Essa quarentena tive que passar com a minha irmã. A convivência foi difícil no começo, mas com o tempo a gente foi se acertando. Ela se chama Romina, tem 25 anos (5 a mais que eu). Durante esses dias de isolamento, recomecei as aulas online. E voltei a ter contato com meus colegas de estudo.
Um deles, Nico, é um cara do norte do país, da minha idade, que tá sozinho em Rosário. Numa conversa, percebi que ele tava meio pra baixo por causa de toda essa situação, então falei pra ele vir terminar a quarentena com a gente. A Romi não gostou muito da ideia no começo, mas depois amoleceu e deixou ele vir.
O apartamento onde a gente mora tem 2 quartos, então não teve muito problema. Nico dormia comigo e a Romi no quarto dela. Nico é um cara alto, corpulento, de academia, bem definido. Confirmei isso quando vi ele sem camisa, enquanto se trocava pra dormir.
Uma noite, ouvi ele levantar pra ir ao banheiro. E bem na mesma hora, minha irmã também levantou. "Oi", senti que o Nico disse, e um silêncio. "O que foi?", perguntou meu amigo. "Nada, nada", ouvi a voz da minha irmã, e na hora o Nico entrou no meu quarto. Fingi que tava dormindo, mas abri um pouco os olhos e vi uma ereção violenta no boxer do meu amigo. O que eu imaginei, era por causa disso o silêncio da minha irmã... ao ver aquele pedaço enorme marcado.
Nos dias seguintes, não rolou muita coisa, até ontem. De noite, na janta, a gente tomou 2 garrafas de vinho entre os 3. Ficamos assim. Começamos a colocar música, dançar... fizemos uma festinha no apartamento entre nós. Minha irmã dançava um pouco comigo, um pouco sozinha, um pouco com o Nico... Ela tava bem animada e dava pra ver que tava mais carinhosa.
Ela se abraçava nos ombros do meu amigo com vontade enquanto dançava pra ele. Nem queria imaginar como ela tava. No verão, ela conheceu um cara com quem se via 2 ou 3 vezes por semana. Vinha de um nível de sexo que de repente se foi. Acabou. Embora nunca imaginasse que pudesse rolar mais do que isso.
Mas eu tava enganado. Num momento, saí na sacada e fiquei batendo um papo com o vizinho do lado, que também tava com um drink curtindo a noite. Quando o maluco foi dormir, me viro e, pela janela, vejo lá dentro minha irmã comendo a boca do meu amigo. Só iluminados pela tela da TV, que ainda tava tocando música, criando um clima bem próximo de uma balada.
Entrei fazendo um barulho de propósito. Os dois se fizeram de sonsos e meio que se separaram, achando que eu não tinha percebido. Não falei nada, a gente continuou mais um pouco. Comecei a ficar com sono, mas não queria deixar os dois sozinhos. A ideia de que eles fossem trepar ali, no mesmo lugar, não me agradava nem um pouco.
A gente continuou mais um tempo, até que decidimos encerrar e ir dormir. Ela se despediu e fechou a porta do quarto dela. Eu me deitei e dava pra perceber que o Nico ainda tava no celular trocando ideia com alguém. Imaginava que essa alguém era a Romi, e me surpreendi que já não me incomodava tanto, mas sim me excitava.
Me fiz de dormido quando senti o Nico me chamar. Quando ele viu que não respondi, levantou e foi embora. Senti a porta do quarto da minha irmã se abrir. Meu coração acelerou de um jeito doido. Encostei o ouvido na parede, tentando escutar algo, mas não conseguia ouvir nada.
"Você não tem noção dessa pica, garoto" — ouvi claramente a voz da Romi. Filha da puta, ela tinha ficado alucinada com a pica do meu amigo. Depois, silêncio. Uns gemidos do meu amigo me faziam supor que minha irmã tava chupando ele. Não me segurei e, no maior silêncio possível, saí do meu quarto na esperança de que a porta não estivesse trancada.
Por sorte, tava entreaberta, e a luz da lua pela janela iluminava o suficiente pra ver minha irmã de joelhos e meu amigo de pé, com os braços na cintura, curtindo a boca dela. De repente, o filho da puta agarrou ela pelos cabelos e começou a foder a boca dela. Romi aguentava como podia aquela pica que devia estar enfiando até a garganta e tentava segurar ele colocando a mão na barriga, mas ele não dava bola.
