Beleza, só esclarecendo que essa saga não é minha, eu li e gostei tanto que resolvi postar ela...
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Eva voltou duas horas depois, eu dei o CD pra ela e vi que a calcinha da mãe dela tava completamente encharcada com meu gozo e os sucos da buceta dela. Ela subiu pra deixar o CD e a calcinha no lugar e pegar minha cópia das chaves da casa dela. Eu também dei uma cópia das minhas pra ela poder entrar e me acordar de manhã. O resto do dia a gente passou entre boquetes, vendo vídeos pornô, conversando sobre o que a excitava e o que não... Planejando a putaria da mãe dela. Ela me disse que não queria que eu fosse suave, que ela tava muito bitolada pelo pai dela e precisava de um tratamento pesado.
Na segunda de manhã, ela me acordou aparecendo na minha cama com o uniforme do colégio, só puxou o lençol e meteu meu pau na boca dela. Ver ela com a bunda, o uniforme e chupando pau como uma profissional fez eu não aguentar muito. Gozei na boca dela, falei pra ela não lavar e ir pra aula. Depois fui trabalhar.
Cinco minutos depois de chegar em casa à tarde, a campainha tocou.
Ana - Você é um pervertido, filho da puta!
Eu - Sim.
Ana - Vou contar pro meu marido e a gente vai te denunciar!!
Eu - Acho que não.
Ana - Filho da puta, como assim não?
Eu - Primeiro, ela já tem idade pra isso, se o sexo é consentido não é crime. Segundo, como você deve ter visto no vídeo, não tem como ser mais consentido, ela até me pede pra enfiar meu pau na buceta dela. Terceiro, você é mal comida, tenho seu diário e você não quer que seu marido saiba que você chora pelos cantos pedindo pau, nem que sua filha já é uma putinha assumida.
Ana - Mas..!!
Eu - Mas nada, você não tá aqui por isso.
Ana - E por que eu tô, seu filho da puta?
Eu - Porque você é uma mãe enjoada e não consegue aceitar que as pessoas curtam sexo e você não.
Ana - Não, ela é só uma criança!!
Eu - De criança ela já tem pouco, como você viu, mas passa pra dentro e a gente discute.
Fechei a porta atrás dela, entramos na sala, sentei no sofá, ela ficou de pé.
Ana - A gente te tratou como amigo, meu marido te convidou pra jantar em casa!
Eu - Hahaha, é, talvez ele não devia ter feito isso. Ana - E o que você quer?
Eu - Você, você é muito gostosa, precisa ser comida e olha só que sorte, eu moro bem embaixo.
Ana - Nem fodendo, deixa minha filha em paz e esquece a gente.
Eu - Sua filha? Sua filha não quer se separar do meu pau.
Apertei o play na TV e apareceu a cena daquela manhã, a filha dela de uniforme chupando meu pau, era a parte final, dava pra ver quando eu gozava na boca dela, ela sorria, me agradecia e ia embora. Ela olhava pra tela com os olhos arregalados.
Eu - Olha, ela já fode como uma profissional, e chupa pau que é uma maravilha, posso fazer coisas com ela que você nem imagina, nessa idade são bem maleáveis. Ou então, posso fazer com você.
Ana - E o que você faria comigo?
Já começava a ceder, isso eu gostava.
Eu - Ela é minha putinha, adoro. Vou controlar o que ela faz e com quem por muito tempo, vai ser divertido. Mas quero uma puta, um bichinho, uma promíscua sem nenhum tipo de consciência, pode ser ela ou você.
Ana - E vai deixar ela em paz?
Eu - Nem fodendo, ela é gostosa demais, mas digamos que as coisas não vão passar de um certo nível, com você não vai ser assim, vou fazer o que eu quiser sem nenhum limite, só não vou te deixar marcas físicas e não vou foder seu casamento.
Ela chorava de raiva, me olhava, olhava pra tela, descobriu a câmera que estava gravando ela, mas só olhou pra ela e pra mim.
Ana - O que eu tenho que fazer?
Eu - Pra começar, tira os peitos pra fora, puta.
Ana - Não me chama assim.
Eu - Vou te chamar do que eu quiser, tira os peitos, puta.
Ela começou a se desabotoar, usava uma camisa de gola alta, olhava pro chão...
Eu - Olha pra mim!!
Ela continuou desabotoando... tirou a camisa e ficou à vista o par de peitos estupendo dela debaixo de um sutiã horrível cor de pele.
Eu - Tira o sutiã, puta, me mostra essas duas tetas enormes.
Ana - Não chama elas assim.
Eu - E como você quer que eu chame?? Peitos?? hahaha, são grandes e lindas, são as tetas da minha puta e vou chamar do jeito que eu quiser.
Ela soltou o sutiã. sutiã, quando caiu no chão, se cobriu com as mãos. Me olhou, não precisou de mais nada, afastou as mãos, me levantei e fiquei atrás dela. Peguei pelos cotovelos e coloquei as mãos dela atrás da cabeça, empurrei um pouco as costas dela pra ela projetar o peito. Fiquei na frente dela admirando. Me aproximei, ajoelhando na frente dela, desabotoei a calça dela. E de um puxão, tirei a calça e aquelas calcinhas horríveis. Ela tremia, mas não se mexeu, me afastei pra contemplar ela.
