El Trébol - Rompiendo el trébol

Capítulo 1:O Começo
Capítulo 2:O espelho
Capítulo 3:A cabana
Capítulo 4:A cabana 2 - O presente
Capítulo 5:A cabana 3 - Espantalho
Capítulo 6:Realidade Virtual
Capítulo 7:O retorno
Capítulo 8:Como profissionais
Capítulo 9:Torradeira
Capítulo 10:As lobas




Saí do trabalho todo acelerado. Pensei nisso o dia inteiro, na verdade a semana toda e até mais. Desde aquele dia da volta do trevo, quando a gente disse que ia tentar, ou quando confirmei que a Pili precisava de ajuda no dia do teatro.
Atravessei o terminal de Mendoza andando rápido, antes de cruzar a rua olhei pros dois lados pra ver se não tinha ninguém conhecido e entrei rápido no sex shop.
Fiz as contas esses dias pra ter uma noção do gasto. Foram quase 350 dólares que eu gastei naquele dia... Muita grana em brinquedos. Não vou dar detalhes da compra porque vocês vão descobrindo aos poucos com o passar dos relatos, mas queria enfatizar meu entusiasmo e como eu tinha dito isso pra vocês.


Eu: tenho presentes pra vocês!
Pili: Fer! Que emoção! Oi, né?
Eu: haha sim. Oi!!
Sole: Oi! Como vai o trevo?? Que presentes?


Já tinham passado uns dias desde o rolê dos meus amigos. Eu tinha visto tudo por um fio... Tava super feliz com como a noite terminou e decidi que não podia perder tempo. Que não sabia quanto tempo esse sonho ia durar pra mim.


Eu: ahh surpresa!! Vamos ter que nos ver pra elas saberem
Pili: que curiosidade! Vamos fazer alguma coisa essa semana?
Sole: Sim, mas fica tranquila, gorda. Já me fodi muito semana passada e temos que estudar. O que cê acha, Fer?


Claro que eu achava gostoso! Eu só queria ver elas. Saber que ainda estavam por perto. Dar meus presentes pra elas.
Só pedi uma coisa pra vocês.
Eu: não vão de calça nesse dia
Sole: quê?? Por quê??
Eu; surpresa. Tu confia.
Pili: shortinho também não??
Eu também não.




Combinamos quarta-feira pra ir tomar umas cerveja num parque.
Naquele dia fui buscá-las e tomamos umas geladas numa boa. Elas vieram de vestidinhos, atendendo meu único pedido.
A ansiedade tomou conta delas e em poucos minutos já estavam perguntando o que eram os presentes.
Eu: mmmm são coisas que a gente ainda não desbloqueou.
Peguei duas caixas de presente do mesmo tamanho. Uma pra cada uma e entreguei pra elas.


Sole: ai, não aguento, vou morrer! Pelo formato, já tô imaginando o que é — Pili olhava, mas não entendia — devia abrir dentro do carro, né?
Eu: kkkkk sim. Vamos pra dentro.
Sole subiu na frente e Pili atrás. Começaram a abrir e, quando viram os desenhos da caixa, deram um grito.
Pili: ahhhhh! Que filho da puta!! - continuou abrindo. - ah, legal! Vem em estojo!
Sole: olha só isso, sua puta!! - Sole já tinha chegado no consolo e agarrava ele com as duas mãos.
Pili: abaixa esse pau!! Vão ver da rua que tu tem uma piroca de plástico!! - terminou de abrir o dela - é muito real - ficou olhando ele
Sole: fico muito putinha se eu te agradecer com um abraço?? - os três morreram de rir e depois ela me abraçou
Pili: agora entendi a parada dos vestidos!! Quer que a gente experimente eles??
Eu: aham, fui eu quem lavei eles. Então fica de boa.
Pili: kkkk simm.. bem de boa. Você lavou o vibrador. Já nem tem problema enfiar ele dentro do carro no parque – disse ela, alucinada comigo
Eu: kkkkk pois é. É verdade, você não precisa provar agora.
Sole: eu topo!! Mas só um pouquinho - e abaixo a mão dela rápido pra levantar o vestido - me segura - ela me entrega a calcinha fio-dental rapidão.


