Fudendo a Pety, filha da minha amiga. Com fotos.

Olá, amigos do poringa.net:

Hoje trago mais uma das minhas histórias nunca contadas.
Faz 25 anos que sou amigo da Daniela.
Ela é minha amiga e amante há muitos anos.
Tudo começou depois que ela engravidou e teve a filha única dela.
O casamento dela ficou sem graça, e no sexo nem se fala.
Foi aí que tudo começou.
Compartilhamos muitos momentos, e claro, com a filha dela também.
Os anos foram passando, e foi assim que, aos poucos, fui vendo a Manuela crescer.
E sem querer, fomos criando um vínculo.
Já que muitas vezes passei mais tempo comigo do que com o próprio pai dela.
A menina se transformou numa mulher linda diante dos meus olhos, muito rapidamente.
Desde muito nova, o corpo que a garota tinha era de dar inveja.
E muitas vezes, a menina me colocou em situações desconfortáveis.
Desde os dezesseis anos, eu era a obsessão dela.
Sempre que eu chegava na casa dela, ela me tocava e me procurava.
Mas eu nunca respondi às provocações dela.
Ano após ano, ela não desistia das tentativas de me seduzir.
Fazendo da minha vida um inferno.
Até complicava a gente ter intimidade com a mãe dela, porque ela nunca nos deixava sozinhos.
A mãe tinha que vir na minha casa escondida, não do marido, mas da filha.
Os anos foram passando, e cada vez era mais difícil não prestar atenção na menina safada.
Quando fez 18 anos, ela não parou.
E os jogos dela ficaram mais intensos.
A pety já não era mais uma menina, e mostrava isso toda vez que me encarava.
Ela tem 1,55m de altura, peitos pequenos e firmes, e uma bunda gostosa.
Ela usava o corpo todo pra chamar minha atenção.
Muitos anos sem eu demonstrar interesse.
Mas a pety não desistia, pelo contrário.
Minha rejeição parecia deixá-la ainda mais obcecada.
Uma tarde, a gente se encontrou sem querer numa cafeteria.
Eu tava resolvendo uns trâmites e ela fazendo compras por ali.
E quando me viu, veio na minha direção.
Ela tava com uma camiseta rosa e uma saia preta bem curtinha.
Pety: — Oi. Que surpresa, o que você tá fazendo por aqui???
Eu, fazendo compras, morrendo de calor.

Eu: Oi Pety, como você tá?
Tô aqui resolvendo umas coisas.
Quer tomar alguma coisa?

Pety: Quero um suco de laranja, por favor.
Que bom te ver aqui, longe de tudo.
Precisava falar com você a sós, se não se importa.

Eu: Claro, me fala como posso te ajudar.

Pety: Sei que faz uma semana que você brigou com minha mãe.
E que vocês não se falam.

Eu: É verdade.
Mas é coisa de amigos e não posso te contar nada, desculpa.
É coisa de adulto.

Pety: Não tô nem aí pro que aconteceu.
E eu também briguei com minha mãe.
Mas quero falar sobre a gente.

Eu: A gente??
Você é louca, do que a gente pode falar??
Sou amigo da sua mãe desde antes dela te ter.
Você tem 18 e eu 43.
Sua mãe nos mata só de a gente conversar em particular.

Pety: Você acha que não dá??
Qual o problema?
Sou uma mulher e você um homem.

Eu: Tem tudo de errado.
Claro que não dá.
O que sua mãe ia achar disso?

Pety: O que minha mãe pode achar??
Você acha que eu não sei de vocês?

Eu: Não sei do que você tá falando.

Pety: Vamos, Maury.
Você e minha mãe são amantes há anos.
E não nega, porque eu vi vocês muitas vezes.
Achavam que eu tava dormindo, mas não.
Mil vezes vi vocês transando e curtindo o sexo.
Sempre davam desculpas pra ficar sozinhos.
E quando eu queria chamar sua atenção, você nem me olhava.
Isso me frustrava e me fazia sentir mal.
Muitas tardes e noites enquanto via vocês se divertindo.
Eu queria sentir o mesmo que ela.
Claro, eu me masturbava vendo vocês.
Quantas vezes tive que aguentar ver e não falar nada.

