Boa noite, essa história que vou contar agora aconteceu comigo há um tempo atrás, espero que gostem, faz um bom tempo que não escrevo algo desse estilo. Bem, primeiro de tudo, sou um cara chegando nos 30, tenho 1,80, tento me cuidar, gosto de treinar, tenho um corpo relativamente trabalhado fruto de sacrifício, academia, boa alimentação, embora não me prive de um cigarro e, de vez em quando, uma bebida. Essa é uma breve apresentação. Não vou dar nomes por razões óbvias... enfim... vamos ao que interessa... tudo começou saindo do trabalho, eram umas 23:00, mais ou menos, caminhando até o terminal de ônibus, pra pegar o mesmo rumo pra casa, cansado, com mais vontade de chegar do que qualquer outra coisa. Quando cheguei no terminal, comprei cigarros e fui esperar o busão nas plataformas, o trajeto do ônibus leva cerca de 1h15, então minha ideia era subir e desligar. De repente, vejo duas gostosas, de longe, na casa dos 40 e tantos... Tava a uma distância considerável, então não dava pra ver direito, mas já dava pra perceber que as duas eram turbinadas, e muito parecidas, peitos operados e duas bundas redondas e grandes. Meu Deus!!! pensei... que vontade de comer as duas!!! Ali meu sono foi embora, e a única coisa que correu pelo meu corpo foi uma adrenalina única! Só que meu ônibus sempre demorava pra chegar, então optei pela outra opção... "Pelo Centenário", que é onde essas duas coroas estavam. Sentei a um metro delas, e ouvi uma cochichar algo pra outra: "Aaahh, filha da puta, é um gatinho" e as duas me olharam e riram, eu fiz de besta, mas dei um sorriso de volta pra retribuir o gesto. Observei elas de cima a baixo, inteiras, eram gêmeas, as duas com os peitos feitos, medidas tipo 100-60-100, aparentemente ambas malhavam, estavam muito bem, pra vocês terem uma ideia, parecidas de rosto com a Michelle Pfeiffer, vestidas uma, vamos chamar de "Aye", com shortinho e regata. solta, e a outra, vamos chamar de "belen", tava vestindo um jogging bem enfiado na bunda, um tênis esportivo, uma regatinha e uma jaqueta aberta até embaixo dos peitos. Eu já não aguentava mais, tinha que dar um jeito de puxar papo ou criar uma situação, de repente vejo uma se levantar apressada, o ônibus tinha chegado e eu não pegava aquela linha, então pensei "por favor, não sobe", levantei atrás da Aye pra ouvir que destino ela tava perguntando pro motorista, milagrosamente a gente ia pro mesmo lugar, então nenhuma subiu, a russa voltou pro lugar dela e eu também. Num momento, chega um mendigo, bem chato, pedindo cigarro e dinheiro, percebi que elas tavam com medo, então pra quebrar o gelo, dei um cigarro e dez conto que eu nem precisava, a única coisa que eu queria era que esse cara sumisse e eu pudesse puxar uma conversa gostosa com essas duas gostosas. Foi nessa hora que perguntei se elas tavam bem, as duas disseram que sim, a gente se apresentou, falei que tinha acabado de sair do trampo e que tava esperando o ônibus pro mesmo lugar que elas, elas eram irmãs gêmeas, tavam se despedindo porque a Aye ia voltar pro Brasil, e a Belen morava aqui na Argentina, então o ônibus deixava ela na Retiro, e de Retiro ela pegava um táxi pro Aeroparque. Beleza, eu pensei (é a minha chance, no busão vou aproveitar e meter o louco com toda a artilharia, desde que ela me dê uma abertura). (Nisso, a gente já tinha passado umas horas falando besteira e rindo). Chega o ônibus que a gente tinha que pegar, e a Aye fala pra mim "você não pode cuidar dela? Ela tá com pouca bateria, passo meu celular e você me confirma quando ela chegar na Retiro, ok?" Eu: claro, fica tranquila, eu espero ela na Retiro pegar o táxi e te aviso. Aye: beleza, muito obrigada. Elas se despedem, dou um beijo na Aye e a gente sobe, obviamente ela passou na frente e sentou no primeiro banco atrás do motorista, ajudei ela com a bolsa e sentei do lado, ela me contou toda a história dela. História: ela era separada, filhos estudando, e tal. Eu contei um pouco da minha vida também e comecei a soltar uns elogios, que ela respondeu, mas com toda a cautela. A viagem não foi tão empolgante, mas pelo menos ela me passou o celular pra gente manter contato. Chegamos em Retiro, acompanhei ela até pegar um táxi e nos despedimos. Ela me deu um abraço como se a gente se conhecesse há anos (encostou aqueles peitões enormes no meu peito, e o pau ficou duro que nem pedra; aproveitei o abraço pra encostar a mão numa das coxas dela, não queria que aquele abraço, que não durou mais de 5 segundos, acabasse) e me pediu pra, por favor, acompanhá-la até o Aeroparque, porque o taxista tava dando um pouco de medo, sem falar na paisagem de Retiro naquela hora da noite, cheia de caras na rua, um ou outro voltando do trabalho, etc. Então a gente entrou no táxi e minha cabeça não parava de imaginar... Chegamos no Aeroparque, ela desceu, me deu um chupão na bochecha e foi embora. Eu voltei pra casa, quando desci do táxi, liguei pra Belém pra avisar que a irmã dela tinha chegado bem no Aeroparque, quando vi a foto de perfil dela com uma regata decotada, o pau ficou duro na hora. Ela atendeu com uma vozinha doce, como se tivesse acabado de acordar, ronronando, e me agradeceu, me mandou um beijão, bons sonhos, e disse: "Amanhã a gente fala, beijos"... Continua...
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