Pili e eu disfarçávamos dentro do carro e ela começou a apontar o pedaço pra sua buceta.
Sole: tá difícil. É bem grande e eu tô seca — consigo levantar uma perna.
Eu liguei o carro e fui pra um lugar mais tranquilo, deixei ela continuar com o joguinho dela. Enquanto isso, a Pili me enchia de perguntas.
Onde você foi? Quanto custou? Vem de vários tamanhos? De vários materiais? Tem uns que vibram, né?
Enquanto eu respondia as dúvidas da loira como dava, a Sole já tinha enfiado a ponta.
Sole: me ajuda a empurrar — eu obedeci e o pedaço vermelho entrou até a metade — é uma delícia — experimenta, amiga
Pili estava na dúvida. Mas eu sabia como motivar ela.
Eu: Se você chegar até a metade igual a Sole, fuck you, outro presente que só trouxe pra você - ela abriu os olhos
Pili: que?? Outro? O que é? - Olhei pra ela com cara de poker pra ver se ela cumpria a parte dela.
Sole: Não vale! Eu tô com um pedaço de plástico enfiado e ela ganha presente?
Eu: fica tranquila que não me esqueci de você. Mas hoje tem algo especial pra loirinha.
A Pili não aguentou a curiosidade. Ela se semi-deitou no banco de trás e tirou a fio dental. Eu olhava ela começando a se apontar. Tinha uma vista melhor do que com a Sole. Ela penou, mas a gente foi enfiando o pedaço (o da Pili era amarelo)... Depois de vários minutos, chegou na metade.
Pili: bom... Vou tirar isso. Isso tá me quebrando.
As duas tiraram a roupa e começaram a se divertir chupando os consolos uma da outra, até molharam na cerveja pra enfiar na boca.
Pili: vocês vão devolver as calcinhas pra gente?
Eu: não — e sorri — são meu presente.
Sole: que gostoso!! Beleza. Lava elas e deixa no apê pra gente trocar depois de foder - sempre tão prática
Pili: você vai me dizer qual é o meu presente extra??
Tirei outro presentinho, mas explicando pra ela.
Eu: lembra quando a gente fez a torradeira?
Pili: Siiim?
Eu: lembra como vocês dois me deixaram no final?
Pili: haha sim, óbvio. Isso tá me dando medo. O que tem aí dentro?
Eu: o que você me prometeu no final? Lembra?
Pili: que filho da puta. A co... A Booty?
Eu: a gente tentou e você não tava pronta. Te falei que ia te passar um dever de casa. Então... Tá aqui.
A loira pegou o pacote e abriu. Dentro tinha um gel lubrificante e um dilatador anal. Longe de gritar e se assustar, ela olhou com curiosidade.
Pili: e isso, como é que usa?
Expliquei mais ou menos, mas falei pra ela ir testando aos poucos e sem pressa. Que se toque pra relaxar. Não ali. Mas na casa dela, sossegada.


Eu: vai experimentando e vai nos contando. Assim na próxima você faz comigo.
Pili: mmm não prometo muito. Mas valeu!! — e me deu um abraço


O momento dos presentes tinha nos esquentado, mas a gente disse que não ia fazer nada naquele dia. Então voltamos pras cervejas e as conversas.


