Desde que meu marido me engravidou, não faço outra coisa senão pensar em transar. Primeiro, meus peitos começaram a crescer, ficando redondos, com os mamilos pontudos e escuros. Eles cresceram tanto que, pela primeira vez na minha vida, consegui colocar um pau entre eles.
Isso foi no começo da gravidez, quando meu marido percebeu que meus peitinhos estavam virando peitões. Um dia, quando ele chegou do trabalho e estava se trocando, me disse: "Vamos, docura, tira os peitos pra fora e me mostra". Naquela época, eu já estava sentindo a tesão de estar grávida, então levantei a camiseta, tirei o sutiã e enfiei meus peitos na cara dele. Ele começou a chupar e apertar, depois disse: "Esses aí são pra eu gozar na sua carinha enquanto aperto eles". E foi assim que, poucos minutos depois, eu estava recebendo porra nos peitos e no rosto.
Mas essas coisas só aumentavam meu tesão. Passava o dia com a buceta inchada de vontade e tinha pegado o vício de ficar esfregando meus peitos o tempo todo. Além disso, a ideia de sexo anal começou a ficar na minha cabeça.
Toda noite, eu transava com o coitado do meu marido, que voltava cansado do trabalho e não aguentava foder toda noite.
Então, nessa situação, decidi comprar um consolo.
Deu uma vergonha no começo, ir até a sex shop com minha barriguinha de grávida e comprar um consolo que fosse longo e grosso o suficiente para entrar na minha bunda virgem sem machucar, mas que me aliviasse de tanto tesão.
Naquele dia, quando cheguei em casa, decidi me deliciar a tarde toda com meu novo brinquedo. Então, preparei a banheira com água quente e sais de banho e entrei. Acariciei meus peitões, acariciei minha buceta, enfiei o consolo na toca inchada e mexi um pouco, mas não me satisfez, já que era menor que o pau do meu marido e eu sentia a buceta vazia.
Depois, fiquei de quatro e comecei a enfiar o consolo no cu. Me dava um... Um pouquinho de dor, gemendo assim, tirei e passei bem o buraquinho com creme e enfiei de novo. Eu estava tão concentrada e deliciada nessa tarefa de desflorar meu cu sozinha que não senti quando meu cunhado entrou em casa. A porta do banheiro estava aberta e ele estava ali parado, com o pau para fora da calça, empinado curtindo meu show.
"Oi Cristina, continua, continua tranquila."
Eu me levantei da banheira e peguei uma toalha para me cobrir.
"Então você continua insatisfeita, o coitado do meu irmão você tem espremido e pelo que vejo não é o suficiente."
"Por favor, Nacho, vai embora, não sei o que você está fazendo aqui, invadindo minha privacidade", eu disse.
"Olha, você está uma puta prenha e me pede para ir embora, se você morrer porque te enfiam no cu."
E dizendo isso, ele me pegou pelos braços e me empurrou para baixo, me obrigando a me ajoelhar, fiquei de joelhos na frente do pau dele, que era tão longo quanto o do meu marido, mas mais grosso.
"Abre a boca e chupa."
Eu me recusei e tentei me levantar, mas ele me deu um tapa forte, pegou meu queixo e enfiou o pau na minha boca, enquanto puxava meu cabelo e me fazia chupar e mexer a cabeça.
Como eu não queria que ele continuasse me batendo, comecei a chupar, ele foi ficando mais empinado, cada vez mais, e minha boca começou a salivar, ele enfiava tudo dentro até a garganta e eu me engasgava.
De vez em quando, ele tirava da minha boca e batia a cabeça do pau na minha cara, enfiava na boca e me dizia: "Chupa, chupa, puta."
"Agora você vai repetir o que eu disser, está bem?"
Eu não respondia e continuava chupando, ele agarrou meu cabelo e puxou minha cabeça para trás.
"Vai repetir?"
"Não."
Ele me deu outro tapa.
"Vai repetir o que eu digo ou não?"
"Está bem."
