Naquela manhã do dia 28 de dezembro, pensei que comer a Eva na frente do Raúl, ou sem ele por perto, tava cada vez mais perto. A única coisa que eu precisava fazer era ter paciência e esperar a noite do dia 31, que a gente tinha marcado um rolê noturno com um grupo de amigos em comum, depois das uvas, hehe. A gente não tinha falado de nada especÃfico nos últimos dias do ano, mas eu tava confiante de que em algum momento da noite os dois iam chegar perto de mim pra propor alguma brincadeira... iam deixar o pequeno na casa de algum parente e o resto... já era.
No segundo dia, meu amigo ia viajar, então com certeza tinham combinado de fazer algo de despedida... e conhecendo o Raul, sabendo que tudo tinha saÃdo um pouco do controle... talvez ele achasse que o melhor era soltar a franga de vez e que eu comesse a mulher dele na frente dele, em vez de fazermos pelas costas dele quando ele estivesse fora.
No dia 31 eu mandei um zap pra Eva, era de manhã.
Oi, gostosa, tudo bem? Preparando as coisas pra essa noite?
Depois de meia hora, ela respondeu:
já viu, ocupada ao máximo, sempre a mesma coisa. O Raul saiu pra comprar.
Já imagino, não falei com ele desde ontem, acho que o de hoje à noite ainda tá de pé
saldremos todos, né?" — escrevi.
Claaaaro, minhas amigas, seus amigos, os casados, os que não são... kkkk
O que vocês tão pensando em fazer depois?
demorou uns minutos pra responder:
não vou te falar nada" — ela escreveu
E eu já comecei a ficar de pau duro, alguma coisa tinham falado.
nem uma pista? nem um adiantamento?
Nada" — ela soltou.
que filha da puta você é comigo, hahaha
É assim, rober, é assim
preciso te foder, Eva. Você me deixa muito tesudo.
você a mim não, hahahaha" escreveu de brincadeira.
se eu tiver que me contentar com outras coisas... que seja então, mas eu sei que você quer que eu meta, bem fundo. você chupou ela de um jeito incrÃvel
Peguei ela com vontade" escreveu "tava com vontade... de te foder, de montar em cima do teu pau até fazer ele estourar, mas não era esse o trato entre eu e meu marido
pode ser que esse acordo se quebre, ou seja renegociado. eu posso negociar isso" — escrevi
Você? Com o quê?
posso... " e aà improvisei "oferecer pro Raul um trato
De que tipo?
me dei uns minutos pra responder
outra pessoa, uma mulher
Como assim?" ela escreveu, surpresa.
uma quarta pessoa, Eva
Ela ficou em silêncio, sem escrever nada.
Não se surpreenda, é normal... né?" continuei.
Não sei
Seu marido te divide, já fez isso comigo... você também ficaria vendo ele brincar com outra... eu sei, e você sabe, Eva. Mesmo que você fique parada.
Não disse mais nada por uns minutos, depois escreveu:
Vou continuar fazendo umas paradas... a gente se fala hoje à noite!! tchauuuu
Não escrevi mais nada pra ela. Pelo menos já tinha colocado uma coisa a mais. Não tinha pensado em ninguém pro meu amigo... talvez a Glória, aquela coroa que eu comia, ou quem sabe um acordo com a Susana, a colega de trabalho dela. Ia ser muito, muito erótico tudo aquilo, mas não dava tempo de preparar pra essa noite. Ia ter que ser tudo na base do improviso, e hoje só viria gente conhecida da gente, do nosso cÃrculo mais Ãntimo, que não podia desconfiar de nada — coisa que ia fazer a Eva e o Roberto recuarem. Se eu sugerisse algo com alguém do nosso cÃrculo de amigos... talvez tivesse arriscando demais, quebraria uma das regras que me impuseram: nunca falar disso pra ninguém. Embora, pelo visto, a Eva estivesse disposta a incluir mais alguém, e com certeza o Raul também... eu tinha que ser cuidadoso. O próximo passo... falar com meu amigo, mas claro, tinha que ser tudo na virada do ano. Se eu mandasse mensagens sugerindo ou dando a entender algo... talvez estragasse tudo, e não era plano. Raul não era a Eva. Se ele percebesse que eu era muito apressado... ia desconfiar de mim de novo e me ver como um cara que só queria dar em cima da mulher dele assim que entrasse no carro e fosse viajar, haha, e eu não queria isso.
Tinha que continuar passando a imagem de que a Eva não me atraÃa muito, só o suficiente pra fazer ela gozar na frente dele, e nós dois curtirmos juntos. Tinha que ser assim.
Passou o dia, cada um ficou com sua famÃlia... e depois da meia-noite a gente se ligou, se desejou feliz ano novo e combinou de se encontrar lá pela uma da manhã num pub cheio, onde todo mundo ia se juntar, hehe.
Cheguei um dos primeiros, vesti uma camisa e uma jaqueta, algo básico, passei gel no cabelo, que não costumo usar, e bem perfumado, hehehe.
Enfim, foram chegando amigos em comum, amigas da Eva... mas deles, nem sinal. Fiquei conversando com o Gonzalo, um ex-colega de trabalho meu e do Raul, ele veio com a mulher dele, uma sem graça do caralho, haha, mas com um corpão muito bom depois de ter parido dois filhos, inacreditável a mina, embora não tão gostosa e musculosa quanto a Eva. Depois chegaram o Alberto e o Tomás, amigos gays, uns caras fodas, liberais, mas cada vez menos, por causa da idade, diziam, que era hora de sossegar. E eu pensando em algum momento que esses dois seriam peças boas pra uma noite de sacanagem com a Eva... hahaha. Melhor não tentar, porque às vezes eles contavam tudo, e não dava. Enfim... cumprimentei as amigas da Eva que iam chegando, umas mais gatas que outras, algumas com seus parceiros, ou maridos, que eu mal conhecia. As minas estavam espetaculares, a maioria.
Até que passou um pouco da uma... chegaram Raúl e Eva. Meu amigo veio me cumprimentar no balcão e atrás vinha Eva, que começou a cumprimentar primeiro as amigas, estava de casaco. Fiquei de olho nela quando foi pendurá-lo nuns cabides que tinha num lado do pub, quando tirou o casaco... eu fiquei sem reação, hahaha. Não estava, mas parecia que estava, haha. Ela vestia um vestido vermelho justo, nunca tinha visto aquele, quase toda a costa de fora, e se virou pra encarar a gente, e tinha um decantão monumental que ia até abaixo do peito, deixava ver um quarto de cada peito, no meio, e os dois se juntavam um no outro. Era algo inacreditável. Ali vinha a Eva, deixando os caras duros, por instinto levei a mão na calça e acariciei o volume.
Quase nem percebi que já tava com ela na minha frente.
- Oi, gostoso - ela disse-. Feliz ano novo.
E me deu dois beijos, os peitos dela, com um pouco de purpurina... brilhavam a um palmo de mim. Não falei nada.
— Vai ser uma noite longa, hein? — ela me disse sorrindo.

- Acho que tudo o que você quiser, gostosa - falei enquanto dava um abraço nela e os peitos dela roçavam no meu peito. A vara subiu na hora.
Ela se afastou um pouquinho, sorrindo.
- Você tá incrÃvel - soltei baixinho pra ela.
- E você com certeza tá de pau duro.
- Duro é pouco, não me toquei desde o dia 28 de manhã, sei que já faz quase quatro dias, mas... quis me guardar pra se hoje... cê sabe.
- Bom, agora não posso te contar nada. Mas como o Raul e eu já estamos meio doidinhos... kkkk, não sei se vai rolar alguma coisa. Claro que eu adoraria... mas por outro lado...
— Por outro lado, o quê? — perguntei enquanto tomava um gole do cuba libre que me serviram.
— Por outro lado, amanhã à noite o Raúl vai embora, e não sei se ele vai me querer só pra ele... já sabe.
Já... Bom, o que eu peço? Vamos ver como a noite se desenrola. Você me disse que seria longa, e é isso que eu espero. Eu, por via das dúvidas, não vou exagerar na bebida, hehe. Coisa que eu vejo que seu marido já está fazendo.
