Continuei bebendo do meu copo e participando das conversas que rolavam ao meu redor, tentava dar um sinal pra Eva pra ver se podia dar uma saída pra fora ou pra algum outro canto do pub e ela me explicar o que tava rolando. Chegou uma hora que consegui fazer um sinal e me levantar devagar. Ela me viu. Fui em direção à saída. Esperei um minuto e ela apareceu.
- O que foi? O que o Raúl te disse? - perguntei, meio nervoso.
Ela já estava menos séria.
- Pois é, ele disse que convidou a Pilar pra casa. Quer dizer... que contou pra ela que convidou vocês dois, porque tinha te visto muito interessado nela e que, se ela quisesse, depois vinha pra casa "tomar o último gole".
- Caralho - falei-. Qual é, teu marido tá afim que eu coma sua amiguinha ali, na frente de vocês?
- Tem mais.
- Não te entendo - falei, olhando pra ela.
- Fez a Pilar prometer que não contaria nada pra ninguém. Que, como é a última noite dela aqui e ela tinha combinado comigo uma espécie de "prêmio"... o que ela pediu é que vocês dois transem junto da gente.
- O que cê tá falando?
- O que você ouviu, eu tô nervosa, Rober. Não sabia que o Raul ia levar esse jogo tão a sério. Olha, a Pilar não é uma das minhas melhores amigas, e não é que eu seja fofoqueira nem fique contando tudo por aí... mas sei lá.
- Já, já - falei olhando pro infinito, pensativo.
- Por outro lado, tem uma coisa que sempre rola com a Pilar quando ela bebe, em dias como esses.
- O que é?
— Qual é a dessa bebida, cê já viu ela, e depois não lembra das coisas. Pô, se continuar bebendo desse jeito, capaz até de dormir enquanto cê tá metendo nela.
Tudo aquilo me deixava nervoso e bruto ao mesmo tempo. Era uma excitação constante. Na real, eu tava adorando o jogo que meu amigo tava levando, quem diria!
—Então não se preocupa, se for por isso... A Pilar vai chegar toda dobrada na sua casa, vou convidar ela nessa hora que a gente ainda tem antes de sair pra mais uns copos, e se a gente ver que ela ainda não tá lá essas coisas... vocês têm álcool em casa? — ela concordou com a cabeça. — Beleza, então é isso, a gente dá mais uma pra ela quando chegar e pronto. E você, como é que tá?
- Do que você tá falando?
- Além de ser uma puta gostosa e louca pra dar... hahaha, como você tá?
Ela sorriu e disse:
- Melhor, melhor - disse enquanto me dava um beijo na bochecha.
Aproveitei pra agarrar ela pela cintura e apertar um pouco contra mim. A gente tava do lado de fora do pub, numa área que não é bem a rua, mas também não é o interior, um saguão com pouca gente.
— Vem aqui, me abraça — eu disse pra ela.
Ela fez isso. Levei minha boca até o pescoço dela por um momento e depois até o rosto.
- Rober, Rober, aqui não, que...
Cortei ela.
- Não tem ninguém agora, não tem ninguém.
E rápido meti minha língua na boca dela e dei um puta beijão de alguns segundos enquanto minhas mãos deslizavam pros peitos dela.
Ela gemeu o que minha língua deixou. Depois me desgrudei rápido e ela ficou na mesma posição de prazer em que eu a tinha deixado.
- seu filho da puta... - soltou num sussurro.
- Vamos pra dentro - falei pegando ela pela mão-. Vou pagar mais uma dose pra puta da sua amiga.
Entramos e peguei a Pilar pra levar ela pro balcão.
- Vem aqui, gostosa.
— mas...
- Veeem - falei com um sorriso.
Levei ela no colo até o balcão e perguntei o que ela estava bebendo na mesa. Pedi o mesmo pra ela, e pra mim peguei um refrigerante, tinha decidido parar de beber, hehe. Meu pau continuava duro depois de ter beijado a Eva e ter grudado nela, sentindo os peitos dela no meu peito e a pulsação da buceta dela no meu volume, mesmo com a roupa no meio.
- Então vamos foder todo mundo junto, hein?
- Mmmm... sim - disse ela bebendo, já começava a sentir os efeitos de tudo que tinha bebido.
— Juntos, mas não misturados, claro — esclareci.
- Parece que sim, hahaha - e começou a rir de forma escandalosa.
- Que legal, e o que você acha? Que o Raúl é um tarado?
- Kkkkkkk, sei lá, ela curte um tesão.
— E você? — perguntei enquanto colocava a mão na cintura dela.
Mmm...
- Mmm. o quê? . perguntei.
- Tô com tesão, kkkkk - e continuou rindo.
- E eu, e eu - falei enquanto meu pau continuava endurecendo só de ver ela rir e mexer a boca pra encaixar na borda do copo daquele jeito tão gostoso.
E na verdade era uma mina que não me dava muita bola, kkkk, mas ó... comecei a pegar o jeito sexy dela, também por causa do tesão que a gente tava, ela por ser assim, eu por ter beijado a Eva daquele jeito e ver ela vestida daquele jeito, que nem uma verdadeira puta de luxo e profissional.
- Bom, então vamos foder na frente dos nossos amigos, né? - falei.
- Tô vendo, tô vendo - ela disse enquanto se aproximava e me abraçava pelo pescoço. Soltou a taça e com a outra mão começou a acariciar meu volume. A gente tava rodeado de gente, então era difícil alguém ver. - Uuuuhhh, porra, que grossa você deve tá com ela já...
- Sim, e acho que quando você beber isso, a gente vai embora, né?
- Siiiiim.
- Vou falar uma coisa pro Raul - falei. Não sai do lugar.
Me aproximei por trás do Raúl, que tava batendo papo com uns caras do outro lado do pub, e falei no ouvido dele:
- Como é que vai, parceiro? Já tô vendo a gostosa que tu tá montando, safado, kkkk.
Ele se virou e disse:
- Tá vendo... tudo bem, né? - ele disse, e notei que tava mais afetado pelo álcool do que da primeira vez que a gente ficou junto com a Eva...
- Sim, mas escuta... acho melhor a gente ir desmontando o acampamento. Tô com a Pilar toda tarada no bar, e ela não para de beber. E você, meu dono (kkkkkkk), já deve estar quase explodindo, né? Eu tô. E sua mulher... com certeza também.
- Daqui a vinte minutos a gente vai embora. Pra não levantar suspeitas, faz uma coisa. Fode a Pilar e sai daqui uns dez minutos. A gente vai depois. Melhor você não se despedir de ninguém, ok?
- Beleza, vou fazer isso, ainda bem que sua casa é perto. Vamos ver se essa mulher consegue andar, senão vamos ter que pegar um táxi... a essa hora... foda.
- Não vamos demorar - disse enquanto se virava pra continuar falando com o povo.
Não vi a Evam, provavelmente tava no banheiro. Melhor fazer o que o Raúl mandou. Voltei pro balcão, a Pilar esperava, a gente tomou os drinks, ela o dela, eu o refri. Dez minutos depois a gente saiu do pub, ela tava bêbada. Tava na esperança de que quando a gente começasse a fazer de tudo ela dormisse, ou não ligasse e nem percebesse o que tava rolando, porque se não fosse assim... eu não ia conseguir aproveitar a Eva...
— Vamos andando, né? — perguntei.
— Vale, sim, sim — disse ele, balançando um pouco.
- Tá bem pertinho...
Caminhamos até sair da área dos bares, faltavam uns 10 minutos, ou 15 no ritmo dela. Quando já estávamos longe, cheguei perto dela e perguntei se ela tava bem. Ela disse que sim, sorrindo e me olhando de um jeito safado e bêbado, haha.
- Ainda tá com tesão?
- mmm... muito - disse enquanto se aproximava mais de mim e me pegava pelo braço. Por um momento, o decote dela se acentuou, não tinha umas tetas como as da Eva, nem de longe, mas pelo menos pareciam apetitosas, isso sim, tinha mais quadril e mais bunda. Então eu poderia curtir ela de um jeito diferente do que com a Eva.
- Quando a gente chegar, dá pra tomar mais um drink.
Outraaaa?
- Sim, não te dá vontade?
- A verdade é que sim, kkkkkkk.
- E depois...
- E depois eu e você... mmm, e nossos amigos por ali... mmmm... halaaaaa, hahahaha.
E aí ela começou a dar uma gargalhada daquelas. Como já era tarde, mandei ela calar a boca ou rir do jeito certo em horas impróprias, hahaha. Olhei meu celular. Tinha um zap da Eva de uns minutos atrás.
Já vamos sair. Vocês não vão ter que esperar muito.
Minha imaginação voou longe e meu pau reagiu às cenas que poderiam rolar essa noite.
Já tamo quase chegando" escrevi sem mais.
E era verdade, em uns minutos já estávamos na porta. Longe de refrescar ela... o ar e o frio só deixaram a Pilar mais sonolenta. Dava pra ver que ela tava cansada. O álcool já tava começando a fazer efeito. Quando chegamos no portão, ela se apoiou nele. Eu me aproximei e dei uma mordida nela, ela quase nem reagiu. Passei a mão por baixo do vestido dela por trás e comecei a apalpar a bunda dela. Ela reagiu e começou a me beijar de boca aberta. Tinha gosto de álcool puro, kkkk. Ela começou a soltar uns gemidinhos baixos. Continuei beijando ela e em nada ela começou a se entregar de um jeito apaixonado, de olhos fechados, parecia que ia começar a se pelar ali mesmo, hehe. Parecia que não transava há muito tempo.
Me afastei um instante porque meu celular tocou, era outra mensagem da Eva, dizia só que já estavam chegando.
É isso aí, depois de uns dois minutos elas apareceram na esquina. A gente se ajeitou um pouco e elas chegaram em silêncio, sem falar nada.
— Beleza, vamos — disse Raul enquanto abria o portão. — Sobe em silêncio.
Subiram primeiro a Eva e a Pilar, e depois nós.
— O que você tá pensando? — sussurrei pro Raúl.
- Vamos ver como é que tá a Pilar, né?
- Muito bêbada, acho que não aguento um clima de sexo no escuro, hehe.
— Beleza — disse ele. E pediu passagem pra abrir a porta.
Uma vez lá dentro, a gente serviu uns drinks. Eu escolhi um rum com Booty, mas com pouco rum. As minhas foram pro banheiro com os copos delas, depois era a minha vez e a do Raúl.
- Bom, então o que você disser, senhor - falei enquanto brindava com meu copo e sorria.
— Você gosta desse jogo? — perguntou.
- Muito, você já sabe, é muito tarado. E eu gosto que depois de eu ter contado parte das minhas experiências pra vocês... você tenha assumido o controle. É foda, cara - embora no fundo não gostasse tanto assim...
- Vale, porque confio em você e em tudo que você sabe fazer, e no que está disposto a fazer - disse ele dando um gole, estava meio bêbado, tanto quanto da primeira vez que fizemos o ménage com a mulher dele... embora não tanto quanto a Pilar, claro.
- Você já sabe que quem manda é você. Não esperava pela Pilar esta noite. Espero que esteja seguro, ela parece ser uma boa mina e acho que não vai abrir o bico.
- A Pilar não sabe que nós três tivemos o que tivemos... e ela não pode saber. Vamos começar transando. Melhor dizendo: vocês vão começar a se tocar, até o ponto de se comerem. E vamos torcer pra que ela entre num estado que nem perceba nada... se isso não rolar... não vamos poder aproveitar minha mulher.
Ele disse aquilo com uma confiança esmagadora. Minha pica ficou dura só de pensar que depois de ter comido a Pilar e deixado ela exausta, eu poderia ir pra cima da Eva... a situação era das mais excitantes. Meu amigo me fazia passar por uma das amigas da Eva antes de continuar com a mulher dele... e o fato é que eu não sabia até onde ele estava prestes a me deixar chegar. Se ele ia me deixar ela só pra mim... se só queria que ela me chupasse, que eu gozasse nos peitos dela, no rosto dela de novo... ou comer ela, só de pensar minha pica ficava dura. Mas não queria perguntar nada pra ele, isso não. Porque se eu perguntasse na lata, corria o risco de parecer ansioso, e não queria parecer pra não estragar nada.
- Farei o que você mandar, amigo - falei sorrindo. Vamos ver como evolui a puta da amiga da sua mulher.
As duas saíram do banheiro, ainda enfiadas nos vestidos. Como se aquela noite fosse a coisa mais normal do mundo.
A Pilar tava com uma cara de cansada que não dava pra aguentar, mas ao mesmo tempo dava pra ver que tava com uma puta cara de safada. Ela veio na minha direção e me abraçou pelo pescoço. A Eva sorriu, chegou perto do Raúl e sussurrou algo no ouvido dele que eu não consegui ouvir. O Raúl me fez um sinal... como se tivesse dado a largada pra começar. Foi aí que a Eva me mostrou o que tinha numa das mãos, até então eu não tinha reparado. Era a calcinha da amiga dela, pelo visto ela tinha tirado no banheiro. Mostrou ela pendurada no dedo indicador, como se fosse um troféu qualquer. Elas riram e eu ri também. Comecei a beijar a boca da Pilar e a enfiar a mão por baixo do vestido dela. Ela gemeu.
Raúl começou a apalpar os peitos da Eva por cima do vestido, mas ela não hesitou em afastar as mãos dele só o tempo suficiente pra abrir o decote e me mostrar o que tinha dentro. Uma a uma, ela tirou aquelas duas tetonas pra fora. Aquilo acabou me deixando duro pra caralho. E o pau não ia amolecer tão cedo naquela noite...

