Essa aventura começou uma tarde em que meu carro quebrou e tive que deixá-lo na oficina por alguns dias, e por causa disso, comecei a andar de ônibus.
Toda tarde eu pegava o busão pra ir trabalhar numa clínica de estética corporal, já que sou esteticista e fazia tratamentos de modelagem e massagens.
Numa dessas vezes, entro num transporte e o motorista que tava dirigindo me deixou doida, e instintivamente, enquanto olhava pra ele, fantasiei que montava nele com a saia arregaçada e ele me penetrava com uma rola imaginária deliciosa, e isso me excitou na hora de um jeito que não acontecia há um bom tempo, pelo menos tão de repente e por um desconhecido.
Continuei viajando toda tarde pro trabalho e toda noite, de volta pra casa, mas não encontrei ele de novo, o que me frustrava, mas ao mesmo tempo, me deixava obcecada por ele.
Eu subia cada vez pensando e esperando que aquele motorista gostoso aparecesse de novo.
Vendo que isso não rolava, decidi descobrir a que horas ele passava, tentando adivinhar os horários dele pra poder subir e encontrar ele de novo. Queria “comer” ele.
Até que consegui saber a rotina de trabalho dele e comecei a pegar esses horários, mesmo que a volta fosse a última viagem que aquele ônibus fazia naquele trajeto, já de noite.
Se me perguntarem o que me fez ter essa necessidade de ter ele, posso dizer que foi o olhar dele, muito safado, muito explícito.
Me atraiu e excitou o jeito que ele olhava pros meus peitos. Isso me deixava louca.
De propósito, eu sentava no primeiro banco pra poder paquerar ele bem de perto, e toda vez que ele parava pra pegar passageiros, me via pelo espelho, e eu descruzava “descuidadamente” as pernas, fazendo a saia subir um pouco, deixando ver boa parte das minhas coxas, e só pelo olhar que ele me dava, percebia que ele ficava excitado comigo, na verdade, a gente se excitava junto.
Eu cada vez subia com a vontade de Provocá-lo e usava roupas bem sexy, mostrando mais meus peitos através de roupas com transparências, decotes profundos ou camisas com botões desabotoados, o suficiente pra mostrar mais do que o normal (devo dizer que tenho uns peitos bons, firmes e de tamanho bem legal, graças à magia da cirurgia estética).
Um dia, entro no ônibus e encontro ele bem cheio, com gente em pé, então fico exatamente atrás do assento dele, rolando o seguinte diálogo:
– Oi, tudo bem?! – falei, e ele respondeu:
– Como você tá gostosa!! – eu fiquei ali em pé, conversando com ele sobre o tempo, o calor que fazia naquele dia, qualquer bobeira, e aí perguntamos os nomes:
– Me apresento, me chamo Marcelo, e você?
– Elena.
Aí começou explicitamente nossa aventura. Trocamos nossos números e combinamos de manter contato.
Nos dias seguintes, trocamos algumas mensagens no WhatsApp, mas sem marcar um encontro concreto.
Uma noite, saio cansada do trabalho e tava esperando o ônibus. Quando ele chega, oh, surpresa!!, era meu motorzinho. Fiquei feliz e, ao mesmo tempo, uma excitação terrível me tomou, porque vinha tendo muitas fantasias nos meus momentos de banho, com carícias nos meus peitos e bicos, e esfregando meu clitóris, com orgasmos deliciosos em homenagem a ele.
Subi e fiquei em pé atrás do assento dele, conversando, e ele perguntou:
– De onde você vem a essa hora? – já era bem tarde.
– Do trabalho, teve mais clientes que o normal – eu, cada vez que falava, me abaixava pra ele me ouvir melhor e também pra que, pelo espelho, ele pudesse ver que eu mostrava boa parte das minhas “tetas”.
