

Me considero o tipo homem másculo, criado só pra comer mulher. Nunca tinha passado pela minha cabeça ter qualquer outro tipo de relação sexual que não fosse com elas. Mas aprendi que não se pode dizer "dessa água não beberei", e é por isso que escrevo esse relato, pra quem se sentir aludido e tentado por outras experiências poder contar com a minha, caso seja útil. No bairro onde moro, bem pertinho, o Tomás tem o bar dele. Quase todo o bairro passa por lá, porque o serviço é bom, tudo muito limpo, e o atendimento é super simpático. Eu me dou muito bem com o Tomás, porque ele também é um puta mulherengo e me deixa bem informado sobre todas as fofocas do bairro: se fulana é fácil, se a outra tá botando chifre no marido, etc. Era uma manhã de sábado, umas 13h. Eu tava tomando um vermute no balcão, lendo o jornal. O Tomás chegou perto de mim e fez um movimento com a cabeça, pra eu prestar atenção na minha direita. Fiz isso e me deparei com uma mina que acabava de entrar, uma gostosa do caralho, uma deusa. Uma mulher jovem, alta, bonita, bem proporcionada, vestida com um capricho que não era comum no bairro. Ela usava um casaco leve de meia-estação, aberto, que deixava à mostra uma minissaia ousada, revelando umas pernas perfeitas, enfiadas em meia-calça preta e salto alto. Loira, bem penteada e com uma maquiagem discreta. Parecia ter uns trinta anos e, com certeza, era uma mulher de respeito, daquelas que você é obrigado a virar a cabeça quando passa. Eu, claro, quando tenho uma mulher dessas por perto, não tiro o olho, porque se não dá pra fazer mais nada, pelo menos a vista se alegra. Então, afastei um pouco o jornal e percorri com os olhos a silhueta esplêndida da mulher, me deliciando com tanta beleza. Ela percebeu na hora e não se incomodou com isso, porque virou um pouco a cabeça pra me olhar e fez um breve movimento com a cabeça, como quem cumprimenta, com um Sorriso leve. Adorei a reação dela. Uma mulher que sabe se comportar, que sabe agradecer a admiração que um homem demonstra, diferente de algumas outras bitoladas que você olha (sem desrespeito, claro, sem ser um olhar insistente ou grosseiro) e elas ficam ofendidas. Mas tem que ter de tudo, né. Além disso, era simpática. Ela se dirigiu ao Tomás (já era cliente habitual), mas com muita desenvoltura e um sorrisão. — Tomás, minha paella já tá pronta? Tomás também tinha serviço de comida pra viagem. Entregou pra moça uma sacola com um pote, ela pagou e se despediu educadamente. Ao passar por mim, outro sorriso e um tchauzinho leve. — Até logo, boa tarde — ela disse. — Tchau, gostosa — respondi, enquanto seguia ela com o olhar na saída. Quando o Tomás se livrou um pouco do trabalho e ficaram menos clientes, ele chegou perto de mim, apoiado no balcão, pra fazer fofoca. — É gostosa, hein. — Gostosíssima, porra, que raba que a menina tem… — Kkkkkkkkkkkkk… — Do que cê tá rindo? — Porque “menina”… kkkkk… É modo de dizer. É um transexual… — Porraaaaaaaaaaaa… Não acredito. É toda mulher. Tem certeza que tem pau? — Sim, tem, sem dúvida, me informei bem. Se o Tomás falava, não tinha dúvida. Nada escapava dele, ele controlava tudo da vizinhança. — Cê não falou que dava uma boa trepada nela… kkkk? — Pô, agora não… sabendo que é um cara. — Nããão, não se engana. De cara, nada, é uma transexual e lindíssima, não insulta ela com esse negócio de cara, não seja antiquado. Na cama, provavelmente é uma mulher excepcional. — É, é, mas… Olha, Tomás, já comi o cu de quase todas as mulheres que transei. Mas não me imagino comendo o cu de uma pessoa, passar a mão na frente e encontrar um pauzão no lugar de uma buceta… Nem consigo imaginar, sério. — Questão de gostos. Hoje em dia esses temas já são vistos com muito mais liberdade e naturalidade. Me despedi do Tomás para ir comer, sem saber que no dia seguinte, domingo, me esperava uma surpresa. Eu estava no parque, com os dois meninos. Normalmente, levo eles uma horinha antes do almoço, enquanto minha mulher aproveita pra sair pra fazer alguma compra.Meu celular tocou. Do outro lado, uma voz feminina suave e doce falou:
- Oi… é você?
