Fala, galera! Hoje voltei pra contar sobre a segunda vez que fiquei com a namorada do meu amigo. Pra quem não leu como tudo começou, deixo o link aqui: https://m.poringa.net/posts/relatos/3595905/Como-comence-a-fuck-con-la-novia-de-mi-amigo-y-el.html
Um mês depois do que rolou no post anterior, a namorada do meu amigo sugeriu pra ele que começassem a ir pra academia juntos, porque ela já malhava antes de conhecê-lo e, por causa do relacionamento e do trampo, tinha descuidado e engordado uns quilinhos. Meu amigo, que não é muito chegado a esportes, falou pra ela conversar comigo, já que eu ia pra academia e fazia outras atividades.
Naquela época, eu tava na correria total entre trabalho e esporte: corria de manhã e, à noite, depois do expediente, ia pra academia ou nadar. Aí, um dia fui visitar meu amigo, e enquanto a gente tomava uns mates, ela chegou. No meio do papo, ele falou:
- Ah! Ela queria te pedir um favor, quer fazer exercício, falou comigo, mas você me conhece, não sou muito disso.
- Sem problemas... respondi. Eu corro um pouco de manhã e, à noite, intercalo os dias entre academia e natação.
- Tô interessada na academia, porque de manhã trabalho e natação não tenho coragem... Quero perder uns quilinhos... Ela disse.
Isso foi num domingo, então combinamos de começar no dia seguinte, indo segunda, quarta e sexta. No primeiro dia, passei buscá-la em casa lá pelas 20h. Assim que cheguei, ela saiu com uma legging branca que arrebentava, e olha, se tava sobrando uns quilinhos nela, não incomodava nada — tava uma gostosa.
Naquele dia, fizemos um pouco de aeróbico e reconhecemos os aparelhos, também montamos uma rotina que se encaixasse no que ela queria.
Durante umas duas semanas, a gente foi na academia normal, até que numa sexta à tarde, enquanto eu tava trabalhando, recebo uma mensagem dela, perguntando se dava pra ir uma hora mais tarde pra academia, que ela precisava resolver umas paradas. Como eu não tinha nenhum compromisso, falei que sem problema.
Umas 21h, passo pra buscar ela e ela sai com uma mochila e me fala que ali tinha roupa pra trocar na academia e que, se não me incomodasse, levar ela num lugar depois. Falei que sem problema, desde que não arrumasse confusão com meu amigo. Aí ela disse que não, que ele já sabia.
Depois do treino, umas 22h, ela foi tomar banho, e como eu sempre fazia antes de começar a ir com ela, também levei roupa e tomei banho. Ela saiu 20 minutos depois de mim, com uma minissaia curta e um top, ambos rosa brilhante, tava de matar.
Subimos no carro e ela começa a me guiar até uma rua onde só tinha um muro cercando um terreno bem grande e um portão preto, onde não dava pra ver nada lá dentro. Aí o portão abre e vejo que ela tinha um controle remoto, e ela fala:
— Entra até a porta, porque com esses saltos não vou conseguir andar nessa estrada.
A estrada era de pedregulho. Ela me levou até uma casa parecida com um quincho, com paredes de vidro, e me mandou estacionar perto da piscina. Depois disso, ela desliga o carro, pega as chaves e manda eu descer.
— Me segue... — ela fala, já do lado de fora do carro. — Tenho que te dar uma coisa, entra.
Ela abre a porta, entra, e eu vou atrás dela...
— Tá com pressa? — ela pergunta.
— Não... — respondo. — Não tenho nada pra fazer.
Então ela me empurra contra a parede, se vira e começa a esfregar a bunda dela com força no meu meio das pernas, pega minhas mãos e coloca nos peitos dela, e fala:
— Não aguento mais de vontade de dar pra você de novo...
— Não quero que a gente faça merda... — falo, enquanto sentia meu pau endurecendo aos poucos, sem conseguir me segurar.
— Seu amigo já sabe que adorei seu pau e ficar com você, o nosso negócio é outro... — ela respondeu.
Dito isso, ela me solta e vai até uma porta de onde me chama. Eu pego as chaves do carro, ligo o alarme e vou devagar até o lugar, onde vejo ela deitada na cama de bruços, me esperando com a cabeça virada pra onde eu estava.
Era uma imagem indescritível, aquela calcinha fio-dental rosa, o cabelo preto comprido, a bunda grande e empinada, junto com aquele perfume, fizeram meu pau ficar duro como poucas vezes.
