Vinha com uma vontade de trepar do caralho, tinha acabado de sair de um relacionamento longo,
E pra mim, seduzir uma gostosa e depois comer ela era um método esquecido e ultrapassado.
Conversei com uma mulher no metrô e não consegui entender se ela tava afim ou só queria transar de qualquer jeito, o tempo passou e não consegui sacar, ela foi embora e eu na dúvida...
Depois, zoava muito com uma colega de trabalho que tinha uma bunda descomunal, MALUCO, MALUCO, não cabia na calça dela...
Mas era casada. Às vezes falava com duplo sentido e quando parecia que sim, ficava séria e lembrava o estado civil dela, "para, mano, sou casada", ela dizia.
Uma vez voltamos de um treinamento juntos no metrô e ela tava diferente, melosa, se contorcia, se requebrava, não sei explicar direito, e o olhar dela mudava quando me olhava, me olhava nos olhos e ficava com uma seriedade incomum nela. Ela disse que ia descer na Faculdade de Medicina pra buscar o marido (eu ia até a Catedral) e antes de descer me deu um beijo sem língua, mas segurou meu rosto com força e se apertou contra mim, com uma vontade do caralho. Me senti um otário porque me pegou de surpresa e quando tentei enfiar a língua, ela saiu e fez uma cara estranha, tipo "não dá, mano", e desceu. Tentei descer também, mas ela me segurou e disse: "manda um alô pro meu marido, que tá ali na escada"... e eu não desci. O povo me olhando e uma velha falou: "devia ter descido, bocó". Fiquei pensando: será que queria um ménage e eu, feito um idiota, não entendi?
E se não fosse e eu acabasse exposto na frente de um cara de 1,95m que trabalhava como segurança (era o trampo do grandão)? Nessa altura, já tinha passado uma estação e meia.
Segui meu caminho… Ela foi transferida pra outra central e na semana seguinte criei coragem e mandei um WhatsApp pra ela. Fiz de amigão, perguntei como ela tava, e a gente ficou falando besteira como sempre. Ela disse que tava de folga. Perguntei: e aí, o que cê tá fazendo, sua lesa? Para de ficar à toa, faz alguma coisa aí em casa... Na hora ela respondeu:Acabei de tirar a tanga, vim da depiladora, me depilei no zero e tô passando creminho na bunda...A pica me deu um salto. Fico me perguntando: você depila tudo? E antes que eu respondesse, ela disse: "amo pica pelada". Sim, eu depilo... respondi. (Me senti um punheteiro.) Fico puto quando imagino a situação mil vezes, os diálogos, e quando acontece comigo, me comporto como um idiota.
Ela disse: no dia que você me beijou (eu só fiquei com o pau duro tentando reagir, mas fazer o quê), queria transar e meu marido não quis, o filho da puta. Não sei, queria ir pra um hotel, transar diferente, mas ele vinha de um plantão longo e queria dormir. Você não sabe a punheta que eu bati.
"Faz uma chamada de vídeo comigo e a gente goza junto?" — ela disse.
Eu tinha que descer pro andar de baixo, tinha uma apresentação na sala em frente aos banheiros e não dava pra passar daquele jeito, todo excitado. Mas eu tava sozinho no escritório, ela fez a chamada de vídeo e sim, tava de buceta aberta, de pernas abertas, e curta.
Ela dizia: goza pra mim, manda um vídeo te ordenhando pra mim, que eu molho a caminha pra você.NãooooooooooA puta que pariu!!! E eu tava amarrado de pés e mãos.
Ela me ligou de novo em vídeo e não pude atender porque tinha gente. Quis ir ao banheiro, passei por todo mundo, e zás!! Meu chefe me pegou no caminho (o cara é um santo, você olha pra ele e já arruma trampo) e me mandou pra sala, ahhhh.
Ela me escreveu: "Tô batendo uma imaginando você me chupando e vou gozar na sua boca."
Os homens adoram gozar na boca. Já sei!! Um 69, siiiim, e a gente engole o leite um do outro, boraaa?? Com emoji de baba escorrendo.
