Historieta Gang Bang de un travesti

Escrita e fantasizada por seu protagonista


Aquela manhã VALIANA ANDREA se despertou muito ansiosa, seu sexo estava duro e umedecido e em sua mente divagava um morboso e atrevido desejo, ser possuída por vários lúbricos machos, talvez o haveria sonhado, de perfil sobre a almofada, apertou seu enorme clítoris, o invirtiu contra o leito, roçando-se uma e outra vez, sua nudez sutilmente avivada com um translúcido babydool branco se contraiu um pouco adormecida, mas apesar do sono, decidiu levantar-se, sem que sua louca ideia a deixasse, contemplou em um espelho de sua habitação seu corpo delgado, era um pouco carnudita, isso sim, sem músculos, muito feminino, de figura armoniosa, uma garota madura de quarenta e três anos, muito alta, pele trigueña clara, realmente atraente; recorreu com suas pequenas mãos satisfeita do que detentava; era algo tarde e se dirigiu à cozinha para preparar algo de desjejum, se duchou e raspou muito minuciosamente cada extremo de sua pele tesa, deixando-se apenas uma pequena sombra de vello púbico, pois ela era muito asseada e polida, sentia como seu bem dotado galo se dilatava enquanto imaginava as cenas candentes de seu obsessivo anelo, do seu guarda-roupa escolheu com grande detalhe as roupas mais sexys que queria usar, era o dia esperado e já tudo estava arrumado para o magnífico evento; se dirigiu a maquiar-se, cobriu muito bem com base, as leves marcas de seu rosto que adquiriu em sua adolescência, sombreou seus párpados com um cor preto forte e outro claro, delineando-os com um líquido de traço negro, fixou a pestana que embelleceu seus olhos cinzentos azulados enmarcados com suas cejas depiladas, espolvoreou toda sua cara angular e perfilada com ejaculações, de frente curta, nariz pequeno e um hoyuelito na barbilla, coloriu com rubor ocre as suas faces e pintou seus lábios finos de um vermelho intenso, bordados finamente com lápiz café, deu volume a seus cabelos castanhos escuros sedosos e lacios emmarcados com uma balaca, procedeu a pintar as unhas dos seus pés e mãos com esmalte roxo sangue; enquanto Essas secavam umedeciam toda sua pele com uma creme corporal com essências e, em seguida, se recobriu com uma gel brilhante que reluzia à luz. Fixou sua cintura com um apertado e elástico corsete negro livre no peito, o que ressaltou seus pequenos mas volumosos seios e delimitou suas cadeiras. Abrochou suas cadeiras com ligueros negros de encaixe suave, pôs uma delicada thong brasileira negra transparente que deixava entrever seu folhagem púbico escuro e que também ressaltou seu bonito e redondo traseiro. Ocultou o que parecia-lhe sobrar nesse momento entre as pernas, vestiu meias de malha e vena escarchada em suas longas e torneadas pernas, desde o calcanhar até a borda da liga de encaixe. Abotonou-as nos ligueros, prendeu uma saia curta de princesa e uma blusa negra translúcida. Seus encantos tremendos surgiram à flor da pele, seus ombros embellecidos com preciosos lunares dispersos nos peitos redondos e redondos. O pescoço o luciu com um colar de fantasia, pendurou grandes aretes em suas orelhas, preencheu os braços carnudos e delgados com pulseiras que tintineavam com seus movimentos. Ensinhou-se anéis e argollas nos dedos com lindos desenhos, perfumou-se com uma fragância sobria e delicada por todas as partes e finalmente calçou imponentes sandálias de plataforma cristalina, tacão agulha e sujetadores transparentes. Sua altura era imponente, olhou-se no espelho e deixou escapar sua linda e picarona sonrisa de boa dentadura, com vaidade e admiração, divisou a irresistível latina que sempre quer seduzir os homens com seu porte, sensualidade e glamour feminino. As horas da jornada de enlucimiento se fizeram longas, mas ao terminar um súbito temor invadiu seu coração, tremia de medo, teve instantes de arrependimento, mas já era tarde para mudar de opinião e devia estar disposta a enfrentar aquele reto. Se aproximou do bar e serviu-se vários tragos de brandy, os Tomou uma vez, pois lhe ajudavam a se pôr muito cachonda, colocou música para avivar seu ânimo, de repente tocou o timbre, era seu primeiro convidado, apresentou-se ao local, um apartamento sutilmente decorado, onde se destacavam alguns espelhos, estrategicamente colocado