Fala, galera! Dessa vez vou contar a segunda vez que transei com a minha meia-irmã. Pra quem não leu o relato da primeira vez, o link tá aqui: https://m.poringa.net/posts/relatos/3524578/Hermanastra-loca-y-viciosa.html. Mais ou menos uns 8 meses depois de ter saído com a minha meia-irmã pela primeira vez, é que acontece o que vou contar. Fazia umas duas semanas que uma amiga da minha meia-irmã, que era de outra cidade, chegou pra visitar ela e passar as férias juntas, na casa do meu velho. E como eu frequentava a casa do meu velho, acabei conhecendo ela. Uma morena de olhos verdes claros, lábios grossos, cabelo liso, longo e bem preto, uma cintura e uma raba que enlouquecia qualquer um, sem falar nos peitos que pareciam duas rolinhas dormindo (como diria o Dady Brieva). Como já tava começando o calor e na casa do meu velho tinha uma piscina de alvenaria bem boa, a minha meia-irmã e a amiga dela vestiam os biquínis e, depois de nadar um pouco, tomavam sol no quintal. Em várias vezes que eu tava na piscina com elas, rolou uns roçados com as duas. A minha meia-irmã passava a mão um pouco demais na minha virilha, e a amiga dela, que pedia pra eu carregar ela nos ombros, aproveitava e passava a mão nos meus braços (já comentei antes que eu malhava na academia há uns anos e tava muito bem de shape). Num sábado à tarde, estando com elas, a minha meia-irmã me disse que a amiga queria sair, que iam sair juntas, que o meu meio-irmão também ia e que queria que eu fosse junto. Como não tinha planos melhores, aceitei, quase certo de que seria uma noite em que eu não comia ninguém nem por acaso, já que o meu meio-irmão ia dar em cima da amiga e, como os três estavam na mesma casa, eu ia ter que deixar eles juntos lá e voltar sozinho pra minha casa. Às 00:00 dessa noite, passei pra buscar eles e fomos pra um bar. Depois de umas cervejas, a minha meia-irmã e a amiga foram ao banheiro. Quando fiquei sozinho com o meu meio-irmão, ele disse: - Eu ouvi elas. enquanto se preparavam, a Deby (amiga da minha meia-irmã) falou pra ela que tu era mó gostoso... - hahaha, cê acha? Respondi - sim, ele diz, mas não conta que eu te falei, porque acho que a minha irmã vai te contar... Nisso, lá pras 4 da manhã fomos pra balada e esperei a noite toda, e não rolou nada além de umas trocas de olhares tanto com a minha meia-irmã quanto com a amiga dela. Na hora de ir embora, levei elas na casa do meu pai, deixei elas lá e, quando tava descendo do carro na minha casa pra abrir o portão e entrar, chegou uma mensagem de um número que eu não tinha, dizendo: - me desculpa te escrever e espero não te causar problema, sou a Deby, peguei o número com a sua irmã... - sem problema, não tenho namorada... E não é minha irmã, é minha meia-irmã... respondi. - ok... Me surpreendeu você não falar nada, achei que tava rolando um clima entre a gente, por isso falei pra sua meia-irmã te contar, mas parece que te incomodou... - ela não falou nada... respondi... senão eu já tinha partido pra cima... - hahaha... Sério? Cê me acha bonita? Não sei por que ela não te contou... (Eu sabia o motivo) - não é que eu gosto de você, é que eu tô apaixonado (sou meio puxa-saco) - que tal a gente ir tomar um café da manhã em algum lugar? Ela perguntou. - claro!!! Se prepara... Voltei pro carro e saí feito um louco... Quando cheguei, ela saiu e atrás da porta vi a minha meia-irmã espiando. Então, quando ela subiu, perguntei pra onde queria ir e ela disse que pra onde eu quisesse, mas que quanto mais rápido tudo rolasse, mais tempo a gente ia se divertir, já que ela só ia ficar durante o verão. Dito isso, saí e fui pra minha casa, antes passando numa padaria pra comprar uns salgados. Quando cheguei, entramos e, ao passar pela porta, peguei ela pelo braço e beijei, e ela correspondeu. Daí fomos pro meu quarto tirando a roupa. Quando chegamos na cama, só tava eu de cueca e ela de calcinha fio dental preta que realçava bem a bunda. Eu já não aguentava mais de tesão, dava pra ver de longe, e ela falou: - uff!!! Como é que tá... Ela pega no meu pau por cima da cueca com uma mão e, enquanto enfiava a outra por dentro, me diz: "Se eu soubesse disso, tinha te encarado antes". Ela se ajoelha na minha frente e, de uma vez só, enfia o pau inteiro na boca até a garganta, empurrando as bolas com a língua, e faz isso mais duas