Eu tava com a pica dura. Não aguentava mais, perguntei se ela ia ficar sozinha, falei que podia sair mais cedo e que, se o marido não tivesse, ia na casa dela.
Ou a gente se encontrava num hotel. Falei com meu chefe que precisava sair urgente, ele disse que sim, mas que eu perdia o franco. Não tava nem aí, falei que sim e vazei, como se minha pica tivesse um ímã pra buceta dela. Cheguei mais ou menos onde sabia que ela morava, peguei o metrô, desci e caminhei pela rua Avellaneda. Ela respondeu: "Não, papai, só queria bater uma, valeu mesmo assim, docinho. Espero que você tenha esticado bem a pica e curtido tanto quanto eu. Vou secar essa bagunça aqui e buscar o gordinho no jardim. Beijos." (emoji de beijo)
"—Te quero, amigo—"…AI, A VADIA QUE ME PARIUUUUUUUUUUUUFiquei de pau duro.e sem franco.
Tava puto e tarado, com pouca grana (minha ideia era pagar o hotel com cartão, já sou um pão-duro). Procurei uma puta na internet, liguei pra ela, mas não dava nem pro serviço mais barato dela, agradeci e desliguei, que tesão. Peguei o metrô e desci na 9 de Julio, foda-se... e liguei pra ela de novo, falei: "Olha, te liguei agora pouco, tenho 160 pila. Dá uma chupada?" "Vai lavar teu cu, otário", ela falou e desligou. Era uma puta que se chamava Tita, dizia ter 70 anos (vovó gostosa, anunciava). Pronto, todo mundo vai pro caralho, tomo uma cerveja e vou pra merda, foda-se, falei, e caiu um WhatsApp.
Ela falou: "Vem." E me passou o endereço, lá na Cerrito.
Toquei a campainha e ela abriu de cima, subi e ela me atendeu.
Muito magra, baixinha, uns 1,50 no máximo, e loira platinada, roupão preto de seda ou cetim e sem nada por baixo. Me cobrou e falou: "Deita." Deitei, ela disse: "Vou colocar camisinha pra gente se cuidar, papai..." Colocou com a boca.
Eu já tava pelado, tinha me depilado tudo, e ela falou: "Uhum, que pica limpinha." E ficava beijando a ponta.
Falei: "Ordenha ela pra mim."
Ela me olhou e disse: "Ok, então fica de quatro."
Fiz isso, fiquei de quatro e ela se deitou embaixo, de barriga pra cima, pra chupar como se fosse um bezerro.
Tirou a camisinha de um puxão e jogou pra lá. Me chupou como ninguém. Engoliu até as bolas, literalmente, me segurava pelos quadris e engolia tudo. Eu sentia a garganta dela, me estimulava com o fundo da garganta, foda!!
Fazia movimentos como se estivesse ordenhando minha pica enquanto tirava da boca e apertava, e espremia, e comia minha pica de novo, e se masturbava. "Dá o leite", ela falava com a pica na boca.
Até que gozei. Na boca dela.ENGOLEEEI" tudo, tudoe continuou por mais um tempo me ordenhando, gozei pra caralho… uma coroa sensacional. Não tinha bunda, e os peitos eram pequenos e bem caídos, tava meio acabada, mas o pau ela manobrava igual uma domadora. Ela se levantou, passou o indicador e o médio pelos lábios e chupou os dedos, me disse: minha filha tá pra chegar, então vaza.
Me vesti e olho nos meus olhos, passo uma mão na bunda e a outra na pica, que gostosa que você tá, se eu chupo a pica assim, ela disse, e abriu o roupão, pegando com a mão e apertando. Você não sabe o que eu faço com a buceta, concluiu.
Olhei pra ela e começou a subir de novo, aí entendi que ela queria que eu metesse, vaza! vaza! que eu tenho que me vestir de velha, ela falou. E bateu a porta na minha cara…
Liguei pra ela na semana seguinte… com 1200, pra foder ela até ela cansar… o telefone tocou:o número solicitado não corresponde a um assinante ativo".