"Bom, continua chupando."
"Diga que você quer engolir minha porra, diga 'pai, vem na minha boquinha'." Como eu não dizia nada, ele enfiou o pau até a garganta e, embora eu não conseguisse respirar, ele meteu fundo na minha garganta e descarregou a porra lá dentro, apertava minha cabeça contra o pau dele, então a... A única coisa que me restava era engolir e engolir, aquele interminável jato de porra.
Quando terminou, me levantei do chão e pedi que ele fosse embora.
"Haha, você acha que acabou aqui?" E ele começou a se tocar e a sacudir para ficar duro de novo.
Ele arrancou a toalha com a qual eu me cobria, apertou meus peitos, me levou até a sala e disse:
"Deita no sofá, abre as pernas e me mostra a buceta."
"Por favor, Nacho, já chega. Sou a mulher do seu irmão, me deixe em paz."
"Cala a boca e faz o que eu mando, senão vou te meter numa encrenca enorme com meu irmão", ele disse enquanto acariciava minha barriga grávida. "Vai pro sofá e abre as pernas."
Eu fiz isso.
"Muito bem, abre mais. Abre os lábios da buceta e me mostra a vagina."
"Diz que você quer essa pijota enfiada na sua xota."
Naquele momento, eu já estava começando a ficar excitada e, dada a situação, não tinha outra opção senão seguir o jogo do Nacho. Comecei a me tocar e a pedir para ele enfiar o pau em mim.
E ele fez. Enfiou até o fundo. Era mais grosso que o do meu marido e eu adorei... Ele me deu de um jeito selvagem. Tive dois orgasmos magníficos...
"Fica de quatro", ele disse, "que vou te dar pelo cu."
"O quê? Não, pelo cu dói, e estou grávida, não quero que aconteça nada com o bebê."
"Fica de quatro, que meu pau você vai gostar mais do que aquele pedaço de plástico que você comprou."
Como não obedeci, ele me deu um tapa forte, me virou de costas e bateu na minha bunda até deixá-la totalmente vermelha e dolorida.
"Fica de quatro."
"Tá bom, por favor, não me machuca."
"Olha, cala a boca e fica de quatro."
Fiquei de quatro. Ele passou creme na minha bunda, passou no pau e começou a enfiar só a cabecinha.
"Peraí, você não vai esticar um pouco primeiro com os dedos ou com o brinquedo?"
"Não, vou te arrombar o cu ao meio."
Nem terminou de falar quando enfiou tudo brutalmente até o fundo. Achei que ia desmaiar, me senti tonta e enjoada, a dor foi... profundo.
Me empino mais o bumbum, e ele montou bem em cima de mim, a dor foi maior.
Ayyyyyyyy, por favor, me dooooooooiiiiii!!!!!!!!!!!, Nacho você está me arrebentando o cu, você me machuca.
Caiu uma tapa na minha cara, e começou o vai e vem de quadril sobre mim, me montou como um cavalo nas domas, eu sentia o cu totalmente arrebentado, sentia fogo e dor.
Ele me dava despiadadamente no cu e me batia nas nádegas ao mesmo tempo, apertava meus peitos e me obrigava a dizer coisas…
Me pede para arrebentar seu cu até o fundo, vai… Se não disser fuck you mais forte.
Tá bom, tá bom… aaaayyyyy arrebenta meu cu, ayyyyy, me dói…
Finalmente ele gozou, ficou desparramado em cima de mim. Eu nunca senti nenhum prazer dessa brutal desvirgação anal.
Nacho foi embora, me fazendo prometer, que nos encontraríamos de novo para transar ou ele contaria ao meu marido coisas que não eram verdade.
Fiquei sozinha, tomei banho, me troquei e esperei meu marido voltar do trabalho, não conseguia sentar de tanta dor que tinha no cu, e ele notou.
O que foi, docinho, que você está andando estranho e sentando de ladinho, me perguntou meu marido.
Nada, é que com a gravidez apareceram hemorroidas.
