já fazia um tempo que não me dava dinheiro nenhum. Então decidi que não faria mal nenhum ao velhinho me ver andando pelada de vez em quando. Assim, sem dizer sim nem não, bem devagar, deixei o roupão cair no chão do quarto dele, e em poucos segundos, deixei a calcinha escorregar também.
No começo, me senti meio desconfortável, não vou negar, mas depois de um tempo, pra mim já era a coisa mais normal ou natural do mundo andar assim. Completamente pelada pela casa toda. Mesmo quando meu marido chegava em casa, às vezes o máximo que eu vestia era uma calcinha, porque segundo ele, o pai dele era quase cego. Passaram-se algumas semanas, até que um dia, enquanto eu arrumava a cama do Dom Antonio, aquele velho safado tentou agarrar uma das minhas nádegas. Já ia xingar ele, quando ele puxou várias notas de novo e, me mostrando, disse: "Se me deixar te tocar de vez em quando, é tudo seu." A verdade é que era bem mais do que meu marido me dava por mês pra cobrir meus gastos pessoais. Então pensei: que mal podia fazer deixar o velhinho me tocar de vez em quando? Assim, me aproximei da cama, peguei as notas da mão dele, enquanto ele começava a acariciar meus peitos, minha barriga, e uma das mãos dele continuou descendo até agarrar descaradamente minha buceta, mas de um jeito tão especial que eu fiquei parada só pra sentir o prazer que os dedos dele me davam. Desde aquele dia, quase todo dia, sem o Dom Antonio pedir, eu ficava em pé ao lado da cama dele, completamente pelada e pronta pra receber as gostosas carícias dele, até mesmo dentro do meu cu. Até que, no quarto ou quinto dia dessa brincadeira, quando eu me coloquei ao lado da cama dele e ele começou a pegar minha buceta deliciosamente, de repente ele mesmo tirou o lençol que o cobria, deixando todo o pau dele ereto e cheio de veias à mostra. Não precisei nem ouvir nada; ao ver, já sabia qual era o desejo dele. Então, enquanto meu sogro continuava pegando minha buceta toda gostosa, me inclinei o suficiente até que o pau dele ficasse ao alcance dos meus lábios. Sem perder tempo, comecei a chupar aquele pau duro, enquanto os dedos dele continuavam me dando um puta prazer apertando meu clitóris entre o polegar e o indicador. Pouco depois, senti a outra mão dele na minha cabeça, e enquanto eu chupava sem parar, o velho continuava enfiando quase a mão inteira dentro da minha buceta. Selvagemente, até que ele, por sua vez, gozou dentro da minha boca, e eu, como de costume, quando ele apalpava toda a minha buceta, acabei tendo um orgasmo selvagem e engolindo todo o sêmen dele. Naquela tarde, depois de aproveitar as carícias que meu sogro me fez, mal estava saindo do quarto dele, quando ele comentou que um conhecido dele viria visitá-lo e que, assim que ele chegasse, depois de levá-lo ao quarto, eu servisse um café. De fato, pouco depois a campainha tocou, e como o Dom Antonio pediu, depois de levar a visita ao quarto, preparei o café e levei. O detalhe peculiar foi que, acostumada a andar seminua pela casa, não percebi que meu roupão tinha se aberto, e ao servir o café, praticamente mostrei tudo para o visitante, e percebi pelo jeito que ele ficou me olhando. Imediatamente saí do quarto, bem perturbada e envergonhada, tentando sumir o mais rápido possível da vista do convidado que visitava meu sogro. Talvez por isso mesmo, meus pés tropeçaram em algo e acabei caindo no chão de quatro, e para piorar, o roupão ficou preso na minha cintura, deixando minha bunda toda aberta apontando para o convidado, que, cavalheirescamente, depois de me observar por uns instantes, sem fazer nenhum comentário, me ajudou a levantar. Depois disso, ainda mais envergonhada, agradeci e saí correndo para a cozinha. Pouco depois, ouvi meu sogro me chamando, e quando apareci no quarto dele, ele pediu que eu acompanhasse aquele homem até a porta e esperasse que ele fosse ao carro pegar uns papéis para o Dom Antonio. A verdade é que eu ainda me sentia bem envergonhada pelo ocorrido, pensando o que ele pensaria de mim, que eu era uma louca por andar assim meio nua pela casa, ainda mais quando o cara tinha me chamado a atenção pela elegância tão viril, pela voz, e até as