Continuei enfiando as mãos no vestido da Pilar, que parecia ter esquecido que estávamos na casa dos nossos amigos, com eles de plateia. Fui empurrando ela devagar até o sofá, ela cedeu, e quando a deitei, ela se contorceu que nem uma gata no cio. Fui subindo o vestido dela até deixar a buceta à mostra. Ela tava depilada só pela metade, a luz era fraca, mas dava pra ver bem. As virilhas dela estavam depiladas, as coxas... mas os lábios maiores da ppk... não. Mesmo assim, tava bem apetitosa, uma boa vulva aberta e escorrendo. Comecei a passar dois dedos nela e ela começou a gemer de olhos fechados. A Pilar tava toda entregue pra mim, só de passar dois dedos na racha dela.
Levou as mãos ao peito e tirou as tetinhas dela. Tirei os sapatos dela e deixei cair de lado, aproveitei pra olhar pra trás, Raul e Eva estavam se pegando, Eva tinha deixado cair a calcinha da Pilar e agora abria a braguilha do marido, num segundo deixou ver o pau dele, duro e ereto.
Me afastei uns segundos do sofá, passei do lado deles, que não pararam de se pegar, a Eva tava com as duas tetonas pra fora, era uma delícia ver ela enquanto batia uma pro marido, e alcancei o botão de um abajur que eles tinham. Acendi e uma luz suave iluminou o teto da sala, agora a gente ia ver melhor, sem perder a intimidade. Não queria perder nenhum detalhe da Pilar, e do que esses dois faziam nas minhas costas.
Voltei pro sofá, a Pilar tinha se levantado um pouco, como se estivesse me procurando, e tinha visto, com aquela cara de bêbada, o que a Eva e o Raúl estavam fazendo. Mas ela nem devia ter sacado direito, porque assim que pedi pra ela relaxar e deitar, ela me perguntou:
- E esses dois? Já foram ou já começaram? Tão aqui, né?
Percebi então que a Pilar não ia notar nada se o Raúl e eu nos divertíssemos com a mulher dele. Aquilo me deu esperanças, hehehe.
- Vai logo - disse Raúl de trás.
- O quê? - falei enquanto me virava. E vi a Eva abaixada sobre ele, começando a fazer um boquete. Porra, senti um formigamento no pau incrível.
— Enfia de uma vez, Rober — disse Raul.
Me virei pra olhar a Pilar, que tava acabada, como se fosse cair no sono. Cheguei perto pra sentir o cheiro da buceta dela, tava pronta. Enfiei a mão na calça e tirei uma camisinha. Depois desabotoei tudo, baixei a calça até o tornozelo, com os sapatos ainda calçados.
- Vou fazer você gozar, Pilar.
— Hã? —ela disse, me olhando do sofá, deitada de barriga pra cima.
- O que eu vou fazer... é você gozar - falei enquanto enfiava a camisinha na minha piroca.
- Mmmm... - gemeu, rebolando o quadril.
Ordenei que ela tirasse o vestido e o sutiã. Ela se levantou um pouco e fez isso. Olhou pra onde estavam Raúl e Eva, que já estavam quase nus, Eva com a buceta de fora, junto com os peitos, e Raúl já sem camisa.
Olhou pra elas e quase não disse nada, algo que não consegui adivinhar.
Eu a deitava de novo. Minha pica tinha ficado ainda maior, enfiada e pronta na camisinha que estava...
Depois, sem dizer uma palavra, me inclinei sobre a Pilar, sem tocá-la. Minha boca na altura da dela, eu ouvia a respiração dela, e também o som das chupadas que, nas minhas costas, a Eva tava dando no marido dela.
- Pilar - eu disse.
— O quê — ela disse, me olhando.
- Vou te foder, já coloquei a camisinha.
Já?
- Vou meter essa pica no teu cuzinho peludo - falei, tapando a boca dela com delicadeza.
- Mmmm... - gemeu ao sentir a cabeça da minha rola nos lábios da buceta dela.
Ela gemeu e não parou mais de gemer por três minutos. Assim que enfiei a pica, não tinha mais volta, meti de uma vez, sem hesitar. E ela se abriu ainda mais. Eu sentia os pelinhos da buceta me aquecendo, a buceta dela tava ardendo de tanto fluido.

Penetrei devagar no começo, mas depois de um minuto, entre gemidos, ela começou a falar que tava gozando, que não aguentava mais. Eu olhei pra trás por um momento e o Raúl assentiu, como quem diz: "faz essa puta gozar, goza ela toda". A Eva olhava excitada, tinha uma cara de puta que não dava pra aguentar, parou por um instante de se tocar na buceta e de chupar o marido, pra não perder nenhum detalhe.
Segui o conselho do meu amigo e, devagar, dei duas ou três enfiadas na Pilar, pra garantir que ela gozasse, finalmente. Ela gritou tanto que tive que tapar a boca dela com força. Enquanto ela gozava, eu sussurrava no ouvido dela:
- Assim, raposinha, goza, goza como nunca gozou. Adoro sua buceta peluda, raposinha.
Ela gemeu quando a buceta dela relaxou, tinha gozado e eu ainda tava de pau duro, e tinha passado só um minuto!! Olhei pros meus amigos, que me encaravam sem falar nada.

- Porra... - disse Pilar olhando para onde estavam Raúl e Eva, mas não disse nada, como se eles nem estivessem ali.
Então eu continuei penetrando ela. Agora com mais gosto.
- Porra, continua, continua, filho da puta - disse ela.
- Assim que eu gosto... que você vá gozar de novo, que peça mais pra mim.
- Sim, sim... quero aproveitar isso, quero gozar de novo...
Fodi ela por mais dois minutos, bem na hora que veio o próximo orgasmo dela, que foi quase tão intenso quanto o primeiro. Nessa altura, a Pilar já tava exausta enquanto gozava. Eu continuei com o pau duro, tava segurando pra não gozar, claro, mas ainda tinha lenha pra queimar. Deixei a Pilar no sofá, deitada de barriga pra cima e com a buceta bem fodida e gozada, e me levantei um pouco. Percebi que o Raúl tava de pé, agora na minha frente — eu tinha me sentado no sofá — e junto com ele... a Eva, me olhando com uma cara de desejo incontrolável, e passando a mão no pau do marido. Os peitos dela brilhavam molhados, não tinha reparado, mas ela tinha passado um óleo lubrificante.

Acho que ela vai cair no sono - disse Raúl olhando para a Pilar.
Pilar abriu os olhos por um instante e disse:
- Ah, você está aqui... que cock gostosa, que foda... - ela terminou dizendo num sussurro, e fechou os olhos.
— Fiz o que o senhor mandou, meu amo — eu disse. — Agora... quero fazer uma coisa...
E aí, sem dizer uma palavra, tirei a camisinha manchada pelos fluidos e pelas gozadas da Pilar e comecei a bater uma pra mim, ali sentado, com o Raúl de pé na minha frente, e a Eva, que tinha acabado de tirar o vestido (já tava pelada) e foi se posicionando entre o marido dela e eu...
O que você quer fazer, cachorro?" — perguntou Raúl, que já começava a sentir o efeito do álcool, mas não tanto quanto a Pilar.
— Já viu que a putinha da sua amiga não durou nada, nem me tocou, comi ela como você pediu, tinha uma buceta apertada, fazia tempo que ninguém comia ela com certeza... já viu, não precisei fazer quase esforço nenhum, mas ela deixou bem dura, preciso que alguém me toque bem, que me masturbe — e ao dizer isso, olhei pra Eva.
Raúl colocou uma mão no ombro de Eva, que estava de pé na frente dele, de frente pra mim. Então ela se virou pra olhar pra ele e Raúl sussurrou algo no ouvido dela. Ela se virou de novo pra mim e se ajoelhou, estendeu a mão e pegou na minha rola sem dizer uma palavra, e na sequência colocou os peitos dela, lubrificados com óleo, sobre os meus joelhos. Tomara que o Raúl tenha mandado ela me chupar, pensei, tomara.
Raúl se afastou um pouco, ficou de lado pra ter uma visão melhor e permaneceu ali, de espectador.
— Vamos bater uma punheta bem gostosa nesse pauzão — disse Eva. E na mesma hora se jogou nas minhas bolas, a boca, a língua... os lábios... que delícia, não deixou nada das minhas bolas sem lamber, enquanto batia uma punheta com uma mão, e com a outra cuidava de roçar os peitos dela nos meus joelhos e nas minhas coxas.
Eu continuava sentado no sofá, reclinado pra trás, e ela de joelhos no chão. Eu esperava que ela se decidisse a enfiar meu pau na boca, ela devia estar morrendo de vontade. Estendi uma mão e comecei a acariciar com delicadeza as coxas da Pilar, que estava dormindo, agora sem dúvida nenhuma.

