Capítulo 1:O Começo
Capítulo 2:O espelho
Capítulo 3A cabana
Capítulo 4:A cabana 2 - O presente
Capítulo 5:A cabana 3 - Espantalho
Capítulo 6:Realidade Virtual
Capítulo 7:O retorno
Capítulo 8:Como profissionais
Capítulo 9:Torradeira
Capítulo 10:As lobas
Capítulo 11:Arrebentando a buceta
Capítulo 12:Desenraizamento
Capítulo 13: Férias
Capítulo 14:Férias - CastigadasDepois daquela noite de sexo violento, a gente se soltou pra caralho. No dia seguinte, na praia, encontramos vários amigos do grupo de vôlei, que perguntaram por que a gente tinha sumido. As minhas se desculparam, dizendo que estavam cansadas, mas os rabos vermelhos e as marcas no corpo delas faziam todo mundo desconfiar. Nossos novos amigos passaram de achar que eu era gay pra achar que eu era um garanhão que tava com essas duas gostosas.
Nos dias seguintes, fizemos vários passeios, porque além de vir pra trepar, a gente também queria curtir esse lugar. Almoçando naquele dia, as minhas puxaram o assunto das minhas compras no sex shop.
Sole: E todos esses brinquedos você tem desde o ano passado??
Eu: Sim, querida... – falei num tom tranquilo, mas com frustração por não ter conseguido usar eles.
Pili: Mas você não usou com a magrela? – elas se referiam à Vane, com quem eu saí durante o ano antes das nossas férias.
Fer: Nãooo. Essas paradas estavam reservadas – falei, piscando um olho.
Sole: E não sobrou nada naquela maleta misteriosa? – não sei se ela falou por curiosidade ou se tinha fuçado.
Eu: Haha, que bom que você lembrou. Sim! Sobrou um último presente. Quando a gente for pro apê, mostro pra vocês, mas vão ter que usar ele.
A gente não foi pra praia depois de almoçar, como de costume, porque elas quiseram saber qual era o presente que faltava. Chegamos no apê e fui buscar na mala.
Eu: Beleza, minhas putinhas... Tem um presente pra cada uma. Escolhe. Violeta ou rosa? – falei primeiro pra Sole.
Sole: Hum, violeta.
Tirei as duas caixinhas de trás das costas. Tinha comprado uns vibrator eggs, também conhecidos como balinhas, que dava pra controlar com um controle remoto.
Pili: E isso?? Como usa? – ela aproximou o olhar das instruções da caixa.
Depois de rir das instruções de uso e de lavarem eles, decidimos testar.
Eu: Os controles vão ficar comigo. Tá claro? – as caras de ódio e de tesão imaginando as sacanagens que eu podia fazer com elas foram muito engraçadas.
Sole: e quando você pretende que a gente use eles?
Eu: quando eu quiser. O dia inteiro. Só não quando estiverem na água
Pili: vai, testa – a loira já tinha introduzido e esperava que eu ligasse. Coloquei no nível mais baixo – ai, a slut!! Tô com cócegas!!!! – disse se enrolando na cama
Sole: deixa eu ver... Agora o meu – nível mais baixo – mmmm interessante. Dá pra aumentar?? – segundo nível – mmm ai, essa porra vai me deixar louca
Eu: bora... Vamos fazer compras?? – a gente tinha combinado um dia sair pra comprar presentes e umas merdinhas que estavam baratas
Pili: hahahaha bora
Saímos pela Quinta Avenida e a diversão começou pra mim. As minhas experimentavam chapéus mexicanos e eu ligava o egg pra elas. Elas se acabavam de rir e saíam correndo. A Pili ainda sentia mais cócegas do que tesão.
Nos dias seguintes, a gente se divertiu pra caralho com esses brinquedos porque fizemos passeios onde eu fiz elas sofrerem/gozarem. Fomos pra Xcaret, um parque natural e de entretenimento onde a gente passou o tempo se esquentando... Na volta, elas me comeram com gosto. No dia seguinte, alugamos um carro e fomos ver as pirâmides. É uma viagem longa e no caminho a gente brincou muito e finalmente desbloqueamos o boquete enquanto eu dirigia. No estacionamento, elas fizeram eu gozar e a Sole foi falar com um guia com um pouco de porra no queixo (de propósito). O cara olhava pra cara dela enquanto tentava responder alguma pergunta
Guia: Cê tem manchado o rosto – ele se animou a falar depois de uns minutos
Sole: ai, obrigada! – e com um dedo ela limpou e levou à boca. Muito slut. O cara seguiu ela de perto o passeio inteiro. Tinha pirado a cabeça dele.
E vocês vão dizer, queridos leitores, por que essa história tão por cima? Era tão normal assim comer duas gostosas toda noite?
Não!! De jeito nenhum! Toda vez que a gente transava,
meu pau agradecia a sorte e ficou guardado na memória. Mas quero chegar na noite que foi o epicentro do relato de hoje.
O cara do megafone do jogo de vôlei se ofereceu pra levar a gente pra aqueles baladões de Cancún com a traffic e entradas por alguns dólares. Um grupo grande do complexo hoteleiro estava lá, entre eles vários conhecidos como o casalzinho angelical, as pilhas de vôlei e o Antonio. Pedro e seus amigos não foram, felizmente, senão ia ser chato.
Com as meninas, a gente vinha se provocando com a história de que eu era o dono delas e que ia fazer elas comerem outros caras. Naquela noite, fizemos uma boa prévia onde aquecemos com os novos brinquedinhos. Partimos pra balada e as meninas estavam muito animadas.
"Hoje a gente tá muito puta", me diziam sem vergonha, deixando os outros ouvirem. Eu chegava perto do ouvido delas e respondia:
Eu: que bom. Porque hoje à noite vou brincar com vocês — e fazia o brinquedo que elas estavam usando vibrar. Elas se contorciam no banco da traffic.
As meninas tinham se vestido muito vagabundas. Se algo a gente tinha aprendido nos dias anteriores com esses brinquedos é que não valia a pena usar calça de nenhum tipo. Ficavam tão molhadas que acabavam se entregando. A outra lição que aprenderam foi a ter uma calcinha fio dental a mais na bolsa. Sole estava com um vestido preto bem justinho, o decote ia até um pouco acima do umbigo e nas laterais do quadril tinha tipo um trançado que mostrava muito. Não dava pra se abaixar sem ver a calcinha fio dental.
Pili estava com uma minissaia branca que não era tão apertada, mas em cima tinha uma camiseta verde com um decote que chamava muita atenção. Era um espetáculo ver os peitos dela, ainda mais quando dançava.
Entramos na balada e ficamos impressionados com o lugar. Não era nada parecido com o que a gente tava acostumado em Mendoza. Além de ser gigante, tinha palcos tipo gaiolas onde umas gostosas dançavam... A festa que a gente tava fazia a gente comemorar tudo.
"Compramos" uma mesa com um par de garrafas. Basicamente, te dão um lugar só seu onde você pode beber tranquilo. Os amigos do hotel estavam a umas mesas de distância e do lado a gente tinha uns casais e um grupo de Gringos.
Começamos brindando e bebendo de boa até que eu comecei a excitar elas por controle remoto. Eu tinha o controle da Pili no bolso direito e o da Sole no esquerdo. As minas ficavam loucas e dançavam. Não é à toa que me perguntaram várias vezes o preço das garotas naquela noite.