Quer que eu passe uma creminha no cuzinho?
Não, meu amor, já passei, obrigada.
Isso foi no começo da gravidez, quando meu marido percebeu que meus peitinhos estavam virando peitões. Um dia, quando ele chegou do trabalho e estava se trocando, me disse: "Vamos, docura, tira os peitos pra fora e me mostra". Naquela época, eu já estava sentindo a tesão de estar grávida, então levantei a camiseta, tirei o sutiã e enfiei meus peitos na cara dele. Ele começou a chupar e apertar, depois disse: "Esses aí são pra eu gozar na sua carinha enquanto aperto eles". E foi assim que, poucos minutos depois, eu estava recebendo porra nos peitos e no rosto.
Mas essas coisas só aumentavam meu tesão. Passava o dia com a buceta inchada de vontade e tinha pegado o vício de ficar esfregando meus peitos o tempo todo. Além disso, a ideia de sexo anal começou a ficar na minha cabeça.
Toda noite, eu transava com o coitado do meu marido, que voltava cansado do trabalho e não aguentava foder toda noite.
Então, nessa situação, decidi comprar um consolo.
Deu uma vergonha no começo, ir até a sex shop com minha barriguinha de grávida e comprar um consolo que fosse longo e grosso o suficiente para entrar na minha bunda virgem sem machucar, mas que me aliviasse de tanto tesão.
Naquele dia, quando cheguei em casa, decidi me deliciar a tarde toda com meu novo brinquedo. Então, preparei a banheira com água quente e sais de banho e entrei. Acariciei meus peitões, acariciei minha buceta, enfiei o consolo na toca inchada e mexi um pouco, mas não me satisfez, já que era menor que o pau do meu marido e eu sentia a buceta vazia.
Depois, fiquei de quatro e comecei a enfiar o consolo no cu. Me dava um... Um pouquinho de dor, gemendo assim, tirei e passei bem o buraquinho com creme e enfiei de novo. Eu estava tão concentrada e deliciada nessa tarefa de desflorar meu cu sozinha que não senti quando meu cunhado entrou em casa. A porta do banheiro estava aberta e ele estava ali parado, com o pau para fora da calça, empinado curtindo meu show.
"Oi Cristina, continua, continua tranquila."
Eu me levantei da banheira e peguei uma toalha para me cobrir.
"Então você continua insatisfeita, o coitado do meu irmão você tem espremido e pelo que vejo não é o suficiente."
"Por favor, Nacho, vai embora, não sei o que você está fazendo aqui, invadindo minha privacidade", eu disse.
"Olha, você está uma puta prenha e me pede para ir embora, se você morrer porque te enfiam no cu."
E dizendo isso, ele me pegou pelos braços e me empurrou para baixo, me obrigando a me ajoelhar, fiquei de joelhos na frente do pau dele, que era tão longo quanto o do meu marido, mas mais grosso.
"Abre a boca e chupa."
Eu me recusei e tentei me levantar, mas ele me deu um tapa forte, pegou meu queixo e enfiou o pau na minha boca, enquanto puxava meu cabelo e me fazia chupar e mexer a cabeça.
Como eu não queria que ele continuasse me batendo, comecei a chupar, ele foi ficando mais empinado, cada vez mais, e minha boca começou a salivar, ele enfiava tudo dentro até a garganta e eu me engasgava.
De vez em quando, ele tirava da minha boca e batia a cabeça do pau na minha cara, enfiava na boca e me dizia: "Chupa, chupa, puta."
"Agora você vai repetir o que eu disser, está bem?"
Eu não respondia e continuava chupando, ele agarrou meu cabelo e puxou minha cabeça para trás.
"Vai repetir?"
"Não."
Ele me deu outro tapa.
"Vai repetir o que eu digo ou não?"
"Está bem."
"Bom, continua chupando."