Eu – Você é muito gostosa, sua puta, não entendo o idiota do seu marido, sério, ele te come coberta??
Ana – Sim, ele é meio santarrão.
Eu – Que pena, com esse corpo você foi feita pra ser montada como uma puta, você geme com ele?
Ana – Nem fodendo, ele me levaria pro médico, ou pior, pro padre.
Eu – Você gostaria de gemer quando ele te come?
Ana – Ele nem me dá tempo de esquentar, pra ser sincera, sozinha... eu gosto de gemer, com ele, não.
Eu – E ele não te vê nua?
Ana – Ele sai do quarto quando eu me visto, e no banheiro tenho que trancar a porta, o que mais você quer? Já leu tudo.
Eu – Nada, só deixar claro quem você vai transformar num corno. O vídeo da sua filha te excitou?
Ana – Não deu tempo, tava puta demais, pra ser sincera.
Eu – Beleza, senta naquele sofá, abre as pernas pra cada lado do braço, vamos ter uma sessão de vídeos.
Troquei a câmera de lugar, dava pra ver ela de pernas abertas e a tela da televisão. Coloquei todos os vídeos que tinha gravado da Eva, em ordem, desde a declaração de amor no primeiro dia, a mensagem pra mãe depois do primeiro boquete, as fotos do provador, a perda da virgindade dela... e o boquete daquela manhã. Ela olhava chocada.
Ana – Não acredito, minha filha.
Eu – Ela não é mais, agora é minha puta, igual a mãe dela, brinca com sua buceta e com seus peitos, se masturba enquanto vê sua filha virar minha puta.
Ela começou a se acariciar os peitos, a brincar com a buceta, a respiração dela foi acelerando conforme os vídeos passavam. diferentes vídeos, ela gemia. Esqueceu de mim, enfiava os dedos na buceta dela gemendo, no final gozou e olhou pra mim.
Ana - Você é um porco.
Eu - E você uma porca, gozou vendo os vídeos pornô da sua filha.
Ana - Acho que sou mesmo, vai fazer o mesmo comigo que fez com ela?
Eu - E mais coisas.
Ana - Tipo o quê?
Fica de quatro no chão, vou te foder pra fechar nosso trato.
Coloquei a câmera na frente numa cadeira na altura do rosto dela, dava pra ver as tetas dela balançando.
Eu - Olha pra câmera e fala teu nome completo e endereço...
Ela olhou pra câmera e fez o que eu mandava... eu enquanto passava a rola na buceta dela.
Eu - Agora fala que é a mamãe puta.
Ana - Sou a mamãe puta!!
Comecei a meter a rola.
Eu - E o que a mamãe puta quer?
Ana - Tua rola!!
Eu - Hahaha, tive que ensinar sua filha a falar isso.
Ana - Fazia tempo que queria falar, mete em mim!!
Continuei brincando com a boceta dela, enfiando a ponta da cabecinha e tirando. Ela tentava recuar pra enfiar mais fundo, mas eu não deixava.
Eu - Fala o nome do teu marido, a empresa dele, fala que ele é um impotente e um corno...
Ana - Porra!! Meu marido se chama Jorge... trabalha na... na Castellana, 12... Ele é um corno!! a partir de agora é o maior corno de Madri, a mulher e a filha dele tão comendo a mesma rola... Tá bom assim?
Eu - Perfeito.
Continuei empurrando até enfiar tudo. Ela uivava. Ana - Porra, que delícia! Eu - Tá gostando, mamãe puta? Ana - Adoro. Continuei fodendo ela até não aguentar mais, saí da boceta dela e cheguei perto do rosto dela, gozando nela.
Ana - Hummm, adorei.
Eu - Bate uma e goza de novo olhando pra câmera enquanto come minha porra, é um vídeo dedicado ao corno do teu marido, então faz direito.
Ela se ajoelhou e com um dedo pegava o sêmen do rosto dela e colocava na boca, com a outra mão enfiava os dedos na boceta, as tetas dela tremiam e o rosto tava vermelho... demorou um pouco, mas gozou murmurando corno!! corno!!
Ana - E agora? vai me foder? quando você quiser??
Eu - hahaha, não seja tarada. A putinha me disse que o corno tá viajando.
Ana - Sim, uns dias.
Eu - Beleza, hoje à noite...
Eu - E agora se veste e vaza, faz o que eu te falei.
Ela se vestiu e foi embora, parei a câmera e mandei uma mensagem pra Eva dizendo pra passar em casa antes de subir pra dela.
Às seis da tarde minha putinha apareceu.
Eva - Fala.
Eu - Hoje à noite, às 9, você vai descer pra me buscar toda arrumada, sem calcinha claro, aí a gente sobe pra jantar na sua casa e você me apresenta como seu namorado, quero que seja bem carinhosa e entre na minha onda.
Ela fez cara de surpresa mas concordou.