A gente tava batendo um papo sobre tudo um pouco quando surgiu o assunto do relato de hoje.
Pili: seus amigos estão muito insistentes pra sair de casal - ela disse pra testar minha reação
Por dentro, eu tava puto da vida. Meus amigos viviam falando delas o dia inteiro... Que quando elas saem com "as gostosas", que como eu faço pra loira me dar bola, a gente sai em quatro? E esse tipo de pergunta... Eu tava enrolando eles, falando que não era tão amigo delas assim. Mas também já imaginava que iam chamar elas.
Eu: Se liga... Não param de falar de vocês.
Sole: ah é? E o que eles tão falando?
Eu: puta que filha da puta você é. Sabe que isso é difícil pra mim. Não vou te contar! Não vou foder o rolê de ninguém, mas também não vou ser cupido de ninguém.
Pili: então não te incomoda se a gente sair com eles? E se você vier?
Se me incomoda?? Me falta o ar quando imagino vocês dois juntos (eu pensava). Tenho muito medo de perder elas... Mas não podia falar isso pra elas.
Eu: me incomodar é uma palavra muito forte. Isso me deixa desconfortável.
Sole: Mas por quê? Se a gente tá com alguém, vocês não preferem que sejam os amigos de vocês, em quem confiam?
A conversa já tava me enchendo o saco.
Eu: Não
Pili: A menos que você diga que eles são uns fdps e que não servem pra gente.
Eu: não. Não é isso. Eles são caras legais. Mas é estranho, sei lá... O que eu faço enquanto vocês saem? E se começarem a sair mesmo? Ou se tiverem algo sério? Eu não vou conseguir lidar com isso.
Discutimos por um bom tempo. Elas insistiam que eram a mesma coisa que qualquer outro magrelo que pudesse sair com elas. Que eu já tinha passado por isso antes. Mas não era a mesma coisa.
Aquela noite acabou rápido e, pela primeira vez, fiquei puto com elas. Era medo disfarçado de raiva. Tudo estava fora do meu controle e minha personalidade obsessiva tava jogando contra mim.
Pra resumir uma semana de dor de cabeça e discussão: elas marcaram de sair com meus dois amigos na semana seguinte.
Era uma sexta à noite. Saíram pra tomar umas no bar da rua mais movimentada da cidade. As minas começaram a me mandar mensagem pra ir contando tudo.
Pili: Fer. Aqui estamos nós 4. Mandamos uma fotinha pra você - e mandaram uma selfie.
Eu: tão se divertindo?
Pili: hmm, mais ou menos. Percebi que sem álcool seu amigo é um baita de um otário. Não para de falar do carro dele, das roupas ou dos lugares pra onde viajou. Acho que não me perguntou nada a noite toda.
Eu: hahaha beleza. Já vou te perguntar umas coisas mais íntimas ;)
Pili: como assim?
Eu: me dá um beijo? Faz um boquete em mim? Posso pegar nas suas tetas? — fiquei um pouco provocante
Pili: Neném! Não me escreve isso que podem ver meu celular!
Eu: hahaha é por isso? Ou te excita?
Pili: um pouco dos dois
Eu: te excita que eu te fale isso? Ou que o Marce possa te perguntar?
Pili: hahaha você me excita! Esse idiota tá agora pela Europa - Marce com certeza contava a história dele em Paris
Eu tinha feito o possível pra não estragar a oportunidade pros meus amigos. Mas isso tava me vencendo. Meu egoísmo e a putaria tavam mandando mensagem pra loira.
Eu: se sou eu quem te esquenta, manda uma foto mais ousada pra mim. Te vi naquela de recém e tu tá uma gostosa.
Silêncio. Ou a ideia não tinha pintado pra ele, ou de repente os 4 saíram pra fazer outra coisa. Como me angustiava ficar assim.
Passaram 15 minutos e chegou uma mensagem da Pili. Era uma foto que dizia
Assim tá bom?
Tava no banheiro com as alças do vestido pra baixo, mostrando as tetas num sutiã rosa.


Eu: Sii. Muito bem! A Booty? Quero ver o conjunto


Mais 2 minutos e a loira me manda uma foto no espelho mostrando a bunda pequena. Rosadinha também. Eu já tava com o pau duro.


Eu: você me deixou de pau duro... Mmm
Pili: mmm me mostra!
Mandei uma foto da minha rola. Eu já tava me tocando e liguei pra ela. Ela atendeu na hora.


Eu: cê viu ela?
Pili: sim, neném! Tá bem inchada – ela me dizia sussurrando
Eu: vejo que você tá entediada aí. Resgato elas?
Pili: muito chata. Mmm, você devia me resgatar. A Sole tá se divertindo mais.


De repente, um alarme acendeu na minha cabeça. Tava com a loira gostosa, mas será que tava perdendo a Sole??


Pili: tenho que voltar! Senão vão desconfiar. Fiquei te escrevendo um monte na mesa.
Eu: tá bom. Mas antes você vai ter que fazer uma coisa. Levou sua bolsa pro banheiro?
Pili: o quê? Minha bolsa? Sim... por quê?
Eu: tira a fio-dental. Guarda na bolsa e volta.
Pili: que filho da puta! Você vai bater uma pra isso – e falou bem baixinho a palavra "bater uma".
Eu: sim, óbvio


A loira realizou meu desejo e voltou pra mesa. Sentou do lado da Sole e mostrou as mensagens e as fotos. E mostrou na bolsa o que tinha feito.
Sole me mandou uma mensagem.


