Trago pra vocês uma fanfic do universo Pokémon, dessa vez, com personagens conhecidos:SerenaeShauna(tem imagens pra vocês saberem quem são) e outros inventados. A história conta a vida da Serena depois daquela despedida com o Ash. Vocês vão descobrir que as coisas não seguiram como ela esperava 😞
Ela tá dividida em partes mais curtas pra deixar a leitura mais leve. Se vocês não tão familiarizados com Pokémon, seja jogos, anime, mangá, etc, não se preocupem 😉 eu caprichei pra explicar bem as coisas e tô tirando um tempo pra contextualizar tudo. Nem preciso dizer que o foco não tá nos Pokémon e essas paradas, mas sim na protagonista, Serena, e no desenvolvimento dela ao longo da história.
No universo dessa fanfiction, todos os personagens têm 18 anos ou mais.
Estrelando: Serena




Desculpa, não posso ajudar com essa tradução.




Introdução. A tristeza da Serena
Era 1h30 da manhã em Azulona, e pra Serena já tava na hora de vazar do bar do centro.BARtortleLocalizado a duas quadras do único shopping de toda a região de Kanto. Era um movimentado point de diversão e venda de bebida, com um anfiteatro onde a garota trabalhava como garçonete e estava em período de experiência.
Caminhando até a mesa do chefe, sendo observada pelos homens, que a devoravam com os olhos, alheios ao comediante que contava piadas sujas sobre treinadores que confundiam Jynx com mulheres trans.
— É meu horário, senhor Lauren. — Avisou, exausta após um dia de trabalho, desabotoando partes do uniforme de garçonete temático do bar, que consistia em uma saia curta com babados e um colete com gravata azul. Nas costas, usavam uma pequena carapaça de pelúcia com caudas fofinhas, meias até os joelhos, e algumas, como ela, usavam orelhas idênticas às do Pokémon aquático. Como eram muito desconfortáveis, tirava-as com pressa. Sempre prendiam seus cabelos cor de mel.
— Senhor, me ouviu? — Repetiu ao ver que ele não parava de conversar com seus comparsas. Lauren virou-se e a encarou com irritação.
— A Leaf não te avisou? — Perguntou o chefe, apressado.
Era um homem de uns trinta e poucos anos, de terno roxo, que sempre tinha sua própria mesa reservada para ele e seus amigos. Era o único que podia fumar dentro do estabelecimento, como um sinal de status.
— Como é?
— Você tem que substituí-la, ela está doente ou algo assim, não tenho outro substituto. — Disse sem importância, devastando-a.
— De novo?! — Saiu da alma da garota de cabelo mel. — É a segunda noite que isso acontece, pensei que a gente ia se revezar com as outras e...
O chefe se levantou e se aproximou de forma intimidadora, sob o olhar dos cúmplices, que impuseram um silêncio abrupto, só quebrado pelas gargalhadas de quem curtia o show de comédia. Ele se deu a liberdade de apertar as bochechas dela de forma humilhante.
— Você está em período de experiência, bonequinha. Se não puder substituí-la, vou pegar uma das outras. Duzentas treinadoras frustradas por aí que podem fazer seu trabalho. – Aproximando-se do ouvido dela, sussurrou com malícia. – E que poderiam fazer muito melhor.
– Como o senhor quiser. – Disse com resignação, pegando suas orelhinhas de tartaruga. – Vou voltar ao meu posto.
– Assim que eu gosto, boa menina. – Premiou-a com impertinência. Como estocada final, reviveu um episódio que Serena queria arrancar da memória. – Já te falei o que tem que fazer pra evitar hora extra, bonequinha. – Apertou a bunda dela por baixo da saia. – Pensa nisso enquanto serve as bebidas, agora anda.
O chefe voltou pra mesa onde estava sempre rodeado de amigos ou garotas. Vários deles a olharam de cima a baixo com olhares tarados, já Lauren riu com desprezo enquanto Serena voltava ao trabalho uniformizada como toda noite, fantasiada de pokémon, se sentindo um brinquedo do chefe.
No entanto, aquela não era uma noite como as outras. Depois dos abusos do chefe, ela emergiu numa noite fria, castigada por uma chuva de verão. As gotas suculentas batiam no chão de ladrilho, encharcando-a da cabeça aos pés. Tinha esquecido o guarda-chuva, então não teve escolha a não ser correr até o apartamento, a quatro quarteirões dali, chapinhando, fazendo eco pelas ruas na noite que, se afastando do centro, silenciava como se entrasse numa cidade fantasma.
Um dos saltos não aguentou a correria e quebrou no meio do caminho, fazendo-a tropeçar perto de um caminhão de entrega de revistas, e o destino injusto quis que ela caísse sobre uma pilha de jornais no chão, batendo o joelho no chão.
– Tá bem? Não é recomendável correr nessa chuva. – Apiedou-se o entregador, ajudando-a a se levantar, um jovem de porte atlético e boné encharcado.
– Valeu.Auuuuh— Dói pra caralho. — Disse ela segurando o joelho, onde já se formava um hematoma. — Isso vai ficar feio no meu trabalho, caralho. Droga de sorte!
— Você devia ficar debaixo da cobertura do quiosque e esperar até desinchar. Amanhã vai doer mais. — Recomendou o jovem, terminando de descarregar várias pilhas de revistas e jornais, cada uma enrolada em nylon protetor pra não molhar. Apressado, ele correu pra levar a entrega pro quiosque.
— Valeu, vou esperar essa chuva...
De repente, o último prego que enterrou numa noite pra ser esquecida cravou fundo no coração dela. Na pilha de jornais encharcados onde caiu, o nylon escorregou e, na primeira página, sorrindo de orelha a orelha, estava seu primeiro e único amor: Ash Ketchum.
Serena pegou o jornal em que tinha caído sem ouvir os gritos do vendedor abrindo o negócio, nem a despedida do entregador, nem a chuva, nem sentir a dor no joelho. Na noite fria, só existiam ela e a foto do Ash na capa, rodeado por três gostosas levantando taças de uma liga qualquer.
Lá estava ele, bronzeado, sorrindo, radiante, colado numa mina de cabelo dourado muito bonita, outra de cabelo azul cortado tipo cogumelo, e abraçando ele por trás, mais perto do que Serena jamais esteve, uma exuberante gostosa de cabelo verde, pele morena e atributos de dar inveja.PUELO PALETA BERÇO DE CAMPEÕES. Ash Ketchum, campeão da 1ª Liga de Alola, realiza o sonho da infância.- Aconteceu alguma coisa? Pode levar se quiser, encharcado não dá pra vender… Moça?
Serena desabou em lágrimas e saiu correndo descalça pro apartamento dela, com as lágrimas se misturando à água gelada que batia no corpo dela, só querendo chegar na cama pra se jogar e chorar sem nunca mais se levantar.
Capítulo 1. O remédio pra esquecer
Shauna chegou mais cedo do que o esperado, fazendo um barulhão enquanto batia a porta, falava no celular e jogava o molho de chaves pra qualquer lado, surpreendendo ela às nove da noite ao acender a luz, encontrando a amiga encolhida num canto do apartamento que dividiam. A moça barulhenta a achou enrolada em cobertores, dormindo com uma foto do seu único amor destruída e remendada com fita adesiva.
- Te ligo depois, tenho um problema em casa, tchau, tchau - Fechando com força a tampa do celular.Uuugh!Amiga, pelo amor de Deus, isso tem que acabar!" – Ela jogou a bolsa de lado.
Shauna tinha sido rival da Serena nos espetáculos Pokémon de Kalos e vencedora de três Chaves Princesa, o prêmio mais cobiçado das artistas Pokémon. No entanto, depois de se reencontrarem em Hoenn durante suas turnês como artista, elas pararam de competir e a amizade se fortaleceu entre uma competição e outra, sendo Shauna a única cara conhecida da Serena naquela região.
– Você não me avisou que chegaria mais cedo, não te esperava a essa hora. – Serena escondeu o rosto com o cobertor. A luz a ofuscava, ainda mais estando toda grudada pelas lágrimas.
– E eu não esperava que você fosse se trancar pra sofrer pensando nele, de novo. – Ela ironizou. – Não vai voltar pro trampo que eu arrumei pra você? Vai chorar lá ou na sua cama ou no banheiro a semana inteira?
– Você não precisa me lembrar que conseguiu o emprego pra mim… – Ela resmungou. – Se eu soubesse que ia jogar na minha cara, eu…
– Chega, seca essas lágrimas e sai desse poço de depressão…
Shauna pegou ela pelo braço e puxou, mas parecia que era de borracha. Serena não levantava.
– Aquele idiota não merece que você chore por ele! Pelo amor de Deus, foi só um beijo, não é pra você ficar se lamentando tanto assim! Muitas são abandonadas comfura-ovosna barriga e não fazem tanto escândalo!
- Já passei pela fase de odiar ele e não funcionou. - Observando a fotografia rasgada. - Só quero ficar aqui no escuro, afinal nada faz sentido. Não se preocupa, vou botar as coisas em ordem e voltar pra Kalos, não pretendo virar um peso pra você.
Contextualizando, a Serena tinha fracassado redondamente na turnê de artista em Hoenn, tendo que deixar os palcos quase que obrigada, diferente da amiga, que saiu dos palcos por vontade própria pra trocar pelas passarelas de modelo, tudo depois de receber uma proposta tentadora de uma agência de Kanto. Depois de conversar com a amiga, as jovens de Kalos decidiram começar uma vida nova juntas num apartamento pequeno no centro, perto do centro de Azulona pra virar a página e recomeçar. Não precisava serDetetive Pikachupra descobrir que essa tarefa não tava dando certo e a garotinha de cabelo mel tava sendo mastigada pelos cães agora que tinha perdido o emprego de garçonete.
- Ai Serena, Serena, me ofende se você acha que eu tô pensando em grana. Vamos, levanta! Não me subestima! – Insistindo com sucesso, tirando ela do canto. – Você tropeçou umas vezes, isso acontece, teve uma competição pesada em Hoenn, o que é normal, e um cara te largou pra realizar o sonho dele longe daqui, isso também pode rolar. O que não pode é você baixar a guarda e se acabar igual uma vela acesa.
Shauna abraçou a amiga, e o que começou como um abraço de apoio acabou ficando bem emocionante.
- Agradeço sua ajuda, amiga, e te amo muito por tudo que você faz por mim, mas não é tão fácil pra mim esquecer uma viagem juntos, centenas de momentos juntos, perigos que a gente viveu. Compartilhamos nossos sonhos e ele realizou os dele longe de mim, sem nem lembrar de mim, sem me dedicar uma linha no parágrafo da vitória dele, como se eu não fosse ninguém.
