Bom dia, acharam que a gente tinha esquecido de vocês? A gente tava sumido praticando cenas pra depois escrever pra vocês. Lembram da história "A bunda minúscula do meu namorado"?
[ ] https://m.poringa.net/posts/relatos/3639778/La-tiny-ass-de-mi-novio.html
No próximo relato a gente conta como continuou. Que vocês curtam!
O dia foi passando super normal, almoço, trabalho, limpar e desinfetar. Cada vez que a gente se cruzava em algum canto, eu dava uma palmada na bunda dele, e ele, tentando se afirmar como o dominador de sempre e não perder seu lugar privilegiado no sexo, esfregava na minha raba e me apertava de passagem.
Chega a noite, a gente se aconchega na cama e fica viciado na nossa série, que além do sexo virou a segunda atividade preferida no confinamento. Deitados abraçados, eu pergunto se ele repetiria a experiência de ser minha putinha alguma vez. Ele solta uma risada, não responde, a gente volta a se concentrar na série quando, do nada, começam as carícias e beijos apaixonados.
A ideia de deixar a série rolar sem os espectadores não era boa, então pausamos e voltamos a nos encher de beijos. Carícias apaixonadas, tentando descobrir novos lugares de prazer e voltando pros pontos de aprovação garantida. De repente, as carícias param e ele me encara fixamente. "Sim, adoro ser sua putinha", responde, "mas agora vem a melhor parte", termina dizendo.
Ele se levanta e some do meu campo de visão. Uns momentos depois volta com um lubrificante e luvas de látex – que ultimamente tão tendo muito uso quando a gente sai pra fazer compras – e, principalmente, aquele sorriso de orelha a orelha que me fazia prever que o que ele tinha em mente com certeza ia ser fora de série.
Ele se aproxima de mim, me beija apaixonadamente de novo, desce a boca pros meus mamilos, que tão descaradamente à mostra mesmo fazendo parte de um confinamento confortável debaixo de uma camiseta solta sem sutiã – porque sim, qualquer forma de liberdade nesses tempos de reclusão é válida.
Ele dá uma mordidinha de cada lado e, como um botão... Ao acender, meus mamilos começam a endurecer e entre as pernas sinto um suco gostoso começar a me molhar. Ele tira minha camiseta e sua língua úmida se encarrega de me saborear, chegando ao meu pescoço, meus seios, meu lado, meu abdômen e voltando aos meus seios. Sua língua conhece os movimentos que mais aceleram minha respiração, que até agora ainda são quase imperceptíveis, enquanto com a mão ele belisca e puxa meus mamilos para frente.
Sua língua busca continuar o percurso, chegando à minha calcinha que começa a evidenciar meus fluidos. Ele passa a língua por cima da minha roupa íntima e, como se lesse minha mente, me coloco de quatro para ele. Ele lambe a sola dos meus pés e passa a língua pelos meus dedos, sobe pelos meus tornozelos e perna. Ele morde minha bunda e me dá uma palmada firme e certeira, do jeito que eu gosto, puxa meu cabelo trazendo meu ouvido até sua boca e me diz: "Posso brincar de ser seu escravo por alguns minutos, mas isso não muda que sou seu dono". Respondo com um suspiro involuntário, provocado por sentir que ele tem o poder sobre a situação naquele momento. Minha excitação tinha disparado e eu só queria que ele me desse com força e sem piedade.
Ele volta às minhas nádegas, as separa e me dá mais algumas palmadas, e tira minha calcinha encharcada. Com as duas mãos, agora que estou sob seu poder, ele puxa meu cabelo, se aproxima do meu ouvido e sussurra: "Agora a putinha é outra". Com a mão livre, que segura minha calcinha, ele a espreme, deixando meus fluidos caírem sobre meus lábios. Sua boca busca rapidamente meus sucos e os saboreia com sede. Extasiado com meus próprios fluidos, continua sussurrando no meu ouvido: "Você é tão gostosa, putinha". Sua língua inquieta tenta entrar por qualquer abertura que encontrar primeiro. Nesse momento, meus gemidos se tornam intensos e sinto minha buceta pedindo aos gritos para ser penetrada. "Me fode, por favor", eu suplico, e mesmo ouvindo, ele continua seu trabalho eficiente com a boca.