Olhamos pro Raúl, do outro lado do balcão, com dois amigos nossos, tomando uns cubas-libres de gole grande.
— Vamo ver se no fim a gente vai ter que levar ele arrastado... — disse Eva enquanto se aproximava do grupo do marido. — Me pede um JB Booty, vai — falou pra mim em voz alta.
Pedido e, enquanto olhava pro grupo do meu amigo Raúl, onde a Eva tinha chegado pra dar oi com aquelas duas tetas no decote na frente, rindo, pensei que não seria má ideia meu amigo encher a cara até ficar mole no carro, ou na casa dele mesmo. Isso talvez me deixasse o caminho mais livre, e principalmente se a Eva também ficasse animada e baixasse a guarda, pensei que por mais safada que estivesse... aquela história de comer ela era algo que tinham decidido não fazer. Seria difÃcil, ou não, nunca se sabe até a hora chegar, e eu, esquentando o pessoal, tava um puta tarado, hahaha.
Onde eu estava, chegaram uns amigos e amigas, tanto meus e do Raul quanto da Eva, me chamando pra ir numa das mesas. Fui e começamos a conversar animadamente. Alguns casais já estavam se pegando, não de forma muito escancarada, mas abertamente, umas carÃcias bobas nos ombros, na cintura... até que uma das minas, uma que tem marido... mas age como se não tivesse, kkkk, me puxou pra dançar uma música da Shakira. Essa era ****, uma amiga da Eva e do Raul, o marido dela ficou olhando a gente enquanto dançávamos na pista. Em dado momento, ela se colocou atrás de mim, bem colada, passando as mãos pelos meus ombros e pelo contorno do resto do corpo, descendo até as coxas. Ela sussurrou no meu ouvido:
- Tá uma delÃcia, hein?
Pra mim ela não era gostosa, mesmo assim me virei pra encarar ela e soltei na zoeira:
- E você tá muito gostosa, até na frente do seu marido, cuidado que ele te vê me passar a mão.
Ela riu e depois disse:
- Ele não liga, kkkk. Sabe o quanto eu tô tesuda, e sabe que quando eu não aguentar mais, vou pedir pra gente ir pra casa pra ele me dar... bem.
- Quer uma rola, né? - soltei sorrindo.
- Isso, isso, hahahaha.
Já estávamos parando de dançar e voltamos devagar pra mesa, mas antes eu falei pra ela:
- Então dá uma boa trepada com ele... e outro dia me conta.
Ela me olhou sem dizer nada, mas vi um brilho especial nos olhos dela, mordeu o lábio inferior e foi sentar com as outras minas, na frente do marido dela. O resto do povo tava gritando pra dançar, e a Eva e o Raúl também tinham visto tudo do outro lado do bar, no balcão.
Fui pedir outra dose, decidi beber bem devagar agora, tinha que ficar ligado e de olho na noite, no que ia rolar. Aà me aproximei de onde estavam Raúl e Eva, com mais dois casais.
- Oooolaaaaa - cumprimentei todo mundo-. Como é que tá a noite por aqui??
- Muito beeem, -disseram Raúl e os caras-. Aqui queimando os copos de vidro, hahaha.
- Já entendi, já.
Olhei pra Eva e ela me sorriu. Em vez de falar qualquer coisa pra ela, virei pro meu amigo. Tomei cuidado pra falar no ouvido dele, bem baixinho, apesar do som alto...:
- Qual é o plano pra hoje à noite, senhor?
Chamei ele de amo, no meu plano submisso total, kkkk.
Ele sorriu, me olhou bem de perto e depois sussurrou no meu ouvido:
- Vou sentir muito a sua falta, seu safadinho. Ainda não decidi nada... mas... sei lá, sei lá.
O bafo dele já tava com cheiro de bebum, hehe.
- Tá bom, quero que você saiba, amor... que tô à sua disposição, à sua, só à sua, pro que você quiser, assim como sua colega de trabalho te manda... eu tô abaixo dela, e de você, claro. Então, se você mandar eu me ajoelhar... eu ajoelho, se mandar que seja eu quem te despe pra sua mulher ver... esse sou eu, submisso, seu.
Fiquei surpreso porque não tinha ensaiado nem pensado em nada daquilo, saiu naturalmente, com toda a relaxação que as duas ou três doses que já tinha tomado me proporcionavam.
Ele me olhou rindo, mas depois ficou sério e disse:
- Espera aqui, cachorro.
Ele se virou pra Eva agora. Fiquei meio nervoso, mas talvez isso fosse dar certo. Ele afastou ela por um momento e sussurrou algo no ouvido dela. Ela me olhou na hora e, de inÃcio, ficou meio séria, depois deu um sorrisinho, só um pouco. Como se estivesse meio tensa. Esperei. Ela falava algo no ouvido dele, trocavam frases. Fiquei mais nervoso ainda, até que o Raúl começou a beijar o pescoço da Eva, deu uma mordidinha e depois veio até mim.
- Tá bom, cachorro - disse no ouvido -. Você vai ficar à minha disposição hoje à noite, sua putinha, e você também. Já sabe que tem que me obedecer.
- Que seja assim, então.
— Você me deixou de pau duro com essa história de você me despir na frente da minha mulher, seu filho da puta.
- Ah é? - falei surpreso.
- Sim, mas o que você vai fazer agora... é diferente. Você viu o grupinho de amigas solteironas da minha mulher, né?
Concordei.
- Bom, você já sabe que tem uma bem gostosa, gordinha, eu sei que você não curte muito ela.
Concordei.
- Quero que você vá até elas, pegue a Pilar e convide ela pra um drink no balcão, e deixe ela com tesão.
— Mas...
- Faz isso, cachorro, hahahaha - e ela riu -. Faz isso se quiser me fazer feliz, se eu tô feliz... a gente vai se divertir todo mundo, tá? E cuida pra ninguém te ver.
- Tá bom - falei, esboçando um sorriso meio forçado.
Tudo isso só pra depois irmos pra casa dela... nós três, sem a Pilar, que eu não curtia nada, e deixar ela com tesão não era mérito nenhum. Mas eu tinha que fazer... meu senhor, a chave pra chegar até a Eva esta noite, queria assim.
Peguei a Pilar, literalmente, kkk, pelo braço e falei:
- Vem aqui que te convido pra uma coisa, porque essa parada aà já tá esquentando pra você.
- Ah, é? - disse ela rindo.
- Claro que sim – eu disse – você esquenta tudo muito rápido.
— Você não faz ideia, filho — disse ela, se fazendo de engraçadinha.
Aà ela riu, e eu ri junto pra acompanhar, não porque tivesse achado graça, hehe.
Uma vez no balcão do pub, já tava mais cheio de gente, do outro lado estavam o Raúl e a Eva conversando com mais amigos. Fizemos bem, porque de lá eles podiam me ver, e eu a eles. Mas nossos amigos não nos viam muito, pra ser sincero, quase nada.
Coloquei a Pilar no balcão, de costas pra eles. Assim ela não ia ver ninguém. Pedi as doses. Sorri e, olhando bem nos olhos dela, falei alto pra ela me ouvir por cima da música:
- Hoje tu tá pedindo pra levar com tudo, haha. Dá pra ver que saiu pra caçar.

A verdade é que a mina tinha escolhido um vestido preto e um lenço branco, com umas luvas também brancas, que não caÃam nada bem no conjunto, nem se compara com a Eva. Ela sorriu.

— Não sei se pra caçar... mas acho que sim, por que você pergunta? — disse enquanto se aproximava do meu pescoço e dava um gole no copo dela.
A tia tava metendo o pescoço de um jeito danado, hahaha. Aproveitei pra meter o meu também e olhar pra onde os outros estavam. Eva e Raúl estavam de olho pra ver o que eu tava fazendo e não perder nada. Dei um beijo casto no pescoço da Pilar, se é que esse tipo de beijo pode ser casto, né. Ela ficou meio dura, mas não de nervoso, muito pelo contrário, pelo que eu entendi. Como vi que ela não falou nada... olhei pra Eva, ela me olhou, sorrindo. E soltei no ouvido da Pilar:
- Quantas aqui... como você... devem estar com a buceta toda molhada agora?