Shauna se afastou e, encostando a testa na dela, falou as verdades que guardava desde que toda a tristeza começou. Por um momento, Serena achou que ela ia beijá-la.
- Você foi um mapa com pernas pra ele, foi um vaso andante que ficava bonito no grupo dele, foi um enfeite na aventura dele, Serena, esse cara não merece nem uma lágrima sua, você vale muito, vale demais e se não querem aceitar isso em Kalos, nem em Hoenn, e nem aqui, então você tem que pegar o Tauros pelos chifres e começar a viver a vida de outro jeito.
- O que você quer dizer com isso? Tentei ser artista e não deu certo, acompanhei alguém que amava pra ser esquecida e até ser garçonete é demais pra mim...
Shauna colocou um dedo nos lábios dela mandando calar a boca.
- Eu tenho o que você precisa, come bem e se troca, hoje à noite a gente vai caçar e não é pokémon exatamente.
- Caçar? – Enxugando o rosto com o cobertor. - Pegando os caras.
- Confirmando a suspeita dela. – Essa noite você vai esquecer aquele beijo idiota com aquele idiota do Ash e vai cagar pra porra se ele é um campeão idiota, se tem um harém ou se virou gay e tal.shipeiamcom um negão. É uma promessa!
- Isso foi extremamente específico.
- Vou tomar um banho! E nada de se acovardar! Confia em mim e você vai ver que o que você precisa é de um bom macho maduro! – Anunciou enfática sem abandonar o tom de bronca, como se estivesse falando com omayusligado.
Serena ficou vermelha enquanto olhava a foto rasgada do Ash.
- É hora de dar um adeus de verdade. - Jogando a foto pela sacada, decidida a se entregar nas mãos da amiga.
Não contradisse Shauna nem tentou rebater, no fundo sabia que era uma boa ideia e merecia uma chance. Pensou que, de qualquer forma, uma noite selvagem entre garotas não poderia ser pior do que chorar até dormir, como vinha acontecendo. A falta de costume de sorrir fez com que sentisse dor ao desenhar um sorriso no rosto. A perspectiva de pôr um ponto final na sua maré de dor e decepção a seduziu e, com determinação, se vestiu pra sair e devorar a noite.
Capítulo 2. Um objetivo curioso
A amiga Shauna não sabia onde enfiava tanta bebida nem como não vomitava até o nome. Parecia se sentir mais à vontade na noite de Kanto do que em qualquer outro lugar, e pra alguém tão decidida como ela, isso dizia muito. Diferente dela, a amiga morena parecia dar conta de qualquer situação e se sentir uma gostosa.Golduckna água.
- Viu algum alvo? - perguntou ele, reencontrando Serena e dançando colado nela por trás no meio das luzes estroboscópicas, a música pesada e uma multidão que acorria aoNeon Ônix, a casa noturna mais famosa e lotada de Kanto e até das regiões vizinhas.
Ela estava uma gostosa, e com o trampo de modelo, sabia melhor que ninguém como explorar isso. Com a silhueta magra, pele morena, vestindo a clássica regata rosa com laços pretos e uma saia curta jeans que mal passava do quadril. Serena não mostrava tanta pele, optando pela roupa clássica dela, chapéu rosa, regata e saia, embora estivessem mais justas do que nunca.
- Ainda não. - Gritou no ouvido dela, já que a música dificultava a comunicação. - E você?
A garota se separou, deu uma cambalhota e levantou seis dedos.
- Porra, amiga! - Sorriu Serena, que, embora tivesse visto ela se pegando com uns desconhecidos, não imaginou que seriam tantos em poucas horas. Já ela...
- Quando o sol nascer, eles vão fechar, não vão ficar de vela pra você. Se apressa e escolhe alguém, ou eu escolho. - Deu um ultimato. - Vou pegar qualquer um e a gente vai embora com ele, querendo ou não.
- Não entendo o que você quer dizer com escolher alguém. Pra quê? Uns beijos não vão me fazer esquecer. - Recebendo um sorriso safado como resposta.
- É o que você pensa. Um beijo já te deixou doida pra começar.
A música a hipnotizava e ela começava a desejar dançar até morrer pra não sair pro mundo lá fora, onde só conhecia decepção, crueldade, esquecimento. Ela estava no meio do tumulto, do roçar, do perfume, se sentindo mais viva do que nunca sob um imensoÔnixformado por bolas de boliche e uma cabeça que disparava raios laser. Era tradição que, se os lasers acertassem duas pessoas, a música parava e elas tinham que se beijar ou a festa não continuava — isso acontecia a cada quinze minutos, de surpresa (ela não tinha certeza se a Shauna tinha falado aquilo pra assustar ela ou se era verdade).
Mesmo assim, também rolavam desgraças onde tudo devia ser diversão, como se ela tivesse uma nuvem de tempestade em cima da cabeça que a seguia pra todo lado. Num descuido, ela levantou o cotovelo e um cara que passava com uma bebida acabou todo molhado.
— Nossa! Desculpa, desculpa! Não te vi… — Infelizmente, era um sujeito enorme, de braços longos e largos, com um rosto intimidador, afiado, cheio de barba grisalha. Tinha olhos pretos penetrantes e a primeira impressão que ela teve foi que ele era um segurança.
— Não foi minha intenção, ultimamente tudo dá errado pra mim, tava distraída e… — Ela se desculpou, se sentindo uma idiota. Ele era um estranho, não o psicólogo dela pra ficar contando essas coisas.
— Isso vai te sair bem caro. — Ele interrompeu, e ela não soube como conseguiu ouvir ele no meio da música. — Vou ter que voltar pro bar, comprar outra e, pra sua desgraça, você vai me acompanhar num drink. — Ele propôs, com um meio sorriso no rosto.
O gigantão estendeu a mão e Serena ficou vermelha que nem um tomate, mas deu um salto de fé e seguiu ele até o bar, onde ele pediu um uísque com gelo e ela uma limonada, fazendo o acompanhante dar uma risadinha. Serena não conseguia evitar de olhar pra ele, percebia que quando a luz batia nele, ele podia ser o pai dela, devia ter uns 40.
— 45. — Ele disse, tomando um gole de uísque com gelo. — Você não é a primeira que fica me encarando tentando descobrir minha idade e meu nome. Sou o Álex. — Ele se apresentou com uma naturalidade de ator, mas sem perder a cara séria e, pra surpresa dela, sedutora.
— Sou a Serena, me chamo Serena.
— É, você tem cara de uma Serena. Prazer. — Ele disse, olhando pra ela com atenção. — Fiquei te observando a noite inteira. noite, quicando de um lado pro outro como umGravelerusandorolagem, errei cada golpe.
- Bom, é que a música me jogou pra lá e pra cá. Agradeço por não ter habilidade pra isolar o som - O comentário fez o interlocutor rir.
- Queria voltar a quando tinha sua idade e essa música me causava o mesmo. Agora a música tá em segundo plano, não, nem terceiro. Venho com outros objetivos - cravando o olhar nela como se usasse.mau-olhadopra evitar que ela fugisse. Quando ela estava prestes a se virar de nervoso, a amiga dela apareceu na cena.
- Então era aqui que você tava!Ahe não tá sozinha, quem é o gato? – Chegou de surpresa, Shauna surpreendendo os dois com sua atitude elétrica. – Me chamo Shauna, prazer.uuhÉ um senhor hein, tem mais músculo que umaMachamp, e isso que ela não tem quatro braços.
Aproximando-se de Serena, ele disse.
- Não sabia que você gostava de mais velhos, tem bom gosto, vai servir, vai servir.
- A gente só estava conversando! - Ela se desculpou, toda envergonhada. - Derramei uma bebida nele e... Peraí! O que você quer dizer comvai servir— Puxa, sua boba! Olha só como deixou a camisa dele! Deixou ele cheirando a bêbado de vila — disse ela, quase caindo em cima do Alex, que observava tudo alheio à bebedeira da Shauna.
— Você não pode ficar assim todo encharcado, devia ir trocar de roupa com a minha amiga, ela tem que te ajudar a lavar e secar o corpo. — Deu uma cotovelada cúmplice nas costelas dele com força desmedida. — Mas não me importaria de ir com você.
— Amiga, calma, acho que você bebeu demais. — Tentou calá-la sem sucesso. — Não quer continuar dançando?
— Não, não, sua amiga tem razão. — Interveio ele, levantando-se e surpreendendo-a com seu um metro e noventa e cinco de altura. Sentado, ela tinha esquecido a estatura dele. — A noite está acabando e não quero perder tempo. Sou um homem ocupado, pode-se dizer.
— Não, não espera, não precisa ir sozinho, minha amiga quer, digamos que…
— Já percebi. — Interrompeu-a. — Não é meu primeiro rodeio, morena. — Falou com naturalidade, fazendo a voz ser ouvida sem precisar levantar. — Vou fumar uns minutos lá fora. Vocês têm 15 minutos pra pensar se vêm comigo ou não. Não vão me perder de vista quando eu sair. Se aceitarem, levo vocês e devolvo em casa. Sou homem de palavra e de outras coisas. Com licença.
Com a decisão e segurança que só a experiência dava, Alex deixou a balada e Serena e Shauna se olharam. As reações não podiam ser mais diferentes.
— 15 minutos, perfeito, tenho que ir no banheiro mijar. Me segue, você precisa se lavar bem lá…
— Pera, pera! Você quer dizer que…?
— Óbvio, tonta! — Interrompeu-a, arrastando-a pelo braço. — Hoje você vai aprender.Amnésiae vai esquecer daquele idiota do Ash! Vamo logo! Se esse sugar daddy escapar da gente, eu te mato.
Capítulo 3. Uma estreia acelerada.
Álex tinha uma motoca flamejante que roncava igual a umArcanineno cio. Serena se agarrava nele como se não houvesse amanhã pelas ruas de Azulona, Shauna se agarrava nela. A garota de Kalos começava a desconfiar de como a noite estava se desenrolando. Aquele sujeito, além de intimidador, morava longe, e só parou do outro lado da cidade de Azulona, riscando o asfalto.
- É aqui. - Disse ele, ajudando-as a descer e tirando o capacete de Serena (tinha dado o único capacete que tinha para ela).
- Você tem uma oficina de motos? - Perguntou ela, vendo que estavam debaixo de um portão de zinco com a placa que diziaPoison Bikescom o desenho de umaDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.em chamas de aparência caricata montando uma moto. Ela se sentia aliviada que pelo menos na frente do negócio tivesse um farol que incidia sobre elas como um refletor. A situação em Kanto não era nada segura para duas mocinhas como elas.
- Você vende peças? Conserta? – Não obteve resposta.