Na frente da mesa tinha umas barras tipo para dançar, e elas começaram a se exibir. Já estavam tão quentes que nem ligavam se quem tava embaixo via a calcinha fio dental. Sole mostrava a bunda com vontade e até se esfregavam uma na outra, fazendo uma galera de caras lá embaixo comemorar. Eu premiava ou castigava elas pelos meus bolsos. Elas sabiam que, se eu aumentasse muito a intensidade, era porque não tava gostando do que faziam. Eu fiquei de pau duro a noite inteira.
Noite avançada, começaram a chegar os urubus. Eu deixava eles se aproximarem, mas elas vinham me pedir permissão antes de fazer qualquer coisa. Nós três ficávamos loucos com esse jogo.
Sole dançava com um cara que tava com um puta bafo, mas era engraçado. Eu premiei ela e deixei continuar até que o cara começou a comemorar e se gabar pros amigos por estar pegando a bunda mais desejada da noite. Mandei ela parar.
Vários caras foram se aproximando da Pili, mas os que ela não afastava, eu ia espantando. O mais perto que ela chegou de ser entregue foi com um moreno que dançava muito bem e tinha uma anaconda do caralho, segundo ela, mas o cara queria levar ela pro hotel dele a todo custo, e a gente não quis.
Fizemos a segurança chamar nossa atenção quando a Pili levantou o vestido da morena e a bunda escultural dela ficou na frente de uma multidão que enlouqueceu, e dois caras até se pegaram na porrada.
A mesa dos casais era algo cômico de ver. Os caras estavam desesperados pra ver, e as gatinhas olhavam com ódio.
As minas foram no banheiro trocar a calcinha fio dental. Precisavam. Demoraram umas meia hora por causa dos caras parando elas. Nesse tempo, o casal do hotel veio me fazer companhia, e de novo a gatinha se aproximou pra dançar comigo. sem que o magricela nem se mexer.
Quando as minas chegaram, a Sole vinha arrastando o magricela engraçado que basicamente veio me pedir por favor pra eu entregar ela. Foi tão engraçado o que ele falou que eu disse pra Sole
Eu: você vai ter que pagar uma dívida
Sole: hahaha que dívida? Vai me entregar aquele cara? Ele tá muito bêbado
Eu: não, nunca!! Mas você me deve uma calcinha fio dental – história de anos atrás na cabana – dá pra ele a que você tem na bolsa
Sole: que filho da puta que você é – e mordeu os lábios
A Sole procurou na bolsa e tirou a calcinha fio dental branca dela. Foi atrás do magricela e eu aumentei o nível do brinquedinho pra estimular. Ela se virava e me xingava. O cara recebeu ela pensando que iam dançar, mas ela chegou perto do ouvido dele
Sole: não deixam eu ficar com você, mas te manda esse presente – e vejo ela colocar a calcinha na mão dele e voltar pra mim
O magricela demorou pra reagir. Tava com a calcinha toda molhada dessa gostosa na mão dele. Ele cheirou e levantou com as duas mãos como se fosse um troféu. Foi comemorar com os amigos. Além do quanto isso nos excitou. A gente sempre lembra o quanto o cara era engraçado.
Depois de uns minutos dançando nós três mais o casalzinho, a Sole chegou pra conversar com um cara da mesa dos yankees. Ela tava feliz por estar praticando o inglês dela e o cara parecia interessado nela. Eu premiei ela enquanto dançava bem perto da Pili. Comecei a apertar a loira e quando a gente viu, a Sole já tava pegando o gringo. A gente tava com um porre intenso e um tesão incrível. Faltava muito na noite, mas eu comecei a apressar elas pra ir embora. A Pili tava muito molhada e eu encostava toda a pica nela. Não tava nem aí pra nada e por trás pegava nos peitos dela.
Pili: vamos embora já! – falou me olhando nos olhos e roçando na minha pica
Eu: e sua amiga?
Pili: que ela traga ele! Agora vou perguntar
Vi elas conversarem dois segundos e a Sole nem perguntou pro cara. Arrastou ele pelas mãos e a gente saiu do lugar. Esperamos uns 10 minutos pelo Ônibus que ia pra Playa del Carmen e a gente subiu.
Sole tava na nossa frente com o Ed, um cara magro de Miami que veio com uns amigos e agora tava sendo sequestrado pela nossa morena. A real é que o cara parecia muito tímido e não acreditava no que tava rolando. Mas não se resistia. Sole beijava ele com tudo e eu aumentava o nível do brinquedinho dela. Ela subiu em cima dele e começou a rebolar. Eu e Pili olhávamos e ficamos doidas de tesão. Ela começou a passar a mão na minha pica por cima da calça jeans.
Eu: tira ela — falei no ouvido dela
Ela não hesitou e deixou meu pedaço sair no meio daquele busão. Tinha uns caras do lado, mas tão bêbados que tavam dormindo. Quando a loira tava descendo pra me dar um beijo na ponta da pica, a gente chegou no destino.
Descemos quase desesperados pra ir pro apê. Sole falava em inglês pro boy dela que a gente ia continuar a festa lá. Eu e Pili nos viravamos um pouco, mas não dava pra falar muito com o Ed, real. Mas nem precisava falar muito... chegamos os quatro trocando uns beijos e preparamos uns drinques.
Sole sentou o Ed no sofá com o drink dele e começou a beijar ele descendo pelo corpo. Eu continuava brincando com ela e a Pili me motivava a aumentar o nível.
Pili: coloca no máximo. Quero ver vocês trepando já
Eu: vamos fazer ela gozar, porra
Quando coloquei no máximo, a morena se contorceu e arrancou os botões da camisa do cara. Ela ofegava e ajoelhava na frente dele. O cara não entendia nada. Eu baixei o nível e a gente se aproximou pra ver mais de perto.
Sole desabotoou a calça dele e rapidamente pôs pra fora a pica do cara, que não era grande, mas era boa. Eu e Pili ficamos loucas. A gente tinha fantasiado muito sobre ter alguém a mais (o trevo da sorte, a gente dizia) que a adrenalina tava explodindo. Sole tava tão molhada que nem pra ser delicada, meteu a pica na boca com tudo.
A gente se aproximou e eu sentei do lado do cara. Ele olhava pra gente desconfiado. Não sabia o que tava rolando. passando.
Não vou botar a conversa em inglês, mas o cara perguntou o que tava rolando pra Sole.
Sole: a gente tá assustando ele, otário – ela falou, tirando a pica da boca dela
Eu: ajoelha do lado da sua amiga – falei pra Pili – fala pra ela aproveitar que nunca mais vai esquecer disso
Sole traduziu e o cara me olhou estranho. Eu comecei a tomar o controle.
Eu: entreguem os brinquedos de vocês
As minhas se levantaram, viraram de costas, levantaram as saias e a gente teve um close de como aqueles ovais saíam escorrendo das bucetas delas. O cara falou um monte de coisa que eu só entendi "oh My God". Perguntou pra Sole se ela tinha ficado com aquilo lá a noite toda, e ela contou que sim e que eu tinha o controle remoto. A cara de medo virou surpresa.
Eu: continua no que tava – falei pra morena pra ela seguir com o boquete
Pili se ajoelhou na minha frente e minha pica saltou quando ela descobriu. Sole enfiava a pica do cara enquanto a loira já me devorava a pica. Pedi pras duas tirarem a roupa e se beijarem. Elas obedeceram. Uma tirava a roupa da outra e ficavam olhando fixo pro nosso convidado, que tava de boca aberta.
Sole voltou pro cara dela e aumentou o ritmo do boquete. Me olhou com uma cara de esperar uma ordem, e eu entendi. Ela tava perguntando se a gente ia transar os quatro ou os casais separados.