Sole: tão se divertindo sem mim?
Eu: kkkk cê tá se divertindo sem a gente? — retruquei
Sole: nada tanto quanto vocês!
Eu: e aí. Vem com a gente, se liga!
Sole: e como?
Eu: vai no banheiro com a Pili e tirem uma foto pra mim


De novo silêncio. Minutos depois chega a foto das duas mostrando as tetas.
Eu liguei pra elas.


Eu: amei essa foto. Ela me deixa de pau duro
Sole: oi, camisinha. Aqui estamos nós duas. Não temos muito tempo — falou bem baixinho.
Eu: beleza. Façam uma coisa só e voltem. Coloca a fio dental da Pili e dá a sua pra ela.


Ouviram ele falando com a loira e ouviram as risadas.
Sole: mas a fio dental dela vai me violentar, mano. Cê viu a minha bunda?
Eu: cê tá me perguntando se eu vi mesmo? Manda ver nessa porra e me manda a foto.


Passaram uns 5 minutos e recebi uma selfie de dentro do banheiro com as duas bucetas se encostando. A Pili tava com a fio-dental preta da Sole e a amiga dela aparecia com a fio-dental rosa. Eu tava com o pau explodindo. Não só pelas fotos, mas por estar controlando elas daquele jeito. Mas naquela noite não ia estar no meu controle...


Relata Sole:
Voltamos do banheiro morrendo de rir pelo que a gente tinha feito. Os caras não entendiam nada e achavam que a gente tava meio alterada. A fio dental da Pili tava me violentando e quando eu lembrava, me molhava toda de pensar nas coisas que a gente faz nós três. Tentei voltar pra onde a gente tava porque, sinceramente, não tava passando mal não.
Diferente do cara da loira. O Gonza era muito agradável de conversar e o humor dele, sinceramente, me atraía pra caralho. Ele me tratou super bem a noite toda e ainda riu de si mesmo na hora de dançar. Algo que os caras magros têm muita dificuldade.
Marce insistia com a minha amiga, mas eu conheço ela e ela tinha decidido não dar chance pra ele. Ficou tarde e a gente voltou do mesmo jeito que tinha ido (e planejado por eles) — eu com o Gonza e a Pili com o langa.
Fer nos escrevia pra saber o que tava rolando. A atitude dela me deixava meio bolado, porque parecia que queria nos controlar.


Fer: Como é que tão? Tão se divertindo?
Eu: o que cê tá fazendo acordado, gatinho! Vai dormir! Tá tudo bem aqui
Fer: como é que eu vou dormir com o que me mandaram
O Gonza tava falando comigo no caminho até o carro e eu me distraía com as mensagens. Aí resolvi cortar ele.


Eu: Não consigo me concentrar com suas mensagens! Te escrevo amanhã! Vai dormir.
Fer: Beleza! Divirta-se gostoso na viagem pra casa 😉 - disse insinuando que ia aprontar alguma coisa.


Aí eu foquei no Gonza. Era um cara muito interessante. Era gostoso, engraçado, me tratava bem e sabia quem era Júlio Verne... O que mais eu podia pedir? Ah, é... que não tivesse a piroca pequena. Kkk
No carro fomos conversando bastante e a conversa foi ficando um pouco quente porque eu puxei o clássico assunto da minha bunda.


Gonza: você vai ter uma grande, gatinha!! Isso você fala só pra eu te dizer que você tem a melhor bunda que já vi — haha, você me descobriu
Eu: e aí! Especialista em rabetão!


A conversa seguiu nesse rumo, mas em dois minutos ela me beijou. Eu congelei... Tava na dúvida se ia pra frente ou parava, porque era amigo do Fer. O tesão falou mais alto... E eu comi ela com muita intensidade.
Ele, ao ver que eu avancei, começou a acariciar minhas costas... Tocava minha barriga por baixo dos peitos até que se animou a descer a mão e passar a mão na minha bunda.


Eu: vou manobrar o carro umas duas quadras pra não ficar na porta de casa.