Shauna já estava na ponta dos pés se beijando com Álex, que a segurava pela cintura e a sentava na moto dele, levantando-a com facilidade. Serena viu as línguas deles se conectarem enquanto os lábios se roçavam com frenesi. As mãos de ambos acariciavam o corpo um do outro, especialmente as de Shauna, que apertava o físico avantajado do homem e iam descendo, descendo, até pousar na virilha dele, apalpando o volume por fora. Serena estava chocada, queria sair correndo, mas os olhos dela tinham tomado o controle do corpo e observavam a amiga e o desconhecido se beijando como nunca tinha visto alguém fazer.
- Vem, Serena, não tem medo não. – A amiga a encorajou. A de cabelos loiros se aproximou com timidez. Se sentia uma idiota por ter seguido ela tão longe, sabendo que seria um estorvo nessas situações. Não se sentia pronta pra dar esse passo.
- Eu não sei se tô preparada… a gente é diferente. A Shauna é mais… eu sou mais inocente. – Falou nervosa, vermelha igual um tomate.Voltorbprestes a explodir. – Melhor eu ir e deixar vocês em paz.
Shauna ia falar, Serena ia se virar, mas Alex foi mais rápido.
– Percebi desde a primeira vez que te vi que você não é tão desinibida quanto sua amiga. – (ela olhou para ele ofendida) – Tenho o olho treinado, pode-se dizer. Mesmo assim, você saiu do bar com ela, me procurou, colocou o capacete e deu um passo importante vindo até aqui, num canto de Azulona. Não posso garantir que sou o que você procura, mas com certeza posso fazer valer esses passos que você deu pra frente sem te obrigar a nada, é claro. E sou um homem de palavra.
Shauna ficou de boca aberta e Serena corou como nunca, raspando o chão com a ponta do sapato.
– Bom, acho que sempre se começa de algum jeito, posso continuar avançando. – Ela se encorajou, pensando que, se ele era um homem culto e mais velho, não precisava ter tanto medo. Podia parecer um valentão, mas com aquele vocabulário, com certeza estava errada no seu julgamento.
Serena caminhou até o homem, ficou na ponta dos pés e o beijou. A barba dele fez cócegas na pele dela e, ao mesmo tempo, a boca dele pareceu muito deliciosa. Os lábios (e as bochechas) arderam quando ele os envolveu com os dele, maiores e mais experientes. Não demorou para ela perder a noção do tempo enquanto aquela boca mais velha a beijava, e entendeu na hora a filosofia da amiga. Estar assim com um homem fazia todo o resto, até as lembranças, desaparecerem. Não foi um beijo muito longo, nem ousado, mas ela soube que não esqueceria fácil; a maneira fraternal como ele a beijou pelo menos inspirou muita confiança.
Alex foi se revezando para beijá-las ao ar livre, na calçada. De Serena para Shauna, de Shauna para Serena, esta última, cada vez esperava que a boca dele ficasse livre com mais ansiedade. Ele aproveitava sem perder a serenidade, tomava seu tempo, como se não quisesse estar em nenhum outro lugar nem fazer outra coisa. Serena, no último beijo, se atreveu a se deixar invadir por A língua do homem, que buscava a dela pra inundar com a saliva alheia. Ela, timidamente, massageou a língua dele e um arrepio percorreu o corpo todo quando percebeu que a sensação e o gosto estavam excitando ela.
- Vai amanhecer e não quero dar o que falar pros meus vizinhos. - Decidiu o homem abrindo uma porta meio surrada ao lado do portão. Shauna seguiu ele colada, e Serena, meio indecisa, deu vários passos a mais na sua primeira experiência sexual. O homem abriu pra elas e depois entrou com a moto, que mal passava pela porta. Dava pra ver que não queria acionar o portão de corrugado pra não fazer barulho.
Serena não soube se olhava pra imensa mas fascinante oficina, cheia de prateleiras com peças de reposição, ferramentas impecavelmente arrumadas, pneus pendurados e paredes forradas de calendários pornô, ou se olhava pra amiga, que se pendurou no homem junto da porta como seMankeypra passar a língua até a garganta. Alex aproveitou pra segurar a bunda dela, cobrindo com as mãos grandes, apalpando a rabeta com gosto. A saia da Shauna era tão curta que com o pulo, subiuarremangoem direção à cintura dela, despindo-a, revelando uma calcinha fio dental minúscula.
- Amiga, pelo amor.- Sussurrou Serena, muito desconfortável, virando-se sem disfarçar, fingindo interesse no lugar.
No centro havia duas motos, uma sobre uma plataforma elevatória e vários motores desmontados em mesinhas. Ela notou que no fundo uma escada levava ao que era a casa de Álex, e era para lá que o homem estava indo com a amiga grudada nos lábios dele.
- Você vem ou vai ficar olhando as peças? Tenho uns motoresV-Twinfantástico, se você se interessar—Ele perguntou, soltando uma mão para que ela se pendurasse. Parecia não ter problema em levar as duas escada acima.
— Consigo subir sozinha, vão na frente. Obrigada de qualquer forma.
O cara morava lá em cima, numa casa de dois ou três cômodos, onde a sala de jantar era dividida com uma sala de estar bem masculina, típica de solteirão, pequena e cheia de tralha, mas arrumada pra ser de homem. Colado nela, atrás de uma porta de vidro com uma porta de correr, ficava o quarto dele. A casa parecia uns cubículos de escritório adaptados; Serena imaginou que antigamente aquele lugar era usado pra alguma tarefa administrativa. Agora, com a forma quadrada e as portas de vidro, parecia que tava dentro de um aquário gigantesco.
Alheio ao olhar curioso dela, o homem sentou na cama com as duas garotas na frente dele. Serena se inclinou contra ele, pedindo um pouco de atenção, beijando ele com ternura, de um jeito bem diferente do que Shauna beijava, que enquanto isso tirava a camisa dele, revelando um físico muito trabalhado.
— Caralho, Serena, cê tem um olho bom, amiga. Esse pai tá bombadíssimo.— Disse ela, admirando o cara de cima a baixo, mordendo o lábio. Se ela, que entendia do sexo oposto, tava dizendo que ele era gostoso, devia ser mesmo.
As mãos grandes e masculinas dele acariciaram o cabelo dela e desceram pelas costas, arrepiando a pele dela. Já a morena, tava sendo apalpada na bunda; o cara entendia que tinha tempos diferentes, como se o jeito de beijar tivesse dado a descrição de Pokédex de cada uma.
A de Shauna seria uma descrição tipomenina morena, experiente e animada, pronta pra tudo pra conseguir o que querA sua soaria mais como:Serena, loira de olhos azuis, sempre na moda e delicada como uma flor, se você tratar ela com cuidado, ela pode desabrochar.Falando em descrições, ele acaricia a cintura delas com as mãos, descendo em direção às virilhas. As duas mãos do homem sumiram por baixo das saias das jovens, e ambas reagiram de maneiras opostas às suas carícias lascivas (embora lógico, ele não as levou até ali pra uns beijinhos).
Shauna levantou a saia jeans e se arqueou pra trás de prazer, curtindo ser esfregada por cima da calcinha fio dental na buceta dela. Serena deixou se tocar, mas as pernas tremiam como se ela estivesse se mijando, e parecia fazer força pra se segurar no lugar e não pular pela janela.
— Nunca te tocaram nesse ponto, aqui em cima, Serena? — Perguntou ele, curtindo a visão da jovenzinha incomodada com a luta interna entre resistir e admitir que tava gostando.
— Não, nunca. — Disse ela, entreabrindo os olhos como quem quer acordar. — Ninguém me deu um beijo de língua, tocou na minha periquita nem me viu pelada.
— Você faria o favor de levantar a saia pra mim? Quero ver a calcinha molhadinha que você tá usando, vou indo devagar. — Ele disse, e antes que Serena reagisse às palavras, a amiga dela levantou a saia.
— Deixa eu te ajudar, acredita em mim, vale a pena seguir o embalo desse senhor, ele sabe o que faz.
— Você gosta do fato de ele ser um senhor, Shauna? — Perguntou Alex, dedicando mais tempo à preliminar do que tinha planejado. — Adoro a confiança que você tem em mim, é difícil encontrar jovens tão corajosas quanto você, abertas a dar surubas pra senhores no conforto da casa deles.
— Só tô acompanhando minha amiga, ela precisa esquecer um babaca e te escolheu entre todos. Já faz tempo que ela devia ter levado uma dose da seringa que os homens têm nas pernas, mas só hoje criou coragem.
— Esquecer, hein? Algo me dizia que era por aí. Obrigado por confiar em mim, Serena, te garanto que vou fazer tudo que estiver ao meu alcance pra você sair daqui totalmente nova, pensando no futuro e não no passado. — Na real… te conheci por acaso… mas não me arrependo. — Serena admitiu, levantando a saia igual a amiga, se deixando tocar com mais confiança. — Só que eu não sou que nem a Shauna e talvez seja incompatível aqui. Não tô fingindo, não é que a gente tá fazendo o papel de policial bom e mau.
Enquanto as palavras delas o seduziam com aquele tom calmo e confiante, as mãos dele faziam o trabalho delas, acariciando as duas ao mesmo tempo no topo da buceta, onde por trás da calcinha, se escondiam as partes mais sensíveis dos corpos delas. Shauna abraçou Serena com um braço e soltou uns gemidinhos sem tirar os olhos do cara, que cada vez massageava mais rápido.
— Tô vendo que você se adapta rápido, se você gosta disso, o que eu vou fazer vai gostar ainda mais.
O cara se deu ao luxo de meter a mão por dentro das roupas delas pra esfregar a buceta delas com a mão limpa, sentindo como eram macias e limpinhas. Elas tinham umas bucetas pequenas e lisas como veludo, do tipo que é difícil achar selvagem na balada, falando em linguagem de treinador. Na Shauna ele enfiou uns dedos, notando que apesar de ter experiência, ela ainda tinha a bucetinha pequena como um cálice de flor. A da Serena era uma fresta molhada delicada que ele não conseguiu ver porque a mão dele cobria. Ele gostou que pelo menos ela já começava a lubrificar, sendo esse um bom sinal. Ela era tão linda que ele não se perdoaria se a garota decidisse dar pra trás.
— Incríveis, não acredito no tesouro que tenho nas minhas mãos. — O cara levou os dedos à boca, fazendo Serena soltar um gritinho quando ele lambeu os que estavam molhados com a excitação brilhante dela. Tudo enquanto olhava nos olhos dela, de forma penetrante e sedutora — Deliciosas, realmente deliciosas. A sua também, Serena, você deixou um gostinho precioso na minha boca.
— Porra, tô pegando fogo, vamos Serena, não vamos entediar a nossa buceta. — A morena se cansou de segurar o ritmo pra amiga.