Eu: come ele. A gente vai ficar olhando – falei
Pili olhou pra amiga sem parar de me chupar. O cara não parava de olhar a situação toda. Tinha a morena em cima e também olhava pras tetas da Pili. Sole perguntou se ele gostava dos peitos da amiga e, claro, respondeu que sim.
Sole colocou a camisinha nele e subiu em cima. Quando ouviu ela começar a gemer, Pili subiu em mim, mas de costas. Queria olhar a amiga em ação. A gente tava separado por uns 2 metros, mais ou menos.
Pili: que rabo que a filha da puta tem – ela falou, e Sole soltou uma risada porque também ouviu
Rapidamente a gente ouviu Chegar na Sole. Ela tava muito excitada aquela noite e a Pili também já tava quase gozando.
A Sole tava caída em cima do amante dela, sem parar de rebolar. Virou pra olhar pra gente e a Pili já tava pulando em mim, gemendo com o orgasmo que tava chegando.
Quando ela viu a Sole chegar, saiu de cima do Ed e foi buscar a amiga. Pegou na mão dela, deu uns beijos e as duas se apoiaram nos lados opostos do sofá pra continuar se beijando, mas deixando a Booty disponível pra gente meter. Uma imagem incrível.
Eu fui atrás da Pili e comecei a furar ela sem piedade. O Ed fez o mesmo com a Sole, mas começou mais devagar. Eu ficava louco vendo minha brunette curtindo outra cock, me olhando enquanto eu metia nela.
Sole: Tá gostando de como ele tá me comendo? — ela disse, me encarando.
Eu: Adoro — respondi e dei uma metida forte na loira.
Pili: ayyyhhhhh
O gringo começou a falar umas coisas incompreensíveis em inglês e não conseguiu evitar de gozar dentro da Sole. Eu conhecia minha brunette e sabia que aquele não era o final que ela esperava.
Sole: Ele me deixou sem gozo, filho da puta — disse rindo.
O magrelo saiu de dentro dela e se jogou no sofá. Foi a desculpa perfeita pra Sole vir pra gente. Ela se aproximou pelo lado e começou a me beijar e acariciar a Booty da Pili. Do sofá, o gringo começou a assistir ao espetáculo.
Eu tava com a cock prestes a explodir, então não conseguimos dar um show completo.
Eu: Ajoelhem — ordenei — usa essas tetas que o magrelo não para de olhar — falei pra Pili.
Ela enfiou meu pedaço entre os dois melões e começou a me punhetar. A Sole por cima beijava ela e enfiava na boca quando saía.
Mandei elas esperarem a gozada, mas olhando pro gringo. As duas se viraram meio de lado e em poucos segundos comecei a gozar. Na cara, boca e tetas. O cara aplaudiu. As meninas fecharam o show se beijando e um fio bem grudento se soltava das bocas delas. Se limparam do que sobrou e se levantaram.
Depois de um tempo de silêncio pra digerir o que tinha rolado, a Sole falou.
Sole: Serve ele. Algo pra beber, que a gente se limpou.
Vesti a calça de novo e fui pegar umas cervejas na geladeira. Levei uma pro magrelo, perguntando "drink?". Ele aceitou e se acomodou no sofá depois de se vestir. A camisa dele tava desabotoada porque a Sole tinha rasgado. Tivemos uns 5 minutos estranhos tentando nos comunicar até que as minas voltaram vestindo shorts e biquínis.
Sole: ai, cervejas pra gente?? - ela reclamou e eu levantei pra pegar
A Pili veio comigo pra cozinha. A gente tava com um sorriso de orelha a orelha. Tínhamos desbloqueado um marco enorme nas nossas fantasias, ou estávamos no caminho, porque a noite ainda não tinha acabado. Ela pegou a cerveja que eu dei e cruzou os braços no meu pescoço.
Pili: cê tá se divertindo? - ela perguntou enquanto me beijava
Eu: muito bem. E você?
Pili: siiiim - me dando mais beijos - o que cê sentiu ao ver a Sole com outro?
Eu: amei. A gente já tava fantasiando isso há muito tempo, né?
Pili: e você me imagina com outro também? - ela fez voz de gatinha
Eu: hahaha sim. Cê quer pegar ele, né? - e olhamos pra Sole e o Ed conversando no sofá
Pili: hmm pode ser - ela já tava encostando os peitos em mim e eu tinha endurecido a piroca
Eu: e cê vai se animar pra mais?
Pili: tipo o quê?
Eu: a ter duas picas - falei bem baixinho no ouvido dela e ela suspirou
Pili: hmm ter elas onde?
Eu: as duas na boca? - ela concordou de olhos fechados - uma na buceta e outra na boca - isso acendeu ela e ela disse que sim enquanto me apertava - uma na bunda e outra na buceta?
Pili: hmm isso não - ela disse no meu ouvido sem parar de apertar o corpo dela
A uns metros, a Sole conversava com o Ed em inglês. A gente entendia uns 10% do que eles diziam, mas basicamente ela contou a nossa história por cima. O magrelo não acreditava e, quando finalmente a gente se aproximou com mais bebidas, ele me deu um abraço metade agradecimento, metade admiração.
Sole: vocês estavam começando algo sem a gente - e apontou pra cozinha, onde eu e a Pili estávamos ficamos nos tocando
Pili: mmm… mais ou menos. Esse aqui tava me deixando com tesão
Sole: Por quê? O que ele tava te falando?
Eu: Conta pra ela! A princesa quer experimentar o gringo
Sole: Que puta! — ela riu
Eu: Cê acha que ele tá preparado pra algo mais “compartilhado”? — perguntei pra Sole
Sole: mmm.. sei lá… mas que importa. A gente tá, não tá? — O cara olhava pra gente sem saber que merda a gente tava falando. A gente tava falando mais mendocino do que nunca e bêbados. Acho que ele não entendia nada.
Sole trouxe a amiga dela pra perto e começou a beijar ela. Elas se beijavam e riam olhando pro convidado. Eu já tava percebendo que o cara tava duro de novo. As minas se acariciavam e a Sole começou a massagear os peitos da Pili. Elas se levantaram e se sentaram uma de cada lado do Ed. O cara olhava pros dois lados sem saber como reagir. A verdade é que ele era educado demais. Qualquer outro já tinha arrancado a roupa delas naquela hora. Sole começou a beijar ele e em segundos a Pili pegou na cara dele pra também beijar a boca dele. O cara olhava incrédulo pra ela e beijava bem devagar. Sole começou a descer beijando o torso todo dele até chegar na cintura. Enquanto o cara continuava beijando a loira e admirando os peitos dela, a Sole já tinha puxado a rola pra fora e começou a beijar. Pili olhou pra amiga chupando e levou a mão pra segurar e firmar. Quando a morena já tava abrindo a boca pra engolir, a Pili empurrou a nuca dela pra entrar bem.
Era um espetáculo lindo. Eu me sentia estranho. Isso era novo. Ver elas ali compartilhando outra rola, outro cara… me sentia um pouco ciumento, mas muito excitado. Minha rola não aguentava mais e eu puxei ela pra começar a me tocar.
Pili desceu pra ajudar a amiga. Elas se beijaram na cabeça da rola e depois alternaram chupando. O cara tava no céu. Olhava pra elas e fechava os olhos aproveitando. Pili me olhou e fez um sinal pra eu chegar perto.
Pili: Vem aqui que você me deve uma
Sole: haha o que ele te deve?
