Atrapada sem saída XI

Atrapada sem saída XICapítulo XI
Aquele dia foi absolutamente a última vez que eu ia curtir transar com ele.
Melissa repetia pra si mesma.
Ela odiava aquele homem, seu temperamento explosivo e sua grande pica preta.
Sua raiva durou pouco, logo substituída por rios de lágrimas que escorriam de seus olhos azuis pelos lados do rosto e em seu cabelo loiro macio.
Ela percebeu o quão longe as coisas tinham ido com Gerson.
Na real, ela tinha comparado ele com o marido na hora de transar com o homem negro, e quem saía ganhando nessa comparação não era o esposo... Gerson não tinha o direito de seduzi-la daquele jeito.
Eles estavam cometendo adultério e aquilo era terrivelmente errado.
Ela precisava dar um jeito de terminar essa relação antes de voltar pro Tomás.
Não dava mais pra viver assim.
Mas a ideia de envolver a polícia, de ter todos os detalhes nojentos do que Gerson a fez fazer com ele expostos publicamente, fazia Melissa continuar sem agir.
Tommy nunca a perdoaria se soubesse de todas as coisas depravadas que ela fez com um homem negro.
Ela tinha parado de rezar pra que os estupros acabassem.
Odiava Deus, se Deus realmente existia, por permitir que isso acontecesse com ela.
Deus era o motivo pelo qual Tomás tinha se afastado, deixando ela sozinha pra Gerson estuprá-la em primeiro lugar.
Parecia que a resposta pra cada súplica que ela fazia a Deus pra Gerson parar de perturbá-la era mais sexo...
Talvez Deus fosse um demônio pervertido que queria destruir o casamento dela juntando ela com aquele homem negro depravado e hiperssexual que tinha um pau tão absurdamente enorme, pensou ela.
Gerson bocejou e a mão dele começou devagar a acariciar o peito dela através da seda macia da camisola.
O sexo ia começar de novo em breve se ela não conseguisse escapar.
Melissa tentou sair da cama, mas Gerson agarrou o pulso dela e a puxou de volta pros lençóis amassados.
"Whoa, pra onde você pensa que vai, bebê? Meu O pau tá muito duro e dolorido esta manhã". O pau dele estava duro e dolorido toda manhã e o dia inteiro. Parecia que eles transavam sem parar pra aliviar isso. "Preciso gozar pra me livrar disso", ele disse, puxando o cobertor pra mostrar a ereção enorme, levemente curvada e preta como uma banana gigante e passada demais. Ele empurrou ela pra deitar e puxou a calça do pijama dela. "Por que você não tenta bater uma sozinho, em vez de fazer isso comigo toda hora? Não quero mais transar com você". Melissa tentou segurar a calça do pijama, mas ele arrancou das mãos dela, tirou e jogou no chão. A calça dela se juntou a todas as outras roupas que ele tinha arrancado dela apressadamente ultimamente, aumentando a bagunça que já existia. "Essa é uma boa ideia", ele disse enquanto levantava a blusa dela pra chupar os pezinhos rosados lindos dela. O corpo dela era tão perfeito. Ela lembrava ele daquelas bonecas Barbie com que as meninas brancas sempre brincavam. "Não, você tem que ir embora agora e não voltar. Para", ela gritou. Ele não deu atenção e chupou os peitos dela até cada um endurecer na boca dele. Ele desceu mais, levantou a perna dela e passou os dedos pelas dobras molhadas e macias dela. "Não, tô falando sério. Vou chamar a polícia se você não parar", ela gritou impotente, com medo que ele pudesse machucar ela se ela resistisse demais. "Foi você que mencionou bater uma, então deve querer que eu faça de novo". "Não, por favor, não me toca mais aí". "Quê? Não gosta que eu toque nisso?" Ele acariciou o clitóris dela de leve. "Para, por favor!" Ela torceu o quadril enquanto ele abria as pernas dela. Os punhos dela afundaram no colchão enquanto ela batia neles. "Vou tocar por um momento, querida, pra gente ficar de pau duro. Vou deixar seu clitóris bem durinho igual meu pau. Vamos ver como você se sente sobre as coisas depois que eu te deixar assim." "Ah, meu Deus, não!" Melissa chorou, os dedos dela despertaram o clitóris dela só com a presença dele, fazendo ela valorizar mais o toque, levando ela pra um estado de excitação igual ao dele. "Não faz assim". A punheta foi drenando a briga de Melissa aos poucos, e os espasmos dela foram diminuindo. As carícias suaves e implacáveis dele tinham machucado ela em fogo