Num dado momento, ele fala:
– Elena, linda, não aguento mais… O que vejo no espelho tá me deixando louco… você tá me torturando e… sabe disso… faz de propósito… vem comigo até a garagem do ônibus… quer? – e foi o que eu fiz.
O transporte entrou no galpão da garagem, já de noite fechada, e eu me escondi pra que, no controle de entrada, não me vissem. viram.
Lá dentro tava escuro, ele estacionou no fundo do lugar, tampado por outros ônibus, se levantou do banco, e aí a gente se fundiu num primeiro beijo apaixonado, quente.
Ele me levou pro fundo do micro-ônibus até o último banco enquanto a gente se apalpava o corpo todo.
Eu tava com o uniforme do trabalho, que era uma saia acima do joelho e uma camisa branca com três botões desabotoados, mostrando o começo dos meus peitões e parte do sutiã meia-taça de renda preta, que também deixava ver parte das minhas auréolas durinhas de tesão.
Meus pés tavam cobertos por umas sandálias de salto alto fino bem gostosas e, por último, eu tava com uma das minhas micro-calcinhas fio dental, também de renda preta, já bem molhadinhas dos meus próprios lubrificantes.
Ele tava vestido com uma camisa azul claro justa no corpo de manga curta e uma calça azul marinho, calçando mocassins pretos.
A gente se beijava apaixonadamente e com muita excitação, ele foi desabotoando os botões da minha camisa, aparecendo o sutiã por inteiro, que mal dava pra cobrir os bicos dos meus peitos. Ele mordia delicadamente meu pescoço e meus ombros nus, arrepiando minha pele de tesão.
Ele me tirou a peça e, colocando as mãos por dentro do sutiã, liberou totalmente minhas “bolas” e começou a chupá-las deliciosamente, brincando com os dois bicos que nessa hora tavam totalmente duros e sensíveis.
Isso me deu um prazer intenso, do jeito que ele apertava e chupava minhas “tetas”, uma zona que pra mim é super erótica. Que delícia que ele tava me causando.
— Que gostoso você chupar meus peitos… continua assim… uuuuhhhhh! — comecei a gemer baixinho — chupa meus bicos… mmmmmm!!
Eu acariciava o torso musculoso e largo dele e pedi num momento:
— Para, por favor, que podem nos ver — e ele respondeu me apertando contra o corpo dele e, descendo as mãos, acariciou minha bunda, levantando devagar minha saia, acariciando minhas coxas e meus glúteos com aquelas mãos de homem. calientes, brincando com os fios da minha calcinha fio dental, apertando minhas nádegas, separando as bandas e brincando com os dedos no sulco da minha raba tampada só com o tecido fino da peça íntima, e depois continuou subindo minha saia até que ficou amassada na minha cintura, liberando à vista dele a calcinha fio dental preta que estava encharcada.
Imediatamente acariciou a parte interna das minhas coxas com uma mão, enquanto com a outra continuava com uma das minhas tetas e chegou até minha buceta, tocando por cima do tecido da calcinha, começando a me fazer uma masturbação incrível.
– Aaahhhhhhh!!!! … pussy, você tá me matandoooooooo!!!
Eu estava desarmada e entregue, então ele enfiou a mão por dentro da minha calcinha fio dental, me acariciando diretamente toda a minha foxy depilada, apertando o clitóris e brincando com os dedos no meu buraquinho vaginal, o que me levou a um nível de excitação que eu não sentia há muito tempo.
– Para, por favor – repeti, não muito convincente – vão nos encontrar e quem vai se ferrar é você no seu trabalho –, ao que ele respondeu:
– Amor, não vou te deixar assim – e na sequência foi se ajoelhando enquanto movia as mãos para as tiras da minha calcinha e foi abaixando ela até que a cara dele ficou de frente pra minha foxy, e tirando uma perna minha da alça da peça íntima, me fez colocar ela sobre o banco e, desse jeito, aberta como fiquei, começou a lamber toda a minha buceta de uma forma deliciosa.