Às 9 em ponto tocou a campainha, tava linda, com uma saia curta e uma camisa branca bem decotada. Peguei um pacote que tinha comprado e subimos. A mãe dela nos recebeu toda arrumada igual no primeiro jantar, com um coque e uma camisa abotoada até em cima, mas quando se mexia dava pra ver que, igual à filha, tava sem calcinha. Eva olhou surpresa pra ela e depois pra mim com cara de safada.
Eva - Mãe, te apresento meu namorado, é o Carlos, o vizinho, cê deve lembrar dele.
Eu - Como vai, senhora? Um prazer rever você.
Ana - Oi Carlos, não é um pouco velho pra uma menina tão nova?
A gente entrou enquanto conversava...
Eu - Eu pensava a mesma coisa, mas a Eva foi bem convincente.
Ana - Quer um drink antes do jantar?
Eu - Um vinho, por favor.
Fomos pra sala de jantar, eu segurava firme a bunda da Eva... Ela me alcançou uma taça e pegou mais duas pra ela e pra filha.
Ana - E como foi que vocês se apaixonaram?
Eu - Não foi amor, ela tava no cio e precisava de uma rola, e claro, com esse corpo não pude recusar.
Ana nem se abalou, continuou servindo o vinho, Eva me olhava surpresa por eu falar assim com a mãe dela.
Virei e brinquei com os peitos da Eva, soltando uns botões da camisa dela pra mostrar que tava pelada por baixo.
Eu - Além disso, com esses peitos, quem é que recusa? Puxou a mãe, sem dúvida, você e seu marido fizeram um bom trabalho. trabalho, as suas com certeza são igualmente bonitas.
Soltei a Eva e me aproximei da Ana, desabotoei a camisa dela completamente até os peitos dela aparecerem, tirei a camisa dela.
Eu – Eva, tira a sua também, o jantar vai ser muito mais agradável. Que par de gostosas o corno do seu marido tem em casa, senhora.
Ana – Sim, né?
Eva me olhou surpresa, mas obedeceu na hora. A mãe dela, por minhas ordens, continuava sem se abalar, agia como se nada estivesse acontecendo. Perguntei sobre o marido dela e ela comentou algumas coisas do trabalho. Enquanto conversávamos os três tomando vinho, fomos servindo o primeiro prato, que era umas porções de patê desses prontos do El Corte Inglés e um pouco de geleia no centro.
Ana – Vocês me dão licença dez minutos, né? Preciso terminar de preparar o segundo.
Eu – Claro, senhora. Se não se importa, preciso que sua filha me faça um boquete. Com tanto ver esses peitos lindos, não consigo me segurar. Além disso, ela não chupa minha rola desde hoje de manhã.
Ana – Claro, vocês são jovens, sem problema.
Ela foi para a cozinha, eu perguntei à Eva qual era a poltrona preferida do pai dela e me sentei nela. Tirei a rola para fora, ela se ajoelhou, não parecia com vontade de conversar.
Eu – Tira minha porra, putinha, mas não engole, guarda na boca.
Ela se dedicou, já era toda uma expert. Quando a mãe dela voltou, ela ainda estava me chupando. Ana pegou uma taça e ficou nos observando. Eva chupava e chupava, eu já não me segurei mais e gozei abundantemente. Eva recolheu na boca até a última gota de porra.
Peguei ela pelo pescoço suavemente e a levei até a mesa, na frente do prato da mãe dela.
Eu – Pronto, Eva, solta em cima da geleia da mamãe.
Era uma delícia ver a porra escorrer dos lábios jovens dela sobre o prato. Sentamos para jantar, Eva observava enquanto a mãe, sem fazer a menor cara de nojo, passava um pouco de patê numa torrada e em seguida pegava a geleia com minha gozada e comia com prazer enquanto falava do trabalho dela, do Jorge, ou dos estudos da Menina.
Seguimos jantando entre risadas e brincadeiras de todo tipo.
Eu – Ana, chega aqui um pouquinho.
Ana se levantou e se aproximou, eu peguei a pá do patê e enfiei numa jarra de água com gelo que tinha. Depois tirei a pá e passei em um dos mamilos dela, ficou mais duro do que já estava, aí repeti a operação no outro. Passei um pouco de geleia nos mamilos dela e chupei até deixar bem limpos. Ela soltou uns gemidinhos. Passei mais um pouco de geleia ao longo da minha pica e mandei a Ana limpar.
Eu – Limpa minha pica, Ana.
Ela se abaixou e enfiou inteira na boca.
Eu – Sua mãe é uma puta experiente, não é à toa que você também chupa bem.
Eva – É, já vi, não imaginava.
Eu – Já deu, putinha, deixa um pouco pra depois.
Ela se levantou e sentou no lugar dela, tinha resto de geleia nos lábios...
Depois de jantar, fomos pra sala.
Eu – Ana, se não se importa, queria ver vocês duas peladas pra comparar.
As duas, sem se olhar, começaram a tirar o resto da roupa. A buceta depilada da Eva contrastava com a da mãe.
Eu – Viu a calcinha da sua mãe? Reconhece?