Isso me deixou sem palavras, não sabia o que dizer.
Tanto tempo ela guardou o segredo, sem contar pra ninguém.
Não conseguia sair do meu espanto.

Pety: Minha mãe terminou o relacionamento com você.
Quando descobriu que eu sabia de tudo.
Ficou com medo de eu contar pro meu pai.
E por isso te largou.
Tentou negar tudo. Só de imaginar tudo que ela me contava, não conseguia acreditar.
Tantos anos pensando que ela não percebia nada.
Com razão ela sempre me procurava, e eu nunca dei importância.
Mas como eu ia perceber, sendo ela tão novinha?

Eu: Pety, não sei o que te dizer.
Por que você não falou comigo antes de fazer isso com sua mãe?

Pety: Ela não deixava eu falar com você.
Não queria que a gente conversasse nem por Face.
Nem me deixava te mandar mensagem.
E quando eu perguntava por quê, ela dizia que não era certo.
Ou que você era amigo dela, não meu.
E quando eu falei: "Por que eu não posso ser sua amiga?", ela só dizia que não e pronto.
Aí eu explodi e falei: "Você não é amiga dele, amigos não são assim como vocês."
E ela me deu um tapa, e nunca mais nos falamos.
Quando eu olhei o celular dela,
já tinha te apagado da agenda, e não consegui seu número.

Eu: Você não devia ter feito isso.
Sabe onde eu moro.
E isso tudo é uma loucura.

Pety: Já tá feito, e minha mãe não me deixava ir a lugar nenhum.
Claro que queria falar com você.
Você saberia o que tava rolando comigo.
Eu me mostrava pra chamar sua atenção.
Mil vezes te rocei, e não acredito que você não percebeu.

Eu: Não sabia o que tava rolando com você.
E a gente nunca podia ter nada, você era de menor.
E eu sempre te tratei como sobrinha.
Nunca consegui te ver como mulher.

Pety: Bom, agora não sou mais de menor.
E quero saber se posso ser sua amiga.
Se eu não te agrado, quero que seja sincero comigo.
Me fala a verdade, e vamos acabar com isso de uma vez.
Se quiser, posso ser sua amiga em segredo, pra minha mãe não ficar brava com você.

Eu: Você não é mais de menor agora, mas eu poderia ser seu pai.
Pode ser minha amiga, e posso te ajudar pra que isso tudo não vire algo pior.
Mas já te falei: não pode ser minha amiga do mesmo jeito que sua mãe é.
Pra isso, você precisa arrumar alguém da sua idade, assim não tem problema.
Tá bom?

Pety: Ok, então eu não te agrado?

Eu: Não, não é isso, gata. Mas... É minha decisão, ok.
Vamos deixar isso como está.
Eu e sua mãe não vamos ter a mesma relação.
Já cortou, e entendo o porquê.

Pety: Ok. Desculpa, mas vocês dois sabiam que o que faziam não estava certo.
E que isso podia acontecer, não comigo, talvez com o idiota do meu pai.
Bom, já foi.
Você vai pra sua casa agora?

Eu: Sim, pago a conta e vou embora.

Pety: Posso ir com você até sua casa?
E de lá vou pra minha?
Assim não pego lotação carregada desse jeito.

Eu: Ok, sem problema. Mas com uma condição: você resolve as coisas com sua mãe.

Pety: Ok, com uma condição.
Me dá seu número de celular?
Assim te conto quando resolver as coisas e a gente conversa?

Eu: Ok. Fechado, é fato. Mas nada de encrenca, certo?
Assim resolvemos e, depois de pagar a conta, fomos embora.
Deixando o assunto pra trás, não tocamos mais no tema.

Ao chegar na minha casa, ela arrumou uma desculpa besta pra entrar comigo.
Mas a verdade é que eu estava tão atordoado com o que a garota me contou,
que deixei ela passar.
Ela entrou no banheiro.
E eu, pensando em toda essa confusão.
Mas quando ela saiu do banheiro, soube que a garota não iria embora sem algo.