E pra mim, seduzir uma gostosa e depois comer ela era um método esquecido e ultrapassado.
Conversei com uma mulher no metrô e não consegui entender se ela tava afim ou só queria transar de qualquer jeito, o tempo passou e não consegui sacar, ela foi embora e eu na dúvida...
Depois, zoava muito com uma colega de trabalho que tinha uma bunda descomunal, MALUCO, MALUCO, não cabia na calça dela...
Mas era casada. Às vezes falava com duplo sentido e quando parecia que sim, ficava séria e lembrava o estado civil dela, "para, mano, sou casada", ela dizia.
Uma vez voltamos de um treinamento juntos no metrô e ela tava diferente, melosa, se contorcia, se requebrava, não sei explicar direito, e o olhar dela mudava quando me olhava, me olhava nos olhos e ficava com uma seriedade incomum nela. Ela disse que ia descer na Faculdade de Medicina pra buscar o marido (eu ia até a Catedral) e antes de descer me deu um beijo sem língua, mas segurou meu rosto com força e se apertou contra mim, com uma vontade do caralho. Me senti um otário porque me pegou de surpresa e quando tentei enfiar a língua, ela saiu e fez uma cara estranha, tipo "não dá, mano", e desceu. Tentei descer também, mas ela me segurou e disse: "manda um alô pro meu marido, que tá ali na escada"... e eu não desci. O povo me olhando e uma velha falou: "devia ter descido, bocó". Fiquei pensando: será que queria um ménage e eu, feito um idiota, não entendi?
E se não fosse e eu acabasse exposto na frente de um cara de 1,95m que trabalhava como segurança (era o trampo do grandão)? Nessa altura, já tinha passado uma estação e meia.
Segui meu caminho… Ela foi transferida pra outra central e na semana seguinte criei coragem e mandei um WhatsApp pra ela. Fiz de amigão, perguntei como ela tava, e a gente ficou falando besteira como sempre. Ela disse que tava de folga. Perguntei: e aí, o que cê tá fazendo, sua lesa? Para de ficar à toa, faz alguma coisa aí em casa... Na hora ela respondeu:Acabei de tirar a tanga, vim da depiladora, me depilei no zero e tô passando creminho na bunda...A pica me deu um salto. Fico me perguntando: você depila tudo? E antes que eu respondesse, ela disse: "amo pica pelada". Sim, eu depilo... respondi. (Me senti um punheteiro.) Fico puto quando imagino a situação mil vezes, os diálogos, e quando acontece comigo, me comporto como um idiota.
Ela disse: no dia que você me beijou (eu só fiquei com o pau duro tentando reagir, mas fazer o quê), queria transar e meu marido não quis, o filho da puta. Não sei, queria ir pra um hotel, transar diferente, mas ele vinha de um plantão longo e queria dormir. Você não sabe a punheta que eu bati.
"Faz uma chamada de vídeo comigo e a gente goza junto?" — ela disse.
Eu tinha que descer pro andar de baixo, tinha uma apresentação na sala em frente aos banheiros e não dava pra passar daquele jeito, todo excitado. Mas eu tava sozinho no escritório, ela fez a chamada de vídeo e sim, tava de buceta aberta, de pernas abertas, e curta.
Ela dizia: goza pra mim, manda um vídeo te ordenhando pra mim, que eu molho a caminha pra você.NãooooooooooA puta que pariu!!! E eu tava amarrado de pés e mãos.
Ela me ligou de novo em vídeo e não pude atender porque tinha gente. Quis ir ao banheiro, passei por todo mundo, e zás!! Meu chefe me pegou no caminho (o cara é um santo, você olha pra ele e já arruma trampo) e me mandou pra sala, ahhhh.
Ela me escreveu: "Tô batendo uma imaginando você me chupando e vou gozar na sua boca."
Os homens adoram gozar na boca. Já sei!! Um 69, siiiim, e a gente engole o leite um do outro, boraaa?? Com emoji de baba escorrendo.