Assim ficou por vários minutos, literalmente me comendo a foxy, o clitóris, minha vagina, inclusive, por momentos, as mãos dele abriam minhas nádegas e ele lambia o buraquinho do cu, voltando pra frente e tentando enfiar a língua no meu buraco, como se quisesse me comer com ela.
– Vai Marcelo, continua me comendo a putinhaaaa!!!... Aaaaggggg!!... Você vai me fazer gozaaaaarrrr!!!
Eu comecei a tremer dos orgasmos que me invadiram, e que continuavam e se sucediam sem parar, porque ele não tirava a cara da minha pussy, por mais que eu tentasse com as mãos afastá-lo, porque eu tinha medo de desvanecer de prazer, até que finalmente ele se separou e eu pude me sentar, completamente exausta naquele último banco do ônibus, para recuperar o fôlego daquele intenso momento erótico e de sexo puro que ele me fez viver.
Olhei para Marcelo parado na minha frente e baixei o olhar para a braguilha dele, podendo contemplar o tremendo volume cilíndrico que se marcava na virilha esquerda e, tocando suavemente meu clitóris, disse:
— Amor, quero que você libere essa bela rola que você carrega, mas devagar, e se masturbe na minha frente.
Imediatamente, Marcelo levou as mãos ao cinto, soltando-o, depois desabotoou o botão da calça e abaixou o zíper enquanto se acariciava a rola por cima do tecido.
Ele abriu a parte da frente da roupa, revelando uma cueca preta e volumosa. Abaixou a calça e, depois de tirar os sapatos, a removeu.
— Que vista gostosa, como você se massageia bem essa rola, lindo — eu dizia enquanto ele brincava por cima da cueca. Eu continuava reclinada no banco, com as pernas abertas, totalmente exposta e me masturbando devagar.
Meu motorista enfiou uma mão dentro da cueca, segurando aquele cilindro grosso, e com a outra tocava as bolas, e puxou a rola para fora para que eu visse: grossa, dura, com uma cabeça bonita, cheia de veias e de um bom comprimento, o que fez minha pele se arrepiar e meus mamilos endurecerem, enquanto eu mordia os lábios.
Ele começou a bater uma para a rola de um jeito delicioso, me perguntando: — Você gosta, Elena?
— Adoro!!! — eu disse, enquanto me levantava e, esticando minha mão esquerda, comecei a acariciar suas bolas quentes, o que arrancou dele um gemido excitante.
A rola dele estava a vinte centímetros do meu rosto, e Marcelo tinha aumentado a velocidade da masturbação, então eu agarrei a cueca dele e a puxei para baixo até tirá-la, e disse:
— Para, gostoso, que eu preciso de você duro por mais um tempo — e subi minha mão, segurando o tronco primeiro e depois a rola inteira com as duas mãos, tocando suavemente, e comecei a lamber como se fosse um sorvete, puxando o prepúcio pra trás e degustando o líquido pré-seminal que saía do buraco da cabeça, sentindo ele gemer de prazer.
— Cê gosta?... Olha como eu devoro ela inteira — falei abrindo minha boca e enfiando aquele falo quase até o fundo, pra iniciar um boquete firme e profundo, sem tirar o olho dos olhos dele, curtindo o prazer que tava causando no meu macho.
Ficou assim por um bom tempo, comendo minha boca. Enquanto com as mãos eu tocava as bolas dele e às vezes o tronco do falo, até que percebi que ele tava perto de gozar. Por isso interrompi a felação e falei:
— Preciso de você dentro de mim agorrrra!!! — me levantando pra me virar e ajoelhando no último banco com as pernas abertas e a bunda empinada, arqueando a cintura, oferecendo minha buceta toda molhada e receptiva.
— Que pedaço de pussy que vou comer, Elena!! — ele exclama.