Ela tossiu um pouco. Me afastei e olhei pra ela. Ela me olhou meio corada, talvez, não esperava que fosse assim... tão direto ou tão safado, ou tão... explÃcito, hehe. Como não falei nada, voltei a dizer:
- Tava pensando nisso enquanto olhava pra vocês todas. E aà me toquei: "vou pegar a Pilar e perguntar pra ela". Então, se você parar pra pensar na quantidade de mulheres que devem estar agora morrendo de vontade de algo tipo... tipo...
E aà eu parei, olhei ao redor, pros lados, ela tava me olhando, meio que se perguntando o que eu tava fazendo... aà olhei pra ela de novo e desci minha mão pra calça. Pegando no meu pacote, falei:
- Assim... algo assim que eu carrego aqui dentro.
Ri, eu ri. E olhei pro outro lado do balcão. Eva e Raúl estavam olhando, pareciam felizes com a minha performance, mesmo sem saber do que eu tava falando, mas dava pra imaginar vendo meus gestos. Falei pra Pilar:
- Ei, espera aÃ, não sai daqui que vou no banheiro e já volto, ok?
- Vale.
Me enfiei no meio da galera e aproveitei pra fazer um sinal pra Eva e Raúl se aproximarem, pra me seguirem. A Eva fez isso, porque em uns segundos me alcançou no caminho dos banheiros.
- Já era - falei pra ela.
- Já tá o quê? gostosa? - ela disse.
Aqueci ela. Se eu continuar assim... com certeza ela cai, e o Raúl me disse que...
- Já. já sei o que o Raúl te disse, ele me contou - falou, e percebi um tom meio malicioso.
- Bom, então... não sei.
- Continua.
- Seguir o quê? - perguntei.
Então, lá na Booty do banheiro, passei a mão por baixo do vestido dela e ela pegou no meu pacote disfarçando, enquanto se aproximava do meu ouvido e acariciava minha rola por cima da calça. Ela disse:
- Continua esquentando essa puta, e fica com tesão também. Vamos ver se isso te ajuda.
E aà ela deixou a lÃngua cair no meu pescoço, lambeu por uns segundos. Olhei pra frente e vi que o Raúl tava olhando a gente de perto. Ele tinha se aproximado. Minha primeira reação foi me afastar da Eva, mas dei um pequeno susto e, como o Raúl não se mexia, eu também não me mexi. Daà a Eva se afastou e sumiu no meio da galera. Parecia que esses filhos da puta tinham tudo ensaiado.
Fiquei parada lá e o Raúl se aproximou de onde eu estava.
— Vou mijar também — disse ele. E me deu uns tapinhas nas costas.
- Valeu - falei num sussurro que ela não devia ter ouvido.
- Já deixou elas com tesão, né?
- O quê?
- Às duas, filho da puta, a Pilar e a minha mulher, tu deixou elas com o cuzinho coçando, kkkk. Mas a Eva já tava no tesão desde antes das uvas, kkkk.
Sorri, e por um momento me senti deslocado. Era eu quem deveria estar no controle da situação, mas esses dois filhos da puta viraram o jogo de tal jeito que eu era o dominado, o que estava sob o comando deles.
- O que mais você quer que eu faça, Raul?
— Mea, sacode essa pica direito, hahaha, e depois volta pra onde a Pilar tá, continua mais uns minutos, só isso, meu cachorro — e deu um gole no copo dele. Já tava começando a ficar de porre...
- Tá bom, vou fazer isso, mas espero que a amiguinha não me siga pra todo canto... porque senão...
- Po, você sabe se livrar desse tipo de situação, né? Quando não curte uma mina... dá pra perceber pra caralho, foi isso que você me disse.
E era verdade. Enquanto mijava, pensava em como me livrar da Pilar, não ia ser difÃcil, só precisava falar mais umas merdas, algo sem noção, e sumir. E com sorte, algum cara desesperado podia ter chegado nela enquanto eu tava no banheiro. Assim ficava mais fácil pra mim. Saà do banheiro e fui direto pro balcão, quando cheguei...
... ... Pilar já não estava mais sozinha, mas não era um cara que tinha se aproximado, não.
A Eva também tava me esperando.
Me aproximei com meu melhor sorriso:
- Ooooláááá - falei animado -. Mas quem temos aquiinnnn.
E aà me aproximei da Eva, beijei ela no rosto e passei o braço em volta da cintura dela. Só de sentir de novo aquele perfume de lavanda dela e o roçado do meu braço no tecido do vestido já me deixou de pau duro. Olhei pra Pilar, que tava sorrindo e bebendo do copo dela. Ela chegou perto da gente, o rosto dela tava a um palmo, e pra gente ouvir, porque a música já tava começando a ficar mais alta, ela falou:
- Uiiii, vi um negócio agora entre vocês... sei lá, parecia que tinha muita quÃmica, né?
— É porque a gente já se conhece há anos — disse Eva bem rápido. — O amigo do meu marido é um dos melhores que você pode ter.
- Um dos melhores amantes - eu disse, rindo.
Elas riram e, quando a Pilar olhou pro copo dela, a Eva me deu uma cotovelada me avisando pra não ser tão sem vergonha. Entendi que não devia ficar pagando de abusado. A Pilar não era muito fofoqueira, mas... no fim das contas, era mais amiga das outras do grupo do que da Eva. E vai saber quanta inveja a Eva podia despertar nela.
— Agora sim — falei continuando — eu sempre respeito minhas amigas, as namoradas dos meus amigos e as esposas deles — falei levantando meu copo e oferecendo como um brinde.
— Eu sou sua amiga? — perguntou Pilar.
- Você... você é... - comecei enquanto Eva nos olhava - você não é minha amiga, mas poderia ser, só que antes disso...
- Antes disso, o quê? - ela disse, chegando a três dedos da minha boca.
- Igual antes disso a gente transou - soltei.
Ela começou a rir, eu ri, a Eva só sorria.
- O que você acha, Eva? Vou comer sua amiga? - falei enquanto me aproximava da Pilar por trás, virei ela e abracei. Coloquei meu rosto perto do dela e nós dois olhamos pra Eva. Na hora percebi que ela ficou meio nervosa. Como se já não conseguisse mais controlar a situação. Eu tinha me metido numa coisa que não sabia como sair, não estava cortando a Pilar de jeito nenhum, muito pelo contrário, estava deixando ela ainda mais tesuda, e pra piorar, estava roçando meu pau em todas as nádegas dela, e ela começou a ronronar, a dizer: "uuuh, uuuhhh" e a reboltar a bunda contra o volume da minha calça.
— Pois olha — começou Eva se aproximando — hoje é a última noite do Raúl aqui por pelo menos umas duas semanas. E você já sabe o que a gente tava pensando em fazer lá em casa, bom... vocês podem imaginar — disse olhando pra Pilar.
- Porra, fodemos como leões - disse ela.
— Exatamente isso — disse Eva, olhando nos meus olhos.
O que fez meu pau endurecer ainda mais, e adivinhar nos olhos dela... que talvez tivessem combinado que eu ia comer ela... e que eu ia estragar tudo se não enrolasse a Pilar. Mas claro... por outro lado, pensei que podia continuar jogando, se essa noite não desse certo... meu amigo ia ficar duas semanas fora de casa, e a Eva ia ficar sozinha... só precisava pressionar ela um pouquinho pra ver se topava me dar uma noite, só nós dois, sem o marido dela.
Segui:
- Bom, então olha, a gente faz duplas - falei me afastando um pouco da Pilar.
- Casais? -disse Pilar, terminando o copo.
- Sim, casais - eu disse. Eva com Raúl, e você comigo, hahaha.
— Uau, isso eu nunca fiz, nunca transei na frente de ninguém — disse Pilar — quero mais um copo! Uuuuuhhh — e deu um grito, dava pra ver que o álcool já tava batendo.
