É inacreditável como a vida muda do nada. De um segundo pro outro. Eu era feliz com a minha vida, terminando a faculdade, dividindo apê com a minha mina e cheio de esperança pro futuro. Tudo ia bem até que um dia qualquer meu celular tocou e, quando fui ver de quem era a mensagem, me deparei com um texto da minha namorada que, obviamente, não era pra mim. Pois é, ela tava dando pra outro. Ou já tinha dado. Segundo a Cláudia, que era o nome dela, foi só uma vez e ela tava bêbada, um vacilo, um erro que dava pra consertar. Pra mim não, pra mim foi uma facada na alma que eu não tava disposto a perdoar. Tanto faz se foi uma vez, duas, oito ou quatrocentas, mas o estrago tava feito e não tinha perdão possível.
Foi o momento em que minha vida mudou. Pra uns vai ser pra pior, pra outros pra melhor, não sei, mas mudou radicalmente. Minha cabeça estável se encheu de raiva, de ódio, de tesão em foder, especialmente com ela e com o gênero feminino também um pouco. Algo despertou dentro de mim. Mas tudo isso veio depois.
Depois porque no primeiro dia eu não acreditava, não acreditava que ela tinha me traído na nossa relação idílica. Era daquelas relações de conto de fadas, de filme da Globo domingo à tarde, daquelas tão românticas e quase perfeitas que nem a música mais melosa do meloso do Fábio Júnior conseguiria descrever. Depois disso vieram os momentos dos porquês. Por que ela fez isso? Por que comigo? Por que tudo? E os momentos de abatimento, de ficar largado no sofá olhando pro teto a tarde inteira. Eu era um zumbi.
Ela chorava e implorava meu perdão vinte e quatro horas por dia e eu não conseguia nem olhar na cara dela. À noite dormia no quarto vago. O recomendável teria sido pegar a mala e vazar, mas ainda tínhamos dois meses de aluguel juntos… e bom, pra que mentir, numa cidade que não era a minha, onde mal conhecia gente, eu tinha construído minha vida em torno dela e não tinha culhão pra quebrar tudo e cair fora. Eu precisava simplesmente saber que ela tava ali. Era viciado nela e era igual um noia quando precisa da picada de heroína. Precisava ter ela por perto, mesmo que fosse só pra xingar. Tava ferrado pra caralho, não conseguia nem ficar duro. Não sei se fiquei duas semanas inteiras sem acordar com a barraca armada, um recorde pra mim.
Mas aquela ereção matinal depois de "tanto tempo" acho que foi o que acendeu o pavio e marcou meu ponto de virada. Dá pra dizer que eu tinha evitado ela pela casa durante essas duas semanas, evitado principalmente o contato físico, a última coisa que eu queria era um abraço falso dela. E como eu disse, tava totalmente assexuado, sem libido. Até aquele dia. Sair do quarto e vê-la andando pela casa como sempre fazia, de calcinha e camiseta, me deixou alterado. Acho que meus olhos estavam injetados de sangue e na minha mente só passavam quatro letras: P-U-T-A. Eu precisava fazer alguma coisa. Tinha que me vingar e fazê-la saber do sofrimento que ela me causou. Tinha que afundá-la na miséria como ela fez comigo e depois fazê-la se revirar nela.
Meu desejo sexual aumentava junto com minha vontade de foder ela. Não nego que teve vezes que eu queria agarrar ela e enfiar ela contra a geladeira na violência, mas me segurava porque também não queria dar a ela o prazer de saber que eu ainda a desejava sexualmente, mesmo que na minha cabeça não parasse de girar a pergunta se eu deveria fazer isso e saciar meus instintos ou não. Os dias passavam e meu desejo crescia, e uma frase batia na minha cabeça: "Ela tem que saber que é uma slut." Eu repetia isso constantemente e ficava pensando, como posso fazer ela sentir isso? Tinha que dar um jeito de fazer ela sentir, e claro, queria que ela soubesse das minhas intenções, aceitasse que eu pretendia mostrar isso pra ela e finalmente que ela acabasse reconhecendo pra mim. Não ia ser fácil, mas eu ia conseguir.
Ela tem olhos pretos, lábios carnudos e cabelo liso castanho até o meio das costas. O corpo dela era de modelo, pernas longas e uma bunda empinada linda. Os peitos dela eram redondinhos e firmes, não eram muito grandes, mas já bastavam pra mim, e os biquinhos eram um verdadeiro manjar. Resumindo, era uma gostosa.
— Quero fazer o que eu quiser com você por um dia. —
Era a melhor coisa que tinha me ocorrido. Pensei em pegar alguma amiga dela e contar pra ela, ou melhor ainda, fazer com que ela nos pegasse sem querer querendo, ou até pegar a irmã dela, mas em pouco mais de um mês que eu ia ficar lá, sabia que as chances de sucesso com alguma amiga dela eram mínimas e que com a irmã dela não passava da fantasia típica de quem tem uma cunhada tesuda e sonha em comer ela. Um trio com as duas.
Eu tinha ela sentada na cozinha na minha frente e ela me olhava com os olhos arregalados, depois de várias semanas sem quase dirigir a palavra a ela da minha parte e responder com monossílabos quando ela falava comigo, ela estava atônita.
— Não entendo, você diz o que quiser?
— É isso aí, o que eu quiser. Ou seja, fazer o que der na telha, e se eu mandar alguma coisa, você obedece… — Tentei falar com a expressão mais fria possível.
— Porra, o que você vai mandar…
— Dano físico não vou te causar, hein.
— Já sei, mas porra, isso que você diz… sei lá… e assim você me perdoaria?
— Pois não sei. — Na verdade, eu sabia, NÃO!! Mas tinha que deixar aquele fio de esperança pra ela.
— Ou seja, você não sabe…
— Não, é que agora, sei lá, te vejo como… ou o que me inspira é fazer isso com você, como se fosse… uma slut. — Foi a primeira vez que a chamei assim desde que nos conhecemos, há três anos. Claro que já tinha chamado muitas vezes enquanto a gente transava, ou ela tinha me chamado assim, mas sempre com a preposição ‘minha’ na frente e nunca desse jeito tão frio enquanto eu preparava um copo de porra, com certeza.
E eu percebo porque os olhos já arregalados dela se abriram mais ao ouvir aquela palavra e quase saltaram das órbitas.
— Leva como se você fosse minha submissa. — Me apressei a dizer, vendo que se esperasse ela falar alguma coisa, eu ainda estaria sentado ali.
— É… só um dia?
— Mmmm. — Essa pergunta me pegou desprevenido, será que ela aceitaria ser daqui pra frente? — A gente vê…
— Vê o quê… Porra… É que… E o que você quer que a gente faça? Ou que faça comigo? Vamos ver o que você manda… — A cara dela era uma mistura de incredulidade, raiva, desespero e, o mais importante pra mim, a sensação de que ou ela fazia ou me perdia. A última frase dela parecia uma aceitação implícita.
— Bom, isso você vai ver se aceitar. Sim ou não?
— Não posso pensar nisso ou o quê? Não tenho outra escolha, né? Tenho que pensar…
— Você tem o que resta do dia, à meia-noite você me diz. — Levantei, deixando o copo vazio na pia, e saí da cozinha. — Vou nessa. no gym, até mais.
- Quando voltei horas depois, ela estava na cozinha fazendo o jantar. Antes a gente se revezava na hora de cozinhar ou até fazia junto, mas desde que aconteceu o que aconteceu, ela fazia todas as refeições e, às vezes, até o café da manhã. Acho que tentando se passar por boazinha, como se isso fosse servir pra alguma coisa.
- E aí, como cê tá? - Quebrei o gelo.
- Olha, por você eu faria… - Ela começou acelerada. - Mas também… É que eu não sei o que você me faria fazer e não sei, por que você quer fazer assim também?
- Por quê? Bem, é uma questão de… você ser minha putinha, se submeter a mim. Se entregar completamente pra mim. Digamos que eu quero que você lembre pra sempre… que você foi minha putinha.
- Tá…
- Olha, eu poderia pegar outra por vingança, mas isso não me anima muito, é mais o que eu tô falando. Você me fodeu, mas fodeu bonito, então sinto que agora você me deve isso…
- Se isso te fizer sentir melhor… Você sabe que por você eu faço qualquer coisa. - Ela disse com lágrimas nos olhos, tava aceitando. - Como a gente começa? Ou quando? Já?
- Fica tranquila, vou te falar porque preciso preparar tudo, ok? - Na verdade, mais do que preparar, eu precisava pensar em que pussy eu ia fazer, porque ainda não tinha planejado nada. Só sabia que não cabia em mim de alegria. Assim que consegui a aceitação dela, parei de dar atenção, nem sei o que ela respondeu, coloquei no piloto automático e deixei ela responder por mim enquanto minha mente bolava o plano.
O que eu tinha mais claro era que, assim que fizesse aquilo, vazaria dali. Não ia passar nem mais um dia com ela, voltava pra minha cidade e pronto, mesmo que isso significasse pagar um mês inteiro de aluguel que eu praticamente não ia usar.
Nos dias seguintes, ela ficou na expectativa, esperando eu dar o passo. E a verdade é que ver ela assim, ligada no que eu fazia, cheia de dúvidas sobre quando, como e o que ia ser… me deixava bem excitado. Decidi que seria numa sexta-feira o dia escolhido, porque era o dia que nós dois estávamos livres e assim eu teria ela o dia inteiro à minha disposição. Na quinta-feira, no fim da tarde/início da noite, eu tava realmente excitado. Tinham passado uns cinco ou seis dias, não lembro exatamente, e embora não tivesse grandes planos, sabia que ia me divertir pra caralho.
Esperei ansioso até meia-noite daquela noite. Lembro perfeitamente como a gente tava na salinha, ela deitada em posição fetal no sofá vendo qualquer merda na TV e eu disfarçando, sentado com o notebook no colho, fingindo que tava fazendo alguma coisa, mas só olhando os minutos passarem no relógio da tela. Quando chegou a hora, fechei a tampa do notebook com força (não sei como não quebrei), levantei, larguei ele onde tava sentado e fui na direção dela. Me abaixei na altura do rosto dela, segurei firme a mandíbula dela pra ela não conseguir mexer a cabeça e, olhando nos olhos dela, falei:
— A partir de agora, até amanhã à meia-noite, você é minha puta. Tira a calcinha fio dental. — Eu tinha repetido essa frase mentalmente umas mil e quinhentas vezes. — Nada de roupa íntima, entendeu?
Não sei se era por causa da minha vontade, mas assim que falei, vi a excitação nos olhos dela.
— Tiro a calcinha fio dental, né? — ela perguntou, e eu assenti com a cabeça. Que pergunta mais idiota. Ela se levantou até ficar sentada no sofá e, fazendo força com as costas contra o sofá e levantando as pernas e a bunda, tirou a calça do pijama. Largou no chão e, na mesma posição, exatamente como eu tinha mandado, tirou a calcinha fio dental preta que tava usando. Eu mesmo peguei da mão dela e observei enquanto ela abaixava as pernas e ficou com elas abertas, mostrando a buceta depilada. Com um tom safado, ela perguntou:
— O que eu faço agora?
Parecia que ela tava gostando!! E vendo como ela tava, e o tempo que eu tava sem meter, aconteceu o óbvio: eu tava com um volume considerável debaixo da minha calça de moletom de ficar em casa. Não consegui evitar e mandei ela me chupar.
— E nem pense em usar as mãos. — falei.
E sem pensar duas vezes, ela agarrou minha calça junto com a cueca e puxou. abaixo de uma vez, liberando meu pau semi-duro e minhas bolas. Menos ainda pensou antes de enfiar na boca, me olhando com cara de putinha.