Pili: Isso — fez um sinal pro cara Cara, pra ele ficar duro e pegou na pica dele com uma mão enquanto com a outra pegava na minha
Eu: A loira tava se imaginando com duas picas mais cedo. Por isso que ficou toda excitada na cozinha
Sole: mmm… e cai bem em você, amiga
Pili tava maravilhada. Olhava pra elas e mordia o lábio inferior. Pegou a pica do cara e meteu na boca enquanto me punhetava com a outra mão. Os movimentos não eram tão coordenados.
Pili: Não é tão fácil igual nos filmes, sua burra – falou pra amiga
Ela alternava entre as duas rolas e a gente olhava a Sole se aproximando por trás. Soltou a parte de cima do biquíni, que era a única coisa que cobria ela, e deixou livres aqueles peitos impressionantes. Ed esticou o braço o máximo que pôs pra tocar neles, percebeu que atrapalhava os movimentos e desistiu. Sole beijava a Pili no pescoço e passava a mão nos peitos dela até descer pra virilha. Quando já meteu a mão passando da fronteira da calcinha fio dental, a loira começou a pirar e apertava a nossa pica quando a amiga punhetava com força. Ela mesma agarrou a amiga e beijou. Trouxe ela pra colocar no centro da cena e a Sole começou a se lamber. Atrás, a Pili terminava de se pelar e a morena começou a mostrar a habilidade dela pra chupar. Parecia que já tinha feito aquilo (embora não fosse assim). Punhetava a gente com velocidade e metia uma na boca enquanto com a outra continuava do mesmo jeito coordenado. A Pili, por trás, começou a despir ela e a tocar igual tinha feito, e a morena começou a agir mais puta. Agarrou a bunda de nós dois e colocou a gente bem perto um do outro. Agora, quando punhetava a gente, estávamos tão perto que a ponta da minha pica roçava na do Ed. Sole esticou a língua e apoiou as duas picas na lateral da boca… passava a língua em nós e era uma sensação gostosa pra caralho. Inclinou um pouco e meteu uns 3 ou 4 centímetros das duas picas pelas laterais da boca
Eu: Que filha da puta! – soltei. Ed exclamava em inglês
Pili: mmmm eu quero experimentar
Pili ficou na frente A ela e a morena eu levava os dois paus na boca. Impressionante. Eu tava com o pau bem inchado. Falei pra elas sentarem no magrelo e chuparem ele de quatro. Queria comer elas. Primeiro peguei a Pili porque já tinha falado na cozinha. Quando penetrei ela, gemeu fundo. Apontei a cabeça dela pro pau do Ed pra chupar enquanto eu metia. Como o magrelo tava sentado, era difícil ela coordenar. Sole pediu pra ele se ajeitar pra ficar na direção da cara dela. A loira gritava forte, mas se perdia no pau do magrelo. Sole ajudou ela a explodir num orgasmo tocando ela rápido. Nossa princesa desabou no sofá.
Eu sabia que agora vinha o prato forte da noite. Sole apoiou os joelhos no sofá e me convidou pra comer ela. Metia bem forte e ela pedia mais.
Sole: Vai! Mete com vontade! Faz eu engasgar! - Eu dava umas pirocadas que faziam ela engolir o pau do magrelo inteiro.
Eu: Sabe que tem algo pra desbloquear aqui, né? - falei colocando meu polegar no cu dela.
Sole: Que filho da puta que você é! Vão me arrebentar!
Eu: E você não gosta, puta?
Sole: mmm… sim…
Sentei o magrelo no sofá, coloquei a camisinha nele e sentei enterrando o pau. Fui pegar o lubrificante, mas com o pau tão melado acho que nem precisava. Quando voltei do banheiro, Sole pulava no Ed e do lado a Pili beijava os dois, batia na bunda da amiga, que acariciava as bolas do cara. A morena pedia pra comer ela forte em inglês. Dava pra filmar.
Fiquei do lado da bunda da morena e joguei lubrificante no cu dela. Coloquei um pé no sofá e pedi pra Pili chupar meu pau pra ficar bem molhado.
Pili: mmm… amiga, isso vai ser muito bom.
Eu: Deita no peito dele e levanta a bunda - ela obedeceu.
A cara do magrelo era demais. Não acreditava no que tava rolando e eu acho que ele se segurava pra não gozar e decepcionar a gente. Comecei a brincar com os dedos pra ir abrindo a bunda dela, mas também... pra marcar o ritmo. Quando vi que já tava pronto, parei elas e apontei minha piroca pro buraco dela. Fui enfiando de pouquinho enquanto a Pili beijava e segurava as mãos da amiga. Cheguei na metade e a Sole gemia.
Sole: ayyy ahhh não acredito que sou tão puta! — gritou — como é gostoso! Você tem que experimentar, amiga.
Pili: mmm, sei não.
Eu comecei a me mexer e marcar o ritmo. O Ed começou a se mover por baixo e a morena só gritava. Se agarrava onde dava e quando eu metia com força, ela soltava gritos de prazer e dor. Eu tava alucinado, tava metendo forte e batia na bunda dela gritando que era minha puta. Sentimos que o Ed tinha diminuído o ritmo.
Sole: que ele não se atreva a gozar dentro de mim de novo, o idiota — falou com raiva.
Ela perguntou se ele tava perto de gozar e o cara confirmou. Ela mandou ele tirar, que queria a porra na boca dela. O cara olhou com cara de surpresa e eu tive que parar pra ele sair de baixo dela. Em nenhum momento tirei a piroca do cu dela e o cara começou a se masturbar perto da boca da morena. A Pili não teve coragem de acompanhar. Eu voltei a meter com força e ela engoliu a piroca do cara, que explodiu na boca dela. A Sole tossiu e o cara tirou a piroca com medo. Toda a porra caiu no sofá (o trabalho que deu pra tirar aquela mancha).
Depois que o Ed foi descansar no sofá, eu tive minha sessão sozinho com o cu da Sole. Levantei ela pelo cabelo e pelos peitos e enfiei bem forte. A Pili já tava há um tempão sem entrar em ação, então se juntou a nós. A morena tocava a buceta dela como podia. Me joguei por cima dela e fui me virando no sofá até que ela ficasse por cima com a piroca enfiada na bunda e as pernas bem abertas. A Pili tocava ela com força. A Sole tremeu por um minuto mais ou menos quando gozou.
Eu tava com a piroca explodindo de porra. Saí devagar da bunda e mandei elas se ajoelharem.
Sole: Joga nas tetas da loira que vou dar o último show pra ela. ao estrangeiro
Eu comecei a bater uma com força e os jatos acertaram a loira em todo lugar. Escorria tudo, da cara até os peitos, e ela se limpava com o dedo.
Sole olhou pro magricela e, com a língua, lambeu todos os peitos da amiga. Quando terminou, deu um beijão nele. O cara ficou pasmo. Não conseguia reagir a nada. As minas foram juntas tomar banho e, do chuveiro, dava pra ouvir que continuavam. Quando fui acompanhá-las, elas estavam se pegando e Sole chupou a buceta da Pili por uns minutos até ela gozar.
Saímos os três limpos e o cara continuava sentado do mesmo jeito que deixamos. Sole falou umas merdas pra ele e começou a despachá-lo. Ele tentou ter algum contato, mas a gente recusou.
Dormimos uma hora depois de limpar a bagunça que tínhamos feito. E de falar pra caralho.
Sole: você arrebentou minha bunda, filha da puta. Amanhã não vou conseguir sentar – os três caímos na risada.
Eu: se arrepende? Foi você quem pediu.
Sole: haha, nunca.
Essa foi a primeira vez que incluímos alguém no nosso trisal. Mas não a última.
