Precisando de amor.

Faz um ano. Eu estava de plantão e a polícia chegou com uma mulher jovem e três crianças. O marido tinha batido nela e ela precisava ficar abrigada no hospital. A noite passou sem novidades. No outro dia, quando entrei no turno, ela veio me pedir para esquentar água pra dar mingau pros filhos dela. Começamos a conversar e eu observei ela direito. Era jovem, mas muito descuidada. Dava pra ver que não tinha uma vida boa. Daí a pouco, uma colega minha entrou e deu pra ela uma sacola com roupas que ela não usava mais. Falou: "Vai provar tudo isso". Ela foi. Umas duas horas depois, passei pelo quarto dela e, quando entrei, ela estava só de calcinha e peitos de fora, experimentando um vestidinho. Falei: "Desculpa". Ela respondeu: "Sem problema, entra". Entrei e ela perguntou: "Como é que tá em mim?" A verdade é que parecia outra. Tava bem tomada banho, penteada, e com aquele vestido marcava um corpinho que antes não aparecia. "Linda", falei. Ela começou a rir e disse: "Que mentiroso que você é". Falei que de verdade tava linda, que não deixasse mais o marido bater nela, que tentasse sair do lado dele. Ela disse que já não amava ele e que o problema era pra onde iria. Passaram-se dias e a gente foi ficando mais íntima. Uma noite, levei de presente uma pizza e refrigerantes pra eles comerem. Ela falou: "Depois vem aqui pra gente conversar". Passei de madrugada e abri a porta devagar. A luz tava apagada. Minha colega falou: "Entra que eu dou cobertura. Ela é sua e quer love". Saiu rindo. Entrei e ela, da cama, disse: "Vem, que eu tô acordada". Sentei do lado dela, peguei na mão dela, perguntei como tava e ela disse que bem, que tava feliz de conhecer gente nova, que achava minha colega muito legal. "E você também", disse. Não soltava minha mão. Como tava escuro, não tinha reparado, mas num movimento toquei a perna dela e notei que não tinha nada. Ela nem se mexeu. Coloquei a mão na barriga dela e também nada. Falei, me fazendo de surpreso: "Ah, entrei e você não tem pijama". Ela respondeu: "Não uso. Não consigo dormir a não ser de calcinha". Rimos e senti ela colocar a mão na minha... a perna e me acariciava. Com o uniforme fininho que a gente usa, começou a endurecer a piroca e eu pensei: assim não vou conseguir sair do quarto. Ela me disse: "você é muito lindo e carinhoso." Comecei a acariciar ela e, aos poucos, desci a mão. Toquei a calcinha fio dental dela, comecei a brincar com os dedos e, devagar, fui enfiando pra dentro. Ela tinha uma buceta não depilada, mas bonita. Percebi que os caras estavam dormindo com o celular e tirei a piroca pra fora pra ela chupar. Ela fazia com medo, eu falei: "fica tranquila que minha colega tá cuidando da gente." Ela me beijou e desceu de novo. Enquanto eu batia uma pra ela, de vez em quando ela tirava a mão porque tinha medo de fazer barulho. Continuei brincando com os dedos. Fui mais pra baixo. Comecei a passar o dedo no cu dela e ela ficou de boa. Ela já tava acostumada, logo se ajeitou e o dedo entrou sem problema. Ela continuava me tocando e beijando a piroca. Falei: "vamos pro banheiro." Entramos e, com a luz acesa, pude ver uma bunda linda. De pé, comecei a meter nela, ficamos um tempão assim e ela me fez sentar no vaso. Ela montou em cima de mim pra cavalgar. A gente tava muito tarado. Num momento, sinto ela morder meu pescoço e se agarrar com as unhas no meu braço. Deixei ela. Ela gozou suspirando e sorrindo. Disse: "fazia tempo que não fazia amor. Com meu marido é tudo na força e com dor." Me arrumei e fui embora. Ela ficou dois meses morando assim. Quando dava, eu entrava no quarto dela. Apeguei muito a ela. Comprei roupinha sexy pra ela me esperar. A verdade é que, quando ela foi embora, senti falta. Nunca mais vi ela. Mas ficou uma lembrança foda. Tomara que ela seja feliz.

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