— Siiim, é toda sua…. Enfia a rola agorrrra!!! Me come… me fodeee!!! — sentindo ele apoiar a cabeça da rola na entrada da buceta, e usando como um pincel, esfregando por todo o sulco, brincando com o clitóris e pra trás, até chegar no cu. Depois apoia a cabeça na entrada da minha buceta e faz duas tentativas de entrar, mas o “filho da puta” tirava de novo, situação que tava me levando ao limite do desespero. Na terceira vez, gritei:
— Vai, filho da puta, enfia agoraaaa!!!... me fodeee!!! — sentindo então que ele ia entrando devagar mas progressivamente até a raiz, batendo as bolas no meu clitóris e, aí começou a bombar sem parar, enquanto me agarrava os peitos por trás e massageava com muito tesão. Ficamos assim uns 10 minutos intermináveis de prazer.
Eu gemia que nem louca enquanto a fodida me levava ao clímax e eu entrava num orgasmo divino, pra continuar num estado de excitação e entrar noutro orgasmo melhor ainda, e assim, mais dois orgasmos que quase me fizeram gritar, coisa que não podia. deixa eu.
Marcelo aumentou a velocidade das estocadas e me avisa que vai gozar, aí eu respondo:
—Goza nos meus peitos!!!— ele sai de dentro de mim e dá um passo pra trás enquanto segura a pica e bate uma punheta violenta, mas dá tempo de eu me virar e, sentando no banco, pegar minhas “lolas” e oferecer pra ele jorrar uma boa quantidade de porra que me lambuza os peitos, o pescoço e o queixo, espremendo a pica pra não sobrar nem uma gota.
Ele sentou em outro banco exausto e ficou me olhando enquanto eu brincava com minhas “bolas” besuntadas de sêmen dele, depois peguei lenços e limpei elas, junto com meu pescoço e rosto.
—Meu lindo, que transa gostosa que você me deu… me dá um minuto pra terminar de me limpar e me vestir.
—Fica tranquila, Elena. A gente se recupera e eu te levo pra casa, mas isso tem que repetir… NUMA CAMA!!!!
Toda tarde eu pegava o busão pra ir trabalhar numa clínica de estética corporal, já que sou esteticista e fazia tratamentos de modelagem e massagens.
Numa dessas vezes, entro num transporte e o motorista que tava dirigindo me deixou doida, e instintivamente, enquanto olhava pra ele, fantasiei que montava nele com a saia arregaçada e ele me penetrava com uma rola imaginária deliciosa, e isso me excitou na hora de um jeito que não acontecia há um bom tempo, pelo menos tão de repente e por um desconhecido.
Continuei viajando toda tarde pro trabalho e toda noite, de volta pra casa, mas não encontrei ele de novo, o que me frustrava, mas ao mesmo tempo, me deixava obcecada por ele.
Eu subia cada vez pensando e esperando que aquele motorista gostoso aparecesse de novo.
Vendo que isso não rolava, decidi descobrir a que horas ele passava, tentando adivinhar os horários dele pra poder subir e encontrar ele de novo. Queria “comer” ele.
Até que consegui saber a rotina de trabalho dele e comecei a pegar esses horários, mesmo que a volta fosse a última viagem que aquele ônibus fazia naquele trajeto, já de noite.
Se me perguntarem o que me fez ter essa necessidade de ter ele, posso dizer que foi o olhar dele, muito safado, muito explícito.
Me atraiu e excitou o jeito que ele olhava pros meus peitos. Isso me deixava louca.
De propósito, eu sentava no primeiro banco pra poder paquerar ele bem de perto, e toda vez que ele parava pra pegar passageiros, me via pelo espelho, e eu descruzava “descuidadamente” as pernas, fazendo a saia subir um pouco, deixando ver boa parte das minhas coxas, e só pelo olhar que ele me dava, percebia que ele ficava excitado comigo, na verdade, a gente se excitava junto.