Me aproximo, ela levanta a cabeça, me pega pela calça, desabotoa, abre o zíper e apoia meu pau na língua dela, deixa ali um tempo, me olha e ri. Então começa uma das melhores boquetas que já ganhei na vida, parecia que tava com sede do meu pau, agarrava com força na base do tronco e chupava até deixar bem babado e mais inchado do que antes.
Ela vira, ficando de barriga pra cima na cama e me fala:
- Quero que me coma como uma puta, quero sentir o que é ser sua puta, quero ser sua puta...
Ela pega meu pau e coloca de novo na boca dela, mas dessa vez de barriga pra cima e deixando a cabeça cair no pé da cama, eu levanto as pernas dela, tiro a calcinha fio dental e começo a tocar ela enquanto ela tentava engolir o pau inteiro até a garganta, fazendo ânsia, então começo a lamber a buceta bem molhada enquanto empurrava meu pau até a garganta dela, depois de um tempo, ela me fala:
- Me come!!! Faz o que quiser comigo...
Então eu levanto, levanto ela, coloco ela de pé na minha frente, inclino ela de um jeito que as mãos dela toquem o chão, com meu pau bato na bunda e na vulva dela que ficavam abertas como uma flor que se oferecia completamente, então, sem precisar lubrificar, já que tava naturalmente e muito, pela vagina eu penetrei com força, ela dá um grito, as pernas dela fraquejam e ela cai sentada, sem deixar ela falar eu digo:
- Vem cá, puta, agora engole o pau de novo, já que não aguenta ele na buceta...
Pego ela pelo cabelo e faço ela engolir bem, ajudo ela a ficar de pé e coloco ela na mesma posição de antes. Dou várias palmadas na bunda enquanto falava:
- Dessa vez aguenta, porque senão eu te encho de palmada a noite toda...
Ela sem falar nada me olha e balança a cabeça que sim, então de novo eu penetrei com força, ela reclama mas não sai, começo a meter e tirar empurrando com força, porque o apertado e a posição dificultavam a penetração, tanto que por momentos ela tentava se dobrar pau. Depois deito ela de bruços na cama, com o quadril na beirada e as pernas penduradas, coloco um pé na cama e com o outro apoiado no chão continuo penetrando ela, mas dessa vez mais fundo, tanto que sentia a cabeça da pau batendo em alguma coisa e cada vez que batia ela reclamava de dor.
- Tá doendo, puta? Perguntei, enquanto apoiava os dois joelhos na cama e montava nela buscando mais profundidade, aí o roçar da minha pau ficou constante, ela segurou minhas pernas e começou a gemer mais forte enquanto, ao mesmo tempo, eu enfiava meu polegar no cu dela, ficamos assim uns minutos até ela começar a falar pra eu não parar que já tava gozando, aí soltou um grito e um xingamento pra mim. Depois, na beirada da cama, coloco ela de quatro mas com o peito apoiado na cama e começo a lamber o cu dela e aos poucos vou dilatando com meus dedos até me levantar e devagar enfiar a cabeça da minha pau, ela molha bem a mão com saliva e passa no tronco, então começo a meter aos poucos, um pouco antes de chegar na metade, ela tira, vira, senta, começa a chupar bem a minha pau de novo, mas dessa vez deixando toda a saliva espalhada pelo tronco, faz eu deitar de barriga pra cima, fica de cócoras de costas pra mim e é assim que vejo ela mesma enfiar aos poucos toda a minha pau no cu dela. Depois começa a sentar sem parar, apoia os joelhos e começa a cavalgar um pouco, depois disso me leva até a beirada da cama, ela com os pés no chão começa a sentar como se eu fosse uma cadeira, subindo e descendo, enfiando a pau toda no cu dela, assim por um bom tempo até que não aguentei mais e falei que já tava terminando, aí ela começou a aumentar a velocidade e depois de alguns segundos gozei jogando toda a porra dentro do cu dela, ela continuava se esfregando com a minha pau dentro até eu soltar a última gota e ela não parava de gemer.
- Você me fez gozar de Nov
Ela me pega no pau de novo e chupa até ele ficar duro outra vez, aí começa a me bater uma com velocidade e com a cabeça do meu pau dentro da boca dela, de vez em quando engolia ele inteiro, lambia da base até a cabeça e chupava minhas bolas, ficou uns minutos assim e me pergunta:
— Você não vai gozar de novo?