"Diga que você quer engolir minha porra, diga 'pai, vem na minha boquinha'." Como eu não dizia nada, ele enfiou o pau até a garganta e, embora eu não conseguisse respirar, ele meteu fundo na minha garganta e descarregou a porra lá dentro, apertava minha cabeça contra o pau dele, então a... A única coisa que me restava era engolir e engolir, aquele interminável jato de porra.
Quando terminou, me levantei do chão e pedi que ele fosse embora.
"Haha, você acha que acabou aqui?" E ele começou a se tocar e a sacudir para ficar duro de novo.
Ele arrancou a toalha com a qual eu me cobria, apertou meus peitos, me levou até a sala e disse:
"Deita no sofá, abre as pernas e me mostra a buceta."
"Por favor, Nacho, já chega. Sou a mulher do seu irmão, me deixe em paz."
"Cala a boca e faz o que eu mando, senão vou te meter numa encrenca enorme com meu irmão", ele disse enquanto acariciava minha barriga grávida. "Vai pro sofá e abre as pernas."
Eu fiz isso.
"Muito bem, abre mais. Abre os lábios da buceta e me mostra a vagina."
"Diz que você quer essa pijota enfiada na sua xota."
Naquele momento, eu já estava começando a ficar excitada e, dada a situação, não tinha outra opção senão seguir o jogo do Nacho. Comecei a me tocar e a pedir para ele enfiar o pau em mim.
E ele fez. Enfiou até o fundo. Era mais grosso que o do meu marido e eu adorei... Ele me deu de um jeito selvagem. Tive dois orgasmos magníficos...
"Fica de quatro", ele disse, "que vou te dar pelo cu."
"O quê? Não, pelo cu dói, e estou grávida, não quero que aconteça nada com o bebê."
"Fica de quatro, que meu pau você vai gostar mais do que aquele pedaço de plástico que você comprou."
Como não obedeci, ele me deu um tapa forte, me virou de costas e bateu na minha bunda até deixá-la totalmente vermelha e dolorida.
"Fica de quatro."
"Tá bom, por favor, não me machuca."
"Olha, cala a boca e fica de quatro."
Fiquei de quatro. Ele passou creme na minha bunda, passou no pau e começou a enfiar só a cabecinha.
"Peraí, você não vai esticar um pouco primeiro com os dedos ou com o brinquedo?"
"Não, vou te arrombar o cu ao meio."
Nem terminou de falar quando enfiou tudo brutalmente até o fundo. Achei que ia desmaiar, me senti tonta e enjoada, a dor foi... profundo.
Me empino mais o bumbum, e ele montou bem em cima de mim, a dor foi maior.
Ayyyyyyyy, por favor, me dooooooooiiiiii!!!!!!!!!!!, Nacho você está me arrebentando o cu, você me machuca.
Caiu uma tapa na minha cara, e começou o vai e vem de quadril sobre mim, me montou como um cavalo nas domas, eu sentia o cu totalmente arrebentado, sentia fogo e dor.
Ele me dava despiadadamente no cu e me batia nas nádegas ao mesmo tempo, apertava meus peitos e me obrigava a dizer coisas…
Me pede para arrebentar seu cu até o fundo, vai… Se não disser fuck you mais forte.
Tá bom, tá bom… aaaayyyyy arrebenta meu cu, ayyyyy, me dói…
Finalmente ele gozou, ficou desparramado em cima de mim. Eu nunca senti nenhum prazer dessa brutal desvirgação anal.
Nacho foi embora, me fazendo prometer, que nos encontraríamos de novo para transar ou ele contaria ao meu marido coisas que não eram verdade.
Fiquei sozinha, tomei banho, me troquei e esperei meu marido voltar do trabalho, não conseguia sentar de tanta dor que tinha no cu, e ele notou.
O que foi, docinho, que você está andando estranho e sentando de ladinho, me perguntou meu marido.
Nada, é que com a gravidez apareceram hemorroidas.
Quer que eu passe uma creminha no cuzinho?
Não, meu amor, já passei, obrigada.
3 comentários - Embarazada me reventaron el culo
van 10