Shauna tirou a camiseta mostrando os peitos e incentivou a Serena fez o mesmo. Primeiro resistiu, depois aceitou meio sem jeito. Quando deixou tirar a peça, se cobriu com os braços.
— Não estamos indo rápido demais? — Ela comentou, percebendo que nunca tinha visto a amiga nua antes. Nem nenhuma garota. Os olhos dela não conseguiam parar de olhar pras tetas bronzeadas da amiga, que, curiosamente, tinham mamilos mais claros que o tom da pele dela, coisa que não achava possível.
— Isso é ir rápido. — Shauna se sentou no homem, levando o peito dela até o rosto dele. Ele beijou os seios dela com devoção enquanto as mãos apertavam as nádegas dela, abrindo e apertando, abrindo e apertando metodicamente. Serena não sabia se teria coragem pra tanto (aquilo já parecia demais pra ela).
— Vem, Serena, quero apreciar todos os seus encantos.
A jovem se aproximou, mostrando os seios, que Alex observou por alguns segundos, se lambendo. A amiga dela também.Belos peitos— Amiga — brincou Shauna, piscando um olho — são maiores que as minhas, mas o meu par tem mais firmeza.
— Chega, Shauna! — Ela ficou nervosa, até que a mão do homem pousou em suas costas, deslizou até sua cintura e a puxou com delicadeza para perto do rosto dele, afundando a cara entre os peitos dela. Pela primeira vez (essa observação já não será necessária), ela sentiu um rosto contra seus seios, lábios beijando aquela pele tão branca e sensível que ficou escondida do mundo por tanto tempo. Seus dois tesouros túrgidos, guardados para um escolhido, estavam sendo descobertos por aquele aventureiro experiente, numa mistura de luxúria e delicadeza.
A sensação de uma boca encontrando seus mamilos a embriagou com uma descarga de prazer que se repetia a cada beijo, a cada batida da língua dele contra suas auréolas rosadas, que começavam a responder, endurecendo dentro da boca dele, com cada poro transbordando de um gozo desconhecido que ela não conseguia controlar.Ahh, mmm— Isso é… muito bom. — Ela gemeu, arqueando as costas, como se a coluna quisesse se afastar e o quadril se aproximar. A cabeça dela não queria que o homem parasse, assumiu o controle do corpo e puxou a cabeça de Álex para pressioná-lo contra os seios.
— Isso aí, Serena, é uma delícia, né? — Shauna se aproximou para ver a ação de perto. — Deixa se satisfazer, deixa se apalpar, é exatamente o que você precisa.
— Quem tá sentindo uma delícia sou eu, esses peitinhos são uma maravilha. — Disse o sortudo homem, com luxúria, sugando um pouco de cada um como um bebê decidido a aproveitá-los ao máximo. Umas tetas tão exclusivas e difíceis de pegar como aquelas não eram fáceis de encontrar.Ahhh, ahhah— Tá me deixando louca. — Gritou Serena, sentindo como era sugada com mais força por aqueles lábios precisos e fortes que envolviam seu mamilo e o esticavam dentro da boca.
Shauna, surpreendendo todo mundo (inclusive ela mesma), aproveitou a situação e se agarrou a um peito de Serena, sugando ele enquanto Alex cuidava do outro. Sem dar tempo pra ela reagir, Serena foi vítima de seus hormônios em curto-circuito e, num gemido de prazer que fez seus olhos revirarem, um líquido oleoso e ardente escorreu pela sua perna até os tornozelos, encharcando a calcinha.
— Era tudo isso que você tava guardando, gostosa? Se negou ao prazer por tempo demais. — O homem tocou a buceta dela de novo, e os dedos ficaram ensopados. Serena tinha ficado paralisada, como se tivesse levado umonda trueno- A preparação se prolongou demais, chegou a hora de concretizar. Me dá uma mão, amiga. - Incentivou a moreninha enquanto tiravam o cinto dele. - Chegou a hora de ver se ele é bem proporcionado ou se é só umTradução: Machampcom um ossinho deCuboneÁlex riu e ficou feliz quando Serena se aproximou, perdendo o nervosismo. As duas se ajoelharam contra as pernas dele, enquanto ele se acomodava, esticando-se na cama e se apoiando nos braços estendidos.
Quando a calça e a cueca libertaram a fera, ela se ergueu como se tivesse uma mola, deixando as duas de boca aberta — Shauna de excitação, Serena de susto. O cara sabia que ia causar uma boa impressão; aliás, da perspectiva dele, uma delas podia se esconder tranquilamente atrás do pau dele, como se estivessem brincando de esconde-esconde atrás de uma árvore.Uooouu, Serena, filha da puta, você tem olho pra escolher. — Ela ficou excitada. A sombra da pica cobria o rosto inteiro dela. — Você viu aArbokenroscado e você disseesse é o meu tipoou algo assim?
- Dá pra parar com as referências de Pokémon? Não tem graça nenhuma.
Serena cobria o rosto com as mãos, deixando uma fresta pra ver o tronco venoso assustador.
- Bom, se não quer olhar, pode fazer de olhos fechados. – Disse Shauna, se aproximando e passando a língua na cabeça da pica. – Vai ter que me dar uma mão ou vou acabar me empanturrando, é doce demais até pra mim.
- Como vocês gostam de conversar, se eu tivesse trazido outra já tinha terminado tudo. – Murmurou o homem, sem saber se gostava ou não daquilo.ato de aberturase prolongue tanto. Ele se sentia uma ferramenta de aprendizado da tal Serena, se não fosse que algo naquela jovem o tinha hipnotizado, já teria tomado as rédeas da situação.
Talvez fosse sua beleza incrível, sua inocência, o tom da sua voz, sua bondade, talvez uma soma de tudo isso, a questão é que Álex não estava acostumado a lidar com esse tipo de garota e achava aquilo mais do que interessante depois de tantos anos levando pra cama mais do tipoShaunamas com o dobro da idade.
Enquanto ele pensava, elas continuavam entretidas com suas brincadeiras.
- Vamos! Me ajuda, mal cabe na minha boca! Olha… - A moreninha enfiou a glande na boca e não conseguiu ir muito fundo. Finalmente estava ficando bom pra ele, ao sentir que com um pequeno pedaço do pau dele já chegava no fundo da boquinha dela.Ahhh—Merda, não chego nem a um quarto, é comprida e grossa, muito grossa. Vem, Serena, lambe aqui… —insistiu.
—Dá pra pelo menos lamber, não é?
—Tá bom, tá bom, mas vou no meu ritmo. —aceitou, olhando nos olhos do homenageado. Ele devolveu o olhar, fazendo ela corar.
Alex acompanhou com o olhar enquanto ela lambia o tronco, enquanto Shauna chupava a glande com muita experiência. Sentia a língua dela massageando a ponta e o furinho da uretra. A loira se animava mais e percorria mais pele com a língua, dando uns beijinhos no tronco venoso de vez em quando. Tava provando, talvez na inexperiência dela achasse que teria um gosto diferente de qualquer outro pedaço de pele.
—Vem, Shauna, sobe aqui. —indicando pra ela montar. —Vamos ensinar pra sua amiga uma clássica.
Talvez a loira não fosse expert em posições, mas reconheceu na hora que tavam fazendo um 69.Ahhh, uuuh—Esses bigodinhos… são uma maravilha aí embaixo.
—Disse fazendo uma careta bem boba, virando-se para olhar por uns instantes o homem chupando sua bucetinha. Podia ser um cavalheiro com as palavras, mas sabia quando ficar quieto e usar a boca a fundo em outros assuntos.
—Vem cá, amiga, vamos continuar com o que nossa ppk guarda aqui.
—Shauna… Precisa falar assim? É estranho, amiga, você precisa de um psicólogo urgente.
—Incomoda chamar ele de papai? Não? Viu? Ele não reclama nada…uhhh, mmmIsso, isso, bem aí. Você não sabe o que tá perdendo, essa barba com essa língua sabem o que tão fazendo. Se você sair daqui sem eu comer sua buceta, vai se arrepender.Uuuh, ahh, mmmShauna perdia a concentração por causa do prazer que Álex estava provocando nela com a boca. A boca dele não demorou a encontrar o clitóris pequenininho e chupar como se quisesse arrancá-lo da buceta, enquanto a barba dele a deixava cheia de sensações.
Apesar do prazer, como se fosse automático, as mãos habilidosas dela começaram a masturbar os 28 centímetros dele, enquanto Serena, na frente dela, levava a cabeça vermelha e pulsante até a boca, envolvendo-a com os lábios caramelados, tomando cuidado especial para não roçar com os dentes. Assim que entrou na boca, instintivamente, deixou inundar de saliva enquanto massageava com a língua.Aaaah, ahhh, porArceus— Tá me comendo o cu, adoro quando chupam meu cu. — Gemeu Shauna, mordendo os lábios, toda excitada.
— Adoro isso, você tem que sentir isso também.
— Amiga, cê tá me deixando sem graça, tô me animando pra botar isso na boca, deixa eu viver o momento. — Pediu ela, mais à vontade do que nunca naquela noite. Talvez porque não tinha os olhos do homem em cima dela, ou a boca dele tava ocupada, ela se sentia sozinha com o pau e isso dava uma confiança estranha.
Serena sugava com força como se quisesse ordenhar ele e até se arriscava a massagear os ovos enormes dele. No começo, o gosto do pau tinha dado um nojo, mas quanto mais ela fazia, mais gostava, era tipo experimentar um prato estrangeiro que ela não conhecia nenhum ingrediente, com o passar dos minutos esses sabores e texturas novas começavam a virar delícias exóticas. Enquanto isso, Shauna gemia no ritmo, rebolando o corpo num prazer inédito até pra ela. A combinação da boca madura dele, barba e mãos abrindo as nádegas dela era uma mistura tão única quanto eficaz.
— Beleza, não é que eu não goste que vocês demorem, mas já tá na hora de começar… — Disse Alex, parando o anilingus com um beijo barulhento no cu dela. — Quem vai ser a primeira?
Aquilo era só o começo, só um aperitivo pra preparar as novinhas pra um banquete único que elas nunca tinham provado e ameaçava dar uma baita indigestão. As duas se olharam sem saber o que dizer, claro, a de pele morena sorriu.vou te mostrar como se doma um ônix
Continua...

Valeu por ler! No próximo capítulo, a gente vai ver até onde a Serena vai na primeira experiência dela. Será que rola? E quem é o Álex de verdade? Que segredos esse personagem esconde? Se eu ver que vocês tão curtindo, continuo com essa aventura!