Eva – Pô, é a de ontem, com todas as suas gozadas e as minhas, não acredito.
Eu – Acredita, sua mãe é assim tão vadia, né Ana?
Ana – Sim, sou.
Eva – Leva sua mãe amanhã no mesmo lugar que você depilou, e já aproveita pra fazer a laser, quando crescer de novo faz você também, com certeza o filho da puta não liga de pagar.
Ana – Mas amor, era a primeira vez que me chamava assim, o corno vai perceber.
Eu – Foda-se, fala que teve uma infecção ou sei lá, aliás, amanhã as duas no ginecologista pedir a pílula, gosto de gozar dentro das bucetas de vocês e por enquanto não quero engravidar ninguém. E acabou a putaria com ele, não vai ser difícil se ele só te fode uma vez por mês. Quem fode as bucetas dessa casa sou eu. O que vocês fazem em família quando o corno tá nesse horário?
Ana – Ver um filme – Hesitou um momento e me olho - Você não vai ser capaz - Sorri -
Eu - Você viu os da sua menina, é justo que ela veja o seu. Fique de joelhos, pernas abertas, olhando pra gente, sua Eva, pro sofá do papai, coloco o filme e vou.
Coloquei o filme e me sentei no sofá, apertei o play, e comecei a acariciar os peitos e a buceta da Eva. A cena era na TV, um pouco à direita a mãe puta olhando como seu novo dono enfiava os dedos na buceta da filha, que ia ficando excitada a cada momento. Eva me acariciava a pica.
Eu - Você gosta de ver a mãe dando, puta?
Eva - Muito, não achei que você conseguiria.
Eu - Ela é uma puta igual a você, né, mãe puta?
Ana - Sim, amo.
Eu - Bem, agora vamos esclarecer os papéis. Você, Eva, vai ser minha namorada, minha puta. Poderá sair com caras da sua idade e foder com eles pedindo permissão pra nós dois, que seremos como seus pais. Ah, outra regra, vamos ter que te ver fodendo, então você vai trazer eles pro seu quarto, onde vou instalar câmeras igual no quarto dos seus pais, nos banheiros, na sala, estão naquela caixa, são câmeras disfarçadas em despertadores, secadores, o corno nem vai perceber. Assim que o papai sair de casa, vocês duas vão se despir, sempre. Vou poder controlar vocês da minha casa ou do escritório. Entendeu, puta?
Eva - Sim, claro.
Eu - Mãe puta?
Ana - Sim, amo.
Eu - Sua mãe vai ser minha puta, basicamente a única coisa que ela quer é pica, então não tem problema em transformar seu pai num corno e deixar que comam a filha dela, é tão vadia assim. Verdade, vadia?
Ana - Sim, amo.
Ana enfiava os dedos na própria buceta.
Eu - Hahaha, olha ela, não consegue nem se segurar.
Eva - Porra, isso tudo é muito pesado.
Eu - Não se preocupa, puta, você vai ser muito feliz. Foda-se a câmera de fotos, vou foder a mãe.
Falei pra Ana se aproximar, se virar de costas pra minha pica e sentar nela. Ela fez de uma vez só, soltou um gemido forte.
Ana - Ummm, como eu gosto dessa pica.
Eu - Né mesmo, vadia, vamos, me fode na frente da sua menina.
Ela começou a se mexer, dava pra ouvir o chapoteio da buceta dela, agarrei os peitos dela por trás e comecei a apertar. Eva estava bem na frente tirando fotos da gente.
Eu - Diz pra sua menina que ela tem que fazer a lição de casa.
Ana - Eva, querida, você tem que estudar, enquanto seu namorado enfia o pau em mim, filho da puta!! não sei por que isso me deixa assim!!
Eu - Diz que o papai ama ela.
Ana - Seu pai te ama muito, e seu namorado também, que pau, vai sair pela minha boca!!... papai te ama e quer que você seja uma boa menina...
Eu - E agora a mamãe.
Ana - Sua mãe também te ama - torci um mamilo dela com força - mas sua mãe é uma puta!!!, só quer dar pra vizinho!! ummmm Por favor, não para!! Adoro seu namorado, querida!! Quero que ele goze dentro da minha buceta e me engravide, assim a gente podia criar o filho juntas na frente do corno, você gostaria, querida??
Eva - Muito!!
Ana - Com certeza esse senhor me comeria enquanto eu amamento, o cretino do seu pai passou um ano inteiro sem me comer desde que engravidei de você.
Eu - Hahaha, isso a gente não tinha conversado, mas olha, posso passear com vocês algum domingo!!
Continuei empurrando, estava prestes a gozar.
Eu - Bem, mamãe puta, você decide onde quer meu leite.
Ela nem se mexeu, continuou cavalgando em mim até que uma torrente de porra encheu a buceta dela, caiu meio desmaiada pra trás, meu pau saiu, ela toda aberta em cima de mim, enquanto eu acariciava os peitos dela, Eva tirava fotos da buceta dela que começava a expelir minha gozada.
Eu - E então, Eva, o que você acha da nossa nova família?