- Sim, sou eu… pode falar.
- Bom, eu sou a Elvira. Meu nome não te diz nada. Mas acho que você vai saber quem sou rapidinho.
- Agora não tô lembrando, desculpa.
- Claro, normal. Lembra de ontem ao meio-dia, no bar do Tomás, tá?
- Sim, eu estava lá, com certeza.
- Então. E entrou uma moça, loira, pra pegar uma paella…
Nessa hora eu já me toquei. Quase meti os pés pelas mãos e falei… Siiiiiiiiim, a transexual……. Por sorte, mordi a língua a tempo.
- Sim, sim, já sei quem é você.
- Desculpa te ligar, se te incomodar, me fala. Foi o Tomás quem me deu seu número.
Pensei comigo que o Tomás era um baita dum filho da puta. Deu meu telefone pra ela pra zoar comigo, o cuzão, espera só eu ver ele. Ela continuou falando, com aquela voz doce, melodiosa. Eu, bem sem graça, apesar de me achar um cara experiente.
- Bom, acho que o Tomás já te contou que tipo de mulher eu sou. Ele falou de você, dos seus gostos por mulheres, etc. Você já esteve com uma mulher como eu?
Ela falou a palavra "mulher" com um tom diferente, como se destacasse que era diferente do normal.
- Então, não, nunca estive… Acho que não teria coragem, sei lá…
- Olha, a vida nos dá uma sexualidade bem variada. Mas nos enfiaram numa caixinha com essa educação reprimida, nos encheram de tabus.
Eu escutava, sem falar nada.
- E acredite, depois de te ver no bar, você me atraiu, me pareceu um homem muito interessante. E de verdade, não é que eu viva disso… Na caça e captura de caras, mas dessa vez eu abri uma exceção, e conversando com o Tomás ele também me disse que você poderia estar interessado em algo diferente… É verdade?.
- Bom… Eu acho que isso é uma brincadeira do Tomás, ele é muito gozador e pra se divertir um pouco, te passou meu telefone — eu não sabia como sair dessa.
- Bom, olha. Eu conheço muitos homens. Me relaciono numa boa com eles e não necessariamente tenho que transar na cama. Às vezes a gente toma uns drinks, conversa, etc. Você toparia trocar uma ideia num papo rápido comigo?
- Ehhhh, isso… Bem, tá… vou pensar. Te ligo.
- Obrigada por pensar. Te espero. Até logo….
Não quis dar um não seco, porque não sou mal-educado. Mas desliguei o telefone com a certeza de que não falaria com ela de novo. Mas durante a semana, a curiosidade foi crescendo. Não quis ir no bar pra não ter treta com o Tomás. Mas a garota não saía da minha cabeça. E se eu me arriscasse? O que eu poderia perder? Se não gostar — pensava, pra me convencer — é só não voltar, e tá tudo resolvido.
Me sentia realmente atraído pela condição dela de transexual, no fundo eu a via como uma mulher extraordinária, daquelas que se você consegue pegar, viram parte da sua vida, mesmo que seja só num encontro. Depois de um tempão de indecisão, no fim, num rompante de coragem, fiz a ligação. Ela atendeu o telefone e falou sem me dar tempo de dizer nada.
- Ooooooi……….obrigada por ligar. Ela tinha meu número salvo com meu nome e na hora soube que era eu. A resposta dela à chamada, tão natural, tão educada, me deu uma coragem.
- Bom, só queria te cumprimentar, saber como você tá.
- Sabe? Tava esperando sua ligação, juro, pensei nisso a semana toda e não tinha certeza se você ia se decidir, muito obrigada.
A gente conversou um tempão sobre coisas bestas. Eu sem me atrever a pedir nada concreto, e ela teve que tomar a frente. quem tomou a decisão. E eu já me deixei levar, sem pensar muito bem.