Eu cada vez subia com a vontade de Provocá-lo e usava roupas bem sexy, mostrando mais meus peitos através de roupas com transparências, decotes profundos ou camisas com botões desabotoados, o suficiente pra mostrar mais do que o normal (devo dizer que tenho uns peitos bons, firmes e de tamanho bem legal, graças à magia da cirurgia estética).
Um dia, entro no ônibus e encontro ele bem cheio, com gente em pé, então fico exatamente atrás do assento dele, rolando o seguinte diálogo:
– Oi, tudo bem?! – falei, e ele respondeu:
– Como você tá gostosa!! – eu fiquei ali em pé, conversando com ele sobre o tempo, o calor que fazia naquele dia, qualquer bobeira, e aí perguntamos os nomes:
– Me apresento, me chamo Marcelo, e você?
– Elena.
Aí começou explicitamente nossa aventura. Trocamos nossos números e combinamos de manter contato.
Nos dias seguintes, trocamos algumas mensagens no WhatsApp, mas sem marcar um encontro concreto.
Uma noite, saio cansada do trabalho e tava esperando o ônibus. Quando ele chega, oh, surpresa!!, era meu motorzinho. Fiquei feliz e, ao mesmo tempo, uma excitação terrível me tomou, porque vinha tendo muitas fantasias nos meus momentos de banho, com carícias nos meus peitos e bicos, e esfregando meu clitóris, com orgasmos deliciosos em homenagem a ele.
Subi e fiquei em pé atrás do assento dele, conversando, e ele perguntou:
– De onde você vem a essa hora? – já era bem tarde.
– Do trabalho, teve mais clientes que o normal – eu, cada vez que falava, me abaixava pra ele me ouvir melhor e também pra que, pelo espelho, ele pudesse ver que eu mostrava boa parte das minhas “tetas”.
Num dado momento, ele fala:
– Elena, linda, não aguento mais… O que vejo no espelho tá me deixando louco… você tá me torturando e… sabe disso… faz de propósito… vem comigo até a garagem do ônibus… quer? – e foi o que eu fiz.
O transporte entrou no galpão da garagem, já de noite fechada, e eu me escondi pra que, no controle de entrada, não me vissem. viram.
Lá dentro tava escuro, ele estacionou no fundo do lugar, tampado por outros ônibus, se levantou do banco, e aí a gente se fundiu num primeiro beijo apaixonado, quente.
Ele me levou pro fundo do micro-ônibus até o último banco enquanto a gente se apalpava o corpo todo.
Eu tava com o uniforme do trabalho, que era uma saia acima do joelho e uma camisa branca com três botões desabotoados, mostrando o começo dos meus peitões e parte do sutiã meia-taça de renda preta, que também deixava ver parte das minhas auréolas durinhas de tesão.
Meus pés tavam cobertos por umas sandálias de salto alto fino bem gostosas e, por último, eu tava com uma das minhas micro-calcinhas fio dental, também de renda preta, já bem molhadinhas dos meus próprios lubrificantes.
Ele tava vestido com uma camisa azul claro justa no corpo de manga curta e uma calça azul marinho, calçando mocassins pretos.
A gente se beijava apaixonadamente e com muita excitação, ele foi desabotoando os botões da minha camisa, aparecendo o sutiã por inteiro, que mal dava pra cobrir os bicos dos meus peitos. Ele mordia delicadamente meu pescoço e meus ombros nus, arrepiando minha pele de tesão.
Ele me tirou a peça e, colocando as mãos por dentro do sutiã, liberou totalmente minhas “bolas” e começou a chupá-las deliciosamente, brincando com os dois bicos que nessa hora tavam totalmente duros e sensíveis.
Isso me deu um prazer intenso, do jeito que ele apertava e chupava minhas “tetas”, uma zona que pra mim é super erótica. Que delícia que ele tava me causando.
— Que gostoso você chupar meus peitos… continua assim… uuuuhhhhh! — comecei a gemer baixinho — chupa meus bicos… mmmmmm!!