em torno da larga cama, se cumprimentaram e beberam algumas taças, Miguel, um jovem de pele trigueña clara, muito bem parecido, um tipo de boa estatura e corpo bem conformado, vestido informalmente com jeans ajustados que faziam destacar seus glúteos muito firmes, camiseta ceñida ao peito e sapatos desportivos; em seguida tocaram, apareceu um homem mais claro e maduro, Felipe, muito bem vestido, com calça e camisa elegante, sapatos finos de couro; chegou um terceiro convidado, Andrés, um garoto de pele bronzeada de muito boa presença, surpreendeu a todos, especialmente Valiana, por seu porte e contextura atlética; o quarto convidado, Manuel, um alto e acerbo exemplar da raça negra e finalmente Alejandro, um senhor branco, muito bem conservado e aposto de figura delgada, apesar de sua idade não mostrava sobrepeso, pois seu abdome não era notável. Desde o mesmo momento que a divisaram se sentiram possuídos por um voraz desejo, de ter ao frente semelhante mulher vestida supersexy, convidando a ser possessa. Depois de cumprimentos, apresentações, nervos, olhares lascivos e algumas taças todo foi silêncio, ninguém abriu a boca, Valiana Andrea rompeu o gelo e falou sobre sua ambiciosa fantasia que faria realidade, perguntas morbosas se insinuaram de sua luxúria e de querer acaparar e aguentar tantas coxas em seu cu. Se escutou uma canção gênero pop-balada, Miguel lhe pediu bailar, o já a conhecia, pois em outras ocasiões havia recebido visitas desse ocasional companheiro de cama, de uma vez juntaram seus corpos, ele percebeu como se irrigou seu quinto membro, ela se percatou da fogueira que aqueceu sua ingle e mais o sujeitou. Ele se afanou a beijar seu pescoço e lhe chupou o lobulo da orelha, juntaram suas bocas e se entregaram num Beijo ardente, ela sentiu um arrepiamento, suspirou um pouco e murmurou gemiditos no ouvido. O turno agora foi para Felipe, soou um merengue, apertou-a, o seu tolete estava como um riel, atrevidamente escurriu as mãos da cintura às nádegas, levantou-lhe um pouco a mini até tocá-la em um dos globos, amassou-a ligeramente, mas não pôde ir mais longe pois terminou o tema musical, assim sucessivamente bailou por turnos a cada um se los rumbeou e a todos os estruiu, inclinavam-se para trás, pondo-lhe a entreperna ao nível de seus notórios bultos, roçando-os permanentemente, dando e dando voltas, girando suas cadeiras como uma batidora. Miguel, seu amante, que observava com atenção, desejava mais que qualquer outro ver-la gozar, foder com todos os machos presentes e estes eram os afortunados de tal suceso, desejoso de complacer-lhe. Ela se dirigiu ao seu ansioso amante e lhe comentou em voz baixa: ¡Papi, eu acho que estou pronta! Ele se sentiu abrumado por tal determinação, um suspiro frio invadiu o seu peito, pela preferência que ela sentiria por aqueles tipos, pouco conhecidos, mas logo o suportaria, finalmente lhe deu mostras de consentimento e ele lhe deu um piscarinho. Todos eles lhe brindavam trago e ela parava a meio de tomar, em um corte. Valiana Andrea aproveitou o momento, levantou-se no meio de uma leve embriaguez de licor mas se estava muito ebria de lascivia, no entanto consiente do que fazia, começou a dançar, mirando-se nos amplios espelhos que rodeavam o recinto, quebrou suas formas, mostrando o yummy que estava, ria coquetamente, uma bela sonrisa, deixou asomar seus grandes e brancos dentes, uma grande cadência a embargava, ao ritmo agitou as cadeiras, pouco a pouco de costas para os surpreendidos espectadores, dobrou o seu corpo provocativo, as meias de liga e o elevado calçado destacaram sua figura moldeada, a mini subiu um pouco mais e todos puderam atisbar suas estilizadas e voluptuosas pernas, o asomo incitante das suas costas, cruzadas pelas tiras do liguero, deixou. Entrever a delgada cinta da calcinha que cruzava o bumbum, por vários minutos os deleitou com seus movimentos desenfrenados, cruzou em alto os braços para se sacar a blusa, afloraram à luz, seus peitos airosos, de pequenas areolas cafés e puntiagudos pezones muito dispostos a tudo, como ela estava, ao rato de contonearse baixou ainda mais a minifalda, deixando-a cair aos macizos tornozelos, sutilmente sacou os pés, revelou a thong, que moldou a forma das suas nádegas e por detrás o triangulito cravado