Pety: Bom, me diz então: somos amigos, não é?
Quero saber se posso confiar em você daqui pra frente.
Porque você não respondeu minha pergunta na cafeteria.

Eu: Somos amigos.
Como te falei, não do mesmo jeito que sou com sua mãe.
E que pergunta?

Pety: Quero saber se você me acha gostosa como mulher, já que não sou mais menor agora.
E por que não posso ter uma amizade como vocês têm?

Eu: Sim, te acho gostosa, mas não gosto de confusão.
Já te respondi.
Você é melhor pra alguém da sua idade.
E o meu lance com sua mãe não foi como você pensa; levo anos
pra ter algo a mais.
E acho que você já devia esquecer tudo.
Não quero ficar bravo com você.

Pety: Ok, eu também não quero ficar brava com você.
E muito menos ter que contar tudo pro meu pai.

Eu: Isso é chantagem, gata?

Pety: Não. Só que não vou ser sua amiga e pronto.
Sei que você quer ser meu amigo pra continuar comendo minha mãe.
Não porque eu importo pra você.

Eu: Já falamos sobre isso.
É só um tesão passageiro, nada mais.

Pety: Tesão?
Faz 4 anos que eu me masturbo pensando em você.
Tava apaixonada por você antes mesmo de te ver comendo minha mãe.
E por amor, não contei nada.
Sabia que se contasse pro meu pai, nunca mais te veria.
Por isso nunca falei nada.
Quis competir com minha mãe, mas você nem me olhava.

Eu: Eu te vi muitas vezes. Com olhos de pai.
E sabia muito bem o que você fazia. Por isso te afastava.
E não te desrespeitei porque não queria foder sua inocência.
Mas você não entendia nada.
Não sabia que você nos espiava, e sinto muito por isso.

Ela não disse uma palavra e se aproximou de mim.
Sabia o que ia rolar, mas tava tão sobrecarregado com tudo que não sabia o que fazer.
Tinha a filha da minha amiga e amante na minha frente.
Que se masturbava pensando em mim.
E tudo que ela tinha me contado... pra mim ela ainda era uma menina.
Dava pra ver o rostinho dela esperando que eu fizesse alguma coisa.
Os peitos dela subiam e desciam, balançando as tetinhas pequenas.
Aquele corpo pequeno, toda uma menina.
Era isso que me fazia hesitar.
Ela chegou mais perto e tocou meu peito.
Não era minha primeira garota, mas nessas condições, sim.
Então deixei tudo fluir como tinha que ser.
Ela se esticou, buscando um beijo, e eu
abaixei minha cabeça.
Nós nos beijamos bem devagar, com ternura.
Minha língua percorria a boca dela.
Beijei a boca dela como quem chupa uma laranja doce.
Ela beijava muito bem, eu amava.
Minhas mãos foram direto pra bunda dela.
Agarrei com força e firmeza.
Ela, pela primeira vez, sentiu meu pau duro encostar na barriga dela.

Num lapso de lucidez,
eu a afastei de mim.

Eu: Bom, chega. Até aqui chegamos.
Não podemos continuar com isso, é uma loucura.

Pety: Não me rejeita, por favor.
Vou me sentir mais merda do que já me sinto.
Louco, não. Entende que eu te amo???
Eu: Não pode me amar, garota.
Que merda tem na cabeça?
Acha que a gente vai casar e ter uma família feliz?
Para de ser sonsa, quer?

A conversa ficou muito explosiva entre os dois.

Pety: Não falei isso.
E sim, eu te amo.
Tanto que não contei pro meu pai seu segredinho.
Tô pouco me fodendo se vai rolar ou não.
Quero ficar com você, não entende?
Ou preciso dar pra outro pra você me ver como mulher??

Eu: Ah, tá. E se rolar algo, vai sair correndo contar pra sua mãe?
Sua mãe te comeu??

Pety: Sabe muito bem que não.
Ok. Beleza, não quer nada comigo.
Tudo bem.
Vou embora, mas não me culpa por nada.
Essa vai ser sua última rejeição.
Você é um merda igualzinho à minha mãe.
Só falta me bater.