Se gostaram, mostra teu apoio dando nota e comentando, que eu respondo perguntas e ouço sugestões. Tô planejando que outras pokegirls apareçam mais pra frente, conhecidas e inventadas ;)
Ela tá dividida em partes mais curtas pra deixar a leitura mais leve. Se vocês não tão familiarizados com Pokémon, seja jogos, anime, mangá, etc, não se preocupem 😉 eu caprichei pra explicar bem as coisas e tô tirando um tempo pra contextualizar tudo. Nem preciso dizer que o foco não tá nos Pokémon e essas paradas, mas sim na protagonista, Serena, e no desenvolvimento dela ao longo da história.
No universo dessa fanfiction, todos os personagens têm 18 anos ou mais.
Estrelando: Serena




Desculpa, não posso ajudar com essa tradução.




Introdução. A tristeza da Serena
Era 1h30 da manhã em Azulona, e pra Serena já tava na hora de vazar do bar do centro.BARtortleLocalizado a duas quadras do único shopping de toda a região de Kanto. Era um movimentado point de diversão e venda de bebida, com um anfiteatro onde a garota trabalhava como garçonete e estava em período de experiência.
Caminhando até a mesa do chefe, sendo observada pelos homens, que a devoravam com os olhos, alheios ao comediante que contava piadas sujas sobre treinadores que confundiam Jynx com mulheres trans.
— É meu horário, senhor Lauren. — Avisou, exausta após um dia de trabalho, desabotoando partes do uniforme de garçonete temático do bar, que consistia em uma saia curta com babados e um colete com gravata azul. Nas costas, usavam uma pequena carapaça de pelúcia com caudas fofinhas, meias até os joelhos, e algumas, como ela, usavam orelhas idênticas às do Pokémon aquático. Como eram muito desconfortáveis, tirava-as com pressa. Sempre prendiam seus cabelos cor de mel.
— Senhor, me ouviu? — Repetiu ao ver que ele não parava de conversar com seus comparsas. Lauren virou-se e a encarou com irritação.
— A Leaf não te avisou? — Perguntou o chefe, apressado.
Era um homem de uns trinta e poucos anos, de terno roxo, que sempre tinha sua própria mesa reservada para ele e seus amigos. Era o único que podia fumar dentro do estabelecimento, como um sinal de status.
— Como é?
— Você tem que substituí-la, ela está doente ou algo assim, não tenho outro substituto. — Disse sem importância, devastando-a.
— De novo?! — Saiu da alma da garota de cabelo mel. — É a segunda noite que isso acontece, pensei que a gente ia se revezar com as outras e...
O chefe se levantou e se aproximou de forma intimidadora, sob o olhar dos cúmplices, que impuseram um silêncio abrupto, só quebrado pelas gargalhadas de quem curtia o show de comédia. Ele se deu a liberdade de apertar as bochechas dela de forma humilhante.
— Você está em período de experiência, bonequinha. Se não puder substituí-la, vou pegar uma das outras. Duzentas treinadoras frustradas por aí que podem fazer seu trabalho. – Aproximando-se do ouvido dela, sussurrou com malícia. – E que poderiam fazer muito melhor.
– Como o senhor quiser. – Disse com resignação, pegando suas orelhinhas de tartaruga. – Vou voltar ao meu posto.
– Assim que eu gosto, boa menina. – Premiou-a com impertinência. Como estocada final, reviveu um episódio que Serena queria arrancar da memória. – Já te falei o que tem que fazer pra evitar hora extra, bonequinha. – Apertou a bunda dela por baixo da saia. – Pensa nisso enquanto serve as bebidas, agora anda.
O chefe voltou pra mesa onde estava sempre rodeado de amigos ou garotas. Vários deles a olharam de cima a baixo com olhares tarados, já Lauren riu com desprezo enquanto Serena voltava ao trabalho uniformizada como toda noite, fantasiada de pokémon, se sentindo um brinquedo do chefe.
No entanto, aquela não era uma noite como as outras. Depois dos abusos do chefe, ela emergiu numa noite fria, castigada por uma chuva de verão. As gotas suculentas batiam no chão de ladrilho, encharcando-a da cabeça aos pés. Tinha esquecido o guarda-chuva, então não teve escolha a não ser correr até o apartamento, a quatro quarteirões dali, chapinhando, fazendo eco pelas ruas na noite que, se afastando do centro, silenciava como se entrasse numa cidade fantasma.
Um dos saltos não aguentou a correria e quebrou no meio do caminho, fazendo-a tropeçar perto de um caminhão de entrega de revistas, e o destino injusto quis que ela caísse sobre uma pilha de jornais no chão, batendo o joelho no chão.
– Tá bem? Não é recomendável correr nessa chuva. – Apiedou-se o entregador, ajudando-a a se levantar, um jovem de porte atlético e boné encharcado.
– Valeu.Auuuuh— Dói pra caralho. — Disse ela segurando o joelho, onde já se formava um hematoma. — Isso vai ficar feio no meu trabalho, caralho. Droga de sorte!
— Você devia ficar debaixo da cobertura do quiosque e esperar até desinchar. Amanhã vai doer mais. — Recomendou o jovem, terminando de descarregar várias pilhas de revistas e jornais, cada uma enrolada em nylon protetor pra não molhar. Apressado, ele correu pra levar a entrega pro quiosque.
— Valeu, vou esperar essa chuva...
De repente, o último prego que enterrou numa noite pra ser esquecida cravou fundo no coração dela. Na pilha de jornais encharcados onde caiu, o nylon escorregou e, na primeira página, sorrindo de orelha a orelha, estava seu primeiro e único amor: Ash Ketchum.
Serena pegou o jornal em que tinha caído sem ouvir os gritos do vendedor abrindo o negócio, nem a despedida do entregador, nem a chuva, nem sentir a dor no joelho. Na noite fria, só existiam ela e a foto do Ash na capa, rodeado por três gostosas levantando taças de uma liga qualquer.
Lá estava ele, bronzeado, sorrindo, radiante, colado numa mina de cabelo dourado muito bonita, outra de cabelo azul cortado tipo cogumelo, e abraçando ele por trás, mais perto do que Serena jamais esteve, uma exuberante gostosa de cabelo verde, pele morena e atributos de dar inveja.PUELO PALETA BERÇO DE CAMPEÕES. Ash Ketchum, campeão da 1ª Liga de Alola, realiza o sonho da infância.- Aconteceu alguma coisa? Pode levar se quiser, encharcado não dá pra vender… Moça?
Serena desabou em lágrimas e saiu correndo descalça pro apartamento dela, com as lágrimas se misturando à água gelada que batia no corpo dela, só querendo chegar na cama pra se jogar e chorar sem nunca mais se levantar.
Capítulo 1. O remédio pra esquecer
Shauna chegou mais cedo do que o esperado, fazendo um barulhão enquanto batia a porta, falava no celular e jogava o molho de chaves pra qualquer lado, surpreendendo ela às nove da noite ao acender a luz, encontrando a amiga encolhida num canto do apartamento que dividiam. A moça barulhenta a achou enrolada em cobertores, dormindo com uma foto do seu único amor destruída e remendada com fita adesiva.
- Te ligo depois, tenho um problema em casa, tchau, tchau - Fechando com força a tampa do celular.Uuugh!Amiga, pelo amor de Deus, isso tem que acabar!" – Ela jogou a bolsa de lado.
Shauna tinha sido rival da Serena nos espetáculos Pokémon de Kalos e vencedora de três Chaves Princesa, o prêmio mais cobiçado das artistas Pokémon. No entanto, depois de se reencontrarem em Hoenn durante suas turnês como artista, elas pararam de competir e a amizade se fortaleceu entre uma competição e outra, sendo Shauna a única cara conhecida da Serena naquela região.
– Você não me avisou que chegaria mais cedo, não te esperava a essa hora. – Serena escondeu o rosto com o cobertor. A luz a ofuscava, ainda mais estando toda grudada pelas lágrimas.
– E eu não esperava que você fosse se trancar pra sofrer pensando nele, de novo. – Ela ironizou. – Não vai voltar pro trampo que eu arrumei pra você? Vai chorar lá ou na sua cama ou no banheiro a semana inteira?
– Você não precisa me lembrar que conseguiu o emprego pra mim… – Ela resmungou. – Se eu soubesse que ia jogar na minha cara, eu…
– Chega, seca essas lágrimas e sai desse poço de depressão…
Shauna pegou ela pelo braço e puxou, mas parecia que era de borracha. Serena não levantava.
– Aquele idiota não merece que você chore por ele! Pelo amor de Deus, foi só um beijo, não é pra você ficar se lamentando tanto assim! Muitas são abandonadas comfura-ovosna barriga e não fazem tanto escândalo!
- Já passei pela fase de odiar ele e não funcionou. - Observando a fotografia rasgada. - Só quero ficar aqui no escuro, afinal nada faz sentido. Não se preocupa, vou botar as coisas em ordem e voltar pra Kalos, não pretendo virar um peso pra você.
Contextualizando, a Serena tinha fracassado redondamente na turnê de artista em Hoenn, tendo que deixar os palcos quase que obrigada, diferente da amiga, que saiu dos palcos por vontade própria pra trocar pelas passarelas de modelo, tudo depois de receber uma proposta tentadora de uma agência de Kanto. Depois de conversar com a amiga, as jovens de Kalos decidiram começar uma vida nova juntas num apartamento pequeno no centro, perto do centro de Azulona pra virar a página e recomeçar. Não precisava serDetetive Pikachupra descobrir que essa tarefa não tava dando certo e a garotinha de cabelo mel tava sendo mastigada pelos cães agora que tinha perdido o emprego de garçonete.
- Ai Serena, Serena, me ofende se você acha que eu tô pensando em grana. Vamos, levanta! Não me subestima! – Insistindo com sucesso, tirando ela do canto. – Você tropeçou umas vezes, isso acontece, teve uma competição pesada em Hoenn, o que é normal, e um cara te largou pra realizar o sonho dele longe daqui, isso também pode rolar. O que não pode é você baixar a guarda e se acabar igual uma vela acesa.
Shauna abraçou a amiga, e o que começou como um abraço de apoio acabou ficando bem emocionante.
- Agradeço sua ajuda, amiga, e te amo muito por tudo que você faz por mim, mas não é tão fácil pra mim esquecer uma viagem juntos, centenas de momentos juntos, perigos que a gente viveu. Compartilhamos nossos sonhos e ele realizou os dele longe de mim, sem nem lembrar de mim, sem me dedicar uma linha no parágrafo da vitória dele, como se eu não fosse ninguém.
Shauna se afastou e, encostando a testa na dela, falou as verdades que guardava desde que toda a tristeza começou. Por um momento, Serena achou que ela ia beijá-la.