em sua notória Bunda, posou insinuante a aqueles sementais ávidos de prazer, ela se sentia hambrienta, como puta em celo e de se entregar ao morbo despertado aos impressionados participantes do ato de strip-tease, sonhando algo tímida, mirando-os com olhos pilulosos, sacou a língua, vibrando-a como uma cobra e num gesto se ofereceu, aproximando-se, os homens se aproximaram ao botim, a manosearam e chuparam por todas as partes, Miguel começou a despir-se, assim mesmo faziam alguns dos convidados, Valiana Andrea iniciou explorando o grosso pacote de Felipe, sacou a palpitante pene do pantalão que tentou safárcela, enquanto o desabotoava os punhos da sua camisa, beijou-a apasionadamente, chupando seus lábios, ele respondeu, enlaçaram suas línguas fogosamente, ela retirou a boca para ajudar-lhe a soltar os botões da prenda, abriu-a para se quitá-la e descobriu um peito esbelto e velloso que lhe provocou chupá-lo, acariciou-o e lambeu paladeando uma a uma as tetas, ele como pôde desabrochou a correnteira, soltou o broche do pantalão, tirou do fecho e caiu no chão, desenredou os pés, se quitou as elegantes meias e os sapatos caros, ela se agachou, baixou o pantaloncillo e apressou-se a lamber seus ingles, seguindo com as bolas, o homem jogou a cabeça para trás, subiu a língua pelo grosso tubo até chegar ao extremo inflado que já emanava líquidos seminais, sua boca golosa se fechou em torno à sua cabeça e começou a subir e... Bajar. Valiana se incorporou um pouco para contemplar o musculoso corpo de Manuel, manifestou seu agrado, Andrés se sacou a camiseta, ela voltou para apreciar o torso atlético, em seguida seguiu com a mirada a Miguel que com dificuldade bajava os apertados jeans, quedando num ajustado boxer, Alejandro sobreexcitado apertava uma mão contra a endurecida viga que em seu pantalão ancho parecia carpa de circo, Miguel muito arrecho se terminou de quitar o interior e lhe mostrou uma bela ferramenta rosada, grossa e cabezona, ela o tomou com uma mão, a seguir Manuel lhe ensinou como estava dotado e com a outra mão o enredou entre seus dedos, agitando os penes ao unísono, sem descuidar se os mamava a todos, engullindo-se até dois cocks em sua boca pouco larga mas dilatada. Miguel já nu por completo sentou-se num cadeir muito relaxado, sem perder detalhe, se masturbava admirando o ambicioso espectáculo que sempre havia sonhado. Dirigiram-se ao quarto e sentaram-se ao redor do leito amplo, era sua hora, pôs-se no meio de todos, de repente, Miguel pode ver como Alejandro deslocou uma mão pelo firme muslo da sua garota, ela abriu um pouco as pernas, facilitando-lhe chegar até a presa atascada debaixo da pantaleta, meteu seus dedos e desenrolhou um lindo falo trigueño escuro, acariciando-o agitadamente, ela tirou os braços para trás, jadando com a boca entreaberta, Andrés aproveitou para toquetear uma de suas tetas brotadas, inclinou a cabeça para chupá-la e com a mão a oprimia, Felipe fazia o mesmo com a outra copa carnosa, mordizqueando-lhe o pezinho, enquanto Manuel, fazendo-a de lado o cabelo, lhe chupava e lhe mordia ligeiramente o pescoço e a espalda, tudo isso a faziam lamentar, de vez em quando se percebia e mirava com ternura para seu extasiado amante, ela deslizou até o bordo da cama, com as pernas bem separadas, Miguel se levantou e se arrodilhou de frente, avançou com sua língua inquieta pela torre erguida, apartou Con os dedos suficientemente o pantalão que cobria um pequeno triângulo de vello rizado negro e começou a lamber as dobras que havia fora dos testículos, Valiana gemia e movia suas cadeiras, beijava paulatinamente Andrés e Felipe, rapidamente a língua ágil de Miguel deslizou-se pela esplendorosa e asseada fenda, cruzando-a uma e outra vez, em delicados círculos de extremo a extremo, era um mestre, o bumbum se inundava mais e mais de saliva; Valiana Andrea estremeceu mais, tomou as mãos de Andrés e Felipe, para que lhe apertassem firmemente os seios, sem deixar de absorver as preciosas colinas de carne maciza, retorciam e mordiam seus pezones erguidos, ela oprimiu sua carne abundante contra a cara do homem, Manuel vibrava em delicados agitos na sua mão, seu superclitoris erecto, Miguel libertava-o de vez em quando de baixo para cima, sugava as bolas e lhe chupava a cabeça, ela