Ele ligou o carro e eu me aproximei pra beijar o pescoço dele e passar a mão no torso. Dava pra ver que ele era bem definido por baixo daquela camisa.
Estacionou e se jogou em cima de mim. Me agarrou pela nuca pra me beijar com força e as mãos dele começaram a me percorrer. A mão esquerda dele tava apalpando meus peitos quando, possuída pelo tesão, peguei a cabeça dele e espremi contra o meu decote. Sei que esse movimento surpreendeu ele, mas deixou ele de pau duro.
A mão dele enfiou por baixo da minha camiseta e começou a amassar meus peitos. Aos poucos, foi perdendo a delicadeza e as mãos dele me tocavam com força. Ele colocou a mão entre minhas pernas e apertou. Dei um pulo e tirei ele de cima de mim. Tirei a camiseta, olhei nos olhos dele e falei.


Eu: senta pra trás.


Ele recostou o banco pra trás e eu levei minhas mãos até o pau dele. Fiquei acariciando um pouco enquanto beijava ele. Comecei a soltar o botão sem parar de brincar com minha língua na boca dele e abaixei o zíper. Aí comecei a descer...


Eu: tira a camiseta — ordenei, e ele fez isso em milésimos de segundos


Os abdominais dele ficaram à mostra. Eu beijei cada um enquanto ele se esforçava pra tirar a calça jeans. Quando ele terminou aquela manobra desengonçada, desci até o pau dele. Encontrei ele debaixo da cueca. Já amei assim que vi. Foi amor à primeira vista. Não era tão grande quanto o do meu ex. Era parecido com o do Fer, mas tinha aquela curvatura quando ficava duro.
Peguei ela com a mão direita e comecei a beijar tudo ao redor enquanto movia minha mão. Gonza reclinou o banco pra ficar mais confortável e curtia meus movimentos.
Ele tava submisso. Acho que o que me fez querer comer ele naquela noite, além da Pili e do Fer terem me deixado com tesão, era que o Gonza não tava esperando por isso. Certeza que o Marce tinha o porta-luvas cheio de camisinha e já tinha escolhido o hotel pra ir com a Pili. Mas esse aí não. E isso me deixava com mais tesão ainda.
Eu: mmm eu gosto — escapou um pensamento em voz alta ao observar a rola dela a centímetros da minha boca
Abri minha boca devagar e beijei a cabeça dele. Passei a língua e comecei a percorrer o pedaço dele. Ele segurava minha cabeça com cuidado, e eu coloquei o pau dele na minha boca. Chupei bem, mas sem mostrar todas as minhas habilidades (também não ia queimar todas as cartas na primeira noite). Depois de uns minutos de um boquete nota 8, virei pro meu assento porque tava decidida a ter aquele pau dentro de mim e tirei a calça.
Gonza tava parado esperando meus movimentos, mas foi rápido pra pegar uma camisinha na carteira dele. Esperei ele colocar e comecei a me mexer pra subir em cima dele. Eu tava toda molhada pelo boquete que tinha acabado de fazer e porque a calcinha fio dental da Pili tava que se partia... Não tirei. Me dava tesão ficar com ela. Do jeito que deu, encaixei minha perna direita do lado dele, puxei a calcinha pro lado e enfiei aquele pau bem fundo.


Eu: mmmmm que delícia que é
Gonza: que gostosa você é, meu Deus! — ele disse, olhando pro meu corpo.


Esse comentário foi respondido com um beijo. Comecei a me mexer em cima dele e a piroca curva dele foi percorrendo minhas entranhas. Tava com vontade de pular em cima, mas sou alta e batia no teto do carro. Depois de uns minutos onde percebemos que estávamos desconfortáveis, ele tomou a iniciativa.


Gonza: deita aqui - disse tocando o banco do carona e começou a reclinar ele.


Eu saí de cima dele e me mudei pro outro banco, que já tava totalmente deitado. Ele não me disse como eu tinha que deitar, mas eu sabia como provocar ele. Me virei de bruços com minha rabetinha empinada.


Gonza: uffff, que vista gostosa, pelo amor de Deus — falou enquanto se mexia pra ficar atrás de mim.
Eu: cê gosta?
Gonza: me deixa louco. E essa fio dental que tá estourando – ela tinha percebido?


Só que não é minha. Troquei com a Pili no bar" — pensei em falar, mas ia dar um monte de perguntas.