— É difícil... falo
— Tá, mas eu quero seu gozo na minha boca e você vai me dar... respondeu
Aí ela pega minhas pernas, faz eu apoiar as plantas dos pés na cama, deixando os joelhos dobrados pra cima, começa a engolir ele todo, chupar bem as bolas e aos poucos descer até meu cu, que ela começa a lamber enquanto me batia uma com força. Nessa altura eu já tava em êxtase de prazer, mas nem perto de gozar, depois de uns minutos, ela começa a chupar com força a cabeça do meu pau e bater uma rapidinho enquanto aos poucos esfregava meu cu com o dedo, que depois de alguns segundos enfiou uma falange e depois outra, ficou assim por um minuto até que, muito gostosamente, eu enchi a boca dela de gozo, que ela foi engolindo enquanto eu gozava. Depois pega a toalha, seca a vulva, me olha e fala:
— Já tinha me molhado toda de novo, mas já é tarde... enquanto vestia a calcinha limpa
Ela se joga em cima de mim e dá um beijo no meu pau, levanta e começa a se vestir, olho o relógio e era 00:45.
Levo ela até a casa do meu amigo, já que iam num bar juntos, quando chega ela me dá um beijo na bochecha, desce do carro, eu fico dentro, meu amigo sai de casa, me cumprimenta, dá um beijo na boca dela e ela fala:
— Te trouxe um presente, abre a bolsa e dá a calcinha que tinha usado antes...
— Filhos da puta — ele fala enquanto olhava pra todo lado com um sorriso no rosto... Agora tô com vontade de ficar e você me contar tudo...
— Não não, vamos pro bar e depois te conto, ela fala.
— Beleza, haha, vou nessa... falo eu..
— Pera!... ela diz Ele... leva a gente.
Então ele leva a gente até o bar e, quando desce, meu amigo me diz:
— Desculpa te usar de motorista, mas você come minha namorada, é o mínimo que pode fazer... E os dois riem.
— Vocês são malucos... Falo rindo e vou dormir com os ovos bem secos e a pica lustrada.
Bom, amigos, essa é a história da segunda vez que comi a namorada do meu amigo. Espero que tenham gostado, porque tem mais pra contar sobre esses dois. Um abraço e se cuidem.
Um mês depois do que rolou no post anterior, a namorada do meu amigo sugeriu pra ele que começassem a ir pra academia juntos, porque ela já malhava antes de conhecê-lo e, por causa do relacionamento e do trampo, tinha descuidado e engordado uns quilinhos. Meu amigo, que não é muito chegado a esportes, falou pra ela conversar comigo, já que eu ia pra academia e fazia outras atividades.
Naquela época, eu tava na correria total entre trabalho e esporte: corria de manhã e, à noite, depois do expediente, ia pra academia ou nadar. Aí, um dia fui visitar meu amigo, e enquanto a gente tomava uns mates, ela chegou. No meio do papo, ele falou:
- Ah! Ela queria te pedir um favor, quer fazer exercício, falou comigo, mas você me conhece, não sou muito disso.
- Sem problemas... respondi. Eu corro um pouco de manhã e, à noite, intercalo os dias entre academia e natação.
- Tô interessada na academia, porque de manhã trabalho e natação não tenho coragem... Quero perder uns quilinhos... Ela disse.
Isso foi num domingo, então combinamos de começar no dia seguinte, indo segunda, quarta e sexta. No primeiro dia, passei buscá-la em casa lá pelas 20h. Assim que cheguei, ela saiu com uma legging branca que arrebentava, e olha, se tava sobrando uns quilinhos nela, não incomodava nada — tava uma gostosa.
Naquele dia, fizemos um pouco de aeróbico e reconhecemos os aparelhos, também montamos uma rotina que se encaixasse no que ela queria. Durante umas duas semanas, a gente foi na academia normal, até que numa sexta à tarde, enquanto eu tava trabalhando, recebo uma mensagem dela, perguntando se dava pra ir uma hora mais tarde pra academia, que ela precisava resolver umas paradas. Como eu não tinha nenhum compromisso, falei que sem problema.
Umas 21h, passo pra buscar ela e ela sai com uma mochila e me fala que ali tinha roupa pra trocar na academia e que, se não me incomodasse, levar ela num lugar depois. Falei que sem problema, desde que não arrumasse confusão com meu amigo. Aí ela disse que não, que ele já sabia.
