Charla Quente no WhatsApp Final

Conversa quente no WhatsApp
Final

Aqui estão as partes anteriores
http://www.poringa.net/posts/relatos/3547613/Charla-caliente-por-whatsapp.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/3551813/Charla-caliente-por-Whats-App-Parte-2.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/3632068/Charla-caliente-por-WhatsApp-3.html


Depois daquela trepada, a gente ficou na cama se beijando, se tocando e conversando. Ela comentou que sabia que a nossa parada não era nada sério, e que não tava procurando isso. Isso me deixava tranquilo, a última coisa que eu precisava era mais uma putaria amorosa nesse momento. Enquanto isso, eu passava a mão nos peitos dela e beliscava os biquinhos. Ela, por sua vez, ficava brincando com a minha cabecinha, e como meu pau tava molhado com os nossos sucos depois daquela foda violenta, as mãos habilidosas dela só faziam o efeito ser mais forte em mim. Já tava durasso e tive que parar ela, porque com certeza ia me fazer gozar se continuasse. Meio chateada, ela virou de costas, e mesmo sendo mulher por fora, ainda tinha umas atitudes de mocinha que me deixaram tão confuso no passado.E agora eu a tinha ali, na cama, nua e de costas pra mim. Me aproximei um pouco, ela me afastou e disse que não queria mais, me empurrando com a mão. Apoiei meu pau totalmente duro no meio da bunda dela, uma mão foi direto pros peitos dela, e meus lábios no pescoço dela. Ela tentou me afastar, mas com menos força que antes. Comecei a dar beijinhos no pescoço dela enquanto meus dedos brincavam com o mamilo dela, e ela começou a gemer forte. Até mais do que eu imaginava. Comecei a fazer um chupão no pescoço dela, tipo marcando o que era meu.

Enquanto fazia isso, minha mão tinha descido pra buceta dela, que tava escorrendo de sucos e parecia que ia derreter minha mão de tão quente que tava. Ela fez uma última tentativa de se soltar, mas os gemidos entregavam ela, como a puta que era, tava toda molhada. Com a mão dela, ela abriu as nádegas e encaixou meu pau, mexendo a bunda. Não entrou, mas ficou entre as bandas, fazendo com que, com o movimento, ela me masturbasse. Terminado o chupão, pude ver como a tal da puta mexia os quadris me masturbando sem que meu pau entrasse na buceta ou no cu dela. Comecei a puxar o cabelo dela e ela gemia mais e mais, então comecei a tratá-la de puta e que ela se mexia como a vadia que era. Ela só conseguia me dizer que sim, que era minha puta, e que adorava mexer a bunda pra mim.
Eu tava quase gozando e falei pra minha puta chupar meu pau, que queria gozar na cara e nos peitos dela. Ela se virou e começou a me lamber. Olhou nos meus olhos e abriu a boca, comecei a bater uma e finalmente gozei na cara dela e naqueles peitos lindos que ela tinha. Depois disso, ficamos os dois exaustos e dormimos um pouco. De madrugada, acordei porque senti algo que só podia significar uma coisa: ela tava me mamando de um jeito tão bruto que até doía um pouco, a vingança dela do jeito dela, imagino. Pedi um 69 e ela se posicionou, minha língua brincava com os lábios e o clitóris dela, enfiava e tirava, usava como se fosse um minipau, saboreando os sucos dela, tentando enfiar a língua o mais fundo que podia. Já tava com a mandíbula doendo de tanto fazer aquilo. Então enfiei três dedos na pussy dela. Acho que gozei umas três vezes na boca dela e ela engoliu tudo, e ela deve ter gozado umas quatro vezes, eu tava com a cara toda molhada e a mandíbula doendo, nunca tinha chupado uma pussy tanto quanto naquela vez. Ficamos um do lado do outro com as bocas cheias dos fluidos um do outro, exaustos.

Assim dormimos até o outro dia, quase meio-dia. Levantei e fui tomar banho enquanto ela dormia. Depois de um tempo lá dentro, senti a porta abrir, era a Mili com a carinha de puta e o andar felino. Ela disse que podia me ajudar a me ensaboar, e eu só concordei. Debaixo d'água, nos beijamos. Ela começou a ensaboar minha cock e ela reagiu na hora ao toque experiente dela. Passei sabão nos peitos dela e brinquei com eles, os mamilos endureceram na hora. Eu também tinha virado um expert em brincar com os peitos dela.
Com meu pau totalmente duro e ensaboado, ela se virou e se inclinou, abriu as nádegas com a mão e disse que queria que eu comesse ela pelo cu porque era uma puta que queria sentir meu leite por todo lado e faltava ali. Minha cara naquele momento deve ter sido um espetáculo, porque ela me olhou, sorriu e disse: "Vai, pai, quero sentir ele todo." Apoiei meu pau no cu dela, dava pra ver, todo rosado e pulsando. Assim que encostei a cabeça, ele se abriu como dando um sinal, então enfiei a cabeça. Ela gemeu forte e disse pra meter tudo de uma vez, que sempre sonhou com isso. Enfiei até o fim, e ela começou a rebolar como se tivesse possuída.

Ficamos assim um tempão até ela gozar, aí acelerei meus movimentos pra fazer o mesmo. Avisei que ia gozar, e ela mandou eu gozar dentro da bunda, que sempre via que, além dos peitos, eu olhava ela andar rebolando a raba. Então gozei com um berro que ecoou pela casa. Ela caiu de joelhos depois que tirei meu pau da bunda, e ajudei ela a se levantar enquanto ria. "Melhor porra de banho que já tive na vida", pensei comigo.

Bom, valeu por ler até aqui, agradeço os pontos no post anterior. Por enquanto vou me despedir por uns dias, trago umas experiências antigas — os anos não vêm sozinhos.
Aqui meus outros contos
 
http://www.poringa.net/posts/relatos/3499803/Con-mi-novia-en-el-telo-parte-1.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/3544596/En-el-telo-con-mi-novia-parte-2.html

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