baixo enquanto criavam um tipo diferente de tensão, focada na lombar dela. "Tá vendo como você ia ficar frustrada se eu parasse de te acariciar do nada e te deixasse assim?" A buceta dela tava molhada. "Você ia ser obrigada a aliviar essa coceira horrível que eu tô te dando, do mesmo jeito que eu me sinto toda vez que uma gostosa igual você me dá uma ereção, que, como você já sabe, é direto." A voz dele soou como um pedido de desculpas. "Não tem como evitar. Minha pica fica dura o tempo todo, e dói. Dói pra caralho se eu não cuidar disso. Deus me fez assim, enquanto colocava fêmeas que nem você, com corpos lindos que causam meu sofrimento, e que são capazes de aliviar ele, tentadoramente perto." Enquanto Gerson falava com compaixão sobre a crueldade de Deus, era Melissa quem tava sendo tratada injustamente por Ele, escolhida pra ser uma receptora azarada das atenções amorosas do preto. Por que Deus criaria um monstro que nem o Gerson? Um demônio que pegava, ou melhor, estuprava esposas fiéis, novinhas, estragava os corpos delas com prazer indesejado e acabava com casamentos felizes? Melissa não respondeu pro Gerson, mas naqueles poucos momentos, ela quase entendeu ele, enquanto ele continuava manipulando de leve o clitóris inchado dela, deixando ele mais duro e ainda mais sensível ao toque, transformando ela numa criatura sexual que nem ele. Ela não podia deixar ele fazer ela virar aquilo de novo. Tinha que parar ele de algum jeito. Ele era obcecado por sexo. Tava doente e, aos poucos, tava infectando ela com a doença mental dele. "Por favor, para de me tocar aí", soluçou Melissa. Ele precisava aprender a controlar os impulsos sexuais dele, em vez de forçar mulheres casadas que nem ela a ajudar ele a se satisfazer e seduzir essas mulheres. ter relações adúlteras com ele. "Desculpa, querido. Sei que estou te deixando muito sensível e você está se sentindo realmente bem agora. Não vou parar." "Ai, meu Deus, não." 😭 Ela gemeu. Gerson transformou a máxima expressão de amor em um ato animal de gratificação física. Ele se deliciava em dar às mulheres brancas casadas o desejo indesejável de uma grande pica preta. Ele levou Melissa cruelmente longe demais, à beira do orgasmo, e então parou de masturbá-la abruptamente. Toda a fé que Melissa um dia teve em Jesus não lhe deu proteção para se defender dele. Assim como as outras mulheres que ele havia seduzido, Melissa também estava pegando o apetite nojento por pica preta grande e adultério. Gerson a inoculava implacavelmente com suas poderosas toxinas de luxúria. "Você está pronta pra foder agora?" ele perguntou, levantando as coxas dela e abrindo-as bem. "Não, por favor, espera." Ela entrou em pânico. Gerson deslizou a pica dele a seco na buceta dela de novo. "Aah, Gersoooon não, não aguento mais fazer assim." "Consegue sim, bebê. Ninguém vai ficar sabendo." "Aah, aah, você não entende." Melissa miou, a pica grande e gorda dele trabalhando nela. Era tão gostoso esfregando debaixo do clitóris dela e contra a multidão de terminações nervosas que revestem a buceta dela, empurrando os lábios esticados dela para dentro e para fora. Tudo isso era errado, mas Melissa começou a se acostumar com o sexo extraconjugal e com um relacionamento interracial com Gerson. Ela estava se unindo a ele emocionalmente. Mas como evitar esse resultado quando a forçavam constantemente a cometer atos imorais com ele, e o corpo dela parecia apreciar mais cada vez que os realizavam? Sem ninguém para intervir, uma força primitiva, mas poderosa, fazia as coisas progredirem num curso natural, impulsionado pelo instinto primário. Gerson, a quem Melissa inicialmente odiava, substituiu Tommy na cama dela e a reivindicou como sua. "Não tem nada pra entender. A gente só se sente... Bem, os dois, bebê. Não tem motivo pra sentir culpa por isso. Vamos aproveitar um ao outro. Seu marido não devia ter te deixado sozinha por tanto tempo, sem ninguém pra cuidar de você. Você tá me ajudando e eu tô te ajudando. Gerson continuava dizendo as coisas certas. Ela tava puta com Tommy por ter se afastado. Ele tinha abandonado ela por anos e uma bebedeira. Deixou Gerson vir e fazer isso com ela. "Ooh, ooh, promete que é a última vez