Cuidado pra não acordar ela" - sussurrou Raúl do meu outro lado enquanto continuava se masturbando com delicadeza. "Vou sentar, tô meio cansado...
Foi cambaleando até uma cadeira do outro lado da sala e trouxe ela tentando não fazer barulho, fez um pouco e Eva chamou a atenção dele. Pilar se mexeu um pouco e Eva se afastou de mim, foi alarme falso, Raúl colocou a cadeira perto de Eva e ela esticou uma mão pra punhetar o marido, enquanto se posicionava na minha frente e continuava com a minha punheta. Depois de um minuto ela disse:
- Querido, vou chupar a pica do nosso escravo, acho que ele mereceu, né?
— Sim, chupa ela — disse Raúl levando a mão ao rosto, num gesto de cansaço.
Eu não disse nada e Eva largou o pau do marido dela e veio pro meu, agora sem desviar o olhar, finalmente ia sentir a boca da Eva de novo. Ela começou a chupar meu pau como se eu fosse o marido dela de verdade. Com uma dedicação de escrava submissa. Lamia minhas bolas e voltava pro meu pau, eu estendi as mãos e comecei a apalpar os peitos dela. Já tava sentindo meu leite fervendo nos colhões, aquele formigamento antes de gozar, por isso parei o ritmo da Eva. Ela entendeu na hora o que tava rolando, e nós dois não queríamos que eu gozasse agora, claro.
Então ela disse:
— Raúl, não fica aí parado, vem. Mete em mim por trás.
Ela colocou a bunda empinada, de quatro, enquanto tava decidida a continuar me chupando, no meu ritmo.
Ao ouvir aquilo, fiquei ainda mais duro, se é que isso é possível. Raul obedeceu com passos lentos, tava meio sonolento, o coitado.
- Vamos, amigão, enfia bem na sua mulherzinha, que ela quer um ritmo bom, daquele que a amiguinha Pilar já teve, hein?
— Vou meter nela — disse ele.
Ele se colocou atrás, tava de pau duro, mas não tanto quanto eu, por causa da bebida de novo, com certeza era por isso. Mesmo assim conseguiu penetrar ela, a Eva segurou um grito, e pra ela não gritar de jeito nenhum, eu peguei ela pelo queixo, fiz ela abrir a boca e enfiei meu pau até onde deu, tava quase inteiro pra dentro, ela bufou porque não cabia, e eu segurei ela ali.

Sussurrei só pra ela me ouvir:
- Vem, puta, engole, duas rolas pra você, a do teu marido e a minha, engole, engole... que depois vou te foder eu mesmo.
Ela gemeu e procurou meu olhar. Nossos olhos se cruzaram.
- Diz que sim, diz que quer que eu te coma, que você tá morrendo de vontade.
Ela acenou com a cabeça, querendo tirar a pica da boca, deixei ela tirar só um pedaço, depois tirei tudo, ela babou e a saliva dela lambuzou minha pica e as bolas. Peguei a baba e passei nos peitos dela, que já balançavam no ritmo da foda que o marido dela tava dando nela.
- Que gostosa que é minha mulher, hein? - ele dizia.
- Adoro como vocês fazem isso, amigão – falei pra ele. Embora não estivesse comendo ela direito...
Eva agarrou meu pau com uma mão enquanto a cara dela mostrava o tesão de ser comida pelo Raúl. Quis sair dali e botar um novo plano em prática. Então me levantei, e a metade do corpo da Eva ocupou o sofá onde eu tava, deixando a bunda empinada na beirada, enquanto o Raúl continuava metendo.
—Você não colocou camisinha — disse Eva — coloca a camisinha, Raul.
- Vale, vale -disse ele.
Estendi um dos meus, que tinha pegado das minhas calças.
Coloca ele - falei - ou
Ele me olhou com um sorriso e disse:
— Não seria uma má ideia, outro dia, outro dia... — disse ela.
Assim que colocou, o que levou quase um minuto porque o pau dele tava só meia-bomba, ele meteu de novo na Eva. Custou um pouco, mas já tava dentro.
- Vamos, gostoso, enfia bem, me fode - dizia Eva, sinal de que o marido não estava muito afinado.
Então comecei com minha ideia. Fiquei do lado do Raul, eu já nem me tocava na pica, de tão dura que tava... nem precisava.
— Sabe o que a gente pode fazer? — falei pro Raul.
- O quê? ele disse, enquanto seguia o olhar dela.
- Convencer sua mulher pra você comer a Pilar.
- Mm...
— O que vocês estão tramando aí atrás? — disse Eva, que dava pra ver que não tava curtindo muito...
Aí, pra distrair ela, dei umas batidas com minha rola na bunda dela, e umas palmadas.
- Cala a boca e faz seu marido gozar.
— Ela não vai querer — disse Raul.
— Propõe uma troca — eu disse.
— Que troca? — perguntou Raúl sonolento.
- Já sabe... a gente acorda a Pilar... e eu... - e fiz um gesto apontando pra bunda da mulher dele.
O Raúl começou a rir, e a gente teve que parar pra calar ele, a risada estridente dele quase acordou a Pilar.
Ficamos de pé em silêncio e, já em silêncio, nus, vimos que Pilar começava a abrir os olhos.
- O que vocês estão fazendo? Chiiiissst - disse Eva baixinho...
—Ehhh, ehhh, que que foi? — disse Pilar do lugar dela, deitada.
- Não me diga que não é uma boa ideia... - sussurrei no ouvido do Raul...
É sim. Não pense que eu gosto de você sair pra foder minha mulher... mas a ideia de enfiar a pica na putinha da amiga dela... me excita.
- Queeeeeé? - disse Pilar sonolenta, e virou a cabeça pra um travesseiro do sofá, afundando o rosto nele. Por um lado ela tava acordada, por outro tava com sono, e era tão pesado que ela acabava dormindo de novo.
Nisso tudo, Eva já tinha se levantado, na nossa altura. Tava incrível com o óleo lambuzado nas tetas...
— Qualé, tramando o quê...? Já sei... alguma coisa com a Pilar, né? — falou me olhando.
- Seu marido... já sabe - comecei -... só um pouquinho.
- Sim, claro - disse dando um tapinha na coxa e depois cruzando os braços rápido, o que fez os peitos dela se levantarem mais -, ele quer é foder ela... - disse em voz baixa.
- Mulher... amanhã vou viajar - disse Raúl mais implorando do que falando como se fosse algo sem importância...
Eva me olhou e eu olhei pra ela.
— E enquanto nós... — comecei.
- É essa a troca que vocês estavam tramando...
— Sim — eu disse. — É... mórbido. Não é original, mas é mórbido... né?
Então o Raul sentou no sofá, aos pés da Pilar. Dava pra ver que ele tava cansado. O pau dele tava meio mole. A Eva chegou perto de mim e falou bem na minha cara.
- Você estava morrendo de vontade de me foder, desde há muito tempo...
— Sim — e acariciei minha pica, que não parava de ficar dura.
Ela se aproximou um pouco mais e a ponta da minha roça encostou na barriga dela.
- Mmm... - gemeu.
— Tô com vontade de te foder, e de você me foder também — falei.
Olhei pro meu amigo, ele tava passando a mão nas pernas da Pilar.
-Mas antes... espera - falei de novo.
Me inclinei sobre o Raúl e falei pra ele entrar na onda, pra Eva fiz um sinal pra ela se ajoelhar na frente do marido e chupar a pica dele, tinha que deixar ele duro de novo.
- Vem, seu filho da puta... fica duro, que você vai foder minha amiga, vai ficar felizão... - disse enquanto enfiava e tirava da boca.
Meu amigo não demorou pra ficar duro de novo, ele ainda não tinha tirado a camisinha.
Eu me aproximei do ouvido da Pilar e comecei a beijá-la, levei os dedos até a bunda dela e, de lá, procurei a buceta dela. Ela tava de bruços, então seria melhor, porque meu amigo tava comendo ela por trás, mas como se fosse eu quem tava fodendo ela... eu tinha planejado assim.
- Vamos foder de novo, Pili - eu disse.
- Que que? - disse ela acordando.
- chsssssssm calminha - falei acariciando o rosto dela e me ajeitando de lado nas costas dela.
Fiz um sinal pra Eva e pro Raúl pra ele começar a encaixar na bunda da Pilar, eu cuidaria pra ela virar o rosto só o suficiente pra me olhar, e não ver mais nada, nada de olhar pra minha parte de baixo, que ia ficar fora do sofá, não em cima dela, e minhas costas um pouco sobre as dela. Meu pau pulsava que era uma delícia. Nisso, quando tudo ficou em silêncio de novo, a Pilar deu uma acordada:
- O que foi? O que vocês vão fazer?
- Chiiissssst - falei eu, beijando ela, e fiz sinais com minha mão livre pra Eva e Raúl saírem da sala. Olhei pra eles por um instante e entenderam que tinham que me deixar a sós com a Pilar, mesmo sem saber pra quê...
Elas se mandaram e quando fiquei a sós com a Pili, abri o jogo com ela. Era a solução, podia dar merda, mas com a tesão que eu ainda tava e com a bebida que já tinha tomado... era o mais certo a se fazer.
- Olha, Pilar, enquanto você dormia, a gente decidiu te dar prazer.
- Quem? . perguntou sem se mexer, de bruços contra o travesseiro.
- Entre o Raúl e eu.
- Mmm... os dois?
- Sim.
- E a minha amiga?
- Esquece a Eva - falei, olhando pra ela.
Ela me olhou sorrindo sem dizer nada.
- Você só fica deitada, sem falar nada, finge que tá dormindo um pouco, imagina que sou eu te metendo de novo... mas quero que você saiba que não vou ser eu. Vai ser o Raul, entendeu?
- Porra... o marido da minha amiga...
- É, pelo visto, não tá muito dura essa noite. Mas foi só eu tocar nesse assunto... e olha...
- Que filho da puta.
Sem dizer nada, passei a mão na buceta dela. Tava pegando fogo.
- Tá com tesão, hein?
- Mmm... - gemeu.
- Continua "dormindo", já sabe - agora volto.
Ela me deu ouvidos e saí do salão procurando meus amigos. Estavam no banheiro. Fiz um sinal pra eles saírem, e no corredor comentei que tinha acalmado a Pilar, que a gente tinha que tomar muito cuidado pra ela não perceber. Só de falar isso, andar com aquele segredo, fez a pica do Raúl endurecer. Tanto que até a Eva parecia irritada. A pica dele já tava do tamanho da minha.
- Façam o que eu mandar - sussurrei para elas, e entrei na sala.
A luz era fraca, do jeito que eu gosto... Me coloquei como antes, na borda do sofá e meio deitado sobre a Pilar, comecei a passar a mão na buceta dela e ela reagiu bem, sem abrir os olhos.
- Me fodeee - ela sussurrou.
Olhei pros pés do sofá. Raúl tava batendo uma, com a camisinha já colocada. A mesma que ele tinha metido na buceta da mulher dele. Aquilo me dava um tesão do caralho. Eva não parava de olhar tudo. Eu me tocava com uma mão na pica e com a outra continuava excitando a Pilar, me coloquei por cima e rocei a minha pica na virilha dela.
- Cê gosta assim, hein?
- Sim, sim... vai, enfia ela - disse ela com voz de bêbada.
Tava indo muito bem, quase sem abrir os olhos. Aí me afastei e fiz um sinal com a mão pro Raúl chegar perto e meter na buceta da amiga da mulher dele. Enquanto isso, eu falava pra Pilar:
- Beleza, vou te foder, você vai ver como eu entro de novo... e não vou parar até gozar dentro de você, gostosa, coloquei uma camisinha.
O que era mentira, claro. Porque era o Raúl quem tava levando... Eu ainda não. Olhei pra Eva, que não perdia nenhum detalhe do que tava rolando, atrás do marido dela. Falei pra ela sentar num dos sofás, ela sentou, mandei ela abrir as pernas e me mostrar a buceta dela. Tava escorrendo. Comecei a bater uma do lado dela, ela abriu um espaço e eu sentei bem do lado, os dois apertados no sofá. O Raúl já não tava mais olhando pra gente. Ele tava em cima da Pilar, a gente via os ovos dele e parte da pica perto da buceta da nossa amiga bêbada...
— Teu marido vai comer a tua amiga — sussurrei pra Eva — qual é a sensação?
- Não sei, é estranho... porra... mas me dá tesão.
- Muito? . perguntei lambendo o rosto dela...
- Sim, sim... muito - disse ela, tremendo.
— Agora vamos ter que tomar cuidado pra seu marido não ficar com ciúmes... quando nos ver. Como você quer que a gente comece, putinha?
Peguei na mão dela e fiz ela agarrar minha pica...
Espera — disse Eva em voz baixa, recuando — quero ver como ele enfia a pica nela.
Ficamos de olho no que o Raúl tava fazendo, dava pra ver que ele tava afetado pela bebida, mas o pau dele continuava duro agora, mesmo com a camisinha. Eu não queria forçar a Eva, mesmo assim comecei a acariciar os peitos dela, me posicionando por trás, e sussurrando umas coisas tipo: "Vamos ver como ele mete", "Vamos ver o quanto sua amiguinha grita", "Imagina se ela percebe que é o Raúl e não eu quem tá comendo ela?
Isso último deixou ela a mil, não sei por quê, hehehe, na verdade só eu e a Pili sabíamos que ela ia dar pro Raúl. A Pilar já tremia debaixo do peito do meu amigo, era muito obediente, não virou o rosto nem abriu os olhos, e o Raúl não ia falar nada pra manter o segredo e não ser reconhecido, hehe.
Os mamilos da Eva estavam duríssimos, eu tava com a pica a ponto de explodir, e como agora a gente tava de pé, eu atrás, eu esfregava ela na bunda dela do jeito que eu bem queria. Tava no limite e pronto pra começar a meter. Abaixei uma mão e comecei a masturbar ela. Ela gemeu. O Raúl fez um sinal com a mão, indicando que ia começar a foder a Pilar.
Eva se agachou pra ver ele, o que fez com que a abertura da bunda dela e a buceta depilada ficassem agora na minha vista, indefesas... Tava pouco me fodendo se eu ia perder a vez do meu amigo. Não me interessava nem um pouco. Então, sem esperar mais, apontei minha vara pra enfiar na buceta da Eva.
Era o momento que eu mais desejei no último ano. Comer a mulher do meu amigo. Eu tinha ralado pra isso, agora podia fazer. Meu amigo bêbado tinha me deixado, e ela, toda gostosa, também. Caíram na brincadeira, e eu também, lógico. Esperei o momento em que meu amigo enfiava a pica na Pilar pra meter a minha nos lábios da buceta da Eva...
Mas...
Exatamente quando ela sentiu a dureza, e eu senti a umidade quente da buceta dela...
.. .. . ....... ela se afastou um pouco pra frente, encostando no sofá onde estavam Raúl e Pilar, e se virou pra mim, balançando o dedo e a cabeça em negação.
Eu fiquei meio sem graça, fiz cara de quem não tava entendendo nada.
Ela chegou na hora e sussurrou no meu ouvido:
Espera, o Raúl queria ver isso
- O quê? - perguntei bem baixinho.
— Meu marido quer ver como você faz, a gente conversou antes no quarto, enquanto você estava aqui acalmando a Pilar.
- porra...
- Além disso... coloca uma camisinha, Rober.
Seria melhor se ela me desse ouvidos. Eu queria que ela não tivesse percebido e eu pudesse comer ela no pelo, mas de novo não queria estragar nada... já teria tempo outras vezes (tomara). Ela ficou olhando enquanto o Raúl começava a gemer e a dar as primeiras metidas na amiga dela, enquanto eu enfiava a mão no bolso da calça e tirava uma camisinha vermelha, hehehe. Coloquei na hora e voltei pro sofá.