Seguindo minha ordem de não usar as mãos, ela esticou os braços ao meu redor para, de alguma forma, se agarrar na minha bunda e ter um ponto de apoio no balanço da cabeça dela. Nem preciso dizer que em questão de segundos eu tava com o pau mais duro do que nunca. Queria apagar aquela cara de putinha que ela tava fazendo, então agarrei a cabeça dela com as duas mãos e comecei a mexer os quadris devagar, até que fui me alterando e comecei a mexer a cabeça dela com as mãos também.
Dos primeiros movimentos suaves, rapidamente passei a movimentos bruscos e fortes, mais do que agarrar a cabeça dela, eu puxava o cabelo. Tava fodendo a boca dela com toda a minha força e pouco me importava se quase não deixava ela respirar e os engasgos que eu ouvia de vez em quando. As mãos dela já não faziam força pra enfiar mais fundo, mas sim apoiadas no meu púbis tentando tirar da boca pra poder respirar, coisa que obviamente não conseguia porque na força era impossível me vencer.
Reconheço que não aguentei muito, tava fora de mim e com um tesão do caralho, então no momento que senti que ia gozar, não tentei segurar e simplesmente empurrei a cabeça dela na minha direção, enfiando o mais fundo que podia, e segurei bem firme pra ela não se mexer. Saiu meu primeiro jato, o mais forte, que foi direto pro estômago porque minha cabeça tava praticamente na garganta dela.
Conforme os outros jatos de porra saíam, minha força parecia ir junto com eles e praticamente soltei a cabeça dela, que aproveitou pra tirar da boca, puxando o ar como se estivesse morrendo e engasgando com minha gozada na garganta, o que fez cair quase tudo da boca dela, espalhando na própria camiseta e nas pernas nuas. Aquela imagem dela me olhando, respirando ofegante, despenteada e com minha porra toda espalhada pelo corpo era tão gostosa que tirei uma foto mental que ainda tenho na memória e diretamente subi minhas calças e cueca de uma vez, exatamente como Ela tinha baixado eles pra mim.
— Muito bem feito. Agora dormir, que amanhã vai ser um dia bem longo. Até amanhã, putinha. — falei com um sorriso.
E peguei o caminho pro meu quarto, claro, com a calcinha dela na mão. Assim que ela dormisse, eu ia catar todas as tangas dela e jogar no lixo. Não gastei minha grana nelas pra outro vir e tirar, isso eu tinha bem claro. E foi o que fiz. Não deixei nem uma calcinha triste.
Me enfiei na cama, mas quase não dormi. Quando uma ideia me ronda a cabeça, mesmo morto de cansaço, não consigo pegar no sono. Toda hora pegava o celular pra ver as horas, e quanto mais tarde ficava, mais me desesperava por não dormir e com medo de que a Claudia acordasse antes de mim e fizesse alguma merda sem minha permissão. Mandei um WhatsApp: “Proibido sair do seu quarto até eu ir.” Ela não respondeu, mas obedeceu. No dia seguinte, quando acordei, ela ainda tava no quarto dela. Enfiei a cabeça pela porta entreaberta pra dar bom dia e fechei a porta pra ir pegar o café.
Voltei pro quarto com uma tigela de leite com biscoitos e uma gravata preta na mão. Encontrei ela sentada na cama de pernas cruzadas, com a mesma roupa de ontem: a parte de cima do pijama vestida e nada por baixo. A visão da buceta dela tava perfeita. Apoiei a comida na escrivaninha, peguei a gravata firme com as duas mãos, uma em cada ponta, e estiquei enquanto me aproximava dela. Nisso, ela me interrompeu:
— Posso ir no banheiro? Tô morrendo de vontade de mijar!
Não tinha pensado nisso... Enfim, o que eu ia fazer... — Você tem 30 segundos pra ir e voltar. — falei com resignação, e ela saiu voando pro banheiro.
Tão rápido quanto foi, voltou e, num pulo, se ajoelhou na cama esperando minha ação. Qualquer um diria que ela tava mais ansiosa que eu. Eu tinha certeza de como começar: me protegendo.
Coloquei a gravata em volta da cabeça dela e vendi os olhos. Dei um nó bem apertado pra garantir. que não ia soltar e fingiu que ia bater no rosto dela pra ver se não enxergava nada. Tudo perfeito. Tirei o celular do bolso enquanto abaixava as calças e, tentando um tom carinhoso, falei:
— Seu café da manhã tá pronto.
Ela não era burra, porque entendeu minhas intenções na hora. Esticou a mão procurando meu pau e, assim que encontrou, encostou a cabeça nele. Ainda mole, começou a beijar enquanto batia uma com a mão. Uns quatro ou cinco beijos e enfiou na boca. Sei que ela adorava sentir ele crescendo na boca dela, dizia que isso a excitava, sentir que era capaz de me deixar duro só com a boca. Pra ser sincero, ela mandava bem, digamos que a técnica melhorou pra caralho nesses três anos e não demorava muito pra me deixar duro assim que começava a chupar.
Dessa vez não foi diferente e rapidinho tava duro igual pedra. Era o momento perfeito pra apertar o Rec e começar a gravar. Se um dia aquela puta ousasse me sacanear de novo, falar alguma merda ou simplesmente encher meu saco, eu teria um vídeo pra calar a boca dela e deixar ela quietinha.
— Muito bem, Cláudia. — Esse era o nome dela. — Tá mandando bem, continua, não para... Gosta de chupar ele, hein?.... Me responde, cê gosta?
— Shhhhsim. — Só tirou da boca pra falar isso e já engoliu de novo.
— Bufffffgf, e é toda uma expert, hein?... — Coloquei a mão na cabeça dela, acariciando. — E sabe o que você é hoje, né?
Dessa vez nem tirou da boca, só balançou a cabeça.
— Então me fala, o que cê é?
— Sua puta. — E continuou no que tava, comendo o café da manhã inteiro.
— Pô, então cê é minha puta e gosta de chupar ele, hein... Porra, e isso te excita? Isso te deixa com tesão?
Eu perguntava e ela só confirmava com a cabeça e fazia sons de aprovação. Tipo quando você fala "sim" de boca fechada. Não percebi na hora, mas revendo o vídeo depois, vi como ela levava a mão direita (ela era canhota e com ela me machucava) a buceta dela e começava a se tocar. Inacreditável.
– E me diz – continuei – O que vai rolar hoje? Posso fazer o que quiser com você? Você vai fazer tudo o que eu mandar?
– Sim, porra!! – Ela gritou, tirando ele da boca pra dar umas lambidas de baixo pra cima e cuspir antes de meter ele inteiro de novo. Meu pau tava todo coberto pela baba dela, escorrendo.
– E por quê? – perguntei.
– Porque sou sua putinha!! – Ela tava fora de si, a mão direita dela era uma batedeira na buceta e ela devorava meu pau como se não comesse há um mês.
Com aquilo já bastava. Apertei o Stop na câmera do meu Samsung e, com todo cuidado, guardei ele de volta no bolso sem ela perceber. Quatro minutos de vídeo dela me chupando e se assumindo minha putinha, e que aquilo excitava ela. Nunca pensei que ela ia gostar tanto, então ia aproveitar disso.
– Já chega. – Tirei o pau da boca dela. – Tira a roupa e fica de quatro. – ordenei.
Na real, ela só precisava tirar a camiseta do pijama. Cuidado pra gravata não cair dos olhos quando ela tirou, ela virou e ficou de quatro, empinando a raba. Aquele momento era tão perfeito que decidi imortalizar e tirei umas fotos de vários ângulos.
Coloquei ela na cama de um jeito que as mãos dela ficaram apoiadas no travesseiro, tudo acompanhado de beliscões, tapas na bunda e apalpadas no corpo todo. Mandei ela não se mexer e fui pro meu quarto pegar umas algemas que tinha comprado dias antes num Sex-shop. Ela não se mexeu. Coloquei uma mão dela nas algemas, passei por uma das barras de ferro da cabeceira da cama e prendi a outra mão. Agora sim, era minha, amarrada na cabeceira da cama. Ela tinha que abaixar os braços e apoiar a cabeça no travesseiro também pra não cansar, e por causa dessa posição, a bunda ficava ainda mais empinada. Umas últimas fotos e, de repente, enfiei um dedo na buceta dela, que parecia um oceano de tão molhada.
– O que cê sente sabendo que vai ser minha durante o dia inteiro? – falei bem alto no ouvido dela enquanto mexia o dedo lá dentro.
– Que eu preciso que você me foda – respondeu com um tom de súplica.
– Ainda não. – tirei o dedo e desamarrei a gravata da cabeça dela.
Esperei ela recuperar a visão pra me levantar do lado dela, mostrar a chave das algemas e jogar ela no pátio do condomínio que dava pra janela do quarto. A cara dela era um poema. Era uma cara de puro terror. Claro que as algemas vinham com duas chaves, mas a Claudia não sabia disso. Sentei na mesa do escritório e comecei a tomar meu café com bolachas de costas pra ela.
– Cê é maluca? Que porra cê tá fazendo, pirou de vez ou o quê? – gritava possessa.
Nunca tinha aproveitado tanto um café da manhã como aquele. Tava tomando com mais calma do que nunca, e olha que o café tinha esfriado, e eu odeio isso, mas pra ver ela daquele jeito, tava pouco me lixando. Eu partia um pedaço de bolacha, jogava na xícara, molhava e comia devagar enquanto ela continuava com os gritos e xingamentos. Seguiu e seguiu até que a voz estridente dela começou a me dar dor de cabeça, então resolvi ir até a cozinha e voltar com um pedaço de fita isolante. A cara dela foi indescritível quando me viu entrar no quarto com a fita na mão. Começou a espernear e se debater, mas foi em vão, me joguei em cima dela e ela ficou imobilizada, e mesmo tentando me dar chutes, não alcançava. A idiota enfiava a cara no travesseiro sem perceber que se continuasse daquele jeito, ia ser pior, porque não me deixava outra opção senão pegar ela pelo cabelo com uma mão, puxar pra cima e colocar a fita com a outra. Nos olhos dela, só ódio puro.
Com a boca fechada e sem gritos, me levantei, dei um tapa forte na bunda dela e fui tomar banho e me barbear, não sem antes avisar que era melhor não pensar em se mexer ou tentar fazer merda nenhuma. Ela não podia fazer nada, mas por via das dúvidas, melhor não tentar.
Voltei depois de um tempo com uma toalha amarrada na cintura e a segunda chave das algemas na mão. Obviamente não tinha se mexido, continuava completamente deitada e como já não conseguia mais gritar, soluçava. As lágrimas escorriam pela sua buceta e os olhos estavam vermelhos e marejados.
Me aproximei e sentei na cama na altura da cabeça dela. Ela me olhava com olhos de cordeiro indefeso, com os olhos da puta do Shreck. Acariciei seu cabelo, abri a mão para mostrar a chave e falei baixinho, com a voz mais calorosa possível:
— Sabe que isso eu faço pelos dois. — Não sei como não soltei uma gargalhada.
Tinha que manter nela a ideia de que eu fazia aquilo por nós dois, pra que em momento algum ela tentasse se rebelar e o jogo acabasse, vocês já sabem como é essa história do chicote e da cenoura. Combinar o castigo com a possível recompensa (mesmo que falsa nesse caso) pra reforçar a motivação dela pra fazer isso. A motivação dela pra ser minha puta.
Tirei a toalha e me deitei por cima dela. Comecei a dar beijinhos no pescoço dela e, ao sentir a bunda dela no meu pau, com o tesão que tava da broxada que ela tinha me dado antes, fiquei duro quase na hora. Meus lábios foram descendo pelas costas dela devagar, dando beijinhos. Os soluços dela já não se ouviam mais, ela não fazia nenhum som, só se ouvia meus lábios beijando a pele dela.