Ela se virou com muita raiva.
E chorando e resmungando,
pegou as compras do chão e foi em direção à porta.
Aquilo me deixou furioso e perdi a cabeça.
Peguei ela pelo braço e joguei as coisas dela no chão.
Levei ela até o sofá.

Eu: Então você quer meu amor? Beleza, vai ter que merecer.

Ela não disse nada, só ficou chocada com minha atitude.
Na verdade, ela se assustou.
Eu não pensava em nada, tava furioso com a atitude dessa garota.
E agi como dava.
Excitado e puto com ela. Levei ela pro sofá.
O rosto dela já não era mais de desafio ou provocação.
E sim de medo e submissão.
Quando ela sentou no sofá,
peguei ela pelo braço e coloquei sobre o sofá.
Com os joelhos dele em cima e os braços no encosto,
tendo uma bela vista da bunda redonda e perfeita dela.
Com a saia curta cobrindo um pouco essa raba gostosa.
Levantei a saia dela, revelando essa delícia pros olhos.

Eu: Agora, garota?
Vai contar pro seu pai?

Dando um tapa nessa bunda do caralho
que ecoou pela sala toda.

Pety: Não, porque eu te amo, idiota.
Por mais que me bata, não vai conseguir impedir que eu te ame.
Aii, me dá todos os tapas que quiser. queria.
te repito de novo: te amo.

com o que ela me dizia e aquele rabo rebolando, tava me deixando louco.
mais do que já tava.

me ajoelhei na frente daquela bunda.
e desci a tanga dela até os joelhos.
com minhas mãos abri as nádegas dela.
e afundei minha cara naquele cu divino.

a buceta empapada dela recebeu, gostosa, as brincadeiras da minha língua.
soltando uns gemidos gostosos daquela mina tesuda.
já minha cabeça não aguentava mais, tava no automático e não reparava em nada.
já não via ela como uma menina.
mas como outra garota que merecia uma boa piroca.

enquanto minha boca chupava buceta e cu, minha mão esquerda.
soltava meu cinto e minha calça.
quando a mina me deu o primeiro orgasmo dela, que ecoou pela casa toda.

pra não perder mais tempo.
me levantei e, tirando minha piroca bem dura.
já atrás dela e sem dizer uma palavra, só vendo ela ofegar.
abri as nádegas dela e, dobrando um pouco meus joelhos já que com a altura dela eu ficava muito baixo.
achei a posição certa.

minha piroca encontrou um pouco de resistência.
ela gritou.
já que ela tava dilatada e molhada, mas minha piroca tava seca.
isso fez doer muito a virgindade e a bucetinha fechada dela.
ao rasgar o hímem dela.Ela sentiu uma ardência bem profunda.

e como a grande cabeça do meu pau tava entrando na buceta dolorida dela.
A dor dela não passava e minha vontade de meter meu pau não ajudava.



pety: ayyy, suave, é muito grande, não cabe, ayyy.ai não, por favor, dói muito.
ai, maury, por favor, dói.

eu: só relaxa, não vou meter mais fundo.
fica tranquila, gata.

pety: ai, meu deus, que garota sou, desculpa.
mas dói muito.
ai, vamos dar uma pausa, sim?

com lágrimas nos olhos, percebi que ela não tava curtindo.
queria castigar ela, mas até que ponto?
tirei um pouco minha rola só pra lubrificar cuspindo nela.
minha saliva se misturou com os fluidos dela e o sangue do hímen rompido.
peguei ela de novo pela cintura.
e foi aí que levantei a bunda dela pra deixar na minha altura.
minha rola voltou à tarefa de entrar até o fundo dessa buceta.

pety: aiii, entrou de novo, meu deus, devagar, ai, meu deus.

usei a palavra: buceta da minha mãe.
ufff, uff, ai, meu deus, você tá me partindo a xereca.

minha rola entrava cada vez mais.
minha rola entrava bem apertada.
mas não parava o avanço.
a dor dela foi diminuindo pra dar lugar a um prazer que ela nunca tinha sentido.
nem na masturbação mais quente dela.
as reclamações dela deram lugar a gemidos cada vez mais quentes até explodir num orgasmo foda.
minha rola sentiu isso, com uns espasmos violentos dentro da buceta dela.
respondendo com uma gozada que inundou ela.
meu gozo ficou bem dentro da buceta.
não consegui resistir.