Depois do treino, umas 22h, ela foi tomar banho, e como eu sempre fazia antes de começar a ir com ela, também levei roupa e tomei banho. Ela saiu 20 minutos depois de mim, com uma minissaia curta e um top, ambos rosa brilhante, tava de matar.
Subimos no carro e ela começa a me guiar até uma rua onde só tinha um muro cercando um terreno bem grande e um portão preto, onde não dava pra ver nada lá dentro. Aí o portão abre e vejo que ela tinha um controle remoto, e ela fala: — Entra até a porta, porque com esses saltos não vou conseguir andar nessa estrada.
A estrada era de pedregulho. Ela me levou até uma casa parecida com um quincho, com paredes de vidro, e me mandou estacionar perto da piscina. Depois disso, ela desliga o carro, pega as chaves e manda eu descer.
— Me segue... — ela fala, já do lado de fora do carro. — Tenho que te dar uma coisa, entra.
Ela abre a porta, entra, e eu vou atrás dela...
— Tá com pressa? — ela pergunta.
— Não... — respondo. — Não tenho nada pra fazer.
Então ela me empurra contra a parede, se vira e começa a esfregar a bunda dela com força no meu meio das pernas, pega minhas mãos e coloca nos peitos dela, e fala:
— Não aguento mais de vontade de dar pra você de novo...
— Não quero que a gente faça merda... — falo, enquanto sentia meu pau endurecendo aos poucos, sem conseguir me segurar.
— Seu amigo já sabe que adorei seu pau e ficar com você, o nosso negócio é outro... — ela respondeu.
Dito isso, ela me solta e vai até uma porta de onde me chama. Eu pego as chaves do carro, ligo o alarme e vou devagar até o lugar, onde vejo ela deitada na cama de bruços, me esperando com a cabeça virada pra onde eu estava.
Era uma imagem indescritível, aquela calcinha fio-dental rosa, o cabelo preto comprido, a bunda grande e empinada, junto com aquele perfume, fizeram meu pau ficar duro como poucas vezes.
Me aproximo, ela levanta a cabeça, me pega pela calça, desabotoa, abre o zíper e apoia meu pau na língua dela, deixa ali um tempo, me olha e ri. Então começa uma das melhores boquetas que já ganhei na vida, parecia que tava com sede do meu pau, agarrava com força na base do tronco e chupava até deixar bem babado e mais inchado do que antes.Ela vira, ficando de barriga pra cima na cama e me fala:
- Quero que me coma como uma puta, quero sentir o que é ser sua puta, quero ser sua puta...
Ela pega meu pau e coloca de novo na boca dela, mas dessa vez de barriga pra cima e deixando a cabeça cair no pé da cama, eu levanto as pernas dela, tiro a calcinha fio dental e começo a tocar ela enquanto ela tentava engolir o pau inteiro até a garganta, fazendo ânsia, então começo a lamber a buceta bem molhada enquanto empurrava meu pau até a garganta dela, depois de um tempo, ela me fala:
- Me come!!! Faz o que quiser comigo...
Então eu levanto, levanto ela, coloco ela de pé na minha frente, inclino ela de um jeito que as mãos dela toquem o chão, com meu pau bato na bunda e na vulva dela que ficavam abertas como uma flor que se oferecia completamente, então, sem precisar lubrificar, já que tava naturalmente e muito, pela vagina eu penetrei com força, ela dá um grito, as pernas dela fraquejam e ela cai sentada, sem deixar ela falar eu digo:
- Vem cá, puta, agora engole o pau de novo, já que não aguenta ele na buceta...
Pego ela pelo cabelo e faço ela engolir bem, ajudo ela a ficar de pé e coloco ela na mesma posição de antes. Dou várias palmadas na bunda enquanto falava:
- Dessa vez aguenta, porque senão eu te encho de palmada a noite toda...
Ela sem falar nada me olha e balança a cabeça que sim, então de novo eu penetrei com força, ela reclama mas não sai, começo a meter e tirar empurrando com força, porque o apertado e a posição dificultavam a penetração, tanto que por momentos ela tentava se dobrar pau. Depois deito ela de bruços na cama, com o quadril na beirada e as pernas penduradas, coloco um pé na cama e com o outro apoiado no chão continuo penetrando ela, mas dessa vez mais fundo, tanto que sentia a cabeça da pau batendo em alguma coisa e cada vez que batia ela reclamava de dor.