Quando cheguei no começo da bunda dela, involuntariamente, acho eu, ela levantou os quadris pra me oferecer a bunda e a buceta numa posição melhor. Me levantei de joelhos e coloquei ela de novo de quatro. Peguei uma nádega com cada mão e abri o máximo que dava. Cuspi no cu dela e vi a saliva escorrendo pelo corpo dela, desde o furinho apertado do cu até a buceta linda dela, que já tava começando a ficar molhada. Aproximei meu rosto dela e dei um beijo. Cheirava a sexo.
Dei duas lambidas bem devagar, ouvi um gemido abafado contra a fita isolante na boca dela, me levantei e enfiei de uma vez. Um gemido mais forte bateu contra a boca fechada dela, a cabeça dela se ergueu e as costas dela... Ela se arqueou. Fiquei uns segundos dentro dela antes de tirar e meter de novo com força. Ela reagiu do mesmo jeito de novo, fiz uma terceira vez e uma quarta. Dei um tapa nela enquanto pegava no cabelo dela e puxava. Assim comecei a foder ela.
Notei que o orgasmo dela tava chegando, e o meu também, então mordendo os punhos porque não queria nada mais do que gozar dentro dela, tirei e parei. Tinha outros planos e não queria gozar tão cedo.
— Vou te soltar, mas você vai se comportar, vai sim?
Ela concordou com a cabeça. Parece que a ansiedade pelo orgasmo passou só de ouvir que ia ser solta. Talvez tenha sido um pequeno orgasmo pra ela só de ser solta. Levantei e fui me vestir. 30 segundos pra vestir uma jeans, uma camiseta e um tênis. Abri o guarda-roupa dela e peguei uma minissaia preta com uma blusa branca e um sutiã preto. Fui pro meu quarto e voltei com umas bolas chinesas escondidas, que coloquei na bolsa dela sem ela ver. Já com tudo pronto, tirei a fita da boca dela com cuidado e soltei as algemas.
— Veste isso, vai. E já sabe, nada de roupa por baixo da saia. — Também não tinha, tava tudo no lixo.
— Posso pelo menos tomar um banho? Tô suada e nojenta…
Vendo que ainda era meio da manhã, dei o ok, a gente tinha tempo de sobra, mas fiquei vigiando ela o tempo todo. Como toda mulher, demorou pra tomar banho e secar o cabelo, tempo que passei acordado por milagre. Depois de 45 minutos longos, ela tava vestida e pronta pra sair.
Minha ideia era ir num shopping grande perto, dar uma volta e comer lá. E fazer ela sofrer um pouquinho de quebra. Sexta-feira meio-dia, nem vazio como terça de manhã nem lotado como sábado à tarde, perfeito.
A gente caminhava sem se tocar e quase sem falar. Eu não tinha necessidade de dizer nada pra ela, e ela de vez em quando soltava algum comentário tentando quebrar o gelo, que eu cortava com um monossílabo seco. Não tava a fim de ouvi-la, só seguir com o meu plano, então assim que deu uma da tarde, decidi que era hora de comer e fui pro McDonald's do shopping com ela me seguindo.
Sem muita fome, pedi meu hambúrguer com Coca-Cola grande e sentei numa mesa de 4 lugares encostada. a uma enorme janela de vidro de onde se via metade da cidade. Cláudia pediu o dela e num piscar de olhos já tinha comido tudo. Lógico, além da minha pica, não tinha comido nada desde a noite anterior. Enquanto eu comia devagar, ela começou a falar. A relembrar aqueles primeiros encontros em que a gente vinha comer nesse mesmo shopping, aqueles momentos bonitos que a gente tinha passado… e todas aquelas mentiras tentando amolecer um coração que bombeava ódio a cada palavra que saía da boca dela. Eu aguentava calado até que, depois de um bom tempo de besteiras, cortei ela com um:
— Como é que tá a sua buceta? — Ela calou a boca na hora. — Porque vou te foder agora e quero ela bem molhada. — Falei com uma voz fria e sem piscar.
— Tá… normal… — Gaguejou. Ficou sem palavras.
— Vai lá, enfia um dedo e me mostra.
— Mas o que você tá dizendo?? — Ficou vermelha de repente e a voz tremia.
— Enfia um dedo e me mostra, é fácil pra você, tá sem calcinha nem nada… — Pisquei um olho pra ela.
— Porra, mas como vou fazer isso aqui, na frente de todo mundo…
— Faz. Ninguém tá olhando, então faz. Enfia um dedo e me dá pra provar, quero ver como você tá. — Quando terminei a frase, ela já tinha as mãos apoiadas nos joelhos. Conhecendo ela como eu conhecia e vendo a cara dela, eu intuía que ela já tava começando a escorrer que nem uma louca.
E eu não tava errado. Ela se virou pra janela, dando as costas pras outras mesas, e arrastou a mão rapidamente subindo pela coxa até a buceta, com as pernas levemente abertas. Rápido, tirou o dedo e voltou pra posição inicial na minha frente, deixando as mãos em cima da mesa. O dedo mais longo dela brilhava, não tinha dúvida que ela tinha ficado com tesão e a buceta dela já tava começando a escorrer. Peguei a mão esquerda dela com a minha direita, levantei e levei o dedo dela até minha boca. Tinha um gosto delicioso. Saboreei com paixão enquanto ela mordia o lábio.
— Você vai abrir a bolsa, pegar as bolinhas chinesas que você tem, ir pro banheiro e voltar com elas dentro, entendeu? —Sim… — respondi quase sussurrando, como se estivesse prestes a gemer.
—Vai logo. — soltei a mão dela, e ela, desesperada, abriu a bolsa procurando as bolinhas, pegou e saiu correndo pro banheiro.
Em três minutos tava de volta, num passo apressado, quase correndo até sentar de uma vez. Com um sorriso, perguntei o que tinha acontecido.
—É que tenho que ficar apertando a buceta pra não cair. E como ainda não tô de calcinha…
—E como cê tá? Tá com vontade de pau?
Ela suspirou.
—Quer que eu faça aqui mesmo? — continuei perguntando enquanto ela suspirava mais forte e mordia o lábio. — Sabe que agora mesmo tô com ele durão, apertado contra a calça, imagina como deve estar…
—Para, pelo amor — ela implorou.
—Imagina ele entrando e saindo de você, com essa carinha de safada que cê tem, cê goza na hora que sentir ele… — continuei, tentando deixar a voz o mais provocante possível.
—Para, pelo amor, eu te imploro.
—Mas o que que cê tem? — perguntei me fazendo de besta.
—Afff, tô muito tarada, você me deixou muito tarada e não aguento mais com as bolinhas, não consigo apertar mais, pelo amor, deixa eu tirar elas.
Eu adorava ver ela tão tesuda. Tava com um pau duro do caralho debaixo da calça.
—E se eu deixar você tirar, o que a gente faz?
—O que você quiser, faço o que você quiser, mas deixa eu tirar. — pela primeira vez, ela tava numa posição de total submissão.
—Eu quero te foder.
—Então me fode. Me fode do jeito que você quiser. — ela tava prestes a explodir.
—Cê tá morrendo de vontade de eu te foder, né?
—Sim, por favor.
—Tira e coloca em cima da mesa — ordenei.
Ela nem pensou duas vezes. Cagou pra todo mundo ao redor, cagou se iam ver. Tava tão tarada que não ligava pra mais nada. Na minha frente, abriu as pernas, meteu a mão por baixo da minissaia e tirou as bolinhas, deixando elas em cima da mesa. As bolas escorriam e deixavam rastro na mesa. Passei meu dedo indicador pelos fluidos que tinham na mesa e levei à boca.
—Viu como cê tem um gostinho bom? Vamos foder.
Levantei com o pacote todo estufado. inchado dentro da minha calça. Era impossível disfarçar. Ela se levantou como uma mola e saiu atrás de mim. Fui em direção ao banheiro. Tanto o masculino quanto o feminino ficam num corredor sem saída, então a gente conseguiu entrar os dois pelo corredor. Espiei o masculino e, vendo que não tinha ninguém naquele momento (graças a Deus), agarrei ela pelo braço e meti ela lá dentro quase arrastando.
Entramos num banheiro e tranquei a porta. Desabotoei o cinto e abaixei o zíper, liberando minha pica dura que já começava a doer de tanto ficar presa. Apontava pro teto, tava mais grossa do que nunca e não sei como alguma veia não estourou.
— Porra. — Gemeu a Claudia ao ver.
— Vira de costas. — E na mesma hora ela virou.
Levantei a minissaia dela e deixei a bunda linda dela no ar. Ela inclinou o corpo se apoiando na porta e abriu as pernas me convidando pra foder. Coloquei minha cabecinha na entrada da buceta dela e sussurrei um "se prepara".
— ME FODE, EU TE IMPLORO!! — Ela gritou. Não me surpreenderia se tivesse dado pra ouvir no shopping inteiro.
Esfreguei minha cabecinha na buceta dela que era puro fogo e comecei a meter devagar. Centímetro por centímetro. As pernas dela começaram a tremer e a respiração a acelerar. Meti inteira e tirei no mesmo ritmo que tinha metido, suave e devagar sentindo cada dobra do vulcão dela. Quando comecei a meter pela segunda vez, ela explodiu e começou a gozar, quase como eu tinha previsto. Eu me agarrei nos peitos dela e continuei entrando e saindo devagar enquanto um orgasmo bestial percorria o corpo inteiro dela e quase formava uma piscina no banheiro. Entre gemidos e suspiros, ela tentou falar.
—Me come… ahhh… forte… me come como… ahhhh, caralho… como uma puta… por favor… ahh… me come como uma puta.
—Como uma puta, é? —falei no ouvido dela.
Apertei minha mão contra a cabeça dela, empurrando-a contra a porta, amassei o peito dela por cima da camisa o mais forte que pude e comecei a foder ela num ritmo frenético. Misturava puxões de cabelo com tapas estrondeantes na bunda que ecoavam pelo banheiro inteiro, beliscões nos peitos e tudo que me vinha na cabeça.
Como se fosse um novo sinal de Deus, quando eu tava quase gozando, ouvi alguém entrar no banheiro. Parei pra não sermos ouvidos e de quebra atrasar mais um pouco minha gozada, mas mesmo assim Claudia mexia a cintura em círculos e tentava se remexer pra frente e pra trás, buscando que o prazer dela não parasse. E isso me deixava com muito mais tesão. Peguei a juba dela e puxei pra trás, deixando o corpo dela praticamente reto, e encostando minha boca no ouvido dela, sussurrei:
—Vou gozar dentro de você e você vai sair daqui com minha porra escorrendo na sua buceta, puta. —E mordi o pescoço dela.
—Faz isso! —ela falou alto, com certeza foi ouvida por quem, alheio ao que rolava, tava mijando lá fora. Ela baixou a voz e continuou.— Sou sua puta, faz o que quiser comigo.
Reconheço que nunca pensei que ela chegaria tão rápido nesse ponto de submissão, de dizer ela mesma, toda molhada, que eu faria o que quisesse com ela, mas com certeza isso me deixava com ainda mais tesão, então voltei a mexer minha cintura devagar. Durante todo esse tempo, meu pau tinha ficado descansando dentro dela, bem duro.
Animado pela situação, continuei com meu jogo de palavras que tanto parecia excitar ela.
—E quando a gente chegar em casa, vou te amarrar de novo e vou foder essa sua bunda tão gostosa.
—Me fode forte, quero que nos ouçam e vejam que sou só sua puta.