— Eu pago — disse Eva fingindo um sorriso.
Ela chegou bem perto do balcão e eu deixei ela passar.
- Vou ao banheiro - disse Pilar -. Já volto, peçam o que eu gosto, obriiiigada!!
Fui direto pra cima da Eva.
- Como é que eu tô indo?
—Tá doido, filho da puta. Cê convidou a Pilar pra minha casa!
- Claaarooo, não queriam jogos? pois aà estão.
- O Raúl falou pra você tirar essa buceta daqui!
— Tá com ciúme?
- O quê?
- Que se tá com ciúme porque vou meter na sua amiga na sua casa, na sua frente.
- Não fala merda
- Sim, porque com certeza vocês tinham pensado em algo pra mim, tipo eu te foder talvez...
Ela não disse nada. Eu continuei enquanto ela pedia as bebidas.
- Não tem problema, Eva. A Pilar vem, quando chegar já vai estar mais que bêbada. E quem sabe como vai estar o Raúl, ou você, hehe. Eu aguento bem, você já sabe.
— Toma — disse, jogando meu copo pra mim.
Nesse momento, o Raúl apareceu:
- como é que tá indo tudo?
Esse filho da puta tá seduzindo a Pilar, convidou ela pra foder na nossa casa, assim, nós quatro juntos.
— Sério? — disse Raúl, surpreso. — Kkkkkk, o que cê tá fazendo, filho da puta?
— Me pareceu uma boa ideia.
- Você desobedeceu seu dono - ele disse com uma cara séria que não conseguia segurar, porque estava brincando.
Eu ri.
- Não tem problema, gatinha - disse Raul-. Vou ver se conserto... Vou buscar a Pilar, pra onde ela foi?
- Vou no banheiro - falei, sem dar mais pitaco sobre o assunto.
Bebi do meu copo, Eva bebeu do dela.
- Ainda tá puta?
- Não, não.
- Já sei, o que você tem é que tá com tesão. Queria agora mesmo ver se você tá de calcinha. Aposto que não.
- Mesmo assim, você não consegue descobrir a noite toda.
A galera nos cercava. Ela se virou pro balcão pra largar o copo. Olhei ao redor. Tava todo mundo na nossa frente, ninguém conhecido nos via...
Fiquei atrás da Eva e desci minha mão até a coxa dela.
- Que buceta você tá fazendo? - disse ele se aproximando de mim, inclinando a cabeça.
- Não é que buceta eu como, Eva, isso é: Que buceta eu quero tocar! A sua! É isso que eu quero - falei enfiando minha mão pela borda do vestido dela e subindo por dentro. Cheguei na beirada da meia dela e continuei. Ela se deixou.
- Ahaahhhhh - ela sussurrou.
Finalmente cheguei na buceta dela. Tava depilada por completo. Tava ardendo, molhado era pouco. Tava encharcada de tudo, escorrendo.
- Adoro sua buceta, putinha - falei no ouvido dela.
Aà tirei a mão rápido. Virei ela e, na frente dela, levei minha mão suja de seiva até a boca e enfiei os quatro dedos.
- Essa buceta é a que eu quero foder hoje à noite, e se for na frente do seu marido e com a sua amiguinha gostosa já fodida... melhor ainda - falei no ouvido dela.
Pois é, capaz que você não come ela - disse ela.
- Agora mesmo eu rasgava esse vestido em você, pela parte dos peitos, pelo decote, abria ele e deixava seus peitos no ar - falei, ignorando o comentário dela.

Ela se virou de novo e pegou a taça dela, e me passou a minha.
- Bebê, vem logo, que isso tá gelado e você tá muito gostosa.
— E você, bebe bebe, que tem umas partes que tão pegando fogo — falei pegando a taça com uma mão e levando os dedos de volta aos lábios. Os que tinham estado dentro dela.
- Não encosta mais na minha buceta aqui, podem nos ver. E você já sabe que não vou fazer nada, nem quero que você faça nada, sem o Raul estar na frente.
Não falei nada e a gente foi bebendo dos copos. Passou um minuto, chegaram o Raúl e a Pilar. Sorrindo. Pediram mais copos e continuaram bebendo. O Raúl deu um jeito pra gente se juntar de novo com o grupo de amigos e conhecidos, então a gente saiu do balcão atrás deles. Enquanto a gente ia, perguntei:
- Como é que foi com a Pilar?
— Depois te conto, depois te conto — ela disse no ponto certo do álcool. Aquele em que você tá super de boa, mas se continuar bebendo mais... capaz de perder o fio da meada.
Pensei: "Continua assim, Raúl, que depois tu não dá conta do recado, e eu vou ter que estar aqui de qualquer jeito". Raúl chegou perto da Eva e começou a sussurrar alguma coisa no ouvido dela. Fiquei de olho na cara que ela fez e, na hora, ela ficou séria, como se não acreditasse no que tava ouvindo. Raúl segurou o pulso dela e continuou falando. Parecia que ele tava se justificando por alguma coisa. Eu sabia que alguma coisa tinha rolado entre o Raúl e a Pilar, mas... em tão pouco tempo? Talvez o Raúl tivesse chamado a Pilar pra casa dele depois da saÃda do pub... vai saber. Tava morrendo de vontade de descobrir. Nisso, a Pilar chega perto de mim de novo, a gente já tava com o resto do pessoal, na área "de todo mundo".
— Do que vocês dois falaram, Raúl e você? — perguntei na lata, sorrindo, claro.
- Uuuuiiii, de um par de coisas - ela disse rindo, afetada pela bebida, um pouco mais que o Raúl.
- Ah, e isso inclui... algo pra essa noite?
- mmm.... sim, acho que sim - disse ela bebendo.
- Comigo?
- mmm... pode ser - disse ela me olhando de um jeito safado.
Porque é isso, ela podia ser uma mina super normal, um pouco soltinha pro meu gosto, com um corpo normal, gordinha, mas naquela noite ela tava... muito gostosa. Dava pra ver. Muito safada. E isso agrada pra caralho, e o fÃsico perfeito, quase perfeito, ou ter umas tetas de um jeito ou de outro, etc... é o de menos numa noite como aquela. Entre a Eva e a Pilar, a noite cheirava a sexo. Até me deu vontade de passar a mão nela pra ver como ela gemia, porque eu tinha certeza de que a Pilar gemia alto e claro, e que adorava sexo, e não escondia isso. É verdade que os sapatos ficaram uma merda nela, hahaha. Meu lado tarado aparecia direto, hahaha. Mas sei lá, de repente eu queria ter ela na minha frente, botar ela de quatro e meter de costas, sem dó, pra depois juntar o cabelo dela com uma mão e montar nela puxando com força. E que tudo isso a Eva visse.

Dei uma olhada na Eva, o decote dela me deixava doido. Ela continuava com aquela cara séria, olhou pro Raúl, e depois passou o olho pelos outros, até que parou um instante na Pilar, e aà em mim.
- Vamos, me adianta um pouco - pedi pra Pilar, que continuava do meu lado.
- Cê tá a fim de mim? - ela soltou de repente. Me pegou de surpresa.
— Você tá gostosa hoje à noite — soltei pra ela.
- Ahã, essa noite...
- Sim, você está gostosa pra caralho.
- Isso significa...
- Isso significa que eu te comia onde quisesse e quando quisesse.
- Agora? no meu carro? - ela soltou.
- Por exemplo - falei, torcendo pra ela não me pedir pra acompanhar, porque isso significaria perder de vista a chance de ir com a Eva e o Raul e deixar tudo esfriar.
— Beleza —disse ela—. Porque você não vai me comer no meu carro. Do jeito que o Raúl sugeriu... vai ser de outro jeito.
— Raúuuuulll? — perguntei, fingindo surpresa e pra Eva reconhecer ele, caso estivesse me olhando.
- Sim - disse ela sorrindo e bebendo do seu copo -. Daqui a pouco... vamos na casa dele. Ainda não sei o que vai rolar, mas ele me disse que a gente vai se divertir pra caralho...