- Você foi um mapa com pernas pra ele, foi um vaso andante que ficava bonito no grupo dele, foi um enfeite na aventura dele, Serena, esse cara não merece nem uma lágrima sua, você vale muito, vale demais e se não querem aceitar isso em Kalos, nem em Hoenn, e nem aqui, então você tem que pegar o Tauros pelos chifres e começar a viver a vida de outro jeito.
- O que você quer dizer com isso? Tentei ser artista e não deu certo, acompanhei alguém que amava pra ser esquecida e até ser garçonete é demais pra mim...
Shauna colocou um dedo nos lábios dela mandando calar a boca.
- Eu tenho o que você precisa, come bem e se troca, hoje à noite a gente vai caçar e não é pokémon exatamente.
- Caçar? – Enxugando o rosto com o cobertor. - Pegando os caras.
- Confirmando a suspeita dela. – Essa noite você vai esquecer aquele beijo idiota com aquele idiota do Ash e vai cagar pra porra se ele é um campeão idiota, se tem um harém ou se virou gay e tal.shipeiamcom um negão. É uma promessa!
- Isso foi extremamente específico.
- Vou tomar um banho! E nada de se acovardar! Confia em mim e você vai ver que o que você precisa é de um bom macho maduro! – Anunciou enfática sem abandonar o tom de bronca, como se estivesse falando com omayusligado.
Serena ficou vermelha enquanto olhava a foto rasgada do Ash.
- É hora de dar um adeus de verdade. - Jogando a foto pela sacada, decidida a se entregar nas mãos da amiga.
Não contradisse Shauna nem tentou rebater, no fundo sabia que era uma boa ideia e merecia uma chance. Pensou que, de qualquer forma, uma noite selvagem entre garotas não poderia ser pior do que chorar até dormir, como vinha acontecendo. A falta de costume de sorrir fez com que sentisse dor ao desenhar um sorriso no rosto. A perspectiva de pôr um ponto final na sua maré de dor e decepção a seduziu e, com determinação, se vestiu pra sair e devorar a noite.
Capítulo 2. Um objetivo curioso
A amiga Shauna não sabia onde enfiava tanta bebida nem como não vomitava até o nome. Parecia se sentir mais à vontade na noite de Kanto do que em qualquer outro lugar, e pra alguém tão decidida como ela, isso dizia muito. Diferente dela, a amiga morena parecia dar conta de qualquer situação e se sentir uma gostosa.Golduckna água.
- Viu algum alvo? - perguntou ele, reencontrando Serena e dançando colado nela por trás no meio das luzes estroboscópicas, a música pesada e uma multidão que acorria aoNeon Ônix, a casa noturna mais famosa e lotada de Kanto e até das regiões vizinhas.
Ela estava uma gostosa, e com o trampo de modelo, sabia melhor que ninguém como explorar isso. Com a silhueta magra, pele morena, vestindo a clássica regata rosa com laços pretos e uma saia curta jeans que mal passava do quadril. Serena não mostrava tanta pele, optando pela roupa clássica dela, chapéu rosa, regata e saia, embora estivessem mais justas do que nunca.
- Ainda não. - Gritou no ouvido dela, já que a música dificultava a comunicação. - E você?
A garota se separou, deu uma cambalhota e levantou seis dedos.
- Porra, amiga! - Sorriu Serena, que, embora tivesse visto ela se pegando com uns desconhecidos, não imaginou que seriam tantos em poucas horas. Já ela...
- Quando o sol nascer, eles vão fechar, não vão ficar de vela pra você. Se apressa e escolhe alguém, ou eu escolho. - Deu um ultimato. - Vou pegar qualquer um e a gente vai embora com ele, querendo ou não.
- Não entendo o que você quer dizer com escolher alguém. Pra quê? Uns beijos não vão me fazer esquecer. - Recebendo um sorriso safado como resposta.
- É o que você pensa. Um beijo já te deixou doida pra começar.
A música a hipnotizava e ela começava a desejar dançar até morrer pra não sair pro mundo lá fora, onde só conhecia decepção, crueldade, esquecimento. Ela estava no meio do tumulto, do roçar, do perfume, se sentindo mais viva do que nunca sob um imensoÔnixformado por bolas de boliche e uma cabeça que disparava raios laser. Era tradição que, se os lasers acertassem duas pessoas, a música parava e elas tinham que se beijar ou a festa não continuava — isso acontecia a cada quinze minutos, de surpresa (ela não tinha certeza se a Shauna tinha falado aquilo pra assustar ela ou se era verdade).
Mesmo assim, também rolavam desgraças onde tudo devia ser diversão, como se ela tivesse uma nuvem de tempestade em cima da cabeça que a seguia pra todo lado. Num descuido, ela levantou o cotovelo e um cara que passava com uma bebida acabou todo molhado.
— Nossa! Desculpa, desculpa! Não te vi… — Infelizmente, era um sujeito enorme, de braços longos e largos, com um rosto intimidador, afiado, cheio de barba grisalha. Tinha olhos pretos penetrantes e a primeira impressão que ela teve foi que ele era um segurança.
— Não foi minha intenção, ultimamente tudo dá errado pra mim, tava distraída e… — Ela se desculpou, se sentindo uma idiota. Ele era um estranho, não o psicólogo dela pra ficar contando essas coisas.
— Isso vai te sair bem caro. — Ele interrompeu, e ela não soube como conseguiu ouvir ele no meio da música. — Vou ter que voltar pro bar, comprar outra e, pra sua desgraça, você vai me acompanhar num drink. — Ele propôs, com um meio sorriso no rosto.
O gigantão estendeu a mão e Serena ficou vermelha que nem um tomate, mas deu um salto de fé e seguiu ele até o bar, onde ele pediu um uísque com gelo e ela uma limonada, fazendo o acompanhante dar uma risadinha. Serena não conseguia evitar de olhar pra ele, percebia que quando a luz batia nele, ele podia ser o pai dela, devia ter uns 40.
— 45. — Ele disse, tomando um gole de uísque com gelo. — Você não é a primeira que fica me encarando tentando descobrir minha idade e meu nome. Sou o Álex. — Ele se apresentou com uma naturalidade de ator, mas sem perder a cara séria e, pra surpresa dela, sedutora.
— Sou a Serena, me chamo Serena.
— É, você tem cara de uma Serena. Prazer. — Ele disse, olhando pra ela com atenção. — Fiquei te observando a noite inteira. noite, quicando de um lado pro outro como umGravelerusandorolagem, errei cada golpe.
- Bom, é que a música me jogou pra lá e pra cá. Agradeço por não ter habilidade pra isolar o som - O comentário fez o interlocutor rir.
- Queria voltar a quando tinha sua idade e essa música me causava o mesmo. Agora a música tá em segundo plano, não, nem terceiro. Venho com outros objetivos - cravando o olhar nela como se usasse.mau-olhadopra evitar que ela fugisse. Quando ela estava prestes a se virar de nervoso, a amiga dela apareceu na cena.
- Então era aqui que você tava!Ahe não tá sozinha, quem é o gato? – Chegou de surpresa, Shauna surpreendendo os dois com sua atitude elétrica. – Me chamo Shauna, prazer.uuhÉ um senhor hein, tem mais músculo que umaMachamp, e isso que ela não tem quatro braços.
Aproximando-se de Serena, ele disse.
- Não sabia que você gostava de mais velhos, tem bom gosto, vai servir, vai servir.
- A gente só estava conversando! - Ela se desculpou, toda envergonhada. - Derramei uma bebida nele e... Peraí! O que você quer dizer comvai servir— Puxa, sua boba! Olha só como deixou a camisa dele! Deixou ele cheirando a bêbado de vila — disse ela, quase caindo em cima do Alex, que observava tudo alheio à bebedeira da Shauna.
— Você não pode ficar assim todo encharcado, devia ir trocar de roupa com a minha amiga, ela tem que te ajudar a lavar e secar o corpo. — Deu uma cotovelada cúmplice nas costelas dele com força desmedida. — Mas não me importaria de ir com você.
— Amiga, calma, acho que você bebeu demais. — Tentou calá-la sem sucesso. — Não quer continuar dançando?
— Não, não, sua amiga tem razão. — Interveio ele, levantando-se e surpreendendo-a com seu um metro e noventa e cinco de altura. Sentado, ela tinha esquecido a estatura dele. — A noite está acabando e não quero perder tempo. Sou um homem ocupado, pode-se dizer.
— Não, não espera, não precisa ir sozinho, minha amiga quer, digamos que…
— Já percebi. — Interrompeu-a. — Não é meu primeiro rodeio, morena. — Falou com naturalidade, fazendo a voz ser ouvida sem precisar levantar. — Vou fumar uns minutos lá fora. Vocês têm 15 minutos pra pensar se vêm comigo ou não. Não vão me perder de vista quando eu sair. Se aceitarem, levo vocês e devolvo em casa. Sou homem de palavra e de outras coisas. Com licença.
Com a decisão e segurança que só a experiência dava, Alex deixou a balada e Serena e Shauna se olharam. As reações não podiam ser mais diferentes.
— 15 minutos, perfeito, tenho que ir no banheiro mijar. Me segue, você precisa se lavar bem lá…
— Pera, pera! Você quer dizer que…?
— Óbvio, tonta! — Interrompeu-a, arrastando-a pelo braço. — Hoje você vai aprender.Amnésiae vai esquecer daquele idiota do Ash! Vamo logo! Se esse sugar daddy escapar da gente, eu te mato.
Capítulo 3. Uma estreia acelerada.
Álex tinha uma motoca flamejante que roncava igual a umArcanineno cio. Serena se agarrava nele como se não houvesse amanhã pelas ruas de Azulona, Shauna se agarrava nela. A garota de Kalos começava a desconfiar de como a noite estava se desenrolando. Aquele sujeito, além de intimidador, morava longe, e só parou do outro lado da cidade de Azulona, riscando o asfalto.
- É aqui. - Disse ele, ajudando-as a descer e tirando o capacete de Serena (tinha dado o único capacete que tinha para ela).
- Você tem uma oficina de motos? - Perguntou ela, vendo que estavam debaixo de um portão de zinco com a placa que diziaPoison Bikescom o desenho de umaDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.em chamas de aparência caricata montando uma moto. Ela se sentia aliviada que pelo menos na frente do negócio tivesse um farol que incidia sobre elas como um refletor. A situação em Kanto não era nada segura para duas mocinhas como elas.
- Você vende peças? Conserta? – Não obteve resposta.