Espero que tenham gostado.
Capítulo 2:O espelho
Capítulo 3A cabana
Capítulo 4:A cabana 2 - O presente
Capítulo 5:A cabana 3 - Espantalho
Capítulo 6:Realidade Virtual
Capítulo 7:O retorno
Capítulo 8:Como profissionais
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Capítulo 10:As lobas
Capítulo 11:Arrebentando a buceta
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Capítulo 13: Férias
Capítulo 14:Férias - CastigadasDepois daquela noite de sexo violento, a gente se soltou pra caralho. No dia seguinte, na praia, encontramos vários amigos do grupo de vôlei, que perguntaram por que a gente tinha sumido. As minhas se desculparam, dizendo que estavam cansadas, mas os rabos vermelhos e as marcas no corpo delas faziam todo mundo desconfiar. Nossos novos amigos passaram de achar que eu era gay pra achar que eu era um garanhão que tava com essas duas gostosas.
Nos dias seguintes, fizemos vários passeios, porque além de vir pra trepar, a gente também queria curtir esse lugar. Almoçando naquele dia, as minhas puxaram o assunto das minhas compras no sex shop.
Sole: E todos esses brinquedos você tem desde o ano passado??
Eu: Sim, querida... – falei num tom tranquilo, mas com frustração por não ter conseguido usar eles.
Pili: Mas você não usou com a magrela? – elas se referiam à Vane, com quem eu saí durante o ano antes das nossas férias.
Fer: Nãooo. Essas paradas estavam reservadas – falei, piscando um olho.
Sole: E não sobrou nada naquela maleta misteriosa? – não sei se ela falou por curiosidade ou se tinha fuçado.
Eu: Haha, que bom que você lembrou. Sim! Sobrou um último presente. Quando a gente for pro apê, mostro pra vocês, mas vão ter que usar ele.
A gente não foi pra praia depois de almoçar, como de costume, porque elas quiseram saber qual era o presente que faltava. Chegamos no apê e fui buscar na mala.
Eu: Beleza, minhas putinhas... Tem um presente pra cada uma. Escolhe. Violeta ou rosa? – falei primeiro pra Sole.
Sole: Hum, violeta.
Tirei as duas caixinhas de trás das costas. Tinha comprado uns vibrator eggs, também conhecidos como balinhas, que dava pra controlar com um controle remoto.
Pili: E isso?? Como usa? – ela aproximou o olhar das instruções da caixa.
Depois de rir das instruções de uso e de lavarem eles, decidimos testar.
Eu: Os controles vão ficar comigo. Tá claro? – as caras de ódio e de tesão imaginando as sacanagens que eu podia fazer com elas foram muito engraçadas.
Sole: e quando você pretende que a gente use eles?
Eu: quando eu quiser. O dia inteiro. Só não quando estiverem na água
Pili: vai, testa – a loira já tinha introduzido e esperava que eu ligasse. Coloquei no nível mais baixo – ai, a slut!! Tô com cócegas!!!! – disse se enrolando na cama
Sole: deixa eu ver... Agora o meu – nível mais baixo – mmmm interessante. Dá pra aumentar?? – segundo nível – mmm ai, essa porra vai me deixar louca
Eu: bora... Vamos fazer compras?? – a gente tinha combinado um dia sair pra comprar presentes e umas merdinhas que estavam baratas
Pili: hahahaha bora
Saímos pela Quinta Avenida e a diversão começou pra mim. As minhas experimentavam chapéus mexicanos e eu ligava o egg pra elas. Elas se acabavam de rir e saíam correndo. A Pili ainda sentia mais cócegas do que tesão.
Nos dias seguintes, a gente se divertiu pra caralho com esses brinquedos porque fizemos passeios onde eu fiz elas sofrerem/gozarem. Fomos pra Xcaret, um parque natural e de entretenimento onde a gente passou o tempo se esquentando... Na volta, elas me comeram com gosto. No dia seguinte, alugamos um carro e fomos ver as pirâmides. É uma viagem longa e no caminho a gente brincou muito e finalmente desbloqueamos o boquete enquanto eu dirigia. No estacionamento, elas fizeram eu gozar e a Sole foi falar com um guia com um pouco de porra no queixo (de propósito). O cara olhava pra cara dela enquanto tentava responder alguma pergunta
Guia: Cê tem manchado o rosto – ele se animou a falar depois de uns minutos
Sole: ai, obrigada! – e com um dedo ela limpou e levou à boca. Muito slut. O cara seguiu ela de perto o passeio inteiro. Tinha pirado a cabeça dele.
E vocês vão dizer, queridos leitores, por que essa história tão por cima? Era tão normal assim comer duas gostosas toda noite?
Não!! De jeito nenhum! Toda vez que a gente transava,
meu pau agradecia a sorte e ficou guardado na memória. Mas quero chegar na noite que foi o epicentro do relato de hoje.
O cara do megafone do jogo de vôlei se ofereceu pra levar a gente pra aqueles baladões de Cancún com a traffic e entradas por alguns dólares. Um grupo grande do complexo hoteleiro estava lá, entre eles vários conhecidos como o casalzinho angelical, as pilhas de vôlei e o Antonio. Pedro e seus amigos não foram, felizmente, senão ia ser chato.
Com as meninas, a gente vinha se provocando com a história de que eu era o dono delas e que ia fazer elas comerem outros caras. Naquela noite, fizemos uma boa prévia onde aquecemos com os novos brinquedinhos. Partimos pra balada e as meninas estavam muito animadas.
"Hoje a gente tá muito puta", me diziam sem vergonha, deixando os outros ouvirem. Eu chegava perto do ouvido delas e respondia:
Eu: que bom. Porque hoje à noite vou brincar com vocês — e fazia o brinquedo que elas estavam usando vibrar. Elas se contorciam no banco da traffic.
As meninas tinham se vestido muito vagabundas. Se algo a gente tinha aprendido nos dias anteriores com esses brinquedos é que não valia a pena usar calça de nenhum tipo. Ficavam tão molhadas que acabavam se entregando. A outra lição que aprenderam foi a ter uma calcinha fio dental a mais na bolsa. Sole estava com um vestido preto bem justinho, o decote ia até um pouco acima do umbigo e nas laterais do quadril tinha tipo um trançado que mostrava muito. Não dava pra se abaixar sem ver a calcinha fio dental.
Pili estava com uma minissaia branca que não era tão apertada, mas em cima tinha uma camiseta verde com um decote que chamava muita atenção. Era um espetáculo ver os peitos dela, ainda mais quando dançava.
Entramos na balada e ficamos impressionados com o lugar. Não era nada parecido com o que a gente tava acostumado em Mendoza. Além de ser gigante, tinha palcos tipo gaiolas onde umas gostosas dançavam... A festa que a gente tava fazia a gente comemorar tudo.
"Compramos" uma mesa com um par de garrafas. Basicamente, te dão um lugar só seu onde você pode beber tranquilo. Os amigos do hotel estavam a umas mesas de distância e do lado a gente tinha uns casais e um grupo de Gringos.
Começamos brindando e bebendo de boa até que eu comecei a excitar elas por controle remoto. Eu tinha o controle da Pili no bolso direito e o da Sole no esquerdo. As minas ficavam loucas e dançavam. Não é à toa que me perguntaram várias vezes o preço das garotas naquela noite.