Eu: aaaah sim. Mas não tira ela - falei com voz de gata. A putaria de devolver a fio dental pra Pili com uma transa por cima me dominava.


Ele me agarrou por trás e encaixou o pau na entrada da minha buceta. Começou a meter devagar, enquanto acariciava minhas costas e minha raba. E quando eu já tava pensando que tinha pegado um cara delicado pra foder... Ele começou a bombar selvagemente. Bati com a cabeça no encosto no primeiro empurrão e tive que me segurar com força. Eu gemia pra caralho e pedia pra ele não diminuir o ritmo.


Eu: ahhh ahhh mmmm não para. Mete com força!


Ele obedeceu e me metia com tanta força que eu sentia o banco saindo do lugar. Eu tava nas nuvens... Esse gato, além de me dar tesão, tava me comendo igual um touro. Comecei a jorrar e, mordendo o banco, gozei. Pedi pra ele não parar.


Gonza: é que não aguento mais. Tô quase gozando.
Eu: Então sai. Senta aí - falei pra ela, apontando pro banco do motorista de novo.


Eu tava grata pela foda e sedenta por leite, então não me segurei.


Eu: "Você vai gozar na minha boca" — falei olhando nos olhos dela.
Gonza: mmmmmm


Eu chupei um pouco e em poucos segundos comecei a sentir os jatos quentes enchendo minha boca. Respirei e esperei o pau dele terminar de soltar toda a porra. Tirei da boca... Olhei pra ele e engoli.
A cara do magrelo era de pura surpresa. O objetivo dele praquela noite era marcar um rolê só nós dois e, sendo bem otimista, talvez me dar um beijo. Mas pegar nas minhas tetas e na bunda já era um extra. Eu fazer um boquete nele era difícil de acreditar, imagina eu cavalgando, me comer de quatro admirando minha rabeta era um sonho... Mas eu engolir todo o leite dele na primeira vez que a gente tava junto... Era impossível.
Diz que aquela noite foi num carro. Se tivesse sido numa cama, não sei se minha bunda escapava.
Nós nos vestimos. Trocamos uns beijos e ele me levou de volta pra minha casa.
Esse magrelo me agradou por todos os lados. Mas sabia que tinha um problema. Fer.


Combinamos de bater papo os três depois, mas só a Pili apareceu.
Pili: o que você tá fazendo acordado!! Esperando a gente??
Eu: haha sim. Além disso amanhã é sábado. Posso dormir.


Já tinha passado uma hora e a Sole não voltava. Eu já esperava o pior... Que eles tivessem ficado conversando. Se eles transassem, era menos grave do que ficar duas horas batendo papo.


Sole: oieeee. Tô aqui
Pili: gataaaa!!! A gente tava preocupada com você! Tudo bem?
Sole: sii. Tudo bem — ela era bem seca nas respostas
Pili: teve ação, né? - falou pra tocar no assunto que todo mundo tava evitando
Sole: hããã... Sim — disse ela, tímida
Pili: filha da puta!! Com minha fio dental!!
Sole: haha sim. Depois te conto isso. Fer. Cê tá puto comigo?
Eu: Não - mentira, tava sim
Sole: mas você não fala nada
Eu: é que... tô com sono? – ri da minha desculpa – bom. Vocês se divertiram?
Sole: sim


Não teve mais nada além disso. Eu dormi destruído. Tava... triste? Com raiva? Com ciúmes? Não sei que porra eu tava sentindo.
Passaram dias sem se falar. Me encontrei com o Marce e o Gonza, e eles sim falaram das minas. O normal. O Gonza era um cara gente boa. Dava pra ver que ele tava afim dela. Voltei a trocar ideia com as minas e descobri que a Sole também tava a fim do meu amigo. O que eu ia fazer? Tive que ficar de lado.
A gente parou de se ver e eu parei de andar com o Gonza também.
A Pili começou a sair com outro trouxa que tratava ela como princesa, e eu também conheci uma mina com quem compartilhei várias paradas, incluindo umas férias.
Mais de um ano se passou e chegou meu aniversário. Eu costumava fazer um churrasquinho no quintal dos meus pais, onde vinham vários amigos.
E o Gonza caiu de boca na Sole.
Desde o momento em que vi ela, comecei a passar ela na pica. Ouvia ela falar e lembrava quando ela me chamava de putinha, beijava o namorado e vinha na minha cabeça a imagem dela chupando minha rola, tomava algo e lembrava quando ela engolia meu gozo. E uma amiga me perguntou qual tinha sido o melhor presente de aniversário que eu já tinha recebido... Eu fingi que tava pensando, tentando escolher algum presente material, mas minha cabeça tava naquele momento em que a Sole tinha me dado a bunda dela com um laço uns anos atrás.