- Quando a gente toma umas cervejas?
- Vale… quando você quiser. A gente se vê no bar?
- Não, não… Não é discreto, nem pra você nem pra mim. Melhor na minha casa, tô no prédio do lado do bar do Tomás. Te espero amanhã à tarde?
- Vale… Ela me passou o endereço e combinamos pras cinco da tarde. Cheguei na casa da Elvira no horário marcado. Ela me recebeu toda gostosa, com uma camisolinha branca curta, bem decotada e seus saltos agulha. Realmente uma delícia. Perfumada de dar água na boca.
Ao entrar no hallzinho do apartamento, duas portas abertas mostravam a sala de um lado e a cozinha do outro.
- Quer um café…? Sim?.. Então fica à vontade, vai pra sala que já te sirvo.
- Não, se não se importa, prefiro na cozinha, assim você não se incomoda de ficar indo e vindo. Gosto de cozinhas, acho mais pessoais, menos frias que as salas, especialmente claro se não estão bagunçadas. Nesse caso era um exemplo perfeito de limpeza, tudo arrumado e impecável. Sentei na mesa enquanto ela esquentava o café. Pude reparar no corpo perfeito dela, as pernas torneadas, uma cinturinha e uma bunda bem redondinha.
A camisola, embora curta, era de tecido pouco transparente, não deixava adivinhar os atributos íntimos. Serviu os cafés e a gente conversou um tempão. Mulher culta, conversa muito agradável, sabia se comportar. Dava pra ver que era bem preparada. Perguntei de onde ela era, tinha então vinte e nove anos.
- Sou de uma cidade pequena do interior. Ela continuou falando sobre a vida dela.
- Tive claro muito cedo que me sentia muito mulher.
Ela se mexia de um lado pro outro, toda provocante, mostrando a beleza radiante.
- Minha figura é de uma mulher de verdade. Olha… Ela abaixou sem vergonha uma alça da camisolinha e deixou o peito esquerdo livre. Um seio delicioso, totalmente redondo, firme, com um mamilo bem desenvolvido.
- Nada de silicone, hein… Totalmente natural. Elas se desenvolvem assim com os hormônios. Você vai ver depois que toque gostoso elas têm. — Caramba — falei pra mim mesmo — ela não se faz de rogada, já tá me avisando que vou apalpar os peitos dela. — E olha as pernas… o que você acha? Ela levantou um pouco a camisola, mostrando umas coxas perfeitas, nem um pelo, pele brilhando, bem hidratada. — Desculpa, Elvira, te perguntar… Você cobra pelos seus encontros? — Não, querido, não sou uma puta. Tenho um bom emprego, vendedora numa loja de roupa. Ganho o suficiente pra mim. Mas não vou negar que, de vez em quando, se um homem fica muito afim de mim, e me pega num aperto financeiro, eu cobro bem caro. Mas só raramente. — Me diz, você é ativa ou passiva? — Posso fazer o que pedirem, sem problemas. — Mulheres também? — Claro, a maioria das transexuais é bissexual. No fim das contas, a gente tem órgãos masculinos e os hormônios de homem não desaparecem de vez. E por isso a gente gosta de meter numa buceta, sem problema, pelo menos eu. — E com que tipo de mulher você já ficou? — A maioria colegas de trabalho que buscam um pouco de putaria na vida monótona. Geralmente são mulheres casadas, algumas com uma certa inclinação lésbica. Querem algo diferente e comigo realizam dois desejos: um, ter uma rola diferente do marido dentro delas, e outro, transar com uma mulher. Todas ficam encantadas. Terminamos o café e também uma dose. Depois ela se levantou, me pegou pelo braço e me levou pro fundo do apartamento, sem dizer nada, mas com um sorriso bem meigo e tranquilizador. — Você vai ver como vai ficar à vontade comigo… Fica tranquilo. A cama já estava aberta, com lençóis brancos impecáveis, passados. O quarto com uma luz bem fraca, quase na penumbra. Ela se meteu na cama, enquanto me convidava a me despir. Se cobriu com o lençol até a cintura e tirou a pequena camisola. Depois, sem tirar o lençol, também tirou uma calcinha branca de renda, que deixou cair ao lado da cama. Entendi que