Eva se masturbava vendo o marido dela macetando a Pilar, que começou a gritar gostoso. Raúl tapou a boca dela. Eu cheguei perto, coloquei minha cara na da Pilar e falei:
- Não grita tanto, puta, que os vizinhos vão te ouvir. Tá gostando? Tá gostando?
Ela concordou sem abrir os olhos.
— Vou continuar te comendo... — eu disse
E aí me retirei com cuidado e fiz um sinal de ok pro meu amigo com o dedo, indicando que tava tudo certo. Ele olhou pra minha rola enfiada na camisinha vermelha e parece que aquilo deixou ele mais doido, então começou a meter mais rápido na parada. Voltei pro outro lado do sofá. Eva se masturbava com uma mão, com a outra a safada tava acariciando os ovos do marido dela, e eu jurava que até tava tocando na buceta da amiga. Aquilo me deixou ainda mais tarado, se é que isso era possível.
Lambe os ovos do teu marido" — soltei, enquanto tirava a mão dela da buceta e continuei eu mesmo masturbando ela.
Mmmmm...
Raúl se abriu um pouco mais e Eva se abaixou pra lamber os ovos dele um pouco.
Assim ficaram uns dois minutos. Umas duas vezes cheguei perto da Eva, peguei ela pelo cabelo e forcei ela a me dar umas boquetas, pra depois devolver a boca dela pro cu e pros ovos do Raúl.
Depois de três minutos, o Raúl fez um sinal pra gente, ele ia gozar.
Então escapou um "Vou gozar!" que a Pili deve ter ouvido, mas não deu bola. Em vez disso, ela disse:
- Vai, goza, goza dentro da minha buceta, enche ela toda...
Então o Raúl deu as últimas estocadas e começou a gozar dentro da Pilar. Pelo visto ela também tava gozando, e a coisa não parava por ali... Senti como a Eva apertava as pernas em volta da minha mão, que tava masturbando ela pra caralho, e ela franziu o rosto gemendo baixinho.
Ela estava gozando. Foi incrível, os três praticamente ao mesmo tempo. Enquanto gozavam, aproveitei pra me levantar, soltar minha mão da virilha da Eva e enfiar a pica na boca dela. Ela reagiu bem e, ainda nos últimos espasmos do orgasmo, abriu a boca e me deu várias lambidas. Eu tinha colocado a camisinha vermelha rápido demais, porra.

Senti vontade de gozar, mas me segurei, o tesão era grande demais, tinha que esperar minha vez, e minha vez tinha chegado. Raúl foi se afastando aos poucos de Pilar, que ainda gemia de vez em quando, Eva tirou meu pau da boca e observou a gozada que o marido dela tinha acumulado na camisinha. Raúl tirou e deu um nó nela. Aproveitei pra colocar um travesseiro perto do rosto de Pilar e ajeitá-la. Ela deixou, não sabia se tava fingindo que tava dormindo... ou se tava mesmo.
- Adorei, tia.
Sussurrei no ouvido dele. Ele não disse absolutamente nada. Raúl cruzou com a Eva e ela desviou o olhar na hora. Ele veio falar comigo:
— Vamos ficar mais à vontade num dos quartos... — ela me disse.
- E essa? - perguntei apontando pra Pilar.
— Acho que ela não vai acordar, né? — disse Raul.
— Vamos fechar a porta — disse Eva, seguindo pelo corredor...
Não tava a fim de criar impedimento... então fui atrás delas.
- Foi incrível - disse Raul. - E olha que essa Pilar não me atrai... mas foi muito excitante, hehe
Ela sorriu e Eva olhou pra ela, entre divertida e irritada.
- Sua mulher gozou te vendo, né? - falei pra quebrar o gelo.
- Sério? - disse Raúl pegando sua mulher pelos ombros e beijando seu pescoço.
- Já, já - disse ela, afastando ele, meio irritada.
- Vamos, não fica puta agora, Eva - eu disse -. Agora você vai ter sua recompensa.
E aí eu me toquei na buceta pra mostrar pra vocês que ela ainda tava bem viva, kkkk.
Raúl fechou a porta e trancou com o ferrolho pequeno que o quarto de hóspedes tinha.
- Assim, se ela acordar, vai ter que chamar, e não vai nos pegar de surpresa...
— Beleza — falei.
Raúl sentou numa poltrona que tava de frente pra cama de solteiro.
- Beleza, é a vez de vocês, seus filhos da puta - ele disse. - Quero ver vocês fodendo. Não enrolem, uma coisa rápida, hein? Igual eu com a Pili.
Só de ouvir isso, fiz com que Eva se deitasse de barriga pra cima na beira da cama. Ela abriu as pernas, a buceta dela ficou à minha disposição.

Os peitos dela balançavam de um lado pro outro, até que ela apertou um contra o outro, bem no meio do peito dela. Minha pica enfiada na camisinha vermelha brilhava enquanto eu lambuzava ela de saliva e batia uma. Meu amigo não perdia um detalhe, com a pica mole, sentado no sofá, mas já tava endurecendo de novo, bêbado e todo gozado que tava...
- Aqui minha amiga já não pode nos ver. Me fode, Rober. Me fode na frente do meu marido - disse Eva me olhando.

