Desatándote






Tudo começou por aqui...
E seguiu da seguinte maneira:Sabeu o que era o que tinha que fazer a partir desse momento. Queria que o orgasmo delicioso que lhe havia atravessado o corpo a relaxasse.
Mas atada como estava, não era possível, e eu temia que se a libertasse, ela se precipitaria sobre mim.
Meus medos se concretizaram. Foi só soltá-la e ela se encafuou no meu pau -que estava prestes a rebentar, é verdade- na minha concha.
Não me deixou mais remédio que agarrear-la do cabelo e sacá-la de cima atirando-a na cama.
Tenho de reconhecer que nesse momento duvidei. Por um instante duvidei se não a penetrar em aquele belo cu que me apontava. Mas meu plano era outro, e tive que recompor-me rapidamente.
Senti o que dizia Auto que me apanhava o arrebatamento, mas o dominei.
E antes de que ela chegasse a reagir, eu despejei o óleo que havia preparado nas nádegas que estavam marcadas por meus chicotes. Para acalmar o ardor, mas também com massagens lascivas, para acender novamente.
Com minhas mãos untadas em óleos, lhe escovei as pulseiras, como se querendo apagar as marcas da corda, e descendi pela totalidade da extensão de seus braços, detendo-me no seu pescoço.
Sus gemidos eram suaves, quase um rugido, quando sentiu minhas duas mãos abertas na sua espinha, descendo, fazendo círculos descendentes, até que se apoiassem nas nádegas.
Abri-lhe as nádegas e passei os meus dedos indiciais nos limites do seu cu. E descendi, acariciando com dois dedos de cada mão, os limites da sua vulva.
Eu queria acender as oito mil terminais nervosas que têm clitóris, e começava pelos bairros marginados, pelos subúrbios.
O meu objetivo era claro.
Eu queria que rogaras.
E quando vi que se estava mordendo o lábio, dei conta que estava perto.
Então dei-lhe volta para olhar-lhe nos olhos. E tomei com as minhas mãos seus dois seios, dando-lhe uma suave pressão em seus mamilos, que foi aumentando até apertá-los forte.
Arqueou seu corpo, e quase gritando disse
Fodam-me filho de mil puta, fodam-me uma vez
Mas não ia ceder tão facilmente... Eu havia me contido até aqui, não a ia dar tão facilmente.
Apoi my membro na sua vagina e frotei com muita malícia sobre seu clitóris
Entalhe suas unhas nas minhas nádegas.
E apoiei a cabeça entre seus lábios
Abriu suas pernas para me aproximar mais.
E pus my mãos em seu pescoço, sem apertar.
Lá ele entendeu que devia esperar... e começou a se mexer debaixo meu, procurando o melhor roço.
Ela sorriu e me devolveu a mesma sonrisa maligna.
Agrumei-lhe da cinta e pus-a em cima minha.
Eu fui cavalgada com fúria, movendo-se sem parar, apertando-me com seus músculos vaginais, meu pau como se tivesse um guante dentro.
Mas antes de lhe dar meu cú, queria um orgasmo dela. Beijei seus peitos e com um dedo lhe dei o ass. Sentí como começava a cú, não só por seus gemidos, nem por sua bunda que se punha como pedra. Me apertava a pija com seus estertores.
Quando acabou, deixou-se cair ao meu lado.
Arrodei-me diante dela e comecei a masturbar-me muito perto da sua cara. Até o fim.





4 comentários - Desatándote

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Es hermoso, me encanta, cuánto fuego, qué perverso... ❤
jajajaja! deje, Pervberto... es nada más que provocación.
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@VoyeaurXVII pero si a eso me refería! Qué mejor forma de amar a un pervertido que con perversión?
seeeeee!
Mucho morbo . Buen relato!
imaginese todo eso... con el cornudo mirando..
¡Qué delicia, maestro! Una verdadera joya.
me alegro que le haya gustado
ViviNic +1
Exquisito... simplemente exquisito...
gracias... se que ustedes lo dicen sabiendo lo que dicen!