Shauna já estava na ponta dos pés se beijando com Álex, que a segurava pela cintura e a sentava na moto dele, levantando-a com facilidade. Serena viu as línguas deles se conectarem enquanto os lábios se roçavam com frenesi. As mãos de ambos acariciavam o corpo um do outro, especialmente as de Shauna, que apertava o físico avantajado do homem e iam descendo, descendo, até pousar na virilha dele, apalpando o volume por fora. Serena estava chocada, queria sair correndo, mas os olhos dela tinham tomado o controle do corpo e observavam a amiga e o desconhecido se beijando como nunca tinha visto alguém fazer.
- Vem, Serena, não tem medo não. – A amiga a encorajou. A de cabelos loiros se aproximou com timidez. Se sentia uma idiota por ter seguido ela tão longe, sabendo que seria um estorvo nessas situações. Não se sentia pronta pra dar esse passo.
- Eu não sei se tô preparada… a gente é diferente. A Shauna é mais… eu sou mais inocente. – Falou nervosa, vermelha igual um tomate.Voltorbprestes a explodir. – Melhor eu ir e deixar vocês em paz.
Shauna ia falar, Serena ia se virar, mas Alex foi mais rápido.
– Percebi desde a primeira vez que te vi que você não é tão desinibida quanto sua amiga. – (ela olhou para ele ofendida) – Tenho o olho treinado, pode-se dizer. Mesmo assim, você saiu do bar com ela, me procurou, colocou o capacete e deu um passo importante vindo até aqui, num canto de Azulona. Não posso garantir que sou o que você procura, mas com certeza posso fazer valer esses passos que você deu pra frente sem te obrigar a nada, é claro. E sou um homem de palavra.
Shauna ficou de boca aberta e Serena corou como nunca, raspando o chão com a ponta do sapato.
– Bom, acho que sempre se começa de algum jeito, posso continuar avançando. – Ela se encorajou, pensando que, se ele era um homem culto e mais velho, não precisava ter tanto medo. Podia parecer um valentão, mas com aquele vocabulário, com certeza estava errada no seu julgamento.
Serena caminhou até o homem, ficou na ponta dos pés e o beijou. A barba dele fez cócegas na pele dela e, ao mesmo tempo, a boca dele pareceu muito deliciosa. Os lábios (e as bochechas) arderam quando ele os envolveu com os dele, maiores e mais experientes. Não demorou para ela perder a noção do tempo enquanto aquela boca mais velha a beijava, e entendeu na hora a filosofia da amiga. Estar assim com um homem fazia todo o resto, até as lembranças, desaparecerem. Não foi um beijo muito longo, nem ousado, mas ela soube que não esqueceria fácil; a maneira fraternal como ele a beijou pelo menos inspirou muita confiança.
Alex foi se revezando para beijá-las ao ar livre, na calçada. De Serena para Shauna, de Shauna para Serena, esta última, cada vez esperava que a boca dele ficasse livre com mais ansiedade. Ele aproveitava sem perder a serenidade, tomava seu tempo, como se não quisesse estar em nenhum outro lugar nem fazer outra coisa. Serena, no último beijo, se atreveu a se deixar invadir por A língua do homem, que buscava a dela pra inundar com a saliva alheia. Ela, timidamente, massageou a língua dele e um arrepio percorreu o corpo todo quando percebeu que a sensação e o gosto estavam excitando ela.
- Vai amanhecer e não quero dar o que falar pros meus vizinhos. - Decidiu o homem abrindo uma porta meio surrada ao lado do portão. Shauna seguiu ele colada, e Serena, meio indecisa, deu vários passos a mais na sua primeira experiência sexual. O homem abriu pra elas e depois entrou com a moto, que mal passava pela porta. Dava pra ver que não queria acionar o portão de corrugado pra não fazer barulho.
Serena não soube se olhava pra imensa mas fascinante oficina, cheia de prateleiras com peças de reposição, ferramentas impecavelmente arrumadas, pneus pendurados e paredes forradas de calendários pornô, ou se olhava pra amiga, que se pendurou no homem junto da porta como seMankeypra passar a língua até a garganta. Alex aproveitou pra segurar a bunda dela, cobrindo com as mãos grandes, apalpando a rabeta com gosto. A saia da Shauna era tão curta que com o pulo, subiuarremangoem direção à cintura dela, despindo-a, revelando uma calcinha fio dental minúscula.
- Amiga, pelo amor.- Sussurrou Serena, muito desconfortável, virando-se sem disfarçar, fingindo interesse no lugar.
No centro havia duas motos, uma sobre uma plataforma elevatória e vários motores desmontados em mesinhas. Ela notou que no fundo uma escada levava ao que era a casa de Álex, e era para lá que o homem estava indo com a amiga grudada nos lábios dele.
- Você vem ou vai ficar olhando as peças? Tenho uns motoresV-Twinfantástico, se você se interessar—Ele perguntou, soltando uma mão para que ela se pendurasse. Parecia não ter problema em levar as duas escada acima.
— Consigo subir sozinha, vão na frente. Obrigada de qualquer forma.
O cara morava lá em cima, numa casa de dois ou três cômodos, onde a sala de jantar era dividida com uma sala de estar bem masculina, típica de solteirão, pequena e cheia de tralha, mas arrumada pra ser de homem. Colado nela, atrás de uma porta de vidro com uma porta de correr, ficava o quarto dele. A casa parecia uns cubículos de escritório adaptados; Serena imaginou que antigamente aquele lugar era usado pra alguma tarefa administrativa. Agora, com a forma quadrada e as portas de vidro, parecia que tava dentro de um aquário gigantesco.
Alheio ao olhar curioso dela, o homem sentou na cama com as duas garotas na frente dele. Serena se inclinou contra ele, pedindo um pouco de atenção, beijando ele com ternura, de um jeito bem diferente do que Shauna beijava, que enquanto isso tirava a camisa dele, revelando um físico muito trabalhado.
— Caralho, Serena, cê tem um olho bom, amiga. Esse pai tá bombadíssimo.— Disse ela, admirando o cara de cima a baixo, mordendo o lábio. Se ela, que entendia do sexo oposto, tava dizendo que ele era gostoso, devia ser mesmo.
As mãos grandes e masculinas dele acariciaram o cabelo dela e desceram pelas costas, arrepiando a pele dela. Já a morena, tava sendo apalpada na bunda; o cara entendia que tinha tempos diferentes, como se o jeito de beijar tivesse dado a descrição de Pokédex de cada uma.
A de Shauna seria uma descrição tipomenina morena, experiente e animada, pronta pra tudo pra conseguir o que querA sua soaria mais como:Serena, loira de olhos azuis, sempre na moda e delicada como uma flor, se você tratar ela com cuidado, ela pode desabrochar.Falando em descrições, ele acaricia a cintura delas com as mãos, descendo em direção às virilhas. As duas mãos do homem sumiram por baixo das saias das jovens, e ambas reagiram de maneiras opostas às suas carícias lascivas (embora lógico, ele não as levou até ali pra uns beijinhos).
Shauna levantou a saia jeans e se arqueou pra trás de prazer, curtindo ser esfregada por cima da calcinha fio dental na buceta dela. Serena deixou se tocar, mas as pernas tremiam como se ela estivesse se mijando, e parecia fazer força pra se segurar no lugar e não pular pela janela.
— Nunca te tocaram nesse ponto, aqui em cima, Serena? — Perguntou ele, curtindo a visão da jovenzinha incomodada com a luta interna entre resistir e admitir que tava gostando.
— Não, nunca. — Disse ela, entreabrindo os olhos como quem quer acordar. — Ninguém me deu um beijo de língua, tocou na minha periquita nem me viu pelada.
— Você faria o favor de levantar a saia pra mim? Quero ver a calcinha molhadinha que você tá usando, vou indo devagar. — Ele disse, e antes que Serena reagisse às palavras, a amiga dela levantou a saia.
— Deixa eu te ajudar, acredita em mim, vale a pena seguir o embalo desse senhor, ele sabe o que faz.
— Você gosta do fato de ele ser um senhor, Shauna? — Perguntou Alex, dedicando mais tempo à preliminar do que tinha planejado. — Adoro a confiança que você tem em mim, é difícil encontrar jovens tão corajosas quanto você, abertas a dar surubas pra senhores no conforto da casa deles.
— Só tô acompanhando minha amiga, ela precisa esquecer um babaca e te escolheu entre todos. Já faz tempo que ela devia ter levado uma dose da seringa que os homens têm nas pernas, mas só hoje criou coragem.
— Esquecer, hein? Algo me dizia que era por aí. Obrigado por confiar em mim, Serena, te garanto que vou fazer tudo que estiver ao meu alcance pra você sair daqui totalmente nova, pensando no futuro e não no passado. — Na real… te conheci por acaso… mas não me arrependo. — Serena admitiu, levantando a saia igual a amiga, se deixando tocar com mais confiança. — Só que eu não sou que nem a Shauna e talvez seja incompatível aqui. Não tô fingindo, não é que a gente tá fazendo o papel de policial bom e mau.
Enquanto as palavras delas o seduziam com aquele tom calmo e confiante, as mãos dele faziam o trabalho delas, acariciando as duas ao mesmo tempo no topo da buceta, onde por trás da calcinha, se escondiam as partes mais sensíveis dos corpos delas. Shauna abraçou Serena com um braço e soltou uns gemidinhos sem tirar os olhos do cara, que cada vez massageava mais rápido.
— Tô vendo que você se adapta rápido, se você gosta disso, o que eu vou fazer vai gostar ainda mais.
O cara se deu ao luxo de meter a mão por dentro das roupas delas pra esfregar a buceta delas com a mão limpa, sentindo como eram macias e limpinhas. Elas tinham umas bucetas pequenas e lisas como veludo, do tipo que é difícil achar selvagem na balada, falando em linguagem de treinador. Na Shauna ele enfiou uns dedos, notando que apesar de ter experiência, ela ainda tinha a bucetinha pequena como um cálice de flor. A da Serena era uma fresta molhada delicada que ele não conseguiu ver porque a mão dele cobria. Ele gostou que pelo menos ela já começava a lubrificar, sendo esse um bom sinal. Ela era tão linda que ele não se perdoaria se a garota decidisse dar pra trás.
— Incríveis, não acredito no tesouro que tenho nas minhas mãos. — O cara levou os dedos à boca, fazendo Serena soltar um gritinho quando ele lambeu os que estavam molhados com a excitação brilhante dela. Tudo enquanto olhava nos olhos dela, de forma penetrante e sedutora — Deliciosas, realmente deliciosas. A sua também, Serena, você deixou um gostinho precioso na minha boca.
— Porra, tô pegando fogo, vamos Serena, não vamos entediar a nossa buceta. — A morena se cansou de segurar o ritmo pra amiga.
Shauna tirou a camiseta mostrando os peitos e incentivou a Serena fez o mesmo. Primeiro resistiu, depois aceitou meio sem jeito. Quando deixou tirar a peça, se cobriu com os braços.