Continua...
- O que foi? O que o Raúl te disse? - perguntei, meio nervoso.
Ela já estava menos séria.
- Pois é, ele disse que convidou a Pilar pra casa. Quer dizer... que contou pra ela que convidou vocês dois, porque tinha te visto muito interessado nela e que, se ela quisesse, depois vinha pra casa "tomar o último gole".
- Caralho - falei-. Qual é, teu marido tá afim que eu coma sua amiguinha ali, na frente de vocês?
- Tem mais.
- Não te entendo - falei, olhando pra ela.
- Fez a Pilar prometer que não contaria nada pra ninguém. Que, como é a última noite dela aqui e ela tinha combinado comigo uma espécie de "prêmio"... o que ela pediu é que vocês dois transem junto da gente.
- O que cê tá falando?
- O que você ouviu, eu tô nervosa, Rober. Não sabia que o Raul ia levar esse jogo tão a sério. Olha, a Pilar não é uma das minhas melhores amigas, e não é que eu seja fofoqueira nem fique contando tudo por aí... mas sei lá.
- Já, já - falei olhando pro infinito, pensativo.
- Por outro lado, tem uma coisa que sempre rola com a Pilar quando ela bebe, em dias como esses.
- O que é?
— Qual é a dessa bebida, cê já viu ela, e depois não lembra das coisas. Pô, se continuar bebendo desse jeito, capaz até de dormir enquanto cê tá metendo nela.
Tudo aquilo me deixava nervoso e bruto ao mesmo tempo. Era uma excitação constante. Na real, eu tava adorando o jogo que meu amigo tava levando, quem diria!

—Então não se preocupa, se for por isso... A Pilar vai chegar toda dobrada na sua casa, vou convidar ela nessa hora que a gente ainda tem antes de sair pra mais uns copos, e se a gente ver que ela ainda não tá lá essas coisas... vocês têm álcool em casa? — ela concordou com a cabeça. — Beleza, então é isso, a gente dá mais uma pra ela quando chegar e pronto. E você, como é que tá?
- Do que você tá falando?
- Além de ser uma puta gostosa e louca pra dar... hahaha, como você tá?
Ela sorriu e disse:
- Melhor, melhor - disse enquanto me dava um beijo na bochecha.
Aproveitei pra agarrar ela pela cintura e apertar um pouco contra mim. A gente tava do lado de fora do pub, numa área que não é bem a rua, mas também não é o interior, um saguão com pouca gente.
— Vem aqui, me abraça — eu disse pra ela.
Ela fez isso. Levei minha boca até o pescoço dela por um momento e depois até o rosto.
- Rober, Rober, aqui não, que...
Cortei ela.
- Não tem ninguém agora, não tem ninguém.
E rápido meti minha língua na boca dela e dei um puta beijão de alguns segundos enquanto minhas mãos deslizavam pros peitos dela.
Ela gemeu o que minha língua deixou. Depois me desgrudei rápido e ela ficou na mesma posição de prazer em que eu a tinha deixado.
- seu filho da puta... - soltou num sussurro.
- Vamos pra dentro - falei pegando ela pela mão-. Vou pagar mais uma dose pra puta da sua amiga.
Entramos e peguei a Pilar pra levar ela pro balcão.
- Vem aqui, gostosa.
— mas...
- Veeem - falei com um sorriso.
Levei ela no colo até o balcão e perguntei o que ela estava bebendo na mesa. Pedi o mesmo pra ela, e pra mim peguei um refrigerante, tinha decidido parar de beber, hehe. Meu pau continuava duro depois de ter beijado a Eva e ter grudado nela, sentindo os peitos dela no meu peito e a pulsação da buceta dela no meu volume, mesmo com a roupa no meio.
- Então vamos foder todo mundo junto, hein?
- Mmmm... sim - disse ela bebendo, já começava a sentir os efeitos de tudo que tinha bebido.
— Juntos, mas não misturados, claro — esclareci.
- Parece que sim, hahaha - e começou a rir de forma escandalosa.
- Que legal, e o que você acha? Que o Raúl é um tarado?
- Kkkkkkk, sei lá, ela curte um tesão.
— E você? — perguntei enquanto colocava a mão na cintura dela.
Mmm...
- Mmm. o quê? . perguntei.
- Tô com tesão, kkkkk - e continuou rindo.
- E eu, e eu - falei enquanto meu pau continuava endurecendo só de ver ela rir e mexer a boca pra encaixar na borda do copo daquele jeito tão gostoso.
E na verdade era uma mina que não me dava muita bola, kkkk, mas ó... comecei a pegar o jeito sexy dela, também por causa do tesão que a gente tava, ela por ser assim, eu por ter beijado a Eva daquele jeito e ver ela vestida daquele jeito, que nem uma verdadeira puta de luxo e profissional.
- Bom, então vamos foder na frente dos nossos amigos, né? - falei.
- Tô vendo, tô vendo - ela disse enquanto se aproximava e me abraçava pelo pescoço. Soltou a taça e com a outra mão começou a acariciar meu volume. A gente tava rodeado de gente, então era difícil alguém ver. - Uuuuhhh, porra, que grossa você deve tá com ela já...
- Sim, e acho que quando você beber isso, a gente vai embora, né?
- Siiiiim.
- Vou falar uma coisa pro Raul - falei. Não sai do lugar.
Me aproximei por trás do Raúl, que tava batendo papo com uns caras do outro lado do pub, e falei no ouvido dele:
- Como é que vai, parceiro? Já tô vendo a gostosa que tu tá montando, safado, kkkk.
Ele se virou e disse:
- Tá vendo... tudo bem, né? - ele disse, e notei que tava mais afetado pelo álcool do que da primeira vez que a gente ficou junto com a Eva...
- Sim, mas escuta... acho melhor a gente ir desmontando o acampamento. Tô com a Pilar toda tarada no bar, e ela não para de beber. E você, meu dono (kkkkkkk), já deve estar quase explodindo, né? Eu tô. E sua mulher... com certeza também.
- Daqui a vinte minutos a gente vai embora. Pra não levantar suspeitas, faz uma coisa. Fode a Pilar e sai daqui uns dez minutos. A gente vai depois. Melhor você não se despedir de ninguém, ok?
- Beleza, vou fazer isso, ainda bem que sua casa é perto. Vamos ver se essa mulher consegue andar, senão vamos ter que pegar um táxi... a essa hora... foda.
- Não vamos demorar - disse enquanto se virava pra continuar falando com o povo.
Não vi a Evam, provavelmente tava no banheiro. Melhor fazer o que o Raúl mandou. Voltei pro balcão, a Pilar esperava, a gente tomou os drinks, ela o dela, eu o refri. Dez minutos depois a gente saiu do pub, ela tava bêbada. Tava na esperança de que quando a gente começasse a fazer de tudo ela dormisse, ou não ligasse e nem percebesse o que tava rolando, porque se não fosse assim... eu não ia conseguir aproveitar a Eva...
— Vamos andando, né? — perguntei.
— Vale, sim, sim — disse ele, balançando um pouco.
- Tá bem pertinho...
Caminhamos até sair da área dos bares, faltavam uns 10 minutos, ou 15 no ritmo dela. Quando já estávamos longe, cheguei perto dela e perguntei se ela tava bem. Ela disse que sim, sorrindo e me olhando de um jeito safado e bêbado, haha.
- Ainda tá com tesão?
- mmm... muito - disse enquanto se aproximava mais de mim e me pegava pelo braço. Por um momento, o decote dela se acentuou, não tinha umas tetas como as da Eva, nem de longe, mas pelo menos pareciam apetitosas, isso sim, tinha mais quadril e mais bunda. Então eu poderia curtir ela de um jeito diferente do que com a Eva.
- Quando a gente chegar, dá pra tomar mais um drink.
Outraaaa?
- Sim, não te dá vontade?
- A verdade é que sim, kkkkkkk.
- E depois...
- E depois eu e você... mmm, e nossos amigos por ali... mmmm... halaaaaa, hahahaha.
E aí ela começou a dar uma gargalhada daquelas. Como já era tarde, mandei ela calar a boca ou rir do jeito certo em horas impróprias, hahaha. Olhei meu celular. Tinha um zap da Eva de uns minutos atrás.
Já vamos sair. Vocês não vão ter que esperar muito.
Minha imaginação voou longe e meu pau reagiu às cenas que poderiam rolar essa noite.
Já tamo quase chegando" escrevi sem mais.
E era verdade, em uns minutos já estávamos na porta. Longe de refrescar ela... o ar e o frio só deixaram a Pilar mais sonolenta. Dava pra ver que ela tava cansada. O álcool já tava começando a fazer efeito. Quando chegamos no portão, ela se apoiou nele. Eu me aproximei e dei uma mordida nela, ela quase nem reagiu. Passei a mão por baixo do vestido dela por trás e comecei a apalpar a bunda dela. Ela reagiu e começou a me beijar de boca aberta. Tinha gosto de álcool puro, kkkk. Ela começou a soltar uns gemidinhos baixos. Continuei beijando ela e em nada ela começou a se entregar de um jeito apaixonado, de olhos fechados, parecia que ia começar a se pelar ali mesmo, hehe. Parecia que não transava há muito tempo.
Me afastei um instante porque meu celular tocou, era outra mensagem da Eva, dizia só que já estavam chegando.
É isso aí, depois de uns dois minutos elas apareceram na esquina. A gente se ajeitou um pouco e elas chegaram em silêncio, sem falar nada.
— Beleza, vamos — disse Raul enquanto abria o portão. — Sobe em silêncio.
Subiram primeiro a Eva e a Pilar, e depois nós.
— O que você tá pensando? — sussurrei pro Raúl.
- Vamos ver como é que tá a Pilar, né?
- Muito bêbada, acho que não aguento um clima de sexo no escuro, hehe.
— Beleza — disse ele. E pediu passagem pra abrir a porta.
Uma vez lá dentro, a gente serviu uns drinks. Eu escolhi um rum com Booty, mas com pouco rum. As minhas foram pro banheiro com os copos delas, depois era a minha vez e a do Raúl.
- Bom, então o que você disser, senhor - falei enquanto brindava com meu copo e sorria.
— Você gosta desse jogo? — perguntou.
- Muito, você já sabe, é muito tarado. E eu gosto que depois de eu ter contado parte das minhas experiências pra vocês... você tenha assumido o controle. É foda, cara - embora no fundo não gostasse tanto assim...
- Vale, porque confio em você e em tudo que você sabe fazer, e no que está disposto a fazer - disse ele dando um gole, estava meio bêbado, tanto quanto da primeira vez que fizemos o ménage com a mulher dele... embora não tanto quanto a Pilar, claro.
- Você já sabe que quem manda é você. Não esperava pela Pilar esta noite. Espero que esteja seguro, ela parece ser uma boa mina e acho que não vai abrir o bico.
- A Pilar não sabe que nós três tivemos o que tivemos... e ela não pode saber. Vamos começar transando. Melhor dizendo: vocês vão começar a se tocar, até o ponto de se comerem. E vamos torcer pra que ela entre num estado que nem perceba nada... se isso não rolar... não vamos poder aproveitar minha mulher.
Ele disse aquilo com uma confiança esmagadora. Minha pica ficou dura só de pensar que depois de ter comido a Pilar e deixado ela exausta, eu poderia ir pra cima da Eva... a situação era das mais excitantes. Meu amigo me fazia passar por uma das amigas da Eva antes de continuar com a mulher dele... e o fato é que eu não sabia até onde ele estava prestes a me deixar chegar. Se ele ia me deixar ela só pra mim... se só queria que ela me chupasse, que eu gozasse nos peitos dela, no rosto dela de novo... ou comer ela, só de pensar minha pica ficava dura. Mas não queria perguntar nada pra ele, isso não. Porque se eu perguntasse na lata, corria o risco de parecer ansioso, e não queria parecer pra não estragar nada.
- Farei o que você mandar, amigo - falei sorrindo. Vamos ver como evolui a puta da amiga da sua mulher.
As duas saíram do banheiro, ainda enfiadas nos vestidos. Como se aquela noite fosse a coisa mais normal do mundo.
A Pilar tava com uma cara de cansada que não dava pra aguentar, mas ao mesmo tempo dava pra ver que tava com uma puta cara de safada. Ela veio na minha direção e me abraçou pelo pescoço. A Eva sorriu, chegou perto do Raúl e sussurrou algo no ouvido dele que eu não consegui ouvir. O Raúl me fez um sinal... como se tivesse dado a largada pra começar. Foi aí que a Eva me mostrou o que tinha numa das mãos, até então eu não tinha reparado. Era a calcinha da amiga dela, pelo visto ela tinha tirado no banheiro. Mostrou ela pendurada no dedo indicador, como se fosse um troféu qualquer. Elas riram e eu ri também. Comecei a beijar a boca da Pilar e a enfiar a mão por baixo do vestido dela. Ela gemeu.
Raúl começou a apalpar os peitos da Eva por cima do vestido, mas ela não hesitou em afastar as mãos dele só o tempo suficiente pra abrir o decote e me mostrar o que tinha dentro. Uma a uma, ela tirou aquelas duas tetonas pra fora. Aquilo acabou me deixando duro pra caralho. E o pau não ia amolecer tão cedo naquela noite...