Eu acariciava o torso musculoso e largo dele e pedi num momento:
— Para, por favor, que podem nos ver — e ele respondeu me apertando contra o corpo dele e, descendo as mãos, acariciou minha bunda, levantando devagar minha saia, acariciando minhas coxas e meus glúteos com aquelas mãos de homem. calientes, brincando com os fios da minha calcinha fio dental, apertando minhas nádegas, separando as bandas e brincando com os dedos no sulco da minha raba tampada só com o tecido fino da peça íntima, e depois continuou subindo minha saia até que ficou amassada na minha cintura, liberando à vista dele a calcinha fio dental preta que estava encharcada.
Imediatamente acariciou a parte interna das minhas coxas com uma mão, enquanto com a outra continuava com uma das minhas tetas e chegou até minha buceta, tocando por cima do tecido da calcinha, começando a me fazer uma masturbação incrível.
– Aaahhhhhhh!!!! … pussy, você tá me matandoooooooo!!!
Eu estava desarmada e entregue, então ele enfiou a mão por dentro da minha calcinha fio dental, me acariciando diretamente toda a minha foxy depilada, apertando o clitóris e brincando com os dedos no meu buraquinho vaginal, o que me levou a um nível de excitação que eu não sentia há muito tempo.
– Para, por favor – repeti, não muito convincente – vão nos encontrar e quem vai se ferrar é você no seu trabalho –, ao que ele respondeu:
– Amor, não vou te deixar assim – e na sequência foi se ajoelhando enquanto movia as mãos para as tiras da minha calcinha e foi abaixando ela até que a cara dele ficou de frente pra minha foxy, e tirando uma perna minha da alça da peça íntima, me fez colocar ela sobre o banco e, desse jeito, aberta como fiquei, começou a lamber toda a minha buceta de uma forma deliciosa.
Assim ficou por vários minutos, literalmente me comendo a foxy, o clitóris, minha vagina, inclusive, por momentos, as mãos dele abriam minhas nádegas e ele lambia o buraquinho do cu, voltando pra frente e tentando enfiar a língua no meu buraco, como se quisesse me comer com ela.
– Vai Marcelo, continua me comendo a putinhaaaa!!!... Aaaaggggg!!... Você vai me fazer gozaaaaarrrr!!!
Eu comecei a tremer dos orgasmos que me invadiram, e que continuavam e se sucediam sem parar, porque ele não tirava a cara da minha pussy, por mais que eu tentasse com as mãos afastá-lo, porque eu tinha medo de desvanecer de prazer, até que finalmente ele se separou e eu pude me sentar, completamente exausta naquele último banco do ônibus, para recuperar o fôlego daquele intenso momento erótico e de sexo puro que ele me fez viver.
Olhei para Marcelo parado na minha frente e baixei o olhar para a braguilha dele, podendo contemplar o tremendo volume cilíndrico que se marcava na virilha esquerda e, tocando suavemente meu clitóris, disse:
— Amor, quero que você libere essa bela rola que você carrega, mas devagar, e se masturbe na minha frente.
Imediatamente, Marcelo levou as mãos ao cinto, soltando-o, depois desabotoou o botão da calça e abaixou o zíper enquanto se acariciava a rola por cima do tecido.
Ele abriu a parte da frente da roupa, revelando uma cueca preta e volumosa. Abaixou a calça e, depois de tirar os sapatos, a removeu.
— Que vista gostosa, como você se massageia bem essa rola, lindo — eu dizia enquanto ele brincava por cima da cueca. Eu continuava reclinada no banco, com as pernas abertas, totalmente exposta e me masturbando devagar.
Meu motorista enfiou uma mão dentro da cueca, segurando aquele cilindro grosso, e com a outra tocava as bolas, e puxou a rola para fora para que eu visse: grossa, dura, com uma cabeça bonita, cheia de veias e de um bom comprimento, o que fez minha pele se arrepiar e meus mamilos endurecerem, enquanto eu mordia os lábios.
