Isso aconteceu há pouco mais de 15 anos atrás. Na época, eu trabalhava na área de comércio exterior, tinha menos de 30 anos e, por questões de trabalho, lidava muito com o setor financeiro. Acontece que lá trabalhava uma garota como secretária do gerente financeiro. Ela tinha uns 20 anos e começou na empresa com 18, como office girl — era a mina que ia nos bancos, na receita federal, etc. Aí a secretária anterior pediu demissão e colocaram ela no lugar. Questão é que a gente se dava bem, mas na época ambos tinham namorado(a), e nunca passou pela minha cabeça que podia rolar o que vou contar agora, primeiro por causa desse compromisso de cada um e segundo pela diferença de idade.
Era começo do ano e eu voltava de férias. Num dia que fui na sala dela, ela me perguntou onde eu tinha ido. Contei, ela se interessou pra caralho pela viagem e pediu pra ver fotos. Foi aí que a gente começou a conversar mais. Um dia, falando sobre qualquer merda, ela comentou que gostava de fernet e a gente tinha o mesmo gosto. Eu falei, meio na brincadeira: "um dia a gente toma um". A conversa morreu ali, mas toda vez que me via, ela me zoava falando que eu nunca cumpria o convite. Eu respondia: "vamos tomar uns fernetinhos logo, haha".
Naquela época tinha o MSN Messenger. Um dia, depois do expediente, tava no computador do trabalho e vi que ela entrou (na época todo mundo se adicionava no MSN). Cumprimentei, ela perguntou onde eu tava, falei que ainda na firma, e ela disse que já tinha chegado em casa. Aí me deu na telha: "quando você quiser, te convido pra vir aqui em casa tomar um". Aqui vou fazer uma pausa pra descrever ela: era morena, cabelo liso, com seus 20 anos juvenis, um sorriso que apaixonava e um rostinho muito bonito. O corpo era bom — não era daquelas magrelas, mas também não era gordinha, era normal. A conversa no MSN continuou por... pistas normais, então de vez em quando ela se conectava e a gente conversava, foi durante essas conversas que eu comecei a me interessar mais por ela. Tava no final de março e eu tava com muito trampo e ficava quase todo dia depois do expediente, só pra constar, eu morava sozinho e não tinha internet em casa, então só entrava no MSN no trampo ou em alguma lan house. Aí nesse dia ela se conectou e eu resolvi ir com tudo, falei: "quer vir aqui no meu apê sexta? Tenho uma garrafa de Branca recém-comprada." Aí ela respondeu: "mas você não mora com sua namorada?" E eu falei: "não, moro sozinho, ela fica aqui nos fins de semana, mas nunca na sexta." Aí ela disse: "mesmo assim, nem fudendo que vou sozinha no seu apê. Você tem namorada e eu tenho namorado." Ali eu fiquei mudo, não sabia o que falar, acabei soltando: "desculpa, viajei na maionese" e me desconectei, queria morrer, porque ia ter que continuar vendo ela no trampo. No dia seguinte, bem cedo, ela me mandou uma mensagem num chat interno que tinha na empresa chamado Win Pop Up! e falou: "ontem você se desconectou, juro que não sabia o que dizer." Aí eu falei: "e o que você quer? Eu te convidei e você me cortou na hora." E ela respondeu: "não dá pra falar disso aqui, mas se você quiser, aceito o convite do fernet, mas num bar, quando a gente sair daqui do trampo." Foi assim que combinamos pro dia seguinte. No dia seguinte, marcamos de nos encontrar no Centro e ir num barzinho, os dois tavam, digamos, pulando a cerca. Aí chegou a hora, a gente se encontrou, andou uma quadra e achou um bar na rua Reconquista, pedimos dois fernet, e num momento eu falei: "gata, cê me atrai pra caralho" e fui beijar ela, e ela falou: "eita, você tem namorada" e desviou o beijo. Eu pensava: "pqp, ela tá dificultando pra caralho." Falei: "você também tem namorado e tá aqui tomando um fernet comigo" e aí peguei ela pela nuca e comecei a beijar ela de língua. A gente deve ter ficado umas duas horas se pegando naquele bar, até que o celular dela tocou, era o namorado dela, então ela Tava falando com o namorado no telefone e me beijava, eu tava louco, falei "vamos pro meu apê". Ela respondeu: "hoje não dá, mas te prometo que esses dias a gente acerta e eu vou". O que rolou naquele dia fico pra segunda parte.