jadava ardorosamente, ante a dedicação inusitada do conjunto de varões, era o prelúdio de uma sinfonia estremecedora, ele agarrou as cadeiras e se dispôs a enterrar sua longa língua no buraco, ao embestir-lhe e as sacudidas sem parar de Manuel em seu cock, as contrações de Valiana aumentaram, agarrou-se às sábanas e no meio dos gritos, veio em um orgasmo descontrolado, chegada nunca vista por Miguel, que se fazia a masturbação e contendo a venida, gesticulava no seu rosto, pôde ver como vomitava a espessa cum e se a engoliu sem mediar, saboreando seus lábios. Manuel compreendeu que era sua vez, acostou seu corpo, que fazia desejar à mais resistível e preconceituosa mulher racista; Valiana Andrea ainda insatisfeita, pois seu apetite era voraz, clamorava uma pinga, com olhos suplicantes, mirou a Manuel, ela anhelava o vigoroso moreno, ele jazia imóvel, ela se despojou da brasilera, ficando apenas com as meias de liga, o corsé de ligueros e as sandálias puestas, o divisou apetitoso, gatou por entre as macizas pernas, acuciosamente palpou o fruto enormo, obscuro, exótico e energético, o acariciou até alcançar que se desdobrasse à sua máxima envergadura (25 cm), se deslocou para colocá-lo justo em contato direto com sua gruta e sentir um recio e ardente fogão, preparou-se com seus próprios dedos introduziu um a um o lubrificante, já estando suculenta a flor, tomou a rígida chumba e se a inseriu, gemeu de dor e a sacou, no entanto insistiu, se arrastrou pelo empinado tronco e pouco a pouco se devorou até ao topo, ergueu-se para cavalgar como uma grande amazona em seu forte cavalo azabache, com os olhos humedecidos pelas lágrimas, o mirava com gestos de sofrimento, observava-se no espelho, seus párpados e lábios se abriam e fechavam; Manuel esticava seus braços para apertá-las as tetas, incorporou-se para chupá-las, em seguida ela deixou cair seu tórax para frente, os peitos contactaram, beijou ardientemente, mordendo suavemente seus lábios abombados, ele a estreitou entre seus portentosos braços, entregues em um idílio apasionante. Em um descuido de Manuel o veemente Felipe aproveitou a posição por ela exposta para alongar pela canaladura do traseiro o lubrificante natural que escorria, ungindo e frotando o dilatado ass, tateando o terreno; Valiana Andrea se estremeceu um pouco, ele apontou sua poderosa arma para o gelatinoso branco e sem falhar pontaria, penetrou o cu com sutileza, ela se retorcia à acometida, sentindo um tirão de sofrimento que foi transformando em um prazer agradável; Valiana com gula indicou a Miguel que se aproximasse, se acostou um pouco de lado e devolveu o anterior favor recebido levou sua boca ao tremendo pedaço de carne, mamou incansavelmente, Andrés também se aproximou, se colocou de joelhos, Valiana Andrea voltou um pouco e quedou justo frente a seu rosto, como pôde tomou entre suas pequenas e quentes mãos, manuseou as bolas, levando o menino ao limbo, seus sutis lábios tentavam engulir-las, a língua de enroscar-las, uma e outra vez. Os chupou com todas as forças e com as mãos os pajeou, já era uma especialista nestas lides, em ocasiões detinha as mamadas, ocupando-se de dar culazos. Agora Manuel esperava acostado boca para cima a penetrar novamente. De repente Alejandro se acomodou de costas para Valiana, Manuel sustentava-a pela cintura, movendo-se em todos os sentidos cardinais dentro dela, incrivelmente Alejandro conseguiu deslizar seu pau por cima da bunda de Manuel e conseguiu enfiarla duplamente por um lado do cu, Manuel sustentava a negra morena, ajudando-se com a mão para não sair, segurou-se nos cachecos do traseiro, ajudando a acelerar seus movimentos, Felipe batia suas nádegas, Valiana suava a marés, seus gestos e desconcertantes berros expressavam as delícias da mais cachonda das culionas, com sua voz aguda e sedutora reclamava: Assim! Assim! Sim! Se! Mais! Mais! Ai! Ai! Coma-me! Culê-me! Sou a mais puta de todas!, como pôde afiançar a boca nos enormes toletes de Miguel e Andrés, todos tinham a cum na ponta, ela se deleitava com uma incrível façanha nos espelhos, não deteve as bombadas e fez com mais ímpeto, os tremores de Andrés lhe advertiram que estava no limite de uma turbulência, produziu-se a primeira explosão e brotou creme do dilatado caramelos, tragando-se