Eva - Adoro!!Autor:LuckmMadrid
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Eva voltou duas horas depois, eu dei o CD pra ela e vi que a calcinha da mãe dela tava completamente encharcada com meu gozo e os sucos da buceta dela. Ela subiu pra deixar o CD e a calcinha no lugar e pegar minha cópia das chaves da casa dela. Eu também dei uma cópia das minhas pra ela poder entrar e me acordar de manhã. O resto do dia a gente passou entre boquetes, vendo vídeos pornô, conversando sobre o que a excitava e o que não... Planejando a putaria da mãe dela. Ela me disse que não queria que eu fosse suave, que ela tava muito bitolada pelo pai dela e precisava de um tratamento pesado.
Na segunda de manhã, ela me acordou aparecendo na minha cama com o uniforme do colégio, só puxou o lençol e meteu meu pau na boca dela. Ver ela com a bunda, o uniforme e chupando pau como uma profissional fez eu não aguentar muito. Gozei na boca dela, falei pra ela não lavar e ir pra aula. Depois fui trabalhar.
Cinco minutos depois de chegar em casa à tarde, a campainha tocou.
Ana - Você é um pervertido, filho da puta!
Eu - Sim.
Ana - Vou contar pro meu marido e a gente vai te denunciar!!
Eu - Acho que não.
Ana - Filho da puta, como assim não?
Eu - Primeiro, ela já tem idade pra isso, se o sexo é consentido não é crime. Segundo, como você deve ter visto no vídeo, não tem como ser mais consentido, ela até me pede pra enfiar meu pau na buceta dela. Terceiro, você é mal comida, tenho seu diário e você não quer que seu marido saiba que você chora pelos cantos pedindo pau, nem que sua filha já é uma putinha assumida.
Ana - Mas..!!
Eu - Mas nada, você não tá aqui por isso.
Ana - E por que eu tô, seu filho da puta?
Eu - Porque você é uma mãe enjoada e não consegue aceitar que as pessoas curtam sexo e você não.
Ana - Não, ela é só uma criança!!
Eu - De criança ela já tem pouco, como você viu, mas passa pra dentro e a gente discute.
Fechei a porta atrás dela, entramos na sala, sentei no sofá, ela ficou de pé.
Ana - A gente te tratou como amigo, meu marido te convidou pra jantar em casa!
Eu - Hahaha, é, talvez ele não devia ter feito isso. Ana - E o que você quer?
Eu - Você, você é muito gostosa, precisa ser comida e olha só que sorte, eu moro bem embaixo.
Ana - Nem fodendo, deixa minha filha em paz e esquece a gente.
Eu - Sua filha? Sua filha não quer se separar do meu pau.
Apertei o play na TV e apareceu a cena daquela manhã, a filha dela de uniforme chupando meu pau, era a parte final, dava pra ver quando eu gozava na boca dela, ela sorria, me agradecia e ia embora. Ela olhava pra tela com os olhos arregalados.
Eu - Olha, ela já fode como uma profissional, e chupa pau que é uma maravilha, posso fazer coisas com ela que você nem imagina, nessa idade são bem maleáveis. Ou então, posso fazer com você.
Ana - E o que você faria comigo?
Já começava a ceder, isso eu gostava.
Eu - Ela é minha putinha, adoro. Vou controlar o que ela faz e com quem por muito tempo, vai ser divertido. Mas quero uma puta, um bichinho, uma promíscua sem nenhum tipo de consciência, pode ser ela ou você.
Ana - E vai deixar ela em paz?
Eu - Nem fodendo, ela é gostosa demais, mas digamos que as coisas não vão passar de um certo nível, com você não vai ser assim, vou fazer o que eu quiser sem nenhum limite, só não vou te deixar marcas físicas e não vou foder seu casamento.
Ela chorava de raiva, me olhava, olhava pra tela, descobriu a câmera que estava gravando ela, mas só olhou pra ela e pra mim.
Ana - O que eu tenho que fazer?
Eu - Pra começar, tira os peitos pra fora, puta.
Ana - Não me chama assim.
Eu - Vou te chamar do que eu quiser, tira os peitos, puta.
Ela começou a se desabotoar, usava uma camisa de gola alta, olhava pro chão...
Eu - Olha pra mim!!
Ela continuou desabotoando... tirou a camisa e ficou à vista o par de peitos estupendo dela debaixo de um sutiã horrível cor de pele.
Eu - Tira o sutiã, puta, me mostra essas duas tetas enormes.
Ana - Não chama elas assim.
Eu - E como você quer que eu chame?? Peitos?? hahaha, são grandes e lindas, são as tetas da minha puta e vou chamar do jeito que eu quiser.
Ela soltou o sutiã. sutiã, quando caiu no chão, se cobriu com as mãos. Me olhou, não precisou de mais nada, afastou as mãos, me levantei e fiquei atrás dela. Peguei pelos cotovelos e coloquei as mãos dela atrás da cabeça, empurrei um pouco as costas dela pra ela projetar o peito. Fiquei na frente dela admirando. Me aproximei, ajoelhando na frente dela, desabotoei a calça dela. E de um puxão, tirei a calça e aquelas calcinhas horríveis. Ela tremia, mas não se mexeu, me afastei pra contemplar ela.
