Alguém te ensinando a foder! parte 1

Acho que ela curtia sexo sujo, sujo escatológico, sempre falava dessas paradas e no trampo, mesmo sendo minha chefe, vivia contando umas coisas.
A gente chamava ela de neve por ser tão branquinha, peitão, bundão e cinturinha fina.
Ela se achava toda loira e o maior complexo dela era o nariz aquilino, pra mim isso deixava ela mais interessante.
Mas ela odiava isso, tanto que fazia de tudo pra você olhar qualquer coisa menos a carinha dela. Também tinha complexo com a altura, sem salto acho que precisava de um banquinho pra descer de lá.

Uma vez, falando de paradas estranhas, perguntou qual era o prazer bizarro de cada um.
Todo mundo respondeu umas merdas, uma das minas disse que mijava de pé na pia, mas limpava depois, e aí a conversa foi pro lado do pau.
Eu falei que quando fui morar sozinho, cagava com a porta aberta, e me zoaram pra caralho por isso. Uma das minas disse que andava pelada, mas de meia e tênis, porque senão dava vontade de mijar.
E a neve falou:
— Eu gosto de segurar o xixi e a merda…
Comer bem, e aguentar até sentir que vou me cagar toda, e aí tenho que tampar a bunda porque me cago toda na hora de cagar, ahhhhhhh, prazer sentir tudo saindo de mim.
Uma vez me filmei cagando… lindo.

A gente ficou num silêncio estranho, e perguntamos se alguém sabia dos nossos prazeres ocultos.
Ela disse que o marido sabia, mas que tudo aquilo dava nojo pra ele.
— Mais ainda (disse ela), se não tomar banho antes, ele não chupa minha buceta, imagina se visse minhas calcinhas com fluxo.

Naquele dia comecei a olhar pra ela diferente…

Uma das minas vendia lingerie por catálogo, e eu olhei pra neve, na hora ela veio e perguntou:
— Qual fica melhor em mim?
— A tanga com babados, falei.
— Fechou! Vou comprar.

O marido era super ciumento, mó chatice. Uma vez encontrei ela na rua e falei:
— E aí, neve! E o cara ficou puto, me empurrou. Ela segurou ele, falou algo no ouvido, ele riu, me olhou de cima a baixo e pediu pra irem embora. Gustavo, neve e eu. Entrávamos às 7 da manhã e os outros às 9, mas eles sempre chegavam antes pra matear e falar merda um pouco. Se liga, Tavo, se a gente não fosse, o marido não deixava ela entrar antes, o cara era brabo.
Quando o Tavo pediu férias pra ir pro Cosquín Rock, ficávamos sozinhos, então uma semana antes ela já vinha com transparências, sentava de saia e não fechava as pernas.
E se se abaixava, tinha parado de colocar a mão pra tampar o “T” da microtanga dela.
O marido começou a procurar ela e quando me cruzava, piscava o olho pra mim.
Eu, Tavo, sabe o Rubén (o marido da Nieves) fica me mandando beijo, piscando o olho, que porra é essa?
_ Olha, trouxa, a Nieves é puta pra caralho, quando ficar sozinha a gostosa vai querer transar, ela tá no cio, desde que soube que vou pro Cosquín… arrebenta a buceta dela, ele me falava.
EHHHHHH, calma aí, Juan Cock, a mina tem marido, a gente conhece ele, ele sempre vem buscar ela…
_ NÃO, punheteiro, ele falou _ me escuta, come ela, eu comi ela no dia do aniversário do gordo da manutenção, fomos lá em Espeleta, uma balada que chama El Bosque. O marido foi buscar bebida e eu comi ela lá fora.
_ Pra mim, se tão assim, querem um ménage…
_ É, trouxa, mas o grandão pisca o olho pra mim, puta que pariu.
_ Não, punheteiro, me escuta.
Na saída, o marido da Nieves tava lá, me olhou e falou: “tudo bem, bombom?”
Ele riu e entrou pra buscar ela. Que porra é essa, esse filho da puta quer comer a buceta da minha mãe?
No outro dia, mesma coisa: “tá fazendo o quê, Ricky Martin?”, ele falou, mas eu olhei feio e ele disse: “fica tranquilo, bebê, você não é meu tipo…”
No trampo era só putaria, ela chegava com umas tangas do caralho, blusa sem sutiã, e na quinta-feira veio de legging. Eu vinha com uma caixa de arquivo e ela passou na minha frente, se abaixou e encostou a bunda em mim. Fiquei com muito tesão, passei a mão na bunda dela e ela não tava de calcinha. Esperava um tapa, ou por ser abusado (até aí era só putaria) ou porque tinha gente olhando. Ela falou baixinho:
_ Tomei banho e saí com pressa, hahahaha, esqueci a calcinha.
Pronto, pensei.
Esse dia fiquei felizão o tempo todo. o dia até que o marido dela chegou… já tava me dando nos nervos. Olhei pra ele e ele disse:
Mmm, cê tá menstruada? Sabe o que você precisa, Flavio Mendoza?

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