Um tempo atrás eu estava trabalhando com uma colega enfermeira, muito experiente. Nunca a havia olhado como mulher antes. Era minha amiga muito próxima. Estávamos tomando mate na guarida e notei que ela estava estranha. Estava calada e distante. O que era incomum para ela. Perguntei se alguma coisa estava errada e ela começou a me contar que estava cansada de estar sozinha. Que sua filha já estava em uma parceria e que sua vida era trabalhar, chegar em casa e dormir. Em resumo, ela estava aborrecida da vida. Continuamos conversando e eu perguntei se no ano que havia perdido seu marido não havia tentado conhecer alguém. Ela disse que na verdade não queria ter uma parceria porque a essa idade precisava ser enfermeira do marido, não amante. Eu brincando lhe disse: Encontre um homem para dormir fora e ela começou a rir. Disse que quem iria se importar com uma velha. Na verdade, ela não estava tão má. Era magra e alta. O rosto não era muito bonito. Mas exibia um bom par de seios. Continuamos trabalhando e quando voltamos ao escritório, em tom de brincadeira, eu disse: Na verdade, você está linda. Se se arrepender, avise-me e atendi. Fui para a parte de trás preparar medicação e senti o telefone recebendo um mensagem. Era ela. Disse que já se arrependia e havia riscos como se fosse uma brincadeira. Respondi imediatamente: Bem, eu estou aqui atrás. Venha e demonstre. Fiquei esperando e nada. Depois um tempo, ela estava atrás de mim. Perguntou se era verdade que eu me animaria a estar com uma velha assim. Me dei volta e beijei-a. Ela ficou congelada, mas não se moveu. Comecei a beijá-la novamente e ela notava que fazia tempo que não fazia nada. Quando comecei a meter a mão, ela me parou e disse: Aqui não. Diga até amanhã. Vem à minha casa durante a sesta. Deixamos tudo ali. Mas de vez em quando, quando estava perto dela, eu a tocava e ela respondia. À tarde, ela escapou da casa e fui. Quando abriu a porta era outra. Ela havia mudado o cabelo. Me esperava com uma roupa bem sexy. Quase entrei e beijei-a e disse: Agora sim Nene, sou toda tua. O primeiro que fiz foi chupar esses dois seios lindos e meter a mão neles. Ela ficou muito quente e eu tirei o cock dela. Começou a chupá-lo primeiro com um pouco de vergonha, mas depois se soltou. Eu passava a língua pelos ovos. Estava desesperada. Aproveitando isso, acostei-a na cama e fui para baixo. Tremenda use da palavra: pussy toda depilada. Comi-a um tempo longo. Me aquecia ver como ela gozava. Ela se acariciava os seios e os chupava sozinha. Eu também. Estava muito quente. Tirei a calcinha dela e a pus de uma vez. Começou a gemir e me pediu que parasse. Não fiz. A bombeava mais forte, num momento senti que estava por chegar ao clímax. Com as mãos tentava tirar-me, mas não dei oportunidade. Quando acabei, segui bombando e sentia que se retorcia. Ao resto eu já não dava mais. Acabou dentro de dois litros de cum. Hoje ainda nos vemos duas vezes por semana. Ela sabe que sou casado, mas me diz que entende. E que voltou a estar feliz. Modernizou a roupa interior. Depois de vários meses, me deu o Booty. A verdade é que parece que rejuveneceu /10 anos. . Até sua filha sabe disso e a aceito muito bem.
1 comentários - Una viuda y enfermera