- Tá doendo, puta? Perguntei, enquanto apoiava os dois joelhos na cama e montava nela buscando mais profundidade, aí o roçar da minha pau ficou constante, ela segurou minhas pernas e começou a gemer mais forte enquanto, ao mesmo tempo, eu enfiava meu polegar no cu dela, ficamos assim uns minutos até ela começar a falar pra eu não parar que já tava gozando, aí soltou um grito e um xingamento pra mim. Depois, na beirada da cama, coloco ela de quatro mas com o peito apoiado na cama e começo a lamber o cu dela e aos poucos vou dilatando com meus dedos até me levantar e devagar enfiar a cabeça da minha pau, ela molha bem a mão com saliva e passa no tronco, então começo a meter aos poucos, um pouco antes de chegar na metade, ela tira, vira, senta, começa a chupar bem a minha pau de novo, mas dessa vez deixando toda a saliva espalhada pelo tronco, faz eu deitar de barriga pra cima, fica de cócoras de costas pra mim e é assim que vejo ela mesma enfiar aos poucos toda a minha pau no cu dela. Depois começa a sentar sem parar, apoia os joelhos e começa a cavalgar um pouco, depois disso me leva até a beirada da cama, ela com os pés no chão começa a sentar como se eu fosse uma cadeira, subindo e descendo, enfiando a pau toda no cu dela, assim por um bom tempo até que não aguentei mais e falei que já tava terminando, aí ela começou a aumentar a velocidade e depois de alguns segundos gozei jogando toda a porra dentro do cu dela, ela continuava se esfregando com a minha pau dentro até eu soltar a última gota e ela não parava de gemer.
- Você me fez gozar de Nov
Ela me pega no pau de novo e chupa até ele ficar duro outra vez, aí começa a me bater uma com velocidade e com a cabeça do meu pau dentro da boca dela, de vez em quando engolia ele inteiro, lambia da base até a cabeça e chupava minhas bolas, ficou uns minutos assim e me pergunta: — Você não vai gozar de novo?
— É difícil... falo
— Tá, mas eu quero seu gozo na minha boca e você vai me dar... respondeu
Aí ela pega minhas pernas, faz eu apoiar as plantas dos pés na cama, deixando os joelhos dobrados pra cima, começa a engolir ele todo, chupar bem as bolas e aos poucos descer até meu cu, que ela começa a lamber enquanto me batia uma com força. Nessa altura eu já tava em êxtase de prazer, mas nem perto de gozar, depois de uns minutos, ela começa a chupar com força a cabeça do meu pau e bater uma rapidinho enquanto aos poucos esfregava meu cu com o dedo, que depois de alguns segundos enfiou uma falange e depois outra, ficou assim por um minuto até que, muito gostosamente, eu enchi a boca dela de gozo, que ela foi engolindo enquanto eu gozava. Depois pega a toalha, seca a vulva, me olha e fala:
— Já tinha me molhado toda de novo, mas já é tarde... enquanto vestia a calcinha limpa
Ela se joga em cima de mim e dá um beijo no meu pau, levanta e começa a se vestir, olho o relógio e era 00:45.
Levo ela até a casa do meu amigo, já que iam num bar juntos, quando chega ela me dá um beijo na bochecha, desce do carro, eu fico dentro, meu amigo sai de casa, me cumprimenta, dá um beijo na boca dela e ela fala:
— Te trouxe um presente, abre a bolsa e dá a calcinha que tinha usado antes...
— Filhos da puta — ele fala enquanto olhava pra todo lado com um sorriso no rosto... Agora tô com vontade de ficar e você me contar tudo...
— Não não, vamos pro bar e depois te conto, ela fala.
— Beleza, haha, vou nessa... falo eu..
— Pera!... ela diz Ele... leva a gente.
Então ele leva a gente até o bar e, quando desce, meu amigo me diz:
— Desculpa te usar de motorista, mas você come minha namorada, é o mínimo que pode fazer... E os dois riem.
— Vocês são malucos... Falo rindo e vou dormir com os ovos bem secos e a pica lustrada.
Bom, amigos, essa é a história da segunda vez que comi a namorada do meu amigo. Espero que tenham gostado, porque tem mais pra contar sobre esses dois. Um abraço e se cuidem.
2 comentários - A amiga do meu amigo me quer sozinho