cãs na têmpora dele me impressionaram. Ele foi ao carro e voltou imediatamente com um grande entreguei o envelope pro Dom Antonio, mas antes que eu fechasse a porta, ele me pediu licença pra ir ao banheiro. Mostrei onde ficava o banheiro, enquanto subi pro quarto do meu sogro pra entregar o envelope. Dom Antonio pegou e falou que queria dormir um bom tempo, que não fosse acordar ele a menos que a casa pegasse fogo. Quando voltei pra sala, o visitante tava saindo do banheiro, secando as mãos, mas quando me viu, chegou perto e disse, sem eu dar motivo pra isso, a verdade é que o velho tem muita sorte de ter uma mulher tão gostosa como você cuidando dele. Não sei o que deu em mim, mas quando ouvi ele falar isso, fiquei toda vermelha, os joelhos tremeram, o pulso acelerou, e em frações de segundo, senti minha buceta toda molhada. Mal ele tinha terminado de falar isso, e continuou dizendo como eu era chamativa, linda, e um monte de coisas bonitas. Quando me dei conta, tava nos braços dele, meu roupão no chão da sala, e os lábios dele se esmagando contra os meus. Quase na hora senti uma das mãos dele acariciando minha buceta por fora. Então a única coisa que fiz foi me deitar no sofá da sala, abrir as pernas e esperar ansiosa que ele me penetrasse. Em questão de segundos, ele baixou a calça e quase na hora se colocou por cima de mim. Senti o pau quente dele me penetrando divinamente. E sem demora, comecei a mexer meus quadris, esfregando minha buceta contra o corpo dele. Eu amo o William, meu marido, mas às vezes ele age de um jeito tão seco, que já fantasiei em trair ele com outro homem, já que o que rolava entre eu e o pai dele não contava. Se por breves segundos senti um pouco de remorso por trair meu marido, quando continuei sentindo o pau daquele cara entrando e saindo da minha buceta, esqueci do William. Eu tava me mexendo que nem uma louca, com certeza ele devia me achar uma puta no cio, gemendo de prazer, e até umas lágrimas escorreram. correram pelo meu rosto de alegria. No mesmo sofá, trocamos de posição, enquanto ele, sem cansaço nenhum, continuava enfiando o pau inteiro em mim uma e outra vez, até que tanto ele quanto eu gozamos um clímax do caralho. Ele se afastou do meu corpo, limpou o membro com um lenço, fechou a calça e, me deixando extremamente satisfeita, foi embora, enquanto eu fiquei largada no sofá de pernas bem abertas, muito grata pelo prazer que ele me fez sentir. Dias depois, meu sogro, depois das brincadeiras de sempre, me disse: "Rebeca, quero enfiar meu pau dentro da sua buceta." Eu, como vocês já devem ter percebido, meio que não sei dizer não pro meu sogro, então, sem mais nem menos, subi na cama dele, peguei o pau dele com os dedos e guiei direto pra minha buceta. Naquela tarde, fiquei cavalgando no pau do meu sogro por um tempão, até que ele gozou, momentos depois de eu ter tido um orgasmo foda. Não sei se era a putaria da situação, de ser infiel ao meu marido com o próprio pai dele, ou o jeito que o velho metia em mim. Mas, mesmo depois que terminamos, enquanto eu lavava minha buceta no bidê, só de lembrar do que aconteceu, enquanto ensaboava lá embaixo, tive outra explosão de prazer entre minhas pernas. As relações entre eu e meu sogro viraram algo do dia a dia pra gente, e até no dia em que William nos pegou, tanto eu quanto Dom Antonio continuamos aproveitando — ele me comendo e eu dando pra ele — na frente do meu marido. Quando saí do quarto do pai dele, ele não disse nada, absolutamente nada. Nem me xingou, nem pediu explicação, continuou agindo como se nada tivesse acontecido, e a gente até continuou transando como se nada fosse. Poucos meses depois, meu sogro morreu de um ataque cardíaco maciço. Achei que meu marido fosse me botar pra fora na hora, mas não foi assim. Depois, fiquei sabendo que Dom Antonio me deixou como herdeira, igual aos filhos dele. herdeira não só de algumas ações da oficina, mas da casa inteira e de uma boa grana. Além disso, o advogado dela, ou seja, o cara com quem eu transei naquela vez, e com quem ocasionalmente continuei dando depois do enterro do meu sogro, é o inventariante da herança e meu representante legal.
