Conheci a Analia em 1999, numa "sala de chat" da Cidade Digital. Algo que os mais jovens não fazem ideia e nem são capazes de imaginar. Eu estava lá procurando alguém pra conversar, vi que dizia "Analia" e comecei a escrever pra ela.
Conversamos e conversamos, e descobri que ela era do interior da Argentina. Passamos nossos números de ICQ (outra antiguidade) e continuamos conversando, depois números de telefone e, finalmente, um dia nos encontramos em Buenos Aires, na Callao e Corrientes.
Fomos almoçar e, depois do almoço, saímos pra caminhar pela Callao, e ali dobramos pela Lavalle sentido Bairro do Once. Acompanhei-a pra buscar umas coisas que ela tinha comprado pra loja dela e precisava levar de volta. A verdade é que ela era uma ótima companhia, me fazia rir e era muito inteligente pra trocar ideia.
Depois disso, a acompanhei até não lembro qual esquina e, quando eu ia parar um táxi pra ela ir pra onde estava hospedada, ela disse: "Para, para, eu quero me despedir direito"... me deu um beijo incrível, incrível que até hoje... lembro!
Nos vimos mais uma vez naqueles dias, ela me confessou que tinha marcado encontro com outros e isso, mais do que me dar ciúmes, me deixou com tesão... e pensei: essa gatinha é uma bomba. Mas não era, Analia era uma bomba de sex appeal que emanava, ela falava com você e você ficava duro, uma qualidade muito difícil de encontrar e ela tinha.
Lembro que nesse último encontro em Buenos Aires, fomos ao cinema, e ela me contou que o cinema deixava ela com muito tesão... obviamente não lembro qual filme vimos porque passamos as duas horas nos beijando. Saímos de lá, jantamos e fomos sentar num banco de praça, na Callao e Paraguay, já com o pau que me explodia da calça.
Não fomos a um hotel porque pra ela dava um pouco de medo ou compromisso ou algo assim.
Mas ela, além de me comer de beijos, passava a mão por cima do pau, que pedia aos gritos pra ser chupado.
Nos despedimos naquela noite com a promessa de um próximo encontro, isso foi em outubro de 1999 e, em dezembro daquele ano, peguei um ônibus... e fui para a cidade dela.
Tínhamos combinado que ela me buscaria na rodoviária, mas não foi assim, esperei por 6 horas...6 horas!!!!! Hoje, me pergunto o que me impediu de pegar um ônibus de volta...a verdade é que não sei, não sei exatamente, mas fiquei e isso foi algo que selou nosso vínculo para sempre.
Analia finalmente chegou, me levou para um hotel, bom, bonito e barato. Botamos o papo em dia e ela disse “mais tarde eu volto”.
E mais tarde ela voltou, entrou no meu quarto (coisa que hoje em dia num hotel é bem difícil) e antes de irmos comer começamos a nos beijar...como essa mulher beijava...meu deus!
Claramente ela tinha muito mais experiência que eu, era um polvo, metia a mão por todos os lados...desabotoei o jeans e tirei o pau pra fora “qualéeeee, dá uma segurada no amigo que não aguenta mais desde outubro” e Analia se entregou. Ali, naquele instante, entendi que há mulheres que, além de serem mães, profissionais, esposas, trabalhadoras incansáveis, multitarefa e mil coisas mais...sabem chupar um pau. Claramente essa mulher sabia (e sabe) como te fazer ver o Sistema Solar em toda sua extensão...o amor e a vontade que ela colocava eram indescritíveis.
Depois de uma chupada tremenda, me acomodei e chegou a minha vez. Analia tinha uma buceta linda, peluda mas linda, e me entreguei ao meu trabalho. Chupar, morder, sugar, soprar, cuspir, meter um dedo...dois...foi um trabalho que levei muito a sério...tanto ou mais que o meu trabalho profissional...porque sou um devoto confesso de chupar buceta...e não sei por que...algo me levou a enfiar um dedo no cu dela e, quando pensei que ela ia me xingar, veio um suspiro de satisfação no lugar... “ahhhh não... essa gostosa é uma bomba...” e continuei com minha tarefa fina, que durou um tempinho.