Na frente da mesa tinha umas barras tipo para dançar, e elas começaram a se exibir. Já estavam tão quentes que nem ligavam se quem tava embaixo via a calcinha fio dental. Sole mostrava a bunda com vontade e até se esfregavam uma na outra, fazendo uma galera de caras lá embaixo comemorar. Eu premiava ou castigava elas pelos meus bolsos. Elas sabiam que, se eu aumentasse muito a intensidade, era porque não tava gostando do que faziam. Eu fiquei de pau duro a noite inteira.
Noite avançada, começaram a chegar os urubus. Eu deixava eles se aproximarem, mas elas vinham me pedir permissão antes de fazer qualquer coisa. Nós três ficávamos loucos com esse jogo.
Sole dançava com um cara que tava com um puta bafo, mas era engraçado. Eu premiei ela e deixei continuar até que o cara começou a comemorar e se gabar pros amigos por estar pegando a bunda mais desejada da noite. Mandei ela parar.
Vários caras foram se aproximando da Pili, mas os que ela não afastava, eu ia espantando. O mais perto que ela chegou de ser entregue foi com um moreno que dançava muito bem e tinha uma anaconda do caralho, segundo ela, mas o cara queria levar ela pro hotel dele a todo custo, e a gente não quis.
Fizemos a segurança chamar nossa atenção quando a Pili levantou o vestido da morena e a bunda escultural dela ficou na frente de uma multidão que enlouqueceu, e dois caras até se pegaram na porrada.
A mesa dos casais era algo cômico de ver. Os caras estavam desesperados pra ver, e as gatinhas olhavam com ódio.
As minas foram no banheiro trocar a calcinha fio dental. Precisavam. Demoraram umas meia hora por causa dos caras parando elas. Nesse tempo, o casal do hotel veio me fazer companhia, e de novo a gatinha se aproximou pra dançar comigo. sem que o magricela nem se mexer.
Quando as minas chegaram, a Sole vinha arrastando o magricela engraçado que basicamente veio me pedir por favor pra eu entregar ela. Foi tão engraçado o que ele falou que eu disse pra Sole
Eu: você vai ter que pagar uma dívida
Sole: hahaha que dívida? Vai me entregar aquele cara? Ele tá muito bêbado
Eu: não, nunca!! Mas você me deve uma calcinha fio dental – história de anos atrás na cabana – dá pra ele a que você tem na bolsa
Sole: que filho da puta que você é – e mordeu os lábios
A Sole procurou na bolsa e tirou a calcinha fio dental branca dela. Foi atrás do magricela e eu aumentei o nível do brinquedinho pra estimular. Ela se virava e me xingava. O cara recebeu ela pensando que iam dançar, mas ela chegou perto do ouvido dele
Sole: não deixam eu ficar com você, mas te manda esse presente – e vejo ela colocar a calcinha na mão dele e voltar pra mim
O magricela demorou pra reagir. Tava com a calcinha toda molhada dessa gostosa na mão dele. Ele cheirou e levantou com as duas mãos como se fosse um troféu. Foi comemorar com os amigos. Além do quanto isso nos excitou. A gente sempre lembra o quanto o cara era engraçado.
Depois de uns minutos dançando nós três mais o casalzinho, a Sole chegou pra conversar com um cara da mesa dos yankees. Ela tava feliz por estar praticando o inglês dela e o cara parecia interessado nela. Eu premiei ela enquanto dançava bem perto da Pili. Comecei a apertar a loira e quando a gente viu, a Sole já tava pegando o gringo. A gente tava com um porre intenso e um tesão incrível. Faltava muito na noite, mas eu comecei a apressar elas pra ir embora. A Pili tava muito molhada e eu encostava toda a pica nela. Não tava nem aí pra nada e por trás pegava nos peitos dela.
Pili: vamos embora já! – falou me olhando nos olhos e roçando na minha pica
Eu: e sua amiga?
Pili: que ela traga ele! Agora vou perguntar
Vi elas conversarem dois segundos e a Sole nem perguntou pro cara. Arrastou ele pelas mãos e a gente saiu do lugar. Esperamos uns 10 minutos pelo Ônibus que ia pra Playa del Carmen e a gente subiu.
Sole tava na nossa frente com o Ed, um cara magro de Miami que veio com uns amigos e agora tava sendo sequestrado pela nossa morena. A real é que o cara parecia muito tímido e não acreditava no que tava rolando. Mas não se resistia. Sole beijava ele com tudo e eu aumentava o nível do brinquedinho dela. Ela subiu em cima dele e começou a rebolar. Eu e Pili olhávamos e ficamos doidas de tesão. Ela começou a passar a mão na minha pica por cima da calça jeans.
Eu: tira ela — falei no ouvido dela
Ela não hesitou e deixou meu pedaço sair no meio daquele busão. Tinha uns caras do lado, mas tão bêbados que tavam dormindo. Quando a loira tava descendo pra me dar um beijo na ponta da pica, a gente chegou no destino.
Descemos quase desesperados pra ir pro apê. Sole falava em inglês pro boy dela que a gente ia continuar a festa lá. Eu e Pili nos viravamos um pouco, mas não dava pra falar muito com o Ed, real. Mas nem precisava falar muito... chegamos os quatro trocando uns beijos e preparamos uns drinques.
Sole sentou o Ed no sofá com o drink dele e começou a beijar ele descendo pelo corpo. Eu continuava brincando com ela e a Pili me motivava a aumentar o nível.
Pili: coloca no máximo. Quero ver vocês trepando já
Eu: vamos fazer ela gozar, porra
Quando coloquei no máximo, a morena se contorceu e arrancou os botões da camisa do cara. Ela ofegava e ajoelhava na frente dele. O cara não entendia nada. Eu baixei o nível e a gente se aproximou pra ver mais de perto.
Sole desabotoou a calça dele e rapidamente pôs pra fora a pica do cara, que não era grande, mas era boa. Eu e Pili ficamos loucas. A gente tinha fantasiado muito sobre ter alguém a mais (o trevo da sorte, a gente dizia) que a adrenalina tava explodindo. Sole tava tão molhada que nem pra ser delicada, meteu a pica na boca com tudo.
A gente se aproximou e eu sentei do lado do cara. Ele olhava pra gente desconfiado. Não sabia o que tava rolando. passando.
Não vou botar a conversa em inglês, mas o cara perguntou o que tava rolando pra Sole.
Sole: a gente tá assustando ele, otário – ela falou, tirando a pica da boca dela
Eu: ajoelha do lado da sua amiga – falei pra Pili – fala pra ela aproveitar que nunca mais vai esquecer disso
Sole traduziu e o cara me olhou estranho. Eu comecei a tomar o controle.
Eu: entreguem os brinquedos de vocês
As minhas se levantaram, viraram de costas, levantaram as saias e a gente teve um close de como aqueles ovais saíam escorrendo das bucetas delas. O cara falou um monte de coisa que eu só entendi "oh My God". Perguntou pra Sole se ela tinha ficado com aquilo lá a noite toda, e ela contou que sim e que eu tinha o controle remoto. A cara de medo virou surpresa.
Eu: continua no que tava – falei pra morena pra ela seguir com o boquete
Pili se ajoelhou na minha frente e minha pica saltou quando ela descobriu. Sole enfiava a pica do cara enquanto a loira já me devorava a pica. Pedi pras duas tirarem a roupa e se beijarem. Elas obedeceram. Uma tirava a roupa da outra e ficavam olhando fixo pro nosso convidado, que tava de boca aberta.
Sole voltou pro cara dela e aumentou o ritmo do boquete. Me olhou com uma cara de esperar uma ordem, e eu entendi. Ela tava perguntando se a gente ia transar os quatro ou os casais separados.