Parte do meu nome é Rebeca, e o do meu marido é William, e há alguns anos moramos na casa do meu sogro, Dom Antônio. Eu cuidava dele, enquanto meu marido tocava a oficina mecânica que era do velho, do outro lado da cidade. Desde o começo, a ideia não me agradou muito, simplesmente pelo jeito que o velho me olhava, mas segundo meu marido, o pai dele, além de inválido, já estava quase cego. Pois é, claro…
Relato
No começo, eu engoli a história de que Dom Antônio, meu sogro, estava quase cego, então, como ficava sozinha em casa com ele, me acostumei a passar a maior parte do tempo só de calcinha e um roupão curto, sem nada por baixo.
Até que um dia, depois de dar o café da manhã pra ele, bem na hora em que ia sair do quarto, encontrei uma nota no chão. Sem pensar muito, me inclinei pra frente pra pegá-la. Na mesma hora, ouvi a voz do meu sogro me dizendo:
— Essa calcinha amarela cai muito bem em você…
Eu me surpreendi com o comentário dele, mas resolvi não dar bola. Já ia continuar andando quando ouvi Dom Antônio de novo:
— Rebeca, chega aqui um instante, quero que me faça um favor.
Educadamente, me aproximei, e enquanto ele tirava umas notas debaixo do travesseiro, me disse:
— Te dou isso se você tirar esse roupão e qualquer outra peça, toda vez que estiver aqui.
Minha primeira reação foi pensar em mandar o velho pra puta que pariu, mas por acaso meu marido já fazia um tempo que não me dava dinheiro nenhum. Então decidi que não faria mal nenhum ao velhinho me ver andando pelada de vez em quando. Assim, sem dizer sim nem não, bem devagar, deixei o roupão cair no chão do quarto dele, e em poucos segundos, deixei a calcinha escorregar também.