vezes. Depois, enquanto batia uma pra mim, ela me chupava no mesmo ritmo e, de vez em quando, engolia tudo de novo. Eu já tava sentindo que ia explodir de tanto que o pau inchava. Aí eu levanto ela, deito na cama, tiro a calcinha fio dental dela e tava toda molhada. Começo a lamber bem a buceta, o clitóris e até o cu, tanto que ela implorou pra eu meter. Então eu levanto e, antes de dar umas batidinhas no clitóris dela com a cabeça do pau, enfio e sinto um calor úmido que me deixou louco, ainda mais porque, mesmo apertada, a buceta dela tava bem molhada. Depois de um bom tempo com as pernas dela nos meus ombros, viro ela e, de pé na frente da cama, mando ela apoiar as mãos nela e meto até a perna dela começar a tremer e ela gemer bem alto. Depois disso, ela fica de bruços na cama, imóvel por uns minutos. Eu deito de barriga pra cima junto com ela, e ela me abraça, se deita perpendicular a mim com a cabeça perto das minhas pernas e começa a chupar meu pau devagar. Enquanto isso, com a buceta dela perto, começo a tocar nela, e ela acelera a chupada. Apoiada nos joelhos, ela me oferece a buceta que tava mais que molhada, enquanto continuava chupando. Ela começa a engolir o pau inteiro e passa ele nos lábios e nos peitos, bem redondos e duros. Depois, aumenta a velocidade e a profundidade da chupada até que eu gozo e encho a cara dela de porra, e ela chupa até eu ficar mole. Depois disso, ficamos uns 5 minutos na cama e ela me pede pra levar ela. Quando chego na casa do meu velho, minha meia-irmã já tava esperando lá fora. Quando a Deby desce do carro... Minha irmã entra no carro e fala: "Vamos comprar umas coisas pro café da manhã." Aí fui pro centro, parei na padaria e ela disse: "Vai comprar uma dúzia de salgadinhos sortidos..." Quando voltei com os salgadinhos, ela tava do lado do motorista. Pedi pra ela passar pro outro banco, mas ela falou que não, que ia dirigir e que tava tudo bem. Pra não discutir, entrei. Quando saímos, ela pegou direção pra zona rural. Lá, entrou num caminho cheio de árvores, freou e falou: "Você comeu ela, né? Fala a verdade." "A gente foi tomar café, vamos que sua mãe e meu pai tão esperando..." falei. "Deixa eles esperarem, vou falar que tava cheio de gente..." respondeu ela, saindo do carro. Eu, conhecendo ela, pensei que a merda ia rolar. Ela deu a volta, abriu a porta do meu lado, me tirou do carro e me sentou de novo, mas com as pernas no chão. Pegou na minha calça e disse: "Agora vou descobrir..." Enquanto desabotoava e abaixava o zíper, pegou no meu pau, tirou pra fora e começou a cheirar. "Cheiro de sabão!!!" falou... "Você comeu ela..." E me deu um tapa na cabeça da rola, que doeu, mas eu gostei, porque já imaginava onde aquilo ia dar... "Você gostou de comer ela?" perguntou enquanto dava outro tapa. Perguntou de novo e dessa vez agarrou com força, como se quisesse enforcar meu pau. Depois começou a dar beijos e falou: "Agora é minha vez, então é melhor você ficar duro..." Começou a chupar a cabeça, enquanto dentro da boca girava com a língua, passava os dentes, chupava bem forte e esticava. Assim, depois de alguns minutos, começou a endurecer devagar, e aí veio um boquete infernal, bem babado. Ela batia a boca, o rosto, passava o pau nas bochechas, batia punheta com força e passava a língua desde as bolas, que também cuidou de chupar bem, até a cabeça, que chupava com força, enquanto falava: "Guardou um pouco de porra pra mim? Olha que eu quero seu leite no café da manhã... Assim por vários minutos e como nunca, pela segunda vez em menos de duas horas, gozei tanto quanto na primeira, enchi a boca dela de porra e continuei gozando enquanto ela engolia e continuava chupando com força, apertando desde a base e levando o punho até a cabeça, me espremendo a pica em busca de mais porra. Depois, passou a língua na ponta pra limpar a última gota, subiu no carro e dirigiu até a casa do meu velho. Enquanto a gente tomava café da manhã, eu tava com os olhos virados, não aguentava mais de sono, então fui dormir depois de dois mates e sem comer um único pão doce. Bom, essa é minha história de como minha meia-irmã ficou com ciúmes da amiga dela e como reagiu. Espero que tenham gostado e, a seguir, deixo uma foto ilustrativa da Deby e da minha meia-irmã. Deby.
Meia-irmã
Meia-irmã
3 comentários - Irmã postiça ciumenta