Continuei enfiando as mãos no vestido da Pilar, que parecia ter esquecido que estávamos na casa dos nossos amigos, com eles de plateia. Fui empurrando ela devagar até o sofá, ela cedeu, e quando a deitei, ela se contorceu que nem uma gata no cio. Fui subindo o vestido dela até deixar a buceta à mostra. Ela tava depilada só pela metade, a luz era fraca, mas dava pra ver bem. As virilhas dela estavam depiladas, as coxas... mas os lábios maiores da ppk... não. Mesmo assim, tava bem apetitosa, uma boa vulva aberta e escorrendo. Comecei a passar dois dedos nela e ela começou a gemer de olhos fechados. A Pilar tava toda entregue pra mim, só de passar dois dedos na racha dela.
Levou as mãos ao peito e tirou as tetinhas dela. Tirei os sapatos dela e deixei cair de lado, aproveitei pra olhar pra trás, Raul e Eva estavam se pegando, Eva tinha deixado cair a calcinha da Pilar e agora abria a braguilha do marido, num segundo deixou ver o pau dele, duro e ereto.
Me afastei uns segundos do sofá, passei do lado deles, que não pararam de se pegar, a Eva tava com as duas tetonas pra fora, era uma delícia ver ela enquanto batia uma pro marido, e alcancei o botão de um abajur que eles tinham. Acendi e uma luz suave iluminou o teto da sala, agora a gente ia ver melhor, sem perder a intimidade. Não queria perder nenhum detalhe da Pilar, e do que esses dois faziam nas minhas costas.
Voltei pro sofá, a Pilar tinha se levantado um pouco, como se estivesse me procurando, e tinha visto, com aquela cara de bêbada, o que a Eva e o Raúl estavam fazendo. Mas ela nem devia ter sacado direito, porque assim que pedi pra ela relaxar e deitar, ela me perguntou:
- E esses dois? Já foram ou já começaram? Tão aqui, né?
Percebi então que a Pilar não ia notar nada se o Raúl e eu nos divertíssemos com a mulher dele. Aquilo me deu esperanças, hehehe.
- Vai logo - disse Raúl de trás.
- O quê? - falei enquanto me virava. E vi a Eva abaixada sobre ele, começando a fazer um boquete. Porra, senti um formigamento no pau incrível.
— Enfia de uma vez, Rober — disse Raul.
Me virei pra olhar a Pilar, que tava acabada, como se fosse cair no sono. Cheguei perto pra sentir o cheiro da buceta dela, tava pronta. Enfiei a mão na calça e tirei uma camisinha. Depois desabotoei tudo, baixei a calça até o tornozelo, com os sapatos ainda calçados.
- Vou fazer você gozar, Pilar.
— Hã? —ela disse, me olhando do sofá, deitada de barriga pra cima.
- O que eu vou fazer... é você gozar - falei enquanto enfiava a camisinha na minha piroca.
- Mmmm... - gemeu, rebolando o quadril.
Ordenei que ela tirasse o vestido e o sutiã. Ela se levantou um pouco e fez isso. Olhou pra onde estavam Raúl e Eva, que já estavam quase nus, Eva com a buceta de fora, junto com os peitos, e Raúl já sem camisa.
Olhou pra elas e quase não disse nada, algo que não consegui adivinhar.
Eu a deitava de novo. Minha pica tinha ficado ainda maior, enfiada e pronta na camisinha que estava...
Depois, sem dizer uma palavra, me inclinei sobre a Pilar, sem tocá-la. Minha boca na altura da dela, eu ouvia a respiração dela, e também o som das chupadas que, nas minhas costas, a Eva tava dando no marido dela.
- Pilar - eu disse.
— O quê — ela disse, me olhando.
- Vou te foder, já coloquei a camisinha.
Já?
- Vou meter essa pica no teu cuzinho peludo - falei, tapando a boca dela com delicadeza.
- Mmmm... - gemeu ao sentir a cabeça da minha rola nos lábios da buceta dela.
Ela gemeu e não parou mais de gemer por três minutos. Assim que enfiei a pica, não tinha mais volta, meti de uma vez, sem hesitar. E ela se abriu ainda mais. Eu sentia os pelinhos da buceta me aquecendo, a buceta dela tava ardendo de tanto fluido.

Penetrei devagar no começo, mas depois de um minuto, entre gemidos, ela começou a falar que tava gozando, que não aguentava mais. Eu olhei pra trás por um momento e o Raúl assentiu, como quem diz: "faz essa puta gozar, goza ela toda". A Eva olhava excitada, tinha uma cara de puta que não dava pra aguentar, parou por um instante de se tocar na buceta e de chupar o marido, pra não perder nenhum detalhe.
Segui o conselho do meu amigo e, devagar, dei duas ou três enfiadas na Pilar, pra garantir que ela gozasse, finalmente. Ela gritou tanto que tive que tapar a boca dela com força. Enquanto ela gozava, eu sussurrava no ouvido dela:
- Assim, raposinha, goza, goza como nunca gozou. Adoro sua buceta peluda, raposinha.
Ela gemeu quando a buceta dela relaxou, tinha gozado e eu ainda tava de pau duro, e tinha passado só um minuto!! Olhei pros meus amigos, que me encaravam sem falar nada.

- Porra... - disse Pilar olhando para onde estavam Raúl e Eva, mas não disse nada, como se eles nem estivessem ali.
Então eu continuei penetrando ela. Agora com mais gosto.
- Porra, continua, continua, filho da puta - disse ela.
- Assim que eu gosto... que você vá gozar de novo, que peça mais pra mim.
- Sim, sim... quero aproveitar isso, quero gozar de novo...
Fodi ela por mais dois minutos, bem na hora que veio o próximo orgasmo dela, que foi quase tão intenso quanto o primeiro. Nessa altura, a Pilar já tava exausta enquanto gozava. Eu continuei com o pau duro, tava segurando pra não gozar, claro, mas ainda tinha lenha pra queimar. Deixei a Pilar no sofá, deitada de barriga pra cima e com a buceta bem fodida e gozada, e me levantei um pouco. Percebi que o Raúl tava de pé, agora na minha frente — eu tinha me sentado no sofá — e junto com ele... a Eva, me olhando com uma cara de desejo incontrolável, e passando a mão no pau do marido. Os peitos dela brilhavam molhados, não tinha reparado, mas ela tinha passado um óleo lubrificante.

Acho que ela vai cair no sono - disse Raúl olhando para a Pilar.
Pilar abriu os olhos por um instante e disse:
- Ah, você está aqui... que cock gostosa, que foda... - ela terminou dizendo num sussurro, e fechou os olhos.
— Fiz o que o senhor mandou, meu amo — eu disse. — Agora... quero fazer uma coisa...
E aí, sem dizer uma palavra, tirei a camisinha manchada pelos fluidos e pelas gozadas da Pilar e comecei a bater uma pra mim, ali sentado, com o Raúl de pé na minha frente, e a Eva, que tinha acabado de tirar o vestido (já tava pelada) e foi se posicionando entre o marido dela e eu...
O que você quer fazer, cachorro?" — perguntou Raúl, que já começava a sentir o efeito do álcool, mas não tanto quanto a Pilar.
— Já viu que a putinha da sua amiga não durou nada, nem me tocou, comi ela como você pediu, tinha uma buceta apertada, fazia tempo que ninguém comia ela com certeza... já viu, não precisei fazer quase esforço nenhum, mas ela deixou bem dura, preciso que alguém me toque bem, que me masturbe — e ao dizer isso, olhei pra Eva.
Raúl colocou uma mão no ombro de Eva, que estava de pé na frente dele, de frente pra mim. Então ela se virou pra olhar pra ele e Raúl sussurrou algo no ouvido dela. Ela se virou de novo pra mim e se ajoelhou, estendeu a mão e pegou na minha rola sem dizer uma palavra, e na sequência colocou os peitos dela, lubrificados com óleo, sobre os meus joelhos. Tomara que o Raúl tenha mandado ela me chupar, pensei, tomara.
Raúl se afastou um pouco, ficou de lado pra ter uma visão melhor e permaneceu ali, de espectador.
— Vamos bater uma punheta bem gostosa nesse pauzão — disse Eva. E na mesma hora se jogou nas minhas bolas, a boca, a língua... os lábios... que delícia, não deixou nada das minhas bolas sem lamber, enquanto batia uma punheta com uma mão, e com a outra cuidava de roçar os peitos dela nos meus joelhos e nas minhas coxas.
Eu continuava sentado no sofá, reclinado pra trás, e ela de joelhos no chão. Eu esperava que ela se decidisse a enfiar meu pau na boca, ela devia estar morrendo de vontade. Estendi uma mão e comecei a acariciar com delicadeza as coxas da Pilar, que estava dormindo, agora sem dúvida nenhuma.