Porra, esse Raulito..." pensei. Olhei pra Eva e ela me encarou com uma cara séria. Ela devia saber muito bem o que ia rolar, os planos do marido dela. Precisava descobrir mais, porque no mÃnimo a gente ainda ia ficar mais uma hora enfiados ali...
CONTINUA...
No segundo dia, meu amigo ia viajar, então com certeza tinham combinado de fazer algo de despedida... e conhecendo o Raul, sabendo que tudo tinha saÃdo um pouco do controle... talvez ele achasse que o melhor era soltar a franga de vez e que eu comesse a mulher dele na frente dele, em vez de fazermos pelas costas dele quando ele estivesse fora.

No dia 31 eu mandei um zap pra Eva, era de manhã.
Oi, gostosa, tudo bem? Preparando as coisas pra essa noite?
Depois de meia hora, ela respondeu:
já viu, ocupada ao máximo, sempre a mesma coisa. O Raul saiu pra comprar.
Já imagino, não falei com ele desde ontem, acho que o de hoje à noite ainda tá de pé
saldremos todos, né?" — escrevi.
Claaaaro, minhas amigas, seus amigos, os casados, os que não são... kkkk
O que vocês tão pensando em fazer depois?
demorou uns minutos pra responder:
não vou te falar nada" — ela escreveu
E eu já comecei a ficar de pau duro, alguma coisa tinham falado.
nem uma pista? nem um adiantamento?
Nada" — ela soltou.
que filha da puta você é comigo, hahaha
É assim, rober, é assim
preciso te foder, Eva. Você me deixa muito tesudo.
você a mim não, hahahaha" escreveu de brincadeira.
se eu tiver que me contentar com outras coisas... que seja então, mas eu sei que você quer que eu meta, bem fundo. você chupou ela de um jeito incrÃvel
Peguei ela com vontade" escreveu "tava com vontade... de te foder, de montar em cima do teu pau até fazer ele estourar, mas não era esse o trato entre eu e meu marido
pode ser que esse acordo se quebre, ou seja renegociado. eu posso negociar isso" — escrevi
Você? Com o quê?
posso... " e aà improvisei "oferecer pro Raul um trato
De que tipo?
me dei uns minutos pra responder
outra pessoa, uma mulher
Como assim?" ela escreveu, surpresa.
uma quarta pessoa, Eva
Ela ficou em silêncio, sem escrever nada.
Não se surpreenda, é normal... né?" continuei.
Não sei
Seu marido te divide, já fez isso comigo... você também ficaria vendo ele brincar com outra... eu sei, e você sabe, Eva. Mesmo que você fique parada.
Não disse mais nada por uns minutos, depois escreveu:
Vou continuar fazendo umas paradas... a gente se fala hoje à noite!! tchauuuu
Não escrevi mais nada pra ela. Pelo menos já tinha colocado uma coisa a mais. Não tinha pensado em ninguém pro meu amigo... talvez a Glória, aquela coroa que eu comia, ou quem sabe um acordo com a Susana, a colega de trabalho dela. Ia ser muito, muito erótico tudo aquilo, mas não dava tempo de preparar pra essa noite. Ia ter que ser tudo na base do improviso, e hoje só viria gente conhecida da gente, do nosso cÃrculo mais Ãntimo, que não podia desconfiar de nada — coisa que ia fazer a Eva e o Roberto recuarem. Se eu sugerisse algo com alguém do nosso cÃrculo de amigos... talvez tivesse arriscando demais, quebraria uma das regras que me impuseram: nunca falar disso pra ninguém. Embora, pelo visto, a Eva estivesse disposta a incluir mais alguém, e com certeza o Raul também... eu tinha que ser cuidadoso. O próximo passo... falar com meu amigo, mas claro, tinha que ser tudo na virada do ano. Se eu mandasse mensagens sugerindo ou dando a entender algo... talvez estragasse tudo, e não era plano. Raul não era a Eva. Se ele percebesse que eu era muito apressado... ia desconfiar de mim de novo e me ver como um cara que só queria dar em cima da mulher dele assim que entrasse no carro e fosse viajar, haha, e eu não queria isso.
Tinha que continuar passando a imagem de que a Eva não me atraÃa muito, só o suficiente pra fazer ela gozar na frente dele, e nós dois curtirmos juntos. Tinha que ser assim.
Passou o dia, cada um ficou com sua famÃlia... e depois da meia-noite a gente se ligou, se desejou feliz ano novo e combinou de se encontrar lá pela uma da manhã num pub cheio, onde todo mundo ia se juntar, hehe.
Cheguei um dos primeiros, vesti uma camisa e uma jaqueta, algo básico, passei gel no cabelo, que não costumo usar, e bem perfumado, hehehe.
Enfim, foram chegando amigos em comum, amigas da Eva... mas deles, nem sinal. Fiquei conversando com o Gonzalo, um ex-colega de trabalho meu e do Raul, ele veio com a mulher dele, uma sem graça do caralho, haha, mas com um corpão muito bom depois de ter parido dois filhos, inacreditável a mina, embora não tão gostosa e musculosa quanto a Eva. Depois chegaram o Alberto e o Tomás, amigos gays, uns caras fodas, liberais, mas cada vez menos, por causa da idade, diziam, que era hora de sossegar. E eu pensando em algum momento que esses dois seriam peças boas pra uma noite de sacanagem com a Eva... hahaha. Melhor não tentar, porque às vezes eles contavam tudo, e não dava. Enfim... cumprimentei as amigas da Eva que iam chegando, umas mais gatas que outras, algumas com seus parceiros, ou maridos, que eu mal conhecia. As minas estavam espetaculares, a maioria.
Até que passou um pouco da uma... chegaram Raúl e Eva. Meu amigo veio me cumprimentar no balcão e atrás vinha Eva, que começou a cumprimentar primeiro as amigas, estava de casaco. Fiquei de olho nela quando foi pendurá-lo nuns cabides que tinha num lado do pub, quando tirou o casaco... eu fiquei sem reação, hahaha. Não estava, mas parecia que estava, haha. Ela vestia um vestido vermelho justo, nunca tinha visto aquele, quase toda a costa de fora, e se virou pra encarar a gente, e tinha um decantão monumental que ia até abaixo do peito, deixava ver um quarto de cada peito, no meio, e os dois se juntavam um no outro. Era algo inacreditável. Ali vinha a Eva, deixando os caras duros, por instinto levei a mão na calça e acariciei o volume.
Quase nem percebi que já tava com ela na minha frente.
- Oi, gostoso - ela disse-. Feliz ano novo.
E me deu dois beijos, os peitos dela, com um pouco de purpurina... brilhavam a um palmo de mim. Não falei nada.
— Vai ser uma noite longa, hein? — ela me disse sorrindo.

- Acho que tudo o que você quiser, gostosa - falei enquanto dava um abraço nela e os peitos dela roçavam no meu peito. A vara subiu na hora.
Ela se afastou um pouquinho, sorrindo.
- Você tá incrÃvel - soltei baixinho pra ela.
- E você com certeza tá de pau duro.
- Duro é pouco, não me toquei desde o dia 28 de manhã, sei que já faz quase quatro dias, mas... quis me guardar pra se hoje... cê sabe.
- Bom, agora não posso te contar nada. Mas como o Raul e eu já estamos meio doidinhos... kkkk, não sei se vai rolar alguma coisa. Claro que eu adoraria... mas por outro lado...
— Por outro lado, o quê? — perguntei enquanto tomava um gole do cuba libre que me serviram.
— Por outro lado, amanhã à noite o Raúl vai embora, e não sei se ele vai me querer só pra ele... já sabe.
Já... Bom, o que eu peço? Vamos ver como a noite se desenrola. Você me disse que seria longa, e é isso que eu espero. Eu, por via das dúvidas, não vou exagerar na bebida, hehe. Coisa que eu vejo que seu marido já está fazendo.
Olhamos pro Raúl, do outro lado do balcão, com dois amigos nossos, tomando uns cubas-libres de gole grande.
— Vamo ver se no fim a gente vai ter que levar ele arrastado... — disse Eva enquanto se aproximava do grupo do marido. — Me pede um JB Booty, vai — falou pra mim em voz alta.