Eu não acreditava no que tava ouvindo. Nunca imaginei que minha meiga e doce Claudia, minha princesinha de conto de fadas, fosse na verdade uma puta de tamanho calibre. Se eu soubesse disso antes, com certeza... que tivesse tratado ela assim muito antes. Naquele dia, quem tinha que mandar e decidir era eu, mas diante de um pedido desses, não ia dizer não. Voltei ao ritmo frenético e violento, e com isso vieram seus gemidos e minha vontade de gozar. Todo mundo que entrou naquele momento nos ouviu, isso é certeza. Tentei aguentar o máximo possível, mas acabei gozando como um animal dentro dela, e assim que sentiu meu sêmen dentro, a Cláudia teve outro orgasmo, ainda mais intenso que o anterior. Minha gozada foi bem generosa, tipo, não vazou pela boca por milagre. Fiquei exausto, o suor que a gente tava era épico. Parecíamos ter acabado de sair do chuveiro. Como pude, levantei a calça.
— Vamos lá pra fora, quero ver como esse pussy tá escorrendo. — falei, e ela respondeu com um sorriso.
O cara que tava lavando as mãos quando destravei a porta e saímos ficou de boca aberta, como se não acreditasse no que tava vendo. Eu só consegui rir.
Levei ela pra dar umas voltas no centro, sem rumo. Não tava afim de olhar nada e a gente já tinha comido, estávamos suados e com o cabelo uma zona, mas ter uma putinha daquelas do meu lado com o pussy cheio do meu gozo me fazia sentir realmente bem. Tipo um caçador exibindo a presa ou um toureiro sendo carregado nos ombros da praça com o rabo e as duas orelhas na mão. Vocês deviam experimentar, é realmente excitante.
— Como cê tá? — perguntei depois de um bom tempo andando.
— Então... acho que tô pingando. Dá uma olhada.
Virei e abaixei o pescoço pra olhar as pernas dela e sim, dava pra ver claramente como fios de sêmen escorriam pela parte interna das coxas, igual quando as gotas de chuva deslizam pela janela. Ficavam disfarçados porque caíam transparentes e não totalmente brancos, mas brilhavam no contraste com a pele dela.
— E se quiser que eu seja sincera... — ela começou a falar — Tô ficando... com tesão. Me excita andar assim. — terminou de dizer com um sorriso envergonhado.
Eram pouco mais de cinco da tarde e, entre o pouco que tinha dormido na noite Anterior e o dia tão agitado que eu tava tendo me deixaram realmente exausto, além disso tava começando a me estressar de tanto andar por lá, então optei por ir pra casa e terminar o dia lá.
Assim que entrei no carro no estacionamento subterrâneo, a primeira coisa que a Claudia fez foi passar as mãos pelas pernas dela, das canelas até enfiar dois dedos na buceta dela e me mostrar tudo que eu tinha colocado lá dentro e como ela tava toda melada e grudenta, com um sorriso de "jiji, olha o que você me fez, que malvado, tá com tesão? Jiji". Eu olhava bestificado, sem dúvida que minha putinha tinha ficado com vontade de mais.
A viagem de volta foi sem muitos sustos, além dos comentários esporádicos dela sobre o quão Promíscua ela tava, enfatizando a palavra Promíscua, ou sobre como ela precisava urgentemente de um bom banho por causa do suor que eu fiz ela pegar. Comentários cujo único objetivo parecia ser me deixar com tesão. Eu me mantinha alheio a eles e focava na estrada, queria chegar em casa, me jogar no sofá, comer chocolate, e depois arrebentar o cu dela. E mais ou menos isso teria acontecido se eu não tivesse apagado no sofá assim que me deitei nele. Me deitei, a Claudia foi tomar banho, fechei os olhos e com um copo d'água na mão, dormi.
O despertar não poderia ter sido melhor. Senti um formigamento pelo corpo todo, abri os olhos e o que encontrei foi como estar no paraíso. De joelhos na minha frente, a Claudia estava vestida só com uma camisola branca semi-transparente e uns sapatos pretos de salto de 4 centímetros, e meu pau duro na boca dela. Essa safada sabia o que eu realmente gostava.
— Acorda, dorminhoco, você ainda tem que me amarrar e me comer pelo cu como me disse antes. — Ela lembrou com um sorriso safado.
Já disse que essa rabuda superou todas as minhas expectativas? Não sabia mais o que esperar dela. Deixei ela me chupar um pouco, em parte porque adorava como ela fazia, e em parte porque ainda não tava Acordo de vez. Assim que acordei, peguei no rosto dela, tirei a boca dela do meu pau e falei com carinho:
— Quem te deu permissão pra chupar ele? Eu pedi, por acaso? Vai pro quarto, tira a camisola e se amarra igual fez de manhã, que agora vou te dar seu castigo de menina má.
Com uma cara de puta do caralho e sem falar nada, ela levantou, tirou a camisola jogando em cima de mim e foi pro quarto.
Dei um tempo pra ela se amarrar, caso tivesse dificuldade. Nesse tempo, fui beber água e me preparar pra batalha. Lubrificante, um vibrador rosa de uns 14 ou 15 centímetros e uma vontade fudida de arrebentar ela com ele.
Não que fosse a primeira vez que eu ia fazer isso — a gente já tinha tentado antes, mas ela nunca gostava. Sempre dizia que doía, que não aguentava, e no fim a gente tinha que parar pra ela descansar, e aquilo era tudo menos excitante, então a gente acabava partindo pro tradicional e eu tinha que desistir da ideia de arrebentar ela de vez.
Curiosamente, agora era ela quem tava oferecendo, e ainda era capaz de se amarrar e ficar de quatro pra eu destruir ela. Já tava na dúvida se ela tinha entrado tanto no papel só pra eu perdoar ela, ou se sempre teve essa puta interior reprimida que eu não conhecia e tava começando a descobrir agora. Tava mais inclinado pra segunda opção, mas fosse o que fosse, o comportamento dela tinha mudado o pensamento com que eu tinha ido dormir na noite anterior. E, embora eu tivesse certeza de que nunca ia perdoar o que ela fez, minha ideia de vazar e sumir pra sempre começava a mudar pra ideia de vazar, mas manter ela como minha puta, dando a vaga esperança de que um dia eu pudesse voltar pra ela.
Naquela noite eu ia decidir, pensei. Agora, ia pro que importava.
Entrei no quarto e, exatamente como esperava, lá estava Claudia me esperando. Ela tinha dado um jeito de amarrar as mãos com as algemas na cabeceira da cama e me mostrava de frente a sua buceta linda e Rabinho empinado de quatro, de salto alto.
—Não castiga muito a sua putinha, hein? —falei assim que entrei.
—Te acordei porque você disse que queria fazer isso comigo. Fui boazinha, não fui?
—Mesmo com a cara dela mostrando que tava morrendo de vontade de levar uma surra de piroca e palmada.
—Dá pra ser puta, e depois tem você, né? —falei dando risada. Cheguei perto e sentei na cama.
—Que rabão você tem, e nunca me deixou comer ele direito até hoje… —peguei minha rola dura e grande e bati umas palmadas com ela na bunda dela. —Olha como seu rabo me deixa doido.
—É que quando você fica assim… já sabe que não entra!
—Hoje vai entrar. —Tava louco pra meter logo.
Apontei minha rola pra buceta dela e fiquei esfregando a cabecinha nela, só o suficiente pra sentir o calor e arrancar um primeiro gemido. Mirei no buraquinho redondo de cima e fiz menção de apertar. Tava tão fechadinho e apertado que estar ali dentro ia ser maravilhoso.
Meti dois dedos de uma vez na buceta dela e cuspi bem no meio do rabo dela. Comecei a mexer os dedos lá dentro e com a língua espalhei minha saliva em volta do buraquinho anal rosado e cobiçado dela. Estiquei o dedão e comecei a massagear devagar. Cuspi de novo. Massageava com o dedão e cuspia, uma vez atrás da outra, enquanto meus outros dois dedos se mexiam sozinhos dentro da buceta dela. Tentei enfiar o dedo, mas não consegui, tava fechada demais.
Tirei os dedos da buceta dela e passei pro cu pra dilatar com os próprios fluidos dela. Aproveitei pra passar a língua de novo, mas dessa vez começando pelo clitóris e terminando no cu dela. Com o trabalho que tava dando pra abrir a bunda dela com os dedos, meter a rola ia ser uma verdadeira odisseia.
Com muito esforço, consegui enfiar meu dedo indicador. Tirei ele e fui pegar o lubrificante. Deixei cair um jato no buraco dela e passei o resto nas minhas mãos. Assim ficou bem mais fácil. Enfiava um dedo e tentava colocar o segundo enquanto, com a outra mão, acariciava o clitóris dela pra manter o tesão, e dava umas palmadas de vez em quando, misturando com gritos tipo "Como você é gostosa, adoro que você seja minha puta" ou "Já vai ver como vai ser bom quando você gozar com meu pau no seu cu" e por aí vai.
Tava cansando de tanto dilatar com as mãos e ter meu pau apontando pro céu sem tampar nenhum buraco, então, com a vontade que eu tava, parei de brincadeira e apontei meu falo pra entrada traseira dela. Agarrei as nádegas dela com as mãos e abri o máximo que pude, e empurrei com força. Ela gritou enquanto, na base da força, minha cabecinha abria caminho pelas entranhas dela. A pressão era brutal, achei que ia explodir.
Passei lubrificante no meu pau inteiro e continuei empurrando, mas a Claudia continuava gritando e o tesão dela parecia estar indo embora, então desci minha mão da nádega pra buceta dela e comecei a enfiar um dedo. Isso pareceu relaxar ela, e eu aproveitava pra ir entrando nela milímetro por milímetro. Vendo que funcionava do jeito que eu tinha imaginado, tirei ele devagar e peguei o estimulador. Era rosa, uns 15 centímetros, e com ele esperava esquentar ela o suficiente pra relaxar mais o esfíncter e poder preencher os dois buracos ao mesmo tempo.
Voltei a apontar minha cabecinha pro cu dela, que já não era mais rosa e sim avermelhado, enquanto ligava o estimulador e colocava vibrando no clitóris dela. Devia estar funcionando muito bem, porque os gritos dela quando eu enfiava minha cabecinha, a parte mais difícil, começavam a se misturar com uns gemidos leves.
Na base de empurrar e lubrificar, finalmente consegui enfiar ele inteiro, algo que nunca tinha conseguido antes.
— Parabéns! Já enfiou tudo! Agora começa a melhor parte, viu como quando quer consegue? — Completei meus parabéns com um tapa bem dado.
E agora, finalmente, chegava o grande momento. Foder ela no cu. Eu tirava, deixando só a cabecinha dentro, e metia inteira de novo. Repetia esse processo tentando fazer cada vez mais rápido, o mais rápido que o cu apertado dela deixava. De repente, enfiei o consolo inteiro na buceta dela e tentei encaixar sem cair. De vez em quando, tirava e metia de novo no mesmo ritmo que eu tava comendo ela por trás. Já fazia um tempo que ela tinha parado de gritar pra só gemer, o prazer dela tava vencendo a dor que eu tava causando. A sensação era maravilhosa.
— Cê gosta de levar no cu, hein? E todo esse tempo que você não me deixou, hein? Agora vou arrebentar esse cu até gozar dentro. — Minha gozada tava chegando.
E a dela também. Sempre percebia quando ela gozava porque as pernas tremiam e ela gemia que parecia que ia se afogar, e tava prestes a acontecer. Acelerei as metidas e as pernas e joelhos dela cederam, ela ficou totalmente de bruços na cama, me deixando na posição perfeita pra finalizar. Apoiado nas costas dela, metia num ritmo bestial. Ela gozou. Do jeito que eu conhecia ela, diria que o orgasmo foi monstruoso, o que me levou ao meu. Enfiei as mãos por baixo do corpo dela, agarrando os peitos dela com os mamilos tão duros que podiam riscar o vidro da janela, e gozei no cu dela. Com certeza a gozada mais intensa da minha vida.