Quando ele soltou, pensei que minha irmã ia xingar ele, mas me surpreendi que com uma voz de puta que nunca tinha ouvido dela e entre tosses por causa dos engasgos, ela implorou pra ele fazer de novo. Um sorriso apareceu na cara do Nico e ele voltou a castigar a boca da Romi.
Ele levantou ela pelos cabelos e jogou na cama. Ele se jogou por cima dela, com uma mão apalpava a buceta dela enquanto beijava. Ela se mexia toda doida enquanto os dedos do Nico iam entrando dentro dela. Não podia acreditar como aquele cara de merda, da minha idade, estava dominando daquele jeito uma gostosa de 25. As amigas da minha irmã me veem como um moleque... por que ela não fazia o mesmo com meu amigo?
Romi não aguentou mais, pegou a pica do Nico (que agora pude observar bem e era realmente uma coisa bem grande) e foi levando até a buceta dela. Ele não precisou fazer nada. Minha irmã guiou até encostar a ponta e depois empurrou pra enfiar. "Devagar... devagar" sussurrava minha irmã, diante da penetração delicada do meu amigo.
Nico começou a se mexer, cada vez com mais força e violência, mas minha irmã tentava segurar ele. "Devagar, que meu irmão pode acordar" senti ela sussurrar, e os dois caíram na risada pra depois continuar fodendo. "Ai sim, ai sim" repetia Romi sem parar. Nico parou, tirou ela e se ajoelhou no chão pra chupar a buceta dela. A pica dele continuava dura apontando pra cima e não posso negar que fiquei um tempão olhando a porra da piroca que estava penetrando minha irmã.
Depois que fez ela gozar, virou ela e colocou de quatro pra continuar metendo bem forte. Agora a buceta da minha irmã estava mais aberta e lubrificada, então a pica do meu amigo sumiu dentro do corpo dela com facilidade. Ele agarrou ela pelos cabelos e continuou castigando ela por um tempo. A cama balançava e não parava de fazer barulho.
Romi parou, e se apoiou com as mãos na parede. "Agora sim, cara, me dá bem forte" ela ordenou, enquanto meu amigo não perdia tempo e metia uma fodida violenta. Mesmo sem o barulho da cama, o som dos corpos batendo a cada estocada ficava cada vez mais alto, mostrando que ele tava metendo com cada vez mais vontade.
Só no momento em que parou, minha irmã se virou com o rosto totalmente transtornado. Aproveitou e jogou ele na cama pra montar. "Meu Deus, cara, como você fode, é uma besta" repetia Romi enquanto se ajustava na pica pra continuar curtindo. Sentou de uma vez e mordeu os lábios. Ficou parada um tempo, pra se acostumar, e depois começou a cavalgar com muita força na pica do meu amigo.
"Vai engolir tudo?" perguntou Nico enquanto minha irmã continuava cavalgando a pica dele. "Hoje não" (filha da puta... hoje não, ou seja, ela ia continuar dando e ia engolir toda a porra...). Pediu pra ele gozar no corpo dela. Nico tirou, deitou ela de barriga pra cima e bastaram duas sacudidas pra encher o corpo da Romi de porra. Não parava de sair sêmen nos peitos e na barriga da minha irmã.
Ela pegou a pica dele e trouxe pro rosto. Meteu na boca, limpando as últimas gotas que caíam daquele pedaço. Aí caí na real que provavelmente iam se levantar e voltei pra minha cama, com a pica totalmente dura. Depois de um tempo, sinto o Nico entrar e deitar. Eu não conseguia dormir, com a pica ainda dura e todas as imagens rodando na minha cabeça.
Esta manhã, quando acordamos, os dois agiram como se nada tivesse acontecido. Mas tenho certeza que hoje à noite vão se encontrar de novo. Eu ainda tenho uma mistura estranha: por um lado, não aguento ver minha irmã sendo fodida praticamente na minha frente, mas por outro, aquela tesão doida que me dá quando lembro do corpo dela de quatro com a... Costas arqueadas recebendo a pica do meu amigo. E sim. Bati uma punheta violenta lembrando disso.