No começo, me senti meio desconfortável, não vou negar, mas depois de um tempo, pra mim já era a coisa mais normal ou natural do mundo andar assim. Completamente pelada pela casa toda. Mesmo quando meu marido chegava em casa, às vezes o máximo que eu vestia era uma calcinha, porque segundo ele, o pai dele era quase cego. Passaram-se algumas semanas, até que um dia, enquanto eu arrumava a cama do Dom Antonio, aquele velho safado tentou agarrar uma das minhas nádegas. Já ia xingar ele, quando ele puxou várias notas de novo e, me mostrando, disse: "Se me deixar te tocar de vez em quando, é tudo seu." A verdade é que era bem mais do que meu marido me dava por mês pra cobrir meus gastos pessoais. Então pensei: que mal podia fazer deixar o velhinho me tocar de vez em quando? Assim, me aproximei da cama, peguei as notas da mão dele, enquanto ele começava a acariciar meus peitos, minha barriga, e uma das mãos dele continuou descendo até agarrar descaradamente minha buceta, mas de um jeito tão especial que eu fiquei parada só pra sentir o prazer que os dedos dele me davam. Desde aquele dia, quase todo dia, sem o Dom Antonio pedir, eu ficava em pé ao lado da cama dele, completamente pelada e pronta pra receber as gostosas carícias dele, até mesmo dentro do meu cu. Até que, no quarto ou quinto dia dessa brincadeira, quando eu me coloquei ao lado da cama dele e ele começou a pegar minha buceta deliciosamente, de repente ele mesmo tirou o lençol que o cobria, deixando todo o pau dele ereto e cheio de veias à mostra. Não precisei nem ouvir nada; ao ver, já sabia qual era o desejo dele. Então, enquanto meu sogro continuava pegando minha buceta toda gostosa, me inclinei o suficiente até que o pau dele ficasse ao alcance dos meus lábios. Sem perder tempo, comecei a chupar aquele pau duro, enquanto os dedos dele continuavam me dando um puta prazer apertando meu clitóris entre o polegar e o indicador. Pouco depois, senti a outra mão dele na minha cabeça, e enquanto eu chupava sem parar, o velho continuava enfiando quase a mão inteira dentro da minha buceta. Selvagemente, até que ele, por sua vez, gozou dentro da minha boca, e eu, como de costume, quando ele apalpava toda a minha buceta, acabei tendo um orgasmo selvagem e engolindo todo o sêmen dele. Naquela tarde, depois de aproveitar as carícias que meu sogro me fez, mal estava saindo do quarto dele, quando ele comentou que um conhecido dele viria visitá-lo e que, assim que ele chegasse, depois de levá-lo ao quarto, eu servisse um café. De fato, pouco depois a campainha tocou, e como o Dom Antonio pediu, depois de levar a visita ao quarto, preparei o café e levei. O detalhe peculiar foi que, acostumada a andar seminua pela casa, não percebi que meu roupão tinha se aberto, e ao servir o café, praticamente mostrei tudo para o visitante, e percebi pelo jeito que ele ficou me olhando. Imediatamente saí do quarto, bem perturbada e envergonhada, tentando sumir o mais rápido possível da vista do convidado que visitava meu sogro. Talvez por isso mesmo, meus pés tropeçaram em algo e acabei caindo no chão de quatro, e para piorar, o roupão ficou preso na minha cintura, deixando minha bunda toda aberta apontando para o convidado, que, cavalheirescamente, depois de me observar por uns instantes, sem fazer nenhum comentário, me ajudou a levantar. Depois disso, ainda mais envergonhada, agradeci e saí correndo para a cozinha. Pouco depois, ouvi meu sogro me chamando, e quando apareci no quarto dele, ele pediu que eu acompanhasse aquele homem até a porta e esperasse que ele fosse ao carro pegar uns papéis para o Dom Antonio. A verdade é que eu ainda me sentia bem envergonhada pelo ocorrido, pensando o que ele pensaria de mim, que eu era uma louca por andar assim meio nua pela casa, ainda mais quando o cara tinha me chamado a atenção pela elegância tão viril, pela voz, e até as cãs na têmpora dele me impressionaram. Ele foi ao carro e voltou imediatamente com um grande entreguei o envelope pro Dom Antonio, mas antes que eu fechasse a porta, ele me pediu licença pra ir