Cuidado pra não acordar ela" - sussurrou Raúl do meu outro lado enquanto continuava se masturbando com delicadeza. "Vou sentar, tô meio cansado...
Foi cambaleando até uma cadeira do outro lado da sala e trouxe ela tentando não fazer barulho, fez um pouco e Eva chamou a atenção dele. Pilar se mexeu um pouco e Eva se afastou de mim, foi alarme falso, Raúl colocou a cadeira perto de Eva e ela esticou uma mão pra punhetar o marido, enquanto se posicionava na minha frente e continuava com a minha punheta. Depois de um minuto ela disse:
- Querido, vou chupar a pica do nosso escravo, acho que ele mereceu, né?
— Sim, chupa ela — disse Raúl levando a mão ao rosto, num gesto de cansaço.
Eu não disse nada e Eva largou o pau do marido dela e veio pro meu, agora sem desviar o olhar, finalmente ia sentir a boca da Eva de novo. Ela começou a chupar meu pau como se eu fosse o marido dela de verdade. Com uma dedicação de escrava submissa. Lamia minhas bolas e voltava pro meu pau, eu estendi as mãos e comecei a apalpar os peitos dela. Já tava sentindo meu leite fervendo nos colhões, aquele formigamento antes de gozar, por isso parei o ritmo da Eva. Ela entendeu na hora o que tava rolando, e nós dois não queríamos que eu gozasse agora, claro.
Então ela disse:
— Raúl, não fica aí parado, vem. Mete em mim por trás.
Ela colocou a bunda empinada, de quatro, enquanto tava decidida a continuar me chupando, no meu ritmo.
Ao ouvir aquilo, fiquei ainda mais duro, se é que isso é possível. Raul obedeceu com passos lentos, tava meio sonolento, o coitado.
- Vamos, amigão, enfia bem na sua mulherzinha, que ela quer um ritmo bom, daquele que a amiguinha Pilar já teve, hein?
— Vou meter nela — disse ele.
Ele se colocou atrás, tava de pau duro, mas não tanto quanto eu, por causa da bebida de novo, com certeza era por isso. Mesmo assim conseguiu penetrar ela, a Eva segurou um grito, e pra ela não gritar de jeito nenhum, eu peguei ela pelo queixo, fiz ela abrir a boca e enfiei meu pau até onde deu, tava quase inteiro pra dentro, ela bufou porque não cabia, e eu segurei ela ali.

Sussurrei só pra ela me ouvir:
- Vem, puta, engole, duas rolas pra você, a do teu marido e a minha, engole, engole... que depois vou te foder eu mesmo.
Ela gemeu e procurou meu olhar. Nossos olhos se cruzaram.
- Diz que sim, diz que quer que eu te coma, que você tá morrendo de vontade.
Ela acenou com a cabeça, querendo tirar a pica da boca, deixei ela tirar só um pedaço, depois tirei tudo, ela babou e a saliva dela lambuzou minha pica e as bolas. Peguei a baba e passei nos peitos dela, que já balançavam no ritmo da foda que o marido dela tava dando nela.
- Que gostosa que é minha mulher, hein? - ele dizia.
- Adoro como vocês fazem isso, amigão – falei pra ele. Embora não estivesse comendo ela direito...
Eva agarrou meu pau com uma mão enquanto a cara dela mostrava o tesão de ser comida pelo Raúl. Quis sair dali e botar um novo plano em prática. Então me levantei, e a metade do corpo da Eva ocupou o sofá onde eu tava, deixando a bunda empinada na beirada, enquanto o Raúl continuava metendo.
—Você não colocou camisinha — disse Eva — coloca a camisinha, Raul.
- Vale, vale -disse ele.
Estendi um dos meus, que tinha pegado das minhas calças.
Coloca ele - falei - ou
Ele me olhou com um sorriso e disse:
— Não seria uma má ideia, outro dia, outro dia... — disse ela.
Assim que colocou, o que levou quase um minuto porque o pau dele tava só meia-bomba, ele meteu de novo na Eva. Custou um pouco, mas já tava dentro.
- Vamos, gostoso, enfia bem, me fode - dizia Eva, sinal de que o marido não estava muito afinado.
Então comecei com minha ideia. Fiquei do lado do Raul, eu já nem me tocava na pica, de tão dura que tava... nem precisava.
— Sabe o que a gente pode fazer? — falei pro Raul.
- O quê? ele disse, enquanto seguia o olhar dela.
- Convencer sua mulher pra você comer a Pilar.
- Mm...
— O que vocês estão tramando aí atrás? — disse Eva, que dava pra ver que não tava curtindo muito...
Aí, pra distrair ela, dei umas batidas com minha rola na bunda dela, e umas palmadas.
- Cala a boca e faz seu marido gozar.
— Ela não vai querer — disse Raul.
— Propõe uma troca — eu disse.
— Que troca? — perguntou Raúl sonolento.
- Já sabe... a gente acorda a Pilar... e eu... - e fiz um gesto apontando pra bunda da mulher dele.
O Raúl começou a rir, e a gente teve que parar pra calar ele, a risada estridente dele quase acordou a Pilar.
Ficamos de pé em silêncio e, já em silêncio, nus, vimos que Pilar começava a abrir os olhos.
- O que vocês estão fazendo? Chiiiissst - disse Eva baixinho...
—Ehhh, ehhh, que que foi? — disse Pilar do lugar dela, deitada.
- Não me diga que não é uma boa ideia... - sussurrei no ouvido do Raul...
É sim. Não pense que eu gosto de você sair pra foder minha mulher... mas a ideia de enfiar a pica na putinha da amiga dela... me excita.
- Queeeeeé? - disse Pilar sonolenta, e virou a cabeça pra um travesseiro do sofá, afundando o rosto nele. Por um lado ela tava acordada, por outro tava com sono, e era tão pesado que ela acabava dormindo de novo.
Nisso tudo, Eva já tinha se levantado, na nossa altura. Tava incrível com o óleo lambuzado nas tetas...
— Qualé, tramando o quê...? Já sei... alguma coisa com a Pilar, né? — falou me olhando.
- Seu marido... já sabe - comecei -... só um pouquinho.
- Sim, claro - disse dando um tapinha na coxa e depois cruzando os braços rápido, o que fez os peitos dela se levantarem mais -, ele quer é foder ela... - disse em voz baixa.
- Mulher... amanhã vou viajar - disse Raúl mais implorando do que falando como se fosse algo sem importância...
Eva me olhou e eu olhei pra ela.
— E enquanto nós... — comecei.
- É essa a troca que vocês estavam tramando...
— Sim — eu disse. — É... mórbido. Não é original, mas é mórbido... né?
Então o Raul sentou no sofá, aos pés da Pilar. Dava pra ver que ele tava cansado. O pau dele tava meio mole. A Eva chegou perto de mim e falou bem na minha cara.
- Você estava morrendo de vontade de me foder, desde há muito tempo...
— Sim — e acariciei minha pica, que não parava de ficar dura.
Ela se aproximou um pouco mais e a ponta da minha roça encostou na barriga dela.
- Mmm... - gemeu.
— Tô com vontade de te foder, e de você me foder também — falei.
Olhei pro meu amigo, ele tava passando a mão nas pernas da Pilar.
-Mas antes... espera - falei de novo.
Me inclinei sobre o Raúl e falei pra ele entrar na onda, pra Eva fiz um sinal pra ela se ajoelhar na frente do marido e chupar a pica dele, tinha que deixar ele duro de novo.
- Vem, seu filho da puta... fica duro, que você vai foder minha amiga, vai ficar felizão... - disse enquanto enfiava e tirava da boca.
Meu amigo não demorou pra ficar duro de novo, ele ainda não tinha tirado a camisinha.
Eu me aproximei do ouvido da Pilar e comecei a beijá-la, levei os dedos até a bunda dela e, de lá, procurei a buceta dela. Ela tava de bruços, então seria melhor, porque meu amigo tava comendo ela por trás, mas como se fosse eu quem tava fodendo ela... eu tinha planejado assim.
- Vamos foder de novo, Pili - eu disse.
- Que que? - disse ela acordando.
- chsssssssm calminha - falei acariciando o rosto dela e me ajeitando de lado nas costas dela.
Fiz um sinal pra Eva e pro Raúl pra ele começar a encaixar na bunda da Pilar, eu cuidaria pra ela virar o rosto só o suficiente pra me olhar, e não ver mais nada, nada de olhar pra minha parte de baixo, que ia ficar fora do sofá, não em cima dela, e minhas costas um pouco sobre as dela. Meu pau pulsava que era uma delícia. Nisso, quando tudo ficou em silêncio de novo, a Pilar deu uma acordada:
- O que foi? O que vocês vão fazer?
- Chiiissssst - falei eu, beijando ela, e fiz sinais com minha mão livre pra Eva e Raúl saírem da sala. Olhei pra eles por um instante e entenderam que tinham que me deixar a sós com a Pilar, mesmo sem saber pra quê...
Elas se mandaram e quando fiquei a sós com a Pili, abri o jogo com ela. Era a solução, podia dar merda, mas com a tesão que eu ainda tava e com a bebida que já tinha tomado... era o mais certo a se fazer.
- Olha, Pilar, enquanto você dormia, a gente decidiu te dar prazer.
- Quem? . perguntou sem se mexer, de bruços contra o travesseiro.
- Entre o Raúl e eu.
- Mmm... os dois?
- Sim.
- E a minha amiga?
- Esquece a Eva - falei, olhando pra ela.
Ela me olhou sorrindo sem dizer nada.
- Você só fica deitada, sem falar nada, finge que tá dormindo um pouco, imagina que sou eu te metendo de novo... mas quero que você saiba que não vou ser eu. Vai ser o Raul, entendeu?
- Porra... o marido da minha amiga...
- É, pelo visto, não tá muito dura essa noite. Mas foi só eu tocar nesse assunto... e olha...
- Que filho da puta.
Sem dizer nada, passei a mão na buceta dela. Tava pegando fogo.
- Tá com tesão, hein?
- Mmm... - gemeu.
- Continua "dormindo", já sabe - agora volto.
Ela me deu ouvidos e saí do salão procurando meus amigos. Estavam no banheiro. Fiz um sinal pra eles saírem, e no corredor comentei que tinha acalmado a Pilar, que a gente tinha que tomar muito cuidado pra ela não perceber. Só de falar isso, andar com aquele segredo, fez a pica do Raúl endurecer. Tanto que até a Eva parecia irritada. A pica dele já tava do tamanho da minha.
- Façam o que eu mandar - sussurrei para elas, e entrei na sala.
A luz era fraca, do jeito que eu gosto... Me coloquei como antes, na borda do sofá e meio deitado sobre a Pilar, comecei a passar a mão na buceta dela e ela reagiu bem, sem abrir os olhos.
- Me fodeee - ela sussurrou.
Olhei pros pés do sofá. Raúl tava batendo uma, com a camisinha já colocada. A mesma que ele tinha metido na buceta da mulher dele. Aquilo me dava um tesão do caralho. Eva não parava de olhar tudo. Eu me tocava com uma mão na pica e com a outra continuava excitando a Pilar, me coloquei por cima e rocei a minha pica na virilha dela.
- Cê gosta assim, hein?
- Sim, sim... vai, enfia ela - disse ela com voz de bêbada.
Tava indo muito bem, quase sem abrir os olhos. Aí me afastei e fiz um sinal com a mão pro Raúl chegar perto e meter na buceta da amiga da mulher dele. Enquanto isso, eu falava pra Pilar:
- Beleza, vou te foder, você vai ver como eu entro de novo... e não vou parar até gozar dentro de você, gostosa, coloquei uma camisinha.
O que era mentira, claro. Porque era o Raúl quem tava levando... Eu ainda não. Olhei pra Eva, que não perdia nenhum detalhe do que tava rolando, atrás do marido dela. Falei pra ela sentar num dos sofás, ela sentou, mandei ela abrir as pernas e me mostrar a buceta dela. Tava escorrendo. Comecei a bater uma do lado dela, ela abriu um espaço e eu sentei bem do lado, os dois apertados no sofá. O Raúl já não tava mais olhando pra gente. Ele tava em cima da Pilar, a gente via os ovos dele e parte da pica perto da buceta da nossa amiga bêbada...
— Teu marido vai comer a tua amiga — sussurrei pra Eva — qual é a sensação?
- Não sei, é estranho... porra... mas me dá tesão.
- Muito? . perguntei lambendo o rosto dela...
- Sim, sim... muito - disse ela, tremendo.
— Agora vamos ter que tomar cuidado pra seu marido não ficar com ciúmes... quando nos ver. Como você quer que a gente comece, putinha?
Peguei na mão dela e fiz ela agarrar minha pica...
Espera — disse Eva em voz baixa, recuando — quero ver como ele enfia a pica nela.
Ficamos de olho no que o Raúl tava fazendo, dava pra ver que ele tava afetado pela bebida, mas o pau dele continuava duro agora, mesmo com a camisinha. Eu não queria forçar a Eva, mesmo assim comecei a acariciar os peitos dela, me posicionando por trás, e sussurrando umas coisas tipo: "Vamos ver como ele mete", "Vamos ver o quanto sua amiguinha grita", "Imagina se ela percebe que é o Raúl e não eu quem tá comendo ela?
Isso último deixou ela a mil, não sei por quê, hehehe, na verdade só eu e a Pili sabíamos que ela ia dar pro Raúl. A Pilar já tremia debaixo do peito do meu amigo, era muito obediente, não virou o rosto nem abriu os olhos, e o Raúl não ia falar nada pra manter o segredo e não ser reconhecido, hehe.
Os mamilos da Eva estavam duríssimos, eu tava com a pica a ponto de explodir, e como agora a gente tava de pé, eu atrás, eu esfregava ela na bunda dela do jeito que eu bem queria. Tava no limite e pronto pra começar a meter. Abaixei uma mão e comecei a masturbar ela. Ela gemeu. O Raúl fez um sinal com a mão, indicando que ia começar a foder a Pilar.
Eva se agachou pra ver ele, o que fez com que a abertura da bunda dela e a buceta depilada ficassem agora na minha vista, indefesas... Tava pouco me fodendo se eu ia perder a vez do meu amigo. Não me interessava nem um pouco. Então, sem esperar mais, apontei minha vara pra enfiar na buceta da Eva.
Era o momento que eu mais desejei no último ano. Comer a mulher do meu amigo. Eu tinha ralado pra isso, agora podia fazer. Meu amigo bêbado tinha me deixado, e ela, toda gostosa, também. Caíram na brincadeira, e eu também, lógico. Esperei o momento em que meu amigo enfiava a pica na Pilar pra meter a minha nos lábios da buceta da Eva...
Mas...
Exatamente quando ela sentiu a dureza, e eu senti a umidade quente da buceta dela...
.. .. . ....... ela se afastou um pouco pra frente, encostando no sofá onde estavam Raúl e Pilar, e se virou pra mim, balançando o dedo e a cabeça em negação.
Eu fiquei meio sem graça, fiz cara de quem não tava entendendo nada.
Ela chegou na hora e sussurrou no meu ouvido:
Espera, o Raúl queria ver isso
- O quê? - perguntei bem baixinho.
— Meu marido quer ver como você faz, a gente conversou antes no quarto, enquanto você estava aqui acalmando a Pilar.
- porra...
- Além disso... coloca uma camisinha, Rober.
Seria melhor se ela me desse ouvidos. Eu queria que ela não tivesse percebido e eu pudesse comer ela no pelo, mas de novo não queria estragar nada... já teria tempo outras vezes (tomara). Ela ficou olhando enquanto o Raúl começava a gemer e a dar as primeiras metidas na amiga dela, enquanto eu enfiava a mão no bolso da calça e tirava uma camisinha vermelha, hehehe. Coloquei na hora e voltei pro sofá.