Um deles, Nico, é um cara do norte do país, da minha idade, que tá sozinho em Rosário. Numa conversa, percebi que ele tava meio pra baixo por causa de toda essa situação, então falei pra ele vir terminar a quarentena com a gente. A Romi não gostou muito da ideia no começo, mas depois amoleceu e deixou ele vir.
O apartamento onde a gente mora tem 2 quartos, então não teve muito problema. Nico dormia comigo e a Romi no quarto dela. Nico é um cara alto, corpulento, de academia, bem definido. Confirmei isso quando vi ele sem camisa, enquanto se trocava pra dormir.
Uma noite, ouvi ele levantar pra ir ao banheiro. E bem na mesma hora, minha irmã também levantou. "Oi", senti que o Nico disse, e um silêncio. "O que foi?", perguntou meu amigo. "Nada, nada", ouvi a voz da minha irmã, e na hora o Nico entrou no meu quarto. Fingi que tava dormindo, mas abri um pouco os olhos e vi uma ereção violenta no boxer do meu amigo. O que eu imaginei, era por causa disso o silêncio da minha irmã... ao ver aquele pedaço enorme marcado.
Nos dias seguintes, não rolou muita coisa, até ontem. De noite, na janta, a gente tomou 2 garrafas de vinho entre os 3. Ficamos assim. Começamos a colocar música, dançar... fizemos uma festinha no apartamento entre nós. Minha irmã dançava um pouco comigo, um pouco sozinha, um pouco com o Nico... Ela tava bem animada e dava pra ver que tava mais carinhosa.
Ela se abraçava nos ombros do meu amigo com vontade enquanto dançava pra ele. Nem queria imaginar como ela tava. No verão, ela conheceu um cara com quem se via 2 ou 3 vezes por semana. Vinha de um nível de sexo que de repente se foi. Acabou. Embora nunca imaginasse que pudesse rolar mais do que isso.
Mas eu tava enganado. Num momento, saí na sacada e fiquei batendo um papo com o vizinho do lado, que também tava com um drink curtindo a noite. Quando o maluco foi dormir, me viro e, pela janela, vejo lá dentro minha irmã comendo a boca do meu amigo. Só iluminados pela tela da TV, que ainda tava tocando música, criando um clima bem próximo de uma balada.
Entrei fazendo um barulho de propósito. Os dois se fizeram de sonsos e meio que se separaram, achando que eu não tinha percebido. Não falei nada, a gente continuou mais um pouco. Comecei a ficar com sono, mas não queria deixar os dois sozinhos. A ideia de que eles fossem trepar ali, no mesmo lugar, não me agradava nem um pouco.
A gente continuou mais um tempo, até que decidimos encerrar e ir dormir. Ela se despediu e fechou a porta do quarto dela. Eu me deitei e dava pra perceber que o Nico ainda tava no celular trocando ideia com alguém. Imaginava que essa alguém era a Romi, e me surpreendi que já não me incomodava tanto, mas sim me excitava.
Me fiz de dormido quando senti o Nico me chamar. Quando ele viu que não respondi, levantou e foi embora. Senti a porta do quarto da minha irmã se abrir. Meu coração acelerou de um jeito doido. Encostei o ouvido na parede, tentando escutar algo, mas não conseguia ouvir nada.
"Você não tem noção dessa pica, garoto" — ouvi claramente a voz da Romi. Filha da puta, ela tinha ficado alucinada com a pica do meu amigo. Depois, silêncio. Uns gemidos do meu amigo me faziam supor que minha irmã tava chupando ele. Não me segurei e, no maior silêncio possível, saí do meu quarto na esperança de que a porta não estivesse trancada.
Por sorte, tava entreaberta, e a luz da lua pela janela iluminava o suficiente pra ver minha irmã de joelhos e meu amigo de pé, com os braços na cintura, curtindo a boca dela. De repente, o filho da puta agarrou ela pelos cabelos e começou a foder a boca dela. Romi aguentava como podia aquela pica que devia estar enfiando até a garganta e tentava segurar ele colocando a mão na barriga, mas ele não dava bola.