Usando minha própria roupa íntima, ele a coloca na minha boca e, enquanto me dá palmadas, me lembra da minha posição: "Hoje você é meu brinquedo enquanto eu... morde as nádegas, desse dia você não vai esquecer. Para minha surpresa, ele não me penetra, coloca uma luva e passa lubrificante, de repente sinto como introduz dois dedos com força na minha buceta. Estou mais lubrificada que antes, mas ele decide parar. "Vou te foder como nunca fizeram", exclamou enquanto sinto o frio do lubrificante umedecer minha vagina, a sensação de frio e calor que estremece qualquer um. Volto a sentir os dedos agora entrando com facilidade em mim, meu amo exclama: "eu sempre quero mais" e introduz o terceiro dedo, morde minhas costas, se aproxima sorrateiramente do meu ouvido e me pergunta: "quer mais, não, putinha?" E me introduz mais um dedo. Sinto 4 dedos me penetrando, as mãos gigantes do meu homem de 1,90m. Com os 4 dedos, ele faz abertura para dilatar minha buceta, o lubrificante ajuda enquanto mordo minha calcinha para evitar gritar de um prazer tão novo que faz estremecer meu corpo. Achei que não poderia ser mais prazerosa a sensação, mas ele exclama: "você gosta de ser fodida com o punho, putinha?". Nesse ato, minha vagina já devorou o punho do meu amo e, enquanto me movo possuída pelo prazer, gozo em suas mãos, sujando assim nossos lençóis novos. Nos beijamos sentindo meu cheiro em sua barba, ele se deita na cama e, em agradecimento, chupo seu pau, enchendo-o de baba, passo minha língua por sua cabeça vermelha e quente que roça minha garganta enquanto ele fode minha boca com brutalidade. Que delícia como seus fluidos seminais se misturam com minha saliva e escapam da minha boca, se juntando em seus testículos. Tentando recolhê-los, os chupo, esticando a pele com meus lábios, volto a engolir seu pau até o fundo, sentindo sua mão empurrar minha cabeça, me engasgando. Tiro novamente e os fluidos viscosos se esticam da minha boca ao seu pau. Ele já não resiste e meu rosto se enche de sêmen quentinho, tiro as últimas gotas com a boca, subo sobre ele e meu amo recolhe seu sêmen com a boca. Isso me deixou a mil de novo, ele me agarra pelo pescoço e nós... beijamos compartindo seu gozo gostoso, ficando com meu rosto grudento. Deito ao lado dele, sobre o lençol novo ainda encharcado pelo meu jato surpresa, estamos loucos? pergunto, demais mas que delícia, ele responde e rimos. Ele brinca com meus mamilos um pouco, me dá um beijo e levanta da cama, vejo ele em pé perto de mim passando a mão me convidando a acompanhá-lo não sei aonde. Cansada mas curiosa passo minha mão, ele me leva ao banheiro, nos beijamos e acariciamos achando que íamos tomar banho. Ele me agarra pelo pescoço e diz "você tá suja, putinha, sabe como vou te limpar?", com água e sabão? respondo sorrindo. "Não, isso é parte da sua surpresa, ajoelhe-se", obedeço curiosa enquanto vejo que ele segura o pau apontando pra mim e começa a mijar "Fica aí até eu terminar" disse. Tudo foi tão rápido que não tive tempo de me surpreender, então, como boa submissa obedeci, um jato tão forte e morno de urina vinha no meu rosto e escorria pelos meus peitos me fazendo sentir que estava tomando um banhinho quente. Nunca imaginei que esse jato poderia ser tão prazeroso, enquanto sentia o mijo do meu amo percorrer meu corpo. Do meu rosto descendo aos meus peitos e meu abdômen. Era tanto aquele néctar proibido que chegou na minha buceta e se misturou com meus fluidos. Era tanta a adrenalina do proibido que senti a fusão. Me masturbei na frente do meu amo, talvez fosse a tesão do momento, a loucura, a excitação, a fascinação pelo que não é restrito ou uma mistura de todas as opções, mas fizeram com que eu chegasse ao orgasmo mais rápido da minha vida. Exaltada pelo momento, meu amo me obriga a limpar seu pau com a boca enquanto me aproximava dele, duas gotas da sua urina chegaram à minha boca. Ele me olha de cima, admirando meu corpo molhado, ajoelhada e sem acreditar em tudo que tinha acontecido. Sorri e me diz "Pra você fica melhor o apelido de putinha suja". Estende a mão, me levanta e segura meu rosto frente a ele, e diz "você é minha propriedade com esse cheiro nenhum outro cachorro vai te perturbar", nos abraçamos e beijamos sentindo o cheiro de urina nos invadir. Tomamos um banho quentinho juntos, desta vez com água de verdade, e ele se dedica a limpar cada parte do meu corpo. Cansados e felizes vamos para a cama, deitados abraçados, ele sussurra um "obrigado", te amo, respondo procurando sua boca mais uma vez, desta vez nos afundamos em um beijo cúmplice e romântico e nos ajeitamos para descansar..... Postamos o próximo conto quando este post superar 480 pontos. Espero que tenham curtido tanto quanto a gente, aceitamos sugestões já que estamos começando. Contem pra gente nos comentários o que acham que acontece depois.


5 comentários - La colita de mi novio II (venganza o premio?)
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