aquela forma de se despir não era por pudor dela, mas pelo meu, já que queria evitar o impacto negativo que os genitais masculinos dela poderiam causar em mim. Depois de me despir também, entrei na cama, me cobrindo até a cintura. Meu pau estava mole, fruto do nervosismo. — Que merda — pensei —, vou broxar e passar vergonha. Ela se aproximou um pouco de mim e começou a me dar uma longa sequência de beijos. Nunca vou esquecê-los, nenhuma outra mulher jamais me beijou com tanta maestria. Ela manejava como ninguém a parte interna dos lábios carnudos e a língua macia. Tinha um hálito fresco que eu adorava. Me deixei levar, já mais relaxado. Era tamanha a delícia daqueles beijos que fiquei completamente duro, sem nem perceber. Só me toquei quando ela colocou a mão no meu pau. — Aiiiiiiiiii... que delícia... hahahaha, que pauzão duro...!! Já consciente da minha ereção, comecei a agir, menos preocupado. Passei as mãos na bunda dela, empinada, carnuda, macia. Dava pra ver que era frequentadora de academia. E os peitos... uuufff. Ela tinha razão, um toque muito gostoso, um pouco mais durinhos que o normal. Levei os mamilos dela à boca, chupando por um bom tempo, enquanto ela continuava com uma massagem suave no meu pau. Não sei quanto tempo passei nessas preliminares. Ela decidia o próximo passo, e foi o que fez. — Amor, acho que já tenho que ser sua... Não aguento mais. Da mesinha, ela pegou uma caixa de camisinhas e colocou uma em mim. Em seguida, virou de costas para mim, deitada de lado sobre o ombro esquerdo, encolhendo as pernas dobradas e deixando a bunda bem à mostra. Ela tirou o lençol para que eu tivesse uma visão completa dela nua. Eu me posicionei colado nas costas dela, um pouco de través na cama, para um encaixe melhor. Com uma mão, afastei a nádega superior da Elvira. Claro que não era a primeira vez que eu encarava um buraco escuro. Mas dessa vez era diferente. Nas outras vezes, também aparecia uma racha feminina suculenta. Dessa vez não. No lugar dela, surgiram dois lindos testíbooties, redondinhos, gordinhos. Toda a área estava impecavelmente depilada. A presença das glândulas não me causou nenhum tipo de rejeição. Pelo contrário, era como um atrativo novo. Além disso, a visão da garota por trás era algo fora do comum. Uma silhueta de mulher perfeita. Uma costa de pele linda, sem nenhuma mancha, macia, lisinha. Os glúteos redondos e empinados e as coxas quentes. Dediquei um bom tempo acariciando o corpo todo, com o maior interesse e com comentários elogiando o físico dela. Ela se deixava levar, lisonjeada. Sem vontade de penetrá-la ainda, fiquei um tempão com meu pau enfiado entre as nádegas dela, esfregando pra cima e pra baixo. Quando fiz isso outras vezes, depois de esfregar assim a parte anal, o membro logo se encaixa na buceta molhada, pra trás e pra frente. Agora a ponta do meu pau batia nos testíbooties, que impediam de ir mais adiante. Eu pressionava forte contra eles, adorando a sensação nova, e voltava pra repetir o movimento. Ela gemia docemente. Eu tava com a vara dura igual a um poste, meus medos tinham acabado. Considerei que a hora tinha chegado. Mas me deu um pouco de vergonha começar a penetração sem um lubrificante adequado. — Amor… não quer que eu passe um pouco de creme? — Não, querido, não precisa. Você me deixou muito excitada, me sinto bem aberta por trás. Além disso, a camisinha já tem lubrificante, não se preocupa. Mas claro, toma cuidado, não seja bruto, por favor… Levantei a nádega de cima de novo com uma mão e com a outra peguei no meu pau, levando até a entrada dela. Ela tinha razão, foi bem fácil. Apertei com suavidade, mas com firmeza, e enfiei metade do membro sem dificuldade nenhuma. — Que Gostosa, cariñoooooooooooo… — exclamei, sincero. — Podia ser a novidade ou sei lá. Mas a sensação era muito mais deliciosa do que a que eu