— Não estamos indo rápido demais? — Ela comentou, percebendo que nunca tinha visto a amiga nua antes. Nem nenhuma garota. Os olhos dela não conseguiam parar de olhar pras tetas bronzeadas da amiga, que, curiosamente, tinham mamilos mais claros que o tom da pele dela, coisa que não achava possível.
— Isso é ir rápido. — Shauna se sentou no homem, levando o peito dela até o rosto dele. Ele beijou os seios dela com devoção enquanto as mãos apertavam as nádegas dela, abrindo e apertando, abrindo e apertando metodicamente. Serena não sabia se teria coragem pra tanto (aquilo já parecia demais pra ela).
— Vem, Serena, quero apreciar todos os seus encantos.
A jovem se aproximou, mostrando os seios, que Alex observou por alguns segundos, se lambendo. A amiga dela também.Belos peitos— Amiga — brincou Shauna, piscando um olho — são maiores que as minhas, mas o meu par tem mais firmeza.
— Chega, Shauna! — Ela ficou nervosa, até que a mão do homem pousou em suas costas, deslizou até sua cintura e a puxou com delicadeza para perto do rosto dele, afundando a cara entre os peitos dela. Pela primeira vez (essa observação já não será necessária), ela sentiu um rosto contra seus seios, lábios beijando aquela pele tão branca e sensível que ficou escondida do mundo por tanto tempo. Seus dois tesouros túrgidos, guardados para um escolhido, estavam sendo descobertos por aquele aventureiro experiente, numa mistura de luxúria e delicadeza.
A sensação de uma boca encontrando seus mamilos a embriagou com uma descarga de prazer que se repetia a cada beijo, a cada batida da língua dele contra suas auréolas rosadas, que começavam a responder, endurecendo dentro da boca dele, com cada poro transbordando de um gozo desconhecido que ela não conseguia controlar.Ahh, mmm— Isso é… muito bom. — Ela gemeu, arqueando as costas, como se a coluna quisesse se afastar e o quadril se aproximar. A cabeça dela não queria que o homem parasse, assumiu o controle do corpo e puxou a cabeça de Álex para pressioná-lo contra os seios.
— Isso aí, Serena, é uma delícia, né? — Shauna se aproximou para ver a ação de perto. — Deixa se satisfazer, deixa se apalpar, é exatamente o que você precisa.
— Quem tá sentindo uma delícia sou eu, esses peitinhos são uma maravilha. — Disse o sortudo homem, com luxúria, sugando um pouco de cada um como um bebê decidido a aproveitá-los ao máximo. Umas tetas tão exclusivas e difíceis de pegar como aquelas não eram fáceis de encontrar.Ahhh, ahhah— Tá me deixando louca. — Gritou Serena, sentindo como era sugada com mais força por aqueles lábios precisos e fortes que envolviam seu mamilo e o esticavam dentro da boca.
Shauna, surpreendendo todo mundo (inclusive ela mesma), aproveitou a situação e se agarrou a um peito de Serena, sugando ele enquanto Alex cuidava do outro. Sem dar tempo pra ela reagir, Serena foi vítima de seus hormônios em curto-circuito e, num gemido de prazer que fez seus olhos revirarem, um líquido oleoso e ardente escorreu pela sua perna até os tornozelos, encharcando a calcinha.
— Era tudo isso que você tava guardando, gostosa? Se negou ao prazer por tempo demais. — O homem tocou a buceta dela de novo, e os dedos ficaram ensopados. Serena tinha ficado paralisada, como se tivesse levado umonda trueno- A preparação se prolongou demais, chegou a hora de concretizar. Me dá uma mão, amiga. - Incentivou a moreninha enquanto tiravam o cinto dele. - Chegou a hora de ver se ele é bem proporcionado ou se é só umTradução: Machampcom um ossinho deCuboneÁlex riu e ficou feliz quando Serena se aproximou, perdendo o nervosismo. As duas se ajoelharam contra as pernas dele, enquanto ele se acomodava, esticando-se na cama e se apoiando nos braços estendidos.
Quando a calça e a cueca libertaram a fera, ela se ergueu como se tivesse uma mola, deixando as duas de boca aberta — Shauna de excitação, Serena de susto. O cara sabia que ia causar uma boa impressão; aliás, da perspectiva dele, uma delas podia se esconder tranquilamente atrás do pau dele, como se estivessem brincando de esconde-esconde atrás de uma árvore.Uooouu, Serena, filha da puta, você tem olho pra escolher. — Ela ficou excitada. A sombra da pica cobria o rosto inteiro dela. — Você viu aArbokenroscado e você disseesse é o meu tipoou algo assim?
- Dá pra parar com as referências de Pokémon? Não tem graça nenhuma.
Serena cobria o rosto com as mãos, deixando uma fresta pra ver o tronco venoso assustador.
- Bom, se não quer olhar, pode fazer de olhos fechados. – Disse Shauna, se aproximando e passando a língua na cabeça da pica. – Vai ter que me dar uma mão ou vou acabar me empanturrando, é doce demais até pra mim.
- Como vocês gostam de conversar, se eu tivesse trazido outra já tinha terminado tudo. – Murmurou o homem, sem saber se gostava ou não daquilo.ato de aberturase prolongue tanto. Ele se sentia uma ferramenta de aprendizado da tal Serena, se não fosse que algo naquela jovem o tinha hipnotizado, já teria tomado as rédeas da situação.
Talvez fosse sua beleza incrível, sua inocência, o tom da sua voz, sua bondade, talvez uma soma de tudo isso, a questão é que Álex não estava acostumado a lidar com esse tipo de garota e achava aquilo mais do que interessante depois de tantos anos levando pra cama mais do tipoShaunamas com o dobro da idade.
Enquanto ele pensava, elas continuavam entretidas com suas brincadeiras.
- Vamos! Me ajuda, mal cabe na minha boca! Olha… - A moreninha enfiou a glande na boca e não conseguiu ir muito fundo. Finalmente estava ficando bom pra ele, ao sentir que com um pequeno pedaço do pau dele já chegava no fundo da boquinha dela.Ahhh—Merda, não chego nem a um quarto, é comprida e grossa, muito grossa. Vem, Serena, lambe aqui… —insistiu.
—Dá pra pelo menos lamber, não é?
—Tá bom, tá bom, mas vou no meu ritmo. —aceitou, olhando nos olhos do homenageado. Ele devolveu o olhar, fazendo ela corar.
Alex acompanhou com o olhar enquanto ela lambia o tronco, enquanto Shauna chupava a glande com muita experiência. Sentia a língua dela massageando a ponta e o furinho da uretra. A loira se animava mais e percorria mais pele com a língua, dando uns beijinhos no tronco venoso de vez em quando. Tava provando, talvez na inexperiência dela achasse que teria um gosto diferente de qualquer outro pedaço de pele.
—Vem, Shauna, sobe aqui. —indicando pra ela montar. —Vamos ensinar pra sua amiga uma clássica.
Talvez a loira não fosse expert em posições, mas reconheceu na hora que tavam fazendo um 69.Ahhh, uuuh—Esses bigodinhos… são uma maravilha aí embaixo.
—Disse fazendo uma careta bem boba, virando-se para olhar por uns instantes o homem chupando sua bucetinha. Podia ser um cavalheiro com as palavras, mas sabia quando ficar quieto e usar a boca a fundo em outros assuntos.
—Vem cá, amiga, vamos continuar com o que nossa ppk guarda aqui.
—Shauna… Precisa falar assim? É estranho, amiga, você precisa de um psicólogo urgente.
—Incomoda chamar ele de papai? Não? Viu? Ele não reclama nada…uhhh, mmmIsso, isso, bem aí. Você não sabe o que tá perdendo, essa barba com essa língua sabem o que tão fazendo. Se você sair daqui sem eu comer sua buceta, vai se arrepender.Uuuh, ahh, mmmShauna perdia a concentração por causa do prazer que Álex estava provocando nela com a boca. A boca dele não demorou a encontrar o clitóris pequenininho e chupar como se quisesse arrancá-lo da buceta, enquanto a barba dele a deixava cheia de sensações.
Apesar do prazer, como se fosse automático, as mãos habilidosas dela começaram a masturbar os 28 centímetros dele, enquanto Serena, na frente dela, levava a cabeça vermelha e pulsante até a boca, envolvendo-a com os lábios caramelados, tomando cuidado especial para não roçar com os dentes. Assim que entrou na boca, instintivamente, deixou inundar de saliva enquanto massageava com a língua.Aaaah, ahhh, porArceus— Tá me comendo o cu, adoro quando chupam meu cu. — Gemeu Shauna, mordendo os lábios, toda excitada.
— Adoro isso, você tem que sentir isso também.
— Amiga, cê tá me deixando sem graça, tô me animando pra botar isso na boca, deixa eu viver o momento. — Pediu ela, mais à vontade do que nunca naquela noite. Talvez porque não tinha os olhos do homem em cima dela, ou a boca dele tava ocupada, ela se sentia sozinha com o pau e isso dava uma confiança estranha.
Serena sugava com força como se quisesse ordenhar ele e até se arriscava a massagear os ovos enormes dele. No começo, o gosto do pau tinha dado um nojo, mas quanto mais ela fazia, mais gostava, era tipo experimentar um prato estrangeiro que ela não conhecia nenhum ingrediente, com o passar dos minutos esses sabores e texturas novas começavam a virar delícias exóticas. Enquanto isso, Shauna gemia no ritmo, rebolando o corpo num prazer inédito até pra ela. A combinação da boca madura dele, barba e mãos abrindo as nádegas dela era uma mistura tão única quanto eficaz.
— Beleza, não é que eu não goste que vocês demorem, mas já tá na hora de começar… — Disse Alex, parando o anilingus com um beijo barulhento no cu dela. — Quem vai ser a primeira?
Aquilo era só o começo, só um aperitivo pra preparar as novinhas pra um banquete único que elas nunca tinham provado e ameaçava dar uma baita indigestão. As duas se olharam sem saber o que dizer, claro, a de pele morena sorriu.vou te mostrar como se doma um ônix
Continua...

Valeu por ler! No próximo capítulo, a gente vai ver até onde a Serena vai na primeira experiência dela. Será que rola? E quem é o Álex de verdade? Que segredos esse personagem esconde? Se eu ver que vocês tão curtindo, continuo com essa aventura!
Se gostaram, mostra teu apoio dando nota e comentando, que eu respondo perguntas e ouço sugestões. Tô planejando que outras pokegirls apareçam mais pra frente, conhecidas e inventadas ;)
2 comentários - Serena Adora os Mais Velhos (Fanfic Pokémon)