Eu – Você é muito gostosa, sua puta, não entendo o idiota do seu marido, sério, ele te come coberta??
Ana – Sim, ele é meio santarrão.
Eu – Que pena, com esse corpo você foi feita pra ser montada como uma puta, você geme com ele?
Ana – Nem fodendo, ele me levaria pro médico, ou pior, pro padre.
Eu – Você gostaria de gemer quando ele te come?
Ana – Ele nem me dá tempo de esquentar, pra ser sincera, sozinha... eu gosto de gemer, com ele, não.
Eu – E ele não te vê nua?
Ana – Ele sai do quarto quando eu me visto, e no banheiro tenho que trancar a porta, o que mais você quer? Já leu tudo.
Eu – Nada, só deixar claro quem você vai transformar num corno. O vídeo da sua filha te excitou?
Ana – Não deu tempo, tava puta demais, pra ser sincera.
Eu – Beleza, senta naquele sofá, abre as pernas pra cada lado do braço, vamos ter uma sessão de vídeos.
Troquei a câmera de lugar, dava pra ver ela de pernas abertas e a tela da televisão. Coloquei todos os vídeos que tinha gravado da Eva, em ordem, desde a declaração de amor no primeiro dia, a mensagem pra mãe depois do primeiro boquete, as fotos do provador, a perda da virgindade dela... e o boquete daquela manhã. Ela olhava chocada.
Ana – Não acredito, minha filha.
Eu – Ela não é mais, agora é minha puta, igual a mãe dela, brinca com sua buceta e com seus peitos, se masturba enquanto vê sua filha virar minha puta.
Ela começou a se acariciar os peitos, a brincar com a buceta, a respiração dela foi acelerando conforme os vídeos passavam. diferentes vídeos, ela gemia. Esqueceu de mim, enfiava os dedos na buceta dela gemendo, no final gozou e olhou pra mim.
Ana - Você é um porco.
Eu - E você uma porca, gozou vendo os vídeos pornô da sua filha.
Ana - Acho que sou mesmo, vai fazer o mesmo comigo que fez com ela?
Eu - E mais coisas.
Ana - Tipo o quê?
Fica de quatro no chão, vou te foder pra fechar nosso trato.
Coloquei a câmera na frente numa cadeira na altura do rosto dela, dava pra ver as tetas dela balançando.
Eu - Olha pra câmera e fala teu nome completo e endereço...
Ela olhou pra câmera e fez o que eu mandava... eu enquanto passava a rola na buceta dela.
Eu - Agora fala que é a mamãe puta.
Ana - Sou a mamãe puta!!
Comecei a meter a rola.
Eu - E o que a mamãe puta quer?
Ana - Tua rola!!
Eu - Hahaha, tive que ensinar sua filha a falar isso.
Ana - Fazia tempo que queria falar, mete em mim!!
Continuei brincando com a boceta dela, enfiando a ponta da cabecinha e tirando. Ela tentava recuar pra enfiar mais fundo, mas eu não deixava.
Eu - Fala o nome do teu marido, a empresa dele, fala que ele é um impotente e um corno...
Ana - Porra!! Meu marido se chama Jorge... trabalha na... na Castellana, 12... Ele é um corno!! a partir de agora é o maior corno de Madri, a mulher e a filha dele tão comendo a mesma rola... Tá bom assim?
Eu - Perfeito.
Continuei empurrando até enfiar tudo. Ela uivava. Ana - Porra, que delícia! Eu - Tá gostando, mamãe puta? Ana - Adoro. Continuei fodendo ela até não aguentar mais, saí da boceta dela e cheguei perto do rosto dela, gozando nela.
Ana - Hummm, adorei.
Eu - Bate uma e goza de novo olhando pra câmera enquanto come minha porra, é um vídeo dedicado ao corno do teu marido, então faz direito.
Ela se ajoelhou e com um dedo pegava o sêmen do rosto dela e colocava na boca, com a outra mão enfiava os dedos na boceta, as tetas dela tremiam e o rosto tava vermelho... demorou um pouco, mas gozou murmurando corno!! corno!!
Ana - E agora? vai me foder? quando você quiser??
Eu - hahaha, não seja tarada. A putinha me disse que o corno tá viajando.
Ana - Sim, uns dias.
Eu - Beleza, hoje à noite...
Eu - E agora se veste e vaza, faz o que eu te falei.
Ela se vestiu e foi embora, parei a câmera e mandei uma mensagem pra Eva dizendo pra passar em casa antes de subir pra dela.
Às seis da tarde minha putinha apareceu.
Eva - Fala.
Eu - Hoje à noite, às 9, você vai descer pra me buscar toda arrumada, sem calcinha claro, aí a gente sobe pra jantar na sua casa e você me apresenta como seu namorado, quero que seja bem carinhosa e entre na minha onda.
Ela fez cara de surpresa mas concordou.