hoje à noite!!" "Hoje à noite?? E as que vêm depois??" Gerson sorriu perverso, tinha fincado com sucesso a bandeira dele no chão soberano de outra pessoa. Ele plantou aquela bandeira tão fundo que nunca ia sair fácil. Os braços de Melissa de algum jeito começaram a abraçar ele enquanto a pica enorme dele penetrava ela. Se perguntou o que Gerson pensaria. Com Tommy ela nunca reclamou que o pau dele machucava, lembrou. Mas aí, comparado com o Gerson, Tommy mal tinha um pau. Talvez a enormidade incomum da pica do preto, combinada com a quantidade enorme de porra que os ovos dele pareciam produzir sem parar, causava dor quando ele ficava excitado, pensou. "Oh, oh, uh, ooh", ela gemeu... "Tá doendo mesmo, se você não meter e gozar?" Ela perguntou. Isso acendeu Gerson, e ele acelerou as penetrações. Começaram a foder mais apaixonadamente. "Ah, sim, gostosa, dói pra caralho, dói e minhas bolas doem. Mas é tão gostoso e a dor passa assim que eu coloco na sua buceta, e quando você chupa pra mim." "Ooh, uh, ah, oh. 💕💕 Sinto que você sofre tanto, Gerson. Por que continua assim o tempo todo, tão duro?" "Não sei. Toda vez que tô perto de mulheres gostosas, fica desse jeito." Ele puxou ela pra beira da cama, começou a fazer círculos apertados no clitóris dela com o polegar enquanto metia forte. "Tá bom assim, bebê?" Os lábios de Melissa deixaram escapar a verdade entre os gemidos, "Uh-hum, ooh. Com certeza ela gostou. Mesmo que Melissa tivesse tentado esconder suas palavras antes, o corpo dela já tinha entregado seus gostos há muito tempo, e ele tinha realizado sem piedade os desejos dela de seduzi-la ainda mais. A repetição do sexo forçado começou a fazer com que a intimidade física parecesse natural para Melissa. Ficou menos importante esconder dele o que a agradava. A resistência de Melissa contra o garanhão negro bem-dotado agora estava se desfazendo rapidamente. "Tá melhor assim, bebê?" Ela não queria responder. "Ah, ah, ah, acho que sim, bem ali", Melissa miou mesmo assim. Ela arqueou as costas e torceu os lençóis nos punhos, prestes a começar outro orgasmo enorme. Juntos, Melissa e Gerson pareciam formar um circuito que ficava mais completo quanto mais tempo ficavam conectados, a corrente que fluía entre eles aumentava a voltagem e fazia Melissa gozar várias vezes. Ciumentos, geravam ainda mais poder entre si. "Aah, isso é tão bom!!!. Ai, Deus, ai, Deus", ela repetia no ritmo das estocadas dele. Gerson decidiu que era hora de testar Melissa. De repente, o pau enorme dele, plantado fundo e firme dentro de Melissa, de alguma forma escorregou para fora dela, interrompendo abruptamente o circuito perfeito como um apagão inesperado no meio de um dia agitado. Melissa respirou fundo, como se tivesse terminado de correr uma maratona. Uma oportunidade surgiu para acabar com aquele ato horrivelmente imoral: eles estavam desconectados. Nos últimos 30 minutos, uma corrente enormemente erótica a tinha atravessado. A rola enorme tinha sido tão gostosa e agora tinha sumido de repente. Melissa agarrou o eixo pesado e escorregadio com os fluidos íntimos dela, e puxou suavemente algumas vezes. O brilho da aliança de casamento dela enquanto a mão segurava o pau quente e pesado chamou a atenção de Gerson. Ele ia meter de volta na buceta dela. macio e molhado de qualquer jeito, independente do que ela decidisse, mas esperou primeiro pra ver o que Melissa faria sozinha. Ele não tava de camisinha e tava perto de gozar, mas ela tava no meio de um. Podia ter tentado bater uma pra ele, mas em vez disso, guiou a pica do Gerson pra dentro da buceta molhada e quentinha dela. Sem pensar muito, decidiu continuar transando com ele.sexoGerson estava feliz; agora sabia que Melissa era dele. ****************** No dia seguinte; Melissa finalmente conseguiu acesso à internet, entrou pra ver o e-mail dela. E ali percebeu a enorme dor que causou no Tommy. Nas filhas e nos pais dele. Montes de e-mails e mensagens pedindo uma explicação sobre o que aconteceu. Se na hora tivessem dito isso pra ela pessoalmente. Nunca teria fugido com o Gerson. Teria encarado as consequências, e teria lutado pra se manter na linha. Mas a realidade foi outra, e ela caiu na armadilha que ele