tinha sentido ao comer as mulheres que foram minhas amantes. Ela agradeceu meus cuidados. — Você é um homem muito delicado… Se todos fossem assim, de verdade… Obrigada. Também adoro que você esteja dentro de mim e que curta tanto. Ela tinha levantado levemente a perna direita pra facilitar a penetração. Agora eu já conseguia ver as bolas dela por completo e o pau. A Elvira tinha um pau mais ou menos normal, talvez um pouquinho maior que o comum, mas dentro da média. Não tava com uma ereção completa, só meia-bomba. Apertei um pouco mais e, bem devagar, enfiei tudo que faltava, sem o menor gemido de reclamação da parte dela. Imóvel, se deixava fazer sem protestar. Eu também curtia em silêncio. Tava abraçando ela bem gostoso. Meu braço esquerdo passava por baixo do pescoço dela e essa mão agarrava um dos peitos dela. Com a outra mão, continuava acariciando a bunda, as coxas e tudo que dava do corpo dela. Ainda meio tímido da minha parte, não ousava levar a mão pros genitais dela. Teve que ser ela de novo a tomar a iniciativa. Pegou minha mão e levou até o pau dela. — Me toca aí, céu, tô com muita vontade… Apalpei o pau que ela me oferecia. Era uma sensação estranha, tava tão enfiado nela que, ao masturbá-la, parecia que eu tava tocando meu próprio pau. Também não senti nenhuma rejeição. Enquanto estimulava ela, eu bombeava devagar no cu dela, curtindo aquele canal apertado. Ela teve uma ereção completa, o que me deixou muito satisfeito, porque me senti realizado em fazer ela gozar. Passou mais um tempão, de prazer mútuo. Aí ela me afastou pro lado. — Descansa um pouco, céu, tô quase gozando e ainda é cedo. — Ufa, ainda bem que você falou, eu também tava quase lá. Agora ela me fez deitar de bruços. — Relaxa, vou te dar um trato bem gostoso. massagem. Ela tirou a camisinha. Espalhou uma quantidade generosa de óleo hidratante por todo o meu corpo e fez uma massagem caprichada, bem erótica. Os ombros, o pescoço, a coluna — ela trabalhava tudo com muita experiência. Depois foi descendo pra minha bunda e minhas coxas, que ela mandou eu abrir o máximo possível. Passou bem o óleo nas minhas bolas, apertou elas com cuidado. Também besuntou bem a racha do meu cu e esfregou o buraco virgem. Com as mãos bem lubrificadas, enfiou um dedo no meu ânus e mexeu em círculos. Quando já estava um pouco dilatado, enfiou dois dedos e repetiu o movimento. A sensação era extremamente gostosa. Depois de uns quinze minutos, me fez virar de barriga pra cima. Repetiu a massagem no meu peito e na barriga. Também no meu pau, mas bem rapidinho, porque eu já tava com uma ereção violenta e ela, experiente, sabia que eu podia gozar a qualquer momento. Aí me mandou levantar a bunda pra colocar o travesseiro debaixo do meu quadril. Assim meu púbis ficou levantado. Ela me fez abrir bem as pernas, como se eu fosse uma mulher. E se colocou entre elas, deitada completamente em cima de mim, a pele toda dela colada no meu corpo. Os genitais de nós dois se esfregavam, e sentir o pau dela roçando no meu foi a sensação mais estranha que já tive, mas com certeza uma das mais gostosas. Eu sentia as bolas dela balançando em cima das minhas, depois subindo esfregando ao longo da haste do meu pau. Mal consigo descrever uma situação tão excitante, me faltam palavras. Ela me fazia gozar pra caralho. Já tive que avisar que o fim estava próximo. — Não aguento mais, Elvira, não aguento mais… — Ei, ei… não, não. Quieto, quieto, ainda falta muito. Ela se afastou sem me tocar e deixou passar uns dois minutos, me olhando com um sorriso maroto. — Você tá bem, meu anjo? — No paraíso, Elvira, você nem imagina, você é uma maravilha. Colocado de joelhos entre as pernas abertas dela (parecia uma verdadeira puta naquela posição), apoiei num braço esticado e com a outra mão Peguei no pau duro dele, pronto pra atacar sem mais enrolação.