Depois disso, Analia sentou em cima de mim e começou a fazer quase a melhor coisa que sabe...cavalgar...forte...profundo...fazendo sua melhor cara de putinha no cio que adora pau...pra dizer a verdade...naquele momento, eu...já estava para gozar... mas lembro que pensei... "não posso gozar agora... tenho que aguentar mais..." e a Analia me comia como se fosse a última vez. Ela virou de costas... e eu via meu pau entrando e saindo...
Depois ela deitou de bruços e eu comi ela assim um pouco... coloquei ela de quatro e comi de novo e aí aconteceu a mágica... enquanto comia ela de quatro, ela me disse com aquele sotaque lindo "quero que me foda!" assim, direto... se antes eu achava que a Analia era uma gostosa, naquele exato momento pensei "naaahhh com essa gostosa eu me caso, três vezes me caso"... e assim... sem rodeios, que foi o que teve de mágico... a Analia passou saliva na bunda... pegou meu pau e começou a enfiar... "não é possível que isso tá acontecendo!!!!!"... pensei, essa mulher o capeta mandou pra mim e algo ruim vai me acontecer...
E aí... eu, um moleque de vinte e poucos anos... sem muita experiência comendo o cu de uma mulher... que era uma feraaaaaa e lembro que ela me dizia "isso, me fode... eu adoro... vai" e se antes eu sentia que não aguentava mais... aí, naquele momento comecei a lembrar do logaritmo de 20 e da hipotenusa elevada a N pra não gozar... mas a verdade... comer o cu da Analia com todo aquele sex appeal que ela exalava... não deu pra segurar e em segundos gozei de um jeito que quando a gente é jovem é único... com tudo!!E caí de lado na cama... Esse foi o começo de um relacionamento que durou um tempo. Depois nos separamos, mas continuamos nos vendo várias/muitas vezes... ambos em outros relacionamentos... e foram encontros incríveis!!
Conversamos e conversamos, e descobri que ela era do interior da Argentina. Passamos nossos números de ICQ (outra antiguidade) e continuamos conversando, depois números de telefone e, finalmente, um dia nos encontramos em Buenos Aires, na Callao e Corrientes.
Fomos almoçar e, depois do almoço, saímos pra caminhar pela Callao, e ali dobramos pela Lavalle sentido Bairro do Once. Acompanhei-a pra buscar umas coisas que ela tinha comprado pra loja dela e precisava levar de volta. A verdade é que ela era uma ótima companhia, me fazia rir e era muito inteligente pra trocar ideia.
Depois disso, a acompanhei até não lembro qual esquina e, quando eu ia parar um táxi pra ela ir pra onde estava hospedada, ela disse: "Para, para, eu quero me despedir direito"... me deu um beijo incrível, incrível que até hoje... lembro!
Nos vimos mais uma vez naqueles dias, ela me confessou que tinha marcado encontro com outros e isso, mais do que me dar ciúmes, me deixou com tesão... e pensei: essa gatinha é uma bomba. Mas não era, Analia era uma bomba de sex appeal que emanava, ela falava com você e você ficava duro, uma qualidade muito difícil de encontrar e ela tinha.
Lembro que nesse último encontro em Buenos Aires, fomos ao cinema, e ela me contou que o cinema deixava ela com muito tesão... obviamente não lembro qual filme vimos porque passamos as duas horas nos beijando. Saímos de lá, jantamos e fomos sentar num banco de praça, na Callao e Paraguay, já com o pau que me explodia da calça.
Não fomos a um hotel porque pra ela dava um pouco de medo ou compromisso ou algo assim.
Mas ela, além de me comer de beijos, passava a mão por cima do pau, que pedia aos gritos pra ser chupado.