Pedido e, enquanto olhava pro grupo do meu amigo Raúl, onde a Eva tinha chegado pra dar oi com aquelas duas tetas no decote na frente, rindo, pensei que não seria má ideia meu amigo encher a cara até ficar mole no carro, ou na casa dele mesmo. Isso talvez me deixasse o caminho mais livre, e principalmente se a Eva também ficasse animada e baixasse a guarda, pensei que por mais safada que estivesse... aquela história de comer ela era algo que tinham decidido não fazer. Seria difÃcil, ou não, nunca se sabe até a hora chegar, e eu, esquentando o pessoal, tava um puta tarado, hahaha.
Onde eu estava, chegaram uns amigos e amigas, tanto meus e do Raul quanto da Eva, me chamando pra ir numa das mesas. Fui e começamos a conversar animadamente. Alguns casais já estavam se pegando, não de forma muito escancarada, mas abertamente, umas carÃcias bobas nos ombros, na cintura... até que uma das minas, uma que tem marido... mas age como se não tivesse, kkkk, me puxou pra dançar uma música da Shakira. Essa era ****, uma amiga da Eva e do Raul, o marido dela ficou olhando a gente enquanto dançávamos na pista. Em dado momento, ela se colocou atrás de mim, bem colada, passando as mãos pelos meus ombros e pelo contorno do resto do corpo, descendo até as coxas. Ela sussurrou no meu ouvido:
- Tá uma delÃcia, hein?
Pra mim ela não era gostosa, mesmo assim me virei pra encarar ela e soltei na zoeira:
- E você tá muito gostosa, até na frente do seu marido, cuidado que ele te vê me passar a mão.
Ela riu e depois disse:
- Ele não liga, kkkk. Sabe o quanto eu tô tesuda, e sabe que quando eu não aguentar mais, vou pedir pra gente ir pra casa pra ele me dar... bem.
- Quer uma rola, né? - soltei sorrindo.
- Isso, isso, hahahaha.
Já estávamos parando de dançar e voltamos devagar pra mesa, mas antes eu falei pra ela:
- Então dá uma boa trepada com ele... e outro dia me conta.
Ela me olhou sem dizer nada, mas vi um brilho especial nos olhos dela, mordeu o lábio inferior e foi sentar com as outras minas, na frente do marido dela. O resto do povo tava gritando pra dançar, e a Eva e o Raúl também tinham visto tudo do outro lado do bar, no balcão.
Fui pedir outra dose, decidi beber bem devagar agora, tinha que ficar ligado e de olho na noite, no que ia rolar. Aà me aproximei de onde estavam Raúl e Eva, com mais dois casais.
- Oooolaaaaa - cumprimentei todo mundo-. Como é que tá a noite por aqui??
- Muito beeem, -disseram Raúl e os caras-. Aqui queimando os copos de vidro, hahaha.
- Já entendi, já.
Olhei pra Eva e ela me sorriu. Em vez de falar qualquer coisa pra ela, virei pro meu amigo. Tomei cuidado pra falar no ouvido dele, bem baixinho, apesar do som alto...:
- Qual é o plano pra hoje à noite, senhor?
Chamei ele de amo, no meu plano submisso total, kkkk.
Ele sorriu, me olhou bem de perto e depois sussurrou no meu ouvido:
- Vou sentir muito a sua falta, seu safadinho. Ainda não decidi nada... mas... sei lá, sei lá.
O bafo dele já tava com cheiro de bebum, hehe.
- Tá bom, quero que você saiba, amor... que tô à sua disposição, à sua, só à sua, pro que você quiser, assim como sua colega de trabalho te manda... eu tô abaixo dela, e de você, claro. Então, se você mandar eu me ajoelhar... eu ajoelho, se mandar que seja eu quem te despe pra sua mulher ver... esse sou eu, submisso, seu.
Fiquei surpreso porque não tinha ensaiado nem pensado em nada daquilo, saiu naturalmente, com toda a relaxação que as duas ou três doses que já tinha tomado me proporcionavam.
Ele me olhou rindo, mas depois ficou sério e disse:
- Espera aqui, cachorro.
Ele se virou pra Eva agora. Fiquei meio nervoso, mas talvez isso fosse dar certo. Ele afastou ela por um momento e sussurrou algo no ouvido dela. Ela me olhou na hora e, de inÃcio, ficou meio séria, depois deu um sorrisinho, só um pouco. Como se estivesse meio tensa. Esperei. Ela falava algo no ouvido dele, trocavam frases. Fiquei mais nervoso ainda, até que o Raúl começou a beijar o pescoço da Eva, deu uma mordidinha e depois veio até mim.
- Tá bom, cachorro - disse no ouvido -. Você vai ficar à minha disposição hoje à noite, sua putinha, e você também. Já sabe que tem que me obedecer.
- Que seja assim, então.
— Você me deixou de pau duro com essa história de você me despir na frente da minha mulher, seu filho da puta.
- Ah é? - falei surpreso.
- Sim, mas o que você vai fazer agora... é diferente. Você viu o grupinho de amigas solteironas da minha mulher, né?
Concordei.
- Bom, você já sabe que tem uma bem gostosa, gordinha, eu sei que você não curte muito ela.
Concordei.
- Quero que você vá até elas, pegue a Pilar e convide ela pra um drink no balcão, e deixe ela com tesão.
— Mas...
- Faz isso, cachorro, hahahaha - e ela riu -. Faz isso se quiser me fazer feliz, se eu tô feliz... a gente vai se divertir todo mundo, tá? E cuida pra ninguém te ver.
- Tá bom - falei, esboçando um sorriso meio forçado.
Tudo isso só pra depois irmos pra casa dela... nós três, sem a Pilar, que eu não curtia nada, e deixar ela com tesão não era mérito nenhum. Mas eu tinha que fazer... meu senhor, a chave pra chegar até a Eva esta noite, queria assim.
Peguei a Pilar, literalmente, kkk, pelo braço e falei:
- Vem aqui que te convido pra uma coisa, porque essa parada aà já tá esquentando pra você.
- Ah, é? - disse ela rindo.
- Claro que sim – eu disse – você esquenta tudo muito rápido.
— Você não faz ideia, filho — disse ela, se fazendo de engraçadinha.
Aà ela riu, e eu ri junto pra acompanhar, não porque tivesse achado graça, hehe.
Uma vez no balcão do pub, já tava mais cheio de gente, do outro lado estavam o Raúl e a Eva conversando com mais amigos. Fizemos bem, porque de lá eles podiam me ver, e eu a eles. Mas nossos amigos não nos viam muito, pra ser sincero, quase nada.
Coloquei a Pilar no balcão, de costas pra eles. Assim ela não ia ver ninguém. Pedi as doses. Sorri e, olhando bem nos olhos dela, falei alto pra ela me ouvir por cima da música:
- Hoje tu tá pedindo pra levar com tudo, haha. Dá pra ver que saiu pra caçar.

A verdade é que a mina tinha escolhido um vestido preto e um lenço branco, com umas luvas também brancas, que não caÃam nada bem no conjunto, nem se compara com a Eva. Ela sorriu.

— Não sei se pra caçar... mas acho que sim, por que você pergunta? — disse enquanto se aproximava do meu pescoço e dava um gole no copo dela.
A tia tava metendo o pescoço de um jeito danado, hahaha. Aproveitei pra meter o meu também e olhar pra onde os outros estavam. Eva e Raúl estavam de olho pra ver o que eu tava fazendo e não perder nada. Dei um beijo casto no pescoço da Pilar, se é que esse tipo de beijo pode ser casto, né. Ela ficou meio dura, mas não de nervoso, muito pelo contrário, pelo que eu entendi. Como vi que ela não falou nada... olhei pra Eva, ela me olhou, sorrindo. E soltei no ouvido da Pilar:
- Quantas aqui... como você... devem estar com a buceta toda molhada agora?