Às 9 em ponto tocou a campainha, tava linda, com uma saia curta e uma camisa branca bem decotada. Peguei um pacote que tinha comprado e subimos. A mãe dela nos recebeu toda arrumada igual no primeiro jantar, com um coque e uma camisa abotoada até em cima, mas quando se mexia dava pra ver que, igual à filha, tava sem calcinha. Eva olhou surpresa pra ela e depois pra mim com cara de safada.
Eva - Mãe, te apresento meu namorado, é o Carlos, o vizinho, cê deve lembrar dele.
Eu - Como vai, senhora? Um prazer rever você.
Ana - Oi Carlos, não é um pouco velho pra uma menina tão nova?
A gente entrou enquanto conversava...
Eu - Eu pensava a mesma coisa, mas a Eva foi bem convincente.
Ana - Quer um drink antes do jantar?
Eu - Um vinho, por favor.
Fomos pra sala de jantar, eu segurava firme a bunda da Eva... Ela me alcançou uma taça e pegou mais duas pra ela e pra filha.
Ana - E como foi que vocês se apaixonaram?
Eu - Não foi amor, ela tava no cio e precisava de uma rola, e claro, com esse corpo não pude recusar.
Ana nem se abalou, continuou servindo o vinho, Eva me olhava surpresa por eu falar assim com a mãe dela.
Virei e brinquei com os peitos da Eva, soltando uns botões da camisa dela pra mostrar que tava pelada por baixo.
Eu - Além disso, com esses peitos, quem é que recusa? Puxou a mãe, sem dúvida, você e seu marido fizeram um bom trabalho. trabalho, as suas com certeza são igualmente bonitas.
Soltei a Eva e me aproximei da Ana, desabotoei a camisa dela completamente até os peitos dela aparecerem, tirei a camisa dela.
Eu – Eva, tira a sua também, o jantar vai ser muito mais agradável. Que par de gostosas o corno do seu marido tem em casa, senhora.
Ana – Sim, né?
Eva me olhou surpresa, mas obedeceu na hora. A mãe dela, por minhas ordens, continuava sem se abalar, agia como se nada estivesse acontecendo. Perguntei sobre o marido dela e ela comentou algumas coisas do trabalho. Enquanto conversávamos os três tomando vinho, fomos servindo o primeiro prato, que era umas porções de patê desses prontos do El Corte Inglés e um pouco de geleia no centro.
Ana – Vocês me dão licença dez minutos, né? Preciso terminar de preparar o segundo.
Eu – Claro, senhora. Se não se importa, preciso que sua filha me faça um boquete. Com tanto ver esses peitos lindos, não consigo me segurar. Além disso, ela não chupa minha rola desde hoje de manhã.
Ana – Claro, vocês são jovens, sem problema.
Ela foi para a cozinha, eu perguntei à Eva qual era a poltrona preferida do pai dela e me sentei nela. Tirei a rola para fora, ela se ajoelhou, não parecia com vontade de conversar.
Eu – Tira minha porra, putinha, mas não engole, guarda na boca.
Ela se dedicou, já era toda uma expert. Quando a mãe dela voltou, ela ainda estava me chupando. Ana pegou uma taça e ficou nos observando. Eva chupava e chupava, eu já não me segurei mais e gozei abundantemente. Eva recolheu na boca até a última gota de porra.
Peguei ela pelo pescoço suavemente e a levei até a mesa, na frente do prato da mãe dela.
Eu – Pronto, Eva, solta em cima da geleia da mamãe.
Era uma delícia ver a porra escorrer dos lábios jovens dela sobre o prato. Sentamos para jantar, Eva observava enquanto a mãe, sem fazer a menor cara de nojo, passava um pouco de patê numa torrada e em seguida pegava a geleia com minha gozada e comia com prazer enquanto falava do trabalho dela, do Jorge, ou dos estudos da Menina.
Seguimos jantando entre risadas e brincadeiras de todo tipo.
Eu – Ana, chega aqui um pouquinho.
Ana se levantou e se aproximou, eu peguei a pá do patê e enfiei numa jarra de água com gelo que tinha. Depois tirei a pá e passei em um dos mamilos dela, ficou mais duro do que já estava, aí repeti a operação no outro. Passei um pouco de geleia nos mamilos dela e chupei até deixar bem limpos. Ela soltou uns gemidinhos. Passei mais um pouco de geleia ao longo da minha pica e mandei a Ana limpar.
Eu – Limpa minha pica, Ana.
Ela se abaixou e enfiou inteira na boca.
Eu – Sua mãe é uma puta experiente, não é à toa que você também chupa bem.
Eva – É, já vi, não imaginava.
Eu – Já deu, putinha, deixa um pouco pra depois.
Ela se levantou e sentou no lugar dela, tinha resto de geleia nos lábios...
Depois de jantar, fomos pra sala.
Eu – Ana, se não se importa, queria ver vocês duas peladas pra comparar.
As duas, sem se olhar, começaram a tirar o resto da roupa. A buceta depilada da Eva contrastava com a da mãe.
Eu – Viu a calcinha da sua mãe? Reconhece?
