Descubriendo que Si, soy puta.

Tudo aconteceu numa festa, minha primeira festa num estado que não era o meu, uma festa do meu namorado e dos amigos dele. Eu tava felizona, porque queria me divertir.
Então me preparei e me vesti do meu jeito, com meu estilo rockeira, minhas botas pretas, minha saia curtinha mas com meia-calça de rede preta também, minha jaqueta de couro e meus óculos escuros. Na minha cabeça, não queria chamar atenção nem parecer uma puta, mas acabou dando tudo ao contrário. Mesmo assim, eu tava adorando.
Chegou a hora e meu namorado passou pra me buscar e disse que eu tava uma gostosa, e isso já bastava pra mim.
Entrei no carro do meu namorado e como os amigos dele já estavam lá dentro, tive que me enfiar como dava, então fiquei super apertada com os amigos dele.
Um deles me disse baixinho, pro meu namorado não ouvir,
Você fica super gostosa, putinha.
Não soube o que dizer, só fiquei calada, mesmo que aquilo me deu um calor danado, só de ter ouvido isso já me excitou, mas pensei, na minha cabeça: não sou uma puta, qual é o problema dela.
Quando menos esperava, o outro amigo dele, animado com o que ouviu, sussurrou pra mim.
-agora, quando ninguém tiver olhando, quero que você chupe minha pica
Não soube o que responder, mais uma vez me senti uma puta, e é pra falar NÃO pra ele! Só consegui falar
—mas por quê?
Ao que ela respondeu
- por que as putas fazem isso e você vai ser minha putinha nessa festa.
Novamente, não disse que NÃO, só fiquei muda, porque o outro cara, o primeiro que falou comigo, pegou minha mão e colocou no pau dele.
Eu queria tirar minha mão pra minha boca não ver, mas parecia que eu não tinha força e, no impulso, apertei a rola dele. Só senti como ela ficou mais grossa, mais e mais grossa.
Pra Meu Alívio Chegamos Na Festa E Eu Desci Rápido, Mas Não Sem Ante Sentir Uma Mão Tocando Minha Bunda, Só Que Como Minha Saia É Curtinha, Senti Bem O Dedo Dela No Meu Cu, Como Eu Tava De Fio Dental, Óbvio Que O Dedo Dela Tocou Meu Cu Sem Problema.
Só me restou a sensação e me afastei rápido, sem saber o que dizer.
Uma voz dentro de mim ficava me dizendo que, se eu tava gostando, era por puta que eu sou.
Mas é claro, a festa foi muito foda, me dei super bem com todo mundo. A festa se estendeu até as 2 da manhã, e a maioria já tava bêbada, inclusive eu, meu namorado também. Quem não tava foi pra casa. Meu namorado falou que assim não dava pra dirigir, que a gente ia esperar pra ir embora de boa, que eu deixasse ele descansar um pouco.
Pra mim pareceu uma ideia muito boa, então continuei bebendo com todo mundo.
Durante a noite toda eu já tinha esquecido o que tinha rolado com os amigos dela, mas um dos amigos dela chegou perto de mim e falou.
-Mishelle, preciso falar com você lá fora.
- O que você precisa?
- Vem cá, por favor. Preciso que você me ajude com uma parada.
Eu fui porque ele me pediu ajuda, pensei que queria ajuda com mais garrafas, porque a casa tem dois andares, mas a parte de cima tá tipo em construção, e lá eles tinham as cervejas em bacias... Bom, fui com ele.
Chegamos lá em cima e eu comecei, perguntei: como posso te ajudar? Se era pra descer uma caixa ou pegar garrafas, e ele se aproximou e me disse.
É hora de você chupar minha pica.
Não percebi quando ele tinha o pau pra fora da calça.... Era um pau muito grande, sinceramente grande e cheio de veias, igualzinho aos desenhos mais comuns de paus, assim que era.
Eu falei pra ela.
—me desculpa, mas não posso.
- claro que sim, você pode e vai fazer isso, sua puta.
—não sou puta, não se engana.
- Claro que você é uma puta e vou te provar isso. Chega mais que vou foder sua boca, e você vai engolir minha porra.
Fiquei surpresa que todas as palavras dele, em vez de me irritar, me deixaram com muito tesão. Não aguentei ver aquela pica me encarando, e a voz na minha cabeça só dizia: quero provar ela, quero as bolas dele na minha cara. E foi exatamente isso que eu fiz: me ajoelhei e abri a boca.
Ele se aproximou e simplesmente enfiou o pauzão na minha boca.
Não sabia o que pensar, tava sendo comida pela boca... esqueci completamente da festa, só me concentrei em chupar aquela pica, que tinha gosto de homem, é um sabor peculiar, que ativava algo na minha mente, algo que fazia meu cu abrir e fechar a cada bocada de pica, eu sei que o cu não lubrifica, mas tava molhado pelo calor que sentia.
Depois de alguns minutos, ela me olhou e disse.
—Vou te dar sua recompensa e você vai engolir.
— por favor, me dá ela.
Não faço ideia por que falei isso, mas deixou ele mais duro. Quando eu esperava a porra dele, ele me olhou de outro jeito e disse.
Não, tem que estar na sua bunda.
Eu me levanto, ele me encosta na parede, a legging não segurava nada, ele aumentou um buraco na minha legging, puxou minha fio dental pro lado e falou.
-que vagabunda, você tem a buceta molhada, que sorte pra você, vagabunda.
Sentia a glande dele na entrada do meu cu, e quando ele respirou, meu ânus foi naquela hora que a cabeça dele entrou. A cada pulsação do meu cu, o pau dele entrava mais e mais, e eu não conseguia gritar, só engoli o grito.
aí vai meu gozo, e quero que você fique com ele dentro até gozar.
Quando eu tirei o pau dele, só apertei pra segurar aquela carga dentro de mim.
Ele tomou umas cervejas e me disse: te vejo na festa, puta.





Descubriendo que Si, soy puta.

Continua.......

9 comentários - Descubriendo que Si, soy puta.

may6369 +1
Muy bien relato, espero las continuación, saludos amigo
Uy dios, se hace imposible leer, escribis con el orto o que?