Fiquei deitado em cima dela sem soltar os peitos dela e sem tirar meu instrumento de dentro, deixando ele amolecer lá dentro. Os dois estavam exaustos.
— Se for me comer assim sempre, essa bunda é sua.
— Essa bunda é minha, e você é minha puta?
— Sou sua puta.
Um momento chave na minha vida tava chegando. Ficava ali fazendo dela minha puta ou ia embora pra nunca mais voltar?

Foi o momento em que minha vida mudou. Pra uns vai ser pra pior, pra outros pra melhor, não sei, mas mudou radicalmente. Minha cabeça estável se encheu de raiva, de ódio, de tesão em foder, especialmente com ela e com o gênero feminino também um pouco. Algo despertou dentro de mim. Mas tudo isso veio depois.Depois porque no primeiro dia eu não acreditava, não acreditava que ela tinha me traído na nossa relação idílica. Era daquelas relações de conto de fadas, de filme da Globo domingo à tarde, daquelas tão românticas e quase perfeitas que nem a música mais melosa do meloso do Fábio Júnior conseguiria descrever. Depois disso vieram os momentos dos porquês. Por que ela fez isso? Por que comigo? Por que tudo? E os momentos de abatimento, de ficar largado no sofá olhando pro teto a tarde inteira. Eu era um zumbi.
Ela chorava e implorava meu perdão vinte e quatro horas por dia e eu não conseguia nem olhar na cara dela. À noite dormia no quarto vago. O recomendável teria sido pegar a mala e vazar, mas ainda tínhamos dois meses de aluguel juntos… e bom, pra que mentir, numa cidade que não era a minha, onde mal conhecia gente, eu tinha construído minha vida em torno dela e não tinha culhão pra quebrar tudo e cair fora. Eu precisava simplesmente saber que ela tava ali. Era viciado nela e era igual um noia quando precisa da picada de heroína. Precisava ter ela por perto, mesmo que fosse só pra xingar. Tava ferrado pra caralho, não conseguia nem ficar duro. Não sei se fiquei duas semanas inteiras sem acordar com a barraca armada, um recorde pra mim.
Mas aquela ereção matinal depois de "tanto tempo" acho que foi o que acendeu o pavio e marcou meu ponto de virada. Dá pra dizer que eu tinha evitado ela pela casa durante essas duas semanas, evitado principalmente o contato físico, a última coisa que eu queria era um abraço falso dela. E como eu disse, tava totalmente assexuado, sem libido. Até aquele dia. Sair do quarto e vê-la andando pela casa como sempre fazia, de calcinha e camiseta, me deixou alterado. Acho que meus olhos estavam injetados de sangue e na minha mente só passavam quatro letras: P-U-T-A. Eu precisava fazer alguma coisa. Tinha que me vingar e fazê-la saber do sofrimento que ela me causou. Tinha que afundá-la na miséria como ela fez comigo e depois fazê-la se revirar nela.
Meu desejo sexual aumentava junto com minha vontade de foder ela. Não nego que teve vezes que eu queria agarrar ela e enfiar ela contra a geladeira na violência, mas me segurava porque também não queria dar a ela o prazer de saber que eu ainda a desejava sexualmente, mesmo que na minha cabeça não parasse de girar a pergunta se eu deveria fazer isso e saciar meus instintos ou não. Os dias passavam e meu desejo crescia, e uma frase batia na minha cabeça: "Ela tem que saber que é uma slut." Eu repetia isso constantemente e ficava pensando, como posso fazer ela sentir isso? Tinha que dar um jeito de fazer ela sentir, e claro, queria que ela soubesse das minhas intenções, aceitasse que eu pretendia mostrar isso pra ela e finalmente que ela acabasse reconhecendo pra mim. Não ia ser fácil, mas eu ia conseguir.
Ela tem olhos pretos, lábios carnudos e cabelo liso castanho até o meio das costas. O corpo dela era de modelo, pernas longas e uma bunda empinada linda. Os peitos dela eram redondinhos e firmes, não eram muito grandes, mas já bastavam pra mim, e os biquinhos eram um verdadeiro manjar. Resumindo, era uma gostosa.
— Quero fazer o que eu quiser com você por um dia. —
Era a melhor coisa que tinha me ocorrido. Pensei em pegar alguma amiga dela e contar pra ela, ou melhor ainda, fazer com que ela nos pegasse sem querer querendo, ou até pegar a irmã dela, mas em pouco mais de um mês que eu ia ficar lá, sabia que as chances de sucesso com alguma amiga dela eram mínimas e que com a irmã dela não passava da fantasia típica de quem tem uma cunhada tesuda e sonha em comer ela. Um trio com as duas.
Eu tinha ela sentada na cozinha na minha frente e ela me olhava com os olhos arregalados, depois de várias semanas sem quase dirigir a palavra a ela da minha parte e responder com monossílabos quando ela falava comigo, ela estava atônita.
— Não entendo, você diz o que quiser?
— É isso aí, o que eu quiser. Ou seja, fazer o que der na telha, e se eu mandar alguma coisa, você obedece… — Tentei falar com a expressão mais fria possível.
— Porra, o que você vai mandar…
— Dano físico não vou te causar, hein.
— Já sei, mas porra, isso que você diz… sei lá… e assim você me perdoaria?
— Pois não sei. — Na verdade, eu sabia, NÃO!! Mas tinha que deixar aquele fio de esperança pra ela.
— Ou seja, você não sabe…
— Não, é que agora, sei lá, te vejo como… ou o que me inspira é fazer isso com você, como se fosse… uma slut. — Foi a primeira vez que a chamei assim desde que nos conhecemos, há três anos. Claro que já tinha chamado muitas vezes enquanto a gente transava, ou ela tinha me chamado assim, mas sempre com a preposição ‘minha’ na frente e nunca desse jeito tão frio enquanto eu preparava um copo de porra, com certeza.
E eu percebo porque os olhos já arregalados dela se abriram mais ao ouvir aquela palavra e quase saltaram das órbitas.
— Leva como se você fosse minha submissa. — Me apressei a dizer, vendo que se esperasse ela falar alguma coisa, eu ainda estaria sentado ali.
— É… só um dia?
— Mmmm. — Essa pergunta me pegou desprevenido, será que ela aceitaria ser daqui pra frente? — A gente vê…
— Vê o quê… Porra… É que… E o que você quer que a gente faça? Ou que faça comigo? Vamos ver o que você manda… — A cara dela era uma mistura de incredulidade, raiva, desespero e, o mais importante pra mim, a sensação de que ou ela fazia ou me perdia. A última frase dela parecia uma aceitação implícita.
— Bom, isso você vai ver se aceitar. Sim ou não?
— Não posso pensar nisso ou o quê? Não tenho outra escolha, né? Tenho que pensar…
— Você tem o que resta do dia, à meia-noite você me diz. — Levantei, deixando o copo vazio na pia, e saí da cozinha. — Vou nessa. no gym, até mais.
- Quando voltei horas depois, ela estava na cozinha fazendo o jantar. Antes a gente se revezava na hora de cozinhar ou até fazia junto, mas desde que aconteceu o que aconteceu, ela fazia todas as refeições e, às vezes, até o café da manhã. Acho que tentando se passar por boazinha, como se isso fosse servir pra alguma coisa.
- E aí, como cê tá? - Quebrei o gelo.
- Olha, por você eu faria… - Ela começou acelerada. - Mas também… É que eu não sei o que você me faria fazer e não sei, por que você quer fazer assim também?
- Por quê? Bem, é uma questão de… você ser minha putinha, se submeter a mim. Se entregar completamente pra mim. Digamos que eu quero que você lembre pra sempre… que você foi minha putinha.
- Tá…
- Olha, eu poderia pegar outra por vingança, mas isso não me anima muito, é mais o que eu tô falando. Você me fodeu, mas fodeu bonito, então sinto que agora você me deve isso…
- Se isso te fizer sentir melhor… Você sabe que por você eu faço qualquer coisa. - Ela disse com lágrimas nos olhos, tava aceitando. - Como a gente começa? Ou quando? Já?
- Fica tranquila, vou te falar porque preciso preparar tudo, ok? - Na verdade, mais do que preparar, eu precisava pensar em que pussy eu ia fazer, porque ainda não tinha planejado nada. Só sabia que não cabia em mim de alegria. Assim que consegui a aceitação dela, parei de dar atenção, nem sei o que ela respondeu, coloquei no piloto automático e deixei ela responder por mim enquanto minha mente bolava o plano.
O que eu tinha mais claro era que, assim que fizesse aquilo, vazaria dali. Não ia passar nem mais um dia com ela, voltava pra minha cidade e pronto, mesmo que isso significasse pagar um mês inteiro de aluguel que eu praticamente não ia usar.
Nos dias seguintes, ela ficou na expectativa, esperando eu dar o passo. E a verdade é que ver ela assim, ligada no que eu fazia, cheia de dúvidas sobre quando, como e o que ia ser… me deixava bem excitado. Decidi que seria numa sexta-feira o dia escolhido, porque era o dia que nós dois estávamos livres e assim eu teria ela o dia inteiro à minha disposição. Na quinta-feira, no fim da tarde/início da noite, eu tava realmente excitado. Tinham passado uns cinco ou seis dias, não lembro exatamente, e embora não tivesse grandes planos, sabia que ia me divertir pra caralho.
Esperei ansioso até meia-noite daquela noite. Lembro perfeitamente como a gente tava na salinha, ela deitada em posição fetal no sofá vendo qualquer merda na TV e eu disfarçando, sentado com o notebook no colho, fingindo que tava fazendo alguma coisa, mas só olhando os minutos passarem no relógio da tela. Quando chegou a hora, fechei a tampa do notebook com força (não sei como não quebrei), levantei, larguei ele onde tava sentado e fui na direção dela. Me abaixei na altura do rosto dela, segurei firme a mandíbula dela pra ela não conseguir mexer a cabeça e, olhando nos olhos dela, falei:
— A partir de agora, até amanhã à meia-noite, você é minha puta. Tira a calcinha fio dental. — Eu tinha repetido essa frase mentalmente umas mil e quinhentas vezes. — Nada de roupa íntima, entendeu?
Não sei se era por causa da minha vontade, mas assim que falei, vi a excitação nos olhos dela.
— Tiro a calcinha fio dental, né? — ela perguntou, e eu assenti com a cabeça. Que pergunta mais idiota. Ela se levantou até ficar sentada no sofá e, fazendo força com as costas contra o sofá e levantando as pernas e a bunda, tirou a calça do pijama. Largou no chão e, na mesma posição, exatamente como eu tinha mandado, tirou a calcinha fio dental preta que tava usando. Eu mesmo peguei da mão dela e observei enquanto ela abaixava as pernas e ficou com elas abertas, mostrando a buceta depilada. Com um tom safado, ela perguntou:
— O que eu faço agora?
Parecia que ela tava gostando!! E vendo como ela tava, e o tempo que eu tava sem meter, aconteceu o óbvio: eu tava com um volume considerável debaixo da minha calça de moletom de ficar em casa. Não consegui evitar e mandei ela me chupar.
— E nem pense em usar as mãos. — falei.
E sem pensar duas vezes, ela agarrou minha calça junto com a cueca e puxou. abaixo de uma vez, liberando meu pau semi-duro e minhas bolas. Menos ainda pensou antes de enfiar na boca, me olhando com cara de putinha.