Eu tava com a pica dura. Não aguentava mais, perguntei se ela ia ficar sozinha, falei que podia sair mais cedo e que, se o marido não tivesse, ia na casa dela.
Ou a gente se encontrava num hotel. Falei com meu chefe que precisava sair urgente, ele disse que sim, mas que eu perdia o franco. Não tava nem aí, falei que sim e vazei, como se minha pica tivesse um ímã pra buceta dela. Cheguei mais ou menos onde sabia que ela morava, peguei o metrô, desci e caminhei pela rua Avellaneda. Ela respondeu: "Não, papai, só queria bater uma, valeu mesmo assim, docinho. Espero que você tenha esticado bem a pica e curtido tanto quanto eu. Vou secar essa bagunça aqui e buscar o gordinho no jardim. Beijos." (emoji de beijo)
"—Te quero, amigo—"…AI, A VADIA QUE ME PARIUUUUUUUUUUUUFiquei de pau duro.e sem franco.
Tava puto e tarado, com pouca grana (minha ideia era pagar o hotel com cartão, já sou um pão-duro). Procurei uma puta na internet, liguei pra ela, mas não dava nem pro serviço mais barato dela, agradeci e desliguei, que tesão. Peguei o metrô e desci na 9 de Julio, foda-se... e liguei pra ela de novo, falei: "Olha, te liguei agora pouco, tenho 160 pila. Dá uma chupada?" "Vai lavar teu cu, otário", ela falou e desligou. Era uma puta que se chamava Tita, dizia ter 70 anos (vovó gostosa, anunciava). Pronto, todo mundo vai pro caralho, tomo uma cerveja e vou pra merda, foda-se, falei, e caiu um WhatsApp.
Ela falou: "Vem." E me passou o endereço, lá na Cerrito.
Toquei a campainha e ela abriu de cima, subi e ela me atendeu.
Muito magra, baixinha, uns 1,50 no máximo, e loira platinada, roupão preto de seda ou cetim e sem nada por baixo. Me cobrou e falou: "Deita." Deitei, ela disse: "Vou colocar camisinha pra gente se cuidar, papai..." Colocou com a boca.
Eu já tava pelado, tinha me depilado tudo, e ela falou: "Uhum, que pica limpinha." E ficava beijando a ponta.
Falei: "Ordenha ela pra mim."
Ela me olhou e disse: "Ok, então fica de quatro."
Fiz isso, fiquei de quatro e ela se deitou embaixo, de barriga pra cima, pra chupar como se fosse um bezerro.
Tirou a camisinha de um puxão e jogou pra lá. Me chupou como ninguém. Engoliu até as bolas, literalmente, me segurava pelos quadris e engolia tudo. Eu sentia a garganta dela, me estimulava com o fundo da garganta, foda!!
Fazia movimentos como se estivesse ordenhando minha pica enquanto tirava da boca e apertava, e espremia, e comia minha pica de novo, e se masturbava. "Dá o leite", ela falava com a pica na boca.
Até que gozei. Na boca dela.ENGOLEEEI" tudo, tudoe continuou por mais um tempo me ordenhando, gozei pra caralho… uma coroa sensacional. Não tinha bunda, e os peitos eram pequenos e bem caídos, tava meio acabada, mas o pau ela manobrava igual uma domadora. Ela se levantou, passou o indicador e o médio pelos lábios e chupou os dedos, me disse: minha filha tá pra chegar, então vaza.
Me vesti e olho nos meus olhos, passo uma mão na bunda e a outra na pica, que gostosa que você tá, se eu chupo a pica assim, ela disse, e abriu o roupão, pegando com a mão e apertando. Você não sabe o que eu faço com a buceta, concluiu.
Olhei pra ela e começou a subir de novo, aí entendi que ela queria que eu metesse, vaza! vaza! que eu tenho que me vestir de velha, ela falou. E bateu a porta na minha cara…
Liguei pra ela na semana seguinte… com 1200, pra foder ela até ela cansar… o telefone tocou:o número solicitado não corresponde a um assinante ativo".
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