Eva – Pô, é a de ontem, com todas as suas gozadas e as minhas, não acredito.
Eu – Acredita, sua mãe é assim tão vadia, né Ana?
Ana – Sim, sou.
Eva – Leva sua mãe amanhã no mesmo lugar que você depilou, e já aproveita pra fazer a laser, quando crescer de novo faz você também, com certeza o filho da puta não liga de pagar.
Ana – Mas amor, era a primeira vez que me chamava assim, o corno vai perceber.
Eu – Foda-se, fala que teve uma infecção ou sei lá, aliás, amanhã as duas no ginecologista pedir a pílula, gosto de gozar dentro das bucetas de vocês e por enquanto não quero engravidar ninguém. E acabou a putaria com ele, não vai ser difícil se ele só te fode uma vez por mês. Quem fode as bucetas dessa casa sou eu. O que vocês fazem em família quando o corno tá nesse horário?
Ana – Ver um filme – Hesitou um momento e me olho - Você não vai ser capaz - Sorri -
Eu - Você viu os da sua menina, é justo que ela veja o seu. Fique de joelhos, pernas abertas, olhando pra gente, sua Eva, pro sofá do papai, coloco o filme e vou.
Coloquei o filme e me sentei no sofá, apertei o play, e comecei a acariciar os peitos e a buceta da Eva. A cena era na TV, um pouco à direita a mãe puta olhando como seu novo dono enfiava os dedos na buceta da filha, que ia ficando excitada a cada momento. Eva me acariciava a pica.
Eu - Você gosta de ver a mãe dando, puta?
Eva - Muito, não achei que você conseguiria.
Eu - Ela é uma puta igual a você, né, mãe puta?
Ana - Sim, amo.
Eu - Bem, agora vamos esclarecer os papéis. Você, Eva, vai ser minha namorada, minha puta. Poderá sair com caras da sua idade e foder com eles pedindo permissão pra nós dois, que seremos como seus pais. Ah, outra regra, vamos ter que te ver fodendo, então você vai trazer eles pro seu quarto, onde vou instalar câmeras igual no quarto dos seus pais, nos banheiros, na sala, estão naquela caixa, são câmeras disfarçadas em despertadores, secadores, o corno nem vai perceber. Assim que o papai sair de casa, vocês duas vão se despir, sempre. Vou poder controlar vocês da minha casa ou do escritório. Entendeu, puta?
Eva - Sim, claro.
Eu - Mãe puta?
Ana - Sim, amo.
Eu - Sua mãe vai ser minha puta, basicamente a única coisa que ela quer é pica, então não tem problema em transformar seu pai num corno e deixar que comam a filha dela, é tão vadia assim. Verdade, vadia?
Ana - Sim, amo.
Ana enfiava os dedos na própria buceta.
Eu - Hahaha, olha ela, não consegue nem se segurar.
Eva - Porra, isso tudo é muito pesado.
Eu - Não se preocupa, puta, você vai ser muito feliz. Foda-se a câmera de fotos, vou foder a mãe.
Falei pra Ana se aproximar, se virar de costas pra minha pica e sentar nela. Ela fez de uma vez só, soltou um gemido forte.
Ana - Ummm, como eu gosto dessa pica.
Eu - Né mesmo, vadia, vamos, me fode na frente da sua menina.
Ela começou a se mexer, dava pra ouvir o chapoteio da buceta dela, agarrei os peitos dela por trás e comecei a apertar. Eva estava bem na frente tirando fotos da gente.
Eu - Diz pra sua menina que ela tem que fazer a lição de casa.
Ana - Eva, querida, você tem que estudar, enquanto seu namorado enfia o pau em mim, filho da puta!! não sei por que isso me deixa assim!!
Eu - Diz que o papai ama ela.
Ana - Seu pai te ama muito, e seu namorado também, que pau, vai sair pela minha boca!!... papai te ama e quer que você seja uma boa menina...
Eu - E agora a mamãe.
Ana - Sua mãe também te ama - torci um mamilo dela com força - mas sua mãe é uma puta!!!, só quer dar pra vizinho!! ummmm Por favor, não para!! Adoro seu namorado, querida!! Quero que ele goze dentro da minha buceta e me engravide, assim a gente podia criar o filho juntas na frente do corno, você gostaria, querida??
Eva - Muito!!
Ana - Com certeza esse senhor me comeria enquanto eu amamento, o cretino do seu pai passou um ano inteiro sem me comer desde que engravidei de você.
Eu - Hahaha, isso a gente não tinha conversado, mas olha, posso passear com vocês algum domingo!!
Continuei empurrando, estava prestes a gozar.
Eu - Bem, mamãe puta, você decide onde quer meu leite.
Ela nem se mexeu, continuou cavalgando em mim até que uma torrente de porra encheu a buceta dela, caiu meio desmaiada pra trás, meu pau saiu, ela toda aberta em cima de mim, enquanto eu acariciava os peitos dela, Eva tirava fotos da buceta dela que começava a expelir minha gozada.
Eu - E então, Eva, o que você acha da nossa nova família?
Eva - Adoro!!Autor:LuckmMadrid
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