Ela tossiu um pouco. Me afastei e olhei pra ela. Ela me olhou meio corada, talvez, não esperava que fosse assim... tão direto ou tão safado, ou tão... explÃcito, hehe. Como não falei nada, voltei a dizer:
- Tava pensando nisso enquanto olhava pra vocês todas. E aà me toquei: "vou pegar a Pilar e perguntar pra ela". Então, se você parar pra pensar na quantidade de mulheres que devem estar agora morrendo de vontade de algo tipo... tipo...
E aà eu parei, olhei ao redor, pros lados, ela tava me olhando, meio que se perguntando o que eu tava fazendo... aà olhei pra ela de novo e desci minha mão pra calça. Pegando no meu pacote, falei:
- Assim... algo assim que eu carrego aqui dentro.
Ri, eu ri. E olhei pro outro lado do balcão. Eva e Raúl estavam olhando, pareciam felizes com a minha performance, mesmo sem saber do que eu tava falando, mas dava pra imaginar vendo meus gestos. Falei pra Pilar:
- Ei, espera aÃ, não sai daqui que vou no banheiro e já volto, ok?
- Vale.
Me enfiei no meio da galera e aproveitei pra fazer um sinal pra Eva e Raúl se aproximarem, pra me seguirem. A Eva fez isso, porque em uns segundos me alcançou no caminho dos banheiros.
- Já era - falei pra ela.
- Já tá o quê? gostosa? - ela disse.
Aqueci ela. Se eu continuar assim... com certeza ela cai, e o Raúl me disse que...
- Já. já sei o que o Raúl te disse, ele me contou - falou, e percebi um tom meio malicioso.
- Bom, então... não sei.
- Continua.
- Seguir o quê? - perguntei.
Então, lá na Booty do banheiro, passei a mão por baixo do vestido dela e ela pegou no meu pacote disfarçando, enquanto se aproximava do meu ouvido e acariciava minha rola por cima da calça. Ela disse:
- Continua esquentando essa puta, e fica com tesão também. Vamos ver se isso te ajuda.
E aà ela deixou a lÃngua cair no meu pescoço, lambeu por uns segundos. Olhei pra frente e vi que o Raúl tava olhando a gente de perto. Ele tinha se aproximado. Minha primeira reação foi me afastar da Eva, mas dei um pequeno susto e, como o Raúl não se mexia, eu também não me mexi. Daà a Eva se afastou e sumiu no meio da galera. Parecia que esses filhos da puta tinham tudo ensaiado.
Fiquei parada lá e o Raúl se aproximou de onde eu estava.
— Vou mijar também — disse ele. E me deu uns tapinhas nas costas.
- Valeu - falei num sussurro que ela não devia ter ouvido.
- Já deixou elas com tesão, né?
- O quê?
- Às duas, filho da puta, a Pilar e a minha mulher, tu deixou elas com o cuzinho coçando, kkkk. Mas a Eva já tava no tesão desde antes das uvas, kkkk.
Sorri, e por um momento me senti deslocado. Era eu quem deveria estar no controle da situação, mas esses dois filhos da puta viraram o jogo de tal jeito que eu era o dominado, o que estava sob o comando deles.
- O que mais você quer que eu faça, Raul?
— Mea, sacode essa pica direito, hahaha, e depois volta pra onde a Pilar tá, continua mais uns minutos, só isso, meu cachorro — e deu um gole no copo dele. Já tava começando a ficar de porre...
- Tá bom, vou fazer isso, mas espero que a amiguinha não me siga pra todo canto... porque senão...
- Po, você sabe se livrar desse tipo de situação, né? Quando não curte uma mina... dá pra perceber pra caralho, foi isso que você me disse.
E era verdade. Enquanto mijava, pensava em como me livrar da Pilar, não ia ser difÃcil, só precisava falar mais umas merdas, algo sem noção, e sumir. E com sorte, algum cara desesperado podia ter chegado nela enquanto eu tava no banheiro. Assim ficava mais fácil pra mim. Saà do banheiro e fui direto pro balcão, quando cheguei...
... ... Pilar já não estava mais sozinha, mas não era um cara que tinha se aproximado, não.
A Eva também tava me esperando.
Me aproximei com meu melhor sorriso:
- Ooooláááá - falei animado -. Mas quem temos aquiinnnn.
E aà me aproximei da Eva, beijei ela no rosto e passei o braço em volta da cintura dela. Só de sentir de novo aquele perfume de lavanda dela e o roçado do meu braço no tecido do vestido já me deixou de pau duro. Olhei pra Pilar, que tava sorrindo e bebendo do copo dela. Ela chegou perto da gente, o rosto dela tava a um palmo, e pra gente ouvir, porque a música já tava começando a ficar mais alta, ela falou:
- Uiiii, vi um negócio agora entre vocês... sei lá, parecia que tinha muita quÃmica, né?
— É porque a gente já se conhece há anos — disse Eva bem rápido. — O amigo do meu marido é um dos melhores que você pode ter.
- Um dos melhores amantes - eu disse, rindo.
Elas riram e, quando a Pilar olhou pro copo dela, a Eva me deu uma cotovelada me avisando pra não ser tão sem vergonha. Entendi que não devia ficar pagando de abusado. A Pilar não era muito fofoqueira, mas... no fim das contas, era mais amiga das outras do grupo do que da Eva. E vai saber quanta inveja a Eva podia despertar nela.
— Agora sim — falei continuando — eu sempre respeito minhas amigas, as namoradas dos meus amigos e as esposas deles — falei levantando meu copo e oferecendo como um brinde.
— Eu sou sua amiga? — perguntou Pilar.
- Você... você é... - comecei enquanto Eva nos olhava - você não é minha amiga, mas poderia ser, só que antes disso...
- Antes disso, o quê? - ela disse, chegando a três dedos da minha boca.
- Igual antes disso a gente transou - soltei.
Ela começou a rir, eu ri, a Eva só sorria.
- O que você acha, Eva? Vou comer sua amiga? - falei enquanto me aproximava da Pilar por trás, virei ela e abracei. Coloquei meu rosto perto do dela e nós dois olhamos pra Eva. Na hora percebi que ela ficou meio nervosa. Como se já não conseguisse mais controlar a situação. Eu tinha me metido numa coisa que não sabia como sair, não estava cortando a Pilar de jeito nenhum, muito pelo contrário, estava deixando ela ainda mais tesuda, e pra piorar, estava roçando meu pau em todas as nádegas dela, e ela começou a ronronar, a dizer: "uuuh, uuuhhh" e a reboltar a bunda contra o volume da minha calça.
— Pois olha — começou Eva se aproximando — hoje é a última noite do Raúl aqui por pelo menos umas duas semanas. E você já sabe o que a gente tava pensando em fazer lá em casa, bom... vocês podem imaginar — disse olhando pra Pilar.
- Porra, fodemos como leões - disse ela.
— Exatamente isso — disse Eva, olhando nos meus olhos.
O que fez meu pau endurecer ainda mais, e adivinhar nos olhos dela... que talvez tivessem combinado que eu ia comer ela... e que eu ia estragar tudo se não enrolasse a Pilar. Mas claro... por outro lado, pensei que podia continuar jogando, se essa noite não desse certo... meu amigo ia ficar duas semanas fora de casa, e a Eva ia ficar sozinha... só precisava pressionar ela um pouquinho pra ver se topava me dar uma noite, só nós dois, sem o marido dela.
Segui:
- Bom, então olha, a gente faz duplas - falei me afastando um pouco da Pilar.
- Casais? -disse Pilar, terminando o copo.
- Sim, casais - eu disse. Eva com Raúl, e você comigo, hahaha.
— Uau, isso eu nunca fiz, nunca transei na frente de ninguém — disse Pilar — quero mais um copo! Uuuuuhhh — e deu um grito, dava pra ver que o álcool já tava batendo.
— Eu pago — disse Eva fingindo um sorriso.
Ela chegou bem perto do balcão e eu deixei ela passar.
- Vou ao banheiro - disse Pilar -. Já volto, peçam o que eu gosto, obriiiigada!!
Fui direto pra cima da Eva.
- Como é que eu tô indo?