Eva se masturbava vendo o marido dela macetando a Pilar, que começou a gritar gostoso. Raúl tapou a boca dela. Eu cheguei perto, coloquei minha cara na da Pilar e falei:
- Não grita tanto, puta, que os vizinhos vão te ouvir. Tá gostando? Tá gostando?
Ela concordou sem abrir os olhos.
— Vou continuar te comendo... — eu disse
E aí me retirei com cuidado e fiz um sinal de ok pro meu amigo com o dedo, indicando que tava tudo certo. Ele olhou pra minha rola enfiada na camisinha vermelha e parece que aquilo deixou ele mais doido, então começou a meter mais rápido na parada. Voltei pro outro lado do sofá. Eva se masturbava com uma mão, com a outra a safada tava acariciando os ovos do marido dela, e eu jurava que até tava tocando na buceta da amiga. Aquilo me deixou ainda mais tarado, se é que isso era possível.
Lambe os ovos do teu marido" — soltei, enquanto tirava a mão dela da buceta e continuei eu mesmo masturbando ela.
Mmmmm...
Raúl se abriu um pouco mais e Eva se abaixou pra lamber os ovos dele um pouco.
Assim ficaram uns dois minutos. Umas duas vezes cheguei perto da Eva, peguei ela pelo cabelo e forcei ela a me dar umas boquetas, pra depois devolver a boca dela pro cu e pros ovos do Raúl.
Depois de três minutos, o Raúl fez um sinal pra gente, ele ia gozar.
Então escapou um "Vou gozar!" que a Pili deve ter ouvido, mas não deu bola. Em vez disso, ela disse:
- Vai, goza, goza dentro da minha buceta, enche ela toda...
Então o Raúl deu as últimas estocadas e começou a gozar dentro da Pilar. Pelo visto ela também tava gozando, e a coisa não parava por ali... Senti como a Eva apertava as pernas em volta da minha mão, que tava masturbando ela pra caralho, e ela franziu o rosto gemendo baixinho.
Ela estava gozando. Foi incrível, os três praticamente ao mesmo tempo. Enquanto gozavam, aproveitei pra me levantar, soltar minha mão da virilha da Eva e enfiar a pica na boca dela. Ela reagiu bem e, ainda nos últimos espasmos do orgasmo, abriu a boca e me deu várias lambidas. Eu tinha colocado a camisinha vermelha rápido demais, porra.


Senti vontade de gozar, mas me segurei, o tesão era grande demais, tinha que esperar minha vez, e minha vez tinha chegado. Raúl foi se afastando aos poucos de Pilar, que ainda gemia de vez em quando, Eva tirou meu pau da boca e observou a gozada que o marido dela tinha acumulado na camisinha. Raúl tirou e deu um nó nela. Aproveitei pra colocar um travesseiro perto do rosto de Pilar e ajeitá-la. Ela deixou, não sabia se tava fingindo que tava dormindo... ou se tava mesmo.
- Adorei, tia.
Sussurrei no ouvido dele. Ele não disse absolutamente nada. Raúl cruzou com a Eva e ela desviou o olhar na hora. Ele veio falar comigo:
— Vamos ficar mais à vontade num dos quartos... — ela me disse.
- E essa? - perguntei apontando pra Pilar.
— Acho que ela não vai acordar, né? — disse Raul.
— Vamos fechar a porta — disse Eva, seguindo pelo corredor...
Não tava a fim de criar impedimento... então fui atrás delas.
- Foi incrível - disse Raul. - E olha que essa Pilar não me atrai... mas foi muito excitante, hehe
Ela sorriu e Eva olhou pra ela, entre divertida e irritada.
- Sua mulher gozou te vendo, né? - falei pra quebrar o gelo.
- Sério? - disse Raúl pegando sua mulher pelos ombros e beijando seu pescoço.
- Já, já - disse ela, afastando ele, meio irritada.
- Vamos, não fica puta agora, Eva - eu disse -. Agora você vai ter sua recompensa.
E aí eu me toquei na buceta pra mostrar pra vocês que ela ainda tava bem viva, kkkk.
Raúl fechou a porta e trancou com o ferrolho pequeno que o quarto de hóspedes tinha.
- Assim, se ela acordar, vai ter que chamar, e não vai nos pegar de surpresa...
— Beleza — falei.
Raúl sentou numa poltrona que tava de frente pra cama de solteiro.
- Beleza, é a vez de vocês, seus filhos da puta - ele disse. - Quero ver vocês fodendo. Não enrolem, uma coisa rápida, hein? Igual eu com a Pili.
Só de ouvir isso, fiz com que Eva se deitasse de barriga pra cima na beira da cama. Ela abriu as pernas, a buceta dela ficou à minha disposição.

Os peitos dela balançavam de um lado pro outro, até que ela apertou um contra o outro, bem no meio do peito dela. Minha pica enfiada na camisinha vermelha brilhava enquanto eu lambuzava ela de saliva e batia uma. Meu amigo não perdia um detalhe, com a pica mole, sentado no sofá, mas já tava endurecendo de novo, bêbado e todo gozado que tava...
- Aqui minha amiga já não pode nos ver. Me fode, Rober. Me fode na frente do meu marido - disse Eva me olhando.

Continua...
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