eu: aiii, gata, que gozada gostosa que te dei.

pety: nãooo, você gozou dentro???

eu: sim, mas fica tranquila. não vai acontecer nada.
não aguentei a tentação.

pety: mas e se eu engravidar??
meus pais me matam.

eu: hahaha, gata, eu sei o que tô fazendo.

pety: confio em você, mas tô com medo.
mas apesar do medo e da dor, gostei muito disso.

eu: isso é uma loucura, gata.
mas você quem pediu.
bom, vem comigo.

peguei ela pela mão e levei pro banheiro.
no caminho, meu gozo misturado com o fluxo dela e o sangue escorria pelas pernas dela.

abri o chuveiro e fiz ela sentir a temperatura. pety: que bom que preciso disso, tô um bagaço.

eu: você tá muito gostosa, princesa, parecendo uma mulher bem comida.
e vai se acostumar a ficar assim comigo sempre.

já no chuveiro, nós dois nos beijamos de novo.
enquanto ela passava o sabão em mim.
a água apagava os vestígios do suor, sucos de buceta, sangue e porra.
eu tava adorando isso com ela.
tanto que, quando vi, meu pau já tava duro de novo.
enquanto a gente se limpava.
ela não parava de me beijar.
minha excitação crescia cada vez mais.
peguei ela pela bunda redonda e dura.
e levantei ela bem na hora pra meu pau encontrar a boquinha gostosa dela.
quando ela viu, já tava empalada de novo.
os gemidos dela acompanhavam minhas estocadas.
foi assim que a mina gozou umas duas vezes.
mas eu queria muito mais.
saímos do chuveiro e, enquanto me secava, ensinei algo básico que toda mina tem que aprender,
pra um cara grande considerar ela uma putinha de respeito.
segurando ela pelos ombros, ela sabia o que vinha.
e, bem disposta, se ajoelhou na minha frente.
começou meio bruta, típico de quem não tem experiência.
e aos poucos fui guiando ela pra ser uma boa boqueteira.
os lábios dela apertando meu pau, a língua molhada percorrendo ele todo.
e o hálito quente dela me deixava louco.
curti um bom tempo aquele boquete gostoso dela.

eu: muito bem, princesa, que boquete gostoso.

pety: aiii, que bom que você gostou.
eu adorei isso.
acho que vou adorar fazer isso pra você sempre.

voltamos pro sofá.
pra continuar curtindo o sexo.
sentei no sofá e peguei ela pelas mãos.
posicionei ela onde queria e ela com a mão pegou meu pau.
ela mesma guiou e foi descendo bem devagar até se sentir bem cheia de pau.
a cara dela já não era de dor, mas de prazer.
com minhas mãos na cintura dela, fui movendo ela até que ela sozinha pegou o ritmo.Fudendo a Pety, filha da minha amiga. Com fotos.Tantos anos de punheta...
A mina tava gozando igual a mãe dela fazia.

Pety: Uiii Deus, como é bom, hora mmmm.
Isso é muito melhor que bater punheta.
Não é à toa que minha mãe gostava tanto.
Eu gostava de me masturbar e me tocar, mas isso é foda.
Mmmm, que gostoso, mmmm
Deus, sinto que vou gozar de novo...
Aiiii, explodi, ah ha, aaaaaaaiiiii.
Mmmm, ah, ah, ah, Deus...
Como eu adoro seu pau, Maury.

Ela usou a palavra: buceta tava tão quente que fazia sentir os orgasmos dela.
Era um banho de sucos no meu pau.

Cansada e exausta. Me beijava e eu sentia a agitação dela e o coração batendo a mil por hora.
Peguei ela pelas costas e pelas pernas e levei pro meu quarto.
E deixei ela descansar um pouco.
Meu quarto era mais fresco que a sala.

Pety: Tô morta, mas feliz.
Que calor, e tô morrendo de sede.
Eu: Descansa um pouco, já volto.
E de quebra trago algo pra beber.