—Tá doido, filho da puta. Cê convidou a Pilar pra minha casa!
- Claaarooo, não queriam jogos? pois aà estão.
- O Raúl falou pra você tirar essa buceta daqui!
— Tá com ciúme?
- O quê?
- Que se tá com ciúme porque vou meter na sua amiga na sua casa, na sua frente.
- Não fala merda
- Sim, porque com certeza vocês tinham pensado em algo pra mim, tipo eu te foder talvez...
Ela não disse nada. Eu continuei enquanto ela pedia as bebidas.
- Não tem problema, Eva. A Pilar vem, quando chegar já vai estar mais que bêbada. E quem sabe como vai estar o Raúl, ou você, hehe. Eu aguento bem, você já sabe.
— Toma — disse, jogando meu copo pra mim.
Nesse momento, o Raúl apareceu:
- como é que tá indo tudo?
Esse filho da puta tá seduzindo a Pilar, convidou ela pra foder na nossa casa, assim, nós quatro juntos.
— Sério? — disse Raúl, surpreso. — Kkkkkk, o que cê tá fazendo, filho da puta?
— Me pareceu uma boa ideia.
- Você desobedeceu seu dono - ele disse com uma cara séria que não conseguia segurar, porque estava brincando.
Eu ri.
- Não tem problema, gatinha - disse Raul-. Vou ver se conserto... Vou buscar a Pilar, pra onde ela foi?
- Vou no banheiro - falei, sem dar mais pitaco sobre o assunto.
Bebi do meu copo, Eva bebeu do dela.
- Ainda tá puta?
- Não, não.
- Já sei, o que você tem é que tá com tesão. Queria agora mesmo ver se você tá de calcinha. Aposto que não.
- Mesmo assim, você não consegue descobrir a noite toda.
A galera nos cercava. Ela se virou pro balcão pra largar o copo. Olhei ao redor. Tava todo mundo na nossa frente, ninguém conhecido nos via...
Fiquei atrás da Eva e desci minha mão até a coxa dela.
- Que buceta você tá fazendo? - disse ele se aproximando de mim, inclinando a cabeça.
- Não é que buceta eu como, Eva, isso é: Que buceta eu quero tocar! A sua! É isso que eu quero - falei enfiando minha mão pela borda do vestido dela e subindo por dentro. Cheguei na beirada da meia dela e continuei. Ela se deixou.
- Ahaahhhhh - ela sussurrou.
Finalmente cheguei na buceta dela. Tava depilada por completo. Tava ardendo, molhado era pouco. Tava encharcada de tudo, escorrendo.
- Adoro sua buceta, putinha - falei no ouvido dela.
Aà tirei a mão rápido. Virei ela e, na frente dela, levei minha mão suja de seiva até a boca e enfiei os quatro dedos.
- Essa buceta é a que eu quero foder hoje à noite, e se for na frente do seu marido e com a sua amiguinha gostosa já fodida... melhor ainda - falei no ouvido dela.
Pois é, capaz que você não come ela - disse ela.
- Agora mesmo eu rasgava esse vestido em você, pela parte dos peitos, pelo decote, abria ele e deixava seus peitos no ar - falei, ignorando o comentário dela.

Ela se virou de novo e pegou a taça dela, e me passou a minha.
- Bebê, vem logo, que isso tá gelado e você tá muito gostosa.
— E você, bebe bebe, que tem umas partes que tão pegando fogo — falei pegando a taça com uma mão e levando os dedos de volta aos lábios. Os que tinham estado dentro dela.
- Não encosta mais na minha buceta aqui, podem nos ver. E você já sabe que não vou fazer nada, nem quero que você faça nada, sem o Raul estar na frente.
Não falei nada e a gente foi bebendo dos copos. Passou um minuto, chegaram o Raúl e a Pilar. Sorrindo. Pediram mais copos e continuaram bebendo. O Raúl deu um jeito pra gente se juntar de novo com o grupo de amigos e conhecidos, então a gente saiu do balcão atrás deles. Enquanto a gente ia, perguntei:
- Como é que foi com a Pilar?
— Depois te conto, depois te conto — ela disse no ponto certo do álcool. Aquele em que você tá super de boa, mas se continuar bebendo mais... capaz de perder o fio da meada.
Pensei: "Continua assim, Raúl, que depois tu não dá conta do recado, e eu vou ter que estar aqui de qualquer jeito". Raúl chegou perto da Eva e começou a sussurrar alguma coisa no ouvido dela. Fiquei de olho na cara que ela fez e, na hora, ela ficou séria, como se não acreditasse no que tava ouvindo. Raúl segurou o pulso dela e continuou falando. Parecia que ele tava se justificando por alguma coisa. Eu sabia que alguma coisa tinha rolado entre o Raúl e a Pilar, mas... em tão pouco tempo? Talvez o Raúl tivesse chamado a Pilar pra casa dele depois da saÃda do pub... vai saber. Tava morrendo de vontade de descobrir. Nisso, a Pilar chega perto de mim de novo, a gente já tava com o resto do pessoal, na área "de todo mundo".
— Do que vocês dois falaram, Raúl e você? — perguntei na lata, sorrindo, claro.
- Uuuuiiii, de um par de coisas - ela disse rindo, afetada pela bebida, um pouco mais que o Raúl.
- Ah, e isso inclui... algo pra essa noite?
- mmm.... sim, acho que sim - disse ela bebendo.
- Comigo?
- mmm... pode ser - disse ela me olhando de um jeito safado.
Porque é isso, ela podia ser uma mina super normal, um pouco soltinha pro meu gosto, com um corpo normal, gordinha, mas naquela noite ela tava... muito gostosa. Dava pra ver. Muito safada. E isso agrada pra caralho, e o fÃsico perfeito, quase perfeito, ou ter umas tetas de um jeito ou de outro, etc... é o de menos numa noite como aquela. Entre a Eva e a Pilar, a noite cheirava a sexo. Até me deu vontade de passar a mão nela pra ver como ela gemia, porque eu tinha certeza de que a Pilar gemia alto e claro, e que adorava sexo, e não escondia isso. É verdade que os sapatos ficaram uma merda nela, hahaha. Meu lado tarado aparecia direto, hahaha. Mas sei lá, de repente eu queria ter ela na minha frente, botar ela de quatro e meter de costas, sem dó, pra depois juntar o cabelo dela com uma mão e montar nela puxando com força. E que tudo isso a Eva visse.

Dei uma olhada na Eva, o decote dela me deixava doido. Ela continuava com aquela cara séria, olhou pro Raúl, e depois passou o olho pelos outros, até que parou um instante na Pilar, e aà em mim.
- Vamos, me adianta um pouco - pedi pra Pilar, que continuava do meu lado.
- Cê tá a fim de mim? - ela soltou de repente. Me pegou de surpresa.
— Você tá gostosa hoje à noite — soltei pra ela.
- Ahã, essa noite...
- Sim, você está gostosa pra caralho.
- Isso significa...
- Isso significa que eu te comia onde quisesse e quando quisesse.
- Agora? no meu carro? - ela soltou.
- Por exemplo - falei, torcendo pra ela não me pedir pra acompanhar, porque isso significaria perder de vista a chance de ir com a Eva e o Raul e deixar tudo esfriar.
— Beleza —disse ela—. Porque você não vai me comer no meu carro. Do jeito que o Raúl sugeriu... vai ser de outro jeito.
— Raúuuuulll? — perguntei, fingindo surpresa e pra Eva reconhecer ele, caso estivesse me olhando.
- Sim - disse ela sorrindo e bebendo do seu copo -. Daqui a pouco... vamos na casa dele. Ainda não sei o que vai rolar, mas ele me disse que a gente vai se divertir pra caralho...
Porra, esse Raulito..." pensei. Olhei pra Eva e ela me encarou com uma cara séria. Ela devia saber muito bem o que ia rolar, os planos do marido dela. Precisava descobrir mais, porque no mÃnimo a gente ainda ia ficar mais uma hora enfiados ali...
CONTINUA...
1 comentários - La Tetona ( . )( . ) mujer de mi amigo😈14