Seguindo minha ordem de não usar as mãos, ela esticou os braços ao meu redor para, de alguma forma, se agarrar na minha bunda e ter um ponto de apoio no balanço da cabeça dela. Nem preciso dizer que em questão de segundos eu tava com o pau mais duro do que nunca. Queria apagar aquela cara de putinha que ela tava fazendo, então agarrei a cabeça dela com as duas mãos e comecei a mexer os quadris devagar, até que fui me alterando e comecei a mexer a cabeça dela com as mãos também.Dos primeiros movimentos suaves, rapidamente passei a movimentos bruscos e fortes, mais do que agarrar a cabeça dela, eu puxava o cabelo. Tava fodendo a boca dela com toda a minha força e pouco me importava se quase não deixava ela respirar e os engasgos que eu ouvia de vez em quando. As mãos dela já não faziam força pra enfiar mais fundo, mas sim apoiadas no meu púbis tentando tirar da boca pra poder respirar, coisa que obviamente não conseguia porque na força era impossível me vencer.
Reconheço que não aguentei muito, tava fora de mim e com um tesão do caralho, então no momento que senti que ia gozar, não tentei segurar e simplesmente empurrei a cabeça dela na minha direção, enfiando o mais fundo que podia, e segurei bem firme pra ela não se mexer. Saiu meu primeiro jato, o mais forte, que foi direto pro estômago porque minha cabeça tava praticamente na garganta dela.
Conforme os outros jatos de porra saíam, minha força parecia ir junto com eles e praticamente soltei a cabeça dela, que aproveitou pra tirar da boca, puxando o ar como se estivesse morrendo e engasgando com minha gozada na garganta, o que fez cair quase tudo da boca dela, espalhando na própria camiseta e nas pernas nuas. Aquela imagem dela me olhando, respirando ofegante, despenteada e com minha porra toda espalhada pelo corpo era tão gostosa que tirei uma foto mental que ainda tenho na memória e diretamente subi minhas calças e cueca de uma vez, exatamente como Ela tinha baixado eles pra mim.
— Muito bem feito. Agora dormir, que amanhã vai ser um dia bem longo. Até amanhã, putinha. — falei com um sorriso.
E peguei o caminho pro meu quarto, claro, com a calcinha dela na mão. Assim que ela dormisse, eu ia catar todas as tangas dela e jogar no lixo. Não gastei minha grana nelas pra outro vir e tirar, isso eu tinha bem claro. E foi o que fiz. Não deixei nem uma calcinha triste.
Me enfiei na cama, mas quase não dormi. Quando uma ideia me ronda a cabeça, mesmo morto de cansaço, não consigo pegar no sono. Toda hora pegava o celular pra ver as horas, e quanto mais tarde ficava, mais me desesperava por não dormir e com medo de que a Claudia acordasse antes de mim e fizesse alguma merda sem minha permissão. Mandei um WhatsApp: “Proibido sair do seu quarto até eu ir.” Ela não respondeu, mas obedeceu. No dia seguinte, quando acordei, ela ainda tava no quarto dela. Enfiei a cabeça pela porta entreaberta pra dar bom dia e fechei a porta pra ir pegar o café.
Voltei pro quarto com uma tigela de leite com biscoitos e uma gravata preta na mão. Encontrei ela sentada na cama de pernas cruzadas, com a mesma roupa de ontem: a parte de cima do pijama vestida e nada por baixo. A visão da buceta dela tava perfeita. Apoiei a comida na escrivaninha, peguei a gravata firme com as duas mãos, uma em cada ponta, e estiquei enquanto me aproximava dela. Nisso, ela me interrompeu:
— Posso ir no banheiro? Tô morrendo de vontade de mijar!
Não tinha pensado nisso... Enfim, o que eu ia fazer... — Você tem 30 segundos pra ir e voltar. — falei com resignação, e ela saiu voando pro banheiro.
Tão rápido quanto foi, voltou e, num pulo, se ajoelhou na cama esperando minha ação. Qualquer um diria que ela tava mais ansiosa que eu. Eu tinha certeza de como começar: me protegendo.
Coloquei a gravata em volta da cabeça dela e vendi os olhos. Dei um nó bem apertado pra garantir. que não ia soltar e fingiu que ia bater no rosto dela pra ver se não enxergava nada. Tudo perfeito. Tirei o celular do bolso enquanto abaixava as calças e, tentando um tom carinhoso, falei:
— Seu café da manhã tá pronto.
Ela não era burra, porque entendeu minhas intenções na hora. Esticou a mão procurando meu pau e, assim que encontrou, encostou a cabeça nele. Ainda mole, começou a beijar enquanto batia uma com a mão. Uns quatro ou cinco beijos e enfiou na boca. Sei que ela adorava sentir ele crescendo na boca dela, dizia que isso a excitava, sentir que era capaz de me deixar duro só com a boca. Pra ser sincero, ela mandava bem, digamos que a técnica melhorou pra caralho nesses três anos e não demorava muito pra me deixar duro assim que começava a chupar.
Dessa vez não foi diferente e rapidinho tava duro igual pedra. Era o momento perfeito pra apertar o Rec e começar a gravar. Se um dia aquela puta ousasse me sacanear de novo, falar alguma merda ou simplesmente encher meu saco, eu teria um vídeo pra calar a boca dela e deixar ela quietinha.
— Muito bem, Cláudia. — Esse era o nome dela. — Tá mandando bem, continua, não para... Gosta de chupar ele, hein?.... Me responde, cê gosta?
— Shhhhsim. — Só tirou da boca pra falar isso e já engoliu de novo.
— Bufffffgf, e é toda uma expert, hein?... — Coloquei a mão na cabeça dela, acariciando. — E sabe o que você é hoje, né?
Dessa vez nem tirou da boca, só balançou a cabeça.
— Então me fala, o que cê é?
— Sua puta. — E continuou no que tava, comendo o café da manhã inteiro.
— Pô, então cê é minha puta e gosta de chupar ele, hein... Porra, e isso te excita? Isso te deixa com tesão?
Eu perguntava e ela só confirmava com a cabeça e fazia sons de aprovação. Tipo quando você fala "sim" de boca fechada. Não percebi na hora, mas revendo o vídeo depois, vi como ela levava a mão direita (ela era canhota e com ela me machucava) a buceta dela e começava a se tocar. Inacreditável.
– E me diz – continuei – O que vai rolar hoje? Posso fazer o que quiser com você? Você vai fazer tudo o que eu mandar?
– Sim, porra!! – Ela gritou, tirando ele da boca pra dar umas lambidas de baixo pra cima e cuspir antes de meter ele inteiro de novo. Meu pau tava todo coberto pela baba dela, escorrendo.
– E por quê? – perguntei.
– Porque sou sua putinha!! – Ela tava fora de si, a mão direita dela era uma batedeira na buceta e ela devorava meu pau como se não comesse há um mês.
Com aquilo já bastava. Apertei o Stop na câmera do meu Samsung e, com todo cuidado, guardei ele de volta no bolso sem ela perceber. Quatro minutos de vídeo dela me chupando e se assumindo minha putinha, e que aquilo excitava ela. Nunca pensei que ela ia gostar tanto, então ia aproveitar disso.
– Já chega. – Tirei o pau da boca dela. – Tira a roupa e fica de quatro. – ordenei.
Na real, ela só precisava tirar a camiseta do pijama. Cuidado pra gravata não cair dos olhos quando ela tirou, ela virou e ficou de quatro, empinando a raba. Aquele momento era tão perfeito que decidi imortalizar e tirei umas fotos de vários ângulos.
Coloquei ela na cama de um jeito que as mãos dela ficaram apoiadas no travesseiro, tudo acompanhado de beliscões, tapas na bunda e apalpadas no corpo todo. Mandei ela não se mexer e fui pro meu quarto pegar umas algemas que tinha comprado dias antes num Sex-shop. Ela não se mexeu. Coloquei uma mão dela nas algemas, passei por uma das barras de ferro da cabeceira da cama e prendi a outra mão. Agora sim, era minha, amarrada na cabeceira da cama. Ela tinha que abaixar os braços e apoiar a cabeça no travesseiro também pra não cansar, e por causa dessa posição, a bunda ficava ainda mais empinada. Umas últimas fotos e, de repente, enfiei um dedo na buceta dela, que parecia um oceano de tão molhada.
– O que cê sente sabendo que vai ser minha durante o dia inteiro? – falei bem alto no ouvido dela enquanto mexia o dedo lá dentro.
– Que eu preciso que você me foda – respondeu com um tom de súplica.
– Ainda não. – tirei o dedo e desamarrei a gravata da cabeça dela.
Esperei ela recuperar a visão pra me levantar do lado dela, mostrar a chave das algemas e jogar ela no pátio do condomínio que dava pra janela do quarto. A cara dela era um poema. Era uma cara de puro terror. Claro que as algemas vinham com duas chaves, mas a Claudia não sabia disso. Sentei na mesa do escritório e comecei a tomar meu café com bolachas de costas pra ela.
– Cê é maluca? Que porra cê tá fazendo, pirou de vez ou o quê? – gritava possessa.
Nunca tinha aproveitado tanto um café da manhã como aquele. Tava tomando com mais calma do que nunca, e olha que o café tinha esfriado, e eu odeio isso, mas pra ver ela daquele jeito, tava pouco me lixando. Eu partia um pedaço de bolacha, jogava na xícara, molhava e comia devagar enquanto ela continuava com os gritos e xingamentos. Seguiu e seguiu até que a voz estridente dela começou a me dar dor de cabeça, então resolvi ir até a cozinha e voltar com um pedaço de fita isolante. A cara dela foi indescritível quando me viu entrar no quarto com a fita na mão. Começou a espernear e se debater, mas foi em vão, me joguei em cima dela e ela ficou imobilizada, e mesmo tentando me dar chutes, não alcançava. A idiota enfiava a cara no travesseiro sem perceber que se continuasse daquele jeito, ia ser pior, porque não me deixava outra opção senão pegar ela pelo cabelo com uma mão, puxar pra cima e colocar a fita com a outra. Nos olhos dela, só ódio puro.
Com a boca fechada e sem gritos, me levantei, dei um tapa forte na bunda dela e fui tomar banho e me barbear, não sem antes avisar que era melhor não pensar em se mexer ou tentar fazer merda nenhuma. Ela não podia fazer nada, mas por via das dúvidas, melhor não tentar.
Voltei depois de um tempo com uma toalha amarrada na cintura e a segunda chave das algemas na mão. Obviamente não tinha se mexido, continuava completamente deitada e como já não conseguia mais gritar, soluçava. As lágrimas escorriam pela sua buceta e os olhos estavam vermelhos e marejados.
Me aproximei e sentei na cama na altura da cabeça dela. Ela me olhava com olhos de cordeiro indefeso, com os olhos da puta do Shreck. Acariciei seu cabelo, abri a mão para mostrar a chave e falei baixinho, com a voz mais calorosa possível:
— Sabe que isso eu faço pelos dois. — Não sei como não soltei uma gargalhada.
Tinha que manter nela a ideia de que eu fazia aquilo por nós dois, pra que em momento algum ela tentasse se rebelar e o jogo acabasse, vocês já sabem como é essa história do chicote e da cenoura. Combinar o castigo com a possível recompensa (mesmo que falsa nesse caso) pra reforçar a motivação dela pra fazer isso. A motivação dela pra ser minha puta.
Tirei a toalha e me deitei por cima dela. Comecei a dar beijinhos no pescoço dela e, ao sentir a bunda dela no meu pau, com o tesão que tava da broxada que ela tinha me dado antes, fiquei duro quase na hora. Meus lábios foram descendo pelas costas dela devagar, dando beijinhos. Os soluços dela já não se ouviam mais, ela não fazia nenhum som, só se ouvia meus lábios beijando a pele dela.
Quando cheguei no começo da bunda dela, involuntariamente, acho eu, ela levantou os quadris pra me oferecer a bunda e a buceta numa posição melhor. Me levantei de joelhos e coloquei ela de novo de quatro. Peguei uma nádega com cada mão e abri o máximo que dava. Cuspi no cu dela e vi a saliva escorrendo pelo corpo dela, desde o furinho apertado do cu até a buceta linda dela, que já tava começando a ficar molhada. Aproximei meu rosto dela e dei um beijo. Cheirava a sexo.