Eu: come ele. A gente vai ficar olhando – falei
Pili olhou pra amiga sem parar de me chupar. O cara não parava de olhar a situação toda. Tinha a morena em cima e também olhava pras tetas da Pili. Sole perguntou se ele gostava dos peitos da amiga e, claro, respondeu que sim.
Sole colocou a camisinha nele e subiu em cima. Quando ouviu ela começar a gemer, Pili subiu em mim, mas de costas. Queria olhar a amiga em ação. A gente tava separado por uns 2 metros, mais ou menos.
Pili: que rabo que a filha da puta tem – ela falou, e Sole soltou uma risada porque também ouviu
Rapidamente a gente ouviu Chegar na Sole. Ela tava muito excitada aquela noite e a Pili também já tava quase gozando.
A Sole tava caída em cima do amante dela, sem parar de rebolar. Virou pra olhar pra gente e a Pili já tava pulando em mim, gemendo com o orgasmo que tava chegando.
Quando ela viu a Sole chegar, saiu de cima do Ed e foi buscar a amiga. Pegou na mão dela, deu uns beijos e as duas se apoiaram nos lados opostos do sofá pra continuar se beijando, mas deixando a Booty disponível pra gente meter. Uma imagem incrível.
Eu fui atrás da Pili e comecei a furar ela sem piedade. O Ed fez o mesmo com a Sole, mas começou mais devagar. Eu ficava louco vendo minha brunette curtindo outra cock, me olhando enquanto eu metia nela.
Sole: Tá gostando de como ele tá me comendo? — ela disse, me encarando.
Eu: Adoro — respondi e dei uma metida forte na loira.
Pili: ayyyhhhhh
O gringo começou a falar umas coisas incompreensíveis em inglês e não conseguiu evitar de gozar dentro da Sole. Eu conhecia minha brunette e sabia que aquele não era o final que ela esperava.
Sole: Ele me deixou sem gozo, filho da puta — disse rindo.
O magrelo saiu de dentro dela e se jogou no sofá. Foi a desculpa perfeita pra Sole vir pra gente. Ela se aproximou pelo lado e começou a me beijar e acariciar a Booty da Pili. Do sofá, o gringo começou a assistir ao espetáculo.
Eu tava com a cock prestes a explodir, então não conseguimos dar um show completo.
Eu: Ajoelhem — ordenei — usa essas tetas que o magrelo não para de olhar — falei pra Pili.
Ela enfiou meu pedaço entre os dois melões e começou a me punhetar. A Sole por cima beijava ela e enfiava na boca quando saía.
Mandei elas esperarem a gozada, mas olhando pro gringo. As duas se viraram meio de lado e em poucos segundos comecei a gozar. Na cara, boca e tetas. O cara aplaudiu. As meninas fecharam o show se beijando e um fio bem grudento se soltava das bocas delas. Se limparam do que sobrou e se levantaram.
Depois de um tempo de silêncio pra digerir o que tinha rolado, a Sole falou.
Sole: Serve ele. Algo pra beber, que a gente se limpou.
Vesti a calça de novo e fui pegar umas cervejas na geladeira. Levei uma pro magrelo, perguntando "drink?". Ele aceitou e se acomodou no sofá depois de se vestir. A camisa dele tava desabotoada porque a Sole tinha rasgado. Tivemos uns 5 minutos estranhos tentando nos comunicar até que as minas voltaram vestindo shorts e biquínis.
Sole: ai, cervejas pra gente?? - ela reclamou e eu levantei pra pegar
A Pili veio comigo pra cozinha. A gente tava com um sorriso de orelha a orelha. Tínhamos desbloqueado um marco enorme nas nossas fantasias, ou estávamos no caminho, porque a noite ainda não tinha acabado. Ela pegou a cerveja que eu dei e cruzou os braços no meu pescoço.
Pili: cê tá se divertindo? - ela perguntou enquanto me beijava
Eu: muito bem. E você?
Pili: siiiim - me dando mais beijos - o que cê sentiu ao ver a Sole com outro?
Eu: amei. A gente já tava fantasiando isso há muito tempo, né?
Pili: e você me imagina com outro também? - ela fez voz de gatinha
Eu: hahaha sim. Cê quer pegar ele, né? - e olhamos pra Sole e o Ed conversando no sofá
Pili: hmm pode ser - ela já tava encostando os peitos em mim e eu tinha endurecido a piroca
Eu: e cê vai se animar pra mais?
Pili: tipo o quê?
Eu: a ter duas picas - falei bem baixinho no ouvido dela e ela suspirou
Pili: hmm ter elas onde?
Eu: as duas na boca? - ela concordou de olhos fechados - uma na buceta e outra na boca - isso acendeu ela e ela disse que sim enquanto me apertava - uma na bunda e outra na buceta?
Pili: hmm isso não - ela disse no meu ouvido sem parar de apertar o corpo dela
A uns metros, a Sole conversava com o Ed em inglês. A gente entendia uns 10% do que eles diziam, mas basicamente ela contou a nossa história por cima. O magrelo não acreditava e, quando finalmente a gente se aproximou com mais bebidas, ele me deu um abraço metade agradecimento, metade admiração.
Sole: vocês estavam começando algo sem a gente - e apontou pra cozinha, onde eu e a Pili estávamos ficamos nos tocando
Pili: mmm… mais ou menos. Esse aqui tava me deixando com tesão
Sole: Por quê? O que ele tava te falando?
Eu: Conta pra ela! A princesa quer experimentar o gringo
Sole: Que puta! — ela riu
Eu: Cê acha que ele tá preparado pra algo mais “compartilhado”? — perguntei pra Sole
Sole: mmm.. sei lá… mas que importa. A gente tá, não tá? — O cara olhava pra gente sem saber que merda a gente tava falando. A gente tava falando mais mendocino do que nunca e bêbados. Acho que ele não entendia nada.
Sole trouxe a amiga dela pra perto e começou a beijar ela. Elas se beijavam e riam olhando pro convidado. Eu já tava percebendo que o cara tava duro de novo. As minas se acariciavam e a Sole começou a massagear os peitos da Pili. Elas se levantaram e se sentaram uma de cada lado do Ed. O cara olhava pros dois lados sem saber como reagir. A verdade é que ele era educado demais. Qualquer outro já tinha arrancado a roupa delas naquela hora. Sole começou a beijar ele e em segundos a Pili pegou na cara dele pra também beijar a boca dele. O cara olhava incrédulo pra ela e beijava bem devagar. Sole começou a descer beijando o torso todo dele até chegar na cintura. Enquanto o cara continuava beijando a loira e admirando os peitos dela, a Sole já tinha puxado a rola pra fora e começou a beijar. Pili olhou pra amiga chupando e levou a mão pra segurar e firmar. Quando a morena já tava abrindo a boca pra engolir, a Pili empurrou a nuca dela pra entrar bem.
Era um espetáculo lindo. Eu me sentia estranho. Isso era novo. Ver elas ali compartilhando outra rola, outro cara… me sentia um pouco ciumento, mas muito excitado. Minha rola não aguentava mais e eu puxei ela pra começar a me tocar.
Pili desceu pra ajudar a amiga. Elas se beijaram na cabeça da rola e depois alternaram chupando. O cara tava no céu. Olhava pra elas e fechava os olhos aproveitando. Pili me olhou e fez um sinal pra eu chegar perto.
Pili: Vem aqui que você me deve uma
Sole: haha o que ele te deve?