Quando ele soltou, pensei que minha irmã ia xingar ele, mas me surpreendi que com uma voz de puta que nunca tinha ouvido dela e entre tosses por causa dos engasgos, ela implorou pra ele fazer de novo. Um sorriso apareceu na cara do Nico e ele voltou a castigar a boca da Romi.
Ele levantou ela pelos cabelos e jogou na cama. Ele se jogou por cima dela, com uma mão apalpava a buceta dela enquanto beijava. Ela se mexia toda doida enquanto os dedos do Nico iam entrando dentro dela. Não podia acreditar como aquele cara de merda, da minha idade, estava dominando daquele jeito uma gostosa de 25. As amigas da minha irmã me veem como um moleque... por que ela não fazia o mesmo com meu amigo?
Romi não aguentou mais, pegou a pica do Nico (que agora pude observar bem e era realmente uma coisa bem grande) e foi levando até a buceta dela. Ele não precisou fazer nada. Minha irmã guiou até encostar a ponta e depois empurrou pra enfiar. "Devagar... devagar" sussurrava minha irmã, diante da penetração delicada do meu amigo.
Nico começou a se mexer, cada vez com mais força e violência, mas minha irmã tentava segurar ele. "Devagar, que meu irmão pode acordar" senti ela sussurrar, e os dois caíram na risada pra depois continuar fodendo. "Ai sim, ai sim" repetia Romi sem parar. Nico parou, tirou ela e se ajoelhou no chão pra chupar a buceta dela. A pica dele continuava dura apontando pra cima e não posso negar que fiquei um tempão olhando a porra da piroca que estava penetrando minha irmã.
Depois que fez ela gozar, virou ela e colocou de quatro pra continuar metendo bem forte. Agora a buceta da minha irmã estava mais aberta e lubrificada, então a pica do meu amigo sumiu dentro do corpo dela com facilidade. Ele agarrou ela pelos cabelos e continuou castigando ela por um tempo. A cama balançava e não parava de fazer barulho.
Romi parou, e se apoiou com as mãos na parede. "Agora sim, cara, me dá bem forte" ela ordenou, enquanto meu amigo não perdia tempo e metia uma fodida violenta. Mesmo sem o barulho da cama, o som dos corpos batendo a cada estocada ficava cada vez mais alto, mostrando que ele tava metendo com cada vez mais vontade.
Só no momento em que parou, minha irmã se virou com o rosto totalmente transtornado. Aproveitou e jogou ele na cama pra montar. "Meu Deus, cara, como você fode, é uma besta" repetia Romi enquanto se ajustava na pica pra continuar curtindo. Sentou de uma vez e mordeu os lábios. Ficou parada um tempo, pra se acostumar, e depois começou a cavalgar com muita força na pica do meu amigo.
"Vai engolir tudo?" perguntou Nico enquanto minha irmã continuava cavalgando a pica dele. "Hoje não" (filha da puta... hoje não, ou seja, ela ia continuar dando e ia engolir toda a porra...). Pediu pra ele gozar no corpo dela. Nico tirou, deitou ela de barriga pra cima e bastaram duas sacudidas pra encher o corpo da Romi de porra. Não parava de sair sêmen nos peitos e na barriga da minha irmã.
Ela pegou a pica dele e trouxe pro rosto. Meteu na boca, limpando as últimas gotas que caíam daquele pedaço. Aí caí na real que provavelmente iam se levantar e voltei pra minha cama, com a pica totalmente dura. Depois de um tempo, sinto o Nico entrar e deitar. Eu não conseguia dormir, com a pica ainda dura e todas as imagens rodando na minha cabeça.
Esta manhã, quando acordamos, os dois agiram como se nada tivesse acontecido. Mas tenho certeza que hoje à noite vão se encontrar de novo. Eu ainda tenho uma mistura estranha: por um lado, não aguento ver minha irmã sendo fodida praticamente na minha frente, mas por outro, aquela tesão doida que me dá quando lembro do corpo dela de quatro com a... Costas arqueadas recebendo a pica do meu amigo. E sim. Bati uma punheta violenta lembrando disso.
6 comentários - Meu amigo comeu minha irmã
gracias por pasar
gracias por pasar!