Dei duas lambidas bem devagar, ouvi um gemido abafado contra a fita isolante na boca dela, me levantei e enfiei de uma vez. Um gemido mais forte bateu contra a boca fechada dela, a cabeça dela se ergueu e as costas dela... Ela se arqueou. Fiquei uns segundos dentro dela antes de tirar e meter de novo com força. Ela reagiu do mesmo jeito de novo, fiz uma terceira vez e uma quarta. Dei um tapa nela enquanto pegava no cabelo dela e puxava. Assim comecei a foder ela.
Notei que o orgasmo dela tava chegando, e o meu também, então mordendo os punhos porque não queria nada mais do que gozar dentro dela, tirei e parei. Tinha outros planos e não queria gozar tão cedo. — Vou te soltar, mas você vai se comportar, vai sim?
Ela concordou com a cabeça. Parece que a ansiedade pelo orgasmo passou só de ouvir que ia ser solta. Talvez tenha sido um pequeno orgasmo pra ela só de ser solta. Levantei e fui me vestir. 30 segundos pra vestir uma jeans, uma camiseta e um tênis. Abri o guarda-roupa dela e peguei uma minissaia preta com uma blusa branca e um sutiã preto. Fui pro meu quarto e voltei com umas bolas chinesas escondidas, que coloquei na bolsa dela sem ela ver. Já com tudo pronto, tirei a fita da boca dela com cuidado e soltei as algemas.
— Veste isso, vai. E já sabe, nada de roupa por baixo da saia. — Também não tinha, tava tudo no lixo.
— Posso pelo menos tomar um banho? Tô suada e nojenta…
Vendo que ainda era meio da manhã, dei o ok, a gente tinha tempo de sobra, mas fiquei vigiando ela o tempo todo. Como toda mulher, demorou pra tomar banho e secar o cabelo, tempo que passei acordado por milagre. Depois de 45 minutos longos, ela tava vestida e pronta pra sair.
Minha ideia era ir num shopping grande perto, dar uma volta e comer lá. E fazer ela sofrer um pouquinho de quebra. Sexta-feira meio-dia, nem vazio como terça de manhã nem lotado como sábado à tarde, perfeito.
A gente caminhava sem se tocar e quase sem falar. Eu não tinha necessidade de dizer nada pra ela, e ela de vez em quando soltava algum comentário tentando quebrar o gelo, que eu cortava com um monossílabo seco. Não tava a fim de ouvi-la, só seguir com o meu plano, então assim que deu uma da tarde, decidi que era hora de comer e fui pro McDonald's do shopping com ela me seguindo.
Sem muita fome, pedi meu hambúrguer com Coca-Cola grande e sentei numa mesa de 4 lugares encostada. a uma enorme janela de vidro de onde se via metade da cidade. Cláudia pediu o dela e num piscar de olhos já tinha comido tudo. Lógico, além da minha pica, não tinha comido nada desde a noite anterior. Enquanto eu comia devagar, ela começou a falar. A relembrar aqueles primeiros encontros em que a gente vinha comer nesse mesmo shopping, aqueles momentos bonitos que a gente tinha passado… e todas aquelas mentiras tentando amolecer um coração que bombeava ódio a cada palavra que saía da boca dela. Eu aguentava calado até que, depois de um bom tempo de besteiras, cortei ela com um:
— Como é que tá a sua buceta? — Ela calou a boca na hora. — Porque vou te foder agora e quero ela bem molhada. — Falei com uma voz fria e sem piscar.
— Tá… normal… — Gaguejou. Ficou sem palavras.
— Vai lá, enfia um dedo e me mostra.
— Mas o que você tá dizendo?? — Ficou vermelha de repente e a voz tremia.
— Enfia um dedo e me mostra, é fácil pra você, tá sem calcinha nem nada… — Pisquei um olho pra ela.
— Porra, mas como vou fazer isso aqui, na frente de todo mundo…
— Faz. Ninguém tá olhando, então faz. Enfia um dedo e me dá pra provar, quero ver como você tá. — Quando terminei a frase, ela já tinha as mãos apoiadas nos joelhos. Conhecendo ela como eu conhecia e vendo a cara dela, eu intuía que ela já tava começando a escorrer que nem uma louca.
E eu não tava errado. Ela se virou pra janela, dando as costas pras outras mesas, e arrastou a mão rapidamente subindo pela coxa até a buceta, com as pernas levemente abertas. Rápido, tirou o dedo e voltou pra posição inicial na minha frente, deixando as mãos em cima da mesa. O dedo mais longo dela brilhava, não tinha dúvida que ela tinha ficado com tesão e a buceta dela já tava começando a escorrer. Peguei a mão esquerda dela com a minha direita, levantei e levei o dedo dela até minha boca. Tinha um gosto delicioso. Saboreei com paixão enquanto ela mordia o lábio.
— Você vai abrir a bolsa, pegar as bolinhas chinesas que você tem, ir pro banheiro e voltar com elas dentro, entendeu? —Sim… — respondi quase sussurrando, como se estivesse prestes a gemer.
—Vai logo. — soltei a mão dela, e ela, desesperada, abriu a bolsa procurando as bolinhas, pegou e saiu correndo pro banheiro.
Em três minutos tava de volta, num passo apressado, quase correndo até sentar de uma vez. Com um sorriso, perguntei o que tinha acontecido.
—É que tenho que ficar apertando a buceta pra não cair. E como ainda não tô de calcinha…
—E como cê tá? Tá com vontade de pau?
Ela suspirou.
—Quer que eu faça aqui mesmo? — continuei perguntando enquanto ela suspirava mais forte e mordia o lábio. — Sabe que agora mesmo tô com ele durão, apertado contra a calça, imagina como deve estar…
—Para, pelo amor — ela implorou.
—Imagina ele entrando e saindo de você, com essa carinha de safada que cê tem, cê goza na hora que sentir ele… — continuei, tentando deixar a voz o mais provocante possível.
—Para, pelo amor, eu te imploro.
—Mas o que que cê tem? — perguntei me fazendo de besta.
—Afff, tô muito tarada, você me deixou muito tarada e não aguento mais com as bolinhas, não consigo apertar mais, pelo amor, deixa eu tirar elas.
Eu adorava ver ela tão tesuda. Tava com um pau duro do caralho debaixo da calça.
—E se eu deixar você tirar, o que a gente faz?
—O que você quiser, faço o que você quiser, mas deixa eu tirar. — pela primeira vez, ela tava numa posição de total submissão.
—Eu quero te foder.
—Então me fode. Me fode do jeito que você quiser. — ela tava prestes a explodir.
—Cê tá morrendo de vontade de eu te foder, né?
—Sim, por favor.
—Tira e coloca em cima da mesa — ordenei.
Ela nem pensou duas vezes. Cagou pra todo mundo ao redor, cagou se iam ver. Tava tão tarada que não ligava pra mais nada. Na minha frente, abriu as pernas, meteu a mão por baixo da minissaia e tirou as bolinhas, deixando elas em cima da mesa. As bolas escorriam e deixavam rastro na mesa. Passei meu dedo indicador pelos fluidos que tinham na mesa e levei à boca.
—Viu como cê tem um gostinho bom? Vamos foder.
Levantei com o pacote todo estufado. inchado dentro da minha calça. Era impossível disfarçar. Ela se levantou como uma mola e saiu atrás de mim. Fui em direção ao banheiro. Tanto o masculino quanto o feminino ficam num corredor sem saída, então a gente conseguiu entrar os dois pelo corredor. Espiei o masculino e, vendo que não tinha ninguém naquele momento (graças a Deus), agarrei ela pelo braço e meti ela lá dentro quase arrastando.
Entramos num banheiro e tranquei a porta. Desabotoei o cinto e abaixei o zíper, liberando minha pica dura que já começava a doer de tanto ficar presa. Apontava pro teto, tava mais grossa do que nunca e não sei como alguma veia não estourou.
— Porra. — Gemeu a Claudia ao ver.
— Vira de costas. — E na mesma hora ela virou.
Levantei a minissaia dela e deixei a bunda linda dela no ar. Ela inclinou o corpo se apoiando na porta e abriu as pernas me convidando pra foder. Coloquei minha cabecinha na entrada da buceta dela e sussurrei um "se prepara".
— ME FODE, EU TE IMPLORO!! — Ela gritou. Não me surpreenderia se tivesse dado pra ouvir no shopping inteiro.
Esfreguei minha cabecinha na buceta dela que era puro fogo e comecei a meter devagar. Centímetro por centímetro. As pernas dela começaram a tremer e a respiração a acelerar. Meti inteira e tirei no mesmo ritmo que tinha metido, suave e devagar sentindo cada dobra do vulcão dela. Quando comecei a meter pela segunda vez, ela explodiu e começou a gozar, quase como eu tinha previsto. Eu me agarrei nos peitos dela e continuei entrando e saindo devagar enquanto um orgasmo bestial percorria o corpo inteiro dela e quase formava uma piscina no banheiro. Entre gemidos e suspiros, ela tentou falar.
—Me come… ahhh… forte… me come como… ahhhh, caralho… como uma puta… por favor… ahh… me come como uma puta. —Como uma puta, é? —falei no ouvido dela.
Apertei minha mão contra a cabeça dela, empurrando-a contra a porta, amassei o peito dela por cima da camisa o mais forte que pude e comecei a foder ela num ritmo frenético. Misturava puxões de cabelo com tapas estrondeantes na bunda que ecoavam pelo banheiro inteiro, beliscões nos peitos e tudo que me vinha na cabeça.
Como se fosse um novo sinal de Deus, quando eu tava quase gozando, ouvi alguém entrar no banheiro. Parei pra não sermos ouvidos e de quebra atrasar mais um pouco minha gozada, mas mesmo assim Claudia mexia a cintura em círculos e tentava se remexer pra frente e pra trás, buscando que o prazer dela não parasse. E isso me deixava com muito mais tesão. Peguei a juba dela e puxei pra trás, deixando o corpo dela praticamente reto, e encostando minha boca no ouvido dela, sussurrei:
—Vou gozar dentro de você e você vai sair daqui com minha porra escorrendo na sua buceta, puta. —E mordi o pescoço dela.
—Faz isso! —ela falou alto, com certeza foi ouvida por quem, alheio ao que rolava, tava mijando lá fora. Ela baixou a voz e continuou.— Sou sua puta, faz o que quiser comigo.
Reconheço que nunca pensei que ela chegaria tão rápido nesse ponto de submissão, de dizer ela mesma, toda molhada, que eu faria o que quisesse com ela, mas com certeza isso me deixava com ainda mais tesão, então voltei a mexer minha cintura devagar. Durante todo esse tempo, meu pau tinha ficado descansando dentro dela, bem duro.
Animado pela situação, continuei com meu jogo de palavras que tanto parecia excitar ela.
—E quando a gente chegar em casa, vou te amarrar de novo e vou foder essa sua bunda tão gostosa.
—Me fode forte, quero que nos ouçam e vejam que sou só sua puta.
Eu não acreditava no que tava ouvindo. Nunca imaginei que minha meiga e doce Claudia, minha princesinha de conto de fadas, fosse na verdade uma puta de tamanho calibre. Se eu soubesse disso antes, com certeza... que tivesse tratado ela assim muito antes. Naquele dia, quem tinha que mandar e decidir era eu, mas diante de um pedido desses, não ia dizer não. Voltei ao ritmo frenético e violento, e com isso vieram seus gemidos e minha vontade de gozar. Todo mundo que entrou naquele momento nos ouviu, isso é certeza. Tentei aguentar o máximo possível, mas acabei gozando como um animal dentro dela, e assim que sentiu meu sêmen dentro, a Cláudia teve outro orgasmo, ainda mais intenso que o anterior. Minha gozada foi bem generosa, tipo, não vazou pela boca por milagre. Fiquei exausto, o suor que a gente tava era épico. Parecíamos ter acabado de sair do chuveiro. Como pude, levantei a calça.