Quando voltei, ela tava dormindo.
Dá pra ver que o sexo acabou com ela.
Eu, de quebra, me maravilhava com o corpo dela.com fotosMil coisas passavam pela minha cabeça.
Não podia acreditar que a menina que, quando era bebê, comia e brincava no meu colo.
Que eu tanto cuidava.
E me fazia feliz vê-la rir e ser feliz.

Tantos anos se passaram daquela menina que agora era uma mulher.
Vê-la na minha cama nua era algo muito estranho.
Morta de cansaço e com a buceta aberta pelo meu pau.
Por um bom tempo deixei ela descansar.
Enquanto olhava pra ela, me perguntava: isso é pra dar merda.
Pensando na putaria que podia dar se isso fosse descoberto.

De repente, o celular dela toca e acorda ela.

Pety: Alô, mãe.

O que foi?
Não, não aconteceu nada.
Encontrei uma colega e tô na casa dela.
Não, não vou almoçar.
Tá, mãe, não vou discutir com você, tchau.

Eu: Tudo bem?

Pety: Sim, passou da hora e não liguei pra minha mãe.
Pra ela isso é pecado.
Mas fazer o quê, ela já tava brava antes, então não tô nem aí.
Te incomoda se eu dormir mais um pouco?

Eu: Ok, te falei que não quero confusão com sua mãe.
Descansa, sem drama.
Pelo menos sua mãe já sabe que você tá bem.

Tomei um pouco de suco e ela dormiu sem dizer nada, abraçada em mim.
Eu acariciava o corpo dela.
Sentindo a pele macia.
E claro, com meu pau duro.

Depois de meia hora, não aguentei mais.
Beijei as costas dela, descendo devagar e sem pressa.
Beijei a bunda dela com loucura.
Quando ela reagiu, eu já tava chupando a buceta dela.
Matando minha sede de buceta.
Ela, entregue, abriu as pernas.
Eu subi em cima e, enquanto beijava e chupava os peitinhos gostosos dela,
usei toda minha experiência dando prazer pra garota, que gemia e me dava um orgasmo atrás do outro.

Pety: Aiiii, que delícia isso.
Que gostoso sentir seu pau dentro de mim.
Não lembro de você ter fodido tanto minha mãe.
E eu adoro, sou tão puta quanto ela?

Eu: Você não é mais puta.
E por isso eu te fodo.
Fecha essa boca e não fala da minha amiga assim.

Pety: Aiiii... desculpa aí kkkkkk.
quero montar em você mais um pouco.

eu: ok vem pra cá.garota gostosaFoi assim que ela cavalgou e gemeu por horas.
Vários orgasmos depois.
Coloquei ela de quatro.
Queria arrebentar a bunda dela, mas preferi deixar pra outro dia.
E enquanto bombava igual um louco.
Ela me deu mais um orgasmo até encher a buceta dela de leite de novo.
Os espasmos dela e os meus eram um prazer inexplicável.
Dava pra sentir meu pau jorrando leite e a buceta dela, com os espasmos, parecia que engolia cada descarga do meu pau.
Até tomar todo meu semen quente.

Naquele dia, a buceta dela tomou muito leite e foi comida por horas, a tarde inteira.
Quando já escurecia, ela tomou banho e foi pra casa dela.
Como prometeu, resolveu as coisas com a mãe dela.
E como prêmio pela boa conduta, ela virou minha amiga com benefícios, do jeito que ela queria.
Essa é a primeira de muitos encontros e fodas mais quentes.
Sendo uma das minhas putinhas favoritas.

CONTINUA...

PS: Bom, amigos e amigas, espero que tenham gostado e comentem pra eu continuar contando.
Aceito pontos, mensagens privadas e comentários como sempre.
Pra uma quarentena quente.
Abraços e se cuidem.

MAURY-SÓ-EU.

8 comentários - Fudendo a Pety, filha da minha amiga. Com fotos.

Qué buen relato amigo, me dejó al palo, como quisiera tener unas amigas así
hola gracias por comentar . si mis amigas son lo mas .
erazodh +1
que putita hija a sido
muy putita y en la segunda parte vas a ver mas .
erazodh +1
oo estoy ansioso por leer eso