armou pra ela. Definitivamente não estava apaixonada, disso podia ter certeza. Mas as relações ilícitas foram ganhando credibilidade aos poucos. E ela, que recusava os encontros íntimos de forma categórica. Descobriu, triste, que aos poucos os consentia... Todo mundo em Honduras sabia que ela e o Gerson esperavam um bebê. Com essa informação, as pessoas que trabalhavam sob as ordens do Gerson. Tinham a obrigação de satisfazer os desejos calientes de uma mulher grávida. Gerson contou pra Melissa que a família dele já sabia que ele seria pai em breve e que um dia queriam conhecê-la. Melissa, triste e decepcionada, assumia com submissão o papel de marido e mulher que o Gerson jogava com ela. Aos poucos, sem saber. O desejo do Gerson ia surtindo efeito nela... Num brilho cintilante, Gerson deu sexo oral na Melissa no chão, na frente da lareira crepitante, enquanto as chamas, línguas que brilhavam em laranja e amarelo, lambiam o ar e exalavam o hálito quente na sala de estar. "Cê tá pronta pra mim?" Ela virou a cabeça pro lado, mordeu o punho, mas não respondeu. Tão lascivo e nojento quanto o relacionamento com o Gerson tinha sido pra Melissa, ele tinha desgastado ela. Aos poucos, a intimidade física indesejada foi aumentando. Ele a mantinha quente nas noites frias, e a salvava de ficar sozinha. Curiosamente, dividir a vida com o Gerson já não parecia algo estranho nos pensamentos dela. Melissa. O corpo dela alimentou a paixão feroz dele, e essa paixão preencheu um vazio que tinha se formado no coração de Melissa durante a ausência de Tomás. Em algum momento, a intimidade física deles tinha passado de um limite, virando algo que parecia amizade. As putarias durante o sexo, como era gostoso e onde, começaram a substituir os gritos de Melissa pra ele parar, por gemidos e suspiros de satisfação. Ela parou de perguntar por que ele tava fazendo isso com ela, e as conversas evoluíram pra assuntos mais amplos. O que começou como um estupro estranhamente virou um caso de adultério. O fato dela já estar grávida dava uma certa legitimidade a uma relação que, aos poucos, ia se consolidando. Se um psicólogo pegasse o caso de Melissa, ele concordaria que ela tava começando a ter a síndrome de Estocolmo... Ela era casada com Tomás, mas talvez também pudesse ter sentimentos por outro homem. Pelo menos, ela podia aproveitar secretamente a pica preta enorme dele. Ele agarrou ela por trás dos joelhos, empurrando eles contra o peito dele até a bunda linda e redonda dela levantar do chão. Ele abriu as coxas dela. A buceta molhada e apertada dela mal conseguia aguentar a pica toda dele. "Ah, sim, sua buceta é tão gostosa."🥒 "Ooh, ooh, não sei não, Gerson.💞💞" Ela mordeu o canto do lábio inferior. Tava confusa, mas a pica preta enorme dele era tão gostosa dentro dela. Uma voz fraca tentava lembrar que isso era errado. Mas o corpo dela contradizia o cérebro e transmitia o desejo por ele através dos quadris que tentavam encontrar os dele; pelas mãos dela traçando os músculos das costas dele enquanto o abraçava; pela buceta dela se contraindo em volta da pica dele em espasmos incontroláveis; pela boca quente e molhada dela recebendo a língua dele como se fosse dela. Faltando menos de quinze dias em terras hondurenhas. Melissa finalmente sucumbiu à decadência de Gerson e se entregou completamente ao aceitação.
Como um viciado, na droga.
Ela conseguiu se viciar numa pica preta enorme. Melissa acordou quando o amanhecer mal se insinuava pelos raios de luz que transformavam os restos da noite em sombras fugindo de uma casa tão silenciosa quanto um túmulo. Gerson dormia tranquilamente ao lado dela. Eles tinham passado a noite juntos. Melissa disse a si mesma que esqueceria todas as coisas pecaminosas que fez com ele e retomaria uma vida cristã normal com o marido. No entanto, enquanto Melissa estava deitada ao lado de Gerson, seus pensamentos se desviaram da pureza e da vida cristã de casada que ela desejava retomar, para algo mais primitivo. Sentiu a buceta salivando por uma última amostra daquela pica preta incrível. Só uma olhadinha, pensou Melissa, puxando cuidadosamente o lençol de Gerson enquanto ele dormia ao lado dela, e admirando a bela ereção matinal.