— Vamos lá pra fora, quero ver como esse pussy tá escorrendo. — falei, e ela respondeu com um sorriso.
O cara que tava lavando as mãos quando destravei a porta e saímos ficou de boca aberta, como se não acreditasse no que tava vendo. Eu só consegui rir.
Levei ela pra dar umas voltas no centro, sem rumo. Não tava afim de olhar nada e a gente já tinha comido, estávamos suados e com o cabelo uma zona, mas ter uma putinha daquelas do meu lado com o pussy cheio do meu gozo me fazia sentir realmente bem. Tipo um caçador exibindo a presa ou um toureiro sendo carregado nos ombros da praça com o rabo e as duas orelhas na mão. Vocês deviam experimentar, é realmente excitante.
— Como cê tá? — perguntei depois de um bom tempo andando.
— Então... acho que tô pingando. Dá uma olhada.
Virei e abaixei o pescoço pra olhar as pernas dela e sim, dava pra ver claramente como fios de sêmen escorriam pela parte interna das coxas, igual quando as gotas de chuva deslizam pela janela. Ficavam disfarçados porque caíam transparentes e não totalmente brancos, mas brilhavam no contraste com a pele dela.
— E se quiser que eu seja sincera... — ela começou a falar — Tô ficando... com tesão. Me excita andar assim. — terminou de dizer com um sorriso envergonhado.
Eram pouco mais de cinco da tarde e, entre o pouco que tinha dormido na noite Anterior e o dia tão agitado que eu tava tendo me deixaram realmente exausto, além disso tava começando a me estressar de tanto andar por lá, então optei por ir pra casa e terminar o dia lá.
Assim que entrei no carro no estacionamento subterrâneo, a primeira coisa que a Claudia fez foi passar as mãos pelas pernas dela, das canelas até enfiar dois dedos na buceta dela e me mostrar tudo que eu tinha colocado lá dentro e como ela tava toda melada e grudenta, com um sorriso de "jiji, olha o que você me fez, que malvado, tá com tesão? Jiji". Eu olhava bestificado, sem dúvida que minha putinha tinha ficado com vontade de mais.
A viagem de volta foi sem muitos sustos, além dos comentários esporádicos dela sobre o quão Promíscua ela tava, enfatizando a palavra Promíscua, ou sobre como ela precisava urgentemente de um bom banho por causa do suor que eu fiz ela pegar. Comentários cujo único objetivo parecia ser me deixar com tesão. Eu me mantinha alheio a eles e focava na estrada, queria chegar em casa, me jogar no sofá, comer chocolate, e depois arrebentar o cu dela. E mais ou menos isso teria acontecido se eu não tivesse apagado no sofá assim que me deitei nele. Me deitei, a Claudia foi tomar banho, fechei os olhos e com um copo d'água na mão, dormi.
O despertar não poderia ter sido melhor. Senti um formigamento pelo corpo todo, abri os olhos e o que encontrei foi como estar no paraíso. De joelhos na minha frente, a Claudia estava vestida só com uma camisola branca semi-transparente e uns sapatos pretos de salto de 4 centímetros, e meu pau duro na boca dela. Essa safada sabia o que eu realmente gostava.
— Acorda, dorminhoco, você ainda tem que me amarrar e me comer pelo cu como me disse antes. — Ela lembrou com um sorriso safado.
Já disse que essa rabuda superou todas as minhas expectativas? Não sabia mais o que esperar dela. Deixei ela me chupar um pouco, em parte porque adorava como ela fazia, e em parte porque ainda não tava Acordo de vez. Assim que acordei, peguei no rosto dela, tirei a boca dela do meu pau e falei com carinho:
— Quem te deu permissão pra chupar ele? Eu pedi, por acaso? Vai pro quarto, tira a camisola e se amarra igual fez de manhã, que agora vou te dar seu castigo de menina má.
Com uma cara de puta do caralho e sem falar nada, ela levantou, tirou a camisola jogando em cima de mim e foi pro quarto.
Dei um tempo pra ela se amarrar, caso tivesse dificuldade. Nesse tempo, fui beber água e me preparar pra batalha. Lubrificante, um vibrador rosa de uns 14 ou 15 centímetros e uma vontade fudida de arrebentar ela com ele.
Não que fosse a primeira vez que eu ia fazer isso — a gente já tinha tentado antes, mas ela nunca gostava. Sempre dizia que doía, que não aguentava, e no fim a gente tinha que parar pra ela descansar, e aquilo era tudo menos excitante, então a gente acabava partindo pro tradicional e eu tinha que desistir da ideia de arrebentar ela de vez.
Curiosamente, agora era ela quem tava oferecendo, e ainda era capaz de se amarrar e ficar de quatro pra eu destruir ela. Já tava na dúvida se ela tinha entrado tanto no papel só pra eu perdoar ela, ou se sempre teve essa puta interior reprimida que eu não conhecia e tava começando a descobrir agora. Tava mais inclinado pra segunda opção, mas fosse o que fosse, o comportamento dela tinha mudado o pensamento com que eu tinha ido dormir na noite anterior. E, embora eu tivesse certeza de que nunca ia perdoar o que ela fez, minha ideia de vazar e sumir pra sempre começava a mudar pra ideia de vazar, mas manter ela como minha puta, dando a vaga esperança de que um dia eu pudesse voltar pra ela.
Naquela noite eu ia decidir, pensei. Agora, ia pro que importava.
Entrei no quarto e, exatamente como esperava, lá estava Claudia me esperando. Ela tinha dado um jeito de amarrar as mãos com as algemas na cabeceira da cama e me mostrava de frente a sua buceta linda e Rabinho empinado de quatro, de salto alto.
—Não castiga muito a sua putinha, hein? —falei assim que entrei.
—Te acordei porque você disse que queria fazer isso comigo. Fui boazinha, não fui?
—Mesmo com a cara dela mostrando que tava morrendo de vontade de levar uma surra de piroca e palmada.
—Dá pra ser puta, e depois tem você, né? —falei dando risada. Cheguei perto e sentei na cama.
—Que rabão você tem, e nunca me deixou comer ele direito até hoje… —peguei minha rola dura e grande e bati umas palmadas com ela na bunda dela. —Olha como seu rabo me deixa doido.
—É que quando você fica assim… já sabe que não entra!
—Hoje vai entrar. —Tava louco pra meter logo.
Apontei minha rola pra buceta dela e fiquei esfregando a cabecinha nela, só o suficiente pra sentir o calor e arrancar um primeiro gemido. Mirei no buraquinho redondo de cima e fiz menção de apertar. Tava tão fechadinho e apertado que estar ali dentro ia ser maravilhoso.
Meti dois dedos de uma vez na buceta dela e cuspi bem no meio do rabo dela. Comecei a mexer os dedos lá dentro e com a língua espalhei minha saliva em volta do buraquinho anal rosado e cobiçado dela. Estiquei o dedão e comecei a massagear devagar. Cuspi de novo. Massageava com o dedão e cuspia, uma vez atrás da outra, enquanto meus outros dois dedos se mexiam sozinhos dentro da buceta dela. Tentei enfiar o dedo, mas não consegui, tava fechada demais.
Tirei os dedos da buceta dela e passei pro cu pra dilatar com os próprios fluidos dela. Aproveitei pra passar a língua de novo, mas dessa vez começando pelo clitóris e terminando no cu dela. Com o trabalho que tava dando pra abrir a bunda dela com os dedos, meter a rola ia ser uma verdadeira odisseia.
Com muito esforço, consegui enfiar meu dedo indicador. Tirei ele e fui pegar o lubrificante. Deixei cair um jato no buraco dela e passei o resto nas minhas mãos. Assim ficou bem mais fácil. Enfiava um dedo e tentava colocar o segundo enquanto, com a outra mão, acariciava o clitóris dela pra manter o tesão, e dava umas palmadas de vez em quando, misturando com gritos tipo "Como você é gostosa, adoro que você seja minha puta" ou "Já vai ver como vai ser bom quando você gozar com meu pau no seu cu" e por aí vai.Tava cansando de tanto dilatar com as mãos e ter meu pau apontando pro céu sem tampar nenhum buraco, então, com a vontade que eu tava, parei de brincadeira e apontei meu falo pra entrada traseira dela. Agarrei as nádegas dela com as mãos e abri o máximo que pude, e empurrei com força. Ela gritou enquanto, na base da força, minha cabecinha abria caminho pelas entranhas dela. A pressão era brutal, achei que ia explodir.
Passei lubrificante no meu pau inteiro e continuei empurrando, mas a Claudia continuava gritando e o tesão dela parecia estar indo embora, então desci minha mão da nádega pra buceta dela e comecei a enfiar um dedo. Isso pareceu relaxar ela, e eu aproveitava pra ir entrando nela milímetro por milímetro. Vendo que funcionava do jeito que eu tinha imaginado, tirei ele devagar e peguei o estimulador. Era rosa, uns 15 centímetros, e com ele esperava esquentar ela o suficiente pra relaxar mais o esfíncter e poder preencher os dois buracos ao mesmo tempo.
Voltei a apontar minha cabecinha pro cu dela, que já não era mais rosa e sim avermelhado, enquanto ligava o estimulador e colocava vibrando no clitóris dela. Devia estar funcionando muito bem, porque os gritos dela quando eu enfiava minha cabecinha, a parte mais difícil, começavam a se misturar com uns gemidos leves.
Na base de empurrar e lubrificar, finalmente consegui enfiar ele inteiro, algo que nunca tinha conseguido antes.
— Parabéns! Já enfiou tudo! Agora começa a melhor parte, viu como quando quer consegue? — Completei meus parabéns com um tapa bem dado.
E agora, finalmente, chegava o grande momento. Foder ela no cu. Eu tirava, deixando só a cabecinha dentro, e metia inteira de novo. Repetia esse processo tentando fazer cada vez mais rápido, o mais rápido que o cu apertado dela deixava. De repente, enfiei o consolo inteiro na buceta dela e tentei encaixar sem cair. De vez em quando, tirava e metia de novo no mesmo ritmo que eu tava comendo ela por trás. Já fazia um tempo que ela tinha parado de gritar pra só gemer, o prazer dela tava vencendo a dor que eu tava causando. A sensação era maravilhosa.
— Cê gosta de levar no cu, hein? E todo esse tempo que você não me deixou, hein? Agora vou arrebentar esse cu até gozar dentro. — Minha gozada tava chegando.
E a dela também. Sempre percebia quando ela gozava porque as pernas tremiam e ela gemia que parecia que ia se afogar, e tava prestes a acontecer. Acelerei as metidas e as pernas e joelhos dela cederam, ela ficou totalmente de bruços na cama, me deixando na posição perfeita pra finalizar. Apoiado nas costas dela, metia num ritmo bestial. Ela gozou. Do jeito que eu conhecia ela, diria que o orgasmo foi monstruoso, o que me levou ao meu. Enfiei as mãos por baixo do corpo dela, agarrando os peitos dela com os mamilos tão duros que podiam riscar o vidro da janela, e gozei no cu dela. Com certeza a gozada mais intensa da minha vida.
Fiquei deitado em cima dela sem soltar os peitos dela e sem tirar meu instrumento de dentro, deixando ele amolecer lá dentro. Os dois estavam exaustos.
— Se for me comer assim sempre, essa bunda é sua.
— Essa bunda é minha, e você é minha puta?
— Sou sua puta.
Um momento chave na minha vida tava chegando. Ficava ali fazendo dela minha puta ou ia embora pra nunca mais voltar?
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