— Relaxa, não pensa em nada, se deixa levar…
Abre um pouco as nádegas, por favor. Me segurei na cintura dela, pra levar melhor o transe e ao mesmo tempo sentir que era ela, pra sentir o corpo dela e o calor.
Ela continuava sem abrir os olhos, tímida, entregue.
Ela me deu de presente pelo meu bom comportamento um beijo bem longo, enquanto tirava quase todo o meu pau, deixando só a ponta dentro pra evitar que fechasse.
O leve vai e vem ajudava eu a começar a gozar.
E agora ela empurrou de novo com decisão. Ela deu uma olhada no meu baixo ventre, pra conferir a situação.
— Porra, amor, como você tá, tem a pica estourando…
— Pois é, pra que negar, tô gostando. Relaxei de vez. Curtia sentir a carne dura dentro dela.
Abri um pouco os olhos e pude ver o rosto radiante dela. Ela continuava muito atenta às minhas reações. Mais ainda, a situação era tão surpreendente, que eu até me sentia satisfeito, orgulhoso. Ela percebeu minha boa disposição e agora a enfiada foi tremenda, com toda a força das minhas cadeiras, a delicadeza já podia ficar de lado, Elvira sabia que já podia foder ela quase sem piedade, soltando uma paixão que transbordava.
— Ohhhhhhh, Ayyyyyyyyyyyyyy, ayyyyyyyyyyyyy, não tanto, não tanto
Mas ela já sabia que apesar desses incômodos dava pra continuar, sabia que eu já era um homem entregue à luxúria dela, que podia fazer comigo o que quisesse.
Então as enfiadas fortes continuaram.
— Você tá uma delícia, amor… Tem um cuzinho apertado, gostoso pra caralho, muito quente.
Você me faz gozar pra caramba.
Ficamos os dois quase imóveis, sentindo o contato íntimo dos corpos.
Pra que essas sensações fossem mais intensas, eu tirava até a metade e metia de novo até o fundo, com movimentos suaves às vezes, outras voltava às enfiadas fortes.
Não sei quanto tempo passou. Perdi a noção de Ei. A gente tava tão gostoso que ninguém queria parar. Os dois com uma ereção fudida, eu sentia meu pau duríssimo. A sensação era que eu tava prestes a gozar, mas sem chegar lá, num estado de pré-orgasmo contínuo que eu nunca tinha sentido. As bolas começaram a doer.
— Elvira, meu amor… Não aguento mais, agora sim, agora tenho que terminar.
— Tá bom, querido, vamos terminar juntos. Ela começou a bombar de novo, mais rápido e mais forte na bunda dela, sem pena nenhuma. Quase desmaiei de prazer.
— Ahhaaaaaaaaghhhhhhhhhhhhhh, ayyyyyyyyyyyyy, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…. Os gritos eram dos dois, gozando ao mesmo tempo. Dessa vez eu abri bem os olhos pra ver a cara radiante dela. Ela, ao contrário, tinha fechado os olhos, concentrada. Mais gostosa ainda. Senti perfeitamente as contrações da buceta dela se transmitindo pelo meu pau. Ela se deixou cair de novo, exausta em cima de mim, e a gente ficou mais uns minutos curtindo aquela união tão íntima. No final, o pau saiu sozinho, mole, acabado, espremido.
— Uffffff, você me deixou seco. Que delícia, acho que foi a melhor foda que já tive.
— Então, eu digo o mesmo.
— Eu ia dar uma bronca no Tomás, mas acho que tenho que convidar ele pra dividir uma garrafa de vinho bom… hahahaha.
— Hahahahaha, sim, sim. Sem dúvida, ele foi muito esperto em me dar seu telefone.
— Vou rápido, Elvira, já tô atrasado. Tomei um banho e ela se despediu na porta, com o beijo mais quente dela.
— Você volta?
— O que você acha? Fui amante da Elvira por um ano. São as lembranças mais lindas que eu posso ter. Ela foi transferida de cidade por causa do trabalho e eu perdi o contato. Depois tive uns encontros com alguma outra transexual...


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