Eu: uma bicicleta que meus pais me deram quando eu tinha 10 anos – falei, saindo pela tangente e olhando pra Sole.


A festa acabou e nem quis ficar com a Vane (a mina que eu tava saindo) pra transar. Cheguei no apê e mandei uma mensagem no trevo.


Eu: Não, Sole! Assim não! Não me deixa mais difícil.
Sole: Bom. Não consegui escapar e tive que ir.
Pili: eehhh como vocês tão?? O que houve!?
Eu: A morena caiu no meu aniversário hoje com o Gonza — falei bolado — tô tentando me afastar. Não zoar. Mas me ajuda.
Sole: tá bom, gatinho. Pra mim também é foda. Ainda mais nessa época.


Seguimos discutindo, tirando vários ladyboys do armário que estavam guardados por meses, até que a Pili entrou de mediadora.


Pili: e aí. Que tal a gente se encontrar pra tomar alguma coisa? Acho que nós três merecemos uma conversa.


Eu topei. Além de que batia com a loira... Queria ver elas.
Já no parque, a gente se cumprimentou com um abraço e, antes de voltar pra discussão, a Pili disse


Pili: Vai, gordinha. Conta pra Fer.


Eu olhei pra Sole e várias opções passaram pela minha cabeça... Ela tava mal com o Gonza, ou pior, ia casar, ou pior ainda, tava grávida...


Sole: fiquei naquele trampo que te contei um tempão atrás


Não tocamos no assunto das carreiras e trabalho delas. Mas a Sole já tava quase formada (é nerd), é bilíngue e tava tentando há uns anos entrar numa empresa internacional foda pra caralho.


Eu: que bom!!! - e abracei ela - parabéns pra você!


Todo o meu ódio tinha ido pra merda. Eu queria saber dela.


Sole: Valeu!!! Mas cê sabe o que isso significa. Vou passar o tempo viajando.
Eu: e daí? É o que você queria!


Aí entendi tudo. Ele não conseguiu escapar do aniversário, o "nessa época" da nossa discussão.


Eu: tá tudo errado com o Gonza, né?
Sole: Sim. Diz que a gente não vai conseguir superar isso.
Eu: e quando é que tu viaja?
Sole: São três meses de treinamento e eu viajo pro meu primeiro projeto.


Ficamos horas conversando sobre os planos dela. Colocamos o papo em dia sobre o que tinha rolado no último ano e demos boas risadas lembrando das histórias.
Naquele dia, fui dormir com um gostinho de nostalgia, mas feliz ao mesmo tempo.
Este foi o capítulo mais triste e mais sofrido da nossa história.
Mas era necessário para o que viria nos anos seguintes.

5 comentários - El Trébol - Rompiendo el trébol

Muy bueno, genialmente relatado y mas que exitante, Como siempre abrazo al trebol y beos a las chicas
Nooo que triste, no me pude pajear con este relato primero porque me contagiarte los celos y después me puse triste 🤣🤣🤣 pero muy bueno, tenés talento para escribir no solo cosas eróticas
El próximo será menos nostálgico. Lo prometo!! Gracias por el comentario!
Vengo siguiendo esta serie de relatos cual novela melodramática, a veces no todo pasa por el sexo.

Alguna vez me toco ser un "Gonza" pero en este caso mi compinche fue quien presentó a sus babys
Faaaa. Encontré la cuenta por casualidad, me leí todos los relatos creo q en dos días (hasta este), en este capítulo sufrí con vos hno. Mal las chicas, no sé debieron meter con tus "amigos"
Que buen relato, muy buena forma de escribir, ciertamente captaz la atención del lector, entre buscando algo para entretener la verga y me encontré con esta gran historia, lastima que se termina, como las cosas que nos gustan se terminan.