Nos despedimos naquela noite com a promessa de um próximo encontro, isso foi em outubro de 1999 e, em dezembro daquele ano, peguei um ônibus... e fui para a cidade dela.
Tínhamos combinado que ela me buscaria na rodoviária, mas não foi assim, esperei por 6 horas...6 horas!!!!! Hoje, me pergunto o que me impediu de pegar um ônibus de volta...a verdade é que não sei, não sei exatamente, mas fiquei e isso foi algo que selou nosso vínculo para sempre.
Analia finalmente chegou, me levou para um hotel, bom, bonito e barato. Botamos o papo em dia e ela disse “mais tarde eu volto”.
E mais tarde ela voltou, entrou no meu quarto (coisa que hoje em dia num hotel é bem difícil) e antes de irmos comer começamos a nos beijar...como essa mulher beijava...meu deus!
Claramente ela tinha muito mais experiência que eu, era um polvo, metia a mão por todos os lados...desabotoei o jeans e tirei o pau pra fora “qualéeeee, dá uma segurada no amigo que não aguenta mais desde outubro” e Analia se entregou. Ali, naquele instante, entendi que há mulheres que, além de serem mães, profissionais, esposas, trabalhadoras incansáveis, multitarefa e mil coisas mais...sabem chupar um pau. Claramente essa mulher sabia (e sabe) como te fazer ver o Sistema Solar em toda sua extensão...o amor e a vontade que ela colocava eram indescritíveis.
Depois de uma chupada tremenda, me acomodei e chegou a minha vez. Analia tinha uma buceta linda, peluda mas linda, e me entreguei ao meu trabalho. Chupar, morder, sugar, soprar, cuspir, meter um dedo...dois...foi um trabalho que levei muito a sério...tanto ou mais que o meu trabalho profissional...porque sou um devoto confesso de chupar buceta...e não sei por que...algo me levou a enfiar um dedo no cu dela e, quando pensei que ela ia me xingar, veio um suspiro de satisfação no lugar... “ahhhh não... essa gostosa é uma bomba...” e continuei com minha tarefa fina, que durou um tempinho.
Depois disso, Analia sentou em cima de mim e começou a fazer quase a melhor coisa que sabe...cavalgar...forte...profundo...fazendo sua melhor cara de putinha no cio que adora pau...pra dizer a verdade...naquele momento, eu...já estava para gozar... mas lembro que pensei... "não posso gozar agora... tenho que aguentar mais..." e a Analia me comia como se fosse a última vez. Ela virou de costas... e eu via meu pau entrando e saindo...
Depois ela deitou de bruços e eu comi ela assim um pouco... coloquei ela de quatro e comi de novo e aí aconteceu a mágica... enquanto comia ela de quatro, ela me disse com aquele sotaque lindo "quero que me foda!" assim, direto... se antes eu achava que a Analia era uma gostosa, naquele exato momento pensei "naaahhh com essa gostosa eu me caso, três vezes me caso"... e assim... sem rodeios, que foi o que teve de mágico... a Analia passou saliva na bunda... pegou meu pau e começou a enfiar... "não é possível que isso tá acontecendo!!!!!"... pensei, essa mulher o capeta mandou pra mim e algo ruim vai me acontecer...
E aí... eu, um moleque de vinte e poucos anos... sem muita experiência comendo o cu de uma mulher... que era uma feraaaaaa e lembro que ela me dizia "isso, me fode... eu adoro... vai" e se antes eu sentia que não aguentava mais... aí, naquele momento comecei a lembrar do logaritmo de 20 e da hipotenusa elevada a N pra não gozar... mas a verdade... comer o cu da Analia com todo aquele sex appeal que ela exalava... não deu pra segurar e em segundos gozei de um jeito que quando a gente é jovem é único... com tudo!!E caí de lado na cama... Esse foi o começo de um relacionamento que durou um tempo. Depois nos separamos, mas continuamos nos vendo várias/muitas vezes... ambos em outros relacionamentos... e foram encontros incríveis!!
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