ao banheiro. Mostrei onde ficava o banheiro, enquanto subi pro quarto do meu sogro pra entregar o envelope. Dom Antonio pegou e falou que queria dormir um bom tempo, que não fosse acordar ele a menos que a casa pegasse fogo. Quando voltei pra sala, o visitante tava saindo do banheiro, secando as mãos, mas quando me viu, chegou perto e disse, sem eu dar motivo pra isso, a verdade é que o velho tem muita sorte de ter uma mulher tão gostosa como você cuidando dele. Não sei o que deu em mim, mas quando ouvi ele falar isso, fiquei toda vermelha, os joelhos tremeram, o pulso acelerou, e em frações de segundo, senti minha buceta toda molhada. Mal ele tinha terminado de falar isso, e continuou dizendo como eu era chamativa, linda, e um monte de coisas bonitas. Quando me dei conta, tava nos braços dele, meu roupão no chão da sala, e os lábios dele se esmagando contra os meus. Quase na hora senti uma das mãos dele acariciando minha buceta por fora. Então a única coisa que fiz foi me deitar no sofá da sala, abrir as pernas e esperar ansiosa que ele me penetrasse. Em questão de segundos, ele baixou a calça e quase na hora se colocou por cima de mim. Senti o pau quente dele me penetrando divinamente. E sem demora, comecei a mexer meus quadris, esfregando minha buceta contra o corpo dele. Eu amo o William, meu marido, mas às vezes ele age de um jeito tão seco, que já fantasiei em trair ele com outro homem, já que o que rolava entre eu e o pai dele não contava. Se por breves segundos senti um pouco de remorso por trair meu marido, quando continuei sentindo o pau daquele cara entrando e saindo da minha buceta, esqueci do William. Eu tava me mexendo que nem uma louca, com certeza ele devia me achar uma puta no cio, gemendo de prazer, e até umas lágrimas escorreram. correram pelo meu rosto de alegria. No mesmo sofá, trocamos de posição, enquanto ele, sem cansaço nenhum, continuava enfiando o pau inteiro em mim uma e outra vez, até que tanto ele quanto eu gozamos um clímax do caralho. Ele se afastou do meu corpo, limpou o membro com um lenço, fechou a calça e, me deixando extremamente satisfeita, foi embora, enquanto eu fiquei largada no sofá de pernas bem abertas, muito grata pelo prazer que ele me fez sentir. Dias depois, meu sogro, depois das brincadeiras de sempre, me disse: "Rebeca, quero enfiar meu pau dentro da sua buceta." Eu, como vocês já devem ter percebido, meio que não sei dizer não pro meu sogro, então, sem mais nem menos, subi na cama dele, peguei o pau dele com os dedos e guiei direto pra minha buceta. Naquela tarde, fiquei cavalgando no pau do meu sogro por um tempão, até que ele gozou, momentos depois de eu ter tido um orgasmo foda. Não sei se era a putaria da situação, de ser infiel ao meu marido com o próprio pai dele, ou o jeito que o velho metia em mim. Mas, mesmo depois que terminamos, enquanto eu lavava minha buceta no bidê, só de lembrar do que aconteceu, enquanto ensaboava lá embaixo, tive outra explosão de prazer entre minhas pernas. As relações entre eu e meu sogro viraram algo do dia a dia pra gente, e até no dia em que William nos pegou, tanto eu quanto Dom Antonio continuamos aproveitando — ele me comendo e eu dando pra ele — na frente do meu marido. Quando saí do quarto do pai dele, ele não disse nada, absolutamente nada. Nem me xingou, nem pediu explicação, continuou agindo como se nada tivesse acontecido, e a gente até continuou transando como se nada fosse. Poucos meses depois, meu sogro morreu de um ataque cardíaco maciço. Achei que meu marido fosse me botar pra fora na hora, mas não foi assim. Depois, fiquei sabendo que Dom Antonio me deixou como herdeira, igual aos filhos dele. herdeira não só de algumas ações da oficina, mas da casa inteira e de uma boa grana. Além disso, o advogado dela, ou seja, o cara com quem eu transei naquela vez, e com quem ocasionalmente continuei dando depois do enterro do meu sogro, é o inventariante da herança e meu representante legal.
5 comentários - Meu Sogro Era Um Velhinho Doente…
Excelente Post muy bueno gracias por compartir
van 10