toda sua vinda, salvo o que deixou escapar e que quedou na cara, limpou com sua língua a compulsiva cock, deixando-a sem uma gota, o modelo varonil se queixava sacudindo sua humanidade e quedando fora de combate. Felipe tampoco pôde aguentar mais, dando empurrões cada vez mais intensos, começou a gemir e soluçar profiriendo: Estou me vindo puta! Toma isso por puta! Toma meu cum, foxy!, esses aparentes insultos e os embates violentos das pulsátiles cocks Alejandro se derramou dentro do seu reto, arrecheu-a mais, fazendo-la tremer, em gritos de gozo, chorando de dicha; inesperadamente cansada da posição, ela se deu volta e de costas se subiu novamente sobre a pelve de Manuel, era uma insaciabilidade sem limites, agarrou o poderoso aparelho ao qual já se havia acostumbrado e o inseriu impacientemente no anelado cu, degustando a enorme e reconfortante cock, ela se sentia libertina, puta, puta, sem preconceitos, sem tabus sexuais que a agobiassem. Depois de um receso, seguiu atirando seus disparatados desejos, com pilhas de ademanes, aproveitou Andrés para que a penetrasse, pois ele lhe faltava, Miguel também se aproximou, acomodando seu cock à altura da sua cara, enquanto ela deixou cair o corpo e projetou a espalda sobre Andrés, sentiu como a grande mondá chegava até o fundo do seu estreito ânus, lhe clavava sem piedade seu garrote com vigor e força, habilmente sosteniéndose em um braço, pajeou e mamou alternadamente a pollota de Manuel, ele se a restregou e cacheteou na sua cara, pronunciando-lhe: mama, puta! Chupa esta cock, minha puta! Bãte com meu cú! Estrepitosamente seu rosto e seu pequeno busto se embaduraram de fluidos quentes, gelatinosos e lechosos, e outros chorros saltaram longe do alcance da sua boca. Vali titilava de luxúria e não parava de bramar como leoa em estro, chocava seu cu contra o pubis de Andrés, ela manipulava seu clítoris, como só sabe fazer, ele lhe ajudava a coordenar os movimentos, sostenindo-a entre os glúteos e as pernas. Felipe e Alejandro não perdiam instante masturbando-se, ela instintivamente apressou suas arremetidas repetidas vezes e em um desquiciado goce de lamentos e espasmos, todos rugiram em um interminável orgasmo catatático, Valiana Andrea gritou infinitamente, seus quejidos ascendiam em uma fusão sem precedentes, no meio do llanto lúbrico e um delirio febril, acaparou os torrentes de líquidos dos antes espectadores que remojava e chorava por todas as partes da sua cara, cabelo, seios e restregando-os por todas as partes do corpo visíveis. Ela correspondia agitando incontenidamente seu traseiro, sem parar de frotar seu imenso reemplazo clitorial, com respiração ansiosa, de novo apreciou perder o sentido, experimentou convulsões, tremia com sobressaltos, gesticulou e murmurou em soluços sua desesperação, sem se dar conta, pois ainda estava fora de si, sentiu que Miguel se aproximava sobreexcitado, que finalmente reventou e da sua pênis expulsou jatos de semen, gotas quentes se depositaram na sua pele bronzeada canela e sem perder mais tempo se aproximou à sua boca e gritou-lhe: ¡Minha puta, assim era que queria ver-te! ¡Como a mais puta de todas, as putas! ¡Culando-te a vários! ¡Minha puta! ¡Minha putica linda! ¡Traga o meu cum! Valiana Andrea, ainda desfalecida do seu extravío interminável e todos aqueles convidados extasiados à lujosa reunião ficaram rendidos na sala, complacidos com a voluptuosidade daquela mulher varona, exaustos se relaxaram para recuperar o fôlego e após um tempo de descanso, alguns se foram embora e outros prosseguiram, escalaram o cume da sexualidade em orgasmos ininterruptos em série. Esta nova prática sicalíptica lhe deu um novo mundo, completamente sublime de erotismo a essa garota travesti, sua amante e os participantes que puderam fazer realidade sua mais anhelada fantasia sexual, isso se converteu em um recuerdo imborrável e experiência que aviva incrivelmente suas cogidas. Valiana intensificou o desejo pelos homens e aqueles um prazer infinito pelas meninas do terceiro gênero. Se crês que reúnes as características mentais dos personagens desta crônica e se puder ser capaz de participar em um GANGBANG deste estilo, há-mos saber logo. FIN. VALIANA ANDREA ABELLA VARONA.



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