Melissa sentiu um gostinho. A pica dura dele já era tão familiar que ela podia desenhá-la de memória nos mínimos detalhes, até cada veia. Infelizmente, o pinto pequeno e patético do Tomás nem se comparava com a virilidade colossal do negro. Os próprios sentimentos dela a enojavam. Será que ela realmente preferia o Gerson ao Tommy? Como algo tão superficial quanto a cor e o tamanho da pica de um homem podia se tornar tão importante pra ela? Melissa tentou parar, mas não conseguiu resistir. Seus dedos roçaram levemente a ereção de Gerson, acariciando aquele pedaço quente e macio de carne escura que se curvava levemente como uma banana grande e madura demais. Parecia tão lindamente masculino💕 O adultério podia ser pecaminoso, mas como ela podia deixá-lo sofrer, enquanto podia aliviar a agonia dele e, no processo, conseguir o prazer dos dois? Melissa sabia que algo estava errado com seus pensamentos. Nunca se sentiu assim por um homem, desejando-o desse jeito. Como ela tinha sido seduzida a querer algo tão horrível? Ela continuou acariciando a pica grande e dura dele. enquanto ele dormia, incapaz de parar. Seus toques suaves se transformaram em puxões leves. O pau dele era fascinante: comprido, pesado e tão grosso que as mãos dela mal conseguiam envolver. Ela ansiava pelo pênis preto enorme dele. O pau do Gerson teve um papel incomumente realista nos sonhos dele naquela manhã, com lembranças de comer a Melissa. Eram tão vívidos que o arrastaram de um sono profundo e languidez, através dos olhos abertos, para o mundo onde a luz celebrava o rosto dela com mais entusiasmo a cada momento, como se ela fosse o próprio sol nascente. Ela observou os olhos dele se abrirem e olharem para ela com apreço, e soube que estava fazendo a coisa certa. "Desculpa", disse ela, envergonhada, ainda incapaz de evitar acariciá-lo. "Mas eu sei como suas ereções ficam dolorosas." Ela colocou os lábios em volta da cabeça da rola dele e começou a chupar enquanto bombeava suavemente o eixo. "Mmmm, ah, uh-huh." Gerson inclinou a cabeça para trás no travesseiro e fechou os olhos. "Ah, gostosa, isso é bom." "Você está se sentindo melhor?" perguntou ela, carinhosa, balançando o pau dele de leve. "Não quero que te machuque hoje." "Ah, amor, sim, continua fazendo isso. É maravilhoso." 🥒 Ela colocou a cabeça do membro dele de volta na boca, uma mão ainda no eixo, a outra descendo para o escroto e acariciando as bolas dele, do tamanho de um touro. Eram tão grandes e pesadas comparadas com as gônadas do Tomás, e sempre cheias de esperma. O pênis gigantesco do Gerson era uma maldição, que o atormentava constantemente com ereções dolorosas que ele não conseguia controlar nem aliviar. A necessidade dele de que mulheres aliviassem a pulsação piorava se ignorada. O pau dele era uma maldição que se espalhava para a infeliz vítima feminina do seu alívio, como uma cobra levemente venenosa que causa alucinações com picadas repetidas: só o falo dele causava engano e sedução e, no final, envenenava os relacionamentos saudáveis das mulheres que invadia. Substituía o amor pela luxúria. "Mmmmmm, aham", gemeu Melissa enquanto chupava mais do seu veneno mortal e caía presa dos seus encantos sedutores. "Eu sei o que vai fazer ele se sentir ainda melhor". Pensou. Ela se ergueu e sentou-se montada nele. "Deixa eu colocar aqui". Ela inseriu a cabeça do membro dele na sua fenda suculenta e lentamente desceu, sua buceta deslizando pela vara comprida dele, levando-o para dentro dela. "Ooh, ooh, aham", gemeu ela, subindo e descendo, sentindo-se esticada e gradualmente enfiando mais dele dentro dela. Gerson colocou as mãos nos quadris dela, "Isso é gostoso. Continua fazendo isso..." Numa manhã que amanheceu nublada. Virou desculpa pra manter dois corpos transando em total fervura...

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