Ele começou a bater uma para a rola de um jeito delicioso, me perguntando: — Você gosta, Elena?
— Adoro!!! — eu disse, enquanto me levantava e, esticando minha mão esquerda, comecei a acariciar suas bolas quentes, o que arrancou dele um gemido excitante.
A rola dele estava a vinte centímetros do meu rosto, e Marcelo tinha aumentado a velocidade da masturbação, então eu agarrei a cueca dele e a puxei para baixo até tirá-la, e disse:
— Para, gostoso, que eu preciso de você duro por mais um tempo — e subi minha mão, segurando o tronco primeiro e depois a rola inteira com as duas mãos, tocando suavemente, e comecei a lamber como se fosse um sorvete, puxando o prepúcio pra trás e degustando o líquido pré-seminal que saía do buraco da cabeça, sentindo ele gemer de prazer.
— Cê gosta?... Olha como eu devoro ela inteira — falei abrindo minha boca e enfiando aquele falo quase até o fundo, pra iniciar um boquete firme e profundo, sem tirar o olho dos olhos dele, curtindo o prazer que tava causando no meu macho.
Ficou assim por um bom tempo, comendo minha boca. Enquanto com as mãos eu tocava as bolas dele e às vezes o tronco do falo, até que percebi que ele tava perto de gozar. Por isso interrompi a felação e falei:
— Preciso de você dentro de mim agorrrra!!! — me levantando pra me virar e ajoelhando no último banco com as pernas abertas e a bunda empinada, arqueando a cintura, oferecendo minha buceta toda molhada e receptiva.
— Que pedaço de pussy que vou comer, Elena!! — ele exclama.
— Siiim, é toda sua…. Enfia a rola agorrrra!!! Me come… me fodeee!!! — sentindo ele apoiar a cabeça da rola na entrada da buceta, e usando como um pincel, esfregando por todo o sulco, brincando com o clitóris e pra trás, até chegar no cu. Depois apoia a cabeça na entrada da minha buceta e faz duas tentativas de entrar, mas o “filho da puta” tirava de novo, situação que tava me levando ao limite do desespero. Na terceira vez, gritei:
— Vai, filho da puta, enfia agoraaaa!!!... me fodeee!!! — sentindo então que ele ia entrando devagar mas progressivamente até a raiz, batendo as bolas no meu clitóris e, aí começou a bombar sem parar, enquanto me agarrava os peitos por trás e massageava com muito tesão. Ficamos assim uns 10 minutos intermináveis de prazer.
Eu gemia que nem louca enquanto a fodida me levava ao clímax e eu entrava num orgasmo divino, pra continuar num estado de excitação e entrar noutro orgasmo melhor ainda, e assim, mais dois orgasmos que quase me fizeram gritar, coisa que não podia. deixa eu.
Marcelo aumentou a velocidade das estocadas e me avisa que vai gozar, aí eu respondo:
—Goza nos meus peitos!!!— ele sai de dentro de mim e dá um passo pra trás enquanto segura a pica e bate uma punheta violenta, mas dá tempo de eu me virar e, sentando no banco, pegar minhas “lolas” e oferecer pra ele jorrar uma boa quantidade de porra que me lambuza os peitos, o pescoço e o queixo, espremendo a pica pra não sobrar nem uma gota.
Ele sentou em outro banco exausto e ficou me olhando enquanto eu brincava com minhas “bolas” besuntadas de sêmen dele, depois peguei lenços e limpei elas, junto com meu pescoço e rosto.
—Meu lindo, que transa gostosa que você me deu… me dá um minuto pra terminar de me limpar e me vestir.
—Fica tranquila, Elena. A gente se recupera e eu te levo pra casa, mas isso tem que repetir… NUMA CAMA!!!!
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