Pili: Isso — fez um sinal pro cara Cara, pra ele ficar duro e pegou na pica dele com uma mão enquanto com a outra pegava na minha
Eu: A loira tava se imaginando com duas picas mais cedo. Por isso que ficou toda excitada na cozinha
Sole: mmm… e cai bem em você, amiga
Pili tava maravilhada. Olhava pra elas e mordia o lábio inferior. Pegou a pica do cara e meteu na boca enquanto me punhetava com a outra mão. Os movimentos não eram tão coordenados.
Pili: Não é tão fácil igual nos filmes, sua burra – falou pra amiga
Ela alternava entre as duas rolas e a gente olhava a Sole se aproximando por trás. Soltou a parte de cima do biquíni, que era a única coisa que cobria ela, e deixou livres aqueles peitos impressionantes. Ed esticou o braço o máximo que pôs pra tocar neles, percebeu que atrapalhava os movimentos e desistiu. Sole beijava a Pili no pescoço e passava a mão nos peitos dela até descer pra virilha. Quando já meteu a mão passando da fronteira da calcinha fio dental, a loira começou a pirar e apertava a nossa pica quando a amiga punhetava com força. Ela mesma agarrou a amiga e beijou. Trouxe ela pra colocar no centro da cena e a Sole começou a se lamber. Atrás, a Pili terminava de se pelar e a morena começou a mostrar a habilidade dela pra chupar. Parecia que já tinha feito aquilo (embora não fosse assim). Punhetava a gente com velocidade e metia uma na boca enquanto com a outra continuava do mesmo jeito coordenado. A Pili, por trás, começou a despir ela e a tocar igual tinha feito, e a morena começou a agir mais puta. Agarrou a bunda de nós dois e colocou a gente bem perto um do outro. Agora, quando punhetava a gente, estávamos tão perto que a ponta da minha pica roçava na do Ed. Sole esticou a língua e apoiou as duas picas na lateral da boca… passava a língua em nós e era uma sensação gostosa pra caralho. Inclinou um pouco e meteu uns 3 ou 4 centímetros das duas picas pelas laterais da boca
Eu: Que filha da puta! – soltei. Ed exclamava em inglês
Pili: mmmm eu quero experimentar
Pili ficou na frente A ela e a morena eu levava os dois paus na boca. Impressionante. Eu tava com o pau bem inchado. Falei pra elas sentarem no magrelo e chuparem ele de quatro. Queria comer elas. Primeiro peguei a Pili porque já tinha falado na cozinha. Quando penetrei ela, gemeu fundo. Apontei a cabeça dela pro pau do Ed pra chupar enquanto eu metia. Como o magrelo tava sentado, era difícil ela coordenar. Sole pediu pra ele se ajeitar pra ficar na direção da cara dela. A loira gritava forte, mas se perdia no pau do magrelo. Sole ajudou ela a explodir num orgasmo tocando ela rápido. Nossa princesa desabou no sofá.
Eu sabia que agora vinha o prato forte da noite. Sole apoiou os joelhos no sofá e me convidou pra comer ela. Metia bem forte e ela pedia mais.
Sole: Vai! Mete com vontade! Faz eu engasgar! - Eu dava umas pirocadas que faziam ela engolir o pau do magrelo inteiro.
Eu: Sabe que tem algo pra desbloquear aqui, né? - falei colocando meu polegar no cu dela.
Sole: Que filho da puta que você é! Vão me arrebentar!
Eu: E você não gosta, puta?
Sole: mmm… sim…
Sentei o magrelo no sofá, coloquei a camisinha nele e sentei enterrando o pau. Fui pegar o lubrificante, mas com o pau tão melado acho que nem precisava. Quando voltei do banheiro, Sole pulava no Ed e do lado a Pili beijava os dois, batia na bunda da amiga, que acariciava as bolas do cara. A morena pedia pra comer ela forte em inglês. Dava pra filmar.
Fiquei do lado da bunda da morena e joguei lubrificante no cu dela. Coloquei um pé no sofá e pedi pra Pili chupar meu pau pra ficar bem molhado.
Pili: mmm… amiga, isso vai ser muito bom.
Eu: Deita no peito dele e levanta a bunda - ela obedeceu.
A cara do magrelo era demais. Não acreditava no que tava rolando e eu acho que ele se segurava pra não gozar e decepcionar a gente. Comecei a brincar com os dedos pra ir abrindo a bunda dela, mas também... pra marcar o ritmo. Quando vi que já tava pronto, parei elas e apontei minha piroca pro buraco dela. Fui enfiando de pouquinho enquanto a Pili beijava e segurava as mãos da amiga. Cheguei na metade e a Sole gemia.
Sole: ayyy ahhh não acredito que sou tão puta! — gritou — como é gostoso! Você tem que experimentar, amiga.
Pili: mmm, sei não.
Eu comecei a me mexer e marcar o ritmo. O Ed começou a se mover por baixo e a morena só gritava. Se agarrava onde dava e quando eu metia com força, ela soltava gritos de prazer e dor. Eu tava alucinado, tava metendo forte e batia na bunda dela gritando que era minha puta. Sentimos que o Ed tinha diminuído o ritmo.
Sole: que ele não se atreva a gozar dentro de mim de novo, o idiota — falou com raiva.
Ela perguntou se ele tava perto de gozar e o cara confirmou. Ela mandou ele tirar, que queria a porra na boca dela. O cara olhou com cara de surpresa e eu tive que parar pra ele sair de baixo dela. Em nenhum momento tirei a piroca do cu dela e o cara começou a se masturbar perto da boca da morena. A Pili não teve coragem de acompanhar. Eu voltei a meter com força e ela engoliu a piroca do cara, que explodiu na boca dela. A Sole tossiu e o cara tirou a piroca com medo. Toda a porra caiu no sofá (o trabalho que deu pra tirar aquela mancha).
Depois que o Ed foi descansar no sofá, eu tive minha sessão sozinho com o cu da Sole. Levantei ela pelo cabelo e pelos peitos e enfiei bem forte. A Pili já tava há um tempão sem entrar em ação, então se juntou a nós. A morena tocava a buceta dela como podia. Me joguei por cima dela e fui me virando no sofá até que ela ficasse por cima com a piroca enfiada na bunda e as pernas bem abertas. A Pili tocava ela com força. A Sole tremeu por um minuto mais ou menos quando gozou.
Eu tava com a piroca explodindo de porra. Saí devagar da bunda e mandei elas se ajoelharem.
Sole: Joga nas tetas da loira que vou dar o último show pra ela. ao estrangeiro
Eu comecei a bater uma com força e os jatos acertaram a loira em todo lugar. Escorria tudo, da cara até os peitos, e ela se limpava com o dedo.
Sole olhou pro magricela e, com a língua, lambeu todos os peitos da amiga. Quando terminou, deu um beijão nele. O cara ficou pasmo. Não conseguia reagir a nada. As minas foram juntas tomar banho e, do chuveiro, dava pra ouvir que continuavam. Quando fui acompanhá-las, elas estavam se pegando e Sole chupou a buceta da Pili por uns minutos até ela gozar.
Saímos os três limpos e o cara continuava sentado do mesmo jeito que deixamos. Sole falou umas merdas pra ele e começou a despachá-lo. Ele tentou ter algum contato, mas a gente recusou.
Dormimos uma hora depois de limpar a bagunça que tínhamos feito. E de falar pra caralho.
Sole: você arrebentou minha bunda, filha da puta. Amanhã não vou conseguir sentar – os três caímos na risada.
Eu: se arrepende? Foi você quem pediu.
Sole: haha, nunca.
Essa foi a primeira vez que incluímos alguém no nosso trisal. Mas não a última.
Espero que tenham gostado.
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