Era começo do ano e eu voltava de férias. Num dia que fui na sala dela, ela me perguntou onde eu tinha ido. Contei, ela se interessou pra caralho pela viagem e pediu pra ver fotos. Foi aí que a gente começou a conversar mais. Um dia, falando sobre qualquer merda, ela comentou que gostava de fernet e a gente tinha o mesmo gosto. Eu falei, meio na brincadeira: "um dia a gente toma um". A conversa morreu ali, mas toda vez que me via, ela me zoava falando que eu nunca cumpria o convite. Eu respondia: "vamos tomar uns fernetinhos logo, haha".
Naquela época tinha o MSN Messenger. Um dia, depois do expediente, tava no computador do trabalho e vi que ela entrou (na época todo mundo se adicionava no MSN). Cumprimentei, ela perguntou onde eu tava, falei que ainda na firma, e ela disse que já tinha chegado em casa. Aí me deu na telha: "quando você quiser, te convido pra vir aqui em casa tomar um". Aqui vou fazer uma pausa pra descrever ela: era morena, cabelo liso, com seus 20 anos juvenis, um sorriso que apaixonava e um rostinho muito bonito. O corpo era bom — não era daquelas magrelas, mas também não era gordinha, era normal. A conversa no MSN continuou por... pistas normais, então de vez em quando ela se conectava e a gente conversava, foi durante essas conversas que eu comecei a me interessar mais por ela. Tava no final de março e eu tava com muito trampo e ficava quase todo dia depois do expediente, só pra constar, eu morava sozinho e não tinha internet em casa, então só entrava no MSN no trampo ou em alguma lan house. Aí nesse dia ela se conectou e eu resolvi ir com tudo, falei: "quer vir aqui no meu apê sexta? Tenho uma garrafa de Branca recém-comprada." Aí ela respondeu: "mas você não mora com sua namorada?" E eu falei: "não, moro sozinho, ela fica aqui nos fins de semana, mas nunca na sexta." Aí ela disse: "mesmo assim, nem fudendo que vou sozinha no seu apê. Você tem namorada e eu tenho namorado." Ali eu fiquei mudo, não sabia o que falar, acabei soltando: "desculpa, viajei na maionese" e me desconectei, queria morrer, porque ia ter que continuar vendo ela no trampo. No dia seguinte, bem cedo, ela me mandou uma mensagem num chat interno que tinha na empresa chamado Win Pop Up! e falou: "ontem você se desconectou, juro que não sabia o que dizer." Aí eu falei: "e o que você quer? Eu te convidei e você me cortou na hora." E ela respondeu: "não dá pra falar disso aqui, mas se você quiser, aceito o convite do fernet, mas num bar, quando a gente sair daqui do trampo." Foi assim que combinamos pro dia seguinte. No dia seguinte, marcamos de nos encontrar no Centro e ir num barzinho, os dois tavam, digamos, pulando a cerca. Aí chegou a hora, a gente se encontrou, andou uma quadra e achou um bar na rua Reconquista, pedimos dois fernet, e num momento eu falei: "gata, cê me atrai pra caralho" e fui beijar ela, e ela falou: "eita, você tem namorada" e desviou o beijo. Eu pensava: "pqp, ela tá dificultando pra caralho." Falei: "você também tem namorado e tá aqui tomando um fernet comigo" e aí peguei ela pela nuca e comecei a beijar ela de língua. A gente deve ter ficado umas duas horas se pegando naquele bar, até que o celular dela tocou, era o namorado dela, então ela Tava falando com o namorado no telefone e me beijava, eu tava louco, falei "vamos pro meu apê". Ela respondeu: "hoje não dá, mas te prometo que esses dias a gente acerta e eu vou". O que rolou naquele dia fico pra segunda parte.
4 comentários - O dia que comi a secretária do gerente